CRESCIMENTO DE CULTIVOS AGRICOLAS PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS

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(1)~iliRCOAUR~LIO DE MELLO MACHADOutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONM - zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA E AVALIAÇAO CLIMATICA DA ESTAÇAO DE CARACTERIZAÇAO CRESCIMENTO - DE CULTIVOS AGRICOLAS PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS Tese Apresentada à Universidade Federal de Viçosa, como Parte das Exigências do Curso de Meteorologia Agrícola, para Obtenção do Título de "Magister Scientiae". -- VIÇOSA MINAS GERAIS - BRASIL FEVEREIRO - 1995 r I l I flI2Ll;~C/\ • ONMLKJIHG DEPTO. Ei"1G. I\GRI~OLA .----~-~-_. -'~'-----""----

(2) Fí.cha catalográfica Classificação preparada pela Seção de Catalogação e da Biblioteca Central da UFV utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPO T H149c 1995 Hachado, M3rCDAurélio de l-Ello, 1963Caracterização e avaliação climática da estação de crescirrento de cultivos aqr Ico l.as para o Estado de Minas Gerais/ MarCDAurélio de M2110 M3.chado.- Viçosa: UFV, 1995. 61p. : i1. Orientador: Dissertação de Viçosa. Gilberto Chohaku SediyanB.. (mestrado) - Universidade Federal 1. Climatologia agríCDla - Minas Gerais. 2. Estação de crescirrento - Minas Gerais. 3. Estação de chuva - Minas Gerais. 4. 0.11ti vos agríoolas - Plantio - Minas Gerais. r. Universidade Federal de Viçosa. 11. Título. CDD.zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 18. ed. 630.2516 CDD. 19. ed. 630.2516

(3) MARCO AURELIO CARACTERIZAÇAO DE MELLO MACHADOutsrqponmlkjihgfedcbaZ - -, zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA E AVALIAÇAO CLIMATICA DA ESTAÇAO DE , CRESCIMENTO DE CULTIVOS AGRICOLAS PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS Tese Apresentada ã Universidade Federal de Viçosa, como Parte das Exigências do Curso de Meteorologia Agricola, para Obtenção do Titulo de "Magister Scientiae". APROVADA: 04 de março de 1994. Prof. da Prof. Marcos Heil Costa Costa (Conselheiro) ./ /~ ? - ~~ P of. Hélio Alves Vieira (Conse lhe Lr-o ) Prof. Sérgio Zolnier I 8!3L10TEC,\ OEPTO. ENG. ____ ._ ._ ••• _ ••••••••• /\GrdCOL.A ---- •••• __ o ••• __ I •• _j

(4) Ao meu pai Machado, pelo incentivo nos estudos. A minha mãe Lenyrce, pelos exemplos de dedicação e de trabalho. Ao "irmão" Stênio Lasmar, pela possibilidade de iniciar o curso. A minha irmã Naira, pelo sacrificio pessoal do auxilio. Ao meu irmão Daniel, pela amizade e pelo companheirismo. A Ludmila, pelo amor e pelo carinho ii dedicados.ONMLKJIHGF

(5) AGRADECIMENTOS A Deus, pela força para concluir A Universidade de um rico aprendizado Ao Federal de Viçosa, técnico Departamento descoberta o curso. pela oportunidade e cultural. de de grandes e fecundas pela Agrícola, Engenharia amizades.utsrqponmlkjihgfedcbaZYX , A Coordenação Superior (CAPES), pela concessão A término de Perfeiçoamento Universidade do auxílio do Tocantins, A EMATER - MG, escritório Nível financeiro. que tornou possível central de Belo pessoas dos engenheiros-agrônomos Flávio Antônio, pelas informações Ao Horizonte, cujos de o deste curso . . nas do Pessoal 5º Distrito José Bráz Meteorológico meteoro lógicos Façanha e valiosas. na figura do meteorologista dados Horizonte, puderam do de INMET, Luiz Clemente levar a Belo Ladeia, termo este tr-abalho. Ao pela professor serenidade, orientador pela amizade, Gilberto pela retidão e orientação.ONMLKJIHGFEDCBA iii Chohaku Sediyama, pela segura

(6) iv Ao professor Adil Rainier pelas palavras, exemplar, Alves, pela didática pelas ações de incentivo e pelo otimismo. Ao professor conhecimentos Ao José Maria Nogueira transmitidos da e pelas sugestões Costa, pelos indispensáveis. pre;fessor Marcos Heil Costa, pela amizade, pelazyxwvutsrqponmlkji -v-,r. ... ONMLKJIHGFEDCBA i c ão con t rLbu utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHG trabalho e pelo constante intercâmbio de ;, ..../ idéiés. Aos Sérgio Te ixe i.l""éCoe lho, Rubens Le ite Viane 110 Dirceu Falco pre;fessores Hélio Alves Vieira, Prus k í pelos • estimulos e pelos e Zolnier, Fernando aconselhamentos diários. Ao Professor pelo despertar Aos Washington, amizade Pedra Castro Neto, pelo encorajamento do interesse colegas r.a engenheiro pela elaboraçgo cálculos Gabriel, Marcos Wanderley e pE:lés alegrias /<.0 pela Agrometeorologia. José Eduardo, murid a , l e Klinger, e Jorge Francisca, pela partilhadas. agricola do programa r • .::>aralva 10pes, José Dermeval computaoional, indispensável nos deste trabalho. A Maria do Carmo, pela competência e pela abnegação peculiareE.JIHGFEDCBA .t.dné.. .. pelo sorriso e pela prestatividade constantes. A todos os funcionários Agricola (DEA), em especial, José Mauro e ao Juvercino, e ao José cafezinho. Coelho, pelos do Departamento ao Fabiano, de Engenharia pelos desenhos; ao pelo auxilio nas tarefas diárias; momentos de descontraçâo no

(7) y Aos inestim~vel amigos Sandra, e Flávio, pela acolhida. Aos companheiros Vilma, pela convivência Aos Tito, Alberto zyxwvutsrqponmlk me ue João Batista, Cl~udia, Jacqueline e diária e fraterna. irmãos, pelo encorajamento nos momentos difíceis. pelas palavras d6ceis nas horas amargas. A Ludmila, pela po eeib i zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Lá de.de de acreditar na vida.

(8) BIOGRAFIA Marco Aurélio dos Reis Cidade Santa de Mello Machado, filho de José Machado e de Lenyrce Corrêa de Mell0 Machado, de Formiga, Terezinha, nasceu MG. Cursou o 19 e o 29 graus no na mesma cidade, concluindo-os em na Colégio 1977 e 1980, respectivamente. Em 1983, ingressou no Curso de Engenharia Escola Superior dezembro de Agricultura de Lavras Agrícola na (ESAL), formando em de 1988.ONMLKJIHGFEDCBA Em Formiga, lecionou 1989, iniciando ,!c'.grícola, na o para Curso de Universidade o 29 grau Mestrado Federal de na em Cidade de Meteorologia Viçosa, no ano seguinte. Em pesquisador janeiro de 1993, foi contratado pela Universidade do Tocantins vi como professor e (UNITINS).JIHGFEDCBA

(9) COtnEODO Página LISTA DE QUADROS ix LISTA DE FIGURAS xi EXTRATO xiii 1. INTRODUÇAO 1 2. REVISAO DE LITEF~TURA 3 2.1. A Influência do Clima na Produtividade das 1tuutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLK r as. .................................... 3 CuzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 2.2. Estudos sobre a Estação de Crescimento 2.3. Otimização das ( "Reepon ee 3. MATERIAL Táticas de Manejo (EC) .. Agricola 14 Farming ") E MgTODOS 21 3.1. A Macrorregião 3.2. Análise de Zoneamento Estudada - Critérios Agrupamento - Uma de Escolha Proposta 22 3.3. Séries de Dados Climato16gicos da Utilizados Evapotranspiração 22 Potencial 24 (ETp) 3.4.1. O Método Combinado 21 de Climát,ico 3.4. Determinação 6 de Penman 26

(10) viii Página 3.4.2. O Método Baseado na Radiação (Makking Modificado)zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 27 3.5. Determinação da Evapotranôpiração 3.5.1. O Coeficiente 3.6. O Programa de Cultura Computacional e Kc Real (ETr). (Kc) 28 28 - Cálculo de ETp, Etr -................................ 31 3.6.1. Datas de Início e Fim das Chuvas 31 3.6.2. A Estação de Crescimento 32 3.6.3. DistribuiçÕ€s de Freqüência da EC .._ 3.7. Produtividade 4. RESULTADOS (EC) do Comprimento _..................... de Milho e Demanda Evaporativa. E DISCUSSAO 33 34 35 4.1. Relações entre as Datas de Início das Chuvas e o Comprimento da Estação de Crescimento Os Comprimentos da EC para Inícios (EC) - Variáveis do Periodo Chuvoso 4.2. Análises das Séries de Evaporativas Precipitação e - A Chuva como Sinalizador de Plantio Demandas de :l!pocas 43utsrqponmlkjihgfedcba - 5. RESUMO E CONCLUSOES 54 BIBLIOGRAFIA 55 ~ APENDICE <. 35 60

(11) LISTA DE QUADROS Páginazyxwvutsrqpo 1. Características das Estações Climatológicas Estudadas 2. Fases dos Estádios ao Longo do Ciclo das Culturas 31 Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações EE,pecificadaE,para Inícios Variáveis do Periodo Chuvoso para Araçuai, MG 37 4. Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Caratinga, MG 38 Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas par'a Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Frutal, MG 38 Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Periodo Chuvoso para Governador Valadares, MG .... 40 7. Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Lavras, MG 40 Probabilidade de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Periodo Chuvoso para Montes Claros. MG 41 Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso, para Teófilo Otoni, MG 42 3. 5. 6. "I. 25 8. 9. ix

(12) xRQPONMLKJIHGFE Página 10. Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Uberaba, MG 42 11. Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Viçosa, MG 44 12. Durações Médias dos Estádios Fenológicos da Cultura do Milho, para Nove Localidades do Estado de t1inas Gera i e 44 13. Valores Médios das Datas de Início ("I") e Fim C"F") do Período Chuvoso e Comprimentos Médios da E~para Nove Localidades do Estado de Minas Gerais 45 00 o •••• o • • • • • • • • • • • • • • ••

(13) LISTA DE FIGURAS Página 1. Mapa do Estado de Minas Gerais com a Subdivisão pelo Número otimo de Regiões Climaticamente Homogêneas 23 2. Características das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Araçuaí, MG 46 3. Características das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Carat inga, MG 46 4. Características das Demandas Hídricas da Cultura do t1ilho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Governador Valadares, MG _ 47 5. Características das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Lavras, MG 47 6. Características das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Mocambinho, MGzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHG 48 o ••••• o • • • • • • • • • •• 7. Características das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Montes Claros, MG ..... 48 8. Características das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Teófilo Otoni, MG .. 49 9. Características das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Uberaba, MG 49 o 0 •• 0 •••••• •• o 0 ••••• o ••••••• o •• •••••••••••••••••••• o • • • • • • • • • • • • • • ••

(14) xutsrqponmlkj i i zyxwvutsrqponmlk Página 10. Caracteristicas das Demandas Hidricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Viçosa, MG __ 50 de Blocos do Pr-ogr-ama Computac ional Utilizado para Cálculos de ETp, ETr, Kc e duraç5es médias por estádio ._ _ _ _ __ .. 61 IA _ Diagrama

(15) EXTEATO MACHADO, Marco Aurélio de Mello, M.S., Universidade Federal de Viçosa, fevereiro de 1995. Caracterização e Avaliação Climática da Estação de Crescimento de Cultivos Agrícolas para o Estado de Minas Gerais. Professor Orientador: Gilberto Chohaku Sediyama. Professores Conselheiros: José Maria Nogueira da Costa e Hélio Alves Vieira. Utilizou-se Análise por da metodologia de Agrupamento, ASPIAZU et alii climaticamente e dos resultados aproee.entadospor RIBEIRO (1990), para homogêneas delimitação do Estado de Minas de (1983) de e regiões Gerais, porutsrqponm , intermédio As do estudo de Indices Meteorol6gicos. 10 analisadas regiões, pluviométrico, aos produtores ambiente relações neste quanto às suas demé.ndas hídricas evapotranspiração no consideradas potencial estudo, (respectivamente e real) e também para o estabelecimento foram pelo de informações regime 0teis e àqueles que lidam com as tornadas de decisão agrícola. entre as datas Além disso, prováveis foram investigadas de início das chuvas e as o t.o da estação de crescimento de cultivos agrícolas, comp rLme nzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA com especial destaque para a cultura do milho. >: i i i

(16) xiv A utilização da metodologia foi satisfatória, além de terem sido definição de vantajosos uma os critérios data de início das estabelecidos chuvas, para embora com limitações. Os resultados, ora obtidos, permitem ao técnico extensionista e ao administrador público, quando conjugados com informaçôes do agricultor, estabelecer épocas propícia~ ao plantio de culturas, onde o risco de secas é minimizado, bem ligados como maximizar sistema de manejo_ o conjunto de operaçôes ao

(17) I NTRODUÇAO zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTS 1. É de comum observar, temperaturas elevadas, irradiâncias irregulares. precipitações elementos nas regiões tropicais, climáticos no crescimento e desenvolvimento produçâo agricola, elementos climáticos, possivel. obtençâo Apesar dos elementos climáticos, I:' comportamento pelas porque, r-e Lecóe e distribuiçâo, do de de sistemas para do aproveitamento ao principais recursos menor tarefa de prognosticar é importante destesutsrqponmlkjihgfedcbaZYXW destes produção de subsidiá-los o custo regime que se avalie o seu de alguma forma, eles sâo responsáveis causa e crescimento efeito e do do microclima, desenvolvimento plantas em todas as regiões do globo. Conhecendo-se dos estes agricolas. do comportamento em cada localidade, da dificil e em maior ou menor grau, para planejadores da máxima intensas aleatoriedade, de cultivos o conhecimento tarefa de otimização net.ur-ei e e solares da têm influência, Assim, é importante, na Além ocorrências elementos climáticos, 1 é da das o regime possivel ter

(18) 2 zyxwvutsrqponml parâmetros balizadores e, a partir dai, traçar estratégias para o planejamento das atividades agrícolas. o presente trabalho investigar procura localidades fisiograficamente homogêneas do Estado de Gerais, com o objetivo de estabelecer as as Minas datas mais adequadas para o plantio de culturas agrícolas, bem como definição do comprimento da estação de crescimento, a em função da quantidade e da distribuição das chuvas. Procuram-se, também, obter respostas para auxiliar o produtor agrícola de Minas Gerais, orientando-o na definição de das datas propícias ao demais técnicos, estudos potencial atividades início do plantio e, de campo, baseadas além de lançar à discussão o agroclimatológicos, com por extensão, em critérios desenvolvimento vistas à predição de produção de culturas, em função de níveis ocorrência de precipitação dentro do período chuvoso. de do de

(19) 2. REVISAO DE LITERATURA 2.1.JIHGFEDCBA A Influência Quando se do Clima na Produtividade desejam relacionar desenvolvimento de plantas com o das Culturaa crescimento e o as condições atmosféricas, é necessário proceder às avaliações dos parâmetros climáticos envolvidos, que condicionam relações de causa e efeito entre as diferentes épocas de plantio e fases de frutificação e colheita dos produtos agrícolas (TUBELIS, 1988). Segundo SANSIGOLO (1989), a principal causa das é a variabilidade variações interanuais da produção agrícolazyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSR das precipitações, especialmente nos trópicos. De maneira geral, as adversidades das condições climáticas e, conseqüentemente, da produção agrícola são, de acordo com variações produção HUFF devem de e NEILL (1982), incontroláveis. ser contabilizadas culturas, ou seja, há que nas se expectativas de expressarem as relações espaço-temporais em termos probabilísticos, ou meio de modelos agroclimáticos. 3 Estas por

(20) 4 zyxwvutsrqponml HICHALCZYK (1979) relata que observações climáticas dos últimos três séculos confirmam a existência de mudançasutsrqponmlkjihgfe r destas condições, o que é motivo de grande controvérsia. VIANELLO e ALVES (1991) afirmam que a possibilidade de melhor adaptar as atividades do homem às variabilidades e às mudanças pesquisas do e clima deve, ser igualmente, que estas estão adquirindo, no objeto curto de prazo, cada vez maior importância, como conseqüência das crescentes demandas autores dizer que sobre os limitados recursos naturais. acrescentam que, no momento, muito pouco acerca da previsão de futuras mudanças os ecossistemas atuais estão muito condições virtuais do Os meio de mais modelos pode adaptados e às sensíveis mudanças. Por esta razão, as previsões tem que ser feitas, por se climáticas bem passado, sendo, portanto, mesmos a climáticas probabilísticos, que são baseados em observações de longas séries de dados. Essas observações podem ser feitas por análises quantitativas de períodos acumulados e arbitrários (cinco, sete, dias), estimando as chuvas, ou 10 esperadas então, para por quantidades um determinado nível de meio do ajuste de uma de probabilidade, distribuição. ou Para a primeira, pode ser adicionada uma análise quanto ao risco de seqüências de dias secos e, ou, chuvosos, com os cálculos feitos, tornando-se o maior valor no período de interesse. Entretanto, a correta avaliação das flutuações climáticas de curto prazo (de um a cinco anos) é condição necessária, não somente para uma àeterminação dos efeitos induzidos também pelo clima sobre a produção de culturas, pela consideração de estratégias técnicas de mas manejo

(21) 5 zyxwvutsrqponmlkj de sistemas agrícolas e político-econômicas, como o crédito e o custeio. TrCE aumentar e CLOUSER rendimentos Estado discreta. estocástica médios dos produtores com base irregularidades culturas. é e ótima, quando e quanto trabalháveis KEATING semi-áridas. cultura depende o Os taxas de de discretas, determinado podem ser de produção suprimento de plantas, de de precipitação, sobre o de ou consumo cereais nitrogênio nas a uma desenvolvimento, os pelo clima e pelo manejo, a época de aplicação do e a data de início das chuvas. mesmos autores no regime de umidade nas safras o nível de fertilização dominante influenciados que incluem a densidade probabilidade produção, et alii (1991), a dos seus estádios quais são fortemente fertilizante na ou agrícolas. (N) dos sistemas regiões de irrigar e inclusive o número de horas falta, exerce uma influência nitrogênio de estocásticas por exemplo, com máquinas Segundo do desta estocasticamente, de ocorrência de resposta usadas para determinar, os ocorrências também na predição de de programações as funções das climáticos que incorporam a probabilidade evento utilização a do passado. importante Técnicas com a distribuição numa que Comentam conhecimento os eventos baseados matemática, no climáticas ~~alisar de pode da região Centro-Oeste de Indiana, EUA, aumentaram técnica, sua produtor sua renda líquida de 9% a 14%, quando se utiliza programação seja, (1982) afirmam que o argili~entamque a variação do solo de mineralização causa alterações da matéria sazonal substanciais orgânica e que o N

(22) 6 zyxwvutsrqponmlk pode ser perdido do sistema solo-cultura da amônia e indisponível durante lixiviação, à cultura ou substancial Embora ficar volatilização temporariamente por imobilização. a estação de crescimento residual pela O N não-utilizado, da cultura, pode ter para a estação subseqüente. a variabilidade dos elementos meteoro lógicos seja um dos fatores que mais afetam a produção ela não métodos tem valor sido um tópico para acuradas de culturas. pesquisas. de análise têm mudado de descritivo Os a estocástico e deste a deterministico. De das acordo com ANGUS (1991), a principal análises, produção uso da água diversos está diretamente e, em menor escala, têm ao contrário Esses modelos, que relacionada com o o seu de os os suprimento. testados em impedimentos à e menos com o com o manejo correlacionam tempo e da teoria da incerteza, do empreendimento capazes maximizando a do que se acreditava. captam feições essenciais ser com sugerido que estão mais relacionados à natureza que o mesmo autor afirma que modelos, ambientes, ambiente, é apenas em precipitação, de uma planta Entretanto, produção baseadas deficiência agrícola e podem, estabelecer objetivos implícita dessa estratégias dos produtores manejo, numa de forma, manejo, economia de mercado. d e Crescimento (E C ) 2.2. Estudos sobre a EstaçãoONMLKJIHGFEDCBA Segundo duração do RITCHIE ciclo (1991), a taxa de crescimento de vida de um vegetal são e a parâmetros,

(23) 7 igualmente As importantes na modelagem mais altas produções são do crescimento. relativamente potencial podem temperaturas Nos trópicos, mais elevadas, também mais duração dos períodos apr-ox i.madarnerrt.e , o mesmo esse mesmo intervalo autor, para crescimento espacial de variável no estudos estão, question~entos científico, combinação de crescimento total é, está dentro a taxa relativamente como potencial exceto onde se deve em uma ajuda possível os a duração do a tanto de crescimento do ciclo produtividade sobre plantas para voltados usar um de níveis modelagem diretamente de constante dos efeitos climáticos sobre de que no intuito de predizer hoje, regiões tanto espaço e no tempo e a da cultura. animais é Ao contrário, potencial produção em seqüência, ótimo, temporalmente, é crítica Os pela a em ambas as regiões. Ainda, segundo biomassa vegetativo de de quando a temperatura radiação são baixos. é de crescimento quanto estresse temperaturas níveis os somente produçÕée de duas, ou mais culturas a onde as os alcançar frias, sem menos quentes maximizam zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA duração de culturas. de uma cultura anual são obtidas, onde as temperaturas c da produção o e os conhecimento aos produtores nas suas tomadas de decisão econômica. De envolvendo produtor acordo simulações, rural variabilidade, condições, com ANGUS e que dentro (1991), técnicas são estes das cada vez modelos estações podem ser tão grandes quanto entre-estações. mais de pesquisa, aplicáveis devem priorizar que, sob as ao a certas variabilidades

(24) 8 zyxwvutsrqponmlk Em anos recentes, especificar poderiam estratégias alguns modelos e táticas ótimas auxiliar os produtores. conseqüência têm sido usados para da melhoria de longo prazo, que Uma possível do manejo dessas e desejável táticas poderia ser um aumento real da produção. As feitas que de da producão com modelos de simulação, e suas variabilidades, têm sido mais precisas aquelas feitas com métodos mais simplificados. diversos algumas com estimativas sistemas de produção têm regiões, quando as produções um potencial produção estimado, os fatores Estudos mostrado reais são que, em comparadas de manejo a um nível bem abaixo do que os mais do limitam a relacionados com o manejo e menos com o ambiente. HUTCHINSON (1991) acrescenta variabilidade de produção de culturas em semi-áridas, regiões variabilidade temporal do que a simulação depende, sucesso especialmente da da precipitação, da simulação sob enfoques da de curto e longo prazos. LIU e L1U (1983) comentam que, para planejamento da produção agrícola de culturas importante minimizar provocado indicação da o risco melhor época de plantio risco e permitir melhor utilização fenológico pode o melhor de sequeiro, é pela A seca.utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUT diminuir esse da chuva, durante o ciclo da cultura. SILVA et alii (1987) afirmam que a ocorrência das fases feno lógicas do milho é geralmente avaliada pelo número de critério impreciso, de graus-dia acumulados, dias do calendário que, por ser um tem sido substituído pelos sistemas representando a interação entre temperatura do ar e

(25) 9 zyxwvutsrqponml desenvolvimento de plantas, observadas variações necessárias para a muito embora ocorrência de gróus-dia, de exigências nas umó sido tenham determinada fóse fenológica paró um mesmo cultivór de milho. SOUZA et ólii (1991) ónalisou o cólendário de cultivo de órroz irrigado cultivóres, nó EC de estóbelecido térmicas, paró fenológicas. que com esses Dourados base MS, nas póra três exigências suas fases suas completassem Esta análise foi baseódó na distribuição e na quantificação da precipitação pluvial na semana anterior às datas épocas de total da de plantio plantio, permitindo a recomendação de que proporcionem menores riscos de perda cultura, ou diminuição da produção final. SOUZA pluvial (ETp) , média para suprimento quatro (1989) analisou decendial e de determinação respectivas curvas de precipitóção evapotranspiração das estações hidrico-térmico localidades as de crescimento e do feijão, em do Estado de Minas Gerais, obtendo as estações de para a cultura potencial crescimento e elaborando um cólendário de cultivo póra o feijoeiro nóquelas localidades, baseado nas para exigências térmicas dos cultivares, completassemJIHGFEDCBA seus que das cicloszyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIH distribuição e na precipitações, durónte as fases fenológicas da cultura. SOUZA et alii (1991) determinaram a EC da , microrregião de Palmeira dos Indios, das AL, baseada na análise curvas médias da precipitação pluvial e dó ETp. dessa feijão, EC, por exigências estimou-se a necessidade hidrica da meio dos coeficientes de Dentro cultura cultura. hídricas, como também a distribuição média do Estas das

(26) 10 zyxwvutsrqponmlk chuvas sobre fases fenológicéis desta cultura, serviram para uma análise de .épocas de plantio na região em estudo. RODRIGUES do feijão et alii (1991) simularam macassar (Vigna épocas de unguiculata (L) plantio WALP) , em i cro r-r-e g óe s mutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLK vistas com da Paraíba, diferentes í identificação dos produtividade. precipitação Foram usados temperaturas diária, balanço hidrico Thornthwaite e par·,imetros: a Mather 1955, distribuição decendial e resultados evidenciam decendiais de a freqüência da confiabilidade mensais, decendial da freqüência da da água disponível disponível no do que o que considera séries de e seriado de dois considerando-se solo precipitação no que o método de análise água maior de potenciais períodos solo. Os de freqüências apresenta apenas a maior distribuição da chuva decendial. FIDELES FILIiO et alii (1991) relatam de sistema radicular água de menor totalmente, a verificada por freqüência de hídricas e rr-o z , época pouco profundo, duração é capaz Esta produção. ROJAS de (1987), por ou também foi de análise chuvas, em relação à ETp e às necessidades e amendoim, maturação (algodão, amendoim) Carmona e Radulovich, das culturas o que possibilitou de água abundante severidade parcial, da necessitam de frustrar de meio de plantio mais adequada, escassez mesmo a deficiência observação de cada fase fenológica milho que nas culturas admitindo de algodão, determinar que certas e outras, ao contrário, não suportam chuvas a fases como a fortes. citados pelo mesmo autor, estudaram a simulando a água durante a estação dos veranicos, visando chuvosa, enfrentar os períodos de

(27) 1 1 zyxwvutsrqponmlkj maior défice hídrico apropriada e determinar a época de plantio mais parautsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA o. cultivo de algodão, na região de Araruna, PB. LACERDA et a1ii (1989) determinaram duração da EC em três localidades valores da umidade anos, com em médias probabilidades de primeira dados mensais. iniciais de início Paraíba, diária do solo para um base temperaturas da o Os autores obtiveram de 30 diária e também as da Cadeia de ordem para todos os decêndios com o objetivo de avaliar o melhor para a semeadura e, também, a duração da EC. duração da período (1989), ao estudarem o anos, a partir de 38 mensais e precipitações dados momento início de diárias, e a seriado de Thornthwaite armazenamento de umidade no solo, diário dias, verificando-se a correlação temperaturas determinaram balanço hídrico mensal cinco foram ECzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA mais prováveis para São Gonçalo, PB, num de médias alii et Markov do ano, que então utilizadas SILVA a estimando período precipitação e condicionais e o e Mather e em períodos o de entre o início e a duração da EC. NEILD et a1ii produtores desta que utilizam técnica decisões suprimento plantadas. (1987) comentam que, diferentemente de manejo têm poucas opções corretas de a irrigação, os que não e em umidade, tempo após hábil, as fazem para importante parâmetro uso tomar as ao relativamente culturas terem Em áreas com uma estação seca bem distinta, o Norte de Minas Gerais, dos sido como a data na qual a chuva começa é agroclimatológico. um

(28) 12 SIVAKUt1AR precipitação Nordeste (1988) analisou para 58 localidades ocidental de que do existe uma entre a data de início das chuvas e comprimento da EC. Dois aspectos, justificam um ser diários no Sul de Sahel (porção da Africa), e mostrou relação significativa priori" , dados trabalho relacionados de tal envergadura transpostos para as pelo autor, podem,zyxwvutsrqponmlkjihgfe a e condições o brasileiras, quais sejam: - a distribuição da precipitação um pico único, ou seja, é unimodal; é caracterizada e quando a estação chuvosa avança dentro do - julho no Oeste da Africa no Brasil), quantidade por (semelhantemente mês ao mês de dezembro existe um aumento regular na frequência de precipitação evaporativa potencial Distribuições mensais (P), da que vai exceder cultura de de e a demanda (E'I'o ). referência de P/ETo podem auxiliar na na compreensão destas afirmativas. O mesmo SIVAKUl-"J..R (1988) testou, para a mesma região, dois tipos período seca de combinou solo e período de (L) de chuvoso), comparando milheto (Pennisetum estas informações concluiu chuvoso, Walp., precoce e ambos na produção glaucum tardio de (L) R. Br.). de início O Vigna o que tornava mais eficiente a autor água no precoce do o perfil de água no solo permitia no caso, o caupi, do matéria com dados de perfis de que, no tratamento uma outra cultura, umidade o cultivo unguiculata exploração da do solo. STEWART em tratálDentos (início que são e HASH (1982) apresentam analisadas a um estudo de precipitação efetiva, caso, ou a

(29) 13 zyxwvutsrqponmlk evapotranspiração real, adotadas no trabalho como sinônimos, para a adequabilidade da cultura do milho, em chuvosas do 48 de 24 anos de registros, para a região Kênia, com distribuiçêo de chuva anual estações semi-árida bimodal. As análises correlacionam vários fatores climáticos, parâmetros físicos do concluíram região, solo e características da cultura. que podem os dados de início ser classificados em das Os autores chuvas, naquela períodos denominados precoce, tardio e muito tardio, os quais têm ditado as taxas de semeadura e fertilização. No estação entanto, a definição de uma data para chuvosa, determinístico, irregular das definição do bem como par-a seu fim, em razão da precipitações. início da não estação dos tem critérios chuvosa e para seria, da caráter intermitente natureza Um início a segundo SANSIGOLO (1989), adotar-se óguele dia I (início), que tem a primeira chuva, não ocorrência de uma quantidade mínima de totalizada sobre n dias consecutivos, altura de desde que ocorram seqüências de um número predeterminado de secos dias nos "n" dias subsequentes ao dia I. Já para o fim estação ocorrência chuvosa, de o critério seria adotar a uma longa sequência de dias secos "F" (final) qualquer. Outra data específica mais complexa e mais realista do ponto de da primeira após uma alternativa, vista agrícola, ser-ia incluir o armazenamento de água no solo e as taxas de evaporação calculadas, por meio de um balanço hídrico diário do solo com o final das chuvas, definido como data, após F, quando o balanço é zero. a primeira

(30) 14 Frére também e Popov, citados por SOUZA (1989), outro corresponde igual, mesmos critério, ao segundo o qual o dia, em que a precipitação propuseram inicio média da EC torna-se ã metade da ETp. Ainda, ou superior,zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA segundo esses autores, precipitaç~ o fim da EC verifica-se, quando a média torna-se menor que a metade da ETp mais o intervé.lo de tempo, exigido para a retirada da lâmina de água correspondente ã capacidade de armazenamento do solo.ONMLKJIHGFEDCBA táticas as f - _ s s ir : : 1 , determinadé.E: regiões podem alteradas, dependendo do geral, literatura cita a precocemente média, manejo de ser culturas orientadas início das que de se para chuvas. as De serem maneira chuvas começam em uma dada localidade, em relação a uma teriam cultivares precoces, ou até mesmo IDé.iorviabilidade satisfatór-ié.. Além assinal.::.m a de disso, necessidade de termos ações desta culturas, uma produção alcançarem em de planejamento, p0blicas rápidas embora isto não deva ser e melhor-ados, ciclo ~~dio, são tidos como sendo de baixa produção, rendimento, de outras eficazes, uma vez que cultivares tradic ionais e de data seria mais seguro usar cultivares de ciclo médio estação. Se as chuvas atrasam alguns poucos dias além média, em tomado como ou regra geral. 2.3. Otimização das Táticas de Manejo Agrícola ("Response Farming") Duckhan, sobre citado por MATHER (1974), em uma tomada de decisão em agricultura, lista discussão algl~as das

(31) 15zyxwvutsrqponmlk básicas, informações relações necessárias entre eventos plantas e animais para meteorológicos, e as quantificar seus conseqüências as efeitos sobre econômico-sociais dessas. Modelos têm sido usados para especificar e táticas ótimas. A função desses modelos práticas de longo prazo que são ambiente local, vantagens das estações ou seja, auxiliar favoráveis, evitar gastos e prejuízos bem de validar adaptadas produtores a ao obter quando estas aparecem, (RF), que se originou Y.ênia em 1980, é um destes modelos quantificação é o e nas estações desfavoráveis. "Response Farming" a mais estratégias da variabilidade que faz a identificação e a imprevisibilidade pr-e c i.p i utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQP tação esperada é feita no início de dazyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Um parâmetros do numa data de início, definida para de precipitação análises predição núme ro de relações entre o início da EC duração, freqüência, por uma da comportamento cultivo. local, e sazonal. estação, baseada cada do precipitação cada Em no Leste tais como quantidade e o os precipitada, taxa média diária etc. são determinados dos registros históricos. A formulação da resposta depende de uma avaliação do risco inerente. Segundo STEWART (1990), desde 1984, a pesquisa RF tem alcançado um largo emprego em várias com relatos de trabalhos em Rwanda, sobre partes do mundo, Marrocos, Chipre, , Jordânia, Burkina Califórnia, Nepal, Faso e Sri Lanka. A variabilidade sazonal e seus problemas riscos India, Nigéria, na produção subtrópicos. Esta Mali, Senegal, da precipitação corre latos formam a maior fonte de culturas nos trópicos variabilidade alcança, semi-áridos de acordo com de e o

(32) 16 zyxwvutsrqponmlk mesmo autor, magnitudes duas vezes de, aproximadamente, a média de meteoro lógicos podem ser quantitativo DECKER usados Dados também no de quantitativo foram sensíveis irrigação. HASHEMI e níveis e de í, esquematização da irrigação do Estado de Missouri, EUA. de milho na Os resultados reduções no consumo de água para irrigação. informações estabelecimento, serviços pr-e cutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPO i p tação foram adaptados a um uso na central e que delineamento relatam que dados climatológicos probabilidade Estas prazo. de decisões que envolvem (1969) região longo 1/3 a mais têm sido usadas ou no manejo existem poucos exemplos qualitativamente de atividades de decisões, baseadas no agrícolas, mas em estimativas numéricas. incerteza A precipitação é diminuída, relacionando ocorrências com respeito levam o produtor e, portanto, observações de que servir ao produtor nos seus período e chuvoso. variabilidade, e pessoal correlaciona sazonal com a data de O intuito é reduzir associado uma considerável sua experiência freqüentes da precipitação de ações a cada estação. combina periódicas comportamento então freqüências a tomar um conjunto único as mesmas Em RF, o produtor do disponível, de tomada de decisão. As análises de probabilidade convencionais decisões e as é de questão que se coloca é de A forma estas informações poderiam processos expectativas quando a informação a possível variabilidade históricas. às o de o início potencial de com uma data de início, e remover medida de incerteza sobre a estação que ora começa. r= -.- 8I8L!OiEC!'\ DEPTO. Et-lG, !\C~,1(OLA '._. __ ._.~,,,_._ _ - I _-._1

(33) 17 zyxwvutsrqponmlkj Objetiva-se, 'assim, maximizar com um máximo retorno por unidade além do da identificação risco edo precipitação portanto, sazonal. específicas como a sequeiro, a na EC no tempo em que, a umedecido suficientemente germinação de uma cultura, com no comportamento níveis tipo em as chuvas de início primeiro por tenham garantir de água um a as exigências do crescimento vegetativo. a que, nível hídricas assegurar adequadas cultura, histórico de precipitação em diferentes de superiores ao mais uma quantidade uma precoce chuvas fim da Em outras condições da cultura. usados para determinar de evaporação que novas solo, a para o amplo estabelecimento RF, podem diferir mudanças o estão "run-off" e perdas as zero, este início poderia Os critérios, em assumindo EC em agricultura (1990), e, geralmente, de risco, preencherá até a iniciação hídricas são da outras de início em RF refere-se iguais combinada as em relação às estações registro conceito selecionado todas época nas características o palavras, e Estações de chuva com início tardio. interceptação qual depende da produção de culturas, cultura da são, precipitação de RF designa a data de início começam. são diferentes quando de Segundo o mesmo STEWART efetivamente na e as interpretações registros variável-chave, relacionadas. de predição para o sistema de cultivo em estudo.utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLK metodologia A recebida, quantificação de critérios de As análises em culturas de precipitação de novas culturas e da desenvolvimento baseadas a produção de a data de início análises, em virtude características da precipitação etc. Os processos pré e do de solo, pós-início, evaporativos devem

(34) 1 8 zyxwvutsrqponml ser considerados em princípios Os incontroláveis. determinação todos os casos, do início devem porque para os são fatores critérios de incluir a simplicidade e os objetivos do estudo.zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Todos ., os parâmetros maiores riscos na produção com da precipitação, sazonal total, sua duração, secos logo após o início, períodos de incluindo imediatos diária excessiva a períodos secos no meio da estação, fim da estação e fatores tais como precipitação possuem de cul t.ur-e e e que formam relações a data de início, têm que ser analisados, precipitação data que e quantidade períodos de exutsrqponmlkjihgfed t r-emament.e úmidos. STEWART (1990) útil preditor da mostra precipitação recomendações pormenorizadas em Katumani, Kênia. recomendações com uma avaliação análises de probabilidade o um desenvolveu e de milho (1982) fortaleceram estas no procedimento convencionais, início, são ilustrados é econômica. data de início para determinada após efetiva início de RF para a produção STEWART e HASH Os danos envolvidos a que a data de comum do uso que não consideram probabilidade por Ramana Rao, das de chuva, citado por , STEWART que (1990), que indica para Anand, anos, em tardiamente, que as tendem, estações de em Gujarat, crescimento por sua vez, a terminar são, portanto, muito menores India, começam precocemente do que as estações que e começam mais cedo. No entanto, a pesquisa tem mostrado que as datas de início, ou parâmetros, tais como frequência de precipitação, quantidade chuva comprimento média de por dia e dos

(35) 19 zyxwvutsrqponml períodos secos dentro da estação, podem mudar de período período. O mesmo autor tem manifestado que desde 1911, a as relações do início do período chuvoso em Niamey e Bouza e em Niamey, diferentes Nigéria, estão, marcadamente, verificadas de 1954 a 1910 e em daquelas 1948 1918, e 1968, respectivamente. McCOWN que de et alii (1991) afirmam que a eficiência, a terra, o capital e o trabalho são usados na culturas nos climas semi-áridos, é reduzida probabilidade de satisfatória, suprir a que a fornecida oportunidade pela de produção potencial pela melhoria alta produção não na produção pela uma precipitação, com venha seleção a de cultivares, a população de plantas e o estado de fertilidade do solo. Em anos secos não-esperados, os insumos totalmente utilizados pela cultura, o que défices hídricos. Em anos com não normalmente exacerba os hídrico, também não-esperados, as opor·tunidades para retornos ficam bom natureza da produção será dimiuídas. Sem a capacidade de a de Crescimento (EC) confiáveis. Dessa forma, o RF fornecerá ao produtor tempo de conjunto de bem menor do previsão nas do benefício predizer Estações sempre o altos na influenciar chuvosa, suprimento econômico uma estação são que potencial da nas EC, suas decisões de manejo e um a recomendações e alternativas. Fundamental na derivação de uma previsão em RF são as relações entre a relativa precocidade de uma estação chuvosa e os determinantes produção quantidade agrícola, de seu potencial para isto é, o comprimento da suportar estação de precipitação recebida. Correlações uma e a positivas

(36) 20 zyxwvutsrqponml têm sido relatadas para um grande tropicais e mediterrâneas. A número razão é que, chuvas, é menos variável do que a data, fazendo a duração da EC dependente, em nestes casos, a data, muito embora possa localidades aparente relação último, de que em para cessam que as iniciam, principalmente, haver· esta deste localidades com comportamento totalmente distinto. Em RF, otimizado, mas isto é, precoce eficácia o comprimento de um período ele é feito tão longo o suficiente para não quanto afetar, precoce possível, seriamente, dos ajustes de demanda hídrica das culturas e potenciais de produção. é a dos

(37) 3. MATERIAL 3.1. A Macrorregião Optou-se Estudada pelo E MÉTODOS - Critérios estudo de Escolha do Estado de Minas Gerais, situado na região Sudeste do País, entre os paralelos de 14° utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCB 55' S de latitude Sul e os meridianos de 39° 51' 13' S e 220 W e 51° 02' W (MINAS GERAIS, No conjunto apresenta das 1990). unidades as mais expressivas constituído da Federação, elevações o estado geográficas, sendo de cerca de 9% de terras altas m) e somente 4%, de terras baixas (acima de 1.000 (abaixo de 200 m). No que tangezyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA à vegetação, são identificados os seguintes tipos: floresta úmida costeira, mista, floresta seca, floresta cerrado e campo, o que confirma tipos climáticos Pelo variados seu excessivo tipos regiões, representassem ali existentes climáticos, e, por foi necessária climaticamente, o conteúdo a larga variedade (MINAS GERAIS, tamanho, homogêneas do estado. Assim, 21 subtropical de 1990). conseguinte, de sua em que divisão melhor utilizou-se de

(38) 22 zyxwvutsrqponmlk urna metodologia em para a determinação consideração, temperatura apresenta dessas regiões, apenas, elementos e umidade relativa. climáticos levando tais Esta metodologia é a que como se a seguir. 3.2. Análise de Agrupamento - Uma Proposta de Zoneamento Climático Várias foram as técnicas, elaboração de zoneamentos já formuladas, climáticos. para fins de No entanto, a pesquisa tende sempre a exigir novas rnetodologias que visem assegurar resultados 10 mais abrangentes regiões, climaticamente, Minas Gerais, foram adotados presentes em RIBEIRO e confiáveis. homogêneas Na delimitação das dentro do Estado de a metodologia (1983) e ASPIAZU e os et resultados, alii (1990) , oonutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA f o r-me a Figura i. Os resultados têm apenas caráter climáticas pessoal) deste geral, assemelhando-se convencionais. acrescenta porte, comparativa finais da aplicação que, deve-se Vió.nello, sempre proceder classificações 1992 (Comunicação a metodológica uma de classificação análise climática, como, por exemplo, a de K5ppen. 3.3. Séries de Dados Climatológicos Após às metodologia a cada nova proposta com outras propostas já estabelecidas, dessa a escolha regiões, climaticamente Utilizados do mapa do Estado com 10 homogêneas, passou-se ao grupos, ou seleciona-

(39) FONTE: RIBEIRO FIGURA (1983) e ASPIAZU et alii (1990). 1 - Mapa do Estado de Minas Gerais com a Subdivisão pelo Número Otimo de Regiões Climaticamente Homogêneas.

(40) 24 mento das Estações Climatológicas, região. que representariam Os dados dessas estações,zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONM à exceção de Lavras e de Viçosa, foram obtidos junto ao 5Q Distrito Meteorológico (5Q As escolhas por DISME) do INMET, sediado em Belo Horizonte. estas cidades deram-se, número anos de de em função da confiabilidade, registros delas representatividade no pentadais analisados dados mencionadas, à exceção estações encontram-se principalmente, contexto regional. para de Viçosa e Lavras, deste trabalho, Uma vez verificada era sumariamente presente da trabalho, estimativa Penman, da cita 1. eram ETp. o dado PotencialJIHGFEDCBA (ETp)utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQ inúmeros O primeiro, métodos Potencial o método descrito suficientes de Penman. para (ETp). combinado (1987). O segundo, ou também intitulado por DOORENBOS os dados disponiveis original registros alguma discrepância, método e PRUITT segundo método, de formulação menos complexa, quando dessas optou-se pela escolha de dois métodos descrito por SEDIYAMA Makking, cujas informações de falhas nos Evapotranspiração baseado na radiação, de estações não foi feita nenhuma da Evapotranspiração literatura determinação as eliminado. Determinação A da Foram gerais de cada uma análise de ajuste, ou preenchimento históricos. todas listadas no Quadro Dada a natureza maior e, foram diárias. As características 3.4. cada de determinada para a determinação, o na de modificado Este utilizado localidade conforme No método (1977). foi a o não método

(41) 25 zyxwvutsrqponmlkjih QUADRO 1 - Características Estudadas Zona Geográfica Nome P.. raçuaí das Estações Climatológicas Latitude (S) Longitude 16ÜfJ1' 42004 ' 284 27 Médio Jequitinhonha Altitude Número de (W)utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDC (m ) anos Caratinga Rio Doce 190 48' 4ZÜ09' 610 27 Frutal Triângulo 20°02 ' 4S056' 544 27 Governador Valadares Lavras Rio Doce 1S051 ' 41°56' 277 30 21° 14' 45°00' 919 12 Mocambinho Alto-Médio 15°03 ' 44°01' 452 15 Montes Claros Montes Claros 1S043 ' 4JÜ52' 646 25 Teófilo Otoni Hucur'i 1'JÜ51, 41°31' 356 29 Uberaba Triângulo 19046 ' 4'JÜ56' 743 30 Viçosa Mata 21°45 ' 4ZÜ51' 690 66 Sul , FONTE: ANUARIO , ESTATISTICO DE MG, 1989.

(42) 26JIHGFEDCBA 3.4.1. O Método Combinado de Penman Embora muitas formulações empíricas estimar a ETp, somente a equação de embasamento físico. Penmam inicialmente de com energia a PERRIER SALKINI equação combinou de evaporação de uma superfície (1991), uma das expressâo o balanço vapor de para temzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZY um úmida. formas de Penmam é por meio do balanço A Penmam equaçôes de transferência determinar e sejam usadas para Segundo derivar a de energia. final de Penman é: eq. 3.1 em que 6 - Declividade da curva de pressão a temperatura correspondente, de saturação utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWV . mb.oC-1 eo - Pressão de saturação de vapor ã temperatura uma superfície de vapor e do ar, em de água livre, mb. ea - Pressâo real de vapor de água à temperatura do ponto de orvalho, mb.ONMLKJIHGFEDCBA - Para a velocidade dois metros ~ 0 ,3 5 . (0,50 eq. 3.2 + 0'1/160) L. do vento em km.dia-1 , medida à altura de acima da superfície. - Saldo de radiaçâo, à superfície, cal.cm-2. G - Fluxo de calor sensível no solo, cal.cm-2 ~ - Constante psicrométrica Cp - Calor específico do ar cal.g-1.0 C-1. P - Pressão atmosférica, mb. - (Cp . P)/(D à pressâo . L) constante eq. 3.3 0,242

(43) 27 zyxwvutsrqponmlkjihgf o - Relação entre o peso molecular = ar 0,622. i. da água, 590 cal.g-utsrqponmlkjihgfe L - Calor latente de vaporização Importante calor no fração da água em relaçeo ao do ressaltar que Penrnan ignorou o solo, G, uma vez que este é de Rn' quando a umidade Entretanto, apenas do solo mesmo sendo a medida fluxo uma não é t10nteith ajuste.ró.JTla de G não-fundamental, resisténcias embora não modelo de (1963, 1964), citado por equação no aerodinârnica intuito e de (1983) , contabilizar da planta, uma vez que tem escassos ela autores, ROSENBERG estomatal sejó.JTl aqui mencionadas, Monteith-Penman pequena limitante. está incluída na equação acima. Cite-se que outros como de as muito o uso do relatos de uso na pesquisa. 3.4.2. O Método Baseado na Radiação Inicialmente, por ROSENBERG regressão, mm.dia-1, (1983), utilizando-se a 6. / (6. de água evaporada. + '1') ) de irradiância + 0,12 Rs é convertido citado meio de da ETp, em solar: eq. 3.4 em equivalentes De acordo com os mesmos autores, com clima frio e úmido, em regi5es áridas. por para estimativa de medidas equação original de Makking locais Makking, este método emprega, que o termo energético unidades em 1957 por a seguinte formulação ETp - ( Rs . em proposto (Makking Modificado) tem dado bons mas não muito resultados em satisfat6rios

(44) 28 zyxwvutsrqponml Este método foi adaptado por que recomendam (1977), sua DOORENBOS e PRUITTzyxwvutsrqponml utilização para regiões, onde os dados climáticos medidos incluam a temperatura do ar e insolação, de ou a radiação, mesmo estando ausentes velocidade segundo do vento e umidade Doorenbos conhecimentos de relativa níveis gerais de umidade anotações do e Pruitt, citados por COSTA Mas, ar. (1991), 08 vento são e necess6.rios e podem ser obtidos do mesmo período anteriores mesma região, ou de extrapolações na de de relativé.IDente próximas. Cita o mesmo autor que esse anos áreas métodoJIHGFEDCBA em condições ext.r-eme e , no verão, um erro máximo assume, a de 20%. Na adaptação Organization proposta pela Food and Agriculture (FAO), a constante 0,12 é substituída por um termo de ajustamento, dependente da umidade relativa média e das condições de vento, durante o dia. Ali, esse termo utilizado de maneira indireta, isto é, procura-se num o valor condições valor do produto Rs. (6/(6 + ~» pr"edominantes de vento e e, de acordo umidade, é ábaco com extrai-se da ETp desse mesmo ábaco. Quando há a necessidade as o de cálculos computacionais, há que se fazer a transformação das informações, contidas no ábaco em equações matemáticas. 3.5. Determinação da Evapotranspiração Real (ETr) 3.5.1. O Coeficiente de Cultura (Kc) A ETr resulta água, o quando há um suprimento inadequado que irá ocasionar uma redução da de disponibilidade

(45) 29 hídrica à planta. A quantidade de água evapotranspirada, por uma cultura (ETr), é, na vezes menor, e, em algumas poucas realmente maioria ocasiões, das igualzyxwvutsrqponmlkjihg à quantidade de água, que poderia estar sendo, potencialmente, evapotranspirada relacionadas (ETp). com as Estas diferenças resistências às parecem difusões estar externa e interna da água na planta. A relação ETr/ETp pode ser expressa como uma função do potencial da água no solo e tem sido usada como um índice do suprimento de água, em relação à demanda. COSTA (1991) cita que alguns estudos esta relação, aproximadamente, numa mesma mostraram constante para mesma fase de seu ciclo. JENSEN (1973) ser cultura definiu esta razão como sendo coeficiente de cultura: Kc - ETr/ETp Esta (1977) , eq. 3.5 relação é afetada, segundo DOORENBOS principalmente, pelas características e da PRUITT cultura, seu estádio de crescimento, comprimento do ciclo e condições climatológicas. COSTA (1991) afirma que a época de plantio afeta o Kc de maneira indireta, pois tem influência no ciclo da cultura ciclo e na sua taxa de crescimento. Mesmo dentro do da cultura, segundo afirma MOTA (1986), a duração do dia, ou fotoperíodo, irá atuar, ciclo reduzindo, ou prolongando o da planta sobre sua composição química, raizes carnosas, atividade tubérculos, bulbos, formação e de repouso vegetativo, tipo de flores e resistência ao frio. Assim, cultura, em os cada Kcs devem ser determinados fase de seu ciclo, em cada para época cada de

(46) 30 zyxwvutsrqponmlk plantio e em cada região. de existência algumas determinação, a determiná-Ias vários fórmulas melhor trabalho, e métodos de conceitos determinar e IV), conforme o comprimento temperatura função da FT FT FT FT - - equações, ser, assim, de duração valores (FT) e melhor descrita intervalo. dia recebe 6 21 28 32 °c °c °c °c < T < < T < < T < < T < Em um eq. 3.6 eq. 3.7 e q , 3.8 e s . 3.9 21 28 32 44 de FT são e nt.ão acumulados, diariamente, os quais fornecem do ciclo total da cultura. temperatura com de acordo com a faixa de temperatura: e, sucessivamente, totais a é calculado, por meio das o qualzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPON até o final de cada estádio Dos (I, então, e relacioná-Ia deste ar utilização estádios passa-se, média diária, cada 0,1596 0,0266T 1,399 0,0857T 1,0000 - 0,0833T + 3,67 Os do como tendo o de cada estádio valor de FT correspondente, seguintes comparou função temperatura o Quadro 2, do periodo temperatura proposta a temperatura do ciclo do milho, por meio da e pode, resumidamente, de no campo. da metodologia mostrou-se da sua maneira a divisão do ciclo da cultura em quatro 111 para confiável que inter-relacionavam como os de graus-dia, comportamento a mais gráficos (1991), em que o primeiro outros. P. função temperatura II , e utilizou-se (1978) e COSTA com o comprimento após (1991) cita que, apesar é, ainda, experimentalmente, Neste por COELHO COSTA a duração de FT acumulados média de cada periodo assim, os dados dos Kcs. e dos analisado, até o último, valores da obtiveram-se,

(47) 31 zyxwvutsrqponmlk QUADRO 2 - Fases dos Estádios FASES I 11 Longo do Ciclo das Culturas ESTP~IOS da emergência até 10% do desenvolvimento vegetativo de 10% do desenv. vegE:tativo até a floração da floração à maturéiçãa 111 IV da maturação 3.6. O Programa Péira o desenvolvido Computacional um programa e Kc, foi Péiscal, utilizado, neste tréibalho. Estes cálculos foram feitos intuito periodos geográficas de do éino, em função do laoal e principalmente, Empregou-se Turbo-Péiscéil. Uma progréima de ETp, ETr computéicional em linguagem o determinéidos meteorológicos. - Cálculo de ETp, ETr e Kc ser com especificamente, coordenadas à colheita cálculo das valores desenvolvido paréi ao como compilador visualizéiç~~ mais pode ser vista no Apêndice, a de das dados versão pormenorizada 5.5 deste onde se esqueméitiza o diéigréimade blocos do mesmo. 3.6.1. Datas de Início e Fim das Chuvas Neste norte iam a trabéilho, escolha do coerente início simplicidade e a praticidade, (I) após 1Q de setembro, a data acumulada em com da os EC, determinou-se quando três diéis consecutivos, que principios quais sejam como a alcança, o a inicio precipitação, no mínimo,

(48) 32zyxwvutsrqponmlk desde que não haja a ocorrência 20 mm, de um período seco, noszyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 30 dias seguintes, que exceda sete dias consecutivos, uma vez que as necessidades períodos hídricas das plantas podem, de até 10 dias, ser, normalmente, água armazenada Já satisfeitas para o fim (F) do y::ríodo chuvoso, 20 dias, tempo suficiente decisões sobre colheita, considerado escolheu-se paTa que o produtor armazenó.gem e comercialização. Foi na derivaç~ empíricas entre estação chuvosa e o seu quantidade seja, o o ompr-í seja, comprimento de previsões í neste contabilização são as de uma e I para suportar uma produção r.e n t.o em dias da re~ebida. estação e A data do término principalmente, a das deste último. Em de uma eEté:.ç2..c> p recoc e é ele é feito tão longo quanto possível. adotou-se em RF do que a data de início, o que torna a duração da EC dependente, o de (EC) poe.sível precocidade ",-Jrla po t enc de precipitação chuvas é menos variável RF, a altura de, peloutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA me nc.e , 1 mm , Fundamental ou período suas 3.6.2. A Estação de Crescimento agrícola, a tome como chuva, pÓ.ra todos os efeitos, água precipitada relações pela no solo. data após 1Q de março, na quó.l n~o ocorre chuva num de em trabalho, otimizado, Desta pé:.ró. o comprimento dos dias corridos, datados ou forma, da EC, a desde o início até o fim das chuvas, ou seja: e q , 3.10 EC - F - I BIBLIOTECA DEPTO. n~G. /\GR!eOLA

(49) Estabeleceram-se, "F", de assim, datas médias que foré:.!:), a seguir, analisadas frequência confrontação e classificação dos valores de "I" quanto à dos anos, de chuva e de distribuição em demandas e função da evaporativas real e potencial. 3.6.3. Distribuições Após passou-se as de FreqÜência e.sdeterminações dos valores ao cálculo das probabilidades ECs excedessem durações Para isso,· subdividiram-se intervalos, regularmente, estabelecendo relativos do Comprimento a categorias ~a data daJIHGFEDCBA EC das ECs, em dias, de ocorrência de que especificadas, também, em dias. esses valores dos comprimentos espaçados de 15 em 15 de estudo probabilistico média, para o início em dias, teórico, do periodo anteriormente, citada, chuvoso. A seguir, para cada categoria, estabeleceu-se periodo a ~ critério chuvoso em precoce 02/10), único de subdivisão do (de 20 a 10 dias antes - de 22/09 norffi~l(de 9 dias antes a 10 dias 03/10 a 22/10) e tardio do início depois de (de 11 a 20 dias depois - de 23/10 a à exceç2e> de Viçosa, cujas informações permitiram a 01/11),zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA subdivisão em quatro classes, quais sejam: muito precoce 30 a 20 dias antes da data considerada a 28/09), precoce (entre 9 - 09/10 a 27/10) e tardio a 06/11). como média - de 17/09 (de 19 a 10 dias antes da data média - 29/09 a 08/10), normal (de de dias antes a 10 dias depois (de 11 a 20 dias depois - de 28/10

(50) 34 3.7.JIHGFEDCBA Produtividade de Mi~o e Demanda Evaporativa As condições evaporativas são muito mais uniformes de ano a ano do que as precipitações e, a um certo tempo, absolutamente uniformes sobre grandes áreas de são condições semelhantes. Dados climáticos confiáveis, quando combinados com base avanços tecnológicos, exigências podem fornecer estimativas de hídricas da informações acercé. de produtividades uma além cultura, máximas para de alcançáveis. Contudo, tais estiDativas têm que estar correlacionadas as respectivas plantio e ECs, épocó.s de evaporativas mudam, designadas por prováveis mó.turação, uma vez datas que de uma época rapidamente, com de condições do ano a outra. Neste trabé.lho, estimativas foram feitas para cada período de 15 dias, indo da possível data de plantio, 1Q setembro até anterior ao a data de 31 de dezembro. A de precipitação plantiozyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA é assumida não como tendo sido toda perdida por evaparaçâo, mas, sim, armazenada na sistema radicular excedia a capacidéde de armazenamento do solo, para uma extração futura, e a zona água como do que sendo perdida por percolé.ção profunda. Nesta análise, procurou-se estabelecer a relação entre a produtividé.de máxima alcançável, supondo cultivares, climaticamente, adaptáveis e a energia livre disponível para crescimento, mostré.da por brilho solar e temperatura do A energia é, média então, representada pela taxa quinzenal, de 1Q de setembro a 31 demanda evaporativa potencial. ar. expectativa dezembro, da

(51) 4. RESULTADOS 4.1. Relações entre Comprimento da Comprimentos da as E DISCUSSAO Datas de Início Estação de das Crescimento Chuvas e (EC) EC para Inícios Variáveis do o Os Período Chuvoso Te.belas,que mostram as relações entre as classes, ou períodos de comprimentos Essas provável início das chuvas os respectivos da EC, foram preparadas para cada localidade. classes, com números de dias e variáveis expressam,zyxwvutsrqponmlkj amerrt e , t.e orLc utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA o valor percentual probabilístico que esperaria encontrar para o comprimento da EC, em dias, resultado das investigadas. períodos análises Essas oscilantes posteriormente, efetuadas nas séries mesmas classes foram entre os anteriores, como históricas elaboradas em a uma data escolhida como média, se para torno ou e, data, que, pelo critério adotado, melhor representaria o início do período chuvoso, ou seja, computou-se 35 probabilidades de

(52) 36 comprimentos da EC para períodos considerados precoces, normal e tardio do início das chuvas. De maneira uma relação entre comprimento em a data de para todas estas regiões início da estação de crescimento. período chuvoso chuvosas, geral, observa-se redundaram, das chuvas Inícios precoces significativamente, menores, períodos chuvosos com períodos, resultando consideravelmente, Estas alfabética, cuja iniciados, relativamente, "alongados", estas diversa, tardiamente, maiores, numa ou tendem quando se ter-se-á EC seja, estação que eles de são cultivo, maior. tabelas são mostradas para nove localidades série do ou seja, é visto a terminar mais cedo. De maneira têm o na maior-ia das vezes, em épocas locais, onde as chuvas começam mais cedo, também e histórica a seguir, (excluiu-se incompleta por ordem Mocambinho, impossibilitouutsrqponmlkjihgfedcbaZ a investigação) . Na primeira das tabelas, observa-se que para Araçuaí (Quadro 3), na classe de início precoce do período chuvoso, a períodos probabilidade chuvosos de é de 100%, para que se até 174 dias. Estes percentuais metade e zero, quando se computam ECs maiores dias, respectivamente. Já para períodos média (classe tardia), observou-se probabilidade há ECs, que excedem caindo períodos, caem que 189 e que se pode esperar da EC maiores a 234 uma que que gravitam em torno da média, 219 dias em até metade dos anos para zero, quando se tem EC com dias, o que demonstra para à data posterioreszyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZ de até 33% para comprimentos 189 dias. Naqueles dos, encontrem um melhor comportamento mais estudade 234 deste período.

(53) 37 QUADRO 3 - Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inicios Variáveis do Período Chuvoso para Araçuaí, MG Comprimento da EC, excedendo (dias) CLASSE I Precoce 129 144 159 174 189 204 219 234 100 100 100 100 50 zero zero zero CLASSEONMLKJIHGFEDCBA 111 CLASSEzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQ 11 Tardia Normal % utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDC % % ,., 100 100 100 100 100 100 50 zero Tem-se o mesmo comportamento, referente maior a Caratinga, na EC altos a chuvosos, Já maximizado, para Frutal diferenciadas. probabilidade para 196 11 (normal), ou embora a 40% e Classe períodos 111 têm (tardia) semelhante. (Quadro 5), notaram-se No período anterior zero mais, â data média, distribuições ã média, de que se encontre EC de 241 dias, respectivamente. como média comprimentos de EC de até 235 dias, iniciados nos períodos próximos tenha tido um comportamento caindo de valores, (25%), o que reforça a idéia de que comprimento mais comporta (78%) de probabilidade ocorrência embora pequena o quadro (Quadro 4), porém com uma segmentação para até 220 dias, ou mais. Na Classe observou-se um ao analisar-se análise. A Classe I (precoce) relativamente, da 100 50 50 33 33 17 zero zero para EC de 256 Naquelas datas posteriores e à há 70% de ou mais, 271 dias, considerada (04/10), pode-se esperar que haja ECs maiores que dias em até 67% dos casos consultados, caindo para zer

(54) 38 zyxwvutsrqponmlkj QUADRO 4 - ProDébilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Caratinga, MG Comprimento da EC, excedendo (dias) '.- 145 160 175 190 205 220 235 250 265 280 295 310 QUADRO .' CLASSE I Precoce % 100 100 100 89 89 78 55 33 22 22 11 zero CLASSE 11 Normal CLASSE 111 Tardia % utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA % 100 88 75 62 62 62 25 zero zero zero zero zero 100 86 86 43 29 14 zero zero zero zero zero zero 5 - Probetilidades de que o Comprimento da EC Exceda Duréções E5pecificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Frutal, MG Comprimento da EC, excedendo (dias) CLASSE I Precoce 181 196 211 226 241 256 271 100 90 90 80 70 40 zero % CLASSE 11 Normal % 100 100 50 33 zero zero zero CLASSE 111 Tardia % 100 67 zero zero zero zero zero

(55) 39 para ECs maiores que 211 dias. Comportamento bastante amplo pôde ser visualizado intermediário e na ClasseONMLKJIHGFEDCBA 11 (normal), com valores de ECs maiores que 211, ou mais dias em até 50% dos casos. Para Governador comportamento localidades. Valadares distinto (Quadro 6), observou-se daquele observado de para a analisa probabilidade classe tardia, caindo para 60% e respectivamente, o terem plantios planejados predominância I Classes data média já para para dias quando e se normal, a importância de Lavras de se 7), que não os 111 (tardia), ECs maiores que 180 dias, a as próximos ressalta-se probabilidade à que, cai ao plantio, para as classes I e 11 (precoce e normal), os os quais a probabilidade uma há longas, quando se analisam ou seja, períodos (22/09). Na Classe (Quadro zero, indicando um período pouco propício que 33%, 170 para a região. de estações mais e 11, que nas classes precoce que vem confirmar localidade Assim, é que há de se ter ECs maiores o mesmo comprimento Na demais Aí, as ECs são tanto maiores,zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSR à medida que se têm inícios do período chuvoso mais tardios. 100% nas um a sendo valores, é zero, são para ECs maiores que 315 e 270 dias, respectivamente. Em Montes Claros data média de início da estação chuvosa esperarem anos (Quadro 8), nos períodos em torno da de se ECs maiores que 189 dias em até 40% do número de estudados, caindo para a metade (24/10), é (20%) para ECs de até à data média (início 219 dias, ou mais. Nos dias anterioresutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIH precoce), maior o plantio aí efetuado não poderá contar com uma EC que 219 dias e, nesta mesma Classe, para ECs maiores

(56) 40zyxwvutsrqponmlkj QUADRO 6 - Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Governador Valadares, 11G Comprimento da EC, excedendo (dias) I CLASSEONMLKJIHGFEDCBA 11 CLASSE 1 1 1 CLASSEutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQ Precoce Normal Tardia % % % zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA ~.:. 110 125 140 155 170 185 200 215 230 245 260 275 290 305 QUADRO 100 92 75 67 33 33 25 25 8 8 zero zero zero zero 100 100 100 100 100 80 60 60 40 40 20 20 20 zero 7 - Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Lavras, MG Comprimento da excedendo (dias) H(' ~~, ~ 100 80 80 60 60 40 40 40 20 20 zero zero zero zero 165 180 195 210 225 240 255 270 285 300 315 CLASSE I Precoce % 100 100 95 90 90 80 55 20 5 5 zero CLASSE Normal 11 CLASSE 1 1 1 Tardia % % 100 100 80 60 60 20 20 zero zero zero zero 100 zero zero zero zero zero zero zero zero zero zero

(57) 41 QUADRO 8 - Probabilidade de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Montes Claros, MG Comprimento da CLASSE 11 CLASSE 111 CLASSE I EC, excedendo Tardia Precoce Normal % % (dias)utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA % zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA ~ 114 129 144 159 174 189 204 219 234 que 204 dias, Entretanto, metade esta as ocorrências um terço. tardiamente, tem-se reduzem-se para os inícios situados, a data aproveitamento Para média, não há plantios Teófilo Otoni têm-se Por uma anteriores EC maior à data média (214 (12/10), ECs maiores dias, ou que mais), a é de 0% (zero) na Classe 111, e, na Classe 11, índices percentuais Para Uberaba localidade o indicando que se podem efetuar plantios 14% dos casos foram notadas a o constatou-se onde em até 67% dos casos foram verificadas probabilidade efetuados visando seguridade, (Quadro 9), onde períodos, exatamente, dias. para do período chuvoso da região. mesmo comportamento, 199 a dos casos para ECs de mais de 159 dias. Assim, região, é de se esperar que, para após nos 100 70 50 50 10 10 10 zero zero 100 100 100 40 40 40 20 20 zero 100 100 100 100 100 67 33 zero zero de intermediários, sendo que em ECs maiores que 289 dias. (Quadro 10), há uma semelhança Frutal, até em virtude de, para com provavelmente,

(58) 42 QUADRO 9 - Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Teófilo Otoni, MG Comprimento da EC, excedendo (dias) ~ 109 124 139 154 169 184 199 214 229 244 259 274 289 304 QUADRO CLASSE I Precoce CLASSEzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSR 11 CLASSE 111 Normal Tardia % % 100 100 100 100 78 67 67 44 33 22 11 11 11 zero 100 100 100 86 71 71 57 43 43 14 14 14 14 zero % utsrqponmlkjihgfedcbaZYXW 100 86 86 86 71 29 29 zero zero zero zero zero zero zero 10 - Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Uberaba, MG Comprimento da EC, excedendo (dias) 175 190 205 220 235 250 265 280 CLASSE I Precoce CLASSE 11 Normal % % 100 94 94 88 53 35 18 zero 100 90 80 40 20 10 10 zero CLASSE 111 Tardia % zero zero zero zero zero zero zero zero

(59) 43 mesma região (Triângulo). Aí, pertenceremzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA à há a predominância de indices percentuais verificadas contudo, pouco diferenciados, mas com ocorrências de ECs com até 265 dias, ou mais. Na Classe não iniciassem houve após demonstrar longas nas ClassesutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQP r e rr com ECs mais nenhuma ocorrência a data considerada a importância ECs que se como média, o que vem de se evitarem de rrr, plantios, efetuados nesta época. análise Na de Viçosa (Quadro 11) , diferentemente, das quatro de datas de inicio das chuvas. clara Classes predominância feitas anteriormente, de ECs maiores não para as três, duas respectivamente, 28/09 de 20 a 10 dias - 29/09 a 08/10, também data, considerada média (17/10). As diferenças redor e posterior 28/10 dos à média, há primeiras de 30 a 20 dias antes - quando se analisam as Classes mas Nestas, Classes, e houve, 17/09 antes a da acentuam-se, 111 e IV, respectivamente, ao ou seja, de 10 a 20 dias depois - a 06/11. Nesta ~ltima, o valor de 100% de casos deu-se somente para ECs acima de 90 ocorrência dias, sendo que, para EC acima de 250 dias, o indice foi 0% (zero). 4.2. Análises das Evaporativas Séries de Precipitação - A Chuva como Sinalizador Demandas e de ~pocas de Plantio Durações médias de cada estádio fenológico vistas no Quadro 12 seguinte, data de 1Q de setembro, partindo-se data do pressuposto representando escolhida, valores de campo. ser desde a arbitrariamente, que, a partir dai, o já poderia iniciar suas atividades podem agricultor

(60) 44 QUADRO 11 - Probabilidades de que o Comprimento da EC Exceda Durações Especificadas para Inícios Variáveis do Período Chuvoso para Viçosa, MG CLASSE I Muito precoce de 30 a 20 dias antes Comprimento da EC excedendo CLI\SSE 11 Precoce de 19 a 10 dias antes CLI\SSE 111 Normal de 9 dias antes a 10 dias depois CLASSE IV Tardia de 11 a 20 dias depois % % 100 100 100 95 95 95 90 81 71 62 43 24 14 9 zero 100 95 89 84 79 63 47 32 21 5 zero zero zero zero zero (dias )zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA % % 90 115 130 145 1&0 175 190 205 220 235 250 265 280 295 315 QUADRO 100 100 100 100 100 100 100 100 92 50 50 42 33 33 zero 100 100 100 100 100 100 92 77 62 54 38 31 15 15 zero 12 - Durações Médias dos Estádios Cultura do Milho, para Nove Estado de Minas Gerais Fenológicos Localidades da do Duração Média por Estádio (dias) LocalidadeutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJ IV Total 11 I 111 Ar-ac ua í Caratinga Governador Valadares Lavras Mocambinho Montes Claros Teófilo Otoni Uberaba Viçosa 5 8 6 11 5 6 7 6 11 37 58 45 65 35 46 50 48 71 24 42 30 50 26 37 34 36 45 16 25 17 33 18 24 22 23 30 82 133 98 159 84 113 113 113 157

(61) 45 zyxwvutsrqponmlk Da mesma resultado forma, 13 da aplicação dos conceitos conseqüência, do comprimento para nove localidades QUADRO no Quadro seguinte têm-se os de "I" e de "F" e, por da EC em dias (valores médios), do estado. 13 - Valores Médios das Datas de Início ('. I") e Fimutsrqponmlkjihg do Período Chuvoso e Comprimentos Médios da EC, para Nove Localidades do Estado de Minas Gerais ("F") Localidade Araçuaí Caratinga Frutal Gov. Valadares Lavras Montes Claros Teófilo Otoni Uberaba Viçosa Data "I" Data "F" 19/10 13/10 04/10 17/10 22/09 24/10 12/10 25/09 17/10 16/04 18/05 16/05 15/05 24/05 06/04 11/05 19/05 23/05 Comprimento da EC (dias) 179 217 225 217 243 164 201 230 221 As Figuras de 2 a 10 seguintes mostram o comportamento ETr) hiE:tórico dos parâmetros evapotranspirométricos de precipitação localidades e para as exceçÊ:.o de Frutal, possibilitaram este estudo. Ne eeee parâmetros, (Precipitação), dezembro, a cujas figuras, ora em ora em poucas pode-se queda ascensão a 1º (ETp e em que se admite que o agricultor decisão de efetuar um plantio estudadas, informações inferir desde (ETp marcha ã não destes setembro de ETr) e até 31 de não tomaria mais de seque ira e espaçados de

(62) 46ONMLKJIHGFEDC A ra ç u a í -r 1000zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA - -- - - ETp - ETr 800utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA - .;"J -- - .J..! Precipitação 900 700 - 600 - ..., ..:: L> --'" - 400 -- 300 - 200 - 500 - ~ - 100 O t-set 16-set t-out 16-out 31-out t-dez t-no- 16-dez 31-dez Época do Ano Fr::;'_7::_A. Cer-ec t.e r-i e t i c a e das do Milho (ETp, ETr) de Ar-açuaí, MG. 2 - Demandas Hídricas da Cu I tura e Precipitação, para a Região C a r a t in g a 1400 .= ... - .= -:: - Precipitação - - ETp - ETr 1200 UJ .;"J - - 1000 -5 .r:; c> -:: - 800 - ~ 600 o :' c, '"' Õ 400 200 - o t-set - -- - 16-set t-out 16-out 31-out 1-nov t-dez 16-dez a i-oez Epoca do Ano FI GU?..P. 3 - Características das do Milho (ETp, ETr) de Caratinga, MG. Demandas Hídricas da e Precipitação, para Cultura a Região

(63) 47ONMLKJIHGFEDCB G o v e rn a d o r V a la d a r e s utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDC zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 1400 - -=r-- 1200 - 1000 - 800 - 600 - LU c:. ILU é é - c» Ó t': -I': u -.: ~ <"J I u ro Prt"Clprtação - - - ETp - 16--out 31~ut 1-nov - ETr C".I ~ a. c "" - C".I 400 - é C".I o 200 - .. ~'- o ~I -s et ~E -s et t-cez ts-crez 31-dez Época do Ano FIGUHA 4 - Caré:.cterísticas das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Governador Valadares, MG_ L a v ra s ILU :::. IL.U t': .~ - - 1400 - 1200 - 1000 - - Precipitação - - ETp - ETr Ir::: :.> ~ I 1600 u -g'" '"' SOO 600 - 400 - 200 - 0- ro E 0.1 Cl C".I o 1-- 1-set .;. - 16-set - -t-out 16-
(64) 48ONMLKJIHGFEDCB M o c a m b in h o zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDC __ Precipitação· 1~---------- .. E T p - - ETr -utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFE r UJ = 8()J- - ~C :-: _ -'t": :;; .~ -="-= .z; - &::xJ- --- ~•..- -t,.; o 31 -oot tõ-ocrt 1-oJt 16-set t-set 1-nov 1õ-oez 1~ 31 -oez Época do Ano FIGUEA 6 - Caracter-ísticas das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Mocambinho, MG_ M o n t e s C la r o s 1.!OO - -- Precipitação··· -------" ~ ~ 1200 - - ",000 - -- ,., ~ i: ;> ~ '" - o ::.: - - ETr ETp 800 - - 600 r: r: E '- ' C 400 .,. '-'JIHGFEDCBA 200 - o 1-set 16-set 1-out 16-ut 1-nov 1-dez 16-dez 31-dez Época do Ano FIGUFÂ 7 - Características das Demandas Hídricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Montes Claros, MG.

(65) 49 Teófilo Otoni ~ 1200 ~ f- - ETr zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA . E 1000 ~ ·~. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA UJ ~E UJ • -o t'!l U I 800 - r('!l I.> -o .~ 600 = c.. 400 ~ .~ t'!l - .U ~ Q. t'!l QJ t'!l QJ -u ~ E i 200 1 QJ C O - ~ .. ~~-+----~--~----~----~--~----+---~ 1-set 16-set 'l-out 16-out 31-out 1-nov Época t-dez 16-dez 31-dez do Ano FIGURA 8 - Caracteristicas das Demandas Hidricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Teófilo Otoni, MG. Uberaba 1400 -Precip,tação··· >w 1200 - 1000 - BOO - 600 - ETp - - ETr ~ ~ w . - o .-:: ~ 1': --= f~ .• '-' -g li:" !": E ~ 400 '" O 200 1-0 ut 1-nov Epoca 16-d. z J t-o e a do Ano FIGURA 9 - Características das Demandas Hidricas da Cultura do Milho (ETp, ETr) e Precipitação, para a Região de Uberaba, MG.

(66) 50 ONMLKJIHGFEDCBA V iç o s a 1400 - 1200 1 utsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 1000 - 800 - 600 - 400 - 200 - - - ETr -;:f- UJ c: E E f- ~. - UJ Ô '" "" L> U "' "':::l -r- -g'" '" u

  • (67) 51zyxwvutsrqponmlk milho, embora esta exclusivamente, Por altos seja uma decisão exemplo, para Araçuaí índices de demandas baixos valores representados expectativa seja, após se de dependa, ao final do total. para os 15 dias for em ciclo, aliadosutsrqponmlkjihg números, Os indicam, na verdade, a decisão de se plantar esperariam observaram-se para ETp e ETr), precipitação parâmetros 1Q de setembro, (Figura 2), evaporativas nas curvas, dos se não destes parâmetros. (600 mm e 493 mm, respectivamente, a que valores de seguintes, ou determinada data quais os valores de P, ETp e ETr, acumulados para o período perceptível que, precipitação vai caindo menos, abruptamente, na que seguinte. FigurazyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJI por 2, a expectativa de 01/09 até 01/10 do que desta data até 31/12, período este que pode ser inferido como o mais propício região. Evidentemente dezembro teriam necessidades presente ao plantio que, os plantios pouca hídricas viabilidade e fisiológicas de milho efetuados para após lQ de satisfazer das culturas de suas e, no caso, do milho. Já para Caratinga (Figura 3), há que se observar tanto as curvas de ETp como de ETr têm uma partida aproximada. Para a precipitação, significativamente, podendo significar Contudo, as pouco a acentuada épocas para o período anterior Para precipitação, mais dia Lavras, durante 01/10 indicadas curvas de ETp e ETr têm um acentuado, minimizando bastante a queda na expectativa do que, até é, 31/12, ao plantio. aumento quinzenal a baixa expectativa de chuvas ao mencionado. há uma uniformidade na todo o período analisado, curva com de apenas

    (68) 52 zyxwvutsrqponml algumas pequenas dezembro, diferenças entre 1Q de dezembro e aliado a valores, relativamente, 31 de baixos de demandas evaporativas, o que confere uma certa flexibilidade na definição de datas mais propícias ao plantio para a região. Para valores, outras Teófilo Otoni (Figura 4), apesar esperados para a precipitação, em localidades, o dos baixos comparação período compreendido entre 1Q setembro e 31 de outubro pareceu ser o de menor queda expectativa, podendo ser uma provável data com de nesta favorável ao plantio. Notem-se também os valores muito próximos para e ETr (502 rum e 447 mm, respectivamente, ao ETputsrqponmlkjihgfed final do período) . Para não só Governador Valadares (Figura 4), fica a proximidade evapotranspirométricas, curva até, de dos bem valores patente, das como três distintas demandas fases de precipitação. Uma primeira, do dia 1Q de na setembro aproximadamente, 1Q de outubro, de tendência linear pouco declínio; uma segunda, indo desta última data próximo a 31 de outubro, com queda mais anterior, acentuada e uma última, de 31 de outubro a 31 de e até que a dezembro, indicando que, como os índices de expectativa pluviométricos tendem a decrescer mais rapidamente nesse este período, poderia ser uma hipotética data mais adequada ao plantio. É de se notarem os comportamento de Montes Claros Uberaba (Figuras outubro, parece substancial precipitação, 7 e 9) onde, de 1Q de setembro a não ser uma boa época de plantio, linearidade indicando na curva de baixos totais de e 31 de dada a expectativa de expectativa por

    (69) 53 chuva, apesar de que, a partir desta data tenha dezembro, havido um aumento, e até com 31 de índices pluviométricos, relativamente, altos. Um comportamento de queda menos acentuada, adicionada a padrões elevados de demandas hídricas, pode ser para Mocambinho valores de (Figura 6), chamando a atenção observado os expectativa por precipitação, muito baixos embora os totais anuais não sejem baixos, mas sim mal distribuídos, os altos índices de expectativa por evapotranspiração e (678zyxwvutsrqponmlkjihgfedcb mrn e 544 mm, respectivamente para ETp e ETr). Finalmente, observam-se os padrões peculiares para as marchas destes início, há daí, constante, Viçosa e (Figura e até 31 de dezembro, a queda é constante. real, ao o Já para e.umento é longo deste período, as De de outubro; acentuada a e, evapotranspirações praticamente com 10). expectativas desde lQ de setembro e até lQ de aproximadamente potencial para uma queda pouco acentuada nas precipitação, partir parâmetros valores linear bastante próximos, quando do início da contabilização, 44 mm e 22 rnm, respectivamente. e

    (70) 5. RESUl10 E CONCLUSOES zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQ Das análises e discuss6es dos resultados, obtidos no presente trabalho, conclui-se que: a) Os critérios utilizados para a definição de datas de início e fim do período chuvoso carregam elevado grau dadas incerteza, exatidão, estas as dificuldades de datas e da pequena se precisarem, extensão das de com séries pluviornétricas. b) A segrnentação da estação é.nteriores, em possam fornecer chuvosa, torno, e posteriores à data importantes informaçôes, em períodos média, é um embora critério impreciso e subjetivo. c) No ao plantio tocante às indicaçôes de datas mais da cultura do milho, propícias puder·am-se observar os seguintes períodos: Araçuaí (entre 03/10 e 22/10), Caratinga (entre 31/12), (entre Uberaba 01/10 e 01/11), Governador Valadares (entre 23/10 Montes Claros (entre 01/10 e 22/10), Teófilo 22/09 e 22/10) e para as localidades de e Otoni Lavras, e Viçosa, praticamente, todo o período de 120 dias estudado.zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 54

    (71) BIBLIOGRAFIAutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA BIBLIOTECA zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWV DEPTO. ENG. I\GRICOLA

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    (77) 61 ~ zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA APENDICE AzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSR 1.', LEGENDA , ) ..ONMLKJIHGFEDCBA ,\, <10 FIGUP-A lA - Diagrama de Blocos do Programa Computacional Utilizado para Cálculos de ETp, ETr, Kc e Durações Médias por Estádio. '-------------------------------------------

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