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(1)QUALIDADE DE SOFTWARE RTF, SQA Estatístico e Normas ISO 9000 NBR ISO/IEC 9126 (Produto) NBR ISO/IEC 12119 (Pacote) Prof. Bruno Almeida de Jesus Adaptação dos Slides do Prof. Marcelo Vasques de Oliveira (Estácio/UNESA)

(2) REVISÃO TÉCNICA FORMAL - RTF • Principal atividade de um SQA • Objetivos – Verificar se SW atende aos requisitos; – Garantir que o SW está de acordo com padrões pré-definidos; – Obter um SW desenvolvido de forma uniforme; – Tornar os projetos mais administráveis – Descobrir erros de função, lógica ou implementação do SW; É também conhecida como walkthroughs, inspeções, reuniões round–robin Cada RTF é conduzida como uma reunião.

(3) RTF – Reunião de revisão • Restrições a reunião (duração de até 2h) • 3 a 5 pessoas, com preparação antecipada • Foco: um produto, um componente de software • Ao final da reunião • Aceitam / rejeita / aceitam temporariamente • Um revisor = registrador • Produtor percorre o produto e explica o material • Revisores levantam questões

(4) RTF – Reunião de revisão

(5) RTF – Comunicação e Manutenção de Registros de Revisão • Durante a RTF, o revisor selecionado registra os tópicos levantados • Ao final da reunião – Relatório de revisão resumido e simples – O que foi revisado? Quem revisou? Quais as descobertas e conclusões? – Lista de questões de revisão – áreas problemáticas do produto – Checklist que orienta o produtor a medida que as correções são feitas • Líder da revisão, acompanha as correções.

(6) Diretrizes para a RTF

(7) Lista de Conferência de Revisão

(8) Lista de Conferência de Revisão

(9) Lista de Conferência de Revisão

(10) Qualidade = Processo + Produto A Qualidade do Processo é o meio para conseguirmos. Qualidade do Processo A Qualidade do Produto é o que buscamos. Qualidade do Produto A Qualidade do produto é fortemente influenciada pela qualidade dos processos utilizados no seu desenvolvimento.

(11) Garantia Estatística de Qualidade • A qualidade é responsabilidade de todos os participantes do desenvolvimento de software. • Qualidade pode ser obtida • Processo eficiente (analise, projeto, codificação e teste) • RTF nos trabalhos intermediários • Modificações propostas

(12) Garantia Estatística de Qualidade • SQA Estatística → Apoio Quantitativo • Base: Frequência da ocorrência de erros e inconsistências, ao longo do período de tempo. • Objetivo: aprimorar os elementos do processo que promovem erro:

(13) Passo a Passo para a SQA Estatística • • • • 1. Coletar informações sobre os defeitos e catalogar em categorias • alguns defeitos – no processo • outros defeitos – após entrega 2.Rastrear o defeito até encontrar sua causa 3.Considerar: 20% do código tem 80% dos defeitos → centrar no que importa 4.Corrigir os problemas que originaram os defeitos Esse passo a passo é uma proposta de Pressman, que já propõe algumas categorias de relevância.

(14) Possíveis Causas dos defeitos categorias •I. Especificações incompletas ou mal formuladas. •II. Má interpretação da comunicação com o cliente. •III. Desvio intencional das especificações. •IV. Violação dos padrões de programação. •V. Erro na representação dos dados. •VI. Inconsistência na interface de componente. •VII. Lógica do projeto inconsistente. •VIII. Teste incompleto ou errôneo. •IX. Documentação imprecisa ou incompleta. •X. Erro na tradução do projeto para a linguagem. •XI. Interface H-M ambígua ou inconsistente. •XII. Diversos (miscelânea)

(15) ERROS TOTAL GRAVE MODERADO SIMPLES Qtde % Qtde % Qtde % Qtde % I 205 22 34 27 68 18 103 24 II 156 17 12 9 68 18 76 17 III 48 5 1 1 24 6 23 5 IV 25 3 0 0 15 4 10 2 V 130 14 26 20 68 18 36 8 VI 58 6 9 7 18 5 31 7 VII 45 5 14 11 12 3 19 4 VIII 95 9 12 9 35 9 48 11 IX 36 4 2 2 20 5 14 3 X 60 6 15 12 19 5 26 6 XI 28 3 3 2 17 4 8 2 XII 56 6 0 0 15 4 41 9 TOTAIS 942 100 128 100 379 100 435 100

(16) Garantia Estatística de Qualidade • O que nos diz a tabela? • Os erros I, II e V - poucas causas vitais que correspondem 53% dos erros (Some a coluna Total % desses 3 grupos de erros). • os erros I, V, VII e X - poucas causas vitais dos erros graves (coluna Qtde de Graves). • Após detecção dos erros vitais → ação corretiva → novos erros aparecerão Importante: Montar a tabela Categorias de Causas x Qtdes

(17) Procedimento – SQA Estatística REPETIR os passos ATE QUE erros sejam sanados 1.Criar lista de possíveis Categorias de Causas 2.Quantificar, por um tempo determinado, a incidência de erros 3.Focar nas poucas causas vitais • 20% do projeto/código contém 80% dos erros. 4.Corrigir as causas vitais → corrigir os erros 5.Surgem novos erros (testes são exaustivos) A cada Correção de problemas identificados, novos podem ser inseridos, por isso várias “rodadas” são necessárias.

(18) Métrica - Confiabilidade • A probabilidade de um programa operar sem falhas, num ambiente específico durante determinado tempo especifico”. • Considerar que um número mínimo de falhas ocorrerá na execução • Alguns software precisam de um % de confiabilidade muito próximo a 100%. • 0,98 de confiabilidade por 8h de processamento = se o software for executado 100 vezes por um tempo de oito horas é provável que funcione corretamente 98 vezes. • Alta Disponibilidade do software → Hoje. Confiabilidade: Difícil quantificar com precisão

(19) Métrica - Segurança • Problema: sistema de segurança crítico • Trata-se de uma Atividade SQA→ • detecta e avalia riscos em potencial, que podem provocar falhas e impactar o desempenho • Identifica e avalia causalidades em potencial que possam exercer impacto negativo e provocar falhas Confiabilidade: Difícil quantificar com precisão

(20) Métrica - Segurança • Passos para implementação da Segurança 1. Identificar a presença de riscos o mais cedo possível 2. Traçar as estratégias no projeto de software que eliminem ou controlem esses riscos em potencial. 3. Identificar a avaliar casualidades que possam impactar, negativamente, o SW causando falhas → categorizar as falhas por criticidade e risco 4. Analisar a gravidade e probabilidade de ocorrência 5. Listar os requisitos de segurança para do Software Segurança: Cada vez mais requerida nos Softwares atuais

(21) Tecnicas de Análise da Gravidade e Probabilidade de ocorrencia

(22) Tecnicas de Análise – Arvore de Falhas.

(23) Orgãos Normativos e Reguladores

(24) Certificações ISO 9000 • Quando pergunto: "Por que estão implementando ISO 9000?" • Todos respondem que estão procurando atender as exigências dos clientes. Mas, quase ninguém fala em melhorar a integridade da organização”. • Philip B. Crosby • A necessidade das organizações se tornarem competitivas passa a ser enfatizada como motivo para a adoção de sistemas que resultem na qualidade • GLOBALIZAÇÃO

(25) Princípios da ISO 9000 • Descreve elementos de garantia em termos genéricos, que podem ser aplicados aos negócios (Produto ou serviço). • Sistema de qualidade que: – Define responsabilidades – Cria procedimentos e processos – Capacita recursos para gestão da qualidade – Demanda normas – PARA SAFISTAZER OS CLIENTES , CONFORME SUAS ESPECIFICAÇÕES. – Não descreve como Fazer (consultoria)

(26) Por que as empresas querem ISO? • A adoção das normas ISO lhes confere:

(27) Por que as empresas querem ISO? • A empresa ganha na produtividade e credibilidade, aumentando sua competitividade. • Estratégia competitiva – diferenciação e – galgar novas oportunidades em um mercado global

(28) Por que as empresas querem ISO? • As consequencias • A empresa ganha na produtividade e credibilidade, aumentando sua competitividade. • Com a empresa competitiva – diferenciação e – galgar novas oportunidades em um mercado global

(29) Como funciona a Certificaçao? 1. 2. 3. 4. Empresa contrata consultoria específica Empresa se qualifica para a auditoria de acreditação da ISO • Avaliação da conformidade do sistema de garantia da qualidade -> Não certifica-se o produto e sim a capacidade de produção • Geralmente certifica-se por área de atividade da empresa (não na totalidade) Uma vez qualificada (auditoria de validade), a empresa recebe o certificado Começam as auditorias de vigilância – semestrais ou anuais.

(30) Modelos da ISO 9000 • ISO: Mundial / Edições: 87,94,2000,2008 • ISO 9001 (mais completa) – Garantia da qualidade em projetos / desenvolvimento, produção, instalação e assistência técnica → empresas de criação de novos produtos • ISO 9002 – garantia da qualidade em produção e instalação → destina a quem produz item de catálogo ou prestam serviços conforme especificações existentes. • ISO 9003 – garantia da qualidade em inspeção e testes finais. Adequada a empresas cuja produção não inclua itens especiais (fácil separa itens conformes e não conformes na inspeção). • ISO 9004 – Gestão da qualidade e elementos do sistema de qualidade – diretrizes. Funciona como guia para desenvolvimento do SGQ. De uso volutuntário e interno (sem funs contratuais).

(31) Modelos da ISO 9000 – Ediçao 94

(32) Princípio da ISO 9000 : 2000 • • • • • • • • • Revisão na norma: adequação a prática Foco no cliente Liderança Envolvimento das pessoas Abordagem do processo (melhoria) Abordagem Sistêmica para gestão Melhoria contínua na qualidade (1994 – não) Abordagem para tomada de decisão Benefícios mútuos nas relações com fornecedores.

(33) Princípios da ISO 9000:2000

(34) Princípios da ISO 9000:2000

(35) Evolução do conceito de Qualidade do Software Foco Aspectos Desenvolvedor • Inicio: Qualidade = Funcionar • 2º momento: Qualidade = Confiabilidade • 3º momento: Qualidade incorpora outros aspectos Cliente • Percepção da Qualidade • Pacotes de Software Tecnologia • Deixou de ser diferencial (todos) • Passa a atributo de Qualidade, como por exemplo :interface

(36) Visões da Qualidade • Usuário – Interesse: Qualidade de Uso e desempenho – Interesse nas medidas externas • As funções estão disponíveis? • Software é confiável? É eficiente? • Fácil de usar? • Fácil para mudar de ambiente? – Características construtivas não interessam

(37) Visões da Qualidade • Desenvolvedor – Coerente com expectativas dos usuários (requisitos e aceitação) – Interesse nas medidas internas (técnicas) – Qualidade de produtos intermediários (documentos, modelos e diagramas)

(38) Visões da Qualidade • Gerente de Desenvolvimento – Medida global da qualidade – Qualidade x Prazo x Custos – Qualidade do processo.

(39) NBR ISO/IEC 9126 (Produto) • Qualidade é: “totalidade de características de uma entidade que lhe confere a capacidade de satisfazer as necessidades explícitas e implícitas“ • As 2 necessidades subsidiam as validações e verificações (como testes) • Explícitas (externas) = condições em que produto deve ser usado, objetivos, funções,desempenho esperado (depende de especificações de requisitos). • Implícitas (internas) = Não estão especificados nos requisitos, mas são características obvias e fundamentais

(40) NBR ISO/IEC 9126 (Produto) • Define Características e sub-características que definem um MODELO de qualidade • Não apresenta métricas para características de qualidade. – Propõe que cada empresa use as próprias • Qualidades explícitas (externas) = métricas externas ou seja medições baseadas nas necessidades dos usuários (produto final) • Qualidades implícitas (internas) = métricas internas (produtos intermediários) • Qualidades de uso = Visão de qualidade que o usuário tem do software

(41) Modelo de Qualidade NBR ISO/IEC 9126 • Modelo de QUALIDADE da norma é composto de 2 partes: – A qualidade do produto deve ser avaliado segundo um modelo definido. – O modelo deve ser usado para estabelecer metas de qualidade do SW e produtos intermediários • Público alvo: desenvolvimento SW, Adquirentes, Equipe de qualidade e Avaliadores

(42) NBR ISO/IEC 9126 (Produto)

(43) Modelo de Qualidade NBR ISO/IEC 9126 Quando executado Durante o desenvolvimento Utilização do software Instrumentos necessários para realizar uma avaliação • Como medir qualitativamente e quantitativamente a qualidade - 9126-1 •

(44) Métricas do Modelo de Qualidade NBR ISO/IEC 9126

(45) O que a norma entende como Característica? Característica Especificidades Funcionalidade • Ser adequado aos requisitos Confiabilidade • Manter o nível de desempenho Usabilidade • Ser de fácil uso. Sem esforço Manutenibilidade • Esforço para modificações Portabilidade • Ser transferido de ambiente Eficiência • Uso otimizado de recusrsos.

(46) O que a norma entende como Qualidade em Uso? Característica Especificidades Eficácia • Permitir que usuário atinja sua meta com acuracia e completude Produtividade • Permitir que os usuários empreguem a quantidade apropriada de recursos em relação a eficácia obtida Segurança • Apresentar níveis aceitáveis de riscos Satisfação •Satisfazer os usuários.

(47) Princípios do Modelo de Qualidade NBR ISO/IEC 9126

(48) Métricas do Modelo de Qualidade NBR ISO/IEC 9126

(49) NBR ISO/IEC 12119 (Pacote)) • • • • Atual NBR ISO/IEC 25051) A norma estabelece conjunto de: • 1. Estabelece os requisitos de qualidade de um software tipo pacote. • 2. Fornece instruções para testá-lo, com base nos requisitos. Escopo: Pacotes oferecidos ao mercado. Compreendem os processadores de texto, planilhas, BDs, softwares gráficos, programas para funções administrativas, técnicas ou científicas e programas utilitários

(50) NBR ISO/IEC 12119 (Pacote) • Esta Norma não trata de processos de produção de software (tampouco atividades e produtos intermediários, por exemplo especificações); • O sistema de qualidade do produtor (tratado, por exemplo, na NBR ISO 9001) está fora do escopo desta

(51) NBR ISO/IEC 12119 (Pacote) • Pacotes de software= conjunto completo e documentado de programas fornecidos a diversos usuários para uma aplicação ou função genérica. (SW de prateleira).

(52) NBR ISO/IEC 12119 (Pacote)

(53) NBR ISO/IEC 12119 (Pacote) • Os requisitos de qualidade incluem que: 1. A descrição do produto 2. Documentação do usuário; 3. Documentação do produto e dados necessários ao seu funcionamento • Um pacote de software está em conformidade com esta Norma se atende a todos aos requisitos acima.

(54) NBR ISO/IEC 12119 (Pacote)

(55) RESUMINDO

(56) CONCLUINDO • Qualidade no Processo desde o início • Aferição em cada fase → métricas, fatores de qualidade e padrões; Inconsistências. • SQA – Software Quality Assurance • Avaliações, Auditorias, Revisões, RTF • Atividades de controle das mudanças. • Documentação • Qualidade no Produto • Testes • Fase de Implementação (unitários e integrados) • Fase de Testes (sistema e homologação) • Automação dos testes / técnicas diversas

(57) Resumindo • SQA Estatístico é importante pois temos uma noção numérica de falhas, problemas e erros por CATEGORIAS. • Ajuda a aperfeiçoar Processo de Produto • Confiabilidade é uma métrica importante, mas dificil de mensurar → é um quesito base : confiar no resultado • Segurança é essencial ao SW moderno, levando a uma análise de riscos. • A ISO 9000 surge como alternativa para melhoria do processo produtivo das empresas, gerando produtos e servicos mais competiticos no mercado Nacional e Internacional. • A certificação ISO surge como diferencial competitivo, sendo estratégico para corporação atingir patamares diferenciados e oportunidades num mercado Global.

(58) Resumindo Acesse o link abaixo e veja o PDF da norma 12119 •ftp://ftp.unilins.edu.br/caldas/Engenharia%20de%20Software/ Normas_de_Qualidade/NBR%2012119%20-%20Tecnologia% 20de%20informacao%20-%20Pacotes%20de%20software%20 -%20Teste%20e%20requisitos%20de%20qualidade.pdf

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