Ficha catalogrâfica preparada pela Seção de Catalogação e Classificação da Biblioteca Central da UfV ZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

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(1)EDGARD A ESTAÇÃO CHUVOSA KLINGER NEVES NA AMAZONIA, SUA RELAÇÃO COM A CIRCULAÇÃO DE 1988 A 1989, E GERAL DA ATMOSFERA à Universidade Tese ApresentadaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCB Federal de Viçosa, como Parte das Exigências do Curso de Meteorologia Agrícola, para obtenção do Título deBAMagister Scientiae . ....-< , .. \. . ' \. VIÇOSA - MINAS GERAIS FEVEREIRO - 1995 ,,-----,-_._---_. I L g lR U O T E C A DEPTO, ENG. A ~ _ ~ !C ~ L A

(2) Ficha catalogrâfica preparada pela Seção de Catalogação e Classificação da Biblioteca Central da UfVZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA T NS14e 1995 Neves, Edgard Klinger, 1934A estação chuvosa na Amazônia de 1988 a 1989 e sua relação com a circulação geral da atmosfera/ Edgard Klinger Neves. - Viçosa: UFV, 1995. 106p. : i1. Orientador: Rubens Leite Viane110. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Viçosa. 1. Climatologia sinótica - Amazônia. 2. Circu lação atmosférica - Amazônia. 3. Chuvas - Amazõ nIa - 1988-1989. I. Universidade Federal de Vi~ çosa. 11. Título. CDD. 18. ed. 551.6 CDD. 19. ed. 551.6

(3) EDGARD A ESTAÇÃO CHUVOSA SUA RELAÇÃO KLINGER NEVES NA AMAZONIA, COM A CIRCULAÇÃO DE 1988 A 1989, E GERAL DA ATMOSFERA Tese ApresentadaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCB à Universidade Federal de Viçosa, como Parte das Exigências do Curso de Meteorologia Agrícola, para Obtenção do Título deBAMagister Scientiae. Aprovada: 25 de fevereiro de 1994 I/p V/prof. Prof. Rubens Leite Vianel (Orientador) -----~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ - Marcos Heil Costa

(4) A minha esposa MarianmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA de Fátima. Aos meus Henrique. As minhas filhos Carlos EduardoZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFED e Luiz filhas Izabela Aos meus pais Edgard memoriam) . Aos meus sobrinhos, e e Rafaella. Sebastiana lrmaos e lrmas, que muito estimo. 11 cunhados (in e

(5) AGRADECIMENTOS A Jesus, verança para Ao ter-me por ter-me a realização Instituto concedido concedido deste Nacional licença A Universidade para Federal a vida, saúde e perse- Curso. de Meteorologia-INMET, a conclusão de Viçosa deste (UFV), por Curso. pelos ensina- mentos. A suporte Financiadora de Pesquias e Projetos - FINEP, pelo financeiro. Aos Professores Baldicero Molion, Rubens pela Leite orientação Vianello segura e Luiz Carlos no decorrer deste trabalho. Ao Professor transmitidos, incentivo momentos pelas e pela mais Adil Rainier leituras e sugestões, hospitalidade, difíceis Alves, do Curso. iii pelos pela o que muito conhecimentos estima, me auxiliou pelo nos

(6) iv Aos Professores da banca examinadora, Curso, José Maria N. Costa pelas sugestões, e demais membros e aos professores do pelos ensinamentos. A memória conhecimentos do Professor transmitidos, Celestino pela estima Aspiazú, e pela pelos nobreza de espírito. Aos funcionários do Departamento cola da UFV, pela amizade Ao digitação José Roberto e incentivo, deste pela amizade e pela deste trabalho. Carlos cansaço Agrí- e cordialidade. de Freitas, Aos meus queridos, que de Engenharia Eduardo, esposa Fátima pelo carinho, pela compreensão, e filhos Luiz Henripela por tolerarem e pela força que me proporcionaram amizade, pelo meu ranço e meu para a conclusão trabalho. Ao Geraldo pela estima, Felício pelo dos Santos, incentivo, pela amizade pela presteza sincera, e pela hospitali- dade. Ao pessoal AM, em particular do lQ Distrito ao Veríssimo, Ao Professor e pelo incentivo durante todos que, conclusão direta pela amizade, a fase de realização de Curso, em particular ou deste trabalho. de Manaus- pela amizade. Luiz Clairmont, Aos companheiros de experiência, de Meteorologia pela amizade ao Edmundo indiretamente, pelo apoio do Curso. e pela troca e Marco Aurélio cooperaram para e a a

(7) BIOGRAFIAnmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA EDGARD tiana Tefê, KLINGER de Paula Estado NEVES, Neves, filho nasceu de Edgard Neves em 05 de dezembro e Sebas- de '1934, em do Amazonas. Cursou o primeiro e o segundo graus em Manaus, Amazo- nas. Em versidade também pela novembro de 1968, Federal do Rio UFRJ, graduou-se de em Física Janeiro (UFRJ), pela Uni- em 1969, e em Meteorologia. Em dezembro de 1968, de 1968 ingressou no Instituto Nacional de Meteorologia-INMET. De dezembro Centro de Janeiro e em Brasília. De Manaus como Análise março chefe a fevereiro e Previsão-CAPRE de 1979 a novembro do lQ Distrito v de do de 1979, INMET, 1985, trabalhou no Rio trabalhou no de em de Meteorologia.ZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

(8) vi De dezembro de Brasília, onde Previsão do Tempo, Em março Meteorologia Viçosa, 1985 exerceu Seção de MG, concentrando gia Sinótica. as funções de 1990, de chefe voltou da Seção para de de Climatologia. 1990, Agrícola a fevereiro iniciou o Curso na Universidade seus estudos de Mestrado Federal na Area de de em Viçosa, Climatolo-

(9) C O N T E tID o P á g in a L IS T A DE S I G L A S ....................................... L IS T A DE QUADROS L IS T A DE F I G U R A S ...................................... ix x iii x iv EXTRATO xv i i 1. I N T R O D U çA o 2. R E V IS Ã O 2 .1 . DE 1 L I T E R A T U R A ........................ G ra n d e E s c a la 2. AI t a 1 . 1. 2 .1 . 2. 10 .. da Zona 10 Bo 1ív i a de . C o n v e rg ê n c ia In te rtro p ic a l (Z C IT ) 2 .2 . 2 .1 .3 . El N iõ o E s c a la S in ó tic a 2 .2 .1 . S is te m a s 16 17 - O s c ila ç ã o Sul (E N O S ) 19 24 F ro n ta is v ii 24

(10) Vl.l.l. 2.3. 2.4. 2.2.2. Zona 2.2.3. Radiação de Onda Longa 2.2.4. Corrente de Subtropical 2.2.5. Fontes Escala Subsinótica 34 2.3.1. Ondas 39 Meso 3. MATERIAL de Convergência das das (CJS) ..... 3.2.2. 40 Imagens de 44 Cartas de Superfície.......... Globais Cartas "Grids" 33 33 de Leste 3.2.1. Análises 200 hPa 27 31 E MÉTODOS Análise 4. RESULTADOS (ROL) e Sumidouros 3.1.1. Análises 3.3. Sul.. e Microescala 3.1. Análise 3.2. Jato do Atlântico ..... de TSM 53 de Ar Superior.............. Globais das 51 Cartas 54 850, 500 e de 55 de Superfície e Ar Superior..... 55 Satélite............................zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWV 56 E DISCUSSÃO 57 4.1. Resultados cas 4.2. das Análises das Cartas PluviométriMensaiswvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 62 Resultados cie das Resultados GOES das 4.4. Resultados 200 hpa das 4.3. 5. CONCLUSOES BIBLIOGRAFIA Análises das Cartas de Superfí77 Análises das Imagens do Satélite 82 Análises E SUGESTOES dos Mapas de 850, 500 e 92 95 99

(11) L IS T A A - Ativa, AB - Alta ABLE AMJ da Bolívia. - Agência Bloq zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDC ~IGLAS (o) - Experimento AVHRR metro Polar DE Entorno da Camada de Meteorologia Limite. do Japão. - Advanced Very High Resolution Radiometer (Radiôde Alta Resolução a Bordo do Satélite de Orbita da Série NOAA). - Bloqueio CAC - Climate ca do Serviço Analysis Center de Meteorologia (Centro de Análise dos EUA). Climáti- Cb - Cúmulo-Nimbos. CCM - Complexo CISK dade Convectivo de Mesoescala. - Conditional Instability of Second Condicional de Segunda Espécie). CJ - Corrente - Corrente de Jato Polar. CJS - Corrente de Jato Subtropical. DISME (Instabili- de Jato. CJP CPRM Kind - Companhia - Distrito de Pesquisas de Recursos de Meteorologia. ix Minerais.

(12) xzyxwvutsrqponmlkj DNAEE ca. - Departamento Nacional de Àguas e Energia Elétri- ECMWF - European Center of Medium Range Weather Forecast (Centro Europeu de Previsão do Tempo a Médio Prazo). ENOS - EI Nino-Oscilação ESMET - Estação Sul. Meteorológica. ETP - Evapotranspiração Potencial. ETR - Evapotranspiração Real. F - Fraco. FF - Frente Fria. FQ - Frente Quente. Frt - Forte. GOES - Geostationary Operational Environmental (Satélite Meteorol6gico Geoestacionário). GRIDES - Cartas Globais Latitude e Longitude. GTE - Experimento em Forma Global - Hora System (Sistema - Hemisfério Norte. H.S. - Hemisfério Sul. IBGE - Instituto - Instituto INPE - Instituto Brasileiro de Geografia de Nacional Nacional e Estatística. de Meteorologia. de Pesquisas Espaciais. IOS - lndice de Oscilação Sul. Diferença Atmosférica, ao Nível do Mar, entre Taiti e Relação à Média Anual do Desvio-Padrão. IV - Radiação LCz - Linha Global Pascal. H.N. Lc - Linha de Local. hPa - Hecto INMET de 50 x 50 da Troposfera. GTS - Global Telecommunications Telecomunicações). H.L. de Grades Satellite Eletromagnética de Corrente, de Corrente, na Faixa Comportamento Comportamento do de Pressão Darwin, em Infravermelho. Meridional Zonal (Verão). (Inverno).

(13) xi LCb - Linha de Cúmulo-Nimbos. LI - Linha LIC de Instabilidade. - Linha de Instabilidade que Dissipa na Costa. LIP Linha Dentro. de Instabilidade que se Propaga Continente a M - Moderado. mb - Milibar. MC - Média Climática ou Climatológica. METEOSAT - Meteorological Satellite (Satélite Meteorológico Geoestacionário da Agência Espacial Européia). NESDIS/ESL - National Environmental Satellite Information Service/Environmental Satellite (Serviço de Disseminação de Dados de Satélites dos EUA/Laboratório de Satélites Ambientais). NMC - National Meteorological Meteorologia dos EUA). Center (Centro Data and Laboratory Ambientais Nacional de NOAA 9 - Satélite Meteorológico de Órbita Polar da NOAA National Oceanic and Atmospheric Administration (Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera dos EUA). NWS - National Weather Service Previsão do Tempo dos EUA). OL - Onda - Organização PNM - Pressão ROL Nacional de de Leste. OMM PORTOBRAs (Serviço Meteorológica ao Nível - Empresa - Radiação SF - Sistema Mundial. do Mar. de Portos de Onda do Brasil S.A. Longa. Frontal. SFHN Sistema frontal do Hemisfério Norte. SFHS - Sistema Frontal do Hemisfério Sul. SMS - Special Meteorological lógico da Série GOES). TMG - Tempo Médio TPP - Tropopausa. TSM - Temperatura Satellite de Greenwich. da Superfície do Mar. (Satélite Meteoro-

(14) xii VIS - Radiação tro. WMO - World Eletromagnética Meteorological na Faixa Visível Organization. ZCAS - Zona de Convergência da América do Sul. ZCIT - Zona de Convergência Intertropical. ZCPS - Zona de Convergência do Pacífico Sul. do Espec-

(15) LISTA DE QUADROSzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHG Página Quadros 1 - Cotas Máximas do Rio Negro Observadas em Manaus de a 1989...................................... 1904zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 2 - lndices de OscilaçãoMLKJIHGFEDCBA S u l......................... 20 3 - Cotas do Nível do Rio Negro, no Porto de em Relação ao Nível do Mar no Ano de 1988 4 - Cotas do em Relação Manaus, 45 Nível do Rio Negro, no Porto de Manaus, ao Nível do Mar no Ano de 1989 5 - Estações Meteorológicas logia ria Amazônia. dos Distritos 4 de 46 Meteoro48 6 - Sistemas Atmosféricos que Contribuíram para Produzir as Condições de Tempo na Amazônia para o Período de Setembro de 1988 a Maio de 1989 72 7 - Sistemas Atmosféricos Significativos que Produziram as Condições de Tempo na Amazônia para o Período de Setembro de 1988 a Maio de 1989 e lndices de Oscilação Sul dos Anos de 1952/53, . 1975/76 e 1988/89 xiii 86

(16) LISTA DE FIGURAS Figuras 1 - Cotas 1990 Página Máximas do Rio Negro em Manaus, de 1903 awvutsrqponmlkjihgfedcbaZYX . 2 - Variações Mínimas, 1991 5 do Nível do Rio Negro, Cotas Máximas em Manaus, Série Histórica de 1903 e a 6 3 - Linhas de Função de Corrente Representando o Escoamento Troposférico de Julho (Inverno), Níveis de 700 a 100 mb 13 4 - Linhas de Função de Corrente Representando o Escoamento Troposférico de Janeiro (Verão), Níveis de 700 a 100 mb 14 5 - Diagrama Esquemático Representando a que Resulta do Aquecimento Diferencial Continente e os Oceanos no Verão Circulação entre o 15 .zyxwvutsrqponmlkjihgfedcb 6 - Diagrama de Walker Circulação 7 - Campo Esquemático Médio 8 - (a) Célula Convectiva Representando a 15 de Pressão Convectiva: Vento Fraco do Mês de Janeiro........ 21 Vento Moderado (b) Célula e Região de Subsidência .. 9 - Representação Esquemática cos ZCIT, ZCAS e OL dos Sistemas 26 Atmosféri28 '--._~_.KJIHGFEDCBA xiv j I.~_EPTO. BIBLIOTECA ENG. AGRIC~LA I

(17) xvzyxwvutsrqponml Figuras Página 10 - Anomalias 11 - Mosaico de Radiação de Nebulosidade de Onda Longa Sobre 32 a América do Sul 38 12 - Posição Geográfica Média do Eixo de Nebulosidade Convectiva, Indicativo da Posição da ZCIT 13 - Rede de Amazônia 14 - Anomalias Dezembro Estações Meteorológicas do INEMET 39 na 49 de de Pressão 1988 15 - Precipitação 1989 e MC em ao Nível do Mar no Mês 50 Média Mensal dos Itacoatiara, AM 16 - Precipitação Média Mensal 1989 e MC em Parintins, AM dos 17 - Precipitação Média Mensal 1989 e MC em Manaus, AM dos 18 - Precipitação Média Mensal 1989 e MC em Tucuruí, PA dos Anos 1987, 1988, 58 Anos 1987, 1988, 58 Anos 1987, 1988, 59 Anos 1987, 1988, 59 19 - Média de Precipitação do Trimestre Novembro, Período de 1981 a 1990 Setembro 20 - Média de Fevereiro, Dezembro Precipitação do Trimestre Período de 1981 a 1990 21 - Média de Precipitação Período de 1981 a 1990 de do Trimestre Março a . 60 a . 61 a Maio, 61 22 - Distribuição Média Anual da Precipitação Amazônia, Período de 1981 a 1990 Setembro na 62 23 - Total de Precipitação do Mês de de 24 - Total de Precipitação do Mês de Outubro 25 - Total de Precipitação do Mês de Novembro de 1988 66 26 - Total de Precipitação do Mês de Dezembro de 1988 68 27 - Total de Precipitação do Mês de Janeiro 28 - Total de Precipitação do Mês de Fevereiro 29 - Total de Precipitação do Mês de Março de 1989 73 30 - Total de Precipitação do Mês de Abril de 1989 74 31 - Total de Precipitação do Mês de Maio de de de 1988. 1988 1989 de 1989 1989 .... 63 65 69 70 76

(18) XVl. Página Figuras - Carta Média de Superfície da Estação Chuvosa de 32zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 1988/89, Trimestre Dezembro de 1988 a Fevereiro 78 de 1989wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 10 33 - Carta Média de Ar Superior, 34 - Carta Média de Ar Superior, 35 - Carta Média de Ar Superior, •••••••••••••••• 850 hPa ............. 79 Nível 500 hPa .............. 80 Nível .............. 81 Nível 200 hPa 36 - Imagem do Satélite GOES-E do Dia 10 de Dezembro de 1988, Alta da Bolívia Ativa sobre a Amazônia. 83 37 - Imagem do Satélite de 1988 84 GOES-E 38 - Imagem do Satélite 1989 GOES-E 39 - Imagem do Satélite 1989 GOES-E 40 41 42 - - - Imagem do Satélite de 1989 Imagem do Satélite de 1989 do Dia 24 de Dezembro do Dia 4 de Janeiro de 85 do Dia 6 de Janeiro de 87 GOES-E do Dia 1 de Fevereiro 88 GOES-E do Dia 15 de 89 Séries Anuais do índice de Oscilação de 1972 a 1991 43 - Anomalias do Campo de Temperatura de 500 hPa Fevereiro Sul, Período do Ar no 91 Nível 93

(19) EXTRATO NEVES, Edgard Klinger, M.S., Universidade Federal de Viçosa, fevereiro de 1995. A Estação Chuvosa na Amazônia, de 1988 a 1989, e sua Relação com a Circulação Geral da Atmosfera. Professor Orientador: Rubens Leite Vianello. Professores Conselheiros: Adil Rainier Alves e José Maria Nogueira da Costa. Um da dos problemas Climatologia mecanismos cheias da físicos da Amazônia que têm América preocupado do Sul atmosféricos e suas é que relações vários a compreensao precedem com estudiosos as a circulação dos grandes geral da atmosfera. Este geradas pelos condições com o trabalho de clima sistemas tempo, causadora Amazônia, o que o estudo atmosféricos em diferentes regional, 1988/89, e reflexos objetivou da que escalas, destacando-se terceira redundou sócio-econômicos em xvii configurações produziram e suas a estação maior elevados para das cheia prejuízos a região. do as relações chuvosa de século na agropecuários

(20) xviii Analisaram-se meteorológicas superfície (TMG), as séries de superfície; e de altitude, produzidas (INMET)j e as geopotenciais, pelo de 850, Analisaram-se, também, para visualmente, Bolívia, as cartas de Longa Superfície que produziram Ainda, e da Agua Estados imagens diárias o período mensais as do Mar compararam-se continental de as configurações associado hPa, pelo Centro satélite ativo de das às GOES, da Alta de da Radiação Temperatura 1988/89 e (NMC). e as configurações chuvosa e o tempo 1.000 anomalias anomalias (TSM) a estação mais de Greenwich Unidos do de Meteorologia elaboradas dos médias (ROL), hPa, de diárias de de mensais, e 200 as Médio Nacional médias 500 de 46 estações sinóticas 12 h, Tempo Instituto Nacional avaliar, as cartas de cartas Meteorológico Onda pluviométricas da sinóticas na escalas Amazônia. planetária condições de tempo regionais. Observou-se aconteceram estiveram da que na Amazônia associadas escala as nos planetária, enquanto esteve El Nino. Conseqüentemente, Pacífico grande à associada anomalias equatorial. escala prognósticos tais ao frio do episódio de Pressão, O monitoramento continental anomalias. de 1975/76 tipo e cheia Nino do quente ao Nível 1978/79 Anti-EI estiveram, das que cheias maiores a maior ambas e da escala de períodos ao episódio (1952/53) associadas duas século do também, do Mar, configurações pode tipo auxiliar do da nos

(21) 1.MLKJIHGFEDCBA I N T R O D U Ç Ã O zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJI A precipitação mais importantes extensa bacia milhões de nas cento basicamente Inundável 1988). formada de de a maior ponto de desde Negro, classes: vista 46°W pelo a Cidade densa Igapó de Tabatinga é denominado rio 1 que até Solimões, Terra, 78 subdividida que a região os floresta da ou 1975; rio Amazonas, totais quadrados, de Terra-Firme, hidrográfico, sete essa ser (MOLION, de entre em extensão de maIS e de uma podendo Mata não-inundáveis essencialmente o rio naturais, a grandes de quilômetros e Floresta florestadas Do considerada milhões cerca Localizada presença duas com e os meridianos florestas em anuais. climáticos A Amazônia, apresenta pela quatro elementos do Globo, e 15°S (várzea) brasileiro, com e dos quadrados, mensais chuvosa, cerca áreas tropicais. quilômetros 5° N tropical por regloes é caracterizada reglao com é um hidrográfica pluviométricos paralelos pluvial Floresta compreende SILVA FILHO, amazônica em a e por é território confluência uma imensawvutsrqponm

(22) 2 zyxwvutsrqponmlkj rede de afluentes, consideráveis, águas alguns possuindo ap~~sentam real esses estimado 54% da no (1985) dessa do parâmetros As e quantidade grande no de verão, energia variabilidade solar. os o conhecimento da e na umidade a região, pelo sistema 1991). ocasionam tropical ocorrem recebe porém, ao contrário do ar, intensificação que área dos diretamente e ALVES, atmosféricas essa resposta temporais realizado na região esse e temporal dependem físicas, interanual, para espacial (VIANELLO A 48% entender pressão, e o trabalho quando e sistema um de energia específica de tempo MOLION em média, para espaciais perturbações nas condições basicamente região. diversificados do escoamento um alterações como temperatura, e massa que de chuva. fonte das considerações sistemas da que, fenômenos plantas das representa, percebe varlaçoes da dinâmica mudanças ser Segundo (1974). provocar as variabilidades de energia, Diante a ETP principal atmosféricos fonte depende dos como entropia dessa A deve indica é imprescindível induzirão sistema. vento, se Naturalmente, fonte e suas "negra". região, tudo atmosfera atmosféricos, sistema. e transpiração em forma a logo solar a hidrológico que Considerando radiação bastante definido, alii deverá ciclo relataram termodinâmico, et precipitação, de precipitação fenômenos bem nessa NOVA que intensivo consideráveis do total curso branca (ETR), desde desmatamento KOUSKY hídrico entre por VILLA autores, representa e médio da igualzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA à potencial (ETP). O valor aproximadamente foi tamanho regime cores êvapotranspiração ETP de maior apresenta do que se

(23) 3 zyxwvutsrqponml acreditava (RIEHL, flutuações tipicamente 1954). anuais da tropical e de circulação extratropical bloqueios dos de origem grandes totais acima anos dos de neste 1909, século 1953, (Quadro 1). Na anuais com da série destaque 1976 histórica, para os às das águas chuvosa, provocando anos 1906, de (Figura 2). prolongadas nos cotas máximas o período de secas 1916, ocorridos 1926, elevados nos pecuária (Comunicação * 1936, pluviométricas sócio-econômicos regional como impactos transportes, rio mínimas 1903 em a 1990, 1953, 1976 1963, e apresenta da estação as ocorridas 1958 intensas sociais, na do e pluviométricos regionais, 1921, Precipitações causam totais nos de Manaus. á significativas têm-se ocorridas 1989wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA (Po r t o b r s , 1992*). Outras vezes, a Amazônia reduções (FF) cheias as maiores no porto picos frias vezes, a ou registradas a oscilação para maiores frentes conseqüência, e 1989, registradas com deslocamentos Algumas semelhantes 2, evidenciam-se Figura em associação ou e, como 1, mostram-se máximas (SF) pelas Hadley-Walker, pelos 1990). normais, é causada de escala, frontais 1922, e cotas grande pluviométricos Na Figura Negro circulação (MOLION, níveis variabilidade manifestada sistemas polar Essa com nos e 1992 ou secas reflexos agricultura pessoal). PORTOBRAs - Administração de Portos brasileiros, Manaus, 1992. e na

(24) 4zyxwvutsrqponml QUADRO NQ de Ordem '-,../ * 1 - Cotas Máximas de 1904 a 1989 do Rio Negro Observadas em Manaus Anos pico Classificação (m)zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJI 1 1953 29,69 Extraordinária* 2 1976 29,61 Extraordinária 3 1989 29,42 Extraordinária 4 1922 29,35 Extraordinária 5 1909 29,17 Extraordinária 6 1971 29,12 Extraordinária 7 1975 29, 11 Extraordinária 8 1921 28,97 Moderada** 9 1982 28,97 Moderada 10 1908 28,92 Moderada 11 1944 28,79 Moderada 12 1904 28,78 Moderada 13 1918 28,74 Moderada 14 1972 28,70 Moderada 15 1920 28,57 Moderada 16 1973 28,57 Moderada 17 1955 28,53 Moderada 18 1913 28,50 Moderada 19 1928 28,49 Moderada 20 1954 28,49 Moderada = Extraordinária: acima de 29,00 fi e ** = Moderada: abaixo de 29,00 m.

(25) 5 NMLKJIHGFEDC 30 1953 1976 12~·6~1 rn k ~ 2 . 9 wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Il [~m[1 28 (f) a o:: tJ2; ~ d ~ b[ Jk ~ t f ~~, J 27 J ~[ J ri_ l li ~ .li 24 ] \~ tr w a o 2'.421 i~ ~ qj 25 1989 129.60 KJIHGFEDCBA li ~ ~zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA :t L: [ ~ ~~ ~~ J ~ 26 « ~ ! l- 23 22 [ 21 1903 I , 1920 1910 FONTE: PORTOBRÁS FIGURA 1 - Cotas 1990. I 1930 1~40 I 1950 1960 I 1970 I I 1 9 8 0 MLKJIHGFEDCBA 1990 (1992). Máximas do Rio Negro em Manaus, de 1903 a

(26) ~'.. --- ..•. wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA ,) - j o- \~ - - -- - •• ~...•.•• ...- ~. I'--l , - - MLKJIHGFEDCBA •••• •• •• "•• • • '''11· _ 4 ''''1 '' - .... - , ~ , '1 "•• . , I . , " , - , - - I i I , , "-, , , '4 li' .. -- _. - - - - .. • I I J I ., ,t -l- --, - 11111' 111111 -- FONTE: PORTOBRÁS FIGURA 2 - Variações COTA M IN N A O S C IL A Ç Ã O DA ;ii il-~ j '" 1 " " --" " " - , <- ; 111111 I -- I' =" " - -- , - I - - • 11 I - -- - NMLKJIHGFEDCBA 1...:.:.1 1 .~' -- - - - -~- o I I - -- -- •••• I-I _.- " .1 0 " :: .1 .- .- -- - 1 ··,A f " •••• O •• 00 " ''''~ 10 10 I VAZANTE EM CADA ANO zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA (1992). do Nível do Rio Negro, ca de 1903 a 1991. Cotas Máximas e Mínimas, em Manaus, Série Histório-.

(27) 7zyxwvutsrqponml Graças Amazônica aos é uma das mais circulação geral conhecimento às altos valores demais. importantes da atmosfera, adequado Sabe-se, pluviométricos, dessa entretanto, que flutuações do clima, a ocorrência período chuvoso caracteriza (interrupção a duas parecem os associados escalas Trabalhos climáticas Oscilação totais a associadas reduções nos em todo o Globo. período no precipitações fenômeno que, de intensas contrário Um planetária anomalias estudo e e, entender conseqüentemente, parecem clima da região. Nino- estar eventos Por também ENOS, como outro lado, associadas a é o Nino melhor outro resfriamento 1990; CONRADO, as as (ou La Nina), nas configurações melhor o EI grandes fenômenos, e das anomalias as (MOLION, dos as Na Amazônia, do evento EI Nino, permitiria de ocorrem parecem estar continental, observados do tipo de fortes integrado maio). e 1982/83. água do mar abaixo do normal geradas que da grande escala do tipo Anti-EI ao a persistentes totais de precipitação ocorreu de uma e continental). a eventos quentes com a ocorrência períodos, atmosféricas têm mostrado relacionadas veranicos pluviométricos Sul (ENOS) são altamente predominantemente Nas prolongadas outubro perturbações (planetária recentes de relação 1990). denominados na época chuvosa, elevados estar diferentes de estiagens os ainda variabilidade (MOLION, no regime de chuvas por curtos semanas, Contudo, o clima do Globo para tenha fonte com sua reglao calor não se da magnitude realimenta no fontes de embora interanual a causas da 1992). escalas por elas dessas conhecimento do

(28) 8 Este a grande bem trabalho escala como suas amazônico (escala em que geraram rigor, precipitação dispusesse na longas, superior. Isto, fatores os esforços na terceira maior de modelos dos Amazônia somente poderia dados aludidos, estação chuvosa cheia deste ser feito e análises Outro a da se séries quanto do ar ocorrência de (veranicos) e seria vasto e não estavam por (Quadro da circulação causou um estudo 1), para o melhor argumento concentrar que 1988/89, global, a de entendimento fundamental, foi a disponibilidade de previsão se contendo prolongadas de contribuirá em análise. numéricos detectar decidiu-se século grandes interanual de dados completos como o trabalho sistemas de 1988/89. variabilidade como estiagens regional de tempo e os da desse período, dados situação o estudo caso que, sem dúvida, da situação do clima chuvosa sim, permitiria Porém, disponíveis escolha da estação escalas: continental, tanto dos dados de superfície extremos, inundações. a as condições de um conjunto temporais e a escala na determinação particular, totais pluviométricos A planetária) interações e, atmosféricos trata apenas das duas maiores de um para a conjunto resultante do tempo mais completos dos e mais confiáveis. Desta seguintes outras o presente trabalho nos pautou-se objetivos: - comparar chuvosa forma, os de totais mensais outubro estações de precipitação de 1988 a maio de 1989 chuvosas; da com estação os de

(29) 9zyxwvutsrqponml - verificar da uma possível Bolívia, conforme oscilação hipótese de 10 a 15 dias da formulada por Alta MOLION (1990); e - analisar sistemas produziram as configurações atmosféricos a estação nas sinóticas duas maiores geradas escalas chuvosa de 1988/89 na Amazônia. pelos que

(30) 2. REVISÃO Poucos comportamento trabalhos, (1975), da atmosfera RATISBONA (1980), que KAYANO desses produzem quatro os de KREULS e KAYANO e Dentre (1975), notadamente, KOUSKY e podem serao do esses MOLION trabalhos por MOLION (1985), KAYANO (1981), OLIVEIRA (1987, 1989 e 1990). A indicou que os sistemas conforme respeito (1979). Outros (1989) e MOLION chuva na região escalas, et alii (1981), KOUSKY (1983), MOLION artigos a na reglao Amazônica. (1976) e KOUSKY (1986), COHEN et alii revisão publicados o tema foram publicados, KOUSKY e os trabalhos destacam-se abordando MOURA sao DE LITERATURA ser atmosféricos classificados descritas nos em tópicos subseqüentes. 2.1. Grande O escala Escala comprimento planetária, característico é de 10.000 km. 10 da grande Até escala, recentemente, ou aNMLKJIHGFED

(31) 1 1 zyxwvutsrqponml circulação média usando-se dados superfície, corrente 45°S, dois longas, com grande freqüência utilizados umidade da para recentes, com de de troposférica da imagens, de campos alta de MOLION (1981), níveis de de 1970/75, cartas médias de superfície pronunciadas no escoamento essencialmente julho. KREULS meridional et alii troposférico e inverno e para janeiro verao. variações médio: pesquisaram de troposférico de as Nos sazonais movimento em janeiro para movimento (1975) dados parece não ter escoamento notaram-se um dos EUA de função de corrente níveis de 850 hPa, entre a verao que combina Por essas análises, no de de Meteorologia radiossondagens, 250 hPa, porém, ser usando de 850 e 250 hPa, para dois meses-padrão: dos e temperatura, os níveis médio, série (1983) foram os primeiros Nacional significativa os poderiam revisaram diferença que resolução satélite, havido (SOBRAL, para o estudo da circulação (verão) e julho (inveno). séries demonstrou-se de e menos estações obtenção ao período 45°N geoestacionários, do Sul. KOUSKYe referentes convencionais poucas espacial, de dados do Centro de função utilizadas cobertura esta técnica conjunto incluíram foram satélites identificação a América os campos de circulação e vento. VIRJI e KOUSKY utilizar (NMC), na e estações. Suas análises ainda, por estudada, radiossondagens 1980). Paralelamente, obtidos SMS/GOES, sobre porém, KAYANO, dados alta trabalhos sido de 850 e 200 hPa, entre de dados acerca Em de (1972) analisaram os trópicos. anos 1979; poucas para os níveis para Amazônia. mais et alii tinha a Amazônia convencionais de algumas NEWELL de sobre zonal em circulações

(32) 1 2 zyxwvutsrqponml toposféricas, estação para de e inverno autores verificaram, segue um padrão um de verao em suas análises, 4). A natureza resultado direto transferência latente, coluna calor virtude quente direta, (convecção) (subsidência) (Figura 5) (MOLION, Figura (Figura nos meses de verao de verão da superfície, liberação de umidade 3) com de em é a calor toda produz urna célula a de sobre o continente sobre as áreas com MOLION zonal desta circulação, circulação de Walker, oeste. caso da América e ar oceânicas 1987). 6, de acordo da componente No fluxo istozyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFED é, forçada termicamente com ar frio e seco descendo Na e Esse aquecimento e úmido subindo adjacentes sensível Estes que o do escoamento da condensação troposférica. circulação meridional do forte aquecimento de em meridional a (janeiro), zonal nos meses de inverno fluxo aproximadamente (Figura leste (julho) e estação do Sul, referentes os níveis de 700, 500, 300, 200, 150 e 100 hPa. últimos médio média e alta da América pode ser mais extenso do Sul, o (1987) , o ramo conhecida como do que ramo movimento o subsidente estende-se desde o leste da Amazônia até o oeste da Africa, incluindo o O circulação nuvens enquanto (MOLION, Nordeste de Walker convectivas o ramo 1989). do Brasil. provoca e altas descendente ramo ascendente da intenso de desenvolvimento precipitações inibe a pluviométricas, formação de chuvas

(33) 13 01 . KI' 200:lllbzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONM wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJ ,o" o o :-? ,O" RO' .o" • c ..,.EDCBA 70· FONTE: KREULS FIGURA et alii (1975). 3 - Linhas de Função de Corrente Representando o Escoamento Troposférico de Julho (Inverno), Níveis de 700 a 100 mb.

(34) 14 N I I I 700 •• 11 ~~-"\zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA ~ ..-q CL 10' o O ."C 10' zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 10" ~. 10- 1 "" 10- •• •• 1'0' - "" 40" • ~ 10' ·O"L~~·~~'~O·~~T~O~·~~'0"----~'~O·----4LO-·-.~'WO' "r---~----,---~----~----~-__KJIHGFEDCBA ID' o +-__~~ __~ __~ __~~~ ~ 0~ __ ~~ ~~ --4 r. 10- FONTE: MOLION FIGURA 10- 40' • ~ (1987). 4 - Linhas de Função de Corrente Representando o Escoamento Troposférico de Janeiro (Verão), Níveis de 700 a 100 mb.

(35) 1 5 wvutsrqponmlkjihg A D IV t IzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA • zyxwvutsrqponmlk FONTE: GILL (1980). FIGURA 5 - Diagrama Esquemático Representando a Circulação que Resulta do Aquecimento Diferencial entre o Continente e os Oceanos no Verão. FONTE: GILL FIGURA 6 - Diagrama Esquemático de Walker. (1980). Representando a Circulação

(36) 16 zyxwvutsrqponml 2.1.1. Alta A da Bolívia circulação sul-americano induz níveis. convectivo, produz com a (1976), Na (1990) liberação descreveram sobre a América interação da do de Alta (1981), de o ar baixa da a dinâmica do Sul; o alii da térmica para a atmosfera, SCHWERDTFEGER (1983) aspectos tropical A variabilidade Bolívia, tanto intensidade quanto temporal Alta da precipitação da Bolívia Inverno da Bolívia enfraquece sentido Brasil a estação central mais úmida a variabilidade uma provável Gutman período a para o sul sua da Bolívia, Nesse MOLION sim, (1965), presença de uma a no Amazônia a Alta de verao terminando, no acontece relatou generalizada, por alta e que é, divergência 10 a 15 citados da período, intermitente, de está o norte, média (1990) isto da Quando setembro, vai à convergência e, para posição seca da Alta 1981). de forte espacial e leste torno leste. da Amazônia. de oscilação e Schwerdtfeger verificaram para associada contínua Em a estação da Alta níveis, atividade seca. e e KAYANO, na pOSIçao, distribuições setores a se mover (dezembro/fevereiro) em e se movimenta os sua estação começa as (KOUSKY (junho/agosto), experimentam altos com à associada na Amazônia. relacionada FIGUEROA importantes organizada diretamente e atmosférica convecçao em nos aquecimento circulação observaram pressao pressão, (AB). et continente forte latente Bolívia DIAS e e alta Sul, calor SILVA forçante sobre e divergência América denominada VIRJI forçada convergência à superfície atmosférica altos termal nos não apresentando dias (Figura VIANELLO sobre é um 5). (1981), os Andes

(37) 17zyxwvutsrqponml subtropicais na troposfera causada liberação pela Esses autores termal do pela muito 2.1.2. elemento com Amazônia, é localizada sobre superfície, de o circulação geral dinâmicos, induzidos montanhas regime da de sejam ao perpendicularmente Amazônia. ZCIT é formada pela que, progressivamente (HN), Norte da para entre ZCIT ventos sobre nem alísios. o o sul, os (HN) na e Sul sempre de para de abundância costa (HS); água, a na atlântica da dos sua agosto e ventos entretanto, com a a zona e LAMB ZCIT de A ou coincide HASTERATH a partir da precipitação. confluência Atlântico, meses próximo vapor de na a de favoráveis do importante chuvosa dos atmosfera, quantidade (ZCIT), convergência condições estação covergência de condensação da nordeste Dinamicamente, e da de dada Hemisférios costa atmosfera, Intertropical pressão as da geral na níveis maIS (ZCIT) equatorial. e grande de nebulosidade mostraram circulação de baixa nuvens A dos Intertropical propicia fator deficiência norte que de Convergência ascendentes, formação de o as precipitação baixos que movimentos banda que quase o Atlântico banda nos escoamento alísios efeitos mesmo da a a Zona uma é os de Convergência relacionado ZCIT que sensível. calor latitudes, nessas a e verao, troposférico. Zona é mais de no período latente influencia e situem-se Outro ZCIT que, montanhosa, porte escoamento calor comentaram cadeia grande de continente atmosfera superior, (1977) move-se posição-limite setembro, até

(38) 18 alcançar verão em a posição-limite do Hemisfério anos secos, Geográfico. desloca-se A de posição indicaram as ano atmosférica ano, nas de grande escala para Em mais que Atlântico normal. Para A relacionada 1972; mais dos alísios anos de sobre à circulação fica também ficam para interanual da Atlântico mais Açores) de intensos o norte de zcrT circulação à é bastante intenso o que relação do fica alísios da 1977). do Atlântico dos menos costa anos com mais de atmosférica dos o reverso: (Alta os ventos e o Atlântico a ZCIT normal, anomalias e anticiclone ocorre deslocada intensidade e HELLER, a maioria Açores) norte da circulação de nordeste, secos geral as anomalias de precipitação o da brasileira HASTENRATH para norte observacionais entre da enquanto variabilidade com que, chuvosos, subtropical o ligação atmosférica fortes, sul encontra-se zcrT elevada circulação estudos Nordeste desvios (Alta e os ventos do Atlântico a litoral associadas Vários uma no da estar e anomalias anos norte o sul. de mostraram a circulação intenso escala. grandes tornam-se no Equador propicia variações devem (NAMrAS, estudos normal, do chuvosos, escala encontrada Regiões da Amazônia subtropical de grande para a existência distinta. norte anos razões, atlântica média, 2°S), Aparentemente, ao em integrante de grande apresentam lado, é parte para precipitação Esses permanece precipitação, e de zcrT outro A ZCIT atmosfera, (aproximadamente dezembro/fevereiro. atmosférica de Amazônia. (HS) 0 S, 5° a 6zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQ próximo da costa nordeste do Brasil. circulação quantidade Sul, a Por sul zyxwvutsrqponml que o norte, deslocada anticiclone fica menos nordeste e a sua parece do ZCIT posição estar planetária,

(39) 19zyxwvutsrqponml associadas (ENOS), a eventos ou bloqueios fortes a anomalias do de escoamento do tipo escala EI Nino - oscilação sinótica, atmosférico sul resultantes (CLIMANALISE de ESPECIAL, 1986) .wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDC .' 2.1.3.JIHGFEDCBA El Nino As anomalias persistentes desse - Oscilação e atmosfera é do equatorial da Nível do reglao de Indico, desde Figura 7). O (PNM), baixa pressao a Africa estão intervalos irregulares América dos do Sul, fortemente que têm solução, precedem as grandes Nordeste e inundações durante o episódio e junho dois preocupado de cheias da Sul com do País, intensos elevadas (OS) ao e a o oceano (Quadro 2 estes dois e e ocorrem a Climatologia da pesquisadores, que problemas na Amazônia de ENOS 1992, que vários dos Sul anos. problemas é a compreensão no sobre da Austrália a sete Pacífico sudeste inter-relacionados interessantes aguardam de maio de da na Pressão Pacífico verificou inércia no Oscilação estende a anômalo (TSM) ("see-saw") se entre aumento 1983). sao duração e a enorme Mar o norte (1966) longa acoplamento o o oceano que até BJERKNES fenômenos Um balanço é ENOS A equatorial do entre eventos forte e KAYANO, a um a o Globo. El Nino (MOURA dada Mar ao Superfície leste é a denominação todo Pacífico oceano. Temperatura em devida e o oceano térmica (ENOS) relacionadas ocorrem fenômeno Sul ou secas como de intensas aquelas 1982/83 perdas físicos na que no ocorridas e nos meses agricultura

(40) 20zyxwvutsrqponml QUADRO 2 - índices de Oscilação Sul Anos Jan. Mar. fev.wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Abr. Ago. Maio Jun. Ju I. 1935 1936 1937 1938 1939 1940 1941 1942 1943 1944 1945 1946 1947 1948 1949 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979 1980 1981 1982 0.6 -0.3 0.9 0.7 1.7 0.0 -1. 1 -1.5 0.9 -1.0 0.4 -0.3 -0.6 -0.4 -0.9 0.5 1.3 -0.9 0.1 0.6 -0.7 1.2 0.4 -1.9 -0.9 0.0 -0.4 1.7 0.3 -0.5 -0.5 -1.4 1.5 0.5 -1 .4 -1.2 0.2 O .3 -0.4 2.2 -0.6 1.2 -0.5 -0.5 -0.5 0.3 0.3 1.0 -0.5 -O .1 -0.6 0.3 0.6 -0.6 -1.6 -0.5 0.9 0.3 0.5 0.3 -0.6 -0.4 0.0 1.6 0.5 -0.8 -0.7 -0.5 1.3 1.1 -0.4 -0.7 -1.5 -0.2 0.5 -0.5 0.3 -0.2 0.0 -0.5 1.2 0.8 -0.8 -1.2 1.4 0.6 -1 .5 1.5 0.5 1.2 0.8 -2.6 0.6 0.0 -0.5 0.0 1.2 0.0 0.6 -0.5 1.1 -1 .3 -1 .3 -0.8 0.3 0.5 1.3 -0.4 1.1 -0.6 0.5 1.8 -0.7 0.0 -O .8 -0.3 0.1 0.9 -O .4 -0.3 0.8 0.5 -2.6 -0.4 0.6 0.6 0.2 -1.6 0.8 -0.5 -O .1 0.0 2.0 0.1 0.2 2.1 1.1 1.) -1 .2 -0.8 -0.5 -1 .I -2.0 0.0 0.4 0.7 0.1 0.5 1.1 -0.9 -1.2 -0.5 1.6 -0.6 -0.8 -1.1 -0.6 0.2 0.3 1.7 -1.1 -0.8 -0.2 0.4 -0.9 1.1 0.0 O. I 0.2 O .9 1.1 0.0 0.9 1.7 -1.1 -0.7 -0.2 -0.3 -1).8 -0.5 2.6 -0.5 -0.4 1.3 1.5 0.2 -1.3 -0.9 -0.7 -1.6 -0.6 -O .1 -0.2 0.3 0.2 1.1 0.0 -1.3 -0.7 0.2 0.3 0.1 0.1 -1.1 -1.1 0.4 -0.6 0.5 -1.2 0.7 -2.5 0.1 0.8 l.4 -1.1 -1.3 0.2 0.2 0.2 1.2 O.O -0.2 O.O -0.6 -0.4 1.2 -O .3 0.1 0.9 -2.2 O .3 1.3 0.5 0.6 -1.1 1.3 0.5 -0.3 0.8 -0.6 -e .3 -0.5 0.2 2.1 -0.3 -2.6 -1.9 0.8 -1.1 -0.6 0.8 -1.3 0.2 -0.8 -1.6 3.0 -0.5 0.8 -0.5 -0.5 1.6 1.2 -0.4 -0.3 -0.9 -0.5 -0.4 0.5 -1 .5 0.7 -1.5 0.0 0.6 1.4 -0.2 1.1 0.2 -1 .7 1.2 0.1 1.7 -0.2 -2.3 0.4 0.6 -0.7 1.6 -2.5 0.0 0.3 -0.6 1.8 0.3 -1.6 -2.1 -0.2 0.2 -0.9 0.3 -1.1 0.9 0.0 -0.2 2.0 -1.4 0.4 -O .1 0.3 1.7 1.1 0.1 0.3 -O .5 O.4 0.1 -O .I -0.3 0.5 -2.} -O .1 0.0 0.6 -0.7 -0.6 0.1 -1.9 0.5 1.2 2.1 -1.2 -1.5 0.4 1.3 -0.2 0.8 -2.0 0.0 -0.9 0.1 1.1 -0.2 -2.1 -2.2 0.3 0.7 0.1 1.1 -0.6 0.6 -0.6 -0.6 1.1 -0.8 -0.4 -1.9 0.9 1.4 1.O -1.1 0.7 -0.6 0.5 -0.3 0.3 -0.4 1.4 -1 .3 0.3 0.4 -O .1 -0.6 0.3 1.4 -1 .1 1 .2 0.5 2.0 -1.5 -I .4 0.1 -0.7 -o .1 0.4 -2.7 Set. Out. Nov.EDCBA Dez. 0.6 0.2 0.0 0.8 -1.0 -1.9 -0.8 0.8 0.5 0.2 0.8 -1.6 1.1 -0.8 0.2 0.6 -1 .2 -0.3 -1.4 0.2 1.4 0.0 -1.O -0.4 0.0 0.7 0.0 0.5 -0.7 1.3 -1.4 -0.3 0.5 -O .J -1.0 1.2 1.5 -1.5 0.6 -O .1 -0.5 1.4 -1.8 -1.7 -2.3 0.7 0.8 -1.O 0.2 -1.4 -0.4 0.5 0.4 1.7 -1 .5 0.1 -0.2 0.1 1.5 1.9 -0.1 -0.4 0.3 -O .1 -0.8 0.9 -1.6 1.3 -1.2 -0.3 -0.2 -0.3 -1.4 0.8 1.8 -1.1 0.6 0.8 1.1 0.2 -1.4 -0.8 -0.4 -0.3 -0.7 -2.2 0.2 -1.5 -0.6 -O .1 -1 .O -0.9 -1. 1 -0.7 0.2 -0.9 -0.5 -0.3 0.7 0.2 -0.8 0.9 -1.0 -0.2 -0.4 0.1 1.4 0.1 -1.2 -0.6 0.9 0.6 0.6 0.2 -1.0 0.0 -1.8 -O .1 l.J 1.1 2.2 -1 .2 -0.9 0.0 0.1 -0.5 0.3 -1.9 -0.6 -O .1 0.5 1.4 -1. 1 -2.3 -1.1 1.4 -1.1 0.3 0.6 -0.8 0.4 -0.7 0.7 2.4 -0.9 -1.4 -0.6 1.3 0.9 0.9 -0.5 -0.8 0.8 0.7 1.4 O.O -1. 4 -0.5 0.0 -0.7 -0.5 - O .7 -0.4 -0.1 1.8 0.5 -0.4 2.9 -0.4 1.3 0.7 -1.6 -e .1 -0.6 -0.5 0.1 -3.2 0.0 0.3 1.8 O .1 -1.5 1.7 0.0 2.0 -0.5 -1.3 -0.2 -0.9 -0.2 0.4 -2.5 Continua ...

(41) 2 1 zyxwvutsrqponml t . 2, conzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA QUADRO - r- Anos Jan. Fev. Mar. Abr. Maio \983 \984 \985 \986 \987 1988 1989 -3.4 0.0 -0.5 0.8 -0.8 -0.2 -1.3 -3.5 -3 .2 -0.8 0.2 99.9 -0.2 0.1 0,6 -2.\ 2,J 0.9 0.0 -0.2 99.9 -2.0 1.1 1.4 \990 -0.2 0,0 1.\ 0.4 0.8 -\.J -\.4 -0.6 0.8 -2,4 -1.2 0.4 \.4 99.9 -2.7 0.0 Jun. Ju l. Ago. -O .5 -0.9 O. O -0.3 99.9 -1.8 1.\ 0,8 0.5 -1.2 -1.4 99.9 -2. 7 -0.3 0.8 0.0 Set. Out. Nov.EDCBA Dez. -0.4 0.9 -O .\ 0.\ 0.3 -0.6 -O .\ 0.\ 0.7 99.9 -1.7 1.4 0.0 99.9 -1.7 1.9 0,6 -0.8 -0.8 99.9 -0.7 1.3 0,6 0,1 0.3 -0.4 99.9 -0.3 0.1BA 99.9wvutsrqponmlkjihgfed -0,8 -0.5 0.0 1.9 -0.4 -0,7 -I. 6 1.1 -0,7 -0,5 FONTE: Climate Diagnostics Bulletin, Mar. 1986, Jan. 1987, 1988, 1989, 1990 e \991. Obs, Indice de osci lação sul é a direrença de pressão, ao nível do mar, entre Taiti e DarJin em relação ao desvio-padrão do CAC-EUA. Os valores positivos de IOS estão associados ao fenômeno Anti-El Nino.MLKJIHGFEDCBA E I 1983, o maior índice foi de -3,5, em fevereiro. 10 ._-- ' •• o ~ 11.0 lONGITuOf: FONTE: BERLAGE FIGURA e BOER 1&0 100 !aO to 100 W (1957). 7 - Campo Médio de Pressão do Mês de Janeiro. 10 o

(42) 22 e na esse economia tipo escala da região de estudo global, procuradas KAYANO, é em regiões óbvio que, MOLION, seqüência sobre uma 1990). A Austrália, Regiões e Nordeste nas Regiões sul do Uruguai, Equador. Igualmente, aconteceram valores episódio frio episódio quente. Em do 1983 dos sejam desconhecidas, definidos ocorrerá na uma precipitação subtrópicos: do Brasil, bem secas Sul e Sudeste Pacífico as como na central, precipitações bem relacionadas positivos na os norte de IOS intensas que ENOS. estão associados ao e negativos, ao os o EI Nino mais ENOS também estão configuração sao mais do forte do do século, mesmo superior intensas ventos alísios no Pacífico configurações de os bloqueio à associados escoamento Durante da troposfera também foram ano 1987). hemisférios. subtropical da leste do Peru e com o episódio tipo Anti EI Nino aconteceu eventos Os excessiva do País, o IOS foi igual a -3,5 em fevereiro (QU I N e NEAL, como persistente processo, e ser (MOURA e nos meses de maio e junho do ano de 1992 climáticas Os ambos devem da área afetada o com efeitos Argentina, variação causas em Indonésia,wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQP l nd i a , no Oeste da Africa e nas precipitação enquanto Meteorologia as iniciais parte dos trópicos Norte anomalias da natureza vez iniciado de eventos grande que bem distantes eventos ENOS, embora as causas indica 1990).zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTS É claro que exige aplicação pois 1983; (CLIMANALISE, troposférico, eventos é bem mais as variações equatorial, também são grande ENOS, o em jato intenso, assim regime de em baixos níveis. As mais no freqüentes em

(43) 23 certas regiões. leste e fortes que o sistema do no notou que, tende a ser Pacífico ser da sobre acima KAYANO (1983), Island com Sul que a fase e NEAL intensidades: forte, de dados seus de muito o severo mais implica uma e, da citados anomalias de PNM ao tende que implica América verificar de estações Pacífico, a Indonésia, leste (1957), (1928) última, o de a do extensão por MOURA e de e Easter selecionadas em todo 7). um eventos e Boer de PNM o que Pacífico, Para desde variações o oceano sobre mais WALKER nesta na costa do Brasil. estabelecendo série é alta oceano Berlage sobre sao estudada as Indonésia, correlacionaram (Figura para o com a normal da normal anomalias QUINN que a pressão da OS, o Globo do sido Indonésia. na região Região espacial e na baixa baixa e leste é alta precipitação Na (1973) Indonésia tem e é relacionada a pressão quando da sul quando maior contrário, pressão A oscilação século precipitação Sul por CAVIEDES de baixa o normal. começo pressao a observado dazyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA os ocorre quando a alta sutropical do Pacífico positiva o Foi critério muito fortes, deste esses moderados e quatro estudaram de forte, estudos 143 anos estudada, (1987) classificação moderado abrange estudados, inclusive século autores fracos o período foram o episódio (Quadro 2). encontraram Na ENOS, eventos de suas A série e fraco. de 1844 a 1987. registrados ENOS de série 38 eventos oito 1982/83, histórica 26 fortes,wvutsrqponmlkjihgfedcbaZ a moderados. BIBLlOTéC" DEPTO. ENG. AGR!COLA1 J..

(44) 24 2.2. Escala SinóticawvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Escala A comprimento de Vários do produção destacam-se autores com Sul quando duração impactos no meio 2.2.1. Brasil escala do oceano interagem Sul (MOLION, relataram com a que (SF) sistemas de enfatizaram e na que 1961; esses frontais. sistemas frontais a estação temperatura, produz severos PARMENTER, de massas 1976; polares pela Na maioria de sao e os esses ação sistemas dos os a e sua que de nos Andes América Alguns Andes frontais médias, provenientes ao atravessar 1986). nas sistemas imersos ondas, sobre pelas e, mesmo, latitudes atmosférica da e 3.000 km, e estão CLIMANÁLISE, o resultado vezes, Tais o perturbações o País das modificam-se sobre precipitação das latitudes. a circulação se deslocam todo baroclínicas 1987; que importantes em quase daquelas atmosfera dias mecanismos Dentre decréscimos mais da ordem Pacífico, com ou de friagens. as de ondas de oeste porém penetrações Frontais temperatura espacial ondas Frontais equatoriais. originam-se chuvas. (TREWARTHA, responsáveis de regloes Tais e frias rápidos por importantes a penetração a cinco entre atmosféricas, mudanças frentes ambiente Sistemas estão ventos três Sistemas sao nuvens regionalmente, Os caracterizada na Amazônia, 1976). denominadas, as ocorrem de RATISBONA, de descreveram Hemisfério invernal, é 1.000 km, que de dinâmicos sistemas, Sinótica se e do autores interação deslocam,

(45) 25 predominantemente, Pacífico, uma após cruzarem para ao longo sobre o de deslocamento os Andes, a atingir sobre a América dando origem vertical, regiões com latitudes leste tropicais. oceano em direção propagação da costa tropical seu trabalho, sobre de ultrapassam típica de da América do Durante a maior regiões dos Atlântico daquele do As também parecem da América Frontais pode (MOLION, 1987). no Norte durante de que NW-SE. sobre sistemas do as profunda (SFHN) o no é inverno oriundas A penetração perturbações a formação SFHS na Amazônia influência Hemisfério no nao na direção frio, ter do Sul. causar dos e mínimo especialmente induzindo subsinótica do GOES, praticamente temporal ar Frontais deslocamento convecção de causas 10 anos. Em dewvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSR que organizam das satélite orientados incursões o nas 1986). Sistemas período (setembro/novembro) hemisfério, escala um uma estudou imagens 25°, que subtropical, alísios, autor dos e observou de SFHS Norte, Sistemas as da precipitação (CLIMANÁLISE, na distribuição a latitude tropicais parte tropical, desenvolvimento na Amazônia, durante a 1984, diferença (julho/agosto). grande doEDCBA Pais Esse utilizou daqueles a convecção é a influência o Brasil na primavera Hemisfério maior (1986), (SFHS). 1975 muita com de e subtropical Sul SFHS O nómero pela precipitações dos período interagem OLIVEIRA do Hemisfério máximo Sul responsáveis altas existe do a nuvens-cómulos Segundo na leste, frontais à exceçao do inverno, esses sistemas do ano,zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA parte ventos para componente nordeste, ,Sul, chegando das oeste adquirem 'ao Equador, sudeste de no inverno campo dos transientes

(46) 26 Na Amazônia, formam-se e dissipam-se convectivas, células não haja mecanismos sofrem um crescem, formando continente A troposférico original médio. é muito A células formando formando do conforme do escoamento da célula levantando campo de vento à frente da surgemzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXW uma linha arqueada. circundam anel, as menores interior no frontal, convectivas um algumas qual descendentes um caso Essas células do depende das manhã, enquanto com relatou Quando o vento a célula original, uma MOLION 8 ilustra esse mecanismo nas regiões pela linha, a sua frente. Com no centro, Figura uma aglomerado, as novas células decaimento, subsidência ou linhas, de cúmulos-nimbos escala. como um minissistema as novas fraco, começa por meio As correntes úmido célula original, células um de O desenvolvimento de maior de seleção, aglomerados de e moderado, em forçantes funcionam quente diariamente. formação ou aglomerados normalmente, processo dissipam-se. ar grandes de região de (1987). formação de tropicais.MLKJIHGFEDCBA > NMLKJIHGFEDCBA (o ) FONTE: MOLION FIGURA (1987). 8 - (a) Célula Convectiva Convectiva: Vento Moderado (b) Célula Vento Fraco e X Região de Subsidência.

(47) 27zyxwvutsrqponml 2.2.2. Zona No de Convergência período nebulosidade, do Brasil, uma desde permanece de origem pode Zona permanecer consecutivas, em sua de A ZCAS do Sul. ela associadas, da ZCAS condições com ativa e, e estudo (MOLION, porque neste SILVA DIAS todo formação de um faz a ZCAS fique região, provocando enchentes na região e ao norte chuvas mais o do País. esse de ar sendo (ZCAS), a seis e semanas pluviométricos e, Dentre sobre que e ao norte da 9). a tem ZCAS intensa, configurando um sobre acompanhadas freqüentemente, a (Figura estacionária outros tempo centro-leste precipitação fenômeno a América de sul severa intensas, ativa Sul ao relataram ocorre que vem condições situadas freqüência, com e a massa alísios de estiagem (1988) para leste alísios ventos totais pelas caso, períodos da 1990). regiões último altura estabelecendo de quatro os ventos as de vezes, convergência grandes faixa continente Algumas os com a costa do Atlântico é importante que sul de períodos entre apropriadas alguma zona produzem ocorre bloqueio ao por atuação apresentam CALHEIROS e, Seu Esta até a Amazônia, de Convergência quando área Amazônia polar. o pOSlçao, entre sobre na sobre Atlântico. nessa uma NW-SE, da Amazônia o oceano passarem observada, satélite, se estende convergência após denominada que estacionário de modificados, de Sul sido sentido o oeste atingindo zona frio no 15° a 25°S, Sul-Americano, tem imagens orientada de sistema verao mediante freqüência, latitude de do Atlântico a de veranicos episódios mais

(48) 28 NMLKJIHGFEDCBA a ·\.... FONTE: MOLION FIGURA q - - - .- - - ':leI'" •• - zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWV MLKJIHGFEDCBA = zyxwvutsrqponmlk (1990). Representação Esquemática cos ZCIT, ZCAS e OL. dos Sistemas Atmosféri-

(49) 29 relacionadoszyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA à ZCAS, as cheias ocorridas no Acre, recentes, as chuvas março na intensas de 1988, Africa fazem ao posicionamento dependem própria formação CISK Janeiro, regime (CALHEIROS quadro o DIAS, chuva 1988). da muito se ZCAS intensa, automantém mediante Condicional de ligado rompimento a qual (Instabilidade de geral atmosférica precipitação, no mês anômalo e SILVA quanto Pacífico, da de do mesmo perturbação do oceano denominado parte deslocamento uma proveniente do Rio o recente da ZCAS o de região e, mesmo, do Sul Tanto na pela um processo de Segunda Espécie). CALHEIROS processos, atmosfera fazendo com da que mais fatores ZCAS, geral afetada. ZCAS troposfera recipiente mesoescala, nessa convecção latente, 1988). frentes que fatores gera tropical, no Atlântico Esse o os deixasse parece ser um posicionamento escoamento leste do continente longos uma Andes, no semipermanente períodos pressão são: de baixa conseqüente sul. Climatologicamente, e serve e vórtices manifestação com da horizontal cavado por região onda escala importantes uma na inclinação de baixa assim, grande Andes para da costa a mesma sistemas Outros dos os da estacionário, de grande próximo permitindo, região. continental, cavado das dos então que deslocamento atravessasse importantes RAO, a precença e de se uma A cordilheira possuindo (SATIAMURTYe favorece como um como até topográficos sul-americano, quanto Pacífico o sistema, afirmaram (1988) rompimento do gerando da DIAS interpretados viesse a região dos ser SILVA de tanto podem ZCAS, e o da de ZCAS aquecimento pressão, liberação e a de calor a ZCAS é mais

(50) 30 zyxwvutsrqponml atuante entre diretamente regiões meses do País, como e parte sul da abrilzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZY está e e chuvosa Sul, região de bloqueio meteorologia sinótica, por sua quanto Os bloqueios formação pressao, onde sao também os ventos sistema sistemas de importantes Sudeste, Amazônica Observou dos ainda Pacífico oceano Atlântico, menor que 16 dias. no HN, CASARIN bloqueio condições Nordeste e (SATIAMURTY e dias de 8,5 dias, prolongado temperatura de da e pela de de sobre dos 6 e a 10 no examinados no duração duram que as do atmosféricas a reglao que portanto, de e bloqueios determinadas anos CASARIN entre casos dos anticiclones por bloqueios em reglao afirmou permanência condições existência e estar relataram específicas precipitação bloqueio. os na alta propagaçao o HS, média de se estabelece, citado tendo, (1986) a ciclones e, dos em média, e KOUSKY sistema alta parece tanto associadas. bloqueio essa a duração 9,5 onde, de para bloqueios tempo um (1956), importante considerada, e impede estudos se caracterizam possibilidade alta papel de por frentes, Loon que ser Quando é de atmosféricas regime fenômeno Van um condições como como em seus oceano deve persistente 1986). provável dias. pelas de oeste. torna-se (1986), duração que conhecido transientes, KOUSKY desempenha caracterizados vêm (CLIMANÁLISE, Esse estação as Regiões na de novembro 1988). A situação o de à associada Centro-Oeste RAO, os de 12 a condições regime de regiões. indica anomalias abrangida a de pelo

(51) 31zyxwvutsrqponml 2.2.3. Radiação Os sistema uma dados ferramenta de Climático (CASARIN, existem nuvens onde à correspondente KOUSKY, bastante, é representam Estes onde difícil na representa mais mais positiva ROL mostra, convectiva e, provavelmente, Anomalias negativas região indicaram alongada de ao que pouca de convectiva (CASARIN latitudes pode variar ROL nebulosidade ou Entretanto, e, nas negativa de provavelmente, Uma anomalia menor atividade ou nenhuma no nuvens. de normal. até a informação nas anomalia forte a das anomalias de onde tem-se da Terra contrário, latitudinalmente, atividade uma que ROL topo superfície. convectiva intensa regloes tem-se as quantidade da Espaciais-INPE superfície que chuvosas, atividade precipitação de na no Centro América, vertical, relataram da do por Monitoramento Nas superfície afirmar temperatura tropicais 1981). nebulosidade, a temperatura feitas da de temperatura da (RASMUSSON são de Pesquisas autores variações variações ROL existe de Unidos desenvolvimento à anomalias Boletim Boletim e MOLION, temperatura 1986). altas, regiões não Estados Nacional de grande sao de pelo pelo radiation") as medições pelo KOUSKY emitidos e subtropicais mensalmente, correspondente regiões longwave tropicais dos longa estudo Atualmente, Instituto 1986; informação mais regiões transcritos do de onda para Climáticas e (ROL) ("outgoing e publicadas, CAC/NWS, Nas radiação 1983). Análises Longa poderosa nas CARPENTER, satélites e de Terra-Atmosfera precipitação e de onda -15 W/m2, Atlântico precipitação. sobre uma equatorial associadawvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPON à ZCIT e a sua

(52) 32 zyxwvutsrqponm migração para KOUSKY, 1986). o sul, Estes em relação afirmaram que, anterior sobre observadas até 2 -15 W/mzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA sobre a Bolívia e o Peru, indicando convectiva atividade de até possível 15 W/m2 diminuição dezembro. Essa FONTE: CAC/NWS FIGURA ia - de anomalias nessa sobre das descrição reglao negativas e anomalias o sul do Nordeste, chuvas naquela e evidenciada de Radiação do de ROL reglao, na Figura de Onda Longa. e Sul, de aumento de positivas de indicando (1988). Anomalias (CASARIN a América sao ROL ocorrências ao mês em relação 10. uma a

(53) 33 2.2.4. Corrente A de Jato Subtropical Corrente estreita da atmosfera, (maior concentrado ao os níveis em próximo do Equador forte frio zona de contraste localiza-se localiza à em ciclônica e contribui para ciclônica no virtude ocorre gerar cavado, Na em direção relacionada à direita da CJS 60 de mais a bem uma o ar o ar quente se do Sul, jato A da é aos pÓlos, No Hemisfério de e características região centro frias, corrente a temperatura lado direito um geralmente 1981). Na do cisalhamento. do entre (TPP), entre 30 da CJS, enquanto desta. latitudes frentes intimamente térmico. à direita esquerda vorticidade às da troposfera, A CJS está muitas localiza-se seguintes e decresce às 200 hPa, mais as alta próximo na vertical. a da tropopausa destacaram-se dentro como 100 de 110 km/h) horizontal, na ZCIT. Essa CJS de máximo aproximadamente (KOUSKY e KAYANO, atmosféricas: com o que se estendem superfície, de latitude jato, a cavados geopotenciais encontrando-se fortes, longo de um eixo quase com raízes associada, graus com ventos que 60 nós, relacionado subtropicais, (CJS)zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVU é uma faixa de Jato Subtropical intensidade vezes (CJS) existe vorticidade CJ. máxima (KOUSKY Este é fator vorticidade e KAYANO, 1981). 2.2.5. Fontes e Sumidouros Junto predominam à superfície (processos do solo, os processos nos quais se verificam diabáticos fornecimento e,

(54) 34 ou, retirada atmosférico 1981). de troca do atmosfera; caso da das solo, que fontes nas e se corrente zonal de grande principalmente, razao de dos irregularidades com sumidouros de (Charneye Eliassen, a relatou, 1949, ainda, dos para 2.3. Escala Subsin6tica Nesta escala, km. as ondas Dentre (LI) do essas sao processos livres, do da resultam, escoamento, em superfície. Tais continentais, e às fontes estudo em e aos diferencial VIANELLO, 1981). das significativamente a previsão calor do aquecimento regionais, de distantes forçadas da oceânica, o a instabilidade às elevações que para as variações pelo por a autores as ondas de As ondas citados climas importantes instabilidade que resultantes contribuem conhecimento e 500 reportou zonais superfície calor, estacionárias 100 os sofridos correspondem contraste autor forma, escala. efeitos Estes atmosfera, caracterizam que sumidouro dessa mecanismos irregularidades como de constantemente, de calor trocas as ar (VIANELLO, de 1991). da o for menor fonte atuará superiores (1981) originam solo e ALVES, sumidouros, VIANELLO se deslocam e camadas ao como o solo predominando, adiabáticos. tempo atuará que continuamente junto (VIANELLO posto sistema), o solo do ar este dos desprezíveis, que com contrário, atmosfera relataram pelo calor Se a temperatura temperatura calor calor Este perturbações para embora o melhor sejam também comprimento entre tempo. típicas perturbações e aglomerados têm estão as de cúmulos-nimbos linhas ou de linhas

(55) 35zyxwvutsrqponml de cúmulos-nimbos acerca de do comportamento escala Africa e da subsinótica o primeiro Atmosfera Para Global a dados Amazônia, adequados. não de alii, 1989; dados satélite, MOLION, sobre GOES água, durante W, nos mostraram instabilidade brisa que ou costa marítima, se dissipam na interior continente, dos Andes alii a do 1986, LI's, aproximado. para e o 400 em em seus velocidade categorias: graças à quando muitas estudos, que abrangem as dimensões de do continente km, linhas de de da instabilidade do ou continente a para que COHEN de médias tempo se dimensões se o cordilheira classificaram que de da e seu com de convergência o período instabilidade (LIP), satélites linhas horizontais autores et Camada- 48 horas. propagação de norte-nordeste vezes mais as COHEN se propagam por esses sido utilizando ocasiões, o interior LI's, interior e as (1989), costa a esparsos 1982; na de estudar têm os dados ativas linhas para e de vapor para de conjunto infravermelho alcançam Na Amazônia, um da 1977). HOUZE, dos se originam média Pesquisa Experimento certas Estas determinaram sua em duas costa. do da coletados I) e imagens atlântica, e permanecem (1989), (ABLE se propagam de ainda et alii tropicais dados (CAVALCANTI, COHEN canais com 1985; com estudos respeito atmosféricos o Primeiro que, (LI) Amazônia sistemas 1990). a disponível associadas a Amazônia E e GOES fonte radiossondagens coletados Limite existe de sistemas do Programa porém, de de leste, (HASTENRATH, A única número realizados (GATE) imagens e de foram experimento e a propagação superfície estrutura tropical formação da que e do Atlântico durante um bom ExisteJIHGFEDCBA (LCb). et 1979 das de vida as LI's propagam entre dissipam 170 na

(56) 36 zyxwvutsrqponmlk costa (LIC), amostragem com de analisadas, 16 m/s. 30 casos, foi Estes feitas Atlântico ou seja, (1989) enquanto as LIP casos, chegam a duração as linhas classificou como comprimento varia 1 por a 24 horas, entre zonal de Dessa podem têm estes a escala o sobre COHEN de 6 et a em 12 alguns (1975)zyxwvutsrqponmlkji Amazônia e Mesobeta, ser considerados atingir Africa, ORLANSKI 1.400 km forma, de 12,8 m/s. para duram na a 10° das LI's, dias. instabilidade as LIC 12 de 14,8 m/s LIC da escala de estimativas 9 e 15 horas; de até dois enquanto e com idêntico 68% das variam média encontraram de vida uma instabilidade de 20 a 200 km e sua duração iniciais, mesoescala que sistema 170 km de largura. estádios que das LI's ao tempo de de acordo cálculo média verificaram horas, de componente elaborou Quanto linhas (1985), uma a velocidade leste. estudou estão Para deEDCBA 170 km. uma velocidade e KOUSKY (1980) encontrando 268 determinada por MOLION FERNANDEZ espacial das cálculos longitude/dia, alii dimensão em o que temporal, de as de comprimento sistemas, como em sistemas após sinótica seus de seu deslocamento. CUTRIN e instabilidade chuvas que daquela COHEN sao caem responsáveis 45% das chuvoso MOLION e KOUSKY (1985) afirmaram que as final da propagando-se Lls, por aproximadamente de o período tarde, das linhas durante de instabilidade média contraste as paraense linhas do que no leste região. velocidade (1987) relataram para de 10° de térmico, as quais na Amazônia dentro do a noite reiniciar no continente, longitude/dia, durante podem formam-se porém conduz suas à atividades com a uma redução dissipação no dia

(57) 37zyxwvutsrqponml seguinte, quando se estabelece Afirmaram ainda que a distribuição 1.600 mm na região de Santarém, atlântica, e distribuição média mensal que KOUSKY a ocorre as marítima como uma LIts de satélite, interação superfície. precipitação de na entre LI e propaga-se da América como (ZCIT). observou LIs apresenta um deslocamento está mais organizada brisa frontais (Figuras marítima, que a região na direção causam quais se propagam de instabilidade a respeito da formadas no Convergência de formação norte-sul, das no mesmo indicaram que no período penetrações perturbações em que profundas em regiões no campo para oeste e, também, (MOLION, isto a a ZCIT 11 e 12). Além da convergência de ambos os hemisférios, Atlântico, LIP; no perpendicular instabilidade das LIts ocorre penetra cinco anos de imagens e na época da ZCIT. Seus resultados freqüência verificou uma do Sul e a Zona de Intertropical pela na Amazônia. médio em 850 hpa é linhas de costa responsáveis atlântica (1982), utilizando as da observacional, costa de mínimo 700 km realizou um estudo observacional litoral nordeste sentido seriam de precipitação quando o escoamento à costa. CAVALCANTI da anual distante (1979), em trabalho brisa continente maior da um máximo de 3.000 mm junto à costa e um mostra que o aquecimento 1990). de sistemas equatoriais dos alísios, do as dão origem às linhas

(58) 38 :~
(59) 39NMLKJIHGFEDC ) ) Id N \ r\::: =--:-::.-:- - - - ~..~ ~-::;-- 0 wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA .~ ~.-. .-.~'.-. f-. __ KJIHGFEDCBA •..••.......• MLKJIHGFEDCBA - f-_ .•• • OON -- ...... ~~ .. . t.;.;.••••.. .. I : - : - o - . ~ 10I- -.- _til- , Oos•JIHGFEDCBA~~ ••••• """I .•....•.. = .. • .r-:.> . ~:.::.r ... ~ .. ~ ~. ~ V &/IZ ...:...:.. BA ...••..••~.~ zyxwvutsrqponmlkjihgfedcba IU~ ~- .. " M I~ • :.:.: .,!!oa .a l1 I 11111 o.L. • " I d 'S I FONTE: INPE FIGURA 12 - Posição Geográfica Média do Eixo de Nebulosidade Convectiva, Indicativo da Posição da ZCIT. 2.3.1. (1989). Ondas de Leste deslocamento dos propagando-se de ondas v de nos em inclinação maior leste no da na (1976), estas para são linhas faixa oeste. tropical As OL, reconhecidas ao as pressão faixa na eixo linhas do tropical de fluxo do Globo. oscilam Globo, também configuração cumuliformes cavado ao do denominadas pela de corrente. atmosférica, no perturbações sao 9 e 12). As bandas relação que (OL) alísios (Figuras curvadas alísios, Leste ventos alísios, invertido campo de Ondas As e As OL longo Segundo superpostas de são apresentam formam-se dos ventos PETTERSEN ao fluxo

(60) 40 de leste, pressao no cinturão da onda, associando-se cúmulos o tempo acordo ondas de leste Atlântico, PETTERSEN é dominada anticiclone do VIANELLO e ALVES, Meso tem representantes os cúmulos-nimbos, geralmente sistemas precipitação nas Entretanto, daqueles ou desta sul, provoca dos alísios este para do Sul, as tropical do oeste. inverno. As Como marítima OL essa e pelo e, subsidênciazyxwvutsrqponmlkjihgfedcb 1984; advoga (RIEHL, 1954; CARVALHO, 1988; são as ou não intensas, média ocupou-se atmosféricos século tempo podem km. apenas da produzir descrição regiões equatoriais. frontal, com seus que Norueguesa", modelos interpretar que duração. importância a "Escola e latitudes. baixa que tenta local, de curta afirmou ainda 100 maior de nas de à circulação e modelos convectivas de mesoescala trabalho (1988) dos células porém de de grade, característico regiões a estrutura de meio escala convectivos as condições DIAS de de onda chuvas sistemas SILVA escala associados produzem Os mais configuração. faixa tropical et alii, comprimento Os há no tipo 1991). mesoescala, numéricos que a do e Microescala A produzem massa KOUSKY na tem direção inversão 1976; As nuvens freqüência, Atlântico de baixa chuvoso, na América principalmente, pela conseqüentemente, PETTERSEN, com região sobre (1976), deslocamento freqüentes, Na caracteristicamente destacam-se ocorrem, e seu mais reglao com é alísios. a tempestades. e cúmulos-nimbos de 2.4. ventos freqüência Ainda sao dos zyxwvutsrqponml frontais, os detalhes

(61) 41 dos sistemas em mesoescala, frias, de precipitação no contexto quentes e oclusas. hipóteses, inadequados conclusões errôneas (1986), citado melhorar por tais entretanto, análise nuvens para analisar de precipitação, enquadramento conciliar da útil está cuja essência baseado troposférico, se eixos (1986), que por é entanto, da SILVA DIAS o com essa que (1988). de escala tem sido transportadora", em importante aos das fazerJIHGFEDCBA um capaz fosse da primeiro seria escoamento e precipitação, relativos passos de mesoescala conceito "esteira nuvens que de Sugeriu, conceitual natural o mais à tarefa ataque que a Brownig alguns frontais, um levam fácil. ainda sinótica das apenas sistemas produz citado não relatou forma na melhor propôs-se novo frentes exagerada. em de das hipóteses, características identifica referências das as idéia de são, latitudes, utilizando- sistemas de Brownig A esteira transporta- quentezyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA é um mecanismo dominante em sistemas frontais, dora para se que autor No na pior apresentar escala no sistema. cópias modelos de um as observações centrada simples (1988), o O mesmo e médias dependência DIAS direção frontal. requisito e a uma se podia na de e, na SILVA baixas Esses modelos, que cambaleantes nas zyxwvutsrqponml região mostra tropical, um padrão e o levantamento de escoamento baroclínico de grande escala inclinado no sistema cavado-crista. MOLION dados e DALLAROSA de precipitação, uma comNMLKJIHGFEDCBA 11 anos de registro, anos, grandes mostraram rios que (1990), ao longo e outra as estações apresentam analisando totais ao da duas longitude longo de próximas pluviométricos às séries de de 56°W, o W, 60wvutsrqponmlkjihgfedcbaZY com 10 margens de 20 dos a 30%

(62) 42 inferiores aos das margens. Atribuíram fluvial, uma estações regiões onde os rios como pista para uma mais de 20 km das decréscimozyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONML à influência da brisaBA tal circulação afastadas zyxwvutsrqponml de mesoescala são que se estabelece em largos, é, suficientemente o vento (fetch) superior isto a 10 km. O ramo c descendente da imediações, provocando analisou cativo os perfis região aos indica nordeste noturno rio-floresta), coerente durante com relataram por que contraste área a ainda pressao, comprovam "mais região correspondente o período à rios do de noturno. Este 1988, nível na esta o pe rwvutsrqponmlk odos í Essa (sentido é circulação fluvial, descrita Estes autores induzida pelo e Amazonas experimento Negro, (Reserva Nacional de Pesquisas da florestas localizada ao a região floresta, a que sudeste os gradientes mudando balão troposférico (1990). existência a sudeste, de brisa Instituto sobre Concluiu circulação região diurno, a fria", situada os a região o ciclo Negro, durante da ao com Durante temperatura entre sudeste tipo é urna 1987 de baixo tarde. e DALLAROSA esta pertencente Amazônia-INPA), norte. MOLION do de durante da (1990) com escoamento escoamento o período térmico localizados Duck, um urna circulação posteriormente de um suas meteorológicos circulação floresta-rio), e de obtidos e Negro. e MOLION no período uma a presença e da manhã, rio chuvas. de vento Amazonas (sentido o os experimentos de rios sobre de IA e IIB), a presença próxima circulação a redução durante (GTE-ABLE e identificou localiza-se verticais e radiossonda da Amazônia de brisa de uma de área correspondente gradativamente situada padrão a de pressão de e alta ao rio para nordeste, escoamento a

(63) 43 confirmou a hipótese da presença de uma "circulação induzida" pelo contraste térmico entre adjacente. Os referidos autores ralataram, contraste Negro ordem período térmico e a temperatura de entre do ar sobre 6°C, no período diurno. a temperatura noturno, o rio e térmica floresta que ainda, do ar a floresta a zyxwvutsrqponmlk sobre o o rio é da adjacentezyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZ e de cerca de )0 C, no

(64) 3. MATERIAL No maiores da presente escalas região estudo, e suas Amazônica. das configurações duas maiores das pluviométricos dos níveis trimestres ativos, em que bem chuvoso, quando de como os o nível m, das dia de tempo como sistemas de determinação do clima e águas do 3 de julho 1). 44 atmosféricos, no clima dos a julho de local. elevados a totais elevação aqueles Enfatizaram-se Negro 1989 para de nas atmosféricos atmosféricos rio interpretação conseqüência, contribuições 1988 da sistemas amazônicos. deram duas sistemas os trouxeram, rios as influências analisar de novembro 29,42 Figura dos apenas portanto, pelos condições que para Tratou-se, e suas Procurou-se geradores analisaram-se interações geradas escalas E MÉTODOSzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPON estiveram mais período mais o 1989, alcançou na Amazônia, a cota máxima (QuadrosMLKJIHGFEDCBA 1, 3 e 4 e

(65) 45 QUADRO zyxwvutsrqponml 3 - Cotas do Nível do Rio Negro, no Porto de Manaus, em Relação ao Nível do Mar no Ano de 1988 Dias emEDCBA l. JuzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Set. Out. Fev. 12/1987 lan.wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Nar. Abr. Maio Jun. Ago. Nov. Dez. 20 50 t 55 t 60 t 65 t 70 + 75 t 79 t 80 t 97 21 05 + 13 t 20 t 25 t 30 t 37 + 47 + 57 t 67 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 22 07 t 15 t 23 + 29 + 35 + 39 t 43 t 47 22 51 Nédias 21 50 + 77 t 84 + 90 + 99 22 55 t 59 + 66 + 72 + 76 + 81 + 86 + 91 t 99 23 06 t 13 + 19 t 26 t 33 t 41 + 49 t 57 t 65 + 72 + 79 + 86 t 94 24 00 t 06 t 11 t 16 t 24 t J2 24 40 23 43 2443 + 48 + 52 t 58 t 61 + 64 t 66 t 69 t 73 + 78 + 80 t 82 + 83 t 84 t 85 t 86 t 90 24 91 24 91 24 91 24 91 24 91 24 91 t 92 + 93 t 94 + 95 + 96 24 97 24 91 H 97 24 80 24 24 24 24 24 24 24 24 25 25 25 + + + t + + + + t t + 97 91 96 95 95 94 94 93 94 96 98 00 02 05 07 10 13 16 19 23 27 31 35 40 45 50 54 25 73 t 79 t 83 t 89 t 95 26 00 t 09 t 18 t 27 t 35 + 42 t 48 + 53 t 57 t 61 t 64 t 67 + 70 + 74 t t + + t + t t t 58 t 63 27 + 25 68 t t + 27 25 17 79 92 85 87 90 97 01 06 10 14 18 22 26 56 27 25 t 27 t 30 t J2 + 34 t 37 t 39 + 41 t 44 t 46 + 48 + 51 + 54 t 56 + 58 t 60 + 62 t 64 t 66 + 68 + 69 + 69 t 69 t 69 + 70 t 72 + H + 75 27 78 27 78 27 56 27 76 - 15 75 75 - 74 - 73 - 72 - 71 - 70 - 69 - 67 - 65 - 62 - 62 - 60 - 58 - 55 - 52 - 5O 27 47 44 41 38 35 32 3O 28 26 21 17 13 27 53 27 26 25 24 24 09 04 99 94 89 84 79 7J 68 62 55 49 41 61 24 15 06BA 96 85 14 63 52 40 28 14 01 87 73 59 43 26 25 97 24 10 23 92 - 74 22 21 - 56 38 19 04 89 69 47 25 03 82 61 43 25 - 07 20 - 89 71 51 35 20 - 05 19 18 88 71 54 37 19 04 89 21 43 75 61 47 34 24 12 04 99 94 89 85 82 82 82 85 88 91 95 96 98 98 00 02 05 08 12 13 19 24 28 J2 18 36 37 t 38 + 41 41 - 38 - 35 - 31 31 + J2 + 34 t 37 + 40 t 44 + 48 t 53 + 59 + 66 + 73 + 91 t 89 19 02 t 16 t 26 t 37 t 46 +155 + 63 I- 73 19 84 19 93 20 10 + 20 t 29 + 38 + 48 + 59 t 69 + 79 t 89 + 99 21 12 + 19 t 27 + 38 + 46 t 54 t 61 t 68 t 78 t 89 t 95 t 99 22 03 t 01 + 11 t 19 + 20 - 18 - 17 22 16 18 08 18 76 21 18 - 17 - - 17 17 17 + t + + + t + 18 t t I- t + + t + 18 - JJ

(66) 46 QUADRO Dias s 1 2 J 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Médias o, 4 - Cotas do Nível do Rio Negro, no Porto de Manaus, em Relação ao Nível do Mar no Ano de 1989 Jan. 22 21 t t t + t t 22 + + t t t t t t t t 22 zyxwvutsrqponml 15 14 09 04 99 95 91 87 93 75 76 75 75 81 58 95 95 95 99 05 11 16 21 29 35 42 49 51 65 74 37 22 11 Fev. 22 23 t t t t t + + t + t 24 t t t t t t t + t t t 25 t t 25 96 07 17 27 37 47 56 64 69 77 85 93 01 10 19 28 31 46 55 64 14 82 83 96 04 12 19 26 24 14 Nar. Abr. 25 J2 t 36 t 42 t 47 t 52 t 56 + 61 t 66 t 11 t 76 t 81 t 86 t 91 t 98 26 05 t 12 + 19 t 24 t 28 t 32 + 36 t 40 t 45 t 50 t 55 t 60 t 66 t 70 t 76 t 80 26 84 26 t t 27 26 08 27 40 t t t t t t t t t t + +- t t t t t t t t + t t t t 27 83 92 96 00 04 08 12 16 20 23 28 33 38 41 44 47 49 51 53 56 59 62 64 66 69 12 15 76 73 80 Maio Jun. 21 82 t 84 t 87 t 89 t 91 t 94 + 97 28 01 t 03 t 06 t 09 t 11 t 13 t 16 t 19 t 23 t 28 t 32 t 31 t 41 t 44 t 47 t 50 t 54 t 58 t 61 + 64 t 67 t 71 t 75 28 79 28 92 t 85 t 53 t 91 t 95 + 99 29 02 + 05 t 07 t 09 tIl t 14 t 16 t 19 t 22 t 23 t 24 t 25 t 27 t 28 + 30 t 32 t 33 t 34 t 35 t 37 t 39 + 40 t 40 29 40 28 26 29 17 Se t. Out. Nov.EDCBA Dez. JuwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA r. Ago. 29 t 29 29 29 29 23 4O 41 42 42 42 42 41 40 39 38 36 J4 32 30 28 27 26 24 22 20 17 14 11 01 06 05 04 01 98 27 26 25 24 - 28 90 28 87 - 84 - 19 - 76 - 73 - 69 - 65 - 60 - 56 - 52 - 48 - 44 - 40 - 36 - 31 - 25 - 19 - 12 - 06 28 00 27 94 - 87 - 19 -12 - 65 - 58 - 51 - 44 - 36 - 28 27 21 28 26 28 16 25 54 - 94 12 03 94 86 78 69 59 49 39 29 18 06 95 84 70 58 41 36 21 09 96 83 68 52 36 20 - 05 23 89 - 71 23 5] 35 11 99 80 61 4J 26 09 92 76 59 45 33 23 15 08 02 98 95 94 94 95 96 99 01 01 01 02 03 05 05 21 08 t 11 t 15 t 20 t 26 t 32 t 38 + 41 t 46 t 51 + 57 t 63 t 69 t 73 t 79 +- 85 t 93 t 98 22 03 t 08 t 12 t 15 t 11 t 11 + 15 t 12 t 09 + 06 t 03 21 99 21 55 21 74 23 22 21 20 21 21 21 20 19 - 94zyxwvutsrqponmlkjih 87 80 72 65 56 48 40 33 26 19 12 03 95 90 83 16 69 64 58 51 4J 35 21 20 13 03 93 81 - 68 19 5S 20 82

(67) 47 Na elaboração temporais gicos, de dados do período conjunto de diárias deste meteorol6gicos de setembro informações e totais superfície, localizadas tuto Nacional ainda, Sul, globais e análises pelo pela Agência Europeu Centro na Amazônia, dados oriundas informações comportamento da circulação do Sul, altura região procurou-se analisar a existência mento dos centros co. Em 500 hPa, car a existência tura, com relação Nino intenso (1982/83) de 200 hPa, da da Bolívia conforme DIAS et alii (1983). Centro troposfera do vento, divergência nos níveis 850 hPa, comporta- e do Pacífi- procuraram-se e analisar descrever (AB) e da Corrente a Nino, o do Jato e KAYANO verifitempera- em anos e em anos de Anti-EI de verificando e o de temperaturas o sobre Campos Em do Atlântico de KOUSKY (NMCWS), descrever analisados. profundos procurou-se determinações para troposférico, cristas, produ- pelo e vizinhanças. foram anomalias e do (ECMWF). e média não-divergente, a No nível Alta da alta América dos EUA Prazo e anomalias de cavados Insti- numéricos (AJM) utilizadas semipermanentes nível da de modelos o escoamento de cavados, ao (QuadrozyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONM 5 e Figura 13). a Médio também de homogêneas pertencentes equatorial geopotencial de 850, 500 e 200 hPa, as séries do Japão foram Esse de 46 estações de Meteorologia de Tempo 1989. pluviométricas de ar superior, de Meteorologia Tais vento, e anuais séries e climatol6- de séries selecionadas Nacional de Previsão a América as de Meteorologia-INMET Utilizaram-se, zidos de 1988 a maIO mensais foram utilizaram-se de superfície abrangeu médios em que de estações trabalho, de EI 1988/89. comportamento Subtropical, (1981) e SILVA

(68) 48zyxwvutsrqponmlk QUADRO Estação J:: 82113 82410 82425 82326 82704 82610 82212 82336 82723 82331 82533 82825 82240 82915 82106 82807 82317 82353 82571 82191 82188 82765 82861 82568 82564 82445 82098 82562 82281 82178 82243 82668 82280 82141 82194 82361 82198 5 - Estações Meteorológicas logia na Amazônia dos Distritos Disme de Meteoro- Latitude Longitude Barcelos 00059'S 01 62°55'W Benjamin Constant 70002tWzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZ 01 04°2YS Coar i 01 04°55'S 63°05'W Codajás 01 03°50'S 62°05'W Cruzeiro do Sul 01 07°38'SEDCBA n040'W Eirunepe 01 06°40'S 69°52tW 02032t S Fonte Boa 01 66° 10'W i ara ItacoatwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONML 01 03°08'S 58°26tW 07015' S Labrea 01 64°50'W 60001 'w Manaus 01 03°08'S Manicoré 01 61°18'W 05°49'S Porto Velho 63°05'W 01 08°46'S Parintins 56°44'W 01 02°38'S Rio Branco 67°48'W 01 09°58'S 00008'S são Gabriel da Cachoeira (UAUPES) 67°05'W 01 70046'W Tarauacá 01 08°10' S Tefé 64°42'W 01 03°22' S AI tamira 02 03°12'S 51°12'W Barra do Corda 45°16'W 02 05°30'S 48028 'w Belém 02 01°27'S Breves 50029'W 02 01°40'S 47°28'W Caro Iiria 02 07°20'S Conceição do Araguaia 02 08°15' S 49°17 'w Grajaú 02 05°48'S 46°27'W Imperatriz 47°30'W 02 05°32'S Itaituba 02 55°35'W 04°16'S 00002'S Macapá 50003'W 02 Marabá 02 49°09'W 05°21'S Monte Alegre 02 54°05'W 02°00' S Cbidos 02 01°55'S 55°31 'w Santarém (Taperinha) 54°20'W 02 02°25'S são FéIix do Xingu 02 51°59'W 06°38'S São Luís 02 02°32'S 44° 18 'w 00043'S Soure 02 48°33 'w Tracuateua 46°54'W 02 01°05'S Tucuruí 49°43'W 02 03°43'S 45024 'w Turiaçu 02 01°43'S

(69) 49 ~ zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPO 1000 zyxwvutsrqponmlkjihgf 500 REGIÃO AMAZONICA 11m l fIGURA 13 - Rede de Amazônia. Estações Meteorológicas I do INEMETMLKJIHGFEDCBA na

(70) 50 zyxwvutsrqponml À Baixa bem superfície, pressões como Zona semipermanentes os Sistemas da América Quando pertinente, alta troposfera do Sul meteorológico foram prioritariamente foram oceano estudo (Figura Sul quecimento e intensificação FONTE: CAC As o para emitida da as Cristas e Pacífico, As sistemas a de Conver- os com isobárico. os conforme Cavados. a média condições e de atmosféricos convecção de e (TSM) suas IOS verificados ocorrida na o comportamento região do a intensificação em !ndice ou o de enfra- (Anti(El Nino), e frio quentezyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFED na região anomalias espaço do mar índices a convecção episódios 7). a Zona superfície com particularmente 2 e Instabilidade, (ZCIT), a esses Analisou-se (IOS), dos E I N i no) , da e com 14). de Alta analisadas. comparadas Pacifico Oscilação (Quadros associado de e do as relações o gradiente temperaturas anomalias (ZCAS), esturaram-se e com sistemas as Linhas Intertropical tempo As os do Atlântico Frontais, de Convergência gência no analisaram-se de do Pacífico radiação (ROL) foram de equatorial onda longa associadas à tropical. (1988). FIGURANMLKJIHGFEDCBA 14 Anomalias Dezembro de de Pressão 1988. ao Nível do Mar no Mês de

(71) 51zyxwvutsrqponmlk Usando 1.000 hPa, pressão norte cartas procurou-se sobre centro intensas. Esses produtos, (CAC/NWS, global de a análise no nível de 500 hPa, Ante-EI Niõo por Kousky, das de 1988/89, do (período de Manacapuru. foi variações de temperatura, de 1982/83 gráfico dados nos (Figura e preparado de dos diários portos 1), de Tefé, 1988/89, dos níveis atividades grade dos Manaus Coari cujo rios sistemas das e objetivo Negro e atmosféricos em estudo. 3.1. Análise Para troposfera utilizadas * as do trabalho· de o período numéricos longitude. um este chuvas em uma intensos ocorrida 1990) com as maiores na reglao pelo a Enfatizou-se comparar Solimões Negro, 1903 de baixa de preVlsao do campo séries de dispostos utilizou-se as rio estão de ENOS para período em as regloes de modelos por 2,50 em anos Analisaram-se o da sobre mundiais anomalias exclusivamente oscilações centros de latitude 2,50 Para durante e AJM), anomalias a predominância resultantes pelos ECMWF e as particularmente da Amazônia, e elaborados tempo de pressao verificar o continente, e globais globais das Cartas descrever e suas o comportamento relações as cartas Instituto de Superfície com o tempo diárias, Nacional da atmosfera horário de na significativo, 12 h TMG, Meteorologia Cortesia de E.V. Kousky, pesquisador do CAC/NWS, EUA. baixa foram elaboradas (INMET),wvutsrqponmlkjihgfedcbaZ

(72) 52 comparando-se as superfície 200 hPa com os de planetária atmosféricos essas cada nos as bem configurações atividades dos na escala cristas, ondas nos enfraquecimentos campos médios ram-se mapas disponível mais rados que posfera dos linhas de com a maio nos CAC/NWS, ainda, sistemas 500 e 200 hPa. o comportamento de de quais do atividades as condições foram suas também, Boletim Os séries dos a mês, as penetrações cavados Para e ou análise dos utiliza- Agroclimatol6gico, pluviométricos foram sistemas para influ- associar diárias, na baixa, as intensificações totais na e planetária a possíveis de tempo atmosféricos mês escalas de precipitação, INMET. nas particular, superfície atmosféricos. do em instabilidade, e decendiais encontrados relacionada 850, e respectivas pluviométricos sistemas foi de arquivos do pelos nas verificar sistemas as maiores produziram dade dos nos com desenvolvidos alísios mensais elevados, ao nível pressão frontais, sistemas 1988 hPa isobáricos, campos de 1.000 de Tentou-se, dos de Compararam-se regional. configurações e intensidade. campos procurando 500 encontradas descrever verificadas sistemas e continental, ências os de superfície, geradas procurou-se Descreveram-se as de geopotenciais sua de cartas de 850, setembro continental. como níveis configurações e anomalias níveis nessas (1983). KOUSKY VIRJIzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONML e configurações análises, sistema, de observou e as nos ao nível corrente), mensais visualmente, Com do vento também, médios escalas de conforme Compararam-se, verificadas isobárica linha 1989, campos campos (análise análises de configurações atmosféricos região. alta compa- A intensi- e média facilitar a tro- análise

(73) 53zyxwvutsrqponml dos sistemas continental e suas configurações Globais Para análise (TSM), cartas com planetária, médias com NEWELL globais relacionar episódio deJIHGFEDCBA TSM das anomalias de acordo procurou-se do escalas e local. 3.1.1. Análises mar nas do de temperatura (1979), CAC/NWS. as anomalias utilizaram-se Com de TSM com a na região tropical, dando do as cartas, essas Anti El Nino, no oceano Pácifico a convecçao da água ocorrência equatorial, à ênfase e região Amazônica. o critério meteorológicas históricas de que adotado de para superfície completas, seleção foi a 128 estações critério fossem reduzidas foi adotado e continental. ocorrência dos sistemas atividade de o período desse a apenas atmosféricos, sistemas que produziram fez 46. O em com mesmo escalas à mais ênfase no período que correspondeu séries de setembro critério Dessa forma, deu-se chuvas, daqueles de para os dados selecionados planetária intensidade existência compreendendo-se 1988 a maio de 1989. A aplicação estações das à de mais maior elevada as condições de tempo na região Amazônica. As séries pluviométricas mensais e anuais foram normalizados padrão. Tais desvios para identificar Com os gráficos fizeram-se diárias foram utilizados, períodos de maior ou do tipo histograma análises estatísticas, e os valores com base também, médios no desvio- como índices menor precipitação. e mapas de precipitação, que apontaram os meses e B'flUOTEC~wvutsrqponmlkjihgfedc DEPTO. ENG. AGRICOLA

(74) 54 os trimestres normais com chuvas mais elevadas que os valores climatológicos. Procedeu-sezyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA a análises e comparaçoes das precipitações médias das 46 estações pluviométricos mensais climatológicas, comparação referentes objetivou estações, encontradas trabalho, graças a os resultados das séries. 3.2. Análise de Ar Superior maior Para interpretações dos cartas de altitude para descrever interesse As campos a circulação varlaçoes zonais altitude tal para o e análises utilizaram-se sobre a as 200 hPa, região de na região Amazônica. foram obtidas pela análise dos à superfície. também, os campos de convergência e divergên- de vento, da temperatura Para das (12 h TMG). de 850, 500 e a convecção Proce- configurações nas atmosférica Tal da curva de dupla verificados, nos níveis-padrão e, em particular, Analisaram-se, cia. confiabilidade campos 1960. simplicidade, estudo da homogeneidade normais de cada uma com as o método e as positivos. de superfície aplicou-se Os totais de 1931 a de chuvas diárias sua praticidade das Cartas com os desvios nas cartas sinóticas Neste massa, comparando comparados ao período determinar também, à análise deu-se, 46 foram selecionadas. análise, e da pressão utilizaram-se cartas de (12 h TMG) , nos níveis de 850, 500 cartas essas de escala continental (INMET). diárias e de 200 hPa,

(75) 55zyxwvutsrqponml 3.2.1. Análises Para análises configurações, médias Globais em globais das Cartas da circulação grande escala, do NMC/NWS 3.2.2. "Grids" e JMA (1988/89), de Superfície pelos difundidas pelo diariamente, 15 h, forma, latitude resultantes podem-se características por (grades), Mundiais de e nesses cartas de níveis globais Meteorologia de comunicação obter, GTS, e recebidas, às 8 h 30 min e às dos sul Hemisfério bloqueios cavados convecção e Sul, instabilidade, da cristas tropical jato dos escalas global, e de outras na Amazônia. à comparaçao em particular, de sistemas das latitudinal dos anticiclones as sistemas também, subtropical, freqüência Dessa pelos semipermanentes do Pacífico, do escala, de sao detalhes, produzidas nas grades globais. maiores Procedeu-se, centros atmosféricos, e com de grande Essas numéricos transientes, configurações Atlântico longitude. das configurações e regional. comportamento de dos modelos perturbações continental dessas níveis sobre a Amazônia. pelo INMET em dois horários, de produtos ~. sistema cartas e de Ar Superior GRIDS Centros das horawvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA local. Essas informações chegam na escala 5° x 5° e os e as nos a atmosfera Sul e, em particular, Utilizaram-se produzidas atomosférica utilizaram-se 850, 500 e 200 hPa, para descrever sobre o Hemisfério de 850, 500 e 200 hPa da com o pressao do frontais do linhas de ITCZ, dos migratórios, dos perturbações geradas pela

(76) 56zyxwvutsrqponml 3.3. Imagens de Satélite Para maIor confiabilidade e análises do de ar superior, satélite setembro de GOES, das análises utilizaram-se canal superfície as imagens infravermelho, no 1988 a maio de 1989, recebidas, hora, pelo Instituto Nacional de de Pesquisas diárias período a cada Espaciais de meia (INPE).

(77) 4. RESULTADOS A análise acumulados 1989 da dos na estação foi comparada estação mostrou que chuvoso, (Figuras chuvosa o cerca E DISCUSSÃO pluviométricos totais chuvosa de setembro com as médias antecedente. período de 1988 a maio dos totais O resultado em estudo foi de 30% em algumas mensais pluviométricos da comparação sensivelmente estações de mais meteorológicas 15 e 16). Para algumas estações, na Amazônia ocidental, pr6ximaszyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA à calha do rio Amazonas (Manaus e Tucuruí), as chuvas ocorridas foram maiores bro-janeiro-fevereiro, (Figuras 17 e também, no número em que 30%, no trimestre relação à 18). Verificou-se normal que total de dias chuvosos por mês. 57 climatol6gica ocorreu entre dezem- acréscimo, 10 e 23 dias

(78) 58 600-,,----.---.-----------.-----.-. 500 400 E 300wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA E 200- 100zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFED O-fb== JAN 1_ FIGURA FEV 1987 MAR ABR MAl SET Meses OUT NOV DEZ IIIIII~~~_1989 I::' media 15 - Precipitação Média Mensal dos Anos 1989 e MC em Itacoatiara, AM. 1987, 1988, 500~-----------------------' 450 400 350 E E 300 250 200 150 100 50 O-Jb-=--== JAN FIGURA FEV MAR ABR MAl SET Meses OUT NOV DEZ 16 - Precipitação Média Mensal dos Anos 1989 e MC em Parintins, AM. 1987, 1988,

(79) 59 600-.r--500 400 E 300wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA E 200 100 FIGURA JAN FEV 1_ 1987 MAR ABR _ MAl SET Meses 1988 _ OUT NOV 1989 17 - Precipitação Média Mensal 1989 e Me em Manaus, AM. DEZ El media dos Anos I 1987, 1988, 700 -,,--------------------------------------zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 600 500 E 400 E 300 10:~~~ 200 JAN FEV MAR ABR MAl SET Meses BA _1988 _ LI~~i198i FIGURA JL OUT NOV 1989 18 - Precipitação Média Mensal 1989 e Me em Tucuruí, PA. D DEZ media dos Anos _I 1987, 1988,

(80) 60 As Figuras da precipitação tros, para dezembro, trimestres janeiro a precipitação, 22 na Amazônia, os facilitam Figura 19, 20 e 21 ilustram a distribuição setembro, e fevereiro, visualização durante a da verificados estão associdos de instabilidade 1 tO " . outubro em milíme- e novembro, março, abril e maio, que distribuição espacial da estação ilustra a distribuição totais pluviométricos da Amazônia com totais expressos média chuvosa na Os elevados e no estuário média anual. no nordeste às atividades A região.zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZ da ZCIT, às linhas e à brisa marítima.MLKJIHGFEDCBA .a o . EDCBA r-o-. 08"11 O"H wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXW o .- N 04"" 00" 00" ~BA 0"-. ar. o'" ~s I~ --: 115'" IrI ~o • FONTE: OBREGON FIGURA '1 0 4 . e NOBRE 1 0 ·. JIHGFEDCBA .0'" (1990). 19 - Média de Precipitação do Trimestre Novembro, período de 1981 a 1990. Setembro a

(81) 61 10". Q r ll 1e4'KKJIHGFEDCBA wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA or. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 0.-" 04"11 00" 00" 0.-' Q,..'BA ooos 011"1 MLKJIHGFEDCBA 1'1"5 t e ·· '~L .0 ·. JIHGFEDCBA 70·W e NOBRE _'li' 5"'. FONTE: OBREGON (1990). FIGURA 20 - Média de Precipitação do Trimestre Fevereiro, Período de 1981 a 1990. Dezembro a ,'. FONTE: OBREGON FIGURA --------- ------ - e NOBRE (1990). 21 - Média de Precipitação do Trimestre Período de 1981 a 1990. Março a Maio,

(82) 62zyxwvutsrqponm FONTE: OBREGON e NOBRE FIGURA 22 - Distribuição Média Anual da Precipitação Amazônia, Período de 1981 a 1990. 4.1. Resultados das (1990). Análises das Cartas na Pluviométricas Mensais Na maioria mês de setembro das regloes do País, as precipitações de 1988 estiveram do abaixo da média climato16- gica. Na Amazônia, precipitações variaram a dos atividade precipitação durante o mês de setembro entre 50 e 100 mm, quando sistemas mais expressivos (Figura 23a). Contudo, A distribuição com extremos desvios ocorreram durante foram de 25 a 100% inferiores lar, atmosféricos. norte e noroeste teve no norte da à média de região chuvas climato16gica. foi bastante da ordem de -25 a da região as as início índices o mês de setembro das precipitações negativos Os de 1988, irregu- -100 mm, (Figura 23b). no

(83) 63 55' 75° I 55° 45' zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA oo~zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 0° - IKJIHGFEDCBA 10° 1 0 °- 20° 30'~ 2Q' i 30' I r 75' (a) : 65° Precipitação 65° 75° 4: JIHGFEDCBA 55" 35' 0 observada total 35' ~5° ~5° ~o e 10' - [ I I I O°C- O' j 10' - ',0° I I 20' I , f -- 10' r. , /,7~,' '- ... --- I I ~~, •• I I I I ~ 30' 30° - I I ~ ~ 65' 75' (b) : Desvio, FONTE: INMET (1988). FIGURA 23 - Total -" em relação de Precipitação 4~' à média do Mês 3~· climatológica de Setembro de 1988,

(84) 64zyxwvutsrqponmlkjih o mês de outubro chuvosa em quase variam, geralmente, do extremo enciado norte, pelos No mês 20% sistemas (Figura 50 mm. e nordeste de entre ral e espacial novembro, aI. Estes 1988, das cartas aumento resultados pesquisadores bastante litoral e nordeste desvios positivos também, na maior Norte. estiveram da em região da ordem desvios parte áreas as chuvas de negativos localizadas estiveram (Figura 25a,b). acima progressivo de acordo os quais no de desvios tempo- setembro a de precipitação pluvi- com estudos alguns discutiram, variabilidade interanual importância para a Amazônia, destacando-se, e OBREGON A análise do trimestre a (1990) ini- do País de 100 a 400 mm, com de chuva, estão da região, e DALLAROSA influ- significativos propriedade, MOLION é as precipitações em algumas variaram 50 e 200 mm mostrou de chuvas chuvosa. da região, 50% da MC. Os valores positivos com exceção sul da região. a estação Em novembro estação pluviais do Hemisfério verificaram-se, o mês de novembro, de fato, centro índices Verificaram-se de -50 mm na parte cia-se, 1988, no centro, Entretanto, Para de da em média, o regime atmosféricos de outubro 24a). onde lento As precipitações 30 e 200 mm, Roraima, localizadas o início a Amazônia. entre da MC, com acima áreas toda marca de com das chuvas e NOBRE dentre (1990). bastante e sua outros,

(85) 65 10· '10' 20" 20" 30" 75" 65' 55' (a): Precipitação total 55" 35" 45' observada 35" 45- .J 1 0 . I I I I I MLKJIHGFEDCBA ~ O" O' I ~ 1(;~ I "l "l I I c wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA " I i -.~> 30"j II ~ iNMLKJIHGFEDCBA 7 e .- (b ): IN M E T FIGURA 24 - Total ' ' -~ I 6~" Desvio, FONTE: --1c__ em relação à média climatológica (1988), de Precipitação do Mês de Outubro de 1988.

(86) 66 75· zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 45" 65" 55" 35" 10· ZOOj r,BAwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 30"r~ ---'-----------~--L---L----'----------- 75" 45" 65" (a): Precipitação 75" 65· total 55" 35" observada 45" 35" l10" I "l 1 I O" 0'1 ! ~ ......j 10" 10" I I -< ! 20" 20· I • I I wt I -130" I I i I 7~" 65" (b) : Desvio, FONTE: INMET FIGURA 25 - Total 55" em relação 45" à média 35" climatol6gica (1988)" de Precipitação do Mês de Novembro de 1988"

(87) 67 ozyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA mês de dezembro é caracterizado por ser bastante chuvoso em quase todo o País. Na Amazônia, variam, em média, nas partes entre 60 e 400 mm, em precipitações áreas localizadas leste e baixo Amazonas. No mês de dezembro acima da Me, em algumas e no centro da região entre as 300 de 1988, as chuvas áreas situadas e seus valores número de dias chuvosos Janeiro a nordeste, toda a Amazônia, estiveram entre 100% noroeste (Figura 26a) as precipitações e 400 mm. Em quase foram positivos estiveram variaram os desvios 30 e 50 mm. O do mês ficou em torno de 10 e 22. é também um mês de estação todo o País. Na Amazônia, chuvosa as chuvas variam, em em média, quase de 100 a 400 mm na calha do rio Amazonas. O índice mês de janeiro de alcançaram parte da da mês chuvosa, 1989, fevereiro valores da Amazônia. análise precipitações dos localizadas e Madeira e na no parte brasileiro. Os da Em fevereiro 100% acima totais estação da Me em pluviométricos noroeste e 300 mm no litoral norte dos (Figura 28a,b). mapas do trimestre de 1989 destacaram-se com pluviométricos entre 200 e 700 mm nas partes do Amapá e Pará A faz estiveram e centro do Estado do Amazonas Estados totais também todo o território localidades chuvoso, (Figura 27a,b). as precipitações apresentaram Os calha dos rios Solimões de de quase Me. de 100 a 500 mm, em áreas do rio Amazonas O várias acima valores média estuário de 50% de 1989 foi bastante de chuva dezembro/88 dos demais mostrou e janeiro trimestres, que as e fevereiro por ter sido o

(88) 68 55' 65' 35' ONMLKJIHGFEDCBA 10· (a): Precipitação 75' €5' total observada 55' 35' O' O' 10' J 20' I -j 30' J 75' (b): 65' Desvio, FONTE: INMET FIGURA 26 - Total em relação 45' à média 35' climato16gica (1988). de Precipitação do Mês de Dezembro de 1988.

(89) 69zyxwvutsrqp '75· 65· . 4~· 10· (a): Precipitação total observada 75· 3S' 10· ·.; NMLKJIHGFEDCBA zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA (b ): Desvio, FONTE: INMET FIGURA 27 - Total em relação à média climatológica (1989). de Precipitação do Mês de Janeiro de 1989.

(90) 70 75' 45' zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONML 55· 55' O" O" 10· 20' BA 20" 30' 30' 75" (a) : 55' 65' Precipitação 75' total 65" wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSR 45' 35' observada 55' 35-· . 45" J10, "l C"f- O" I -'-
(91) 71zyxwvutsrqponml trimestre mais chuvoso 28). Observou-se, com totais do período estudado também, que as chuvas superiores ao do mesmo (Figuras foram mais trimestre 26 a intensas, da estação chuvosa dos anos de 1986/87. Esses estação resultados de atmosféricos, verao mostraram do também Hemisfério responsáveis pelas Sul, parecem ter tido (KAYANO et alii, 1990). De fato, a Alta da sua posição média convectiva tornou-se pulsação, resultando região, conforme relataram pode ver no Quadro totais MC, as precipitações áreas, ao norte, as chuvas positivos, nordeste estiveram que variaram nos rios Purus e Madeira O tante totais mensais migrou atividade freqüência de pluviométricos (1981), chuvoso foram superiores na como se variaram entre 200 e 400 mm, em e noroeste da região. em torno da média, central desvios (Figura 30b). e variaram nas partes central desvios 29a,b). continuou da 100 e 400 mm, em áreas foram positivos áreas localizadas (Figura e leste da Amazônia da Nas demais com também de 50% acima entre em toda a aEDCBA 50% aCima e no baixo Amazonas 100 mm, nas áreas situadas região sua de 50 a 100 mm, em áreas com índice zadas nas partes Os e mês de abril de 1989, na Amazônia, chuvoso, na 6. com totais pluviométricos situadas Bolívia KOUSKY e KAYANO O mês de março de 1989 foi bastante Amazônia: tempo intensificadas intensa e com maior em grandes da sistemas de atividades sazonal de verão, mais partir os condições região, para suas que, a (Figura entre bas- MC. Os locali30a). 50 e e nordesteNMLKJIHGFEDCBA da

(92) 72zyxwvutsrqponmlkj QUADRO 6 - Sistemas Produzir Período Atmosféricos que Contribuíram as Condições de Tempo na Amazônia de Setembro de 1988 a Maio de 1989 Set. 1988 Ou t. 1988 Nov. 1988 Dez. 1988 Jarr. 1989 de -I a -) -1 a - 2 -! a - 2 -I a - 2 -! a -2 Anoul ias de TSN/o C' -1 a -2 -I a - 3 -1 a - 2 2 a -1 Anoll i as de ROL' -!5W/Il -!5W/1II1 -!5W/1I1 -!51/1I1 Sistemas Atmosféricos AnolBalias PNN/hPa' para para o Nar. 1989 Abr. 1989 Maio 1989 -1 a - 2 -2 a -3 -2 a -2 -I, O -1 a -2 -I a -2 -1 a - 2 -I awvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIH -r -1 a ! -!Sw/ml -ISw/ml -!51/lItl -ISI/m1 9l1/15°S 0/2OOS 0/10° -0,6 25 ,so C -0,4 26,8°C 26YC fev. 1989 -ISI/1I1 O/4° li O/looll O/I 0° li O/1So BA KJIHGFEDCBA H 0/ SO li Anoul ias de TSN e TelBp. observadas' -0,8 24,0° C - t ,3 27,0° C -1,4 23,5°C -1,6 2J,5°C 24,JoC -0,7 25,soC H que chegou Uma Uma Cinco Ulla Duas Urna Quatro Seis Quatro FF que chegou ao Bras i I Oi to Seis Cinco Seis Quatro Cinco Seis Seis Quatro ZCIT osci lou entre 5 e lo o H eOe4°S" Seis 5° /I00N Cinco 5° /JOOlI Cinco )o/tooH Seis 4° S/6° N Sete 4°S/5°N Cinco OOS/4°N Cinco )DS/4°N Ci neo 2° S/4°ll Onze Cinco Três 2f/lfrt -! ,I !O ll/W S -0,2 à Al;azônia" AI ta da Bolívia" III Seis (5f/tfrt) Seis (5f/lfrtl 4M/5f e Jf/2frt 2Frt :~ ." * = ** = PNM = TSM = ROL = IOS = FF = ZCIT = N = S = T = Extraídos da literatura. Resultados deste trabalho. Anomalia de pressão ao nível do mar. Anomalia de temperatura da superfície do mar. Radiação de onda longa. lndice de oscilação sul. Frente fria. Zona intertropical de convergência. Norte. Sul. Temperatura. Obs. : Observada na superfície do mar. lU IXI Cinco O O S / 4 °H lU

(93) 73 60' S' 40' 45' 50' 35' 5' KJIHGFEDCBA i wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSR o' s- e- 10' 10" 15' IS' BA 20' 20' 25' 25' 30' 30" eo- 7S' 70' 65' 60' 5S' (a) : Precipitação 70' o __ ,-----./ O' _o 45' total 60' ~-----~ 50' 40' 35' 30' zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUT observada 40' 50' 35' -, ----r-o --~ o· 10' 10' IS' 20' 2~' 30' ----so- (b): 25' ---------- 75' 70' Desvio, FONTE: INMET FIGURA 29 - Total --+ i:"~ 65' em 60' 55' relação 50' 45" 40' à média !S" 30' 30" climato16gica (1989). de Precipitação do Mês de Março de 1989.

(94) 74zyxwvutsrqpon fld wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPO 5S 35' oe' ~zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIH 70' o 6!!' ~o ~' - ~' o' o' ~ ~ o' Ir! I!\' I~ 'lf)' 20' zS'BA 3 l! 30' fd 70" 7:1' ~ «I' (a) : Precipitação total observada 60' !5' --- ----- 5' o' - o' - ~. 20' -2';;' YJ' 30' L '-80' ~. (b): Desvio, FONTE: INMET FIGURA 30 - Total 70' -:-' 65' 6IJ' ~5' em relação ~. 45' .~. à média 35' 30' climatol6gica (1989). de Precipitação do Mês de Abril de 1989.

(95) 75zyxwvutsrqponmlk No com mês de maio menor Amazônia. pluviais centro do de Pará, entre com um trimestre cos acima bastante Tais te trimestre 29,42 m no dia 30% acima que resultados chuvas para 3 de julho nordeste da MC e os chuvoso, e a leste variaram ao do mesmo indicam em de no Estado 50 e mapas mostrou pluviométri- trimestre a terceira do rio Negro, de 1989. totais chuvosa do dos a contribuição a estação totais entre da análise com da localizadas março-abril-maio/89, provocaram o nível ocorreram e em áreas do Amazonas do trimestre de 1986/87. quando norte 31 a e b). O resultado ainda Essas regiões positivos da MC e superiores de cada precipitações 50 e 500 mm, desvios (Figura as foram do Estado precipitação, século, nas As precipitações e nordeste Amazônia. 1989, intensidade, variaram 150 mm de dos anos importan1988/89, maIor Manaus, cheia na do alcançou

(96) 76 ro' ,,' ",'NMLKJIHGFEDCBA ,,' 60' 6" AO' 40' " " O· O· ," ~ rf o! "," 10' zo· ..-\ \ - 20' :--- \------- , \ \ \ -\ \_t- , >o. \ - \ >o" 20' 80' \ \ 73' ro' 60' 65' (a) : Precipitação ' total .. observada .,' oc' ' 6" .. ",,' 00' ,,' ",,' " s o' o' " ! r;l If! ,,' I! '- zo' 20' 20' '~ 2! -- \, >o• .-------'30' td 73' (b) : Desvio, ro' 6" ...::/ ,,' 00' em relação .,' 40' !~• à média 30' climatológica (1989) . FONTE: INMET FIGURA 31 - Total de Precipitação do Mês de Maio de 1989.

(97) 77 4.2. Resultados das Análises das Cartas das cartas de superfície A análise que, durante fevereiro Amazônia ZCIT o trimestre de mais chuvoso, 1989, quatro sistemas (Quadro 6), embora esteve bastante de Superfície (12 h TMG) mostrou dezembro de 1988 a frontais atingiram a 15 tenham chegado ao Brasil. A ativa em torno da posição média de verãowvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA (00 e 3° sul) (Quadro 6); as linhas de instabilidade que se deslocaram Essas análises frontais, quando rito Santo sobre a reglao foram em torno de 12. e mostraram atingem litoral sul da Bahia, na Amazônia. dos Pacífico 1.020 hPa e que os o litoral norte do Estado perturbações oceanos também Os o sistema de alta pressão intenso e seu centroEDCBA teve estiveram com do Pacífico a posição média Espí- a essas semipermanentes centro em torno de 20° sul e enquanto do origem anticiclones e Atlântico localizados dão sistemas de oeste, 30° também esteve de 25° sul e 85° oeste, com centro de 1.022 hPa (Figura 32). É notável que seguem o comportamento no. Entretanto, quando acontece os padrões das esse comportamento o fluxo meridional para o Figura 32 trimestre ilustra período mostrou pressões sobre a Amazônia. muda com o no período corrente de inver- aquecimento, de verão, nos 33, 34 e 35). a análise mais chuvoso. a de do fluxo zonal, no período níveis 850 a 200 hPa (Figuras A linhas permanência média A análise de um de superfície isobárica sistema de desse baixas

(98) ,) wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA '----1 -10 oS le i fONTE: DNMET fIGURA -----' I ~ 1 .1 t±:: 1 M IN IS T t.R IO 1 INSTITUTO <. DA. NACIONAL KJIHGFEDCBA . / ~ r ; f . : : t._B~~ . :=t:-0&l ~ ~ tU - ",aR Ic cn, NMLKJIHGFEDCBA MLKJIHGFEDCBA T U R A DE METEOROLOGIA -,lFBA /Ir~ ,.d/-i":.zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPO (1989). 32 - Carta Média de Superfície 1988 a fevereiro de 1989. da Estação Chuvosa de 1988/89, Trimestre Dezembro de ~ ~

(99) 79 FIGURA 33 Carta Média de Ar Superior, Nível 850 hPa.zyxwvutsrqponmlkjihgfe

(100) 80 FIGURA 34 Carta Média de Ar Superior, Nível 500 hPa.MLKJIHGFEDCBA

(101) 81 r- zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA I I ! ;KJIHGFEDCBA J ó- - .~ /zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA co_ FIGURA 35wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Carta Média de Ar Superior, Nível 200 hPa.MLKJIHGFEDCBA

(102) 82 4.3. Resultados Para cartas dar maior de visuais das Análises consistência superfície e trabalho consta estudo, setembro mostrou, principalmente, intensos Sul. encontrada nas Dentre Alta da 1989, ocorreu (Figura que estiveram austral. estar associada ocorre, no verão, de contraste Alta da Bolívia convecçao que deslocamento convergência atividade de dezembro importante do sistema maior (Figura ZCIT, outono, no nebulosidade associada sua atividade de 1988 a para a mais março o associada de dos verao Alta da Bolívia contraste a da análise durante à 36 contribuição o continente (AB) térmico que e a atmosfera de maior a essas ou condições também que a atividade da 36) está associadazyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUT à mais intensa no verao na Atlântico Amazônia, frontais, linhas da AB esteve estiveram a na Amazônia Verificou-se ocorre do ressalta-se em análise (Figuras da AB entre os períodos dos sistemas intertropical em superfície também parece térmico. e estava entre o oceano, (Quadro 6). A pulsação intensidade ao sinóticos satélite ativos A intensa atividade parece menor mais Essa intensa no período 1989. de verão 36), quando nos meses análises do a ocorrida que foi o perído sistemas que de esses sistemas, Bolívia intensa os trimestres convectiva, 41). de que os sistemas imagens nas GOES. A série utilizada de imagens diárias Verificou-se GOES feitas, utilizaram-se 1988 a maio durante Hemisfério atividade de às análises altitude, das imagens do satélite presente mais das Imagens do Satélite de da zona de instabilidade sul-ZACAS concentrada associada convergência e (Quadro 6). nos meses de ao zona A de maior outubro a

(103) 83 zyxwvutsrqponm dezembro 6) . de 1988 e de janeiro No período em análise, dezembro (Quadro 6) e sua ra intermitente, apresentando dade, períodos quando Observou-se com o que, t_-T •...'I pulsação máxima pareceu de a quatro dois 'F'E , •.p parece _. :3-4~.. 1 ::!:::- 1989 ocorrer dias dias migrar há ocorrência IJ··-E'-'" IJ ;,-... de (Quadrowvutsrqponmlkjihg freqüência de 8 a 12 quando ~ sua duração sistema 'C a fevereiro de foi de de manei- consecutivos, de pouca para um sistema ativi- noroeste. frontal 1-::: : t1--t1 í::~: ...... ,»#_:0 FONTE: INPE (1989). FIGURA 36 - Imagem do Satélite GOES-E do Dia 10 de Dezembro de 1988, Alta da Bolívia Ativa sobre a Amazônia.

(104) 84 (Figuras 37 e 38) sobre AB contribui com grande brasileiro. Observou-se, fluxo de inverno zonal padrões normais, correntes a Região atividade que foi bastante o sistema comportamento do em relação aos de verão meridional o no Centro-Oeste atípico o fluxo comportamento ou Sudeste, convectiva também, enquanto tiveram Sul zyxwvutsrqponmlk e as (Figuras linhas 34 e 35) (QuadrozyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 7).wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 'T/It.lF'E,-r'p ~ FIGURA J:..tI r,BAc.:» 37 - Imagem do Satélite de 1988. :=:o-:-::~9~1b'Cj~1 *~~~;~dh:, NMLKJIHGFEDCBA u _ ~ ~ . .~.~«;:;:;.~. _ Ij _ _ _ GOES-E _ _ • do Dia 24 de i Dezembro ---_._-----_ BIBLlOlECA DEPTO. H~G. \_---- AGR!COLA .. I .

(105) 85 ', ,~>~wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA , , .JIHGFEDCBA .' lcr/INPE-CP fONTE: INPE fIGURA 38 - Imagem .
(106) 86 QUADRO 7 - Sistemas Atmosféricos Significativos que Produzipara o Condições de Tempo na Amazônia ram as 1989 e de Setembro de 1988 a Maio de Período 1952/53, de Oscilação Sul dos Anos dezyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYX lndíces 1975/76 e 1988/89 Set. Mar. Abr. lan. Nov. Out. Dez. Maio Sistem Fev. Atlosf érwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCB icos [988 1989 1989 1988 1988 1989 1989 1988 1989 850 hPa 11 AI t , 1500. Bloque. Corrv.(f) 500 hPa 11 AIt , 5500. FluIO FIUIO FIm Fluxo Zorral (A) Zonal (A) ZorraI (A) Med. (A) 200 hPa Anál ise" Alt , 14000. Esco. Zonal Sist. F Esco. Zona I Sist. f Esco. Med. Sist. 11 200 hPa Diverg. Alt , 140001 Esco. Zonal Conv. Esco. Zonal Conv. F Esco. Med. L Conv. Fr 10S, 1952' -0,3 0,1 -0,2 -0,4 -0,9 -o ,8 0,0 -0,8 -0,7 I. [oS, 1953' -1,4 -0,2 -0,4 -0,6 tO,l -0,7 -0,8 -0,2 -2,5 10S, 1975' 2,2 1,7 1,3 2,0 -0,6 0,5 1,1 2. !OS, 1976' -1,2 tO,2 ~0,7 -0,5 t 1,2KJIHGFEDCBA H ,l tl,3 tO,2 tO ,6 It f s/Bloque. Conv. [Frt] s/Bloque. Corrv.(F) s/Bloque. Corrv.(F) s/Bloque. Coov.(F) flUIO Med. (A) Flulo Med. (A) FluIO Med. (A) Fluxo Med. (A) fluIO Med. (A) Esco. Med. Sist. 11 Esco. Med. Sist. Fr Esco. Med. Sist. fr Esco. Esco. Med. Sist. 11 Esco. Med. Lat. Sist. 11 Esco. Med. Conv. Fr Esco. Med. Conv. Fr Esco. Med. Conv. fr êsco. Esco. Med. Corrv. 11 Esco. Lat. Corrv. 11 Bloque. s/Bloque. s/Bloque. s/Bloque. Corrv.(F) Corrv.(11) Corrv.(Frt) Corrv.(Frt) Med. Sist. 11 Med. Conv. 11 1,5EDCBA 0,5 !OS, 1988' 1, ~ 1,9 1,3 tl,9 ~1,1 -0,3 -0,8 +0,6 0,0 3. 10S, 1989' ~O,8 tO,6 tO,6 -0,4 -0,7 ~1,3 t2,4 +0,8 tO,6 • •• 1. 2. = = = = EItraídos da literatura . Resultados deste trabalho. Ano de Anti-EI Nino, el que ocorreu a laior enchente do século na Alazônia. Ano de Anti-EI Hino, el que ocorreu a segunda laior enchente na região. 3. : Ano de Anti-EI Nino, el que ocorreu a terceira saior enchente na região. A : Ativo. F : Fraco. 11= Médio. Frt. = forte. Bloq.= Bloqueio. Conv.= Convergência. Esco.= Escoalento. Sist.= Sistm. lIed.= Meridional. Alt.: Altitude. , = ApoIiladalente.

(107) 87wvutsrqponmlkjihgfedcb ,- .-" ~~.,_... ~.zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA FONTE: INPE (1989). FIGURA 39 - Imagem do Satélite 1989. GOES-E do Dia 6 de Janeiro de

(108) 88zyxwvutsrqponmlkjihgf INMLKJIHGFEDCBA N P E -C P GOE5~7 "89-032 FONTE: .1 2 : 0 0 INEP (1989). FIGURA 40 - Imagem do Satélite de 1989. GOES-E do Dia 1 de Fevereiro

(109) 89zyxwvutsrqponmlkjihgfedcb CP GOES·-7MLKJIHGFEDCBA 8 9 -0 FONTE: INPE (1989). FIGURA 41 Imagem do de 1989. - Satélite GOES-E do Dia 15 de Fevereiro

(110) 90 para A contribuição a intensificação deslocaram do jato subtropical dos sobre o Brasil, (entre 0° e 25°), durante Verificou-se bem definido em da (Figuras os anticiclones definidos, sobre ventos a 200 hpa dos oceanos mais Pacífico e o Nordeste intensos, a se frontais (Quadro 6). de a um Bolívia, e parte do sudoeste intensificação dos de 25° sul. No nível de 500 hPa, com suas contribuições sao sobre brasileiro 35 e 36), com a partir Amazônia que também há predominância para o noroeste ventos em altitude frontais os meses de primavera estendendo-se Amazônia concorreu num total de 19 sistemas que, no verão, anticiclone sistemas também e Atlântico sao para que ocorra do Brasil, atingindo mais convecçao assim como de 40 a 60 nós a os 20° sul. As anomalias da reglao tropical ao episódio observadas amazonense frio ram duas das maiores na Figuras precipitação estar associadas do tipo tanto Anti EI Nino sul, ENOS, como ocorreu ocorreram aconteceu do oscilação sul anomalias de temperatura equatorial nível máximo lado, a maior em 1953, quando tipo EI Nino, IOS no período nos anos em que acontece- cheias do século na Amazônia 1 e 42). Por outro região quente de 1975/76 e 1988/89. Esses episódios e parecem da grande escala quanto ao El Nino-oscilação de 1952/53, nos padrões (Quadro cheia do ocorreu um sendo o maior valor do registrado em fevereiro da superfície de do mar 1 século episódio índice -3,5 no e as Pacífico (TSM) de -1°C. Por ocasião desta maior cheia, das águas do rio Negro foi de 29,69 m. de o

(111) 91zyxwvutsrqponml enchente ocorrida oscilação sul foi em final da enchente. A TSM águas do rio foi Na maio, máximo das cheia ocorrida enquanto torial Negro 1989, o IOS foi de -2°C em janeiro confirmaram águas As m, no porto 3°C, 2,3 m. 0,6 e o e Por mm nível ocasião da de abril, no Pacífico equa- no mês do mar de índice de março 29,61 de o 1976, atingiu de foi temperatura que de 1,3 mm no mês de El Nino. 29,42 em de a anomalia valores Anti (IOS) no ano de fevereiro a a existência de um episódio do atingiram e -1°C rio de Manaus Negro (Figuras fraco o maio, de nível 1, 2 e 42 e Quadro 4). xwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA x oEDCBA '~~--~ __~~ __~~ __~~~ __~~~-,~~~~~ __~+--L~~ __~ o C .J ·1 Ü li) Q 1&.1 -- o IA! U i5 ~ l.rl 1W3 1174 ~ " •• un lU .• I.n '''Ó '" -4 I•• Z "" "" IMS li'" ,•• 1 "" ". 11110lem ANOS fONTE: BOLETIM ATMOSFERA DE ANOMALIAS NA CIRCULAÇÃO GLOBAL DA NOAA (1992). FIGURA 42 - Séries Anuais do índice do de 1972 a 1991. OCEÂNICA de Oscilação Sul, e da Perío-

(112) 92zyxwvutsrqponml 4.4. Resultados das Análises Os mapas médios o resultado Esse desses quando regional, sao referentes níveis, de 1988 e fevereiro chuvas regionais convecção de 850, 500 e 200 hPa foi o de maior atividade na Amazônia, intensas maior diárias (dezembro período atmosféricos mais dos níveis das análises aos meses de verão dos Mapas de 850, 500 e 200 hPa de 1989). dos se registraram sistemas também as em razão, provavelmente, produzida pelo maior da aquecimento da faixa equatorial. No nível de 850 hPa, observou-se dois anticiclones dos oceanos Pacífico forte atividade e Atlântico. dos Como era de se esperar, o escoamento neste nível tornou-se meridional e atmosféricos foram aproximadamente aos os sistemas encontrados na carta de superfície idênticos (Figura 33 e Quadro 7) . No nível de 500 hPa, nível nao divergente, mas atmosféricos bem definidos, dos oceanos observando-se região Amazônica. próprio dos meses de verão No destaque, esteve nível O fluxo teve de ativo, e Atlântico comportamento (Figura 34 e Quadro 200 hPa, estiveram contribuindo na região Amazônica meridional, 7). verificou-se, (AB), que com maior nesse nível para intensificação (Figuras A Figura 43 ilustra anomalias 35, 36 e Quadro do campo da ra do ar no nível de 500 hPa, em relação período siste- um ponto neutro na parte sul da o sistema Alta da Bolívia bastante convecção Pacífico os à série da 7). temperatutemporal de 1980 a 1981, entre 30° W e 40° W de longitude. no

(113) h 8, 86 es 90MLKJIHGFEDCBA 84 8Z 87wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 88zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA 83 89 \I 90' * li' )"",~~",~,,,,;,,' iC ,,C,BA "!,,/,(~ 'li"" '"i"I""A, "',,,,,":, '~i'" "4,,,(;,! I)"L ",~"I,)" , ""À"lt 80 ,), Ii Cortesia de E.V. Kousky, pesquisador pertencente ao CAC/NWS, EUA. FIGURA 43 - Anomalias do Campo de Temperatura do Ar no Nível de 500 hPa. (Kousky, 1982)*. -o (.N

(114) 94 Verificaram-se, ENOS intensos campo (1988/89), -2,0°C de sobre compressão uma negativas a referida em anos adiabática sul-americano, Molion precisa dos mecanismos resfriamento da média resfriamento verificado seria a divergência calor para as troposfera físicos altas, que Com levaram ao Quanto ao uma hipótese transporte desse associadowvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWV à perda radiativa. * da atmosfera, e Kousky·. (500 hPa). de calor, ou seja, o O não se tem ainda sobre o continente, latitudes mais na de em resultante e da forte subsidência os pesquisadores Anti EI Nino observadas. foi, possivelmente, no região temperatura foram aos anos de Anti El Nino (1988/89), idéia sobre a no campo de região EI Nino, positivas de sobre o continente intensos, com o que concordaram relação com núcleos de +1,8°C verificado ENOS de e 1986/87), anomalias contrariamente, anomalias aquecimento anos (1982/83 da temperatura, equatorial; até nos anos de ocorrência zyxwvutsrqponml Comunicaçãopessoal (pesquisadoresdo CAC/NWS e INPE).

(115) 5. CONCLUSOES No presente de 1988/1989 atmosfera, trabalho e suas atmosféricos com escalas das superfície 12 h TMG, global, como temperatura da longa índice (ROL), satélite Com constatar geral geradas planetária foi e suas das cartas pressao importante na Amazônia ao do mar de oscilação que a diárias, resultantes superfície relação indicam pluviométricas e de produtos climáticas chuvosa circulação as configurações obtidos séries de 12 h TMG com a na escala resultados conjunta de relações a estação da pelos relações menores. Os escala foi analisada caracterizando-se sistemas E SUGESTOES de das cartas de ar superior, de de modelos numéricos da nível (TSM), sul utilização do mar radiação (IOS) no monitoramento de e imagens das (PNM), onda diárias flutuações brasileira. às principais que: 9S cheias do século, pôde-sezyxwvutsrqponm

(116) 96 duas das maiores cheias ocorridas nas estações Amazônia, coincidiram de caráter chuvosas com de extraordinário, 1975/76 e 1988/89 frio tipo fenômeno do na Anti EI Nino; a maior cheia Amazônia, de caráter ocorreu extraordinário em ano de acontecida, fenômeno quente na EI Nino (1952/53); houveJIHGFEDCBA um Anti EI Nino desse foi - a período terceira deste fenômeno - as frio anomalias Pacífico 0,3, para das os no mês as anomalias torno tipo na e PNM, registradas -1oe de oscilação sul a 2,3, faixa no com o oceano e -30e e entre (IOS) no mês variaram de abril; equatorial, e estiveram em de -15 W/m2. chuvoso em estudo sua posição sazonal média tornou-se mais pulsação. Esta por pesquisadores. Dos motivo coincidiu entre período outros a cheia EI Nino; de novembro, de ROL, porém (1988/89), na Amazônia, No vectiva Brasil, século variaram índices 1974/75, normal; do Anti TSM equatorial, -1 a -3 hpa; de cheia acontecida do em considerada maior trabalho, intenso sistemas durante de verão intensa, observação o trimestre com concorda frontais, dentre mais a Alta da Bolívia e a atividade maior com con- freqüência resultados os quinze chuvoso, migrou obtidos ocorridos quatro de atingiram no a

(117) 97zyxwvutsrqponml região Amazônica, estação chuvosa. Nada colaborando que menos deslocaram-se sobre doze para linhas a região, no maIor de severidade da (LI ) instabilidade trimestre mais chuvoso em questão. A Zona turno, média também de esteve verão, Os entre estiveram e 250 sul associada com a situação Alta da Pacífico, sistemas Intertropical, Os das Terra-Atmosfera, convectivos; oceânicas; etc. não podem Muitos sos linhas físicos, em de como estudos melhor para nos anormal devem 300 e pela nebulosidade concordando forte Zona sua inverno. do da tornoucom superfície, que atuação Atlântico da e do Convergência de ocorreram escalas, campos considerados cheia do instabilidade. em diferentes ser no intensa anticiclones e processos e as mudanças conhecer mostraram o aquecimento/resfriamento a um evento de contrastando configurada dos e 200 sul de 850 à 200 hPa de dominante frontais, fenômenos seu poslçao sua do Atlântico torno chuvoso, convectiva sinótica e de por respectivamente. de satélite Bolívia em do nível verao a atividade torno semipermanentes climaticamente imagens em (ZCIT), 0 ' e 30 sul. 0wvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLK médio no zonal, As ativa, e 850 oeste, meridional situação Intertropical localizados O escoamento se maIS anticiclones Pacífico oeste de Convergência como no os ocorrido de pressão isoladamente, Sistema processos nas águas e temperatura associando-os da Amazônia. ainda ser as interações desses que se possam, com feitos com fenômenos sucesso, o intuito e proces- diagnosticar e

(118) 98 prognosticar nia flutuações brasileira. prevenir Tais anomalias mico-social, nas no condições prognósticos clima, em particular, atmosféricas poderão auxiliar nas no ser na Amazôúteis planejamento atividades para econô- agropecuárias da reglao. A exemplo anômalos, tantos estudados, dos visando mecanismos deste chuvosos estudo quanto a compreensão atmosféricos de caso, secos, e a de causa outros deverão conclusões e efeitos. períodos ser ainda objetivas

(119) BIBLIOGRAFIA

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