Inteligência organizacional e competitiva

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  Autorização para disponibilização concedida ao Repositório Institucional da Universidade de

Brasília (RIUnB) pela Editora Universidade de Brasília e pela Professora Kira Tarapanoff, com as

seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 3.0, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta. Granted authorization to release the Institutional Repository of the University of Brasília (ABSTRACT) by Editora Universidade de Brasília and professor Kira Tarapanoff, with the

following conditions: available under Creative Commons 3.0 License, which allows you to copy,

distribute and transmit the work provided that the author and licensor is mentioned. Can not

use for commercial purposes or to adaptation.

  Referência

TARAPANOFF, Kira. O contexto da mudança. In:_____. Intelgência Organizacional e

competitiva. Brasília: UnB, 2001. p. 51-58.

  

Kira Tarapanoff

  (O rganizadora)

  

Inteligência organizacional

e competitiva

EDITORA

BH

UnB

  O contexto da mudança Kira Tarapanoff

  A sociedade da inform ação8 não é um m odism o. R epresenta um a profunda m udança na organização da sociedade e da eco n o ­ mia. É um fenôm eno global, com elevado potencial transform ador das atividades econôm icas e sociais. A lgum as características e tendências dessa nova sociedade podem ser agrupadas dentro dos seguintes aspectos: nova ordem m undial/política; econôm ico/co­ m ercial/financeira; social/com portam ental. Com o últim o item in­ cluirem os tam bém alguns aspectos do novo paradigm a gerencial.

  A nova ordem m undial

  A nova ordem mundial ainda não está definida, mas, na opinião de alguns especialistas, com eça a ser possível distinguir um novo ciclo de crescim ento do capitalism o industrial, puxado pela tele- m ática e com a indústria am ericana dos sem icondutores com o e s­ porão (Oliveira, 1995). Presume-se que a nova ordem mundial seja capitaneada por um dos três espaços econômicos, considerados os laboratórios do pós-globalização, com form ação supranacional, já universalm ente reconhecidos, a conhecida T ríade: os Estados U ni­ dos, a Europa unificada (liderada pela A lem anha) e o Leste A siáti­ co (liderado pelo Japão e China). Estados fortes que se em penham em definir as estruturas territoriais e ju ríd icas da próxim a ordem m undial.

  

A lg u n s au tores e intelectuais afirm am que n ão se p o d e falar ap en as na so cied ad e da

in fo rm a ç ã o , m as ta m b é m n a s o c ie d a d e d o c o n h e c im e n to , n a s o c ie d a d e v o lta d a

para o a p re n d iz a d o e a té n a s o c ie d a d e b a s e a d a n a b io te c n o lo g ia .

  52 Kira Tarapanof f

  N essa sociedade, a inform ação assum e contornos de estratégia e de área de segurança, sobretudo m undial. D iferentes países, so ­ bretudo a T ríade, estão preocupados, desde m eados da década de

  1980, com a construção de políticas de inform ação com o estratégia de inserção na sociedade da inform ação.

  D iversos foros de discussão foram convocados in tern acio n al­ m ente para essa discussão, dentre eles a C onferência do G 7 sobre a S ociedade da Inform ação (B ruxelas, fevereiro de 1995) e a C onfe­ rência sobre a Sociedade da Informação e o Desenvolvim ento, cele­ brada em M idrand, na Á frica do Sul, em m aio de 1996 (U nesco, dezem bro 1996, p. 2).

  D iferentes países, sobretudo os m ais industrializados e tam ­ bém os em desenvolvim ento, estão preocupados, desde m eados da década de 1980, com a construção de políticas de inform ação com o estratégia de inserção na sociedade da inform ação.

  Há um consenso internacional em adotar a filosofia do “desen­ volvim ento sustentável” que visa à dim inuição da distância entre países ricos e pobres, até mesmo na distribuição da riqueza, e busca o desenvolvimento socialmente consciente (Unesco, m aio 1966). De­ fende-se a sociedade ju sta que deve contar com crescim ento econô­ m ico e so c ia l su ste n táv e l, su b sta n c ia l e c o n fiá v el (G a lb ra ith ,

  1996, p. 26).

  A “globalização” im põe-se, m as é um a questão discutida. E x ­ pressões com o “sociedade global da inform ação” e “aldeia g lo b al” são questionadas. A firm a-se que o conceito de “civilização g lobal” é um a visão tendenciosa, um sonho sectário de um a m inoria ex ­ trem am ente privilegiada, um grupo m uito pequeno dos habitantes deste planeta. A m aioria esm agadora não vive, não com preende e, m enos ainda, beneficia-se da globalização, em bora esteja de fato sofrendo suas conseqüências e seja direta ou indiretam ente afetada por ela de m odo efetivo e profundo (Q uéau, 1998, p. 198).

  À percepção da “globalização econôm ica” associam -se a g lo ­ balização política, a revolução da inform ática, a visão planetária em butida nas preocupações ecológicas e tam bém a globalização cultural. Esta últim a, principalm ente, acirra os ânim os e, contra ela, argum enta-se que a unidade do gênero hum ano não pode ser en co n trad a ap en as em um a relig iã o , em ap en as um a filo so fia ou

  

O contexto da mudança

  53

  m esm o em apenas um a form a de governo. D everia ser encontrada no difícil e paradoxal princípio de que a diversidade é, de fato, mais necessária para a unidade do que a própria unidade. A m ulti­ plicidade esconde e revela a unidade (Q uéau, 1998, p. 205).

  O conceito da globalização sofre m uitas críticas. A lgum as delas, além das anteriorm ente destacadas, são de especial grav id a­ de para os países em desenvolvim ento:

  a) A volatilidade dos fluxos financeiros internacionais coloca em risco perm anente a estabilidade econôm ica dos países em desen­ volvim ento, diante da possibilidade de súbita sangria em suas reservas. Esses governos são forçados, com todas as co n se­ qüências negativas decorrentes, a acum ular am plas reservas para que possam defender as econom ias nacionais das v aria­ ções abruptas do m ercado financeiro.

  b) A globalização não dissolve as fronteiras nacionais, m as as reconfigura, e força as funções internacionais do Estado. O que se arrisca é a jurisd ição dos Estados m ais fracos política e eco ­ nom icam ente. Põe-se em risco a questão da soberania.

  c) G era com petição de form a aguda entre os governos nacionais, por m eio de incentivos legais e fiscais que atraiam o capital in­ ternacional. D entro de cada país, os estados e m unicípios ado­ tam , igualm ente, padrões de com portam ento com petitivo cada vez m ais intenso.

  d) O que está realm ente globalizado são as relações entre as elites financeiras, industriais e científico-tecnológicas, excluindo-se, assim , desse processo, as cam adas periféricas m ais pobres.

  e) A globalização pode trazer a fragm entação, ou seja, acirra o hiato entre o centro e a periferia, entre os Estados e dentro d e­ les (G rum bach, 1997, p. 14-15).

  f) O m ercado não está preocupado com a redistribuição social.

  Q uestões sociais im portantes, com o a educação e a saúde b ási­ cas ou a m anutenção da paz social ou até m esm o da paz in ter­ nacio n al, são tra n sfe rid a s p ara a esfera p o lític a (Q u éau , 1998, p. 200).

54 Kira Tarapanof f

  Da m esm a form a com o se questiona a globalização, questiona- se a sociedade da inform ação e do conhecim ento baseada nas tele­ com unicações e na infra-estrutura tecnológica, que parece não alcan­ çar a todos com o requereria um a sociedade justa.

  A nova ordem econôm ica

  G lobalização é o term o que descreve, sobretudo, a ab rangên­ cia, em âm bito planetário, do sistem a econôm ico de m ercado e do sistem a capitalista, que se tornou possível com o fim da G uerra Fria. A globalização, supõe-se que:

  a) reorganiza o sistem a político e econôm ico internacional;

  b) aprofunda a internacionalização da produção;

  c) estim ula a recom posição do sistem a produtivo;

  d) torna m óveis o capital e a tecnologia;

  e) alterna a qualidade e as m odalidades dos fluxos financeiros e tecnológicos; f) alterna o fator trabalho e as condições de em prego. O m odelo econôm ico m undial atual tem com o característica o desenvolvim ento e a difusão do novo paradigm a tecnoeconôm ico das tecnologias da inform ação.

  A intervenção significativa dos países no paradigm a tecn o ló ­ gico cessou com o térm ino da G uerra Fria e da corrida espacial. A tualm ente, os atores que definem o perfil do paradigm a tecn o ló ­ gico são as grandes corporações em busca de m axim ização binô- m io-preço (D upas, 1996).

  O m ercado internacional da tecnologia repousa, nesta virada de século, na m icroeletrônica. N este m ercado, não existe zona m ais quente que a Internet, em bora outras propostas estejam apa­ recendo no m ercado, baseadas na tese de que o futuro está com a rede, e não com o com putador, tal é a proposta da Sun M icrosys­ tem s, que lançou a linguagem Java, concebida sob m edida para

  55 O contexto da mudança

  N esse contexto, o virtual ou o digital se torna um padrão eco ­ nôm ico. A tecnologia possibilita o advento da organização e a oferta de serviços virtuais, e a nova sociedade centra-se na p resta­

  ção de serviços e na atividade supersim bólica (T offler & T offler, 1995). A econom ia torna-se global, com um m ercado m undial do­ m inado por bens e serviços intensivos em conhecim ento (aqueles em cujo custo total a parcela correspondente ao trabalho intelectual criativo é significativa em face do custo dos dem ais insum os).

  A nova ordem social

  A com petitividade dos setores produtivos e dos países passa a depender m ais da educação e do preparo de seus trabalhadores e povo e de sua capacidade de gerar e utilizar conhecim ento e inova­ ções.

  O digital torna-se o padrão que afeta a sociedade m ediante o entretenim ento dom éstico, a energia e as telecom unicações. M ú lti­ plos serviços que passam por cabos de cobre, cabos de fibra ó p ti­ ca, m icroondas e satélites transform arão a vida dom éstica.

  A realidade virtual propicia o aparecim ento da nova geração 110 social, a que navega ciberespaço, geração esta que hoje está com a idade entre 2 e 22 anos, usa a internet para com unicar-se, inform ar-se, divertir-se, fazer com pras, explorar, gerenciar finan­ ças e aprender (T apscott, 1997).

  A tecnologia da inform ação pode ser usada com o veículo para ajudar a elim inar desigualdades econôm icas e sociais. A s ferra­ m entas das tecnologias da inform ação e suas aplicações podem oferecer oportunidades que transcendem barreiras de raça, gênero, deficiência, idade, capacidade financeira e localização geográfica.

  N o entanto, de acordo com o Relatório sobre o desenvolvi­

  

mento da telecomunicação mundial de 1998, publicado pela U nião

  Internacional de T elecom unicações, afirm a-se que há vastas con­ centrações hum anas sem acesso aos serviços básicos de telecom u­ nicações (Q uéau, 1998, p. 199).

  Esta afirm ação é verdadeira para o B rasil e para a A m érica Latina também, como questiona Hugo Sanchez (1998). Em sua obra,

56 Kira Tarapanof f

  o autor oferece-nos um a visão crítica sobre o im pacto das tecn o lo ­ gias da inform ação e das com unicações sobre a sociedade latino- americana. Presta particular atenção sobre as grandes transform ações ou movim entos que afetam os Estados, territórios, grupos étnicos, indústrias e organizações, com o conseqüência do vendaval tecn o ­ lógico, de com unicações e cultural, proveniente dos países m ais industrializados, sobre a região latino-am ericana, e conclui pela não-existência da “ aldeia global” .

  P arad igm as gerenciais

  Toda a m udança, para que seja im plem entada, depende da gestão, do management. N o entender de alguns autores, a ciência do século X X , que m ais contribuiu para o progresso hum ano, foi a ciência organizacional (D e M asi, 2000).

  Foi o desenvolvim ento dessa ciência que possibilitou o fo rta­ lecim ento de cada atividade, cognitiva e operacional, a um nível desconhecido em todas as épocas anteriores da história, dentro e fora dos locais de trabalho. M ilhões de hom ens e m ulheres na p rá­ tica cotidiana, m ilhares de especialistas em suas profissões, p artin ­ do das grandes descobertas de T aylor e Fayol, passando pela adm inistração das relações hum anas (1930), da pesquisa o p eracio ­ nal (1940), do planejam ento estratégico (1950/1960/1970), da qualidade total em estilo jap o n ês (1980) e da gestão da inform ação e do conhecim ento (1990) revolucionaram o m odo pelo qual os seres hum anos organizam seus próprios recursos e aum entam seu rendim ento.

  Foi a gestão que introduziu as novas tecnologias nos locais de trabalho, nas casas, nas diversões. Foi a gestão que criou as em p re­ sas em rede, as m ultinacionais, os distritos industriais, a glo b aliza­ ção da econom ia e, conseqüentem ente, a universalização de gostos e de costum es.

  O principal objetivo da gestão é potencializar recursos infor- m acionais de um a organização e sua capacidade de inform ação, ensinando-a a aprender e a adaptar-se às m udanças am bientais com

  57 O contexto da mudança

  vin, 1993)- A gestão da informação, aquisição, arm azenam ento, an áli­ se e uso provê a estrutura para o suporte ao crescim ento e d esen ­ volvim ento de um a organização inteligente, adaptada às exigências e novidades da am biência em que se encontra.

  No território do management, há um intenso debate sobre as m udanças fundam entais em andam ento para as organizações, d en­ tre elas, a globalização, a desregulam entação e a privatização, a volatilidade, a convergência, as fronteiras m enos definidas entre os setores de atividade, a prevalência de padrões, o fim da interm edia­ ção e a nova consciência ecológica. Fatores estes que devem ser adm inistrados sim ultaneam ente. O im pacto dessas m udanças vai afetar as em presas de m aneiras diferentes, m as tais em presas d ev e­ rão esta r a ten tas às tra n sa çõ e s in te rn a c io n a is, às a lia n ça s te m ­ porárias, bem com o enfatizar a velocidade e reavaliar o m odelo em presarial usado. D everão ainda rever as com petências essenciais da organização, in co rp o rar novas tecn o lo g ias aos n eg ó cio s tra d i­ cionais, m udar as equipes e aprender a transferir com petências es­ senciais entre unidades (Prahalad, 1999).

  Para entender as m udanças e com o elas afetam a organização é preciso, antes de m ais nada, entender o conceito e o contexto organizacional, assunto a ser tratado no próxim o capítulo.

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