André Luiz do Vale Soares

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  19/04/2013

  1 Comércio Eletrônico – Definições

e Conceitos

  André Luiz do Vale Soares Definição 

  O comércio eletrônico (CE) é a realização de toda a cadeia de valor dos processos de negócio num ambiente eletrônico, por meio da aplicação intensa das tecnologias de comunicação e de informação, atendendo aos objetivos de negócio. Definição 

  Os processos podem ser realizados de forma completa ou parcial, incluindo as transações negócio-a-negócio, negócio- a-consumidor e intra-organizacional, numa infra-estrutura

predominantemente pública de fácil e livre acesso e baixo custo. Pontos de Vista: 

  De uma perspectiva de comunicações, o CE é a entrega de informações,

produtos/serviços, ou pagamentos por meio de linhas de telefone, redes de

computadores ou qualquer outro meio. Pontos de Vista: 

  De uma perspectiva de processo de negócio, o CE é a aplicação de tecnologia para a automação de transações de negócio e fluxos de dados. Pontos de Vista: 

  

De uma perspectiva de serviço, o CE é uma ferramenta que endereça o desejo das empresas, consumidores e gerência para cortar custos de serviços, enquanto melhora a qualidade das mercadorias e aumenta a velocidade da entrega do serviço. Pontos de Vista: 

  De uma perspectiva , o CE provê on-line a capacidade de comprar e vender

produtos e informações na Internet e em outros serviços . on-line Pontos de Vista: 

  De uma perspectiva geral, o CE pode

ser definido como a compra e a venda

de informações, produtos e serviços por meio de redes de computadores.

   É o suporte para qualquer tipo de

transações de negócio que utilize uma

infra-estrutura digital, o que coincide com o uso mais abrangente que algumas empresas fazem do CE.

  

Estratégia de Gerenciamento:

  Sistemas de CE podem ter valor significativo como uma alavanca para novas estratégias de gerenciamento de clientes, principalmente porque eles:

   Conectam diretamente compradores e vendedores

   Apóiam troca de informações totalmente digitadas entre eles

   Eliminam os limites de tempo e lugar

   Apóiam interatividade, podem adaptar-se

dinamicamente ao comportamento do cliente

   Podem ser atualizados em tempo real, mantendo- se sempre atualizados Tecnologias de CE 

  As tecnologias de CE não estão restritas à Internet e WWW, pois também são consideradas todas as tecnologias de

mídia interativa, isto é, a combinação

de um meio inteligente e o suporte de dados em multimídia (texto, som, figuras, vídeo, etc.), conectados em uma rede aberta. Diretrizes de CE 

  As diretrizes de CE são orientadas para tecnologia e para negócios, sendo que estes últimos têm sido muito vagos. O usual é avaliar uma nova tecnologia num contexto antigo, ou seja, olhar como esta tecnologia permite fazer as coisas atuais de maneira diferente. Estudos de CE 

  Os estudos de CE, em geral, são fortemente focados em segurança, criptografia, moedas e pagamentos eletrônicos, mas comércio eletrônico é mais do que apenas a troca de dinheiro. Ele inclui pesquisa, desenvolvimento, marketing, propaganda, negociação, vendas e suporte, citando somente alguns aspectos.

  

  Considera-se que uma plataforma bem- sucedida de CE irá melhorar o desempenho de todas essas atividades. Perguntas 

  Os administradores estão perguntando:

   Como os mercados eletrônicos podem ser utilizados para atingir os objetivos organizacionais, tais como coordenação interna, resolução mais rápida de problemas e melhoria na tomada de decisão ?

   Como eles podem auxiliar para servir melhor o cliente ?

   Como eles podem ser utilizados para melhorar a

interação com fornecedores e distribuidores ?

   Como as novas aplicações impactarão os processos de negócio atualmente estabelecidos internamente ? Pressões ! 

  Estrada de informação expande formas de interação entre clientes/vendedores/fornecedores.

  

  Empresas têm se reestruturado, por conta das pressões que influenciam os negócios:

   Acionistas

   Competitivas

   Redução de custos de produção

   Mudanças legais globais

   Mudanças Tecnológicas

   Redução de ciclo de vidas dos produtos Pressões ! 

  Eficiência e agilidade operacionais por meio da redução da força de trabalho (downsizing)

  

  Mercado eletrônico: forma de “encarar” as pressões:

   Que serviços os consumidores desejam ?

   Eles querem aplicações que tragam mudanças sociais, de entretenimento, educativas ou ambas ?

   Quanto os consumidores estão dispostos a pagar ?

   Qual o preço dos produtos para garantir lucratividade ? Pressões ! 

  Aplicações de CE bem-sucedidas serão as que puderem mudar a forma pela qual os consumidores pensam e a

maneira pela qual eles fazem negócio

   Mercados mais bem-sucedidos serão os que contribuírem para a eliminação do isolamento e tédio, ou melhora da educação e carreira dos consumidores.

  Infra-Estrutura de CE Aplicações de CE: • Vídeo sob demanda • Gerenciamento de cadeia de suprimento • Home shopping • Marketing e propaganda on-line • Compra • Banco remoto

(segurança/autenticação, pagamento eletrônico, diretórios/catálogo)

Infra-Estrutura comum de serviços de negócios

Políticas públicas e aspectos legais e de privacidade

Infra-Estrutura de mensagem e distribuição de informação

Para documentos Padrões técnicos Multimídia e Eletrônicos,

Infra-Estrutura de conteúdo multimídia e de rede de publicação

Infra-Estrutura de Information, Superhighway Protocolo de rede

(telecom, TV a cabo, sem fio, Internet)

  Convergência 

  Junção de componentes eletrônicos de consumidor, televisão, publicação, telecomunicações e computadores, com a finalidade de facilitar novas formas de comércio, baseadas em informação

  

  Convergência de multimídia aplica-se à conversão de texto, voz, dado, imagem, gráficos e vídeo com movimentação à completa, em conteúdo digital.

  

  Convergência entre mídias refere-se à integração de várias indústrias – mídias de entretenimento, publicação e comunicação, baseadas em conteúdo de multimídia. Convergência 

  Convergência de conteúdo:

   Traduz todos os tipos de conteúdos de informação

  • – livros, documentos de negócios, vídeos, filmes, música – em informação digital. Uma vez convertida em forma digital, a informação pode facilmente ser processada, pesquisada, classificada, valorizada, convertida, comprimida,

    criptografada, replicada, transmitida, etc., nas formas que são convenientemente aderentes aos sistemas de processamento de informações atuais.

Convergência 

  Convergência de transmissão:

   Comprime e armazena informações digitalizadas para que elas possam viajar pelos fios de telefone, cabos e satélites existentes. Novas técnicas de switching e outras rupturas tecnológicas permitem a todos os tipos de informações alcançarem as residências. Isto inclui a convergência de

equipamentos de comunicação que provê os

meios para transmitir voz, dado, imagens e vídeo

  • – tudo sem refazer as conexões de rede vizinhas.
Convergência 

  Convergência de meios de acesso à informação: 

  Tem a sofisticação de funcionar como computadores, televisões e telefones celulares. Outros exemplos são o telefone ubíquo, com máquina de fax, modem e monitores de vídeo internos, capazes de receber fax, e-mail e vídeo.

Infra-Estrutura de CE

  Gerenciamento Infra-Estrutura de Serviços de Negócios Comuns Pessoas Políticas Públicas Padrões Técnicos Organizações Aplicações de Comércio Eletrônico

Infra-Estrutura Infra-Estrutura de Distribuição de Informação e Mensagem Infra-Estrutura de Publicação e Conteúdo Em Multimídia Infra-Estrutura de Rede de Comunicação Infra-Estrutura de Interface Objetivos de Negócios 

  Permanecerem competitivos 

  Aumentarem a produtividade 

  Entregarem serviços de qualidade 

  Preocupação com: 

  Investimentos em TI para automatizar processos internos. Como alavancá-los ?

  

  Entendimento da tecnologia envolvida em aplicações de CE.

  

Classes de Transações de CE

NN GN Negócio Negócio CN

  NG GC NC Governo CG Consumidor

  GG CC Governo

  Consumidor Categorização de Aplicações de CE 

  Negócio-a-Negócio 

  No ambiente entre organizações

   Negócio-a-Consumidor

  

  No ambiente entre organizações e consumidores

   Intra-Organizacional

  

  No ambiente interno das organizações Negócio-a-Negócio 

  Na perspectiva negócio-a-negócio, o CE facilita as seguintes aplicações de negócio:

  

  Gerenciamento de fornecedor

  

  Gerenciamento de estoque

  

  Gerenciamento de distribuição

  

  Gerenciamento de canal

  

  Gerenciamento de pagamento Negócio-a-Consumidor 

  

Na perspectiva de consumidor, o CE

facilita as seguintes transações econômicas:

  

  Interação Social

  

  Gerenciamento de Finança Pessoal

  

  Informações e Compras de Produtos Intra-Organizacionais 

  Na perspectiva intra-organizacional, o

CE facilita as seguintes aplicações de

negócio:

  

  Comunicações de grupo de trabalho

  

  Publicação Eletrônica

  

  Produtividade da força de vendas CE Público e CE Privado Instituições Financeiras Governo Produção Logística Distribuição Financeiro Vendas Consumidores Infovia Intranet P & D Fornecedores Clientes Engenharia Atendimento Marketing À Cliente • Facilita as transações econômicas de • Facilita as aplicações de negócio de • Facilita as aplicações de negócio de: Negócio-a-consumidor: Negócio-a-negócio: Intra-Organizacional: • Informações de compra de produtos • Estoque • Produtividade da força de vendas • Gerenciamento de Finança Pessoal • Fornecedor • Publicação Eletrônica • Interação Social gerenciamento de • Comunicações de grupo de trabalho • Pagamento • Canal • Distribuição

  CE Público e CE Privado 

  

CE Público é construído com base na

WWW e outras tecnologias, sobre as quais as empresas, fornecedores e consumidores se ligam nas transações on-line. CE Público e CE Privado 

  CE Interno é a utilização de métodos e

tecnologias pertinentes para suportar processos de negócio internos entre indivíduos, departamentos e organizações colaboradoras CE Privado 

  As forças de negócio que estão

orientando o comércio interno são as

forças de mercado, econômicas e competitivas.

  

Essas forças estão comandando a

  • – revisão da importância das redes computador e comunicações
  • – e seu papel na melhor utilização de

    informação corporativa na tomada de

    decisão operacional e analítica.

  

Forças que influenciam o CE Privado:

  Mercados Globais

   a competição por mercadorias, serviços e idéias não considera as fronteiras nacionais ou as divisões geopolíticas.

  

  Estrutura organizacional vertical versus horizontal

   Departamentos/Unidades de negócios ou direcionadas à função.

  

  Novas formas de estrutura organizacional

   Estrutura virtual ou de rede, ligada com os fornecedores e clientes, com o limite importando pouco para o gerenciamento dos processos de negócio. Intermediação e Concorrência 

  O CE pode substituir algumas das funções tradicionalmente desempenhadas por intermediários, permitindo o surgimento de novos atores no cenário de competitividade das indústrias, que atuariam como novos tipos de intermediários.

  

Conexões diretas entre compradores e vendedores

nem sempre são a melhor forma de realizar transações de negócio:

  Sobrecarga de informação: comparação entre alternativas comerciais com custo e tempo altos para acesso a múltiplos sistemas de fornecedores Quando os clientes desejam soluções completas e os fornecedores são especializados em uma área

  Quando o cliente deseja informações confiáveis de outros parceiros sobre a reputação do fornecedor Camadas de Funcionalidade 

Aplicações: 

  Negócio-a-negócio: negócios, governo e outras organizações dependem da comunicação computador-a-computador, como uma forma mais rápida, econômica e segura para conduzir as transações de negócio.

  Negócio-a-consumidor: Os clientes aprendem sobre produtos por meio de publicações eletrônicas, compram-nos, utilizando dinheiro e sistemas eletrônicos de pagamento seguros, e os têm entregue.

  Intra-organizacional: A empresa torna-se dirigida ao mercado pela completa dispersão das informações da empresa sobre seus clientes e concorrentes, espalhando a tomada de decisão estratégica e tática de modo que todas as unidades possam participar. Camadas de Funcionalidade 

  Serviço:

  Provê a integração de serviços por meio da noção de intermediários de informação, os quais devem ter um maior desenvolvimento devido à crescente fragmentação de recursos de informação.

  Fornecerá interfaces para aplicações de CE, tais como:

  • – catálogos interativos, e apoiará serviços de diretório funções necessárias para pesquisa e acesso à informações. Catálogos interativos são as interfaces customizadas para aplicações de consumidor, tais como compra em casa. Diretórios operam na retaguarda e servem para organizar o grande volume de informações e transações para facilitar o CE.
Camadas de Funcionalidade 

  Mensagem:

   Serviço de mensagem é o software presente entre a infra-esturutura de rede e os clientes ou aplicações de CE, mascarando as peculiaridades do ambiente.

   É uma estrutura para a total implementação de

aplicações portáveis, liberando o usuário dos

aspectos técnicos do sistema.

   Denomina-se serviço integrado de mensagens um grupo de serviços de computador que, por meio do uso de rede, envia, recebe e combina mensagens, fax e grandes arquivos de dados. Camadas de Funcionalidade 

  Intermediação: 

  É o mediador final entre os diversos programas de software que permite que comuniquem entre si.

  

  Sua importância decorre das mudanças e dos avanços da TI, tais como redes, tecnologia cliente/servidor, comunicação entre plataformas diferentes, etc.

  

  Outra razão de sua importância é a mudança da computação, de centrada em aplicação para centrada em dados. Camadas de Funcionalidade 

  Intermediação:

  

Componentes: 

  Transparência: o usuário não deve tomar ciência de que ele está acessando múltiplos sistemas.

  Gerenciamento e Segurança de Transação: utiliza autenticação, autorização, integridade, automação, consistência, isolamento e durabilidade.

  Gerenciamento e Serviços de Objeto Distribuído: necessários com o surgimento e a utilização da orientação para objetos, que são uma combinação de dados e instruções que agem nos dados, considerada uma evolução no conceito tradicional de programação de funções e procedimentos. Camadas de Funcionalidade 

  Infra-Estrutura de Infovia: 

  É o meio eletrônico de alta capacidade e interatividade (duas direções), para a residência ou escritório, que é capaz simultaneamente de dar suporte a um grande número de aplicações de CE e prover conectividade interativa, do tipo telefone, entre usuários e serviços, e entre usuários e outros serviços. Orientação para o Consumo 

  Exemplos:

  

Lojas on-line e shopping centers eletrônicos.

  

  Idealmente, consumidores têm que executar uma transação por ação no botão de comprar para autorizar o pagamento, e a conta bancária da loja on-line então o recebe automaticamente na forma preferida de pagamento do consumidor (crédito, débito, boleto).

  

  A segurança dos pagamentos on-line permanece como a maior barreira para esta facilidade. Orientação para o Consumo 

  Aspectos de negócio fundamentais que precisam ser resolvidos:

  Estabelecimento de processos de negócio padrões para compra e venda de produtos e serviços em mercados eletrônicos.

  Desenvolvimento de implementações de protocolos mercantis para envio de pedido, amplamente difundidos e fáceis de usar, pagamento on-line e serviço de entrega, similares àqueles encontrados nas transações baseadas em varejo/cartão de crédito

  Desenvolvimento de transporte e métodos de privacidade que permitam que as partes, que não tenham razão para confiar mutuamente, possam realizar trocas comerciais seguras. Orientação para o Consumo 

  Carteira de aplicações de CE para consumo: 

  Entretenimento

  

  Serviços Financeiros

  

  Informação

  

  Serviços Essenciais

  

  Educação e Treinamento Orientação para o Consumo 

  Aplicações:

   Gerenciamento de finança pessoal e home banking

  Básicos: relativos à finanças pessoais, como extratos de contas de economia e de cheques, serviços bancários disponíveis a qualquer hora por meio de automatted

  

teller machines (ATM), transferência de fundos,

  pagamento de contas, reconciliação de contas (balanço de talão de cheque) e situação de pagamentos ou solicitações de suspensão de pagamento.

  Intermediários: orçamento doméstico, valores de atualização de carteira de estoque e preparação de taxas de retorno.

  Avançados: intermediação de estoque e fundo mútuo ou serviços de comercialização, negociação de moeda e gerenciamento de cartão de crédito ou débito. Orientação para o Consumo 

  Aplicações: 

  Gerenciamento de finança pessoal e home banking

   Anos 70: ATM: máquinas de auto-atendimento para automatizar depósitos e retiradas de fundos.

   Anos 80: Difusão de ATMs em redes, fora das agências bancárias.

   Anos 90: Softwares de home banking , para pagar contas, transferir fundos e abrir novas contas.

   Anos 2000: Internet Banking Orientação para o Consumo 

  Aplicações: 

  Home shopping:

   Permitem aos consumidores entrar em lojas virtuais on-line , olhar produtos, “experimentá- los” através de espelhos digitais e comprar com entrega imediata contra faturamento em cartão de crédito ou débito.

   Modelo operacional ainda indeterminado, mas atuais processos de shoppings baseados em televisão ou catálogos deverão sofrer grandes alterações para aproveitar as vantagens da tecnologia. Orientação para o Consumo 

  Aplicações:

  

Home Entertainment: 

  Um cliente deseja assistir a um filme. Passa os olhos por um guia on-line, que contém milhares de filmes, vídeos de música, documentários, novelas, concertos e eventos esportivos.

  Após selecionar um filme específico de um distribuidor que opera um servidor correspondente, ele envia uma requisição para o mesmo.

  Através de envio de informações de cartão de crédito, o distribuidor as valida e transfere o filme para a TV set- top. Orientação para o Consumo 

  Aplicações: 

  Microtransações de Informação:

   O cenário para essa categoria seria uma empresa vendendo informação a um preço muito baixo e permitindo que o cliente efetue o pagamento por meio de sistema eletrônico de pagamento.

   O custo do processamento da transação do pagamento é superior ao preço da informação, devido aos aspectos relativos à segurança, entre outros. Orientação para o Consumo 

  Aspectos essenciais para CE voltado ao consumidor: 

  Adoção

  

  Relacionamento com o cliente

  

  Negociação

  

  Novos produtos e serviços

  

  Integração Sinais Eletrônicos 

  São de três tipos:

   Dinheiro ou tempo real:

  As transações são estabelecidas com a troca de moeda eletrônica (e-cash)

   Débito ou pré-pagamento:

  Os usuários pagam adiantado pelo privilégio de obter informação, por exemplo, os cartões inteligentes que armazenam dinheiro eletrônico.

  

Crédito ou pós-pagamento: 

  O servidor autentica os clientes e verifica com o banco que fundos são adequados antes da compra, por exemplo, os cartões de crédito/débito e os cheques eletrônicos. Sinais Eletrônicos 

  

Dimensões utilizadas para analisar as inciativas de

sinais eletrônicos:

  Natureza da transação para a qual o instrumento é projetado.

  Identificar partes envolvidas, valores médios e interações da compra.

  A forma de faturamento utilizada.

  Dinheiro, cheques de caixa, crédito, pagamentos eletrônicos em conta, linhas de crédito, etc.

  Enfoque de segurança, anonimato e autenticação.

  Variam conforme a proteção de privacidade e confidencialidade das transações.

  A questão do risco.

  Podem se tornar de repente sem valor e os clientes terão uma moeda que ninguém irá aceitar. Ambiente Digital 

  É onde pessoas de lugares completamente diferentes podem comunicar-se interativamente, podem pedir produtos e serviços, e empresas podem realizar transações de negócios com seus fornecedores e instituições financeiras, entre muitas outras possibilidades.

  

  A economia digital (CE) será realizada neste ambiente.

  

  Principal infovia: Internet Infovia 

  Transmissão de grandes quantidades de texto, som, imagem e vídeo, para dentro e para fora das residências, escritórios, fábricas, hospitais, escolas e escritórios de governo.

  

  Embora existam outras importantes tecnologias, tais como satélites e tecnologias de comunicação terrestre sem cabo, a Internet é um dos melhores exemplos de infovia, pois permite que todos os computadores com protocolo TCP/IP possam comunicar-se.

Equipamentos de acesso à rede Estruturas de acesso local Infra-Estrutura da Infovia Redes globais de distribuição de Infra-Estrutura Baseada em informação

  telecomunicações Consumidor/Negócio Equipamentos de Baseada em cabo Infra-Estrutura Backbones baseados Infra-Estrutura Sem fio Em cabo e satélite Infra-Estrutura Comercial On-line Infovia 

  Provedores de rota de infovia:

   Baseados em companhias de telecomunicação

  Provedores de serviços de telefonia de longa distância e local.

   Baseados em Cabo Cabo coaxial e de fibra ótica como rota de transporte.

   Baseados em redes de computadores Geralmente ligações discadas de banda menor.

   Sem fio

  Baseados em rádio – celular e satélite – e luz – infravermelho. Internet  Mais conhecido componente da infra-estrutura de infovia. 

  Idealizada para fins militares, 1969, pela ARPA (Advanced

  • – Departamento de Defesa Norte- Research Projects Agency) Americano.

  

  Baseia-se em uma rede verdadeiramente distribuída, em que não há um ponto central de controle, pois isto criaria um risco de falha no sistema em caso de ataque hostil.

  

  Na década de 80 foi desmembrada, permitindo o uso em Universidades, para pesquisas acadêmicos e fins educativos.

   Em 1993, foi aberta para fins comerciais. 

  Conecta usuários sem a preocupação de quantas redes estão envolvidas ou como as conexões são realizadas.

  

  Atualmente, sua estrutura atinge não apenas aplicações de TI, mas também outros serviços baseados em computador, como e-mail, EDI, publicação de informação, recuperação de informação, videoconferência e telefonia (VoIP). Internet 

Evolução das finalidades da Internet

  Tipo e Escopo da rede Exemplos Rede Inicial Arpanet Pesquisa de disciplina específica CSNET, MILNET, HEPnet, MFENET Rede de pesquisa geral NSFNET (inicial), BITNET

  Privatização e comercialização NSFNET (atual) Redes de dados para público restrito à pesquisa e à educação National Research and Education

  Network (NREN) e HPCC Infra-Estrutura de Informação Nacional Information Superhighway (infovia) Internet 

Generalização da Estrutura da Internet

  Tipo e Escopo da rede Exemplos Computadores isolados Hosts de tempo compartilhado Primeiras redes

  Arpanet Redes internacionais ESNET, NSFNET, Ebone Múltiplas redes internacionais Internet Redes internacionais multifuncionais (TV a cabo, telecomunicações, redes de computadores)

  Information Superhighway (infovia) Internet 

Resumo das funções da Internet

  Internet Atual Internet no Futuro Troca e transmissão de baixo volume de informações Troca de dados e multimídia em grande volume e alta velocidade Função única otimizada para transferência assíncrona de dados Funções múltiplas otimizadas para convergência digital, combinando voz, imagens e dados

  Serviços uniformes com absolutamente nenhuma discriminação Serviços variados e mútiplos níveis de serviços baseados na confiança, prioridade e preço

  Taxa baseada no uso Sistema de taxação baseado no modelo de tráfego e conteúdo

  Internet 

Comunidades Eletrônicas: 

  Cientistas utilizaram internet para compartilhar dados, colaborar em pesquisas e trocar mensagens Atualmente, usuários unem-se em comunidades para atender às necessidades de comunicação, informação e entretenimento

  Empresas têm explorado pouco o conceito de comunidades, não encorajando a comunicação entre os visitantes de suas aplicações O sucesso comercial no ambiente on-line pertencerá àqueles que organizarem comunidades eletrônicas para atender às múltiplas necessidades sociais e comerciais

  Criando comunidades on-line mais fortes os negócios serão capazes de estabelecer novos níveis de lealdade dos clientes e, conseqüentemente, gerar retornos econômicos melhores. Internet 

  Comunidades Eletrônicas:

   Atendem a quatro tipos de necessidades do consumidor:

  Comunidades de transação: facilitam a compra e venda de produtos e serviços e entregam informações relativas a essas transações Comunidades de interesse: reúnem participantes que interagem extensivamente uns com os outros sobre tópicos específicos

  Comunidades de fantasia: criam novos ambientes, personalidades e histórias, nas quais muitas pessoas participam Comunidades de relacionamento: reúnem participantes em torno de certas experiências de vida, que geralmente são muito intensas e podem contribuir para a formação de conexão pessoal profunda Internet 

  Comunidades Eletrônicas: 

  A partir de um conhecimento mínimo e necessário, pode-se criar conteúdo que atraia os membros de uma comunidade, estabelecendo sua lealdade.

  

  Essa lealdade dos membros os levará a produzir direta ou indiretamente mais conteúdo com alto poder de atração, que por sua vez aumentará a lealdade dos membros e assim por diante. Internet 

  Comunidades Eletrônicas:

  

Elementos essenciais: 

   Membros: clientes, usuários, parceiros, empregados, etc. Fronteiras difusas: agregações livres Ação voluntária: qualidade do voluntariado nos negócios Identidade: comunidade como idéia e não como localização geográfica Cultura comum: entendimento compartilhado, linguagem e disciplinas comuns Força coletiva: comunidade é a força de muitos Responsabilidade coletiva: todos são responsáveis pela comunidade e seus atributos Internet 

Modelo ICDT para Internet:

  Mercado Tradicional Espaço de

  Informação Virtual

  Espaço de Comunicação

  Virtual Espaço de

  Distribuição Virtual

  Espaço de Transação

  Virtual WWW 

  Word Wide Web 

  Coleção de documentos distribuídos (páginas), localizados em computadores (servidores) de todo o mundo, em formato HTML (Hypertext Markup Language)

   Acesso à WWW:

  Conexão à internet Software para “navegação” (leitura dos documentos armazenados nos servidores)

  

Arquitetura da WWW: 

  Protocolo de aplicação HTTP (Hypertext Transfer Protocol) CGI, ASP, JSP (interface para invocar programas dos servidores WWW) Internet X Serviços On-Line Internet Serviços On-Line

  Características-chaves Conteúdo e interface do usuário independente do serviço Conteúdo e interface do usuário intrisecamente ligados ao serviço

  Fonte(s) de receita Primariamente subscritores baseados em taxas fixas de acesso

  Subscritores baseados em taxas fixas e variáveis de acesso e provedores de acesso

  Características do usuário Usuários mais técnicos que podem sobreviver sozinhos Usuários consumidores e corporativos menos técnicos

  Modelo de preço Relativamente plano: US$ 20/mês para consumidor e US$ 500-1000/mês para corporações

  Baixo (por volta de US$ 10) para as primeiras horas, depois US$ 2- 3/hora adicional, e extra, para conteúdo específico

  Vantagens Oportunidade para inovação e facilidade de uso Conteúdo mais rico e aberto para acesso da Internet

  Lealdade do cliente Alta Baixa

  Evolução de Utilização da Internet Comunidade s

  Organizações em Tempo Real ia g Relacionamento até Um-a-um str

  E Interação com

Disponibilização

de Transações Catálogo Eletrônico o Cliente 1995 1996 1997 1998 2000

  Dimensões de Comércio Eletrônico Produto Virtual Áreas de CE Essência do CE Eletrônico Comércio Puro Produto Digital Processo Virtual Produto Físico Tradicional Comércio Processo Digital

Agente Físico Agente Digital Agente Virtual

Processo Físico

Modelo Integrado de CE

  Aplicações de CE Aplicações de CE Aplicações de CE Aplicações de CE Políticas e Regras Públicas Políticas e Padrões Técnicos Infovia Pública Aplicações e Serviços Genéricos

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