A PESQUISA EM SAÚDE NO BRASIL E A NECESSIDADE DE INFORMAÇÃO OPORTUNA E SISTEMATIZADA

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XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (Enancib 2013)

GT 11 - Informação e Saúde

  

Modalidade de apresentação: Pôster

A PESQUISA EM SAÚDE NO BRASIL E A NECESSIDADE DE

  

INFORMAđấO OPORTUNA E SISTEMATIZADA

Vanessa melo do Amaral

  • – FIOCRUZ Marcelo Rodrigo de Avelar Bastos Alves – FIOCRUZ Andrea M.P Arruda – FIOCRUZ Vânia Coutinho Quintanilha Borges – FIOCRUZ

  Resumo

  Este trabalho propõe uma reflexão acerca da importância do desenvolvimento de uma Agenda de Pesquisa em Saúde. Face sua relevância como ferramenta estratégica, partimos do argumento de que, no Brasil, ela é prejudicada, entre outros fatores, pela escassez de informação qualificada (atualizada, contextualizada e sistematizada). Por tratar-se de um fator que interfere diretamente na qualidade de vida da população, esta lacuna dificulta a definição e revisão das prioridades e traz o risco da duplicidade e ineficiência na aplicação de recursos financeiros, na execução das pesquisas e na incorporação dos resultados. Assim, para reverter esta fragilidade, evidenciamos que o país precisará de integração interinstitucional e intersetorial, a fim de definir objetivos claros e comuns de pesquisa em saúde e criar mecanismos de análise e planejamento, a começar por indicadores de qualidade.

  

Palavras-chave: Pesquisa em saúde. Informação e pesquisa. Indicadores de pesquisa.

  Desafios da pesquisa em saúde.

  Abstract This paper proposes a reflection on the importance of developing a Health Research Agenda.

  Considering its relevance as a strategic tool, we understand that, in Brazil, the lack of qualified information (updated, contextualized and systematized information) severely hinders the further development of health research, which directly affects the population quality of life. This gap compromises the definition and review of research priorities and may generate duplicity and inefficiency in the use of financial resources, research implementation and incorporation of results. In our opinion, to overcome this weakness, the country will need intersectoral integration and deeper collaboration between private and public institutions, so that clear and effective health research goals can be set and planning mechanisms can be created, starting with quality indicators.

  

Keywords: Health research. Information and research. Research indicators. Challenges for

health research.

1 INTRODUđấO

  A pesquisa em saúde é estratégica para a construção de sistemas em saúde mais eficientes e com maior possibilidade de prevenir e tratar doenças e agravos, além de promover e garantir melhor qualidade de vida. Apesar de não haver dúvidas quanto a sua importância, são complexos os caminhos para sua consolidação. Os problemas vão da escassez de recursos, em especial nos países em desenvolvimento, às dificuldades para construir e cumprir uma Agenda de Prioridades e superar a desconexão entre os campos da política, da prática e da pesquisa.

  No Brasil, o aproveitamento efetivo da capacidade produtiva na área da pesquisa vai exigir um esforço conjunto de gestores e pesquisadores. Desde 2004, o país conta com uma Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde (ANPPS). O documento integra a Política Nacional de Pesquisa em Saúde como um referencial para orientar as demandas da sociedade brasileira. No entanto, a Agenda é extremamente extensa, com 24 subagendas e 720 temas de pesquisa, e ainda não passou por nenhuma revisão sistemática.

  Para evitar duplicidade, dispêndio de recursos, e ineficiência, o país precisa dispor de um recurso fundamental: informação qualificada. A premissa pode parecer óbvia, e de fato o é, mas nossos estudos demonstram que o pensamento estratégico no delineamento das diretrizes da pesquisa em saúde no Brasil é significativamente prejudicado por falta de dados atualizados e sistematizados, de indicadores claros, de estudos quantitativos e qualitativos que apontem retrocessos e avanços da pesquisa.

  1 Um breve levantamento de dados no SciELO evidencia que o país conta com poucos

  pesquisadores dedicados a discutir a pesquisa em saúde de forma ampla. A lacuna de pesquisas na área acaba por reforçar e aprofundar a escassez de informação relacionada a inúmeras questões. Quais são as áreas mais financiadas para pesquisa em saúde no país? Esses investimentos atendem às prioridades de pesquisa em saúde definidas pela ANPPS? Em que medida as pesquisas têm motivado melhorias nos serviços de saúde brasileiro? Os sistemas de informação disponíveis atualmente são suficientes para a produção de séries históricas e comparação entre dados de diferentes áreas da saúde? Quais são, de fato, as prioridades de pesquisa, considerando os cenários atuais?

  O incremento quantitativo e qualitativo da pesquisa em saúde no Brasil exige esforço interdisciplinar e interinstitucional. Gestores, pesquisadores, instituições públicas e privadas de fomento e de serviços de saúde, universidades e outros institutos de formação, e a sociedade civil devem ter o compromisso de discutir e definir objetivos comuns e viabilizar a realização de ações que efetivamente levem ao alcance destes objetivos.

  1

  

2 INVESTIMENTOS, MASSA CRÍTICA E CAPACIDADE INSTALADA PARA

PESQUISA

  A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que, em 2003, o montante despendido com pesquisa no mundo ultrapassou os US$ 100 bilhões, dos quais mais de 90% aplicados pelos países ricos para resolver seus próprios problemas. Desse total, 43% foram despendidos pelo setor privado lucrativo, outros 43% pelos países de governos desenvolvidos e ex-socialistas, 10% pelo setor privado não lucrativo e os restantes 4% pelos governos somados de todos os países em desenvolvimento (GUIMARÃES, 2005).

  No Brasil, entre os anos de 2000 a 2002, o dispêndio anual médio com pesquisa em saúde no período foi de R$ 667 milhões: 51% oriundos do setor público, 44% do setor privado e 7,3% de organismos não nacionais. O Ministério da Saúde foi responsável por apenas 22,2% desses recursos.

  A pesquisa em saúde no Brasil responde por 25% de toda a pesquisa realizada no país. Levantamento do CNPq mostra que há cerca de 6,3 mil grupos de pesquisa ativos com atuação em saúde humana, o que corresponderia a uma massa crítica de aproximadamente 20 mil pesquisadores (GUIMARÃES, 2005).

  Para Reinaldo Guimarães (2005), os dados mostram que o país conta com massa crítica e capacidade instalada de pesquisa em saúde. No entanto, o Ministério da Saúde jamais ocupou uma posição de predominância na definição de prioridades nacionais de pesquisa em saúde apesar de, a partir de 2003, ter havido importante esforço nesse sentido, com medidas institucionais e financeiras, criação da ANPPS e a realização da 2ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, em 2004.

  Guimarães (2005, p.254) destaca que “sob a liderança da OMS, a agenda global sobre a pesquisa em saúde para o desenvolvimento está colocada com clareza”: a pesquisa em saúde é uma variável estratégica para fazer frente aos desafios sanitários existentes e persistentes e seus resultados devem ser absorvidos pelos serviços, pela indústria e pela sociedade; as relações entre as prioridades de pesquisa e saúde e as prioridades de políticas públicas de saúde devem ser sempre muito fortes e estreitas e expressas em agendas explícitas de prioridades nacionais de pesquisa em saúde.

3 INDICADORES

  No início dos anos 1960, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) iniciou o mapeamento dos potenciais científico e tecnológico das nações, atualmente vários países se baseiam para formular suas séries históricas e comparáveis de informação, e definir agendas prioritárias de pesquisa.

  No Brasil, desde 1999, é responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação a organização e divulgação centralizada das informações de C&T. Além dos

  

indicadores de insumo (recursos financeiros e humanos investidos em ciência e tecnologia),

  foram desenvolvidas recentemente duas novas categorias: os indicadores de resultados (produção científica, produção de patentes e a transferência de tecnologia entre países) e os ainda incipientes indicadores de impacto (que apontam como um resultado científico ou tecnológico afeta as condições de existência dos indivíduos no campo econômico ou social).

  Apesar de teoricamente já existirem, os indicadores brasileiros ainda são bastante

  2

  escassos. Em relação aos indicadores de resultados, as bases de dados da Thomson Reuters são reconhecidas como as mais adequadas fontes para a construção de indicadores de produção científica. Apesar de reunir, principalmente, informações de periódicos de alcance mundial, recentemente foram incluídos nestas bases “700 novos títulos de diferentes áreas científicas e procedências (inclusive do Brasil), considerados de abrangência mais regional do que internacional” (Thomson Reuters, 2008b apud FAPESP, 2011). Entretanto, “é difícil obter os dados bibliográficos suficientemente organizados para o processamento bibliométrico necessário na construção de indicadores” (Okubo, 1997 apud FAPESP, 2011), o que acaba dificultando o trabalho de monitoramento dos avanços das pesquisas.

  A escassez de indicadores de pesquisa científica e tecnológica para a saúde parece indicar que o Brasil elaborou a ANPPS sem o conhecimento da real produção nacional e, consequentemente, das necessidades prioritárias de pesquisa em saúde.

  Ainda assim, a partir da realização de Oficinas de Prioridades de Pesquisa em Saúde, o Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit), do Ministério da Saúde, define e propõe temas de pesquisa que deveriam ser os mais adequados às necessidades de saúde da população.

  Desde 2007, o Decit tem incentivado pesquisas com potencial de inovação e investido na disseminação de conhecimento científico, com vistas a atender às necessidades do SUS e aproximar as inovações científicas e o desenvolvimento tecnológico das ações de prevenção e controle dos problemas de saúde que mais acometem a população brasileira.

4 DESAFIOS DA PESQUISA EM SAÚDE

  Para atingir seus objetivos de pesquisa em saúde, o Brasil precisa, segundo Guimarães (2005), de uma política consistente de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, capaz de promover três movimentos: movimento ideológico, por meio do qual a pesquisa em saúde seja incorporada no universo das ideias da reforma sanitária, ou seja, que o SUS tenha a pesquisa em saúde como um de seus componentes estruturantes; movimento político, com a vinculação mais firme das opções de escolha de pesquisa em saúde a partir das prioridades da política pública de saúde; e movimento institucional, para fortalecer o papel das autoridades de saúde, em particular do Ministério da Saúde, na condução dos assuntos relativos à política de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde.

  Entre os desafios relevantes neste processo, destacamos a necessidade de ampliar a capacidade de incorporação dos resultados das pesquisas no sistema e serviços de saúde; a realização da revisão da ANPPS de forma sistemática, com metodologias adequadas, como a proposta por Viergever (2010); ampliação do espectro de pesquisa, reconhecendo os múltiplos campos de interesse relacionados às questões de saúde; direcionamento da pesquisa em saúde para as necessidades de saúde das pessoas; melhoria da infraestrutura científica e tecnológica do país; manutenção do crescimento quantitativo e da qualidade da produção científica; estabelecimento da integração e cooperação entre o setor público e o privado; ampliação da competitividade das atividades de pesquisa nacionais em nível internacional. Além disso, e fundamentalmente, entendemos que o país precisa aprimorar os indicadores de pesquisa em saúde, facilitando o acesso de gestores e pesquisadores a informações sistematizadas e atualizadas que apontem com mais precisão temas, recursos, resultados e impactos da pesquisa em saúde.

  Uma rápida busca no SciELO aponta resultados não alentadores em relação à produção de estudos sobre a pesquisa em saúde no país, desafios, prioridades e tendências. A busca a partir dos termos "Pesquisa" e "Saúde" indica a existência de mais de quatro mil artigos com as mais diferentes abordagens. No entanto, com as palavras "Pesquisa", "Saúde" e "Desafios" o número de artigos cai para 191, sendo a maioria sobre desafios de áreas específicas. A partir dos descritores "Pesquisa", "Saúde" e "Prioridades" aparecem 36 artigos voltados para temáticas específicas. Com a utilização dos descritores "Pesquisa", "Saúde", "Prioridades" e "Tendências" a quantidade de artigos cai para apenas dois, sendo um sobre prioridades na área de enfermagem e o outro sobre desafios para a pós-graduação em saúde humana no Brasil. Finalmente, com a terminologia corrente na área, "Pesquisa em Saúde", a busca gerou 103 resultados e para "Pesquisa para Saúde", apenas dois resultados, com o Brasil como país de afiliação dos estudos. Também é interessante notar que não há nenhum descritor específico para "Pesquisa em Saúde" no vocabulário estruturado e trilíngue DeCS (Descritores em

  3 Ciências da Saúde) criado pela Bireme como linguagem única para a indexação de artigos.

  5 CONSIDERAđỏES FINAIS

  A pesquisa é ferramenta estratégica para tornar o sistema de saúde brasileiro mais eficiente e, consequentemente, permitir a elevação da qualidade de vida da população. Apesar de contar há mais de uma década com uma ANPPS, o país ainda não dispõe de um sistema eficiente de produção e disponibilização de informações de qualidade (integradas, atualizadas e sistematizadas) no campo da Saúde e da Pesquisa, para análise de resultados e prospecção de necessidades. Os indicadores de insumo, resultados e impacto em ciência e tecnologia existem, mas são escassos, da mesma forma que a produção científica sobre prioridades e potenciais de pesquisa em saúde.

  Apesar de o país contar com massa crítica e capacidade instalada para a pesquisa em saúde, um melhor desempenho brasileiro nesta área exigirá, entretanto, um esforço interdisciplinar e interinstitucional, no sentido de não só definir objetivos claros e comuns, mas criar mecanismos eficientes para o planejamento, execução e monitoramento sistemático da Pesquisa em Saúde, começando pela construção de indicadores eficientes.

  

REFERÊNCIAS

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  BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Conselho Nacional de Saúde. 2ª Conferência

  

Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Brasília, 25 a 28 de julho de 2004:

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  BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria e Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia. Pesquisa em Saúde no Brasil. Informe técnico institucional. In: Revista de Saúde Pública; 42 (4). São Paulo: USP, 2008. Disponível em

  

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  VIERGEVER, R. F et al. A checklist for health research priority setting: nine common

  

themes of good practice. Health Research Policy and Systems, 2010. Disponível em

Acesso em 08 de julho de 2013.

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