Universidade Federal de Santa Catarina

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Universidade Federal de Santa Catarina

Associação

Brasileira de Odontologia

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Departamento de Estomatologia

Pós-Graduação

em Odontologia

- Especialização

em

Prótese

Dentária

0 Planejamento na Seleção de Conectores Serni-Rigidos em Protest Fiza - Uma Revisão Bibliográfica

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Nome: Umberto Ramagem Paz Júnior Florianópolis, 16 de setembro de 1995.

(2)

ÍNDICE

Introdução 1

Revisão da Literatura : 0 Planejamento na Seleção de Conexões

Semi-Rígidas em Prótese Fixa 4

Considerações Finais 16

(3)

1. INTRODUÇÃO

O planejamento é sempre de fundamental importância nos procedimentos

odontológicos, em especial os que visam a reconstruções protéticas, sejam fixas, removíveis

ou adesivas. E um estudo preliminar do caso clinico, onde se avalia o tratamento como um todo e suas circunstâncias particulares. 0 resultado deste estudo, o piano de trabalho, deve

ser discutido com o paciente , que tem um importante papel na decisão de alguns

procedimentos a serem realizados. E interessante justificar claramente o tipo dc resultado a

ser esperado e utilizar-se de meios ilustrativos como fotos ou livros, para que ao final de um tratamento não ocorram surpresas ou situações que venham a frustrar expectativas.

Um bom planejamento é realizado em partes. Cada fator envolvido deve ser

analisado separadamente e, posteriortnente, agrupado aos demais para avaliá-lo sob um

contexto geral, respeitando-se suas limitações ou contra-indicações. Um planejamento

protético envolve, principalmente, a análise quanto a inserção óssea dos pilares (através de radiografias) , quanto ao paralelismo dos pilares (através de delineadores), quanto i

capacidade retentiva dos preparos e quanto is limitações oclusais. Através do estudo destas

características clinicas se considera as possibilidades estéticas e se procede i eleição do sistema de união que será utilizado entre os segmentos da protege.

Os sistemas de união dos segmentos de uma prótese fixa (P.F.) podem ser rígidos

(soldas) ou setni-rigidos (encaixes). Objetiva-se discutir a etapa do planejamento quanto i seleção de conectores semi-rígidos em P.F.

SHILLINGBLTRG apud MEZZOMO 4 afirma que as conexões semi-rígidas são

um sistema "macho-festnea" utilizados para unir os segmentos de uma P.F., visando

(4)

Macho (Ontico)

Fêmea (retentor)

Figura 1- Sistema macho-amen. Adaptado de SIDLLIIYGDURG I .

A orientação para a utilização da técnica convencional sobre conectores

(5)

A utilização de conexões não rígidas requer uma preparação especial tanto na fase clinica quanto na laboratorial. MAINIERI 2 ,alerta para a importância da decisão de usar conectores semi-rígidos ser tomada na fase inicial do plano de tratamento. No se deve, durante um tratamento, resolver pela otilização de conexões não rígidas já no inicio da fase laboratorial. Isto, normalmente, implicaria em fatores desfavoráveis ao sucesso da prótese.

Este trabalho tem por objetivo fazer um levantamento sobre a etapa do planejamento de seleção de conectores semi-rígidos e discutir a opinião dos autores em relação ás contra-indicações, vantagens, desvantagens e indicações do seu uso. Espera-se, através do mesmo, oferecer alguma contribuição ao entendimento deste tema para estudantes e profissionais de odontologia.

(6)

2.0 PLANEJAMENTO NA SELEÇÃO DE CONEXÕES SEMI-RIGIDAS

EM PRÓTESE FIXA (P.F.)

As conexões semi-rígidas tem o seu lugar reservado na reabilitação protét:ica. Seja para o uso em próteses convencionais e, atualmente, também em próteses sobre implantes, o

sistema terá o mesmo objetivo: obter mais de um segmento em uma prótese fixa, através da

conexão.

Conexões semelhantes sio citadas na literatura odontológica desde, pelo menos, 1929, onde COELHO E SOUZA' apresenta um possível precursor de um conector

semi-rígido. Nota-se que os encaixes podiam ser verticais ou horizontais e eram utilizados como

próteses removíveis, chamadas de "pontes moveis de corrediça". Já havia a idéia de separar

a prótese em segmentos ou seções (figs. 3 e 4).

Figura 3- Ponte Move! de Corrediça. Figura 4- Ponte Move! Corrediça.

(7)

Segundo MALNIERI 2, os conectores semi-rígidos consistem em um encaixe tipo

fêmea como parte do retentor, na extremidade mesial da prótese e um adaptador tipo macho

ligado ao pectic°, na sua porção distal (fig. 5). Eles permitem que as unidades (seções)

Figura 5- Reposição de um segundo pre-molar em um conector semi-rígido.

(Adapted. de MALNff.RI 2)

realizem movimentos individuais verticais e ligeiros movimentos em outras direções, que

variam com o grau de adaptação dos dois elementos da conexão. "Quanto mais precisa

adaptação menor o movimento possiver. . O desenho mais usado de conector não-rígido é

o em forma de "T"(6)(Fig. 6). A direção e a quantidade de movimento depende do desenho

do conector, que pode ser de dois tipos: os pré-fabricados e os confeccionados manualrnente. Estes sio esculpidos em cera no retentor que leva a fêmea, fundidos e refinados com broca carbide 170. 0 retentor que leva o macho associado ao pemtico obtido a partir da fundição do retentor anterior. A fêmea é duas vezes mais longa no sentido ocluso-gengival do que vestíbulo-lingual e suas paredes axiais são expulsivas para oclusal em

(8)

Figure 6- Vista oclusal e proximal da seqüência da confecção de encaixe de precisão em forma de T.

(Adaptado de MAINIES1 2)

Já os pré-fabricados, que são ccmectores rígidos em acrílico com encaixe de semi-precisão, apresentam a vantagem de facilitar a confecção de conectores precisos, que podem ser encerados dentro dos retentores e piinticos, diminuindo o tempo de trabalho no laboratório. Dentre os pré-fabricados encontramos três tipos: o encaixe tipo Mártice, que é

o maior deles em relação is paredes laterais, bem expulsivas; o mini encaixe da Ney, que tem paredes paralelas entre si e é menos volumoso que o Mórtice; e o encaixe tipo Mínimo

espaço, que também possui paredes paralelas entre si e é o menor deles. Tanto os encaixes pré-fabricados como os confeccionados manualmente, requerem cuidados especiais no planejamento, principalmente, quanto ao fato de assegurar espaço adequado para a conexão

durante a preparação do retentor

De acordo com MILLER 6, os encaixes são utilizados para conectar a seção anterior

a uma ou mais seções posteriores de uma prótese, corrigindo as diferenças no alinhamento dos dentes e facilitando a cimentação. Como os encaixes não sio do rígidos quanto os conectores soldados ou fundidos, sio apropriados para situações especiais, particularmente, na construção completa do arco (3), onde as forças contráteis da porcelana distorcem a

(9)

NEWEL 6 define os conectores não-rígidos como encaixes de precisão, também chamados de "rompe-forças", que permitem variações no planejamento de tratamentos de múltiplas localizações de dentes remanescentes. Podem possuir forma de cauda de andorinha

e devem ser usados em dentes com améias amplas, pois estas conexões, diferentemente das

rígidas, são mais volumosas no sentido vestíbulo-lingual e ocluso-gengival (2), restringindo o espaço das améias interdentais. (5).

SELBY 9 afirma que próteses COM vários retentores estão mais propensas ao fracasso, em virtude da dificuldade do alinhamento de múltiplas preparações dentais que podem resultar em desgaste excessivo do pilar, pondo em risco a retenção. Outra dificuldade a presença do pilar intermediário (4,10), que quando participa de prótese fixa com conexão não-rígida, funciona como filler° da P.F., havendo, freqüentemente, o deslocamento de um dos retentores terminais. Diante destas situações, um projeto de mais chances de sucesso

seria através do emprego de segmentos mais curtos, que utilizariam conectores não-rígidos a fim de evitar a criação de um apoio ou fulcro (3,10).

(10)

1

Figura 8- P.F. com conector uno-rígido no pilar intermediário, evitando que este WO como fulcra

(Adapts" kb file SHILLINGBURG II.)

MAJMERI 2 alerta que além de utilizados em próteses posteriores, os conectores

semi-rígidos sio também utilizados em próteses anteriores, na forma de um descanso

adaptado a uma Classe III, tipo inlay, porém com resultados menos satisfatórios, pois tem

pequena qualidade retentiva e sob ação da função, existirá a possibilidade dc migração do

dente pilar, havendo perda de contato, perda do efeito de explintagem e migração gengival.

MAINIERI 2 preconiza a utili7ação dos conectores semi-rígidos em virias

situações:

- quando o pilar possuir um preparo com pouca retentividade, sendo necessário

(11)

- quando os pilares nip possuirem paralelismo ou alinhamento entre si, situação em que o conector semi-rígido atua como compensador dessa diferença;

- quando houver necessidade de dividir uma prótese fixa em um segmento anterior

e outro posterior;

- no caso de reparos em P.F. com conexões rígidas. Remove-se com brocas

carbide a parte danificada da prótese e faz-se um novo segmento utilizando-se urn conector semi-rigido;

- quando se deseja obter ferulização dos dentes envolvidos em uma reabilitação

extensa, simplificando-se o procedimento de cimentação, onde cimenta-se primeiramente a

parte anterior e em seguida a posterior, com o macho deslizando livremente sobre a femea.

As conexões não-rígidas ocupam maior espaço que as conexões rígidas, podendo

gerar problema periodontal (8,5,7). Para que possa haver uma melhor remoção da placa

bacteriana com fio e escova interdental, alguns cuidados devem ser tomados durante a fase de planejamento e enceramento da P.F. com conexão semi-rígida. A fim de facilitar a

higienização, a superficie entre o piintico e o retentor é confeccionada sob forma côncava no sentido mesio-distal e convexa no vestíbulo-lingual e quanto mais para posterior for a

conexão, maior deverá ser o espaço livre cervical à conexAo, pois preserva-se a saúde gengival onde não se necessita de estética (8,5).

(12)

Figura 10- 0 espaço [lyre cervical deve ser maior quanto mais posterior for a conexão, facilitando a hIgienização. (Adaptai. do MICZZOMO 5.

SHILLINGBURG, apud MEZZOMO 4 sugere conexões semi-rigidas do tipo "macho-fEmea", para situações protéticas em que oconam pilar intermediário, pois

funcionam como rompe-forças, evitando-se a perda de retenção dos pilares extremos. Além

de romper a rigidez da conexão, impedindo que o pilar intermediário venha a agir como fulcro da P.F., a conexão semi-rígida é beneficiada pela inclinação natural para mesial do

longo eixo dos dentes posteriores (8), que é aumentada sob a ação de forças oclusais, fazendo com que o macho se ajuste fmnemente na fimea (8). Para que o sistema funcione é

de fundamental importincia a localização do mecanismo rompe-forças, que deverá se

(13)

Figura 11- Localização da conexão semi-rígida. A- Tendencia à extrusão do madio da conexão. B- Tendência à Intrusão. (Adapted. de KEZZOMO 4).

Através de observações clinicas verifica-se que a utili7ação de conexões rígidas em

situações protiticas com polar intermediário terá um prognóstico mais favorável, desde que os

dentes-suporte não tenham sua mobilidade aumentada e os preparos tenham características bem retentivas (preparações longas). Já dentes com coroa clinica curta e com mobilidade

aumentada só permitem soluções confiáveis indicando-se coroas totais com conexões semi-rígidas (4).

Quando forem utilizadas conexões não-rígidas em dentes com mobilidade

significativa, sempre deverá haver um rigoroso equilíbrio das forças oclusais (10).

MEZZOMO 3, afirma utilizar conexões semi-rígidas, principalmente em próteses

extensas que envolvam todo o arco (2,6), pois estas apresentam algumas vantagens

significativas: com relação à redução do número de pontos de solda; pela possibilidade da

confecção da supra-estrutura em segmentos (2,3,6,8,11); pela facilidade na cimentação, que

(14)

SHILL1NGBURG 1°, entretanto, prefere a utili7iação dos conectores não-rígidos na confecção de pontes pequenas, que substituam um só dente, enfatizando que o pcintico não deve ser muito grande, pois produziria uma maior amplitude de movimento da prótese, sobrecarregando o pilar.

Figura 12- Reabilitação protética (arcada Figura 13- Reablittação protitica (arcada Inferior) com conectores semi-rigidos. superior) com conectores semi -rígidos.

(Adloptadea do MTZZOMO 3),

0 movimento fisiológico dos dentes no sentido vestíbulo-lingual varia conforme o

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?iiblioteca Universitária

UFSC

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40°

Figura 14- Diferentee direções e amplitudes de movimento dos dentes. (Adaptai* de MET-WM° 4 )

Esses movimentos podem gerar sobrecarga cm uma prótese de vão livre extenso, que irá se transmitir aos pilares, podendo lesá-los ou ocasionar a falha no retentor mais fraco da P.F.

(10).

SHILL1NGBURG 11 afirma que o uso do paralelômetro é indispensável na

confecção de uma ponte fixa com um conector não-rígido, pois é necessário alinhar o piano de inserção da porção fêmea do conector com o eixo do dente pilar posterior. Quando se

prepara a caixa distal do dente pilar, deve-se tomar cuidado quanto ao paralelismo e à uma

profundidade adequada.

Os segmentos sio provados inicialmente por unidades e após a soldagem são

novamente provados na boca para o ajuste da oclusão (11).

MOULDING propõe uma orientação inversa dos conectores não-rigidos, com o

intuito de resolver alguns problemas que ocorrem quando é usada a técnica de conexão convencional. Esta técnica apresenta desvantagens, pois requer maior preparação do dente pilar para incorporar a fêmea. Além disto, quando o preparo do dente for insuficiente, a coroa ficará com sobrecontorno, causando problemas periodontais. A orientação alternativa

proposta consiste em inverter a posição do macho e da fêmea. 0 macho é adaptado na

superficie distal do retentor anterior e é invertido para que sua conicidade convirja oclusalmente. A fêmea também é invertida e incorporada na superficie mesial do segmento

(16)

Figura 15- Orientação convencional coin Figura 16- Orientação inversa com preparo molar inclinado e superficie distal do pré- ma's conservativo no pré-molar.

molar excessivamente preparada. (Adaptades de MOULDING 7 ).

(17)

Figura 17- Orientação comum com molar Figura 18- Orientação inversa cam molar

inclinado e retentor anterior com sobrecon- Inclinado ilustrando o preparo normal do

torno do retentor. pré-molar e o correto contorno do retentor.

(Adapted.). de MOULDING 7 ).

Conclui-se que a principal indicação destas conexões não-rigidas é para quando o alinhamento dental não permitir um único plano de inserção, ou quando da necessidade de

explintagem de todo o arco, utilizando-se uma prótese em vários segmentos (2,3,6,9,11).

Figura 19 - Indicação clássica: ausência de paralelismo entre denies vizinhos a espaço protitic-os.

(18)

3. CONSIDERAÇÕES

FINAIS

0 tema em foco não se encontra amplamente discutido na literatura e não há

abundância de publicações recentes a respeito da utilização de conexões semi -rígidas. Observa-se, contudo, a preferência pela utilização da técnica convencional de conexões em P.F., havendo uma concordância entre os autores quanto As indicações e limitações desta técnica.

Nota-se, pela prática odontológica diária que os cotiectores não-rígidos sic pouco utilizados em reconstruções proteticas, seja por comodidade, preferência ou desconhecimento das vantagens deste sistema de união pelo cirurgião-dentista. Não raro, encontra-se próteses com o sistema de encaixe situado em local inadequado sobre o retentor,

ou mesmo com utilização desnecessária.

Embora os princípios fundamentais para o emprego deste tipo de conexão sejam os mesmos da técnica convencional, a literatura pesquisada apresenta apenas um autor (MOULDING 7 que propõe uma orientação inversa da técnica, afirmando que a principal desvantagem do procedimento convencional é a preparação excessiva do pilar anterior para que possa alojar a remea da conexão.

Dentre os fatores fundamentais a serem observados durante a fase de planejamento para a seleção de conectores não-rígidos em P.F., pode-se citar o paralelismo dos pilares; a presença de pilar intermediário; o grau de retentividade do preparo dos pilares; a inserção óssea dos dentes pilares; limitações oclusais e o posicionamento de cada dente pilar no arco. Outros itens importantes a serem definidos no planejamento quanto à precisão do sistema são relativos à forma da conexão e tipo de fabricação.

(19)

Por ocupar mais espaço nas améias do que as conexões rígidas, o que dificulta a

remoção da placa bacteriana, é indispensável que o material (liga de metais) e a forma da estrutura proporcionem resistência e lisura que permitam correta higienização, atenuando uma das características das conexões não-rígidas, que juntamente com o fator estética, se traduzem em suas mais evidentes desvantagens.

A utilização de conexões semi-rígidas apresenta como vantagens em relação is

conexões rígidas: o proporcionamento de movimentos independentes, apesar da explintagem

dos segmentos; a segmentação da prótese, facilitando a cimentação que é feita em etapas; a

preservação da estrutura dentária; a possibilidade de evitar preparo de coroa total no segmento anterior em próteses pequenas; a possibilidade de reparos na P.F. e a eliminação

do estresse do pcintico sobre o retentor, quando o retentor anterior de uma P.F. pequena for curto.

Hi dois casos clássicos de indicação de uso de cone,ctores semi-rígidos: quando

ausência de paralelismo entre os pilares e quando hi presença de pilares intermediários. As

conexões semi-rígidas, no entanto, não viabilizam todos os casos de prótese fixa. Deve-se utilizar essas conexões preferencialmente em espaços pequenos, salvo em algumas exceções,

como quando se quer a explintagem total de um arco e a ausência de paralelismo impossibilite um único plano de inserção. Algumas vezes é necessário a realização de tratamento ortodõntico prévio.

Conclui-se, após aprofimdar o conhecimento cientifico sobre conexões não-rígidas,

que elas tem uso especifico e que uma utilização indiscriminada, que não considere as

limitações desta técnica, pode resultar na geração de falhas c insucessos, com prejuízo aos dentes pilares, ao periodonto dos dentes envolvidos, i oclusão ( dentes, sistema

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4. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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5. MEZZOMO, Elio; OPPERMANN, Rui V.; CHIAPINOTTO, Geraldo A. A inter-relação

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11. SHILLINGBURG, Herbert T., Jr, HOBO, Surniya; WHITSETT, Lowel D. Uniões

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