CRISTINA GALDINO DE ALENCAR

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LISTA DE QUADROS E FIGURAS

LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS

  Por essa ótica, a doença perde a conotação de algo que apenas faz o ser humano sofrer e transforma-se numa ferramenta de aprendizado, conforme modelobenéfico de saúde conforme Terrin (1998), instrumento capaz de induzir mudanças no enfrentamento humano do grande desafio da vida: a procura e a compreensãodas razões da existência e daquilo que se faz dela. Ao invés de tratar os diferentes paradigmas e modelos em saúde como opostos e reforçar a dicotomia certa x errado, talvez seja mais produtivo considerá-los como aliados nessa busca pelo cuidado integral do ser humano, já que não há uma verdade absoluta ao abordar sobre a ciência e a arte de lidar com a saúde edoença, a mente e o corpo (CASTRO ANDRADE; MULLER, 2006).

Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS ± PNPIC-SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2006

  287, de 08 de outubro de 1998, nos termos do Decreto de Delegação de Competência de 12 de novembro de 1991. Segundo o SUS,considerando a pequena representatividade no SUS e as avaliações iniciais positivas que osserviços apresentam acerca de sua inserção, a proposta desta política para a MA é deimplementação, no âmbito das experiências consolidadas, de Observatórios com o objetivo deaprofundar os conhecimento sobre suas práticas e seu impacto na saúde.