EDER ALEXANDRE SCHATZ SÁ ESTUDO DO MODELO TOPMODEL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO CANOAS – SC

0
0
110
3 months ago
Preview
Full text

EDER ALEXANDRE SCHATZ SÁ ESTUDO DO MODELO TOPMODEL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO CANOAS – SC

  Para a série de dados diários utilizou-se o período de 01 deJaneiro de 1996 a 31 de Dezembro de 1997 para a calibração, e de 01 deJaneiro de 1998 a 31 de Dezembro de 1999 para a validação. A partir de um modelo digital de terreno com malha compatível com a escala da modelagem consegue-se calcular o λ e o ŝé obtido pelo balanço hídrico da bacia realizado a partir de séries empíricas de chuva e vazão, e de dados primários ousecundário de evapotranspiração, escoamento subsuperficial, escoamento superficial e interceptação.

Sistema Nacional de Gerenciamento de recursos Hídricos”

  Esta característica dinâmica e distribuída da bacia é simulada através de dois principais parâmetros do modelo: (1) o índice topográfico que éuma função da área de contribuição e da declividade de cada célula e (2) o déficit de armazenamento que representa a quantidade de águadisponível no solo para cada célula (SILVA, 2010). A partir de um modelo digital de terreno com malha compatível com a escala da modelagem consegue-se calcular o λ e o ŝé obtido pelo balanço hídrico da bacia realizado a partir de séries empíricas de chuva e vazão, e de dados primários ousecundário de evapotranspiração, escoamento subsuperficial, escoamento superficial e interceptação.

EPAGRI/CIRAM/INMET em Lages/SC, localizada fora da área de estudo (27º08’ de latitude sul e 50º34’ de longitude oeste, a 937 m de

  Utilizou-se o período de 01 de Janeiro de 1996 a 31 deDezembro de 1997 para a calibração e de 01 de Janeiro de 1998 à 31 de Dezembro de 1999 para a validação. Para o período de 01 de Janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 1999, obteve-se um valorde eficiência de Nash-Sutcliffe de 84,4 %, portanto, maior que o do período de calibração.

Entre o período de 1982/83, ocorreu o fenômeno “El Niño” que ocasionou uma forte seca no norte e nordeste do país e grandes

  Observa-se que no inicio da série o modelo subestima a vazão, não conseguindo representar os picos iniciais, em Este comportamento de subestimar e superestimar de forma relativamente igualitária, contribui para que o índice de Nach-Sutclifeseja elevado, uma vez que o mesmo resulta da razão entre a soma do quadrado dos resíduos pela soma do quadrado dos desvios em relação àmedia. Com relação ao período de validação, o modelo atingiu um valor de 50,1 % de eficiência de Nash-Suctliffe, o que pode serconsiderado um resultado satisfatório quando se considera a severa diferença de comportamento entre os períodos hidrológicos dacalibração e da validação.

Novo documento

RECENT ACTIVITIES

Tags

Documento similar

ESTRUTURAÇÃO GENÉTICA POPULACIONAL DE Salminus hilarii (CHARACIFORMES: CHARACIDAE) NA BACIA DO ALTO PARANÁ
0
0
102
O PLANO DIRETOR DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO RIO GRANDE MG: UMA ANALISE DO RELATÓRIO DE DIAGNÓSTICO
0
0
120
ESTUDO AMBIENTAL SOBRE A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MATIPÓ Deyse Almeida dos Reis
0
0
195
INDICADORES SOCIOECONÔMICOS E A DESERTIFICAÇÃO NO ALTO CURSO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAÍBA
0
0
22
PRECIPITAÇÃO EFETIVA E RECARGA DO LENÇOL FREÁTICO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIACHO FUNDO, FELIXLÂNDIA-MG
0
0
8
OTIMIZAÇÃO DO APROVEITAMENTO HÍDRICO SUPERFICIAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ARAGUARI, TRIÂNGULO MINEIRO
0
0
252
SUBSÍDIOS AO PLANEJAMENTO AMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO BENFICA, RMB – PA BRASIL
0
0
146
MODELO DE GERENCIAMENTO DE USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA – UM ESTUDO DE CASO PARA A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAPAJÓS Nelio Moura de Figueiredo
0
0
325
ANÁLISE DA PAISAGEM NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MOCAJUBA, NORDESTE PARAENSE, A PARTIR DO MODELO TEÓRICO GTP
0
0
156
AVALIAÇÃO HÍDRICA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DO GLÓRIA, UBERLÂNDIA – MG
0
0
85
A QUALIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS SUPERFICIAIS NO ALTO CURSO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO CAMPO ALEGRE - GOIÁS JÉSSICA DE SÁ GUIMARÃES PEIXOTO
0
0
123
OCUPAÇÃO DO SOLO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO
0
0
144
AVALIAÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS GERADOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO JORDÃO LOCALIZADO NO TRIÂNGULO MINEIRO
0
0
80
INTERPRETANDO A DINÂMICA DE UM ASSENTAMENTO JÊ MERIDIONAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO FORQUETARS: ESTUDO DE CASO DO SÍTIO RS-T-126
0
0
156
THIAGO ALVES ANTUNES MODELAGEM HIDROLÓGICA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO CANOAS ATRAVÉS DO MODELO SWAT
0
0
130
Show more