Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia Fundação de Apoio à Escola Técnica - FAETEC Escola Técnica Estadual de Santa Cruz - ETESC

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UNIDADE I – MATERIAIS: PROPRIEDADES E ENSAIOS

1.2.3 2.2.4 2.2.5 1 1.1 1.2 1.2.1 1.2.2 2.1 1.3 2 2.2.2 2.2 2.3 2.3.1 2.3.2 2.3.3 2.3.4 2.2.3 2.1.5 2.2.1 2.1.1 SUMÁRIO Introdução........................................................................................................................... 01 1 2.2 2.1 2 2.1.2 2.1.3 2.1.3.1 2.1.3.2 2.1.3.3 2.1.4

UNIDADE II – FASES E LIGAS

4.3 2.1.1 1 1.1 1.2 1.2.1 1.3 1.4 2 2.1 2.2 2.1.2 2.1.3 4.1 2.3 2.4 3 3.1 3.2 4 4.1 4.2 4.2 3.2 4 2.7 2.4 2.4.1 3.4 2.5 2.6 2.4.2 2.7.1 2.7.2 2.7.3 2.7.4 3 3.1 3.3

UNIDADE III Ố TRANSFORMAđỏES NOS AđOS

  Por falar nisso, fragilidade é uma propriedade mecânica na qual o material apresenta baixa resistência ao Se colocarmos dois cubos do mesmo tamanho, sendo um de chumbo e o outro de plástico, em uma balança com dois pratos, é fácil perceber que o prato com o cubo dechumbo descerá muito mais que o prato com o cubo de plástico. Este valor de tensão é um dos utilizados para a limite de resistênciaσ especificação dos materiais nas normas, pois é um resultado preciso que se pode obter no ensaio de traçãoe é utilizado como base de cálculo de todas as outras limite de ruptura tensões determinadas neste ensaio.

ESCALA DE DUREZA MOHS (1822)

  Na prática, considera-se que o limite de resistência à compressão é cerca de oito vezes maior que o limite de resistência à tração, sendo esta relação tomada por base quandonão é viável a realização do ensaio de compressão. Veja abaixo os diâmetros de esfera mais usados e os valores de carga para cada caso, em função do fator de carga escolhido: DIÂMETRO 2 2 2 2 F(kgf) = 30D F(kgf) = 10D F(kgf) = 5D F(kgf) = 2,5D DA ESFERA(mm) 10 3.000 1.000 500 250 5 750 250 125 62,52,5 187,5 62,5 31,25 15,625 Caso prático : Uma empresa comprou um lote de chapas de aço carbono com espessura de 5mm e dureza estimada HB = 180.

ESCALA COR DA PENETRADOR ESCALA MAIOR UTILIZAđấO APLICAđấO

  Caso prático : Qual é o valor de dureza Vickers de um material que apresentou 0,24mm e 0,26mm de medida de diagonais de impressão, após a aplicação de uma força de 10 kgf? O tipo de luz mais indicada é a luz branca natural,ou seja, a luz do dia, porém, por problemas de layout, a maioria dos exames é feita em Um fator de fracasso na inspeção é a fadiga visual dos inspetores, que observam os mesmos tipos de peças durante longos períodos de trabalho.

Limpeza: após a inspeção da peça e elaboração do relatório de ensaio, ela deve ser totalmente limpa, removendo-se totalmente os resíduos do ensaio

  A principal vantagem deste método é a sua simplicidade, pois é fácil interpretar seus resultados, além de poder revelar descontinuidades extremamente finas, totalmenteimperceptíveis a olho nu. No entanto, a superfície do material a ser examinada não pode ser porosa ou absorvente, já que não conseguiríamos remover totalmente o excesso depenetrante, e isso iria mascarar os resultados.

Nesse ensaio, utilizamos “forças invisíveis” que alinham as partículas magnéticas sobre as peças ensaiadas. Onde houver descontinuidades, a orientação será alterada

  A rampa tem o formato tronco-cônico, correspondendo à zona maisquente, necessitando de um resfriamento externo, mediante o emprego de placas metálicas A cuba, também de forma tronco-cônica, tem a seção menor topo ou goela voltada para cima, no topo ou goela, que é onde se situa o sistema de carregamento, sendo o mais comum chamado de copo e cone. Com velocidade de esfriamento maior, em óleopor exemplo (curva C), a velocidade de esfriamento agora é tal que a curva de esfriamento não toca na curva de fim de transformação , de modo que a transformação em perlitaapenas se inicia, interrompendo-se em seguida e, ao atingir a linha M , a austenita que não i se transformou passa a martensita, cuja formação termina em M .

Baseia- se no conhecimento das curvas em ‘C’ e aproveita as transformações da

  T (ºC) 723 I F REVENIDO M i Mfmartensita martensita revenida t (s) Tem-se, assim, formação de martensita de modo bastante uniforme através de toda a seção da peça, durante o resfriamento até a temperatura ambiente, evitando-se a Geralmente os aços-liga apresentam melhores condições para serem martemperados do que os aços-carbono. Aaplicação de calor em um meio apropriado pode levar a essa alteração da composição química do aço até uma profundidade, que depende da temperatura de aquecimento e dotempo de permanência à temperatura de tratamento.

BIBLIOGRAFIA

  Tecnologia mecânica: materiais de construção mecânica. Princípios de ciência dos materiais.

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