Colesterol Ias Jornadas de Farmacia ESSa IPB2012

17 

Full text

(1)

L

IVRO DE

A

CTA

C

OORDENADORES

:

Maria Helena Pimentel

Isabel Pinto

Olívia Pereira

(2)

O7. AVALIAÇÃO DAS CONC FARMÁCIA DO INSTITUTO PO

Almeidaa* M., Silvab*, T., Arag

aFarmácia Gama Vieira, Rua Doutor bFarmácia Central, R. 5 Outubro 63,

cEscola Superior de Saúde, Instituto

dCERNAS - Escola Superior Agrária

* Trabalho realizado em co-autoria

Resumo

O colesterol é um esteróide e formação de aterosclerose, considerada um factor de cerebrovasculares, torna-se ne lhe estão associados. Neste hipercolesterolemia, assim com Farmácia do Instituto Politécn Para tal, foram seleccionados IPB para um estudo do tipo d obtidos num rastreio da análi aplicação de um questionári posteriormente sujeitos a trata

for Social Sciences).

Neste estudo verificou-se qu apresentou níveis de colestero e 200,78 respectivamente, per todas as variáveis analisadas associação com as concentraç maior prevalência de hipercol para os alunos que frequen respectivamente). Ainda, os a que aqueles que fazem as su para as refeições proporciona

CENTRAÇÕES SÉRICAS TOTAIS DE COLESTERO

OLITÉCNICO DE BRAGANÇA

ragãoc, M. A., Pereirac,d O. R.

tor António Marques Costa 355, 3460-575 Tondela;

3, 4600-044, Amarante;

to Politécnico de Bragança, Av. D. Afonso V, 5300-121 Braga ria, Instituto Politécnico de Coimbra, Bencanta, 3040-316 Coi

e endógeno que apesar de essencial ao organismo , quando em concentrações elevadas. Dado q de risco importante no desenvolvimento de necessário estudar a prevalência da hipercolesterol te contexto, o presente estudo pretende determi como descrever e analisar os factores que lhe assoc

cnico de Bragança (IPB).

os aleatoriamente 32 estudantes do 1º e 4º anos do o descritivo, transversal, de natureza quantitativa e

álise sérica de colesterol total (CT), e nas respos ário de auto-preenchimento, anónimo e voluntá atamento estatístico através do programa SPSS 13.

que a média de CT foi de 197,6±43,542 mg/dL erol mais baixos com médias que o sexo feminino, c permitindo concluir que o sexo tem influência sobr

as, além do “sexo”, apenas o consumo de salsi rações séricas elevadas de CT. Relativamente à id colesterolémia em idades ≥ 20 anos, notando-se ain

entam o 4ºano coomparativamente aos do 1ºan s alunos que fazem as refeições em casa apresentam

suas refeições noutros locais, permitindo concluir a uma alimentação à base de comida rápida, mais r

OL EM DISCENTES DE

gança, Portugal; Coimbra, Portugal.

mo aparece associado à que a aterosclerose é de doenças cardio e rolemia e os hábitos que minar a prevalência da ociados, em discentes de

do Curso de Farmácia do a e centrado em valores ostas obtidas através da ntário. Os dados foram 13.0 (Statistical Package

(3)

A presente investigação perm comunidade académica, de m promovendo a reeducação alim Palavras-chave: Hipercoleste cardiovasculares.

Introdução

Segundo a Organização Mun 29% foram vítimas de doença secundária à aterosclerose é um Os factores de risco associad dois grandes grupos: os não modificáveis que se referem à stress, obesidade, alimentação homocisteinemia, e hipoestrog Estudos mostram que esses usualmente, representa um ris resultante da soma de seus e efeito da aglomeração desses como intermediários numa cardiovasculares só será alca populações.11,22

Diversos estudos epidemiológ animal, e o aumento dos nív miocárdio. Relação inversa oc do CT, o risco de enfarte de m As dietas que aumentam os n que são dietas ricas em ácido produtos de pastelaria. Por out risco cardiovascular pelo seu fitoesteróis.23

A hipercolesterolemia é a prin biológicos e/ou ambientais, le

ermitirá alertar para os factores associados à h modo a estabelecer medidas para prevenção dos n limentar e o incentivo à prática de exercício físico. esterolemia; Estudantes de Farmácia do IPB; Ar

undial de Saúde (OMS), dos 50 milhões de óbito nças do aparelho circulatório. Destas, a doença art

uma das principais causas de morbidade e mortalid ados às doenças cardio e cerebrovasculares podem ão modificáveis que incluem idade, sexo, raça, h

à hipertensão arterial sistémica, diabetes mellitus ção, tabagismo, alcoolismo, uso de anticoncepcion rogenismo consequente à instalação da menopausa.

es factores tendem a ocorrer simultaneamente. risco total aumentado para doenças cardiovasculare s efeitos isolados, indicando efeito sinérgico entre ses factores consideram que muitos são inter-relac a cadeia causal. Portanto, uma prevenção e lcançada com a melhoria global do perfil de r

lógicos têm documentado estreita relação entre d níveis séricos de CT e de LDL colesterol e a inc

ocorre com o HDL colesterol. Estima-se que para miocárdio eleva-se em 2%.9

s níveis de colesterol no sangue são particularmen idos gordos saturados, provenientes de carnes e la outro lado, dietas ricas em fruta, produtos hortícola seu teor de vitaminas e sais minerais, fibra alim

rincipal causa da DCV, uma vez que, quando assoc , leva à formação da placa ateromatosa aumentando

hipercolesterolemia na s níveis elevados de CT,

o.

Arterosclerose; Doenças

itos ocorridos em 1997, arterial coronária (DAC)

lidade no mundo. 1-5 em ser classificados em , herança genética, e os itus, hipercolesterolemia, ionais hormonais, hiper-sa.6-21

te. A sua combinação, ares, comparado ao risco tre eles. Estimativas do lacionados e participam efectiva das doenças e risco de indivíduos e

e dieta rica em gordura incidência de enfarte de ara cada 1% de aumento

ente deletérias uma vez e lacticínios gordos e de las e cereais diminuem o imentar, antioxidantes e

(4)

enfarte de miocárdio. Portan compartilham a aterosclerose c Segundo Martins, 2006, estud dos indivíduos adultos possue risco elevado de desenvolvere A literatura aponta para o in placas ateroscleróticas, aparec durante a adolescência.8,14,24 V potencializado no decorrer d hipertensão arterial, obesidade No entanto, a hipercolesterol factores genéticos, designand por níveis séricos elevados d resultado da ausência e/ou dim Os factores dietéticos que exe de álcool, a alta ingestão de associados a valores séricos el Estudos epidemiológicos têm acordo com a literatura, 25% mg/dL. No Brasil, verificou-s em Bento Gonçalves. Estudo nível de hipercolesterolémia.31 De acordo com alguns estudo Brasil, mostra nível de coleste EUA -160 mg/dL, porém infe 191 mg/dL, 184 mg/dL e 183 na infância e adolescência a pa Portanto, torna-se necessário compreendidas entre 18-24ano presente estudo tem como pri nível de colesterol em estuda concentrações séricas de coles estudar a prevalência de Hiper

tanto, as doenças coronárias, cerebrais e de vaso se como sua principal causa.11, 25, 26

udos da década de 1990 indicaram que nos Estados uem taxas elevadas de colesterol no sangue, enqua rem doença arterial coronária e cerca de 7% já dese início da aterosclerose já na infância. Estrias go recem na camada íntima da aorta aos 3 anos de i

Verifica-se também, um aumento do colesterol pla r da vida pelo tabagismo, uso de contraceptivos de, dieta inadequada, alcoolismo e diabetes mellitu rolémia pode não ser o resultado destes factores ndo-se assim por Hipercolesterolemia Familiar (H de CT e das lipoproteínas de baixa densidade (L

iminuição dos receptores específicos de LDL.32,33 xercem efeitos negativos sobre o perfil lipídico são de gordura saturada, trans, carbo-hidratos simples, elevados de CT (CT) e low-density lipoprotein cho êm mostrado alta prevalência de hipercolesterole % das crianças americanas apresentavam nível

se 28% de hipercolesterolemia em crianças de 6 do realizado em Campinas totalizaram 35% dos e

.31

dos, o perfil lipídico de 1.600 estudantes dos 7 a 1 sterol em estudantes igual a 160 mg/dL. Este valo ferior aos obtidos em países como Finlândia, Gréc 83 mg/dL respectivamente, cujo estudo na determin partir de observações realizadas em 26 países.31,34 io intervir, estudando a prevalência de Hipercole anos, uma vez que existem poucos estudos incidente principal objectivo, identificar os factores de risco

dantes do Ensino Superior, através de um rastreio lesterol, e análise do respectivo questionário. Por o percolesterolémia em discentes de Farmácia da Esc

asos arteriais periféricos

os Unidos, cerca de 41% uanto 18% possuem um esenvolveram.27

gordas, precursoras das e idade e nas coronárias plasmático, que pode ser vos orais, sedentarismo,

itus.13,28-31

es de risco, mas sim de (HF), que se caracteriza (LDL), sendo portanto,

são o consumo excessivo les, e colesterol, estando

holesterol (LDL).2,4,5 olemia em crianças. De el de CT acima de 170 e 6 a 14 anos, residentes s estudantes com algum

a 14 anos, em Campinas, alor é semelhante ao dos récia, Suíça e Alemanha, inação do perfil lipídico

(5)

de Bragança, verificando se ex às concentrações séricas de CT

Material e Métodos

A amostra da investigação é c de Farmácia (32 discentes de do presente ano lectivo (200 Bragança.

Este estudo tem carácter descr aplicados a estudantes do Ensi Ao serem contactados nas res estudo, explicando o carácter respectiva protecção do ano voluntários.

O respectivo questionário aut recolha de dados, e é constitu sexo, idade, peso, altura), hipercolesterolemia (história hipercolesterolemia, sedentari A massa corporal e a estatura

Segundo OMS (1997)a classif Tabela 1 - Tabela re

Adequando estes valores de baixo peso, normal, sobrepeso

existem diferenças entre os dois grupos (1º e 4º ano CT.

é composta por 64 estudantes do Ensino Superior do de cada turma), sendo que os dados foram recolhid 2008/2009), na Escola Superior de Saúde do In

scritivo transversal, sendo o rastreio e respectivo qu nsino Superior de Farmácia num só momento.

respectivas salas de aulas, os participantes foram ter voluntário da sua participação e a conformidade

nonimato destes. Por conseguinte, em cada turm

uto-aplicável, padronizado e anónimo, é um dos tituído por uma folha de rosto, dados do inquirid ), perguntas referentes a comportamentos que ria de tabagismo, diabetes, hipertensão, antece arismo, etilismo, dieta).

ra foram utilizadas para calcular o IMC, segundo a s

IMC =

ssificação de obesidade no adulto é a seguinte 35: representativa da classificação do IMC, segundo a O

Baixo Peso <18,5

Normal 18,5-24,9

Sobrepeso ≥25,0

Pré-Obesidade 25-29,9 Obesidade I 30,0-34,9 Obesidade II 35,0-39,9 Obesidade III ≥40

e referência ao nosso estudo, restringimo-nos ap so, e obesidade (>30).

anos) no que diz respeito

do 1º e 4º anos do curso lhidos no mês de Janeiro Instituto Politécnico de

questionário de avaliaço

m informados acerca do ade dos critérios éticos e urma verificaram-se 32

os dois instrumentos de rido (ano que frequenta, e podem influenciar a cedentes familiares de

a seguinte fórmula35:

a OMS (1997).

(6)

Escala de Classificação dos N A classificação dos níveis de classificação EuroTrials36.

Tabela 2 - Tabela ilustrativa d

< 1

Após a assinatura do termo de de Saúde de Bragança, proced Posteriormente procedeu-se à Package for Social Sciense - S Para caracterizar o perfil do gr cálculo de medidas descritiv frequências, gráficos e percen de variáveis nominais/qualitat Com objectivo de verificar as nominais o teste Qui-Quad Spearman.

No presente estudo comparam ao nível de CT apresentado, u mais amostras independentes amostras independentes) pelo Estes testes foram usados em a

Smirnov (amostra ≥30) e Sha

dados, e Levenne (verificar h

distribuição normal das variáv Os testes estatísticos foram c sendo que para pvalue< 5%, reje

Níveis de Colesterol

de colesterol sérico total foi efectuada com base na

a da classificação dos níveis de colesterol sérico total, (2006).

<190 Normal

190-239 Risco Moderado

≥240 Risco Elevado

de consentimento de realização do estudo, emitido edeu-se à aplicação dos questionários e respectivo r e à análise e tratamento estatístico dos dados no

SPSS”, versão 13.

grupo de alunos estudados apresentou-se uma anál tivas (média, mediana e desvio-padrão) e a con entagens, tendo em conta tratar-se de variáveis ord tativas.

associação/independência de duas amostras, utiliza

adrado. Relativamente às variáveis ordinais ut

am-se características pessoais, escolares, contextuai , usando-se para o efeito testes não paramétricos: K

tes). No entanto, optou-se por substituir o teste lo T-Test, uma vez que se pretendia comparar média

m alternativa aos testes paramétricos, uma vez que

Shapiro-Wilk (amostra <30), cujo objectivo é veri

r homogeneidade das variâncias) mostraram a n iáveis.

calculados considerando-se um nível de signifi ejeita-se Hipótese Nula (H0) e para pvalue≥ 5% aceita

na Tabela 2, segundo na

al, segundo a Eurotrials

ido pela Escola Superior o rastreio.

no programa “Statistical

nálise exploratória com o onstrução de tabelas de ordinais/quantitativas ou

lizamos para as variáveis utilizamos o Teste de

uais e alimentares quanto

Kruskal-Wallis (três ou

te Mann Whitney (duas

dias.

ue os testes

Kolmogorov-erificar normalidade dos não existência de uma

(7)

Resultados

A amostra é constituída por 6 Bragança, sendo que 32 perten ano.

Através da análise da Fig.1, ve feminino com 85,9% (55 alu alunos).

Fig. 1 - Distribuição dos alunos

Tabela II – Idade dos inquirido

Em relação às medidas antrop apresentam peso normal, 15,6 Fig. 2).

Estes resultados vão de enco população estudada apresenta Sichieri, Teixeira & Veiga (2 17-25 anos, foi observado 7, indivíduos 60% eram do sexo

N Valid

Missing Mean

Median Mode

Std. Deviation Minimum Maximum

r 64 académicos do curso de Farmácia da Escola tencem ao primeiro ano deste curso e os restantes 3

, verifica-se que a maior percentagem dos inquirido alunas), sendo o sexo masculino menos represen

Relativamente à variável idade ver entre os 18-24 anos. Como se pode a média de idade é de 20,34 anos de 21, ou seja, a maioria dos inqu mediana é também 21, o que si inquiridos com idade abaixo como os por sexo

idos (anos)

Fig. 2- Caracterização da população

tropométricas, calculamos o IMC, sendo que 79,7% 5,6% (10) apresentam sobrepeso e 4,7% (3) aprese

contro ao estudo de Moraes, Meira e Freitas (20 nta peso normal e 14,4% apresenta sobrepeso. S (2007), cuja amostra compreendia 209 estudantes 7,2% de prevalência de obesidade (IMC> 30kg/m xo feminino e 40% do sexo masculino.

64 0 20,34 21,00 21 1,645 18 24

la Superior de Saúde de s 32 frequentam o quarto

idos corresponde ao sexo entativo, com 14,1% (9

verifica-se que esta varia ode verificar na tabela II, os, sendo que a moda é quiridos tem 21 anos e a significa que há tantos

o acima dos 21 anos.

ção, segundo o IMC.

,7% dos inquiridos (51) esentam baixo peso (ver

(8)

A maioria dos inquiridos, enq 21,9% eram, tal como no estu não saber.

Quanto a factores de risco ca 89,1% dos inquiridos afirmara saber. Em relação à Hiperten restantes 23,4% afirmam não s No que respeita à hipercoleste em que 60,5% da sua amostra afirmaram ter familiares dire afirmaram que esses familiare e os restantes 24,3% afirmara directos com hipercolesterolem Em relação a variável “está respondeu “sim”, sendo que a sei” (5,5%), sendo que uma nã

Relativamente à variável “fu restantes 16 inquiridos (25%) encontro ao de Girotto et al (1

Segundo Auriemo et al (1999 25anos, verificou uma frequên Comparativamente ao estudo actividade física, no presente enquanto os restantes 22 (34, actividades mais praticadas, se

nquanto criança, não eram considerados “gordinho studo de Ceres C. Romaldini et al (2004). Os resta

cardiovasculares inerentes à doença, como a Diab

aram não sofrer de Diabetes, enquanto os restante

tensão, 76,6% dos inquiridos afirmam não ser hip o saber.

sterolemia familiar, e comparativamente ao estudo a a apresentava, 57,8% (37 indivíduos) dos inquir directos com esta patologia, sendo que destes 5 ares tomam medicação para a hipercolesterolemia, 2 aram não saber. Dos inquiridos, 29,7% (19) afirma

lemia e os restantes 10,9% (7) afirmaram não saber tá grávida?”, constata-se que nenhum dos inquirid e a resposta “não” foi a mais frequente (92,7%), seg

não respondeu (Fig.3).

Fig. 3- Gravidez dos inquiridos femininos

“fumar”, 48 dos inquiridos (75%) afirmaram não %) afirmaram fumar, sendo que, neste ponto, o p

(1996), em que a prevalência do hábito de fumar é 99), cuja amostra compreendia 209 estudantes, co

ência de tabagismo de 15,8%.

do de Veras et al (2007), em que 70,3% dos est

nte estudo 42 dos inquiridos (65,6%), afirmam t 4,4%) afirmam praticar, sendo as caminhadas, o g , seguidas de futebol, bicicleta todo o terreno (BTT)

nhos” (65,6%), enquanto stantes 12,5% afirmaram

iabetes e a Hipertensão,

ntes 10,9% afirmam não hipertensos, enquanto os

do de Veras et al (2007),

uiridos da nossa amostra 51,4% (19 inquiridos) a, 24,3% (9) não tomam, maram não ter familiares

er.

iridos do sexo feminino seguida da resposta “não

não fumar, enquanto os o presente estudo vai de r é de 27,1%.

com idades entre os

(9)

Fig. 4- C Quanto ao local de habitação amigos/colegas, 68,8% (44 inq (5) com os pais e 4,7% (3) soz Em relação ao local onde faz inquiridos (78,1%) afirmam f (1,6%) no restaurante. Grande parte dos indivíduos 57,8%.

A proporção de estudantes de fruta, 12,5% para cereais inte molhos, refrigerantes, entre ou são as miudezas (fígado, rim),

Níveis de Colesterol Sérico To

A média de concentração séric máximo de 292mg/dL. Para fa em duas classes: normal e mod Dos inquiridos, 46,9% aprese masculino e 36,0% do sexo fe (3,1% do sexo masculino e 50 Segundo o estudo de Auriemo que o presente estudo, 172 Fem 41,

Concentração Sérica Total de Colesterol dos Inquirid ão em tempo de aulas, a maior parte dos inquirido inquiridos), enquanto 17,2% (11) habitam em resid sozinhos.

fazem as refeições em tempo de aulas, a maior pa fazê-las em casa, 13 (20,3%) afirmam fazê-las n

os avalia o seu grau de stress como médio, com

de Farmácia com ingestão diária de certos alime tegrais, 9,4% para legumes, 4,7% para chocolate e outros. Os alimentos consumidos nunca/raramente

), 81,3%, o camarão, 60,9% e os patés/salames, 59

Total

érica de CT foi de 197,06±43,542mg/dL, cujo mínim facilitar a análise dos resultados obtidos,

agregou-oderado/elevado.

esentam concentração sérica total de colesterol no feminino), enquanto que 53,1% apresentam coles 50, 0% do sexo feminino) (Fig.4).

mo et al, (1999), os inquiridos apresentaram média 172,05±33,86mg/dL, não tendo verificado difer

Feminino Masculino Total

41,8%

77,8%

46,9% 58,2%

22,2%

53,1%

Colesterol Sérico Total

Normal

iridos.

ridos afirma habitar com sidência estudantil, 7,8%

parte dos inquiridos, 50 s na cantiga escolar e 1

m uma percentagem de

mentos é de 18,8% para te e 1,6% para salsichas, nte entre estes estudantes 59,4%.

nimo é de <130mg/dL, e -se a variável colesterol

normal (10,9% do sexo lesterol moderado a alto

(10)

significante entre as médias de apresentaram níveis de CT (CT Em relação aos estudos intern no Muscatine Study tinham

homens e 26% das mulheres, (Auriemo et al, 1999)

Ao contrário do presente estu etária de 12-19 anos, apresen mg/dl) do que para o sexo mas

Para avaliar a relação das v colesterol, foi usado o teste entre as duas variáveis. As hipóteses a testar são as seg

H0: Não existe associa H1: Existe associação Através do nível de significân valor do nível de significância associação entre as variáveis. Através do nível de signific concentrações séricas totais de Relativamente à média, o sex enquanto que o sexo feminino Por outro lado, os resultados seguintes factores: gravidez diabetes (0,564); hipertensão ( desporto (0,373); local da refe A partir da adolescência, o ta ateromatosas. Craig e cols., de com a diminuição dos níveis d adultos. No entanto, tal como também não observaram assoc

de homens e mulheres. Neste estudo, 36,8% dos a (CT) acima dos desejáveis.

ernacionais, citados em Auriemo et al (1999), 24%

m níveis de CT >200mg/dL. No Framingham H

s, com idade entre 31 a 39 anos, apresentaram níve

studo, em Sichieri, Teixeira & Veiga (2007), os sentaram média de colesterol sérico maior para o

asculino (150,5 mg/dl).

s variáveis de carácter nominal, com a concent e Qui-Quadrado, com objectivo de verificar a exi

seguintes:

ciação entre as variáveis ão entre as variáveis

cância (pvalue) considera-se que existe associação e cia for inferior 5%, caso for superior aceita-se H0,o

ificância (pvalue), verifica-se que a variável sexo de colesterol (pvalue 0,045), permitindo rejeitar H0. sexo masculino apresenta concentração sérica de no apresenta µ=200,78mg/dL, valor este acima do c dos demonstraram que não existia relação entre o ez (pvalue=0,347); criança “gordinha” (0,936); ac

o (0,542); familiares directos com hipercolesterolem efeição (0,384); ano que frequenta (0,098).

tabagismo é uma das influências mais nocivas na demonstraram, através de meta-análise, que o tabag is de HDL-c em indivíduos de 8-19 anos, à semelha o se verificou no presente estudo, Forti e cols. em sociação entre as variáveis do perfil lipídico e o háb

s alunos do primeiro ano

4% dos jovens avaliados

Heart Study, 48% dos

íveis de CT >220mg/dL.

os adolescentes na faixa o sexo feminino (160,4

entração sérica total de existência de associação

o entre as variáveis se o ,ou seja, não se verifica

exo tem influência nas .

de CT de 174,33mg/dL, o considerado normal. e os níveis de CT e os acto de fumar (0,386); lemia (0,195); prática de

(11)

Hipe

Fig. 5 - Co 1º e 4º ano Apesar de não haver associa apresentada, vários são os es (1999), registaram maior pr masculino, numa amostra com Embora não se tenha verificad familiares directos com hip prevalência de hipercolester estatisticamente, atravé da c colesterol elevado (Tabela IV)

Tabela IV- Tabela ilustrativa presença/não de familiares dire

Segundo Moura & Coronelli, dos 7-10 anos de idade, conc superiores a 200 mg/dl, apres dos casos. Em Bento Gonçalv história familiar positiva para Relativamente ao local de discentes que efectuam as sua

Nível Colest

0,0% 50,0% 100,0%

Normal Moderado/Alto

Normal Moderado/Alto

4ºano 45,3% 72,7%

1ºano 54,7% 27,3%

ipercolesterolemia: Comparação percentual

Comparação percentual da hipercolesterolémia entr nos.

ciação entre a hipertensão e a concentração séri estudos que a demonstram. Martins e cols., cita prevalência de níveis pressóricos elevados em ompreendida entre os 20-39anos.

cado qualquer relação entre os níveis de CT apresen hipercolesterolemia, convém mencionar que se

terolemia (embora não tão significativa, pois comparação de grupos) em inquiridos com fam V).

a da relação entre o nível de colesterol apresentad irectos com hipercolesterolemia.

lli, citado em Cardoso et al (2004), cuja amostra c oncluíram que os inquiridos que apresentaram val resentaram história familiar positiva de doença card

alves, analisando 1.501 escolares de 6 a 16 anos, d ra DAC e hipercolesterolemia concomitante. e refeição, verifica-se maior prevalência de hi suas refeições em casa (µ=200,49mg/dL), do que

Familiares

Sim Não

el de esterol

Normal 14 12

Moderado/Alto 23 7

ntre o

érica total de colesterol itado em Auriemo et al

em indivíduos do sexo

sentados e a presença de se verifica uma maior is não é comprovada familiares directos com

ado pelos inquiridos, e a

a compreendia escolares valores de CT iguais ou ardiovascular em 53,5% , detectaram 38,3% com

(12)

noutros locais: cantinas, restau efectuar, proporciona o cons utilização de salsichas e lin concentrações séricas totais de Em média, os inquiridos do elevadas (µ=203,53mg/dL) do Para avaliar a relação dos vá concentração sérica de CT, fo ordinais/quantitativas.

As hipóteses a testar são as seg • H0: Não existe assoc • H1: Existe associação Analisando o nível de signific concentração sérica total de (0,879); altura (0,912); consum No entanto, no que diz respe valores de CT mais elevados peso normal (µ=193,74mg/dL Segundo Girotto et al (1996), superior, apresentou correlaçã idade, e o IMC.

Em concordância com o anter com idades entre os 17-25ano e níveis séricos de CT. A variável “idade” também <20anos apresentam média (µ=200,54mg/dL).

Embora não se verifique asso concentrações séricas totais d (60 inquiridos), apresentam va afirmaram beber raramente ou

taurantes (µ=183,62mg/dL), levando a crer que, a nsumo de refeições rápidas, ricas em colesterol linguiça, batatas fritas, etc), contribuindo assim,

de CT.

do 4ºano, apresentam concentrações séricas tota do que os do 1º ano (µ=190,59mg/dL), (Fig.5).

vários factores de carácter ordinal, já referidos foi usado o teste de Spearman que nos permite rel

seguintes:

ociação entre as variáveis ção entre as variáveis

ificância, os resultados demonstraram que não exi e colesterol e os seguintes factores: IMC (0,687) sumo álcool às refeições (0,837); alimentação (0,683

eito ao IMC, verifica-se que os inquiridos com os (µ=209,7mg/dL), do que os de baixo peso (µ=1 dL).

), cujo estudo compreendia uma amostra de 3357 i ação significativa entre o aumento da concentraçã

terior, Auriemo et al (1999), cuja amostra compre nos, observou uma associação estatisticamente sign

m apresenta algumas diferenças, sendo que, os i ia de colesterol mais baixo (µ=192,30mg/dL),

sociação entre a ingestão de bebidas alcoólicas du de colesterol, é de referir que os inquiridos que a valores de colesterol mais baixo (µ=194,83mg/dL ou às vezes (µ=230,50 mg/dL).

a falta de tempo para as rol (com predomínio da m, para o aumento das

otais de colesterol mais

os anteriormente, com a relacionar duas variáveis

existe associação entre a 87); idade (0,429); peso 683); e stress (0,34). m sobrepeso apresentam

=198,17mg/dL) e os de

7 ingressantes do ensino ção de colesterol com a

preendia 209 estudantes, ignificativa entre o IMC

s inquiridos com idades ), do que os ≥20anos

(13)

Relativamente à frequência de não existe associação entre (pvalue=0,861); bife (0,396); bi (0,361); manteiga e natas (0,45 conservas em óleo (0,853); m (0,619); cereais integrais (0 refrigerantes (0,774).

Por outro lado a frequência d séricas totais de colesterol, sen 5%.

Segundo o estudo de Sichieri alimentos ricos em colesterol da tabela de frequência de c qualquer concordância entre estudados.

Rabelo e cols., citado em Sic entre as alterações lipídicas e c indivíduos consumirem exces por Fisberg e cols.,avaliando média de idade de 20,3 anos.

Apesar de inicialmente, se ver verdadeiramente diferenças sig colesterol.

Uma vez que nenhuma das seguintes testes: Kruskal-Wal médias.

As hipóteses testadas são as se H0: Não existem difer H1: Existem diferença Pela análise do nível de s relativamente às concentraçõe

de consumo de determinados alimentos, os resultad tre as concentrações séricas de CT e o consu

biscoitos (0,497); bolos/tortas (0,087); chocolate ( ,459); margarina (0,717); patés e salame (0,925); q miudezas (0,280); ovos (0,674); camarão (0,919); (0,396); iogurte magro (0,729); fruta (0,430);

a de consumo de linguiça e salsichas tem influên sendo que, rejeita-se H0, uma vez que, pvalue = 0,017

eri, Teixeira & Veiga (2007), relativamente à frequ rol (questionário alimentar simplificado, usado com consumo de alimentos do presente estudo), tam re as concentrações séricas de CT e o consumo

Sichieri, Teixeira & Veiga (2007), também não v e consumo de gorduras em adolescentes, apesar de cesso de gordura total e colesterol. Resultado sem do o consumo alimentar de 118 estudantes univer

verificarem algumas diferenças entre grupos, é nec significativas entre estes, relativamente às concentr

as variáveis segue distribuição normal procede allis (3 ou mais amostras independentes) e T-Tes

seguintes:

ferenças entre grupos no que diz respeito às concent ças entre grupos no que diz respeito às concentraçõ significância, conclui-se que não existem dif ções séricas de CT, visto que as variáveis apresen

ltados demonstraram que sumo de batatas fritas e (0,720); hambúrgueres ; queijo amarelo (0,255); ); molhos (0,631); peixe 0); legumes (0,897); e

ência nas concentrações 017, porque é menor que

equência de consumo de omo base da construção também não verificaram o alimentar dos jovens

o verificaram associação de elevada frequência de emelhante foi observado versitários paulistas com

ecessário testar se existe ntrações séricas totais de

demos à aplicação dos est para comparação de

(14)

(0,437); sexo (0,084); peso (0 IMC (0,567), e consumo bebid

Discussão e Conclusão

A prevalência de hipercoleste feminino o grupo que mais co tem influência nas concentraçõ A falta de exercício físico, a p as refeições, proporcionam um Relativamente ao consumo de nas concentrações séricas de falta de tempo para as efectua predomínio da utilização de sa Uma vez que nível de signif (0,05), conclui-se que deveríam Uma vez que CT elevado nem fazer a medição deste último sanguínea, uma vez que a máq A correlação entre colestero demonstra haver um risco au sangue. Entretanto, nos Estad aconselhamento dietético para de rotina para valores superior Portanto, as consequências do problema mundial de saúde pú da população permite o estabe alimentar e o incentivo à prátic Torna-se assim necessário o d escolas, que poderiam ser rep deste fenómeno, que cada vez

Agradecimentos

(0,856); altura (0,992); ano frequentado (0,238); lo bidas alcoólicas às refeições (0,117).

sterolemia nos discentes de Farmácia do IPB foi de contribui para este resultado. Verificou-se portant ações de CT.

a prevalência de hipercolesterolemia nos familiares, um aumento do CT.

de alimentos, apenas o consumo de salsichas/lingu e CT, levando a concluir que as refeições efectuad tuar, propiciam o consumo de refeições rápidas, ric

salsichas/linguiça.

nificância da variável “sexo” está muito próximo ríamos ter uma amostra maior, obtendo assim result nem sempre significa LDL (“mau colesterol”) elev

o e do HDL (“bom colesterol”), de preferência p áquina de medição do colesterol apresenta um erro terol sanguíneo e incidência de doenças cardio

aumentado para valores de colesterol superiores stados Unidos da América, o National Institutes ara valores acima de 170 mg de colesterol/100 ml d

iores a 185 mg de colesterol/100 ml de sangue. 34 do colesterol elevado, somado a outros factores de

pública. Deste modo, o conhecimento dos níveis d belecimento de medidas para contenção destes, env ática de exercício físico.

o desenvolvimento de acções de educação em saúd reproduzidas pelas crianças em casa no sentido de

ez mais é um problema.

; local refeições (0,150);

de 53,1%, sendo o sexo anto, que a variável sexo

es, e o local onde efectua

guiça mostrou influência uadas em casa, aliadas à ricas em colesterol, com

mo do valor de decisão ultados mais precisos.

levado, deve-se também por análise laboratorial rro de 10%.

dio e cerebrovasculares es a 200 mg/100 ml de es of Health recomenda l de sangue e supervisão

de risco, constituem um s de colesterol sanguíneo envolvendo a reeducação

(15)

À Professora. Isabel Ribeiro, q preciosa ajuda ao nível do tr trabalho. À A. Menarini por t colesterol e pelo fornecimento

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