Engenharia de Requisitos de Stakeholders de Sistemas de TIC na Gestão do Trabalho Colaborativo do API.nano

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(1)Paulo Gustavo Quinan Engenharia de Requisitos de Stakeholders de Sistemas de TIC na Gestão do Trabalho Colaborativo do API.nano Florianópolis – SC – Brasil 2013

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(3) Paulo Gustavo Quinan Engenharia de Requisitos de Stakeholders de Sistemas de TIC na Gestão do Trabalho Colaborativo do API.nano Dissertação apresentada ao Mestrado em Administração da Universidade do Estado de Santa Catarina como requisito para obtenção do grau de Mestre em Administração. Orientador: Julio da Silva Dias Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC Centro de Ciências da Administração e Sócio-Econômicas – ESAG Mestrado em Administração Orientador: Prof. Dr. Julio da Silva Dias Florianópolis – SC – Brasil 2013

(4) Q7e Quinan, Paulo Gustavo Engenharia de requisitos de stakeholders de sistemas de TIC na gestão do trabalho colaborativo do API.nano./ Paulo Gustavo Quinan – 2013. 172 p. : Il. color. ; 21 cm Orientador: Prof. Dr. Julio da Silva Dias. Bibliografia: p. 151-172 Dissertação (mestrado) – Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas, Mestrado em Administração, Florianópolis, 2013. 1. Clusters de inovação. 2. Engenharia de requisitos. 3. Tecnologias da informação e comunicação. I. Dias, Julio da Silva. II. Universidade do Estado de Santa Catarina. III. Título. CDD: 303.4833 – 20.ed. Ficha elaborada pela Biblioteca Central da UDESC

(5) Paulo Gustavo Quinan Engenharia de Requisitos de Stakeholders de Sistemas de TIC na Gestão do Trabalho Colaborativo do API.nano Dissertação apresentada ao Mestrado em Administração da Universidade do Estado de Santa Catarina como requisito para obtenção do grau de Mestre em Administração. Orientador: Julio da Silva Dias Banca Examinadora Prof. Dr. Julio da Silva Dias Universidade do Estado de Santa Catarina Orientador Prof. Dr. Carlos Roberto De Rolt Universidade do Estado de Santa Catarina Prof. Mario Dantas, PhD Universidade Federal de Santa Catarina Florianópolis – SC – Brasil 2013

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(9) Resumo Cada vez mais organizações vem se ligando em redes, e os governantes, cientes dos ganhos obtidos com estas ligações, criam incentivos para fomentar seu desenvolvimento. Em Florianópolis, a promulgação da Lei da Inovação criou incentivos para a formação de redes organizacionais chamadas pela lei de Arranjos Promotores de Inovação (API). Com isso, o primeiro API da cidade, o API.nano, começou a ser desenvolvido pela Fundação CERTI, que convidou o LabGes/ESAG/UDESC a definir o sistema de gestão e governança do API, contendo um mapeamento de processos de negócio do sistema. Neste contexto, esta dissertação detalha o desenvolvimento de uma engenharia de requisitos de stakeholder de sistemas de TIC capazes de auxiliar as atividades colaborativas das organizações do API.nano com base no mapeamento de processos desenvolvido. Fundamentada pela literatura sobre clusters de inovação, sistemas de TIC no trabalho colaborativo e engenharia de requisitos, a pesquisa se dividiu em duas etapas. A primeira consistiu numa codificação das atividades do mapeamento de processos, que permitiu a classificação das atividades em 11 características colaborativas. Em seguida, uma análise de requisitos interpretativa foi realizada nas relações expostas pela codificação. Como resultado, 30 requisitos de stakeholders foram propostos. Estes requisitos podem servir de base para a definição de uma ecologia de sistemas de TIC capaz de satisfazer as necessidades tecnológicas de suporte do trabalho colaborativo do API. Palavras-chaves: Clusters de Inovação. Gestão de TIC. CSCW. Engenharia de Requisitos.

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(11) Abstract More than ever organizations are linking themselves in networks, and governments, aware of what can be gained with those connections, are developing incentives to foster its development. In Florianópolis, the promulgation of the Law of Innovation defined incentives to the formation of organizational networks, called Arranjos Promotores de Inovação (API). With that, the city’s first API, the API.nano, started to be developed by CERTI, which invited LabGes/ESAG/UDESC to define the API’s management and governance system, containing the system’s business process mapping. In this context, this thesis details the development of a stakeholders requirement engineering of ICT systems capable of supporting the collaborative activities of the API.nano’s organizations based in the process mapping developed. Supported by the literature about clusters of innovation, computer-supported cooperative work and requirement engineering, the research is divided in two phases. The first one constituted in the coding of the activities of the process mapping, which allowed their classification in 11 collaborative characteristics. Afterwards, a interpretative requirement analysis of the relationships exposed by the coding ensued. As a result, 30 stakeholders requirements were elicited. These requirements can the base for the definition of a ICT systems ecology capable of satisfying the collaborative work support technological needs of the API. Keywords: Cluster of Innovation. ICT Management. CSCW. Requirement Engineering.

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(13) Lista de ilustrações Figura 1 – Taxonomia de governança de redes . . . . . . . 39 Figura 2 – Matriz tempo/lugar CSCW . . . . . . . . . . . 44 Figura 3 – Componentes do API.nano . . . . . . . . . . . 86

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(15) Lista de tabelas Tabela 1 – Procedimentos metodológicos dos objetivos específicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tabela 2 – Códigos Identificados no Mapeamento de Processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tabela 3 – Codificação da Função Desenvolver API . . . Tabela 4 – Codificação da Função Gerenciar API . . . . Tabela 5 – Codificação da Função Promover Negócios . Tabela 6 – Codificação da Função Empreender Projetos Tabela 7 – Codificaçao das atividades da NAO . . . . . Tabela 8 – Agrupamento dos códigos em dimensões da cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79 . . . . . . 89 92 106 108 114 115 . 121

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(17) Lista de abreviaturas e siglas API Arranjo promotor de inovação APL Arranjo produtivo local CMC Comunicação mediada por computador COI Cluster of innovation – Cluster de inovação CSCW Computer-Supported Cooperative Work IM Instant messenger MAR Marshall-Arrow-Romer MCTI Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação MDIC Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior NAO Network administrative organization – Organização administrativa da rede NCOI Network of clusters of innovation – Rede de clusters de inovação OV Organização virtual SNS Social Network System Super-COI Super-cluster of innovation – Super-clusters de inovação TIC Tecnologia de informação e comunicação

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(19) Sumário 1 1.1 1.2 1.2.1 1.2.2 1.3 Introdução . . . . . . . . . . Tema e Problema de Pesquisa Objetivos . . . . . . . . . . . . Objetivo Geral . . . . . . . . . Objetivos Específicos . . . . . Estrutura da Dissertação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2.1 2.1.1 2.1.2 2.1.3 2.2 2.2.1 2.2.2 2.3 Referencial Teórico . . . . . . Clusters de Inovação . . . . . . Modelos Marshallianos . . . . . Modelo de Porter . . . . . . . . De Porter Adiante . . . . . . . . TIC e o Trabalho Colaborativo Dificuldades . . . . . . . . . . . Vantagens . . . . . . . . . . . . Engenharia de Requisitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 3.1 3.2 3.3 Metodologia . . . . . . . . . Caracterização . . . . . . . . . Procedimentos Metodológicos Limitações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 . . 77 . . 78 . . 82 4 4.1 4.2 4.2.1 4.2.2 4.2.3 4.2.4 4.2.5 Análise dos Processos de Gestão do API.nano Estrutura do API.nano . . . . . . . . . . . . . . Codificação do Mapeamento de Processos do API.nano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Função Desenvolver API . . . . . . . . . . . . . Função Gerenciar API . . . . . . . . . . . . . . Função Promover Negócios . . . . . . . . . . . . Função Empreender Projetos . . . . . . . . . . . Consolidação dos Códigos . . . . . . . . . . . . 5 5.1 Elicitação dos Requisitos de Stakeholders . . 119 Requisitos Propostos . . . . . . . . . . . . . . . 121 . . . . . . . . . 19 19 26 26 26 26 . . . . . . . . 29 29 29 31 34 43 48 58 71 85 85 88 89 93 105 108 115

(20) 5.1.1 5.1.2 5.1.3 5.1.4 Requisitos de Gestão do Conhecimento . . . . . 121 Requisitos de Conhecimento do Trabalho Alheio 127 Requisitos de Articulação do Trabalho Cooperativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134 Considerações acerca dos Requisitos Propostos . 145 6 6.1 Conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 Trabalhos Futuros . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 Referências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151

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