Economia da Inovação O processo de Inovação

 0  0  42  2019-02-05 20:00:30 Report infringing document

  Economia  da  Inovação   O  Processo  de  Inovação   14/09/2017  

  

A  Abordagem  Evolucionária  

  • •  Ponto   de   parBda:   análise   de   Schumpeter   e  

    preocupação  com  dinâmica.  
  • •  A  explicação  de  por  quê  algo  existe  e  como  algo  

  surgiu.  

  • •  Papel   da   informação,   formação   de   expectaBvas,  

    imperfeições  de  mercados  e  sua  eficiência.  
    • •   Ênfase   na   dinâmica   de   desequilíbrio,   restless  

  capitalism   –   tenta6va   e   erro,   sucessos   inesperados.    

  • Mas  presenças  de  regularidades  no  processo.  

  

Alguns  “Princípios”  

  • •  Teorias   são   explicitamente   microfundadas,   no   senBdo   que   devem  

    fazem.   conter   uma   história   de   o   que   os   agentes   fazem   e   porque   eles     Os   agentes   têm,   na   melhor   das   hipóteses,   um   entendimento  racionalidade  limitada.   incompleto   do   ambiente   em   que   vivem   e   do   futuro   =>  
  • •  Entendimento   imperfeito   e   aprendizado   imperfeito   com   path  

    dependence  leva  a  agentes  heterogêneos,  mesmo  com  informação   e  oportunidades  idênBcas.  
  • •  Agentes   sempre   podem   descobrir   novas   tecnologias,   padrões   de  

    comportamento  e  Bpos  de  organização.  
  • •  Interações   coleBvas   dentro   e   fora   de   mercados   funcionam   como  

    mecanismos  de  seleção,  levando  a  taxas  de  crescimento  diferentes   e  tecnologias,  roBnas  e  estratégias  diferentes.    

  

Resultado  do  Processo  

  • Assim,   o   fenômeno   agregado   é   explicado   como   propriedades   emergentes.   Eles   são  

  resultados   cole6vos   de   interações   longe   do   equilíbrio  e  de  aprendizado  heterogêneo.  

    Há  uma  grande  assimetria  entre  as  firmas  em   • sua   capacidade   de   inovação,   conhecimento   e   r e s o l u ç ã o   d e   p r o b l e m a s   l e v a n d o   a   performance  e  lucraBvidades  diferentes.  

  

Rejeição  da  Visão  Neoclássica  

  • •  As   firmas   consideradas   como   moBvadas   pelo   lucro   e  

    engajadas   em   formas   de   melhorá-­‐lo   mas   não   se   assume  

  que  suas  ações  são  maximizadoras  de  lucros  sob  conjuntos   de  escolha  exógenos  e  bem  definidos.    

  • •  A   teoria   enfaBza   a   tendência   de   firmas   mais   lucra6vas  

  6rarem  firmas  menos  lucra6vas  do  mercado.  

  • •  Considera-­‐se  que  as  firmas  têm  certas  capacidades  e  regras  

    de  decisão.  Ao  longo  do  tempo,  essas  capacidades  e  regras   de   decisão   se   modificam   como   resultado   de   esforços   de   solução   de   problemas   e   eventos   aleatórios   –   o   análogo   à  

  seleção   natural   ocorre,   selecionando   firmas   lucraBvas   e   reBrando  firmas  não  lucraBvas.    

  

Seleção  Natural  

  • Esforços   de   inovação   não   são   cegos   como   na   biologia  ou  totalmente  aleatórios.  

    A   teoria   é   lamarckiana   –   contempla   tanto   •

  c a r a c t e r í s 6 c a s   a d q u i r i d a s   c o m o   o   aparecimento  de  variações  sob  o  esgmulo  da  

  adversidade.  

  

A  ideia  de  RoBna  

  • •  Eles   consideram   que   todo   padrão   de   comportamento  

  regular   e   previsível   da   firma   pode   ser   considerado   uma   ro6na.  

  • •  Inclui  desde  roBnas  técnicas  bem  especificas  para  produzir,  

    processos  de  contratação,  P&D  e  etc.    
  • •  Nos  modelos,  essas  roBnas  tem  o  mesmo  papel  que  genes  

    tem   na   biologia.   São   uma   caracterísBca   persistente   e   determinam   o   comportamento   possível   (mas   o   comportamento   de   fato   é   determinado   pelo   ambiente),   são   passados   de   geração   para   geração   (para   uma   nova   planta),  são  selecionáveis  (agentes  com  algumas  roBnas  se   dão   melhores   que   agentes   com   outras).   Há   elementos   estocásBcos   na   determinação   de   decisões   e   de   resultados   de  decisões.  

  

Tecnologia  

  • Meios  para  se  aBngir  um  meio  parBcular.  
  • Antes  visto  como  uma  Caixa  Preta.  
  • •  O   conhecimento   tecnológico   é   não   rival   em   seu   uso  

    (mesmo  quando  considerado  igual  a  informação).    
  • •  Há   também   uma   indivisibilidade   intrínseca   no   uso   da  

    informação.   Tanto   o   conhecimento   tecnológico   como   a   informação   envolvem   custos   iniciais   de   geração   altos   comparados  com  seus  baixos  custos  de  u6lização  repe6da,   uma  vez  que  a  tecnologia  já  está  estabelecida.    
  • •  Propriedade   de   scale-­‐free   para   informação   –   pode   ser  

    usado  em  qualquer  escala,  uma  idea,  quando  estabelecida,   não  impõe  restrições  na  escala  de  seu  uso.    

  

O  Conhecimento  Tácito:  

  • O  conhecimento  cienBfico  e  tecnológico  tem  uma   caracterísBca  tácita.  
  • O  conhecimento  tácito  refere-­‐se  a  não  habilidade  dos   atores  ou  de  observadores  sofisBcados  de  arBcular   explicitamente  as  sequências  de  procedimentos  pelas   quais  as  coisas  são  feitas,  problemas  são  solucionados,   padrões  de  comportamentos  são  formados.  

      Igualar  o  conhecimento  tecnológico  a  um  bem  público  

    • puro  é  complicado  -­‐  geralmente  há  custos  não  triviais  

  para  se  adquirir  as  capacidades  relevantes.  

  

A  Tecnologia  como  Caixa  Preta  

  • Visão  de  função  de  Produção:   bolo  =  f(lista  de  ingredientes)  

      Geralmente  no  espaço  input/output   •

  

Tecnologia  Como  Receita  

  • •  Tecnologia   como   receita:   um   conjunto   de  

  procedimentos   para   aBngir   o   fim,   idenBficando   insumos  e  equipamentos.    

  • •  Receitas   são   programas   codificados,   instruindo  

  combinações   sequenciais   de   ações   cogniBvas   e   psicas  envolvendo  insumos  e  máquinas.     Receitas  tem  aspectos  ar6culados  e  tácitos,  logo   • a   receita   codificada   não   conta   tudo.   O   conhecimento  tacito  é  o  que  não  está  na  receita.  

  

Tecnologia  como  RoBna  

  • •  Tecnologias   como   roBnas:   uma   roBna   que   é  

    comandada   por   uma   organização   é   uma   capacidade  

  executável   para   uma   performance   em   algum   contexto  que  foi  aprendido  pela  organização.    

  • •  RoBnas  compreendem  uma  boa  parte  da  memória  do  

  repertório   de   resolução   de   problemas   de   qualquer   organização.  

  Indivíduos   recebem   sinais   de   outros   indivíduos   ou   do  

  • ambiente   e   respondem   com   alguma   operação   do   repertório,   criando   um   sinal   para   outros   membros   ou   um  efeito  no  ambiente.  

  

Paradigma  Tecnológico  

  • •  Uma  paradigma  incorpora  uma  abordagem,  uma  definição  

  de   problemas   relevantes   a   serem   considerados   e   os   padrões  de  questões  para  aborda-­‐los.    

  • •  Considera   uma   visão   das   necessidades   dos   usuários   e   os  

    atributos   dos   produtos   e   serviços   que   eles   valorizam.   Compreende  princípios  tecnológicos  e  cienHficos,  padrões   específicos   de   soluções   para   problemas   econômico-­‐ ciengficos   selecionados,   ou   seja,   famílias   específicas   de  

  receitas   e   ro6nas,   baseado   em   princípios   derivados   das   ciências   naturais,   juntos   com   regras   especificas   para   adquirir  novos  conhecimentos.    

  • •  Também   incorporam   aspectos   normaBvos,   como   critério  

    para  se  comparar  performance  e  como  se  julgar  metas.  

  

Design  ComparBlhado  

  • Design   Compar6lhado   -­‐   caracterizam   a   configuração   de   artefatos   ou   processos   parBculares   que   estão   em   operação   em   determinado  momento.    

    Um   dos   moBvos   pelo   qual   há   uma   • similaridade   muito   grande   entre   produtos   manufaturados  de  determinado  momento.  

  

Trajetórias  Tecnológicas  

  • •  Avanços   ao   longo   do   tempo   em   direções  

    relaBvamente  invariantes.    
  • •  Trajetórias   ordenam   e   confinam   mas   não  

    eliminam   a   geração   de   variedades   no   espaço   de   produto   e   processos,   que   a   busca   pela   inovação   sempre  leva.  São  representações  que  reduzem  a  

  incerteza   do   que   o   futuro   reserva,   mas   não   a   eliminam.       Uma   mudança   de   paradigma   implica   uma   • mudança  de  trajetória.  

  Trajetórias  na  Computação  

A  Dificuldade  de  Mensuração  de   Benepcios  

  • •  É   dipcil   separar   a   contribuição   de   uma   mudança  

    t e c n o l ó g i c a   d e   o u t r a s   m u d a n ç a s   n o   comportamento   humano   e   na     organização   social.    
  • •  Invenções   não   surgem   isoladamente,   dependem  

    d a   d i s p o n i b i l i d a d e   d e   t e c n o l o g i a s   complementares,   tornando   dipcil   a   previsão   do   fluxo  de  benepcios  de  uma  invenção  e  levando  ao   adiamento  do  fluxo  de  benepcios  esperados.  

  

Efeitos  Intersetoriais  

  • •  Muitos   benepcios   são   capturados   em   outras   indústrias.  

    Emergência   de   firmas   especializadas   que   não   produzem   bens   finais,   somente   bens   de   capital   –   muitas   das   inovações   e   do   progresso   tecnológico   foram   produzidos   por   essas   firmas,   de   tal   forma   que   os   beneKcios   desses  

  avanços  são  difusos  entre  as  indústrias.  

  • •  Vantagem   da   análise   input-­‐output   é   que   ela   chama  

    atenção   para   a   interdependência   estrutural   do   sistema   econômico   ao   prover   medidas   quan6ta6vas     do   fluxo  

  interindustrial  de  bens  e  serviços.    

  • •  Um   número   pequeno   de   indústrias   é   responsável   por  

  grande   parte   da   mudança   tecnológica   na   economia   e   as   vezes  isso  não  é  capturado  por  gastos  em  P&D.  

  

O  Manual  de  Oslo  

  • •  Diretrizes   da   OCDE   sobre   Inovação   para   mensuração,   coleta   de  

    dados  e  etc     Considera  4  Bpos  de  inovações:   •
  • •  Inovações  de  produto:  bem  ou  serviço  novo  ou  melhorado  no  que  

    concerne  a  suas  caracterísBcas  ou  usos  previstos.    
  • •  Inovações  de  processo:  método  de  produção  ou  distribuição  novo  

    ou   significaBvamente   melhorado   (técnicas,   equipamentos   e/ou  

  souwares)  

  • •  Inovações  de  marke6ng:  mudanças  significaBvas  na  concepção  do  

    produto   ou   em   sua   embalagem,   no   posicionamento   do   produto,   em  sua  promoção  ou  na  fixação  de  preços.  
  • •  Inovações   organizacionais:   novo   método   organizacional   nas  

    práBcas   de   negócios   da   empresa,   na   organização   do   seu   local   de   trabalho  ou  em  suas  relações  externas.  

  

Manual  FrascaB  

  • Obra  de  referência  para  a  medição  das  despesas   dedicas  a  P&D.    
  • Publicado  pela  primeira  na  década  de  1960,   tratando  de  recursos  humanos  e  financeiros   dedicados  a  P&D.     ABvidades  próximas  de  P&D  mas  que  não  são   • P&D:  aBvidades  cienBficas  e  tecnológicas   (formação  cienBfica  e  técnica,  ensino,  literatura,   museus,  bibliotecas,  compilação  de  dados)  e   processo  de  inovação  cienBfica  e  tecnológica.  

  

A  Escolha  de  InvesBr  

  • Muitas   caracterísBcas   que   teriam   vantagens   no  mercado  podem  não  ser  alcançadas  devido   a  infraestrutura  tecnológica.  

    Não   é   adequado   igualar   inovações   com   • sofisBcação  tecnológica.    

  • InvesBmento   em   uma   inovação   é   questão   econômica   e   depende   de   alternaBvas   existentes.  

  

O  Processo  de  Inovação  

  • Diversos  Modelos  para  se  explicar  a  Inovação  

    Modelos  influenciados  por  situação  Sócio-­‐ • Econômica  

  • Modelo  para  P&D  também.  

  

Determinantes  da  Inovação:  

  • Por  detrás  da  inovação  comercial  há  dois   grupos  de  forças:    

  

  forças  de  mercado,  como  mudança  de  renda,  

  • – preços  relaBvos  e  demografia     o  progresso  da  tecnologia  e  fronteira  ciengfica,  
  • – sugerindo  possibilidades  para  novos  produtos  ou   melhorando  o  desempenho  dos  existentes.  

    Quanto  maior  a  mudança,  maior  a  incerteza   • quanto  a  performance  técnica  e  comercial.  

  

O  Modelo  Linear  –  Kline  e  Rosenberg  

(1986)  

  • Premissa  que  inovação  é  via  de  mão  única:  

  

Problemas  com  o  Modelo  Linear:  

  • •  Sem   feedback   de   usuários   ou   vendedores,   que   seriam   essenciais  

    para  a  avaliação  de  performance.     Num  mundo  ideal,  o  design  estaria  correto  da  primeira  vez.  Mas  é   • um  processo  de  tentaBva  e  erro.    
  • •  Outro   problema   é   que   o   processo   central   da   inovação   não   é   a  

    ciência  mas  o  design.  Redesigns  são  essenciais  para  o  sucesso.  
  • •  A   ciência   depende   de   produtos   tecnológicos   e   de   processos   para  

    também  responde  a  demandas  de  mercado.     seus   avanços.   A   inovação   se   apóia   na   ciência,   mas   a   ciência  
  • •  A  tecnologia  é  mais  que  ciência  aplicada.  Não  é  que  a  ciência  não  

    conhecimento   já   estabelecido,   pré-­‐existente,   facilmente   seja   importante,   mas   a   maior   parte   da   inovação   é   feita   com   disponível.  

  Chain  Model  (Kline  e  Rosenberg,  1986)  

  

Feedbacks  ABvos  

  • Feedback   entre   especificação   de   produto,   desenvolvimento   de   produto,   processos   de   produção,  markeBng,  componentes  de  serviço   de  linha  de  produção.  

  

Primeira  Geração  do  Processo  de  

Inovação  (1950  –  Metade  1960)  

  • Technology  Pull  
    • –   Crescimento   acelerado   de   indústrias   intensivas   em  tecnologias  
      • –  Foco   no   lado   da   oferta,   com   o   esgmulo   de   laboratórios,   universidades   ,   P&D   e   capital   humano  

    • –   Processo  visto  como  linear  

  Technology  Pull   Rothwell,  1994,  p.  8  

  

Segunda  Geração  do  Processo  de  

Inovação  (Metade  1960  –  Começo  

1970)  

  • Introdução   de   produtos   com   base   em   tecnologias  existentes  
  • Ênfase   em   markeBng   e   briga   por   marke3ng  

  share.  

  • Foco   em   fatores   de   demanda   –   demand-­‐pull   ou  need-­‐pull.  

    Mercado   visto   como   fonte   de   ideas   para   o   • direcionamento   do   P&D,   que   Bnha   um   papel   reaBvo.  

  Demand  Pull   Rothwell,  1994,  p.  9  

  

Terceira  Geração  do  Processo  de  

Inovação  (Começo  1970  –  Metade  

1980)  

  • Choque  do  Petróleo  
    • Estagflação,  desemprego,  necessidade  de  

  consolidação  e  reestruturação.  

  • Necessidade  de  se  entender  o  processo  de   inovação  –  proliferação  de  estudos.  
  • Modelo  sequencial  mas  com  feedbacks,  

  

intera6vo,  mas  com  grande  diferenças  inter-­‐

  setoriais.  

  Modelo  InteraBvo  ou   “Coupling”Model   Rothwell,  1994,  p.  10  

  

Quarta  Geração  do  Processo  de  

Inovação  (Começo  1980  –  Começo  

1990  )  

  • Recuperação  Econômica  

    Foco  em  aBvidades  fim   •

  • Vantagem   compeBBva   de   firmas   japonesas,   com  procedimentos  voltados  para  qualidade  e   eficiência.  

  

Japão:  

  • Além  da  imitação  

    Integração   e   desenvolvimento   paralelo:   •

  fornecedores   integrados   no   desenvolvimento  

  de   produtos   desde   o   início   do   processo   e   integração   de   diversos   departamentos,   que   t r a b a l h a m   s i m u l t a n e a m e n t e   e   n ã o  

  sequencialmente.  

  Processo  Integrado   Rothwell,  1994,  p.  12  

  

Quinta  Geração  do  Processo  de  

Inovação  (A  parBr  dos  anos  1990)  

  • P&D  visto  como  rede  

    Foco   na   colaboração   de   um   sistema   mais   • amplo,   entre   fornecedores,   distribuidores   e   até  compeBdores.  

  • Devido   a   concorrência   mais   acirrada,   necessidade   de   se   controlar   o   processo   de   i n o v a ç ã o ,   s e p a r a n d o   a   p e s q u i s a   d o   desenvolvimento.  

  Inovação  como  Um  Processo  de   Acúmulo  de  Know-­‐How   Rothwell,  1994,  p.  27  

  

Modelo  de  P&D  –  Manual  FrascaB  

Pesquisa   Desenvolvimento   Pesquisa  Básica  

  Aplicada   Experimental   Pesquisa  aplicada  –  trabalhos  originais,  mas  já  dirigidos    um  obje6vo  prá6co   conhecimentos  sem  ter  qualquer  aplicação  em  vista   •  Pesquisa  básica  –  trabalhos  experimentais  e  teóricos  para  obter  novos   conhecimentos  existentes  obBdos  pela  pesquisa  ou  experiência  práBca  e  dirige-­‐se   •  Desenvolvimento  experimental  –  trabalhos  sistemá6cos  baseados  em   definido  

à  produção  de  novos  produtos  e  processos  quanto  à  melhoria  de  já  existentes.  

  

O  Papel  da  Ciência  

  • A   ciência   não   necessariamente   precede   o   d e s e n v o l v i m e n t o   –   h á   u m a   r e l a ç ã o   m u l B d i r e c i o n a l   e n t r e   p e s q u i s a   e   desenvolvimento.  

    A   ciência   realmente   é   exógena?   A   relação   • entre  a  inovação  e  as  invenções  …  

  

Outras  Possibilidades:  Open  

Innova3on  

  • Inovação  Fechada  –  inovação  feita  internamente  com  recursos   internos  geram  produtos  distribuídos  pela  firma     Inovação  aberta  -­‐  "the  use  of  purposive  inflows  and  ou>lows  of  markets  for  external  use  of  innova3on“(Chesbrough  2006,  1)   knowledge  to  accelerate  internal  innova3on  and  expand  the  
  • •  Outside-­‐in:  abre-­‐se  os  processos  internos  da  empresas  a  insumos  e  

    contribuições  externas.  
  • Inside-­‐out:  uso  de  recursos  e  ideias  não  uBlizados  fora  da   organização  no  modelo  de  negócios.    
  • O  falso  nega6vo:  projeto  que  falhou  para  uma  firma,  em  um   modelo  de  negócio,  mas  sob  outra  estrutura,  prolifera.  
  • Possibilidade  para  compra  (quando  de  acordo  com  modelo  de  

    negócios)  e  venda  (quando,  apesar  de  inventado  dentro  da  firma,  

    não  está  de  acordo  com  o  modelo)  de  patentes  

  

Controvérsia  com  Von  Hippel  

  • A  noção  de  Open  Souware  
    • O  papel  do  Direito  Autoral  

    > Usuários  comparBlham  conhecimento  na   comunidade  pois  se  beneficiam  diretamente   da  inovação  
  • Usuários  como  importante  fonte  de  inovação   principalmente  nos  primeiros  estágios  do   produto.  
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