Identificação e concentração das antocianinas durante a ontogenia foliar de Hevea brasiliensis Muell. Arg. (IAN 873) e H. pauciflora Muell. Arg. submetidas a dois regimes hídricos .

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IDENTIFICAÇÃO Ε CONCENTRAÇÃO DAS ANTOCIANINAS DURANTE A ONTOGENIA FOLIAR DE Hevea DRICOS . F r a n c i s c o A n t oô n i o d e O l i v e i r a P i t a (*) M a r c o A n t ôo n i o O l i v a (**) RESUMO AtAav£& de cn.omatogAa^-ia deocendente em papet, com a utiLizcLçào de iAQj> éMêemU de 6olven£eA, ÎdewtÎ{sÂ.caAam-ée ΟΔ pj.gme.wtoA pn.ei>ewtei> ncu> ^oZhaè de iefiingaeÂAa. Voh. meÀ.o dao anaLa>eJ> doi> cAomatognamah e dob R F encon£htxdoi>, ve/U.{,lcoa-6e a pneàenca. de ducu, an toci.anA.nai>, a petaAgowidina e α cJjxnlcLina. Voi. ob&efojada a pne^ença de ima mancha amaneta, com R F acMna de 0,90, ptiovavelmente. ο quempfieAol. 0 teon. de antociaviina ^oi-in^lu enclado peZo deiicAX kZdiiico em plântultu de {.esiingueÂAa, com dnAhtl-ca leduçào nod pfiimeJjiot) dez dieu, de antogenia potion. Apô~& ο vigéiimo dia de Idade, nao houve d^e/iença élgnl^-lcativa entfie o& tAotamentoi,. A pyogenic do clone IAW £73 de tfevea bnat>iLLeni>iJ> faoi. maÂj, i.n^tixencÀ.a.da pela. de^iciÂncia hZdtvica que a de H. paucA^toAa. INTRODUÇAO A grande quantidade de antocianinas nas folhas jovens de dîversas plantas tropicais têm chamado a atençlo de alguns pesquisadores (Taylor, 1970). A maioria dos c1 ones de seringueira mostra nas folhas jovens, elevado teor de pigmentos antocianicos. Esses p i g m e n t o s p e r d u r a m a t é ο e s t â d i o ( M o r a e s , 1 9 8 2 ) , a t i n g î n d o v a l o r e s m f n i m o s apôs ο v_i_ gésimo dia de îdade dos folfolos. A coioraçâo vermeiha das folhas de seringueira, causada pela antocianina, tem sido associada com a suscetibi1îdade das folhas ao fungo Mic r o c y c J u s ulei (P. Henn.) Arx. Informaçoes relacionadas com a presença de antocianinas em folhas de Hevea spp. sio escassas. Figari (19^5) separou, por cromatografia, uma mancha amarela, tida como composto fenôlîco originârio da degradaçio de flavonôides, identificados como quempferol 3 - r a m n o d i g l u c o s r d i o (Martins e t a l . , 1 9 7 0 ) . H a s h i m e t a l . (1980) a f i r m a r a m q u e e l a cor_ responderia à quercetina, e nao ao quempferol. (*) I n s t i t u t o N a c i o n a l d e P e s q u i s a s d a A m a z ô n i a , D i v i s ã o d e F i s i o l o g i a V e g e t a l . (**) U n i v e r s i d a d e F e d e r a l d e V i ç o s a , M i n a s G e r a i s . ACTA AMAZÔNICA, 16/17 (n? único): 189-196. 1986/87. 189 Os f l a v o n o i d e s seio u s u a l m e n t e d i v i d i d o s em duas c l a s s e s , d e p e n d e n d o d o ηfveI d e oxl dação do anel central pirSnico, As duas classes mais importantes sao os flanonois ou 3-h i drox i f 1 a v o n a s corro a q u e r c e t i n a e as a n t o c i a n i n a s como a c í a n i d i n a ( H a r b o r n e , 1980). C a d a H a v o n o l tem um ρ i amen to an tor. i an i co c o r r e s p o n d e n t e . A q u e r c e t i n a e o q u e m p f e r o l c o r r e s pondem a c i a n i d i n a e a pe 1 a rgon i d i na , r e s p e c t i v a m e n t e ( H a r b o r n e , 1 9 5 8 ; 1 98 0) . Por outro lado, os efeitos do deficit hídrico na síntese ou degradação de antocia ninas, ou seus precursores, ainda sao pouco estudados. A degradação das antocianinas pode ocorrer na presença de peroxidases, o acido ascórbico pode exercer papel protetor contra a degradação (Grommeck & Markakis, 1 9 6 M , ou em concentrações limitadas de agua (Erlandson & Wrolsta.d, 1972). Pretende-se identificar as antocianinas presentes na fase jovem da folha de serin gueira e estabelecer alguma relação entre o teor de antocianinas e um estresse hídrico moderado na primeira fase do desenvolvimento foliar. MATERIAL Ε MÉTODOS Plantas de Hevea brasHiensis Muell. Arg. (IAN 873) e H. pauciflora Muell. Arg., provenientes de sementes ilegítimas, com cerca de 17 meses e quatro lançamentos, foram cultivados em casa de vegetação. Os experimentos foram realçados em Viçosa, Minas Ge- rais, entre outubro de 1983 e fevereiro de 1981». As plãntulas cresceram em sacos de po lietileno, c o m cerca de 10 kg d e L a t o s s o ) o V e r m e l h o . Para todos os experimen tos, o delineamento experimental correspondeu a blocos in- teiramente casua1izados, com três repetições. Os dados colhidos foram submetidos a ana 1ise da variância, e as curvas foram ajustadas exponencialmente. Um g r u p o de Ί0 p l a n t a s foi s u b m e t i d o , d u r a n t e o e x p e r i m e n t o , a irrigação insufic_i_ e n t e , q u e manteve o solo c o m o potencial hídrico (Ψ ws) de -0,5 H P a (aproximadamente um terço da capacidade de c a m p o ) . O u t r o grupo de Ί0 plantas foi m a n t i d o c o m e s t a d o hídri- co proximo da capacidade de campo. Os teores de agua no solo foram contro1 ados por meio de método gravimetrico, extrapolado para uma curva de retenção de umidade do solo. Foi considerado primeiro dia após a emergência, e m todos os e x p e r i m e n t o s , o dia em que os folíolos atingiram 2 cm de comprimento. Em todas as determinações foram emprega_ das as quatro folhas anteriores do lançamento. A a n t o c i a n i n a foi e x t r a í d a de dez discos f o l i a r e s , p r e v i a m e n t e p e s a d o s , tomados ao longo d a nervura central e m a n t i d o s , por 2k h o r a s , e m 5,0ml d e m e t a n o l - H C L ( 9 9 : 1 v : v ) , em refrigerador (Downs & Siegelman, 1962). 0 extrato metanol ico foi f i l t r a d o e o volume c o m p l e t a d o para 10,0ml. P r o c e d e u - s e a leitura das a b s o r v â n c i a s e m e s p e c t rofo tôniet r o , a 530nm para antocianina (Sielgelm.an 4 Hendricks, 1958) e a 620 e 650 n m , para eliminar a interferência dos pigmentos clorofílicos (Sielgelman S Hendricks, 1958; Creasy, 1968b). 0 c a l c u l o da c o n c e n t r a ç ã o d e a n t o c i a n i n a foi feito s e g u n d o Creasy (1968 a , c) , a t r a v é s da sequinte equação: Aant = (AS30 -A620) , pelafigonidln and cyanidin. A yellow spot, wiXh I92 Francisco A. de 0. Pita e t a l . Rf value gKeaten. than 0.90, wat> pnobably kaempfenol. The anthocyanin level was influenced in nubben tn.ee seedlings subjected to waten ttness, showing a dJiastic neduction In the finst ten days of leaf ontogeny. Leaves olden, than 20 days showed no significant, diffenence unden. di.fen.ent waten stness tneatments. Clone IAN S 73 progeny mone stjiongly affected by waten. stness than that of H . pauci^lona. Tabela 1. Valores dos RF de antocianinas presentes em Hevea spp. , usandocro niatografia descendente em papel, com três sistemas de solventes, BAW ( B u t a n o l - A c i d o A c e t i c o - A g u a ^ : 1 : 5 ) ; A W H (Acido Acê ti c o - A g u a HC), 1 5 : 8 2 : 3 ) ; FORESTAL (Acido Acitico-Agua-HCÍ, 3 0 : 1 0 : 3 ) . ( 1 ) . Amos t ra BAW (6h) ΤBAW (12) FORESTAL(12) AWH (Í4h) 0,36 ρ 0,98 q 0,32 c 0,36 ρ 0,96 q 3,3^ Ρ 0,58 c 0,98 q 0,36 ρ 0,5^ c 0,33 c 0,93 q 0,30 c 0,39 Ρ 0,93 q 0,58 c 0.95 q 0,56 c 0,33 c 0,93 q 0,30 c 0,92 q 0,32 ρ 0,59 c ( 1 ) ρ = pel a rgon i d i n a ; c - - c i a n i d i n a ; q = q u e m p f e r o ) 0,39 Ρ 0,58 c 0,92 q Tabela 2. R e a ç õ e s d e cor d a s m a n c h a s , o b s e r v a d a s ã l u z , visível (v) e U 1 1 r a v i o l e t a (UV), e tratadas com solução de Benedict (β), do cromatograma desenvolvido em três sistemas de solventes. (VM, Vermelho; VB, Vermelho Brilhante; VD, Verde, AZ, Azul; RX , Roxo; A M , Amarelo; p, Pelargonidina; c , Cianidina; q, Quempferol. Amos t ra BAW 6h BAW FORESTAL AWH 12h U h V UV Q V UV Β V UV Β V UB Β vaVM RX A Z C VM RX A Z C VM VB V D P VM VDp A AM AM VM RX A Z C VM RX A 2 C AM AM A M q AM AM A M q + RX VM VB V 0 P VM VB V 0 P Β VM RX A 2 C + A2 VK VB V D P AM AM A M q AM AM A M q AM AM A K q VM RX A Z C VM RX A Z C VM VB VDP VM VB V D p C VM RX A Z C VM RX A Z C AM AM A M q AM AM A M q AM AM A M q Francisco Λ. de O. Pita et al Referencias bibliográficas C a r v a l h o , C . J . R . - 1 9 7 7 . F i s i o l o g i a . P a r t e I I I . In: S U D H E V E A F C A P . I Curso de Espe cialização em H e v e i c u l t u r a . B e l é m . 1 5 8 p . Creasy, L. L . - 1968a. The increase in phenylalanine ammonia-lyase activity in strawberry leaf disks a n d its correlation with flavonoid synthesis. Phytochem.,7:441-446. —-— - 1968b. 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A r g . ) ao f u n g o Dothidella ulei P. H e n n . Biológico, 3 6 : 1 1 2 - 1 1 4 . M o r a e s , V. H . F . - 1 9 8 2 . F i s i o l o g i a . Parte I . In: S U D H E V E A / F C A P . Curso de Especialização em H e v e i c u l t u r a . B e l é m . 54 p . I d e n t i f i c a ç ã o e c o n c e n t r a ç ã o das . 195 Siege-lraan, Η. W. & Hendricks, S . Β. - 1958. Photocontrol of anthocyanin synthesis in apple skin. Plant Physiol., 33: 185-190. Taylor, F. J. - 1970. Some aspects of the development of mango (Mangifera indica L.) leaves. New Phytol., 69: 377-394. (Aceito para publicação en> 12.06.1987) 196 F r a n c i enfocar la importancia de la producción mediática de los niños en su descubrimiento del mundo, sobre todo utilizando el periódico escolar y la imprenta. Asimismo las asociaciones de profesores trabajaron en esta línea e incluso la enseñanza católica se comprometió desde los años sesenta realizando trabajos originales en el marco de la corriente del Lenguaje Total. Páginas 43-48 45 Comunicar, 28, 2007 En el ámbito de los medios, también desde el principio del siglo XX hay ciertas corrientes de conexión. Pero es a lo largo de los años sesenta cuando se constituyeron asociaciones de periodistas apasionados por sus funciones de mediadores, que fomentaron la importancia ciudadana de los medios como algo cercano a los jóvenes, a los profesores y a las familias. Así se crearon la APIJ (Asociación de Prensa Información para la Juventud), la ARPEJ (Asociación Regional de Prensa y Enseñanza para la Juventud), el CIPE (Comité Interprofesional para la Prensa en la Escuela) o la APE (Asociación de Prensa y Enseñanza), todas ellas para la prensa escrita Estas asociaciones fueron precedidas por movimientos surgidos en mayo de 1968, como el CREPAC que, utilizando películas realizadas por periodistas conocidos, aclaraba temas que habían sido manipulados por una televisión demasiado próxima al poder político y realizaba encuentros con grupos de telespectadores. cipio del siglo XX, y nos han legado textos fundadores muy preciados, importantes trabajos de campo y muchos logros educativos y pedagógicos. La educación en medios ha tenido carácter de oficialidad de múltiples maneras, aunque nunca como una enseñanza global. Así la campaña «Operación Joven Telespectador Activo» (JTA), lanzada al final de los años setenta y financiada de manera interministerial para hacer reflexionar sobre las prácticas televisuales de los jóvenes, la creación del CLEMI (Centro de Educación y Medios de Comunicación) en el seno del Ministerio de Educación Nacional en 1983, la creación de la optativa «Cine-audiovisual» en los bachilleratos de humanidades de los institutos en 1984 (primer bachillerato en 1989) y múltiples referencias a la educación de la imagen, de la prensa, de Internet. La forma más visible y rápida de evaluar el lugar de la educación en medios es valorar el lugar que se le ha reservado en los libros de texto del sistema educa- 2. Construir la educación en los medios sin nombrarla El lugar que ocupa la edu- La denominación «educación en medios», que debería cación en los medios es muy ambiguo, aunque las cosas están cambiando recientemente. entenderse como un concepto integrador que reagrupase todos los medios presentes y futuros, es a menudo percibida En principio, en Francia, co- por los «tradicionalistas de la cultura» como una tendencia mo en muchos otros países, la educación en los medios no es hacia la masificación y la pérdida de la calidad. una disciplina escolar a tiempo completo, sino que se ha ido conformado progresivamente a través de experiencias y reflexiones teóricas que han tivo en Francia. Una inmersión sistemática nos permi- permitido implantar interesantes actividades de carác- te constatar que los textos oficiales acogen numerosos ter puntual. Se ha ganado poco a poco el reconoci- ejemplos, citas, sin delimitarla con precisión. miento de la institución educativa y la comunidad es- colar. Podemos decir que ha conquistado un «lugar», 3. ¿Por qué la escuela ha necesitado casi un siglo en el ámbito de la enseñanza transversal entre las dis- para oficilializar lo que cotidianamente se hacía en ciplinas existentes. ella? Sin embargo, la escuela no está sola en esta aspi- Primero, porque las prácticas de educación en me- ración, porque el trabajo en medios es valorado igual- dios han existido antes de ser nombradas así. Recor- mente por el Ministerio de Cultura (campañas de foto- demos que no fue hasta 1973 cuando aparece este grafía, la llamada «Operación Escuelas», presencia de término y que su definición se debe a los expertos del colegios e institutos en el cine ), así como el Minis- Consejo Internacional del Cine y de la Televisión, que terio de la Juventud y Deportes que ha emprendido en el seno de la UNESCO, definen de esta forma: numerosas iniciativas. «Por educación en medios conviene entender el estu- Así, esta presencia de la educación en los medios dio, la enseñanza, el aprendizaje de los medios moder- no ha sido oficial. ¡La educación de los medios no apa- nos de comunicación y de expresión que forman parte rece oficialmente como tal en los textos de la escuela de un dominio específico y autónomo de conocimien- francesa hasta 2006! tos en la teoría y la práctica pedagógicas, a diferencia Este hecho no nos puede dejar de sorprender ya de su utilización como auxiliar para la enseñanza y el que las experiencias se han multiplicado desde el prin- aprendizaje en otros dominios de conocimientos tales Páginas 43-48 46 Comunicar, 28, 2007 como los de matemáticas, ciencias y geografía». A pe- mente en todas las asignaturas. Incluso los nuevos cu- sar de que esta definición ha servido para otorgarle un rrículos de materias científicas en 2006 para los alum- reconocimiento real, los debates sobre lo que abarca y nos de 11 a 18 años hacen referencia a la necesidad no, no están totalmente extinguidos. de trabajar sobre la información científica y técnica y En segundo lugar, porque si bien a la escuela fran- el uso de las imágenes que nacen de ella. cesa le gusta la innovación, después duda mucho en Desde junio de 2006, aparece oficialmente el tér- reflejar y sancionar estas prácticas innovadoras en sus mino «educación en medios» al publicar el Ministerio textos oficiales. Nos encontramos con una tradición de Educación los nuevos contenidos mínimos y las sólidamente fundada sobre una transmisión de conoci- competencias que deben adquirir los jóvenes al salir mientos muy estructurados, organizados en disciplinas del sistema educativo. escolares que se dedican la mayor parte a transmitir Este documento pretende averiguar cuáles son los conocimientos teóricos. La pedagogía es a menudo se- conocimientos y las competencias indispensables que cundaria, aunque los profesores disfrutan de una ver- deben dominar para terminar con éxito su escolaridad, dadera libertad pedagógica en sus clases. El trabajo seguir su formación y construir su futuro personal y crítico sobre los medios que estaba aún en elaboración profesional. Siete competencias diferentes han sido te- necesitaba este empuje para hacerse oficial. nidas en cuenta y en cada una de ellas, el trabajo con Aunque el trabajo de educación en los medios no los medios es reconocido frecuentemente. Para citar esté reconocido como disciplina, no está ausente de un ejemplo, la competencia sobre el dominio de la len- gua francesa definen las capa- cidades para expresarse oral- La metodología elaborada en el marco de la educación en mente que pueden adquirirse con la utilización de la radio e, medios parece incluso permitir la inclinación de la sociedad incluso, se propone fomentar de la información hacia una sociedad del conocimiento, como defiende la UNESCO. En Francia, se necesitaría unir el interés por la lectura a través de la lectura de la prensa. La educación en los medios las fuerzas dispersas en función de los soportes mediáticos y orientarse más hacia la educación en medios que al dominio adquiere pleno derecho y entidad en la sección sexta titulada «competencias sociales y cívi- técnico de los aparatos. cas» que indica que «los alum- nos deberán ser capaces de juz- gar y tendrán espíritu crítico, lo que supone ser educados en los las programaciones oficiales, ya que, a lo largo de un medios y tener conciencia de su lugar y de su influencia estudio de los textos, los documentalistas del CLEMI en la sociedad». han podido señalar más de una centena de referencias a la educación de los medios en el seno de disciplinas 4. Un entorno positivo como el francés, la historia, la geografía, las lenguas, Si nos atenemos a las cifras, el panorama de la las artes plásticas : trabajos sobre las portadas de educación en medios es muy positivo. Una gran ope- prensa, reflexiones sobre temas mediáticos, análisis de ración de visibilidad como la «Semana de la prensa y publicidad, análisis de imágenes desde todos los ángu- de los medios en la escuela», coordinada por el CLE- los, reflexión sobre las noticias en los países europeos, MI, confirma año tras año, después de 17 convocato- información y opinión rias, el atractivo que ejerce sobre los profesores y los Esta presencia se constata desde la escuela mater- alumnos. Concebida como una gran operación de nal (2 a 6 años) donde, por ejemplo, se le pregunta a complementariedad (2000) Structure and mechanism of the aberrant ba3-cytochrome c oxidase from Thermus thermophilus. EMBO J 19: 1766–1776. 9. Hunsicker-Wang LM, Pacoma RL, Chen Y, Fee JA, Stout CD (2005) A novel cryoprotection scheme for enhancing the diffraction of crystals of recombinant cytochrome ba3 oxidase from Thermus thermophilus. Acta Crystallogr D Biol Crystallogr 61: 340–343. 10. 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