Actas del X Congreso Iberoamericano de Ingeniería Mecánica – CIBIM 10

10 

Full text

(1)

CIBIM 10, Oporto, Portugal, 2011 | CIBEM 10, Porto, Portugal, 2011 V

Actas del

X Congreso Iberoamericano

de Ingeniería Mecánica – CIBIM 10

(2)

Actas

Ficha Técnica

Titulo:

Actas do X Congresso Ibero-americano em Engenharia Mecânica - CIBEM10

Editado por:

R.M. Natal Jorge; João Manuel R.S. Tavares; José Luis Alexandre; António JM

Ferreira; Mário Vaz

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto, Portugal

Data:

Agosto 2011

(3)

CIBIM 10, Oporto, Portugal, 2011 | CIBEM 10, Porto, Portugal, 2011 VII

Prefácio ………

XIII

A. Ciências Aplicadas

1. Métodos numéricos - Mecânica Computacional e Simulação ……… 1

2. Mecânica geral - Mecânica Experimental ……… 341

3. Vibrações mecânicas e acústica ……… 477

5. Mecânica de fluidos ……… 609

6. Termotecnia - termodinâmica ……… 955

7. Energia - Energia Eólica - Energia Solar ……… 1201

8. Sistemas de Representação - CAD - Interfaces e Visualização - Processamento e Análise de Imagem ……… 1539

9. Estruturas ……… 1591

10. Mecatrónica - Electromecânica - Robótica ……… 1691

11. Instrumentação ……… 1709

12. Materiais e Metalurgia ……… 1723

13. Tribologia ……… 2265

14. Biomecânica - Mecanobiologia - Bioengenharia ……… 2379

B. Desenho e Concepção de Máquinas e Componentes 15. Sinteses e análises de mecanismos - Desenvolvimento do Produto ……… 2659

16. Veículos automóvel ……… 2747

17. Maquinário de transporte ……… 2999

18. Máquinas ferramenta ……… 3027

19. Desenho de elementos de máquina ……… 3087

20. Outras máquinas ……… 3169

C. Fabricação de Componentes e Máquinas 21. Processos de fabricação ……… 3205

22. Planejamento e controle da fabricação ……… 3577

23. rodução industrial - Gestão de Produção ……… 3597

24. Fabricação automatizada (CAM) ……… 3651

25. Controle de Qulidade ……… 3661

26. Ensaios e verificações ……… 3717

(4)

Actas

27. Metrologia ……… 3809

D. Exploração de Máquina

28. Manutenção ……… 3869 29. Aspectos ambientais ……… 3927 30. Reacondicionamento ……… 3975

E. Métodos e Técnicas para a Formação em Engenharia

(5)

CIBIM 10, Oporto, Portugal, 2011 | CIBEM 10, Porto, Portugal, 2011 2907 COLISÃO ENTRE VEÍCULOS E PEÕES COM PROJECÇÃO FRONTAL

Sérgio D. L. Rodrigues 1, Diogo E. C. Brites 2, Paulo A. G. Piloto 3

1-Instituto Politécnico de Bragança, Campus Santa Apolónia, Bragança, Portugal, email: sdlrodrigues@hotmail.com 2- Instituto Politécnico de Bragança, Campus Santa Apolónia, Bragança, Portugal, email: diogobrites@live.com 3- Instituto Politécnico de Bragança, IDMEC, Campus Santa Apolónia, Bragança, Portugal, email: ppiloto@ipb.pt

Palavras chave: Atropelamento, Colisão, Veículos, Peões, Projecção frontal.

Resumo

A investigação na reconstituição de acidentes é frequentemente confrontada com atropelamentos de peões por veículos. Grande parte dos acidentes ocorrem por impacto frontal do veículo com o peão, [1], podendo em alguns casos ser considerado um impacto com projecção frontal. Neste trabalho será estabelecida uma relação entre a velocidade de pré-impacto e a distância de projecção, utilizando dois métodos de cálculo.

O método simplificado [1], considera o movimento do peão descrito por três fases distintas; impacto com transferência da quantidade de momento linear do veículo para o peão; queda por movimento plano geral de corpo rígido, descrito pelas equações de equilíbrio dinâmico; deslizamento com imobilização, descrito pelo princípio do trabalho e energia. Este modelo permite determinar a distância de projecção para cada uma das fases.

O método avançado de cálculo utiliza dois modelos de corpos rígidos para o peão [2]. O método A é constituído por um modelo de corpo rígido único e o método B é constituído por um modelo antropométrico de corpos rígidos articulados, ambos para descrever um movimento com impacto entre o veículo e o peão.

(6)

Sérgio D. L. Rodrigues, Diogo E. C. Brites, Paulo A. G. Piloto

1. Introduç

Os atropelam peões depend ocorrem. Os última décad particular aqu com uma red segurança ro Portugal ocup por milhão d ocupa a 1º lug de vítimas m número total 16.1% no ano Neste artigo colisão, com quando são v veículos de el veículos de p crianças). No âmbito atropelament assume-se co de acidentes projecção do velocidade d factores que projecção e a mecanismos do veículo co Nas secções cálculo para d método simp método simp fundamentais que o métod dos mesmos segmentos an

2. Atropelam

Este tipo de três fases, ve impacto do v tempo muito manterem o superiores a segunda fas movimento p da gravidade. em contacto de atrito. ção mentos ocorrid dem do local (r s atropelament da, sofreram u ueles que se v dução de 50 [3 odoviária da pa a 13º lugar de habitantes

gar com meno mortais por a l de vítimas em o de 2006.

é analisado u projecção fro verificadas dete levada altura f passageiros co

o dos estu tos, a velocida omo factor ma rodoviários. o peão é det de pré-impacto

influenciam a velocidade d de colisão que om o peão e do seguintes são determinação d plificado e o m plificado de s da dinâmica do avançado d s fundamento natómicos artic

mento com p

e atropelamen er figura 1. N veículo com o o curto [5], c o contacto c sofrerem ro e, mais pro plano geral, co . Na fase final com o solo, e

Sérgi

dos por colisão rural ou urban tos ocorridos uma variação verificaram for 3]. Nos dados Europa (19 em número d (14.8), enquan or número (6.1

atropelamento m acidentes r

um tipo de at ontal. Estes a erminadas con frontal com pe m peões de b

udos de i ade de pré im ais importante A medição terminante pa o do veículo

a relação entr de pré-impact e se podem ve o peão com o

o utilizados d da velocidade método avança

cálculo deriv a de corpos r de cálculo res os, mas com

culados.

projecção fron

to pode ser c Numa primeir o peão, durant

com os mem com o solo otações indep olongada, o

m o corpo em l, considera-se estando subme

io D. L. Rodrigue

o de veículos c no) e do país o

em Portugal, significativa, ra das localidad

estatísticos so 9 membros) de vítimas mor

nto que a Su 1). A percentag o em relação rodoviários foi

tropelamento cidentes ocorr ndições: colisão eões ou colisão baixa estatura

investigação mpacto do veíc

na reconstitui da distância ara o cálculo . Existem vá re a distância to, para além erificar na rela

solo.

dois métodos de pré impacto ado de cálculo va das equaç rígidos, enqua sulta da aplica a utilização

ntal

caracterizado ra fase ocorr te um período

bros inferiore e os memb pendentes. Nu peão entra m queda por ac

o corpo do p etido a uma ac

es, Diogo E. C. Br

com onde

, na em des, obre [4], rtais uécia gem ao i de

por rem o de o de (ex: de culo ição de da ários a de dos ação de to: o o. O ções anto ação de por re o o de es a bros uma em cção peão cção Par con ma coe coe 3. Ne mé rep fas def cor No mo ana po per Em dif tip (M ide ma Fo As nas

rites, Paulo A. G. P

ra análise d nhecimento d assa e a posiç eficientes de r eficiente de atr

Métodos de

esta secção são étodo simplif presentado po

es definidas. P finido um mo rpo rígido, util

Figura 2:

o método ava odelo antropom

atómicos, arti ssível expressa rcentagem da m

Figura 3: Re

m todos os m ferentes massas

os de veículos Mp) tiveram em

eais, considera assa [7].

ram ainda co tabela 1 apre s simulações. Tabela 1 Mv [kg] Mv1=2 Mv2=3 Mv3=20 Mv4=30 Piloto

as fases des da geometria

ção do peão, restituição entr rito entre o peã

análise

o apresentados ficado consi r um único c Para o método odelo semelha izando o prog

Representação do

nçado de cálc métrico, consti culados entre ar a massa de massa corpora

epresentação do m

métodos de a s para os veícu (mistos e pes m consideração ando a altura

nsideradas vár esenta um resu

: Variação dos par

] Vcol

[km/h] 000 000 000 000 Vcol1 Vcol2 Vcol3 Vcol4

scritas, é fu e da massa

a duração do tre os diferent

ão e o solo.

s três métodos idera o cor corpo rígido, o avançado de

ante ao anter grama Interacti

o corpo rígido do

culo B foi co tituído por vár si, [6]. Nest e cada segmen al total, ver figu

multi-corpo rígido

análise foram ulos (Mv), cons

sados). As mas o os dados an a (2h) adequa

rias velocidad umo das variá

râmetros de simul

h] Mp [k/2h [

=30 2=40 3=50 4=60 p1=30 p2=43 p3=47 p4=56

undamental o do veículo, a o impacto, os tes corpos e o

s de análise. O rpo humano sujeito às três e cálculo A foi rior, com um ive Physics.

peão.

nsiderado um rios segmentos te modelo foi nto como uma

ura 3.

do peão.

consideradas siderando dois ssas dos peões tropométricos ada para cada

(7)

CIBIM 10, Oporto, Portugal, 2011 | CIBEM 10, Porto, Portugal, 2011 2909

Durante a fa quantidade d Mv, e o peão

v col

vv M

M

A relação ent vcol) e depois

pelo coeficien col p pr p proj v v v v v e � � �

O valor do co velocidade d por Wood e Lucchini e W

� � � � � 0 . 0 12 . 0 e

Esta fase dese (timp), assumin

equação 4. P médio de con

proj p

imp v t

S � �

No final da completa de interacção, e posteriores. Durante a fas uma velocida mantém os p implica a ex responsável p

ase de impacto de momento li

de massa Mp,

proj p p proj

v M v

v

tre as velocidad s do impacto nte de restituiç

roj

oeficiente de r de colisão, con

Walsh [8] sob Weissner [9], ver

006 . v se v se vcol envolve-se dur ndo um movi ara este movim ntacto de 0.056

imp

t

fase de impac momento lin entre o veícu

se do movime ade inicial vp

pés em contac xistência de pela rotação do

Figura 4: Repr

o verifica-se a inear entre o

ver equação 1

j

des dos dois c (vp proj e vv pro

ção (e), ver equ

restituição vari nforme estud bre os testes d r equação 3.

� � / [ 20 / [ 20 s m v m v col col

rante o curto p imento rectilín mento foi assu 6 [s], [5].

cto é assumid near, não assu ulo e peão,

ento plano gera

p proj, assumin

cto com o sol uma força d o corpo do peã

resentação da fase

a transferência veículo de ma .

corpos, antes (v

oj), é caracteriz

uação 2.

ia com o valor os desenvolvi desenvolvidos

] ]

s s

período de tem neo uniforme,

umido um tem

da a transferên umindo qualq nas duas fa

al, o peão adq ndo que o p lo. Este conta de atrito e s ão, ver figura 4

2.

a da assa

(1)

(vp e

zada (2) r da idos por (3) mpo ver mpo (4) ncia quer fases quire peão acto será 4.

A r o p equ ent (�) � y As equ po

� � � �� � � k Ne do rep cen atri um tra O util qua � � t t Es pel ger po Na cor dad � � y Du dim hor vel vproj CM CM H M

restrição ao m peão se manté uação 7. Esta tre o movimen

.

�) cos( � �h

equações 5-7 uações difere sição do centr

� � � � ) sin( s 1 1 2 2 � � � � � h k x

estas equações centro de presenta o raio

ntro de massa, ito. Os invest m valor para o balho de dez g sistema foi s lizando o mét arta-quinta ord , 0 0 , 0 � � � �

vpproj x x

ta solução pe lo corpo rígid ral. A simula sição angular a a terceira fase rpo rígido co da pela equaçã

���90º���h��

urante este pro minuição da qu rizontal, que locidade horizo

��90��

xf

oj

ovimento do p ém em contact

equação perm nto vertical (y)

� � � � y h ��

7 podem ser re nciais acoplad o de massa e a

� ) cos( ) cos( ) sin( ) sin( � � � � � � � � � � � � h h

s a componen massa está o de giração do

, enquanto �

tigadores Woo coeficiente de grupos de inve

er resolvido todo numérico dem, com as se

0 0 � � � � �

rmitiu determ do “Sdin”, du ação deverá atingir 90º.

deste método m o solo, pa ão 10.

ocesso (impac uantidade de m

se traduz num ontal.

���90�

y

peão serve par cto com o solo mite efectuar o

e a rotação do

� �

sin 2

� �

h

eagrupadas nu adas 8, que

a posição angu

� � � c ) cos( 2 2 2 � � � � � � � � h gh g

nte horizontal representada o corpo rígido

representa o od e Simms [ e atrito de 0.5 estigação difere

em ordem a o de Runge K eguintes condi

minar a distân urante o mov ficar concluíd

o, verifica-se ara uma veloc

cto vertical), v momento line ma diminuição

(6)

ra garantir que o, utilizando a o acoplamento o corpo rígido

cos

2

(7)

um sistema de relacionam a ular do corpo.

) cos(� (8)

da aceleração por x��, k em relação ao coeficiente de [10], propõem 8, baseado no entes.

“x” e a "�”, Kutta, Fehlberg ições iniciais.

(9)

cia percorrida vimento plano da quando a

o impacto do cidade vertical

(10)

verifica-se uma ar na direcção o do valor da

(8)

Sérgio D. L. Rodrigues, Diogo E. C. Brites, Paulo A. G. Piloto

Por aplicaçã determinado

2

1 2

f proj pv

M

Depois dest distância tota

total S

S �Simp.

Nas figuras distância perc para o atrope distância aum da massa do v distância de aumento da m

Figura 5: Distânc

Figura 6: Distânc

ão do princíp o valor da dist

��(Mpg)

S

te último pas al percorrida “S

atrito din S

S .

5-9 estão re corrida em fu elamento dos menta com a v

veículo é seme projecção d massa do peão

cia de projecção e pe

cia de projecção e pe

Sérgi

pio do trabal tância percorri

0

atrito

S

sso, é possív Stotal”.

epresentados o unção da veloc

peões p2, p4 velocidade de elhante mas em

diminui ligeir .

em função da velo eão (p2).

em função da velo eão (p4).

io D. L. Rodrigue

lho e energia ida nesta fase.

vel determina

os resultados cidade de coli

, p6 p8 e p10 colisão. O ef m menor escala

ramente com

ocidade de colisão

ocidade de colisão

es, Diogo E. C. Br

a, é

(12)

ar a

(13)

da são, 0. A feito a. A m o

para

para

Figu

Figu

3.2

Ne Me veí me Vc (co O rep com (Vc

Na de vel

rites, Paulo A. G. P

ura 8: Distância d

ura 9: Distância d

2. Método av

este método fo erson para det ículo com o p esmas condiçõ col, Mp, 2h) oeficiente de r tempo de int presentado o

m veículo de m col1).

Figura 1

a figura 11 est um peão p1 locidade de co

Figura 1 Piloto

e projecção em fu peão (p

e projecção em fu peão (p

vançado A

oi utilizado o m terminação do peão. Neste m es iniciais dos

e os mesmo estituição) e a egração foi de resultado da s massa Mv1 e

10: Simulação da p

tá representad 1, com veícul lisão (Vcol1).

1: Simulação da p

unção da velocidad (p8)

unção da velocidad p10).

método numér o movimento

modelo foram s corpos interv os parâmetros atrito (coeficie

e 1 [ms]. Na simulação de baixa velocida

projecção para Vc

do o resultado lo de massa

projecção para Vc

de de colisão para

de de colisão para

rico de Kutta-de colisão do m definidas as venientes (Mv, s de impacto ente de atrito). figura 10 está um peão p1, ade de colisão

col1.

da simulação Mv1 e baixa

ol10.

a

a

-o s , o . á , o

(9)

CIBIM 10, Oporto, Portugal, 2011 | CIBEM 10, Porto, Portugal, 2011 2911

Figura 12: Co

Resultados colisões dos foi de 3%.

3.3. Método

Neste méto integração, p do veículo co mesmas cond Vcol, Mp, 2h massa foi dis Algumas ar pescoço, etc comportamen Na figura 13 do atropelam Mv1 e baixa v

Fig

Na figura 14 do atropelam massa Mv1 e

Figu

As soluções origem a ma devido ao aum pela rotação d

4. Conclusõ

Neste artigo análise de atr Estes método distância de veículos.

omparação de resu ava

semelhantes restantes peõe

o avançado B

do foi utiliz para determina om o peão. Ne dições iniciais

h) e os mesm stribuída pelos rticulações (t c.) possuem l nto do corpo h

está represen mento de um p velocidade de

gura 13: Simulação

4 está represen mento do mes elevada veloci

ura 14: Simulação

obtidas com aiores distânci mento da quan de alguns segm

ões

foram aprese opelamentos d os permitem e projecção e

ultados entre méto nçado A.

foram encon es. O erro má

B

zado o mes ação do movim

este modelo fo dos corpos in mos parâmetro s vários segme tornozelo, jo limites na ro humano. ntado o resulta peão p1, com

colisão (Vcol1

o da projecção par

ntado o resulta smo peão p1,

idade de colisã

da projecção para

m o método ias de projecç ntidade de mo mentos anatóm

entados difere de peões, com estabelecer um

a velocidade

odo simplificado e

ntrados para áximo encontr

mo método mento de coli foram definida ntervenientes (M

os de impacto entos anatómic oelho, cotov otação, confor

ado da simula veículo de ma 1).

ra Vcol1.

ado da simula com veículo ão (Vcol10).

a Vcol10.

avançado B ção. Este fact omento produz micos.

entes métodos m colisões front

ma relação entr e de colisão

e as rado de isão as as Mv, o. A

cos. velo, rme ação assa ação o de

dão to é zido

s de tais. re a dos e:= Vp tim Sim L:= k:= h:= dsy sin h*( t, t) t))^ t))) 9.8 init D( dso me Xte Vte Vro Sfa Vv Vp Sar Sto Re [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] [9] =0.12-0.006*V proj:=((Mv)/(M mp:=0.056; mpact:=Vproj* =1.45; =(0.23)*L; =L/2; ys1:={((9.81*h n(f(t)))*(-h*(dif (diff(f(t), t))^2* ))*sin(f(t))))+( ^2*cos(f(t)))=( )-(h*sin(f(t))*(d 81}; t1 :={x(0)=Sim (f)(0)=0}; ol1 := dsolve(d ethod=rkf45, o empo:=4.3835 empo:=8.1364 ottempo:=4.95 allover:=Xtem v:=h*Vrottemp projf:=Vtempo rrasto:=(Vproj otal:=Simpact+ eferências

D P Wood, pedestrian co impact and p

J. Automobile E

MSC Softwa 2000. Autoridade “Principais in

Observatório de

SafetyNet, “T

Road Safety O

Aldman, B., Romanus, B. of lower leg impacts”,Int Injury conferenc

Raquel Santo

Pós Graduação

Évora, Fever Devine BJ,

Pharm, 8: 650

Wood, D. P. projection im

305, 2002. Lucchini, E.. kinematics a

col;

Mv+Mp))*(1+

*timp;

h*sin(f(t)))+(9. ff(f(t), t, t))*sin *cos(f(t)))+(h* (h*(0.58))*cos( (diff(f(t), t, t))* diff(f(t), t, t)))=

mpact, D(x)(0)

dsys1 union ini output=array([ 58360095493; 46013287423; 504713668296 po-Simpact; po; o-(0.58*Vv); f)^2/(2*0.58* +Sfallover+Sar

C K Simms, a ollisions: valid projection ", Pr Engineering, IM are, "Interactiv

Nacional d ndicadores de

e Segurança Rod

Traffic Safety B

bservatory, Octo , Thorngren, ., “An experim g and knee

ternational Resea ce, pp. 180–193

os & Carlos Fu

o: Técnico Superi

eiro 2003. “Gentamicin

0-655, 1974. . and Walsh, D mpact”, Int. J.

Weissner, D. and loadings

+e)*Vcol; .81*h*(0.58))*c n(f(t)))+(h*sin( *0.58*cos(f(t)) (f(t))*(-h*(diff( *(k)^2,(1/(.58) =h*(diff(f(t), t) )=Vproj, f(0)= nit1, numeric, [0,0.01,…,0.49 66; *9.81); arrasto;

and D G Wal dated models

roc. IMechE. V

MechE, 2005 ve physics, us

de Segurança e sinistralidade

doviária, 2011. Basic Facts 20 ober 2008.

L., Bunketo mental model

injuries in c

arch Council on 3, 1980. ujão, “Antropo

rior de HST, Un

therapy”, D

D. G.; “Pedes

. Crashworthine

., “Difference of impacte

cos(f(t)))+(h* (f(t)))*(-*(-h*(diff(f(t), (f(t), )*((diff(x(t), t, ))^2*cos(f(t))-=0, 9,]));

sh, " Vehicle– for pedestrian

Vol. 219 Part D:

ser’s manual",

a Rodoviária, e continente”,

008”,European

orp, O., and for the study car pedestrian

Biomechanics of

ometria”, Curso

niversidade de

rug Intell Clin

strian forward

ess, 7(3), 285–

(10)

Sérgio D. L. Rodrigues, Diogo E. C. Brites, Paulo A. G. Piloto

Sérgio D. L. Rodrigues, Diogo E. C. Brites, Paulo A. G. Piloto

children results from dummy tests”, International Research Council on Biomechanics of Injury conference, 1980. [10] Wood D.P & Simms C.K., “Coefficient of friction

Figure

Updating...

References

Updating...

Download now (10 pages)