FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO

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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO

  

DEPARTAMENTO DE PROJETO, EXPRESSấO E REPRESENTAđấO EM ARQUITETURA E URBANISMO

PROFESSOR FREDERICO FLÓSCULO PINHEIRO BARRETO

  

BRASÍLIA (2000)

PARTE 4

  

INSTRUMENTOS DA

PRÁTICA

PROFISSIONAL OS TEXTOS A SEGUIR FORAM RETIRADOS DE DOCUMENTOS OFICIAIS DE

  

ENTIDADES BRASILEIRAS DAS ÁREAS DE ARQUITETURA E DA ENGENHARIA,

BEM COMO DE DOCUMENTOS LEGAIS (LEGISLAđấO FEDERAL E DISTRITAL)

DESTINADOS ầ ORIENTAđấO E DIVULGAđấO ENTRE OS PROFISSIONAIS - E

AO ORDENAMENTO FORMAL - DA PRÁTICA DOS ATOS PROFISSIONAIS

BÁSICOS. PARA OBTER OS TEXTOS (DAS ENTIDADES PROFISSIONAIS) CITADOS EM SUA

  

INTEGRALIDADE, A DISCIPLINA RECOMENDA A SUA AQUISIđấO - EM

ALGUNS CASOS FACULTADA MEDIANTE A ASSOCIAđấO A CADA UMA DELAS.

ROTEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE ARQUITETURA DA

   EDIFICAđấO

NOTA DA DISCIPLINA: ESTE DOCUMENTO DO IAB-DN (DIREđấO NACIONAL)

DÁ DEFINIđỏES BÁSICAS A SEREM UTILIZADAS NA CONFECđấO DE

CONTRATOS DE TRABALHO PROFISSIONAL (NESSA ATIVIDADE ESPECÍFICA,

DO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE ARQUITETURA DA EDIFICAđấO). A

SEQÜÊNCIA DE PRODUTOS APRESENTADA EXPÕE BOA PARTE DAS

ATIVIDADES PROFISSIONAIS CORRELATAS, NA ÁREA DE ARQUITETURA.

SOLICITA-SE AOS ESTUDANTES QUE ELABOREM UM “DIAGRAMA”

1 EXPLICATIVO DO ROTEIRO (COMO UM “FOLDER / POSTER” ) - QUE PUDESSE

  Documento aprovado na 77ª Reunião do Conselho Superior do Instituto de Arquitetos do Brasil, realizado em Salvador. Sua publicação foi feita sob o patrocínio do IAB-DF, durante a gestão 92/93.

  

SER APRESENTADO A UM CLIENTE, EXPONDO-LHE AS ALTERNATIVAS

BÁSICAS EXPOSTAS ầ CONTRATAđấO DE SERVIđOS.

  1 - Introdução:

  A palavra projeto significa, genericamente, intento, desígnio, empreendimento e, em sua acepção técnica, um conjunto de ações, caracterizadas e quantificadas, necessárias à concretização de um objetivo. Embora este sentido se aplique a diversos campos de atividade, em cada um deles o projeto se materializa de forma específica.

  O objetivo principal do Projeto de Arquitetura da

  Edificação é a execução da obra idealizada pelo

  arquiteto. Essa obra deve se adequar aos contextos natural QUAL O OBJETIVO e cultural em que se insere e responder às necessidades do

  PRINCIPAL DO PROJETO cliente e futuros usuários do edifício.

  DE ARQUITETURA, SEGUNDO O IAB ?

  As exigências do cliente e usuários se exprimem através do programa de necessidades que define metodicamente o objetivo do projeto.

  2 - Objetivos:

  O presente documento tem por objetivos:

  a) normatizar os procedimentos para a elaboração coordenada do Projeto de Arquitetura da Edificação; b) estabelecer parâmetros-base para a fixação dos honorários profissionais respectivos;

  DE QUE MODO A

  c) discriminar os serviços incluídos e excluídos nos contratos DISCRIMINAđấO DOS que tenham por objeto o Projeto de Arquitetura da

  “SERVIÇOS INCLUÍDOS

Edificação e;

  E EXCLUÍDOS PODE AUXILIAR A

  d) definir e caracterizar os principais elementos técnicos CONFECđấO DE relacionados ao projeto, em especial, as fases que o compõem, CONTRATOS DE as informações necessárias ao seu desenvolvimento e os

  TRABALHO

  produtos finais/serviços que o caracterizam. PROFISSIONAL ? 3 - Conteúdo e abrangência: 3.1 - Serviços incluídos:

  O presente documento roteiriza o serviço de Projeto de Arquitetura da Edificação, inclusa a coordenação/compatibilização dos projetos complementares listados nas letras e e f do item 3.2, abaixo.

  3.2 - Serviços excluídos:

  Além do Projeto de Arquitetura da Edificação o arquiteto está técnica e legalmente habilitado à realização de outros serviços, excluídos do presente roteiro, entre os quais: a) Pesquisas, elaboração de programas de

  necessidades e similares;

  b) Levantamentos arquitetônicos, urbanísticos, topográficos e geológicos (sondagens); c) Estudos de viabilidade (técnico-legal) arquitetônica,

  POR QUÊ O IAB QUALIFICA Planos diretores urbanísticos e similares;

  DETERMINADOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS COMO

  d) Projeto de reforma, revitalização e restauração de ỀEXCLUễDOSỂ ? EM RELAđấO edificações;

  A QUÊ ?

  e) Projetos de reparo, conservação/manuetnção e limpeza de edificações; f) Projetos complementares de Estrutura, Instalação hidro-sanitárias (água quente e fria, esgotos e águas pluviais), de gás, de proteção contra incêndio e de coleta de lixo, Instalações elétricas e telefônicas, Conforto ambiental, Acústica, Sonorização e Luminotécnica, Instalações de ar condicionado e exaustão mecânica, entre outros; g) Projetos de Paisagismo, Arquitetura de interiores, Decoração, Mobiliário e Comunicação Visual;

  h) Projetos de Desenho Urbano, Loteamentos, Remembramento / Desmembramento de terrenos e similares; i) Planos urbanísticos; j) Estudos da viabilidade econômico-financeira. Estimativas de custo, orçamento e similares; l) Vistorias/Perícias, Laudos/Pareceres, Assessorias/Consultorias e similares; m) Fiscalização (técnica) de Projetos (realizados por terceiros), em nome do cliente; n) Gerenciamento (técnico, administrativo e financeiro) de Projetos (realizados por terceiros); em nome do cliente; o) Fiscalização da Execução de obras (realizadas por terceiros) ou fiscalização técnica da construção / construtor, montagem / montador, fabricação / fabricante, em nome do cliente; p) Gerenciamento da Execução de obras (realizadas por terceiros) ou fiscalização técnica, administrativa e financeira da construção / construtor, montagem / montador, fabricação / fabricante, em nome do cliente; q) Execução de obras (construção / montagem / fabricação).

  4 - Documentos relacionados:

  Os procedimentos, definições e serviços incluídos neste documento, configuram o parâmetro-base para a fixação dos honoráros profissionais, conforme recomendado nas “Condições de Contratação e Remuneração do Projeto de Arquitetura da Edificação.”

  Os valores ali fixados não remuneram os serviços excluídos (ítem 3.2) e os produtos finais/serviços opcionais (ítem 5.4 deste documento-roteiro).

  5 - Definições: 5.1 - Gerais: a) Obra: espaço/objeto a ser construído, fabricado ou montado.

  b) Projeto: conjunto de desenhos e documentos técnicos necessários à construção, fabricação

  a ou montagem da obra; 1 etapa de realização da mesma.

  c) Execução: conjunto de ações técnicas, baseadas no projeto, necessárias à construção,

  a fabricação ou montagem da obra; 2 etapa de realização da mesma.

  d) Arquiteto: técnico contratado, responsável pelo projeto e/ou execução da obra.

  e) Cliente: pessoa física ou jurídica contratante dos serviços do arquiteto.

  f) Usuário: cada um daqueles que utilizarão a obra projetada e/ou executada pelo arquiteto. Em alguns casos, cliente e usuário coincidem.

  g) Programa de necessidades: documento que exprime as exigências do cliente e as necessidades dos futuros usuários da obra. Em geral, descreve sua função,

  QUAL A DEFINIđấO DADA atividades que irá obrigar, dimensionamentos e padrões PELO IAB, DE “PROGRAMA de qualidade assim como especifica prazos e recursos DE NECESSIDADES” ? disponíveis para a execução. A elaboração desse programa deve, necessariamente, preceder o início do projeto, podendo entretanto, ser complementado ao longo de seu desenvolvimento.

  5.2 - Fases do Projeto:

  O projeto de Arquitetura da Edificação compreende as fases de Estudo Preliminar, Anteprojeto e/ou Projeto de Aprovação, Projeto de Execução e

Assistência à Execução da Obra que se caracterizam QUAIS AS FASES DO

  como blocos sucessivos de coleta de informações, PROJETO DE ARQUITETURA desenvolvimento de estudos/serviços técnicos e emissão

  DA EDIFICAđấO, SEGUNDO de produtos finais, objetivando, ao término de cada um O IAB ? deles: a) avaliar a compatibilidade do projeto com o programa de necessidades, em especial no que se refere a:

  • funcionalidade;
  • dimensionamento e padrões de qualidade;
  • custos e prazos de execução da obra;

  b) providenciar, em tempo hábil, as reformulações necessárias à concretização dos objetivos estabelecidos no O SE QUE OBJETIVA AO programa de necesidades, evitando-se posteriores FINAL DE CADA FASE DO modificações que venham a onerar o custo do projeto e/ou PROJETO, da execução da obra;

  SEGUNDO O IAB ?

  c) constituir o conjunto de informações necessárias ao desenvolvimento da fase subseqüente. O

  Estudo Preliminar constitui a configuração inicial da solução arquitetônica proposta

  para a obra (partido), considerando as principais exigências contidas no programa de necessidades. Deve receber a aprovação preliminar do cliente.

  O

  Anteprojeto constitui a configuração final da solução arquitetônica proposta para a

  obra (partido), considerando todas as exigências contidas no programa de necessidades e o Estudo Preliminar aprovado pelo cliente. Deve receber a aprovação preliminar do cliente. O

  Projeto de Aprovação é uma sub-fase ao

  Anteprojeto, desenvolvida, conforme o caso anterior, concomitante ou posteriormente a ele. Constitui a QUAIS AS DEFINIđỏES DE:

  configuração técnico-jurídica da solução

  arquitetônica proposta para a obra considerando as

  • ESTUDO PRELIMINAR; exigências contidas no programa de necessidades, o
  • ANTEPROJETO; Estudo Preliminar ou Anteprojeto aprovado pelo
  • PROJETO DE cliente e as normas técnicas de apresentação e

  APROVAđấO; representação gráfica emanadas dos órgãos públicos Ễ PROJETO DE EXECUđấO;

  (em especial, Prefeitura Municipal, concessionárias de

  • ATIVIDADE DE serviços públicos e Corpo de Bombeiros). Nos casos

  ASSISTÊNCIA À especiais em que não haja necessidade de aprovação EXECUđấO E OBRA, do projeto pelos poderes públicos, esta sub-fase deixa de existir.

  SEGUNDO O IAB ? O

Projeto de Execução é o conjunto de documentos

  técnicos (memoriais, desenhos e especificações) necessários à licitação e/ou execução (construção, montagem, fabricação) POR QUÊ O PROJETO DE da obra. Constitui a configuração desenvolvida e detalhada do APROVAđấO TEM Anteprojeto aprovado pelo cliente. ỀCONFIGURAđấO TÉCNICO-JURÍDICA” ?

  A

Assistência à Execução da Obra é a fase

  complementar de projeto que se desenvolve concomitamente à execução da obra, não se confundindo com os serviços listados nas letras o, p e q no ítem 3.2. Os serviços correspondentes a esta fase estão discriminados no ítem 6.4.

  A cada fase do projeto de Arquitetura da Edificação correspondem fases correspondentes dos projetos complementares listados no ítem 3.2 letras e e f. A coordenação/compatibilização desses cabe ao arquiteto, sendo considerada serviço incluído no presente documento.

  Dependendo da complexidade da obra e do acordo prévio entre arquiteto e cliente, o Projeto de Arquitetura da Edificação poderá ser complementado pelos serviços listados no ítem 3.2.

  5.3 - Informações necessárias ao desenvolvimento do projeto:

  Para dar início a cada fase de projeto o arquiteto necessita de um conjunto de

  

informações técnicas (dados, desenhos e documentos) imprescindíveis ao desenvolvimento da

  mesma. Parte dessas informações é fornecida pelo cliente, parte pesquisada pelo arquiteto, conforme especificado no ítem 6.

  5.4 - Produtos finais/serviços básicos e opcionais:

  Ao longo e/ou ao término de cada fase de projeto o arquiteto desenvolve estudos/serviços técnicos e emite e fornece ao cliente produtos finais (desenhos, documentos e especificações) que caracterizam a solução arquitetônica proposta para a obra.

  

Produtos finais/serviços básicos são aqueles indispensáveis à definição do projeto.

Produtos finais/serviços opcionais são aqueles que esclarecem, ilustram, elucidam e

  complementam o projeto. Os honorários fixados nas “Condições de Contratação e Remuneração do Projeto de Arquitetura da Edificação” não incluem a prestação/emissão desses serviços/produtos, devendo sua contratação ser objeto de acordo à parte.

  6 - Roteiro Básico: 6.1 -Estudo Preliminar 6.1.1 - Informações: 6.1.1 . A - A cargo do cliente:

  a) Programa de Necessidades, especificando:

  • Objetivos do cliente e finalidade da obra;
  • Prazos e recursos disponíveis para o projeto e a execução;
  • Características funcionais da obra, em especial:
    • Atividades que irá abrigar;
    • Compartimentação e dimensionamentos preliminares;
    • Escala de proximidades espaciais;

  QUAIS AS

  INFORMAđỏES

  • População fixa e variável (por compartimento);

  BÁSICAS A SEREM

  • Fluxos (de pessoas, veículos, materiais);

  OBTIDAS DO CLIENTE, PARA O PROJETO

  • Mobiliário, instalações e equipamentos básicos (por

  ARQUITETÔNICO, compartimento); SEGUNDO O IAB ?

  • Padrões de construção e acabamento;
  • Recursos técnicos disponíveis para a execução: materiais, mão-de-obra, sistemas construtivos; • Modalidade de contratação da execução e porte do construtor / montador / fabricante.

  b) Informações sobre o terreno e seu entorno, em especial:

  • Escrituras;
  • Levantamento topográfico plani-altimétrico detalhado, em escala adequada, indicando os limites do terreno (dimensões lineares e angulares), as construções vizinhas e internas ao terreno, o

  CASO O CLIENTE NÃO arruamento e as calçadas limítrofes, os acidentes DISPONHA DE DETERMINADAS naturais (rochas, cursos d’água, etc), a vegetação

  INFORMAđỏES existente (locação e especificação de árvores e

  • SOBRETUDO AS QUE TÊM

  O CARÁTER TÉCNICO -, O massas arbustivas) e o Norte verdadeiro; QUE SE DEPREENDE DO

  • Levantamento arquitetônico detalhado, em escala

  DOCUMENTO DE ORIENTAđấO DO IAB, COM adequada, de construções porventura existentes no

  RELAđấO ầ CONTRATAđấO interior do terreno; DESSES SERVIÇOS ?

  • Sondagem geológica a dados sobre drenagem, visando subsidiar a concepção estrutural e o projeto de fundações da obra.

  6.1.1 . B - A cargo do Arquiteto:

  a) Programa de necessidades: QUAIS AS INFORMAđỏES • Revisão e eventual complementação. NECESSÁRIAS AO ESTUDO

  b) Informações sobre o terreno e seu entorno, PRELIMINAR E A CARGO DO em especial: ARQUITETO, SEGUNDO O

  IAB ?

  • Documentos cadastrais (projetos de alinhamento e loteamento, levantamentos aerofotogramétricos e outros);
  • Fotos do terreno e seu entorno;
  • Dados geo-climáticos e ambientais locais, em especial, temperaturas, pluviosidades, insolação, regime de ventos e marés (para terrenos a beira-mar) e níveis de poluição (sonora, do ar, do solo e das águas);
  • Dados urbanísticos do entorno do terreno, em especial, uso e ocupação do solo, padrões arquitetônicos e urbanísticos, infra-estrutura disponível, tendências de desenvolvimento e planos governamentais para a área e, condições de tráfego e estacionamento.

  c) Legislação arquitetônica e urbanística (municipal, estadual e federal) pertinente, em especial:

  • Restrições de uso;
  • Taxas de ocupação e coeficientes de aproveitamento;
  • Gabaritos;
  • Alinhamentos, recuos e afastamentos;

  EXISTIRIAM OUTRAS

  o

  • N de vagas de garagem;

  EXIGÊNCIAS LEGAIS

  • Exigências relativas a tipos específicos de edificação e

  IMPORTANTES PARA O

  • Outras exigências arquitetônicas das Prefeituras PROJETO ARQUITETÔNICO

  Municipais, Corpo de Bombeiros, Concessionárias de ? EM QUE CASOS ?

  Serviços Públicos, Ministério da Marinha, Aeronáutica, Trabalho, e Saúde e Órgãos de Proteção ao Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, entre outros.

  6.1.2 - Produtos finais/serviços básicos:

  • Memorial: descreve e justifica a solução arquitetônica proposta relacionando-a ao Programa de Ncessidades, às características do terreno e seu entorno, à legislação

  COMO O IAB DEFINE, AO arquitetônica e urbanística pertinentes e/ou a outros NÍVEL DOS ESTUDOS fatores determinantes na definição do partido aotado;

  PRELIMINARES:

  • Planta de situação: representa a implantação da obra no terreno indicando, em especial, acessos, posição e
  • MEMORIAL; orientação da(s) edificação(ões) e principais elementos

  Ễ PLANTA DE SITUAđấO; arquitetônicos ( estacionamentos, piscinas, quadras

  • PLANTAS E CORTES esportivas, castelos d’água e/ou outros), recuos e

  GERAIS; afastamentos, cotas e níveis principais e quadro geral

  • FACHADAS PRINCIPAIS. de áreas (totais, por setor, pavimento e/ou bloco, úteis e/ou construídas, conforme o caso);
  • Planta e cortes gerais: representam a configuração interna da obra indicando, em especial, a localização, inter-relacionamento e pré- dimensionamento de ambientes, circulações (verticais e horizontais) e acessos;
  • Fachadas principais: representam a configuração externa da obra indicando seus principais elementos, em especial esquadrias; • Coordenação dos estudos preliminares complementares.

  6.1.3 - Produtos finais/serviços opcionais:

  • Perspectivas e/ou maquete de massas: representam a configuração espacial global da obra, sua implantação no terreno e relacionamento com o entorno construído;
  • Desenhos promocionais: perspectivas adicionais

  (internas e/ou externas) e plantas e/ou cortes POR QUE O IAB CITA humanizados (com indicação de mobiliário e

  ESTES ITENS COMO equipamentos básicos), entre outros; “PRODUTOS FINAIS / SERVIÇOS

  • Especificação preliminar dos principais OPCIONAIS” ?

  materiais e acabamentos;

  • Estudos preliminares complementares: de

  Estrutura, Instalações, Paisagismo e/ou Arquitetura de Interiores, entre outros listados no item 3.2, letras f e g;

  • Estimativa preliminar de custos: baseada, em geral, nos custos correntes do metro quadrado de construção, custos globais dos serviços ou critério equivalente, consideradas as características da obra.

  6.2 - Anteprojeto 6.2.1 - Informações:

  a) Todas as informações listadas no item 6.1.1; b) Os Estudos Preliminares aprovados pelo cliente.

  6.2.2 - Produtos finais/serviços básicos:

  • Planta de situação: define a implantação da obra no terreno locando e dimensionando em especial, a(s) edificação(ões), acessos, áreas livres e demais elementos arquitetônicos. Indica afastamentos, recuos, investiduras, áreas “non aedificandi” e servidões, cotas gerais e níveis de assentamento, áreas totais e/ou parciais, úteis e/ou construídas, conforme a necessidade;
  • Plantas baixas: definem, no plano horizontal, a compartimentação interna da obra indicando a designação, localização, inter-relacionamento e

  COMO O IAB DEFINE, AO dimensionamento finais (cotas, níveis acabados e NÍVEL DO ANTEPROJETO:

  áreas) de todos os pavimentos, ambientes, circulações e acessos. Representam a estrutura, alvenarias, tetos rebaixados, revestimentos, esquadrias (com sistema

  Ễ PLANTA DE SITUAđấO; de abertura), conjuntos sanitários e equipamentos

  • PLANTAS BAIXAS fixos;
  • PLANTA(S
  • Planta(s) de cobertura: define(m) sua configuração

  COBERTURA arquitetônica indicando a localização e

  • CORTES GERAIS; dimensionamento finais (cotas e níveis acabados) de
  • FACHADAS; todos os seus elementos. Representa(m), conforme o Ễ ESPECIFICAđỏES.

  caso, telhado, lajes, terraços, lanternins, “sheds”,

  domus, calhas, caixas d’água e equipamentos fixos;

  • Cortes gerais: definem, no plano vertical, a compartimentação interna da obra e a configuração arquitetônica da cobertura indicando a designação, localização, inter-relacionamento e dimensionamento finais (alturas e níveis acabados) de pavimentos, ambientes, circulações e elementos arquitetônicos significativos. Representam a estrutura, alvenarias, tetos rebaixados, revestimentos, esquadrias (com sistema de abertura)

  e, conforme o caso, telhados, lanternins, “sheds”, domus, calhas, caixas d’água e equipamentos fixos;

  • Fachadas: definem a configuração externa da obra indicando todos os seus elementos, em especial, os acessos. Representam a estrutura, alvenarias (com sistema de abertura) e

  

conforme o caso, muros, grades, telhados, marquises, toldos, letreiros e outros componentes

  arquitetônicos significativos;

  • Especificações: definem os principais materiais e acabamentos, em especial, revestimentos de fachadas e pisos, paredes e tetos de todos compartimentos. A critério do arquiteto, podem ser apresentadas sob diversas formas, por exemplo:

  a) grafadas nos próprios desenhos (plantas, cortes e fachadas), QUAIS AS FORMAS DE

  b) em um quadro geral de materiais de acabamento

  INDICAđấO DAS e/ou, ESPECIFICAđỏES DO c) sob a forma de texto (Memorial de Especificações). PROJETO RECOMENDADAS

  PELO IAB ? • Coordenação dos anteprojetos complementares.

  6.2.3 - Produtos finais/serviços opcionais:

  • Maquete;
  • Perspectivas;
  • Anteprojetos complementares de Estrutura, Instalações, Paisagismo e/ou Arquitetura de

  Interiores, entre outros listados no ítem 3.2, letra f e g;

  • Orçamento estimativo: baseado nos Anteprojetos de Arquitetura e complementares, pré- dimensiona quantidades e custos de materiais e serviços (mão-de-obra) necessários à realização da obra.

  6.3 - Projetos de Aprovação: 6.3.1 - Informações:

  a) Todas as informações listadas no ítem 6.1.1;

  b) Os Estudos Preliminares aprovados pelo cliente, caso o Projeto de Aprovação seja desenvolvido anterior ou concomitamente ao Anteprojeto; ou (ver a definição de PA, no ítem 5.2). Os Anteprojetos aprovados pelo cliente, caso o Projeto de Aprovação seja desenvolvido posteriormente ao Anteprojeto.

  QUAIS AS EXIGÊNCIAS DE

  c) As normas de apresentação e representação gráfica APRESENTAđấO DO emanadas dos órgãos públicos.

  PROJETO DE APROVAđấO

  6.3.2 - Produtos finais/serviços básicos:

  NO DISTRITO FEDERAL ? Variáveis caso a caso, conforme as exigências dos órgãos públicos e concessionárias envolvidos. Inclui-se com serviço básico a coordenação dos Projetos de Aprovação compementares.

  6.3.3 - Produtos finais/serviços opcionais:

  Projetos de Aprovação de Estrutura, Instalações e outros, quando exigidos; Revisão do Projeto de Aprovação, conforme o executado (“as built” legal); ver ítem 6.5.3.

  6.4 - Projeto de Execução: 6.4.1 - Informações:

  a) Todas as informações listadas no ítem 6.1.1;

  b) Os Anteprojetos aprovados pelo cliente e os Projetos de Aprovação aprovados pelos órgãos públicos; ou (ver ítem 5.2).

  Os Anteprojeto aprovados pelo cliente, nos casos especiais em que não haja necessidade de aprovação de projetos pelos poderes públicos.

  6.4.2 - Produtos finais/serviços básicos:

  • Planta de situação/locação: define detalhadamente a implantação da obra no terreno locando e dimensionando todos os elementos arquitetônicos, em especial, edificação (ões), acessos, vias, áreas livres, muros, piscinas, quadras e/ou outros, variáveis caso a caso. Indica afastamentos, cotas gerais e parciais e níveis de assentamento;
  • Plantas baixas (ou de alvenaria): definem detalhadamente, no plano horizontal, a compartimentação interna da obra indicando a designação, localização, inter-relacionamento e dimensionamento (cotas e níveis acabados e/ou em osso) de todos os pavimentos, ambientes, circulações, acessos e vãos (em especial, de esquadrias). Representam a estrutura, alvenarias (em osso ou acabadas), tetos rebaixados, forros, enchimentos e, conforme o caso, revestimentos, esquadrias (com sistema de arbetura), conjuntos sanitários, equipamentos fixos e elementos dos projetos complementares, em especial, de instalações (tomadas, pontos de luz, “shafts”, prumadas, etc.) indicam todos os elementos especificados e/ou detalhados em outros documentos/desenhos;
  • Planta(s) de cobertura: define(m) detalhadamente sua configuração arquitetônica indicando a localização e dimensionamento (cotas e níveis acabados e/ou em

  QUAIS OS PRODUTOS osso) de todos os seus elementos. Representam(m), FINAIS OU SERVIÇOS

  conforme o caso, telhados, lajes, terraços, lanternins,

  BÁSICOS DA ETAPA DE domus, calhas, caixas d’água e equipamentos fixos.

  PROJETO EXECUTIVO, Indicam todos os elementos especificados e/ou

  SEGUNDO O IAB ? detalhados em outros documentos/desenhos;

  • Cortes gerais e/ou parciais: definem detalhadamente, no plano vertical, a compartimentação interna da obra e a configuração arquitetônica da cobertura indicando a designação, localização, inter-relacionamento e dimensionamento (alturas e níveis acabados e/ou em osso) de todos os pavimentos, ambientes, circulações, vãos e outros elementos arquitetônicos significativos. Representam a estrutura, alvenarias (em osso ou acabadas), tetos rebaixados, forros, enchimentos e, conforme o caso, revestimentos, esquadrias (com sistema de arbetura), conjuntos sanitários, telhados, lanterinins, “sheds”, domus, calhas, caixas d’água, equipamentos fixos e elementos dos projetos complementares (ar condicionado e exaustão, por exemplo). Indicam todos os elementos especificados e/ou detalhados em outros documentos/desenhos;
  • Fachadas: definem detalhadamente a configuração externa da obra indicando todos os seus elementos. Representam a estrutura, alvenarias, revestimentos externos (com paginação), esquadrias (com sistema de abertura) e, conforme o caso, muros, grades, telhados, marquises, toldos, letreiros, e outros componentes arquitetônicos significativos. Indicam todos os elementos especificados e/ou detalhados em outros documentos/desenhos;
  • Plantas de teto refletido: quando necessárias, definem detalhadamente a paginação de tetos rebaixados e forros indicando todos os seus elementos. Representam, conforme o caso, a estrutura, (pilares e vigamento), alvenarias e elementos dos projetos complementares (luminárias, aerofusos e “spriklers”, por exemplo).
  • Plantas de piso: quando necessárias, definem detalhadamente a paginação de pavimentações e pisos elevados indicando todos os seus elementos. Representam, conforme

  

o caso, a estrutura (pilares), alvenarias e elementos dos projetos complementares (quadors de

luz, por exemplo).

  • Elevações: quando necessárias, definem detalhadamente a paginação de revestimentos de paredes indicando todos os seus elementos. Representam, conforme o caso, a estrutura (vigas e lajes), alvenarias, esquadrias e elementos dos projetos complementares (quadros de luz, por exemplo).
  • Detalhes: desenvolvem e complementam as informações contidas nos desenhos acima relacionados. Representam em plantas, cortes, elevações e/ou perspectivas, definindo-os, todos os elementos arquitetônicos necessários à execução da obra. Em geral, compreendem:
    • Ampliações de compartimentos, em especial, banheiros, cozinhas, lavanderias, vestiários, saunas e áreas molhadas.
    • Detalhe de construção, fabricação e/ou montagem
    • Quadras, pistas e campos de esporte;
    • Piscinas, lagos e fontes;
    • Muros, jardineiras, bancos e outros elementos paisagísticos;
    • Escadas e rampas;
    • Painéis de elementos vazados (cobogós), tijolos de vidro e alvenarias especiais;
    • Revestimentos e pavimentações;
    • Impermeabilizações e proteções (térmicas, acústicas, etc.);
    • Bancas e bancadas;
    • Soleiras, peitoris, chapins, rodapés e outros arremates;
    • Telhados (estrutura e telhamento);
    • Domus, lanternins e “sheds”;

  Esquadrias; -

  • Balcões, armários, estantes, prateleiras, guichês e vitrines;
  • Forros, lambris e divisórias;
  • Grades, gradis e portões; - Guarda-corpos e corrimãos.

  Em projetos mais complexos, alguns detalhes são objeto de projetos especiais, por exemplo:

  • Cozinhas endustriais e lavanderias automatizadas (mobiliário, equipamentos e instalações especiais);
  • Muros, jardineiras, lagos e campos esportivos (paisagismo);
  • Proteções termo-acústicas (Conforto ambiental, Acústica);
  • Revestimentos internos (Arquitetura de Interiores); Conforme a natureza dos materiais especificados, os detalhes são, em geral, agrupados em seções, a saber:
  • Detalhes gerais (em concreto, alvenaria, argamassas, mármores e granitos, materiais cerâmicos, plásticos e

  HAVERIA OUTROS borrachas, produtos sintéticos e outros);

  • Detalhes de carpintaria e marcenaria (madeira); AGRUPAMENTOS
  • Detalhes de serralheria (ferro, alumínio e putros metais); POSSÍVEIS PARA OS - Detalhes de vidraçaria.

  DETALHES ? Conforme o grau de industrialização dos componentes, os detalhes podem ser:

  • Executivos ou
  • Esquemáticos. Neste último caso, os detalhes executivos são elaborados pelo fabricante do componente e aprovados pelo arquiteto; por exemplo:
  • Esquadrias de alumínio; - Forros industrializados.

  • Especificações: Definem detalhadamente todos os materiais, acabamentos e normas para a execução de serviços, necessários à execução da obra. Em geral são

  COMO PODEM SER apresentadas: APRESENTADAS AS

  a) resumidamente, grafadas nos desenhos e em um quadro ESPECIFICAđỏES, geral de materiais e acabamentos.

  SEGUNDO O IAB ?

  b) detalhadamente, em um Caderno de encargos composto de:

  • Normas de contratação de execução da obra (direitos e deveres do Cliente, Fiscal ou Gerente; do Arquiteto e do Executor); - Especificação de serviços (normas de execução).
    • Coordenação dos projetos de execução complementares.

  6.4.3 - Produtos finais/serviços opcionais:

  • Plantas e/ou cortes de terraplenagem;
  • Anteprojetos complementares de Estrutura, Instalações, Paisagismo e/ou Arquitetura de

  Interiores, entre outros listados no ítem 3.2, letras f e g;

  • Orçamento: define detalhadamente quantidades e custos de todos os materiais e serviços (mão-de-obra) necessários à execução da obra.

  6.5 - Assistência à Execução da Obra: 6.5.1 - Informações:

  a) Todas as informações listadas no ítem 6.1.1; b) Os projetos de Execução.

  6.5.2 - Produtos finais/serviços básicos:

  • Visitas ao canteiro de obras e/ou participação em reuniões técnicas visando o esclarecimento de dúvidas sobre o projeto e/ou sua eventual complementação;
  • Exame, para aprovação, de desenhos de fabricação, assentamento e/ou montagem de componentes manufaturados;
  • Substituição de desenhos e especificações, em caso de necessidade: falta de produto no mercado, falência de

  QUAIS OS PRODUTOS fabricantes, retirada de produtos de linha ou outras FINAIS DA ATIVIDADE DE situações excepcionais; “ASSISTÊNCIA À

  • Revisão do Projeto de Execução (apenas os desenhos

  EXECUđấO DE OBRAỂ, gerais - plantas de situação, baixas e de cobertura, SEGUNDO O IAB ? cortes e fachadas - excluído o detalhamento), conforme o executado (“as built” executivo), objetivando sua

  O QUE QUER DIZER “AS atualização arquitetônica para fins de cadastro e BUILT”, NESSE CONTEXTO manutenção, ao término da construção, fabricação ou ? montagem da obra.

  6.5.3 - Produtos finais/serviços opcionais:

  • Revisão do Projeto de Aprovação, conforme o executado (“as built” legal), objetivando sua regularização junto aos órgãos públicos, ao término da construção, fabricação ou montagem da obra.

PARTE 4

INSTRUMENTOS DA PRÁTICA PROFISSIONAL

   TABELA DE HONORÁRIOS DO IAB-DN

CONDIđỏES DE CONTRATAđấO E REMUNERAđấO DO PROJETO DE

ARQUITETURA DA EDIFICAđấO

Sumário

  1. Introdução

  2. Objetivos do Documento

  3. Conteúdo e Abrangência

  4. Documentos Relacionados

  5. Definições

  6. Modalidades de Remuneração

  7. Tabela Básica

  8. Classificação das Edificações

  9. Redutor para Projetos com Repetição

  10. Custo de Execução da Obra

  11. Despesas Reembolsáveis

  12. Parcelamento de Honorários e Forma de Pagamento

  13. Serviços de Escopo Reduzido

  14. Salvaguardas Profissionais

  15. Disposições Transitórias

  1. Introdução “Dando continuidade a uma tradição iniciada em 1921, o Instituto de Arquitetos do Brasil apresenta a seus associados e à sociedade, em especial aos potenciais clientes de serviços profissionais, a nova versão, revista e atualizada, de sua Tabela de Honorários. As condições de contratação e remuneração, a seguir estabelecidas, são uma referência segura para negociações, visando estabelecer um acordo justo e equilibrado entre as partes. Objetivam, sobretudo, coibir a concorrência desleal de preços e assegurar um padrão de qualidade para os 2 serviços prestados.

  Documento aprovado na 86ª reunião do Conselho Superior do Instituto de Arquitetos do Brasil, realizado em

Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Sua publicação foi feita sob o patrocínio do IAB-DF, durante a gestão 92/93. A

disciplina agradece à estudante de arquitetura Vanessa Novaes Behring por sua colaboração na edição do texto do Procura-se atender, por outro lado, à crescente diversificação observada no exercício profissional dos arquitetos, hoje organizados em firmas, cooperativas e escritórios de prestação de serviços, atuando como profissionais liberais autônomos ou ocupando posições em órgãos, instituições e empresas, públicos e privados, contratantes de serviços de Arquitetura.”

  2. Objetivos O presente documento tem por objetivos:

  a) normatizar as condições de contratação do Projeto de Arquitetura CONSIDERANDO O da Edificação;

  CONJUNTO DO

  b) estabelecer critérios para o cálculo dos honorários profissionais DOCUMENTO DO respectivos;

  IAB, PERGUNTA-

  c) fixar os serviços cobertos e descobertos pela remuneração SE: QUAIS OS estabelecida;

  PRINCIPAIS

  d) definir e caracterizar os principais componentes da remuneração COMPONENTES profissional.

  DA REMUNERAđấO

  PROFISSIONAL ?

  3. Conteúdo e Abrangência

  3.1. Serviços cobertos O presente documento estabelece as condições de contratação e remuneração do serviço Projeto de Arquitetura da Edificação, inclusos os direitos autorais respectivos.

  3.2. Serviços descobertos Além do Projeto de Arquitetura da Edificação, o arquiteto está

  CITE OUTROS técnica e legalmente habilitado à realização de outros serviços, não SERVIÇOS cobertos pela remuneração fixada no presente documento, entre os

  EVENTUALMENTE quais aqueles listados no documento “Roteiro para “A DESCOBERTO”,

  Desenvolvimento do Projeto de Arquitetura da Edificação”, itens: FRENTE AO PROCEDIMENTO

  a) 3.2.: “Serviços excluídos”; PROPOSTO PELO

  b) 6.1.3., 6.2.3., 6.3.3., 6.4.3. e 6.5.3.: “Produtos finais / serviços

  IAB, EM SUA opcionais”.

  TABELA DE HONORÁRIOS Ver também item 11 deste documento: “Despesas reembolsáveis”. PROFISSIONAIS.

  4. Documentos Relacionados As condições de contratação e remuneração descritas neste documento referem-se ao projeto completo de Arquitetura da Edificação, conforme definido no documento “Roteiro para Desenvolvimento do Projeto de Arquitetura da Edificação”. Consultar também o documento “Modalidades Alternativas de Contratação e Remuneração de Serviços de Arquitetura e Urbanismo” (em elaboração).

  5. Definições a) Arquiteto: técnico contratado, responsável pelo projeto e/ou execução da obra.

  OBRA, SEGUNDO O IAB ? COMO É,

  E COMPETÊNCIA TÉCNICA”, A SEU

  “TALENTO”, “CRIATIVIDADE”

  INTELIGÍVEL) ENTRE

  SIGNIFICADO

  DIFERENÇA (SE HÁ ALGUMA COM

  AUTORAIS ? QUAL A

  REMUNERAđấO CORRESPONDENT E AOS DIREITOS

  ARQUITETÔNICO ? COMO O IAB DEFINE A

  BASICAMENTE, COMPOSTO O CUSTO DO PROJETO

  QUE O CUSTO DA EXECUđấO DA

  b) Cliente: pessoa física ou jurídica contratante dos serviços do arquiteto.

  O CUSTO DA OBRA É O MESMO

  c) Direitos autorais: remuneração pelo talento, criatividade e competência técnica, investidos pelo arquiteto na criação e/ou execução da obra de Arquitetura, assim como pela exclusividade de utilização de serviços contratados.

  b) Lucro: remuneração pelo capital investido, riscos e responsabilidades assumidos.

  a) Despesas de execução: despesas, diretas e indiretas, de material, mão-de-obra e outras, necessárias à execução da obra.

  e) Despesas de projeto: despesas, diretas e indiretas, de material, mão-de-obra e outras, necessárias à prestação dos serviços do projeto.

  d) Custo de execução: despesas de execução acrescidas do lucro e dos direitos autorais (de execução).

  c) Custo de projeto: despesas de projeto acrescidas do lucro e dos direitos autorais (de projeto).

  b) Custo da obra: custo de projeto somado ao custo execução.

  a) Honorários: remuneração devida pelo cliente ao arquiteto, em contrapartida por serviços prestados, incluindo os direitos autorais respectivos, tanto no caso de projetos quanto no de execução.

  VER ?

  6. Modalidades de Remuneração O IAB reconhece duas modalidades básicas de remuneração para os serviços profissionais prestados pelos arquitetos:

  6.1. A primeira, detalhada neste documento, estabelece honorários QUAIS AS iguais a um percentual sobre o custo de execução da obra. É o

  MODALIDADES critério recomendado pela UIA, FPAA, maioria dos institutos de BÁSICAS DE arquitetos estrangeiros e historicamente adotado pelo IAB. REMUNERAđấO

  Comporta as seguintes variações: PARA OS

  SERVIÇOS

  a) percentual sobre o custo estimado de execução da obra, calculado PROFISSIONAIS na contratação do projeto;

  PRESTADOS

  b) percentual sobre o custo orçado de execução da obra, estimado na PELOS contratação do projeto e calculado ao seu término;

  ARQUITETOS,

  c) percentual sobre o custo contabilizado de execução da obra, CONFORME O IAB estimado na contratação do projeto e calculado ao final da

  ? execução. QUAIS AS

  Ver também item 10 deste documento: “Custo de execução da DIFERENCÁS obra”.

  ENTRE AS

  VARIAđỏES

  6.2. A segunda, detalhada no documento “Modalidades Alternativas APRESENTADAS de Contratação e Remuneração de Serviços de Arquitetura e

  Urbanismo” , estabelece o custo de projeto somando as despesas PERCENTUAIS (estimadas ou contabilizadas) de projeto, direitos autorais e lucro.

  SOBRE OS CUSTOS É um critério admitido pelo IAB e crescentemente aceito pelo

  “ESTIMADOS / mercado. Comporta as seguintes variações: ORÇADOS /

  CONTABILIZADOS

  a) custo de projeto estimado; Ể DE EXECUđấO

  b) custo de projeto contabilizado, com teto pré-fixado; DA OBRA ?

  c) custo de projeto contabilizado, sem teto pré-fixado; d) custo de projeto contabilizado, com a componente “direitos autorais mais lucro” pré-fixada. O cálculo da parcela “despesas de projeto”, por sua vez, considera o tipo e a quantidade de desenhos e documentos a serem produzidos e/ou o tipo e a quantidade de horas técnicas necessárias à realização do serviço.

  7. Tabela Básica Em seguida, apresentamos a tabela de percentuais básicos recomendados, a serem aplicados sobre o custo de execução da obra, para cálculo dos honorários profissionais, observado o seguinte:

  a) para classificação das edificações, ver item 8; 3

  b) para projetos com repetição de edificações e/ou andares-tipo, ver item 9; c) para áreas de construção intermediárias entre os valores de tabela, interpolar os seguintes percentuais segundo o exemplo a seguir:

  2 500 m 9,2 %

  FốRMULA DE INTERPOLAđấO “Categoria IV” (ESSA CATEGORIA É

  Limite superior do UTILIZADA APENAS COMO EXEMPLO; USE O

  300 - 250

  300 m x % “ITEM 8”, ADIANTE, PARA

  500 - 250

  IDENTIFICAR A ]

  Área do seu projeto, cuja [ CATEGORIA A QUE porcentagem para o cálculo de

  PERTENCE O OBJETO DO honorários deseje descobrir

  2 250 m 10,0 %

  Limite inferior do intervalo Tabela 4.1

  NOTA DA DISCIPLINA: A fórmula de interpolação adotada determina o valor do custo do projeto de arquitetura da edificação calculado a partir do custo de execução da obra. De um modo geral, o custo de

  

execução da obra é a base para todo o procedimento de cálculo de honorários

profissionais do arquiteto. Essa fórmula também pode ser expressa nos seguintes passos

  (como explicação para os que reclamam de sua “complexidade”):

  a) busque identificar no item 8 a “categoria” a que corresponde o objeto da contratação (categoria da edificação);

  b) caso a metragem total da área ser projetada (a princípio a área construída, estritamente,

  

  ainda que critérios mais abrangentes possam ser adotados como desdobramento de cada caso ) não coincida com os exatos valores indicados na Tabela 4.2, identifique o intervalo de valores de áreas (e as respectivas porcentagens, conforme a categoria da edificação) contidos nessa tabela 4.2; a área a ser projetada deve estar contida no interior do intervalo; c) subtraia do quantitativo da área de seu projeto a área designada no limite inferior do intervalo, conforme a tabela; d) subtraia do quantitativo da área designada no limite superior do intervalo a área designada no limite inferior do intervalo, conforme a tabela; e) divida o valor encontrado no passo “c” acima pelo valor encontrado no passo “d” acima;

  f) subtraia a porcentagem correspondente ao quantitativo da área designada no limite superior do intervalo da porcentagem correspondente à área designada no limite inferior do intervalo, conforme a tabela;

  g) multiplique o valor encontrado no passo “e” pelo valor encontrado no passo “f”;

  h) A PORCENTAGEM INTERPOLADA é finalmente obtida pela subtração da porcentagem correspondente à área designada no limite inferior do intervalo, conforme a tabela, do valor obtido no passo “g”.

  d) para determinação do custo de execução da obra, ver item 10;

  e) os valores abaixo se referem a obras novas. Para projetos de reforma e/ou acréscimo de edificações, ver item 15.

TABELA DE HONORÁRIOS

  Área de Construção Categoria da Edificação

  I II

  III

  IV Menor que 125 m²

  acordo acordo acordo acordo

  125 m² 6,3% 7,8% 9,3% 10,8% 250 m² 5,8% 7,2% 8,6% 10,0% 500 m² 5,3% 6,6% 7,9% 9,2% 1 000 m² 4,8% 6,0% 7,2% 8,4%

  2 000 m² 4,3% 5,4% 6,5% 7,6% 4 000 m² 3,8% 4,8% 5,8% 6,8% 8 000 m² 3,3% 4,2% 5,1% 6,0% 16 000 m² 2,8% 3,6% 4,4% 5,2%

  32 000 m² 2,3% 3,0% 3,7% 4,4% maior ou igual a 64 000 m² 1,8% 2,4% 3,0% 3,6%

  8. Classificação das Edificações As edificações são classificadas em quatro categorias (I, II, III, IV), segundo os seguintes critérios: a) complexidade das pesquisas prévias necessárias à sua projetação; b) diferenciação funcional, técnica e estética dos espaços e

  VOCÊ CONSIDERA ambientes a serem projetados; SATISFATÓRIOS c) sofisticação compositiva da obra; OS CRITÉRIOS

  PROPOSTOS PELO

  d) complexidade tecnológica, em especial dos projetos complementares;

  IAB PARA A

  e) complexidade do desenvolvimento e detalhamento do projeto; CLASSIFICAđấO

  f) intensidade de participação do cliente no processo projetual. DE EDIFICAđỏES ? COMO VOCÊ

  EXPLICARIA, EM Os tipos não listados a seguir deverão ser enquadrados segundo os

  SUAS PRÓPRIAS critérios anteriores, na classe que deles mais se aproxime. PALAVRAS, CADA

  8.1. Habitação UM DESSES

  CRITÉRIOS ? DE QUE FORMA

  8.1.1. Permanente CADA UM DESSES

  a) Edifícios de apartamentos, conjuntos habitacionais de casas e/ou CRITÉRIOS edifícios, condomínios e vilas: categoria II. PODERIA SER QUANTIFICADO, b) Residências simples: categoria III.

  SERVINDO c) Residências de padrão médio ou elevado: categoria IV. (CLARAMENTE)

  COMO

  8.1.2. Temporária FUNDAMENTO

  PARA A GERAđấO a) Albergues, pousadas, hotéis simples e motéis: categoria II.

  DO VALOR b) Hotéis de luxo: categoria III. EFETIVO DA

  REMUNERAđấO

  8.1.3. Coletiva PROFISSIONAL ? a) Alojamentos, asilos, orfanatos, internatos, conventos e mosteiros: categoria II.

  b) Quartéis: categoria III.

  c) Presídios e penitenciárias: categoria IV.

  8.2. Trabalho

  8.2.1. Agropecuária

  a) Galpões para máquinas, armazéns, estábulos, cocheiras, pocilgas, aviários e instalações rurais simples: categoria I.

  b) Matadouros e instalações rurais especializadas: categoria II.

  8.2.2. Indústria a) Galpões, oficinas e depósitos: categoria I.

  b) Fábricas e laboratórios simples: categoria II.

  O NA PRÁTICA

  c) Usinas, fábricas e laboratórios especializados: PROFISSIONAL “REAL”, OS categoria IV.

  ARQUITETOS UTILIZAM A TABEA DO IAB ?

  8.2.3. Comércio ENTRE OS QUE NÃO A a) Armazéns e depósitos: categoria I.

  UTILIZAM, QUAIS AS

  b) Supermercados, hortomercados e pavilhões para RAZÕES APRESENTADAS ? realização de feiras e exposições: categoria II.

  c) Lojas de departamentos, magazines, centros É FACULTADO A CADA comerciais e “shopping centers”: categoria III.

  ARQUITETO ESTABELECER d) Lojas, butiques, stands e show-rooms: categoria IV.

  SUA PRÓPRIA “TABELA DE HONORÁRIOS” ?

  8.2.4. Serviços SERIA “ETICAMENTE

  8.2.4.1. Administração e Finanças CORRETO” FAZÊ-LO ?

  a) Edifícios de escritórios e edifícios administrativos de A TABELA DE andar corrido: categoria II. HONORÁRIOS DE UMA b) Bancos, sedes de empresa, instituições e órgãos ENTIDADE COMO O IAB públicos: categoria III. PODE SER UTILIZADA c) Centros de processamento de dados: categoria IV.

  COMO REFERÊNCIA EM PROCESSOS ÉTICOS (E

  8.2.4.2. Educação MESMO JUDICIAIS) ? a) Creches, escolas primárias e secundárias: categoria II.

  b) Escolas técnicas, especializadas, superiores e universidades: categoria III.

  8.2.4.3. Saúde a) Ambulatórios e postos de saúde: categoria II.

  b) Clínicas e consultórios: categoria III.

  c) Hospitais: categoria IV.

  8.2.4.4. Transportes a) Garagens simples: categoria I.

  b) Edifícios-garagem, pedágios e postos de serviço: categoria II.

  c) Terminais e estações rodoviárias, hidroviárias e ferroviárias: categoria III.

  d) Aeroportos: categoria IV.

  8.2.4.5. Comunicações a) Agências e centrais postais, telegráficas e telefônicas: categoria III.

  b) Estúdios e estações de gravação, cinema, rádio e televisão: categoria IV.

  8.3. Lazer

  8.3.1. Esporte a) Quadras cobertas e galpões para barcos: categoria I.

  b) Clubes, ginásios e instalações esportivas simples: categoria III.

  c) Estádios e instalações esportivas especializadas: categoria IV.

  8.3.2. Entretenimento a) Restaurantes, boates, casas de espetáculo, cinemas e teatros simples: categoria III.

  b) Planetários e teatros especializados: categoria IV.

  8.3.3. Acervos artístico-culturais a) Galerias de arte, salas de exposição, arquivos, bibliotecas e museus simples: categoria III.

  b) Arquivos, bibliotecas e museus especializados: categoria IV.

  8.4. Diversos a) Templos religiosos, capelas mortuárias e cemitérios: categoria III.

  b) Monumentos e pavilhões de exposição: categoria III.

  c) Auditórios, salas de conferência e pavilhões para realização de congressos: categoria III.

  9. Redutor para Projetos com Repetição Nos projetos de conjuntos com edificações-tipo repetidas e/ou edificações com andares-tipo repetidos, aplica-se aos percentuais fixados na Tabela Básica um redutor R igual a Sp / Sc, onde:

  • Sp = área de projeto; • Sc = área de construção. E ainda: Sp = Snr + Sr, onde:
  • Snr = áreas não repetidas; • Sr = áreas repetidas. Para as áreas repetidas (Sr), aplica-se os redutores ( r ) abaixo:

N ° de Redutor N ° de Redutor N ° de Redutor ( r ) ( r ) ( r ) repetições repetições repetições

  0 100% 11 70% 21 59% 1 96% 12 68% 22 58% 2 92% 13 67% 23 57% 3 88% 14 66% 24 56%

  4 84% 15 65% 25 55% 5 82% 16 64% 26 54% 6 80% 17 63% 27 53% 7 78% 18 62% 28 52% 8 76% 19 61% 29 51% 9 74% 20 60% 30 50%

  10 72%

  

Exemplo: Conjunto residencial com 5

blocos de apartamentos, contendo cada

um deles:

  • 1 pavimento de acesso: 550 m²
  • 1 pavimento de garagem: 550 m²
  • 1 pavimento de uso comum: 400 m²
  • • 12 pavimentos-tipo: 12 x 400 m² = 4 800

  • 1 pavimento de cobertura: 100 m²

  Sc = 5 x (550 + 550 + 400 + 4 800 + 100) = 32 000 m² Tabela de Honorários: categoria II → 3,0% Cálculo da área de projeto (Sp):

  • 1° bloco Snr (acesso, garagem, puc, 1

  ° tipo e cobert.) = 2 000 m² NO EXEMPLO

  Sr (11 pavimentos-tipo) = 11 x 400 m² = 4 400 m² DADO OS r = 70% (para 11 repetições)

  PAVIMENTOS- Sp1 = 2 000 m² + 0,70 x 4 400 m² = 5 080 m²

  TIPO FORAM CONTABILIZADOS

  • 2°, 3°, 4° e 5° blocos

  COMO REPETIđấO ? r = 84% (para 4 repetições)

  Sp2 = 0,84 x 4 x 5 080 m² = 17 069 m² EM QUE

  SITUAđỏES O CONCEITO

  • Total dos 5 blocos

  COMUM DE “PAVIMENTO-

  Sp = Sp1 + Sp2 = 5 080 m² + 17 069 m² = 22 149 m² TIPO” DEVE SER

  = Sp = 22 199 m² = 0,69 REFORMULADO ?

  R

  Sc 32 000 m² CONSIDERANDO O

  EXEMPO DADO,

  • Percentual a aplicar sobre o custo de execução da obra:

  QUAL SERIA O

  0,69 x 3,00 = 2,07%

  VALOR DOS HONORÁRIOS A

  OU SEJA: A PORCENTAGEM INICIAL DE TRÊS POR CENTO SEREM PAGOS EM

  CAIU PARA DOIS VÍRGULA ZERO SETE POR CENTO, COM A APLICAđấO DO REDUTOR. SEPARADO, AO

  PROFISSIONAL, PARA UM “SEXTO

  BLOCO”, UM “SÉTIMO BLOCO”,

  E ASSIM POR DIANTE, ATÉ UM

  “DÉCIMO SEGUNDO

  BLOCO”, CONSTRUÍDOS

  ANO-A-ANO, COM SUA

  CONSTRUđấO DETERMINADA

  TAMBÉM ANO-A- ANO ?

  10. Custo de Execução da Obra

  QUAIS OS FATORES A

  10.1. Mediante acordo entre cliente e arquiteto, o custo de execução

  SEREM CONSIDERADOS

  da obra poderá ser estimado, orçado ou efetivamente contabilizado

  NO CÁLCULO DO CUSTO após sua conclusão (ver item 6.1.). DE EXECUđấO DA OBRA ?

  10.2. No cálculo do custo de execução da obra devem ser considerados:

  QUAIS AS PRINCIPAIS FONTES PARA A OBTENđấO DE CADA

  a) despesas diretas e indiretas de mão-de-obra: salários e

  ÍNDICE OU VALOR DE

  gratificações de operários especializados, serventes, vigias,

  CUSTO COMPUTADO ?

  apontadores, encarregados, mestres-de-obra, técnicos de OU: QUAIS AS FONTES

  DE OBTENđấO

  edificação, arquitetos e engenheiros lotados no canteiro; encargos

  DOS “VALORES DE

  sociais e trabalhistas;

  MERCADO” ? QUAL A

  b) despesas de material e insumos: materiais de construção e

  SUA “RACIONALIDADE” ?

  equipamentos fixos das edificações; aluguel ou amortização de ferramentas, apetrechos, máquinas e equipamentos; instalação do

  QUAIS AS UNIDADES

  canteiro de obras; consumo de água, luz e força;

  (DIMENSIONAIS) A

  c) outras despesas: administração da execução da obra (pessoal e

  SEREM EMPREGADAS NESSE CÁLCULO ?

  material de escritório); impostos; seguros contra incêndio, acidentes de trabalho e de responsabilidade civil; encargos

  EXISTE ALGUM

  financeiros;

  CRITÉRIO DE TOLERÊNCIA, POR

  d) lucro e direitos autorais do executante (construtor, fabricante ou

  ERRO, SUB-APRECIAđấO montador).

  E/OU CORREđấO MONETÁRIA QUE POSSA SER CONSIDERADO,

  10.3. Caso o cliente forneça materiais, mão-de-obra ou cubra outras

  FUNDAMENTADA E

  despesas listadas no item 10.2, estas serão computadas pelo valor

  EXPLICITADAMENTE ? de mercado.

  10.4. Caso sejam empregados materiais reaproveitados ou adquiridos

  É O ARQUITETO O RESPONSÁVEL PELO

  abaixo do valor de mercado, este prevalecerá.

  FORNECIMENTO DESSE

  10.5. Caso não haja acordo, serão adotados os critérios estabelecidos

  CÁLCULO (DO CUSTO DE

  pela PNB-140 ou outros mais adequados fornecidos pelo Sindicato

  EXECUđấO DA OBRA ? da Indústria da Construção Civil do local da obra. QUANDO O ARQUITETO É, NECESSARIAMENTE,

  O RESPONSÁVEL POR ESSE CÁLCULO ?

  11. Despesas Reembolsáveis Não estão incluídas nos honorários fixados na tabela básica, devendo ser cobradas à parte, as seguintes despesas:

  OS HONORÁRIOS DE PROJETO

  a) viagens: transporte, estadia e alimentação; COBREM AS

  b) telecomunicações interurbanas: telefonemas, telegramas, telex, DESPESAS fac-símile e outras;

  NECESSÁRIAS AO

  c) aprovação de projetos em órgão públicos: taxa, alvarás, TRÂMITE DO impostos, emolumentos e honorários de despachantes;

  PROJETO (NA

  d) cópias e serviços gráficos em geral, excedentes àqueles fixados FORMA DE em contrato;

  “PROCESSO e) fotografias. DE APROVAđấOỂ)

  NAS PREFEITURAS Ver também item 3.2.: “Serviços descobertos”.

  ? HÁ CABIMENTO

  NA ALEGAđấO, POR PARTE DE PESSOA

  CONTRATANTE, DESSA

  OBRIGAđấO, POR PARTE DO

  ARQUITETO ?

  12. Parcelamento de Honorários e Forma de Pagamento

  12.1. Para efeito de cobrança, os honorários serão parcelados como CONSIDERADA A se segue:

  COBRANÇA DOS MESMOS

  a) 10% correspondentes à fase Estudo Preliminar (EP);

  VALORES DE

  b) 30% correspondentes à fase Anteprojeto (AP), inclusa a subfase HONORÁRIOS

  Projeto de Aprovação (PA); RELATIVOS A UM

  c) 50% correspondentes à fase Projeto de Execução (PE); MESMO PROJETO,

  d) 10% correspondentes à fase Assistência à Execução das Obras POR ARQUITETOS (AE).

  DIFERENTES, DIFERENTES

  12.2. Baseados nos percentuais estabelecidos acima, cliente e PROPOSTAS DE arquiteto acordarão um plano de pagamentos. Recomenda-se o

  PARCELAMENTO seguinte: PODEM SER

  VISTAS COMO

  a) 5% na assinatura do contrato; CONCORRÊNCIA

  b) 5% na aprovação do EP (Estudo Preliminar) pelo cliente; DESLEAL (OU

  c) 10% na entrega do AP (Anteprojeto); CONCORRÊNCIA

  DE PREÇOS) ? COMO, NA

  PRÁTICA PROFISSIONAL

  “REAL” OS ARQUITETOS PARCELAM OS

  HONORÁRIOS ? HÁ A

  OCORRÊNCIA DE FORMAS DE PAGAMENTO QUE

  NÃO SEJAM REALIZADAS EM

  “NUMERÁRIO” (EM DINHEIRO) ?

  SÃO LEGAIS ? a) 5% na aprovação do AP pelo cliente; COMO É

  b) 10% na entrega do PA (Projeto de Aprovação); CONSTITUÍDO O

  c) 5% na aprovação do PA pelos órgãos públicos; PARCELAMENTO

  d) 45% na entrega do PE (Projeto Executivo); DOS

  e) 5% na aprovação do PE pelo cliente; HONORÁRIOS,

  f) 7,5% subdivididos em parcelas, ao longo da AE (Assistência à CONFORME O IAB

  Execução da Obra); ? g) 2,5% na entrega da revisão do PE conforme o executado.

  COMO É

  12.3. No caso de projetos de longa duração, recomenda-se que o CONSTITUÍDO O plano de pagamento preveja a subdivisão da parcela relativa à

  PLANO DE entrega do PE. PAGAMENTOS DE

  12.4. Os contratos deverão prever a incidência de juros e correção HONORÁRIOS, monetária sobre as parcelas de remuneração não pagas às épocas

  CONFORME O IAB acordadas.

  ? CASO O ARQUITETO SEJA CONTRATADO SOMENTE PARA A

  ELABORAđấO DOS PROJETOS DE

  ARQUITETURA, É CORRETO COBRAR A TOTALIDADE DAS PORCENTAGENS PREVISTAS NA TABELA DE

  HONORÁRIOS (OU: A

  PORCENTAGEM CORRESPONDENT E AOS HONORÁRIOS,

  CALCULADA SOBRE O VALOR DA OBRA, INCLUI

  O ACOMPANHAMEN TO DA EXECUđấO

  DA OBRA ?) O QUÊ É UM

  “SERVIÇO DE ESCOPO

  REDUZIDO” ?

  13. Serviços de Escopo Reduzido Para serviços de escopo reduzido aplica-se às parcelas de honorários fixadas no item 12.1. uma

  sobretaxa, conforme discriminado a seguir:

  Fases Contratadas %

Serviço EP AP/PA PE AE Total

  Contrato Completo 10% 30% 50% 10% 100% 10% 30% 55% - 95% 10% 35% - - 45% 15% - - - 15%

  Contratos de - - - 15% 15% Escopo Reduzido - - 55% 10% 65%

  • 35% 50% 10% 95%
  • 35% 55% - 90%
  • 40% - - 40%
  • 60% - 60%

  Tabela 4.4

  14. Salvaguardas Profissionais

  PROVIDÊNCIAS PODE TOMAR O ARQUITETO ?

  g) Projetos complementares de Estrutura: 0,20 a 0,60.

  f) Projetos de legalização de obras executadas (incluindo o levantamento arquitetônico): 0,05 a 0,15.

  e) Projetos de restauro de edificações existentes: 1,50 a 2,00.

  d) Projetos de reforma e/ou revitalização de edificações existentes: 1,20 a 1,40.

  ESSES “MULTIPLICADORES” SÃO APLICADOS SOBRE O QUÊ ?

  c) Projetos de acréscimo a edificações existentes: 1,05 a 1,25.

  b) Estudos de viabilidade (técnica e legal) arquitetônica: 0,025 a 0,075.

  VALOR DO PROJETO DE ARQUITETURA DA EDIFICAđấOỂ ?

  O QUÊ SÃO OS “MULTIPLICADORES SOBRE O

  a) Levantamentos Arquitetônicos: 0,05 a 0,15.

  PODE HAVER DISPOSIđấO CONTRATUAL CONTRÁRIA A ESSE PRINCÍPIO ?

  15.1. Multiplicadores sobre o valor do Projeto de Arquitetura da Edificação:

  O QUÊ SIGNIFICA O PRINCÍPIO DE “A REMUNERAđấO PELOS DIREITOS AUTORAIS NÃO IMPLICAR NA CESSÃO DESTES” ?

  Até que o IAB elabore roteiros e tabelas específicas, recomenda-se que os serviços discriminados abaixo sejam cobrados como se segue:

  CASO A DISPOSIđấO CONTIDA NO ITEM 14.4 NÃO CONSTE DO CONTRATO DE TRABALHO, E O CONTRATANTE UTILIZE O PROJETO “PARA OUTROS FINS” E/OU EM OUTRO LOCAL, QUE

  14.1. A utilização não autorizada de Estudos Preliminares, Anteprojetos ou Projetos de Aprovação para a execução da obra é suscetível de aplicação de disposições legais relativas ao mau uso do projeto e obriga ao pagamento de indenização a ser fixada em contrato.

  SE O QUE É AFIRMADO NO ITEM 14.2 NÃO CONSTAR DO CONTRATO DE TRABALHO, O ARQUITETO PODE RECORRER AO IAB, COM A FINALIDADE DE FAZER VALER O SEU DIREITO

  O CONTRATANTE TEM O DIREITO DE OBTER OS PROJETOS (AS PRANCHAS OU DISQUETES) PRODUZIDOS PELO ARQUITETO, AO FINAL DOS TRABALHOS / AO LONGO DE SUA

  ELABORAđấO / QUANDO HOUVER DESTRATO ? O ARQUITETO PODE RECUSAR A ENTREGA DO PROJETO (SUAS PRANCHAS OU DISQUETES),

  CASO “DESCONFIE” QUE O CONTRATANTE

  IRÁ UTILIZÁ-LOS À SUA REVELIA ?

  14.2. Uma vez iniciado o trabalho de cada uma das fases de projeto, fica assegurado ao arquiteto o direito de terminá-la e receber a remuneração correspondente.

  14.3. O cancelamento de parte dos trabalhos contratados obriga o cliente ao pagamento de multa rescisória a ser fixada em contrato. Recomenda-se 20% sobre o valor da fase subseqüente àquela em andamento.

  DE CONCLUIR E RECEBER PELA FASE

  15. Disposições Transitórias

  INICIADA ? OS CONTRATOS DE TRABALHO DEVEM

  INCLUIR CLÁUSULA REFERENTE A DESTRATO / CANCELAMENTO ?

  14.4. O projeto contratado poderá ser executado somente para os fins e local indicados nos desenhos de projeto.

  É LEGAL PREVER MULTA RECISÓRIA EM CONTRATO ENTRE PARTICULARES ?

  14.5. A remuneração pelos direitos autorais não implica na cessão destes.

  QUAL O VALOR DA MULTA RECISÓRIA SUGERIDO PELO IAB ?

  h) Projetos complementares de instalações hidrossanitárias (água quente e fria, esgoto e águas pluviais) e de gás: 0,10 a 0,30. i) Projetos complementares de instalações elétricas e telefônicas: 0,10 a 0,30. j) Projetos complementares de ar condicionado, ventilação e exaustão mecânica: 0,05 a 0,35. k) Projetos complementares de Paisagismo: 0,05 a 0,15.

  a) Projetos complementares de Terraplenagem: 0,01 a 0,10. CALCULE, PARA O

  b) Projetos complementares de Arquitetura de Interiores, CASO DO PROJETO Decoração e Mobiliário: 0,50 a 1,50. E CONSTRUđấO

  c) Projetos complementares de Comunicação Visual: 0,05 a 0,10. DE UMA HABITAđấO

  UNIFAMILIAR DE

  15.2. Multiplicadores sobre o valor do(s) projeto(s) a que se PADRÃO referem os serviços:

  ECONÔMICO E

  2 COM 250 M DE a) Elaboração de Programas de Necessidades: 0,05 a 0,25.

  ÁREA

  b) Fiscalização (técnica) de Projeto(s) realizado(s) por terceiro(s): CONSTRUÍDA, OS 0,05 a 0,15.

  HONORÁRIOS

  c) Gerenciamento (técnico, administrativo e financeiro) de REFERENTES ÀS Projeto(s) realizado(s) por terceiro(s): 0,10 a 0,30.

  LETRAS “A” A “N” d) Fiscalização (técnica) da Execução de obras: 0,20 a 0,40.

  DO ITEM 15.1;

  e) Gerenciamento (técnico, administrativo e financeiro) da Execução de obras: 0,50 a 1,50.

  CALCULE, PARA O CASO DO EDIFÍCIO

  15.3. Multiplicadores sobre as despesas de execução da obra: EXEMPLIFICADO

  À PÁGINA 29, OS

  a) Execução de obras por administração (incluída a

  VALORES DOS responsabilidade técnica, civil e criminal): 0,10 a 0,30.

  HONORÁRIOS RELATIVOS ÀS

  15.4. Multiplicadores sobre a área de intervenção: LETRAS”A” A “E”

  DO ITEM 15.2, a) Levantamentos topográficos: 0,0002 a 0,0010 CUBs/m². BEM COMO OS b) Levantamentos urbanísticos: 0,15 a 4,5 CUBs/ha.

  VALORES

  c) Estudos de viabilidade (técnica e legal) urbanística: 0,04 a 4 RELATIVOS À CUBs/ha.

  LETRA “A” DO

  d) Projetos de remembramento e/ou desmembramento de lotes

  ITEM 15.3 (sem abertura de vias): 0,0003 a 0,0015 CUBs/m².

  e) Projetos de parcelamento do solo e arruamento: loteamento ou condomínios (excluídos os projetos complementares de infra- estrutura): 0,004 a 0,0020 CUBs/m².

  f) Projetos de Desenho Urbano ou Paisagismo de espaços públicos, praças, parques, etc. (excluídos os projetos complementares de infra-estrutura): 15 a 150 CUBs/ha.

  g) Planos urbanísticos de bairro ou setor de cidade: 0,3 a 1,5 CUBs/ha. Obs.: CUB = Custo Unitário Básico da construção residencial, valor médio, calculado segundo os critérios estabelecidos pela NB-140 da ABNT e divulgado mensalmente, em cada estado, pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil, de acordo com o que dispõe o artigo 54 da Lei n ° 4591 de 16/12/64.

  15.5. Multiplicadores sobre a população da área de intervenção: CALCULE O

  VALOR DOS a) Planos Diretores Municipais: 1,25 a 125 CUBs/1000 hab. HONORÁRIOS b) Planos Diretores Regionais: 0,35 a 35 CUBs/1000 hab. REFERENTES À

  ELABORAđấO DE UM PLANO DIRETOR PARA

  15.6. Critérios Recomendados no documento “Modalidades CADA CIDADE DO

  Alternativas de Contratação e Remuneração de Serviços de DISTRITO

  Arquitetura e Urbanismo”: FEDERAL a) Pesquisas.

  b) Estudos de viabilidade econômico-financeira, Estimativas de custo, Orçamentos, Avaliações econômicas e similares.

  c) Consultorias/ Assessorias, Vistorias/ Perícias, Laudos/ Pareceres e similares.

  d) Levantamentos e/ou sondagens geológicas.

  e) Projetos Complementares de Instalações de coleta e tratamento de lixo.

  f) Projetos Complementares de Instalações mecânicas: elevadores, monta-cargas, rampas, escadas e esteiras rolantes, entre outros.

  g) Projetos Complementares de Instalações de prevenção e combate a incêndio.

  h) Projetos Complementares de Instalações de alarme, segurança e comunicação. i) Projetos Complementares de Conforto Ambiental, Acústica, Sonorização e Luminotécnica. j) Projetos Complementares de Instalações especiais: aquecimento, água gelada e outros. k) Projetos especializados de estacionamento e tráfego de veículos. l) Maquetes. m) Perspectiva e desenhos promocionais.

  PARTE 4

INSTRUMENTOS DA PRÁTICA PROFISSIONAL UM MODELO DE CONTRATO SOCIAL

  Expomos a seguir um modelo básico de Contrato Social de uma Sociedade por Cotas de

  

Responsabilidade Limitada, complementando as informações dadas na PARTE 1 das Notas de

Aula – quando falamos dos tipos de sociedades que podem ser criadas por profissionais.

  CONTRATO SOCIAL

PRÁTICA PROFISSIONAL DA ARQUITETURA E DO URBANISMO LTDA.

  Pelo instrumento particular que entre si fazem (NOME COMPLETO), brasileira, solteira,

  

arquiteta, registrada no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do

  Distrito Federal sob o número ******/D-DF, nascida aos ** de março de 1997, filha de (NOMES COMPLETOS DOS PAIS), residente e domiciliada em (ENDEREÇO COMPLETO), portadora da carteira de identidade número *******/(ốRGấO DE EXPEDIđấO), expedida em (DATA DE EXPEDIđấO) e do CPF número *** *** ***-**, e (NOME COMPLETO), brasileira, solteira, arquiteta, registrada no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Distrito Federal sob o número ******/D-DF, nascida aos ** de março de 1997, filha de (NOMES COMPLETOS DOS PAIS), residente e domiciliada em (ENDEREÇO COMPLETO), portadora da carteira de identidade número *******/(ÓRGÃO DE EXPEDIđấO), expedida em (DATA DE EXPEDIđấO) e do CPF número *** *** ***-**, resolvem de comum acordo constituir uma sociedade por cotas de responsabilidade limitada, de acordo com o Decreto número 3.708, de janeiro de 1919, mediante s cláusulas e condições

  

  seguintes : CLAÚSULA PRIMEIRA - A sociedade ora contratada girará sob a denominação social de

  

PRÁTICA PROFISSIONAL LTDA, com sede em (ENDEREÇO COMERCIAL COMPLETO

  DA SEDE), podendo abrir filiais em qualquer parte do território nacional, mediante alteração

   contratual .

  CLÁUSULA SEGUNDA - O prazo de duração da sociedade é por tempo indeterminado, e o início de suas atividades será na data de (DATA DEFINIDA PARA O INÍCIO DAS

   5 ATIVIDADES) .

  A sociedade é formada por duas arquitetas, e cumpre plenamente o Artigo 5º da Lei 5.194 / 66: a maioria dos profissionais na direção da sociedade é feita por profissionais habilitados, arquitetos. A sociedade poderia utilizar até mesmo a palavra “ARQUITETOS”, pois é composta exclusivamente por profissionais arquitetos (Art. 4º da citada Lei). Deve-se chamar a atenção para o fato de os CREAs aceitarem o uso da palavra ARQUITETURA quando há dois sócios e um deles não é arquiteto, mas na seguinte "condição” (pois não é princípio normatizado em nenhum lugar): caso hja cláusula que imponha claramente o poder gerencial e acionário majoritário – se não 6 exclusivo – do profissional.

  Observa-se que esta é uma cláusula - como outras que podem ser engenhosamente elaboradas - que permite 7 “flexibilidade de crescimento” para a firma, sem que seja necessária mudança em seu contrato social.

  As Sociedades de Cotas de Responsabilidade Limitada podem ser constituídas por tempo determinado, podendo CLÁUSULA TERCEIRA - O objetivo social da empresa será de: (CITE SUMARIAMENTE AS ATIVIDADES PRETENDIDAS PELA EMPRESA, DE FORMA A ESTAREM PERFEITAMENTE DE ACORDO COM AS ATRIBUIđỏES PROFISSIONAIS DA ARQUITETURA - QUANDO DE UMA SOCIEDADE FORMADA SOMENTE POR ARQUITETOS [OU AS ATRIBUIđỏES DA ENGENHARIA, POR MODALIDADES DE

   8 ENGENHEIROS QUE PARTICIPAM DA SOCIEDADE]) EXEMPLOS DESSAS CITAđỏES SấO:

  

ỀDESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS, PLANEJAMENTO, PROJETO E ESPECIFICAđấO DE

EDIFICAđỏES, PAISAGISMO, E ARQUITETURA DE INTERIORES (E PLANEJAMENTO FễSICO,

LOCAL, URBANO E REGIONAL, E AINDA COM RELAđấO A CONJUNTOS ARQUITETÔNICOS E

MONUMENTOS)”; “ASSISTÊNCIA TÉCNICA, ASSESSORIA E CONSULTORIA”; ỀSUPERVISấO, COORDENAđấO E ORIENTAđấO TÉCNICAỂ; “ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA”; ỀDIREđấO DE OBRA E SERVIđO TÉCNICOỂ; ỀVISTORIA, PERễCIA, AVALIAđấO, ARBITRAMENTO, LAUDO, PARECER TÉCNICOỂ; ỀENSINO, PESQUISA, ANÁLISE, EXPERIMENTAđấO, ENSAIO E DIVULGAđấO TÉCNICAỂ; ỀELABORAđấO DE ORđAMENTOỂ; ỀPADRONIZAđấO, MENSURAđấO E CONTROLE DE QUALIDADEỂ; ỀFISCALIZAđấO DE OBRA E SERVIđO TÉCNICOỂ; ỀPRODUđấO TÉCNICA ESPECIALIZADAỂ; ỀCONDUđấO DE TRABALHO TÉCNICOỂ;

ỀCONDUđấO DE EQUIPE DE INSTALAđấO, MONTAGEM, OPERAđấO, REPARO OU

MANUTENđấOỂ; ỀEXECUđấO DE INSTALAđấO, MONTAGEM E REPAROỂ; ỀOPERAđấO E MANUTENđấO DE EQUIPAMENTO E INSTALAđấOỂ; ỀEXECUđấO DE DESENHO TÉCNICO".

  

Essas palavras somente podem ser utilizadas por Arquitetos habilitados: resultam da combinação das “atividades”

com as “palavras-chave” dos Artigos 1º e 2º da Resolução 218 / 73. Observe-se que os Engenheiros Civis

compartilham com os Arquitetos a palavra-chaveEdificações”.

  

Caso seja conveniente, cada “atividade da firma” pode ser qualificada de forma ainda mais específica, com

referência a edificações, interiores, jardins, conjuntos arquitetônicos, etc.

Atenção para o fato de que não há a necessidade de todos os sócios serem profissionais habilitados: caso a firma

for formada exclusivamente de profissionais que possuam o mesmo título, sua denominação poderá conter a

palavra ARQUITETO (ou ENGENHEIRO, ou AGRONÔMO, conforme o caso) - Art. 4º da Lei 5.194 / 66; caso a

firma seja composta majoritariamente de profissionais habilitados, sua denominação poderá conter a palavra

ARQUITETURA (ou ENGENHARIA, ou AGRONOMIA, conforme o caso) - Art. 5º da Lei 5.194 / 66.

Atenção para o fato de que a firma pode não ter um só sócio que seja profissional habilitado, e apresentar em

seu contrato social atividades privativas de profissional habilitado - mas isso somente pode ocorrer se a firma

manter permanentemente como seu empregado pelo menos um profissional habilitado para o desempenho da[s]

atividade[s] assinalada[s] no contrato social. Evidentemente que, no caso de dispensa do profissional, essa firma

comandada por “não-habilitados” deve contratar simultaneamente outro profissional da mesma habilitação,

comunicando imediatamente ao CREA a substituição do profissional por outro. Esse profissional é o

RESPONSÁVEL TÉCNICO por essas atividades privativas. E essa firma não pode, de forma alguma, ter as

palavras ARQUITETO ou ARQUITETURA em sua denominação.

  

Geralmente os contratos sociais têm “sobriedade” e são realistas, objetivos, quanto ao conjunto de ramos de

atividades que desenvolverá [é rara a inclusão de tantas atividades quantas as citadas acima]. Mas como se trata de

atribuições profissionais, deve-se poderar com cuidado o conjunto de atividades a serem efetivamente

desenvolvidas. Diz-se: “o que abunda não prejudica”, mas também se diz “a virtude está no meio”, e a

dicriminação das atividades da firma deve considerar seu “projeto”, sua evolução - e o “próximo contrato social”,

que virá num momento de mudança, de transformação do horizonte de trabalho da própria firma. Além disso, é

normal que a firma venha a progressivamente incluir novas atividades - ou mesmo excluir atividades, no caso da

mudança de sócios e do perfil de habilitação profissional dos novos sócios, em certos casos. Há quem sugira

  CLÁUSULA QUARTA - O capital social é de (ESPECIFIQUE O VALOR, EM MOEDA CORRENTE, NUMERICA E LITERALMENTE, DO CAPITAL SOCIAL, INFORMANDO- SE DOS VALORES MÍNIMOS NECESSÁRIOS PARA QUE A SOCIEDADE POSSA PARTICIPAR DE LICITAđỏES - SE DESEJAR TAMBÉM ATUAR ATRAVÉS DE CONTRATOS COM ÓRGÃOS PÚBLICOS - OU PARA OBTER FINANCIAMENTOS; O CAPITAL SOCIAL É, EM ESPECIAL, A GARANTIA DE RESSARCIMENTO PELA EMPRESA DE SUAS DễVIDAS / INDENIZAđỏES, E É ESPECIFICADO EM ỀCOTASỂ),

  divididos em (NÚMERO DE COTAS, NUMERICA E LITERALMENTE) cotas no valor de

  (ESPECIFIQUE O VALOR DA COTA INDIVIDUAL, NUMERICA E LITERALMENTE)

  

cada uma e distribuídas entre os sócios da seguinte forma: A - (NOME COMPLETO DO

  PRIMEIRO PROFISSIONAL), com (NÚMERO DE COTAS DO PRIMEIRO PROFISSIONAL), no total de (VALOR TOTAL DO NÚMERO DE COTAS DO PRIMEIRO PROFISSIONAL VEZES O VALOR DA COTA INDIVIDUAL, NUMERICA E LITERALMENTE); B - (NOME COMPLETO DO SEGUNDO / ENÉSIMO PROFISSIONAL), com (NÚMERO DE COTAS DO SEGUNDO / ENÉSIMO PROFISSIONAL), no total de (VALOR TOTAL DO NÚMERO DE COTAS DO SEGUNDO / ENÉSIMO PROFISSIONAL VEZES O VALOR DA COTA INDIVIDUAL, NUMERICA E LITERALMENTE), num total global de (SOMA DOS VALORES ACUMULADOS DE TODOS OS PROFISSIONAIS, QUE É O CAPITAL SOCIAL DA SOCIEDADE POR COTAS

   .

  § 1º - O capital social foi integralizado totamente nesse ato em moeda corrente do país

  

  § 2º - A responsabilidade dos sócios é limitada à importância total do capital social CLAÚSULA QUINTA - A gerência, administração e o uso da denominação social ficará a cargo de ambos os sócios, que assinarão todo e qualquer documento de interesse da sociedade

  

  em conjunto ou separadamente , inclusive as movimentações bancárias, ficando-lhes

  explicitação do que a firma pretende realizar, atividade por atividade pode ser exigida pelas Juntas Comerciais onde se vai fazer o registro do contrato social. A citação das “palavras [atividades] exclusivas” dos profissionais habilitados de modo algum elimina a inclusão de atividades genéricas, comuns a toda e qualquer atividade comercial, tais como: comércio e representações; comercialização de equipamentos; etc.

  Cuidado, contudo, para não misturar as coisas [há firmas de profissionais que se assemelham a mistos de 9 supermercados, construtoras, importadoras, companhias de taxi e sociedades filantrópicas, tudo junto]).

  O capital social não é “depositado em banco” - embora seja estranho, frente às práticas vigentes, cogitar de “depositar o capital social em banco’. Esse capital é garantia de ressarcimento dos compromissos da firma perante a sociedade, e esclarece a proporção em que a sua propriedade é repartida entre os sócios. O capital social deve se referir a recursos reais que a firma deve poder levantar “a qualquer momento”, esses recursos devem poder se converter em forma de pagamento, em determinadas circunstâncias, deve existir. Observe-se ainda que bens 10 imóveis podem ser incluídos como parte da contribuição de cada sócio para o capital social. 11 MAS PODERIA CONTER BENS IMÓVEIS.

  

CHEGAMOS AO PONTO: ESSA EXPLICITAđấO É FUNDAMENTAL PARA RESSALVAR AS PESSOAS

JURễDICAS DOS SốCIOS E SEU PATRIMÔNIO, EM CASOS DE INDENIZAđỏES E DễVIDAS; POR ISSO 12 A SOCIEDADE É DE COTAS “DE RESPONSABILIDADE LIMITADA”.

  

Pode haver cláusulas (ou parágrafos desta cláusula em discussão) que determinem responsabilidades específicas de responsabilidade e de representação referente a distintos atos praticados por distintos sócios em nome da firma. Para uma firma com mais de três sócios pode haver inconvenientes em cláusulas que imponham que os documentos de movimentação bancária somente teriam validade com a assinatura de todos os sócios: se algum deles decidir não assinar, ou viajar, ou tiver outro impedimento, a firma para. Para que a firma se veja entretanto vedado o seu uso em negócios alheios aos objetivos sociais, tais como: avais, fianças,

   abonos e atos semelhantes .

  CLÁUSULA SEXTA - Os sócios gerentes farão uma retirada mensal a título de pró-labore seguindo a legislação do Imposto de Renda em vigor, que será lançada a débito da conta

   “despesas gerais da sociedade” ou qualquer outra subsidiária .

  CLÁUSULA SÉTIMA - Os lucros ou prejuízos verificados em balanços levantados em 31 de dezembro de cada ano, ou em qualquer época extraordinariamente, serão distribuídos ou

   suportados pelos sócios na proporção de sua cotas de capital social .

   CLÁUSULA OITAVA - Em caso de falecimento, interdição , retirada ou inabilitação de um

  dos sócios, a sociedade não se dissolverá, devendo o sócio remanescente proceder a um balanço geral extraordinário na sociedade no prazo de 30 (trinta) dias após o evento, cujos haveres

  

sócios (separadamente), assim como em conjunto. Como o contrato social fica também depositado no banco onde a

firma tem conta, todas essas regras auto-impostas serão cumpridas rigorosamente pela instituição financeira.

  Também se deve considerar que cláusula desse tipo radica o modelo de organização da firma (que deve ser, a

princípio, simplificada), podendo ser criada, por exemplo uma “diretoria técnica” e uma diretoria administrativa”,

atribuídas a sócios distintos e com atribuições distintas - embora esse formato seja mais adequado a sociedades de

maior complexidade. No caso de firma que seja de propriedade de pessoas não-habilitadas e que possua em seu contrato social

atividades privativas de profissionais habilitados, é recomendável a explicitação de cláusula ou parágrafo etc, que

atribua poderes ao Responsável Técnico da firma pela assinatura, nessa condição de RT, dos documentos técnicos

(projetos, avaliações, orçamentos, etc). Na maioria dos casos esse tipo de cláusula é “subentendida”, dado que somente o RT da firma pode assinar tais documentos - mas é uma respeitosa exigência que pode ser feita pelas 13 entidades e pelos profissionais que participem de tais formações.

  

Isso busca impedir determinadas “imprudências”, endividamentos etc. Podem existir cláusulas de interdição dos

atos de qualquer sócio que descumpra cláusulas específicas, que disponham sobre atos que possam comprometer a

14 credibilidade da sociedade ou o patrimônio da sociedade, a confiança mútua entre os sócios etc.

  Essa é a sua remuneração. A exigência relativa ao Iimposto de Renda diz respeito ao cálculo sistemático do imposto devido e seu recolhimento a cada retirada. Isso exige que a firma tenha um contador e um regime de contabilidade sistematizado - ou o caos estará próximo, ainda no primeiro ano de trabalho ! A forma de “repartir” os pro-labores pode ser instituída com base nos próprios contratos de trabalho que a firma celebre, ou ainda em cláusula / parágrafo que institua a “celebração” formal, ainda que “interna à firma” do acordo de repartição da remuneração entre os sócios a cada contrato de trabalho. Também se pode estabelecer retiradas em proporções derivadas da proporcionalidade entre o número de cotas detidas por cada sócio. Um pouco de 15 formalidade contribui decisivamente para eliminar quaisquer dúvidas.

  

Por isso a maioria das Sociedades por Cotas de Responsabilidade Limitada formada por profissionais apresenta

conjuntos iguais de cotas entre os seus sócios, para que todos respondam em condições de igualdade.

Evidentemente, pode ocorrer da “venda de cotas” para a inclusão formal de novos sócios ou para a transferência de

cotas entre os sócios pré-existentes. Observa-se que não é “obrigatório” que o número de cotas entre cada sócio seja igual - sobretudo nos casos em que um dos sócios efetivamente empenhe maior volume de recursos na sociedade. Observa-se que, quando determinados investimentos são assumidos por um determinado sócio, num certo momento, e não pela firma (por exemplo, o sócio comprou novos computadores com recursos próprios e os instala para uso da firma ou “pessoal”, na firma), esse seu “capital pessoal” deve ser discriminado em separado -

com a reformulação de seu número de cotas, no contrato social, ou mediante comunicação particular, interna), com

16 a ciência do(s) sócio(s). Evita confusões, amnésia etc.

  

A interdição se dá em casos previsto pelo Código Civil - provocada por insanidade mental, prodigalidade etc, ou

mesmo em situaçòes que podem ser previstas pelo próprio contrato social. A inabilitação tem um sentido especial para a prática profissional, no caso de sociedade entre profissionais habilitados em que um deles tem seu registro suspenso por prazo insuportável para firma, ou no caso extremo de seu registro profissional ser cassado. O profissional suspenso ou cassado pode continuar como sócio, mas não pode exercer a profissão provisoria

(suspensão) ou definitivamente (cassação), nem a firma pode manter, se for o caso, em sua denominação a palavra apurados serão transferidos ao sócio retirante, interdito, inabilitado ou aos herdeiros legais do

   sócio falecido .

  CÁUSULA NONA - Os sócios não poderão ceder em todo ou em partes as suas cotas de capital social a terceiros sem o expresso consentimento do outro sócio, a quem cabe o direito de

   preferência .

  CÁUSULA DÉCIMA - Os sócios, de comum acordo, elegem o Foro de Brasília, Distrito Federal, para dirimir quaisquer dúvidas ou casos omissos neste instrumento, com expressa

   renúncia a qualquer outro .

  

está escrito - a não ser que seja flagrantemente ilegal -, e os sócios devem poder dispor de recursos reais para fazer

18 frente à retirada, falecimento, interdição, inabilitação de outro sócio.

  

Essa “cessão” pode vir a ser forma de doação (é comum em “empresas familiares”) ou de venda. Essa cáusula

assegura aos demais sócios o direito de preferência nessa “cessão”: a oferta deve ser feita primeiramente aos demais sócios, que devem aceitar ou não, em prazo fixado e hábil. Isso, na prática corresponde também à 19 formalização da concordância dos sócios com respeito ao ingresso de novos sócios.

  

Essa é uma cáusula obrigatória, e diz respeito ao modo de máxima formalidade para a resolução de impasses ou

PARTE 4

  INSTRUMENTOS DA PRÁTICA PROFISSIONAL

GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS ASSOCIADOS À PRÁTICA PROFISSIONAL

  GLOSSÁRIO - buscou-se apresentar as definições correntes na legislação vigente. Contém - de forma ainda passível de melhor sistematização - as palavras-chave utilizadas ou passíveis de utilização na definição das atribuições e atividades profissionais de Arquitetos, Engenheiros e Agrônomos. Como as definições são fundamentadas em documentos legais brasileiros, podem servir como fonte autorizada e simplificada de referência para a elaboração de trabalhos (no caso, acadêmicos). Convenções adotadas, visando a indicação das fontes pesquisadas:

  palavra - definição proposta pelo professor da disciplina. palavra

  1 - retirada a definição do Anexo da Resolução nº 342 / 90. palavra

  2 - retirada a definição da Resolução nº 345 / 90. palavra

  3 - retirada a definição da Lei nº 8.666 / 93 (Lei de Licitações). palavra

  4 - retirada a definição da Resolução nº 361 / 91. palavra

  • retirada a definição do Decreto 92.100 (Poder Executivo Federal), de 10 de dezembro de 1985 (“Práticas DASP”).

  5 - retirada a definição da Resolução nº 373, de 16 de dezembro de 1992.

  3

  5

  : (projeto de instalação de água fria) tubulação destinada a conduzir água fria desde a rede da concessionária local até a primeira derivação ou válvula do flutuador do reservatório. (projeto de instalações elétricas) condutor que conduz energia elétrica, desde o

  5

  ♦ Alimentador

  3 : toda transferência de domínio de bens a terceiros.

  : (projeto de instalação de prevenção e combate a incêndio) água ou qualquer outro produto químico utilizado para a extinção do fogo. * Extintor Portátil - aparelho, carregado com agente extintor, destinado ao combate de princípios de incêndio, com peso total de até 25 kg. * Carreta - extintor sobre rodas, com capacidade de no mínimo 20 kg de agente extintor em um único recipiente. ♦ Alienação

  : a Administração direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, abrangendo inclusive as entidades com personalidade jurídica de direito privado sob controle do poder público e das fundações por ele instituídas ou mantidas. ♦ Agente Extintor

  &("+4!$ Abrigo ou Depósito

  3

  : órgão, entidade ou unidade administrativa pela qual a Administração Pública opera e atua concretamente. ♦ Administração Pública

  3

  ♦ Administração

  palavra

  : (projeto de coleta e disposição de resíduos sólidos) local onde são acumulados os resíduos produzidos durante um determinado período. Ver também Hidrante.Ações

  5

  5 : (estruturas) esforços ou deslocamentos introduzidos em uma estrutura. equipamento de entrada até o quadro de distribuição dos circuitos terminais que alimentam as diversas cargas. ♦ Alma : (estruturas) parte central da viga responsável pela absorção da maioria dos esforços

  5 de flexão.

  : * Baixa Tensão - ♦ Alta TensãoAmbientação : (projeto de interiores) dotação dos espaços interiores da edificação dos

  5 elementos necessários a sua completa adequação ao uso a que se destina.

  : atividades que envolvem a determinação das partes constituintes de um todo, ♦ Análise

  1 buscando conhecer sua natureza e/ou avaliar seus aspectos técnicos.

  ♦ Anteprojeto : é a definição técnica e dimensional da solução adotada, contendo a concepção

  5

  clara e precisa do sistema proposto, bem como a indicação de todos os componentes, características e materiais a ser utilizados.

  : (projeto de instalações elétricas) equipamento ou componente que para ♦ Aparelho Elétrico

  5

  a realização de sua função utiliza a energia elétrica que lhe é fornecida. * Dispositivo

  Elétrico - equipamento ou componente que dá passagem à corrente elétrica sem praticamente consumir a energia elétrica que por ele transita.

  : (projeto de instalação de esgotos sanitários) aparelho onde se usa a ♦ Aparelho Sanitário

  5 água para fins higiênicos e que recebe os despejos de águas servidas.

  : (projeto de interiores) elementos apostos a uma superfície, como: painéis ♦ Aplicações

  5

  fotográficos, de avisos, placas de comunicação e sinalização, quadros, objetos de arte e outros. ♦ Aquecedor : (projeto de instalações de água quente) aparelho destinado a aquecer a água

  5

  mediante emprego de fonte adequada de calor. * Aquecedor de Acumulação - aquecedor provido de reservatório de água quente. * Aquecedor Central Coletivo - aquecedor destinado a atender a todas as unidades habitacionais comerciais ou de serviço da edificação.

  • Aquecedor Central Individual - aquecedor destinado a atender a uma só unidade habitacional, comercial ou de serviço da edificação. * Aquecedor Local - aquecedor destinado a atender a um só ponto de consumo. * Aquecedor de Passagem (Rápido ou Instantâneo) - aquecedor desprovido de reservatório de acumulação.

  : atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas ♦ Arbitramento

  1 tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos.

  : conjunto de barras e fios de aço com função estrutural que, em conjunto com o ♦ Armadura

  5

  concreto, compõem a peça de concreto armado ou protendido.* Armadura de Tração - destinada a absorver esforços de tração.* Armadura de Compressão - destinada a absorver esforços de compressão.* Armadura Ativa - armadura de protensão.* Armadura Passiva - armadura não-protendida.

  : (projeto de arquitetura) elementos de junção entre materiais ou componentes do ♦ Arremates

  5 mesmo tipo ou de tipos diferentes.

  ♦ Ata : é o registro escrito e formal dos fatos, ocorrências, decisões ou conclusões de

  6 assembléias, sessões ou reuniões (do CONFEA e CREAs).

  : é o documento pelo qual (o CONFEA e CREAs) comprovam um fato ou uma ♦ Atestado

  6 situação que tenham conhecimento por seus órgãos competentes.

  ♦ Atividades : (projeto de arquitetura) exercício efetivo das funções de cada espaço da

  5 edificação visando a realização de determinados trabalhos.

  : é a norma expedida (pelos CREAs) julgada necessária para o cumprimento (em suas ♦ Ato

  6 jurisidições) da Lei e das Resoluções do CONFEA.

  : é o documento que os CREAs lavram contra infratores, apresentando, ♦ Auto de Infração

  6

  oficialmente, a trangressão de qualquer preceito legal ou regulamentar.ão de qualquer preceito legal ou regulamentar.

  : atividade que envolve a determinação técnica do valor quantitativo ou ♦ Avaliação

  1 monetário de um bem, de um direito ou de um empreendimento.

  &("+4!$ : ou Banqueta, alargamento executado em cortes e aterros, para diminuição da

  ♦ Berma

  5 inclinação do talude e implntação de dispositivos de drenagem.

  ♦ Bloco : elemento de fundacão rasa, dimensionado de modo a que as tensões de tração nele

  5

  produzidas possam ser resistidas pelo material de composição (concreto ou alvenaria), sem a necessidade de armação. Pode ter as faces verticais, inclinadas ou escalonadas.

  : elemento de fundação profunda que transmite as cargas da estrutura ♦ Bloco de Coroamento

  5 para as estacas ou tubulões.

  ♦ Bloco Terminal : (projeto de sistema de telefonia) bloco de material isolante destinado a

  5 permitir a conexão de cabos e fios telefônicos.

  : (projeto de pavimentação) erosão interna ou carreamento de partículas de ♦ Bombeamento

  5

  solo pela expulsão da água acumulada sob as placas de concreto, provocada pela passagem repetida de veículos, causando a formação de vazios.

  : (terraplenagem) local destinado ao depósito de materiais em excesso ou que ♦ Bota-Fora

  5 tecnicamente não atendem às indicações de projeto.

  &("+4!$ : (projeto de sistema de telefonia) cabo que interliga a rede externa da

  ♦ Cabo de Entrada

  5

  concessionária ao distribuidor ou caixa de distribuição geral do edifício. * Cabo Interno - cabo que interliga o distribuidor ou caixa de distribuição da área. * Caixa de Distribuição - caixa pertencente à tubulação primária, destinada a dar passagem aos cabos e fios telefônicos e abrigar os blocos terminais. * Caixa de Distribuição Geral ou Distribuidor Geral do

Edifício - caixa na qual são terminados e interligados os cabos da rede externa da

  concessionária e os cabos internos do edifício. * Caixa de Entrada do Edifício - caixa subterrânea, situada em frente ao edifício, junto ao alinhamento predial, destinada a permitir a entrada do cabo subterrâneo da rede externa. * Caixa de Passagem - caixa destinada a limitar o comprimento da tubulação, eliminar curvas e facilitar o puxamento de cabos e fios telefônicos. * Caixa de Saída - caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de fios de distribuição, aos quais são conectados os aparelhos telefônicos. * Cubículo - tipo especial de caixa de grande porte, que pode servir como caixa de distribuição geral, caixa de distribuição ou caixa de passagem. * Fio Telefônico Interno - par de condutores de cobre estanhado, isolados em PVC; interliga as caixas de saída aos blocos terminais internos. * Tubulação de

  Entrada - parte da tubulaçào que permite a entrada do cabo da rede externa da

  concessionária e que termina na caixa de distribuição geral. * Tubulação Primária - parte da tubulação que abrange a caixa de distribuição geral, as caixas de distribuição e as tubulações que as interligam. * Tubulação Secundária - parte da tubulação que abrange as caixas de saída e as tubulações que as interligam às caixas de distribuição.

  : (topografia) levantamento completo das características fisicas e geométricas de ♦ Cadastro

  5 um imóvel, benfeitoria, redes de serviço e outros que venham a ser solicitados.

  ♦ Caixa de Areia : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) caixa destinada à

  5 decantação do material sólido em suspensão.

  : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) caixa para águas ♦ Caixa Coletora

  5 pluviais situada em nível inferior ao do coletor público e esgotada através de bombeamento.

  (projeto de instalação de esgotos sanitários) Caixa Coletora - caixa destinada a coletar despejos de águas servidas, situada em nível inferior à rede coletora pública ou a outros receptores de esgotos cujo esgotamento exige bombeamento. ♦ Caixa de Despejo : (projeto de coleta e disposição de resíduos sólidos) caixa para recepção

  5 dos resíduos de cada pavimento conectada ao duto de queda.

  : (projeto de sistema de elevadores) espaço formado por paredes ♦ Caixa do Elevador

  5

  verticais, fundo do poço e o teto, onde se movimentam o carro e o contrapeso. * Poço do

  

Elevador - parte da caixa do elevador, compreendida entre o seu fundo e o nível da parada

extrema inferior do carro.

  : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) caixa destinada a ♦ Caixa de Inspeção

  5

  permitir a inspeção e manutenção de condutores horizontais. * Caixa Sifonada - caixa de inspeção dotada de fecho hídrico para vedar a passagem de gases. (projeto de instalação de esgotos sanitários) Caixa de Inspeção - caixa destinada a permitir a inspeção e manutenção de condutores horizontais. * Peça de Inspeção - dispositivo destinado à inspeção e desobstrução de uma canalização.

  : (projeto de instalação de esgotos sanitários) caixa destinada a separar a ♦ Caixa Separadora

  5 água de outros líquidos ou sólidos, retendo estes últimos.

  ♦ Cálculo de Tráfego : (projeto de sistema de elevadores) cálculo que indica os elevadores

  5

  necessários para transportar a população de uma edificação; toma-se por base um período de tempo e um determinado intervalo entre viagens. * População de um Edifício - número de pessoas que serve de base para dimensionar uma instalação de elevadores por meio do cálculo de tráfego. * Capacidade - carga máxima ou número máximo de passageiros (lotação) especificada para o elevador. * Capacidade de Tráfego - número de passageiros transportados pela instalação em um determinado intervalo de tempo. * Capacidade de

  

Transporte - número de passageiros transportados por um elevador em um determinado

  intervalo de tempo. * Intervalo de Tráfego - tempo médio entre partidas dos carros do pavimento de acesso, definido pelo quociente entre o tempo total de viagem e o número de elevadores. * Tempo Total de Viagem - tempo decorrido entre o instante em que os passageiros iniciam a entrada na cabina, no pavimento de acesso, e o instante em que, após a viagem completa (subida e descida), o carro se encontra novamente no pavimento de acesso, em condições de receber outros passageiros para nova viagem. * Tempo de Aceleração e

  

Retardamento - tepo decorrido entre o instante em que o elevador inicia a viagem e o

  instante em que atinge a velocidade nominal e vice-versa. * Tempo Total de Abertura e

  

Fechamento das Portas - soma dos tempos relativos à abertura e fechamento das portas;

  não é computado quando se considera simultaneidade de abertura da porta com o retardamento do carro ou o fechamento da porta com a aceleração do carro. * Tempo de

  

entrada e Saída de Passageiro - soma dos tempos teóricos necessários para cada passageiro

  entrar e sair da cabina, em cada parada. * Tempo de Percurso Total - tempo teórico necessário para o carro efetuar, em velocidade nominal, uma viagem completa (ida e volta), entre o pavimento de acesso e o pavimento extremo superior, sem se deter nos pavimentos intermediários. * Velocidade Nominal - velocidade de operação do carro. ♦ Calha : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) canal que recolhe a água de

  5

  coberturas, terraços e similares e a conduz a um ponto de destino. * Canaleta - elemento destinado a captar e a conduzir as águas pluviais, em escoamento livre, até o ponto de destino. ♦ Canalização Primária : (projeto de instalação de esgotos sanitários) canalização à qual têm

  5

  acesso os gases provenientes da rede pública. * Canalização Secundária - canalizaçãoprotegida por desconetor, que veda o acesso de gases provenientes da rede pública. ♦ Canteiro de Obras : conjunto de áreas e instalações de caráter provisório, destinado a servir

  5

  de infra-estrutura de apoio ao desenvolvimento dos trabalhos de construção, demolição e conservação das edificações. ♦ Capacidade Licenciada : (projeto de sistemas de escadas rolantes) carga máxima útil

  5

  determinada em função da largura e projeção horizontal da série de degraus descobertos da escada. * Capacidade de uma Escada Rolante - quantidade máxima de pessoas transportadas em um determinado tempo.

  : (projeto de instalações elétricas) conjunto dos valores que caracterizam as ♦ Carga

  5

  solicitações impostas, em um dado instante, a um sistema ou equipamento elétrico, por outro sistema ou equipamento elétrico a ele ligado; a carga pode ser expressa em termos de impedância, de corrente ou de potência ativa, reativa ou aparente. * Carga de um Sistema Elétrico - potência absorvida ou fornecida em um dado instante pelo sistema. ♦ Carga Admissível sobre Estacas e Tubulões : aplicada sobre o elemento de fundação

  5

  profunda, nas condições específicas de cada caso, provoca apenas reclaques e distorções angulares que a construção pode suportar sem inconvenientes e, simultaneamente, oferece um coeficiente de segurança contra a ruptura ou o escoamento do solo ou do elemento de fundação. ♦ Carga de uma Caixa de Distribuição : (projeto de sistema de telefonia) somatório da

  5 quantidade de pontos atendidos a partir de uma caixa de distribuição.

  : (projeto de instalações de sistema de ar ♦ Carga Térmica de Aquecimento (de Inverno)

  5

  condicionado) quantidade de calor sensível e latente a fornecer a um ambiente em um determinado período de tempo, a fim de mantê-lo sob determinadas condições de temperatura e umidade.

  : (projeto de instalações de sistema de ar ♦ Carga Térmica de Resfriamento (de Verão)

  5

  condicionado) quantidade de calor sensível e latente a retirar de um ambiente em um determinado período de tempo, a fim de mantê-lo sob determinadas condições de temperatura e umidade.

  : máxima carga que um elemento pode suportar sem perder ou ultrapassar seus ♦ Carga Útil

  5 limites de resistência ou de utilização, mantendo as devidas reservas de segurança.

  ♦ Cargo ou Função : utilizado exclusivamente para que fique documentado através de ART o

  1 fato de ter havido nomeação, designação ou contrato de trabalho.

  : (projeto de instalações de vapor) conjunto composto de caldeira, sistema ♦ Casa de Caldeira

  5

  de aquecimento ou combustão, soprador, chaminé, painel elétrico de comando e outros acessórios, inclusive sistema de proteção e segurança exigido pelas Normas, destinado a geração de vapor.

  : (projeto de sistema de elevadores) recinto onde se localizam o motor, a ♦ Casa de Máquinas

  5

  polia de tração, o painel de comando e outros dispositivos necessários ao funcionamento do elevador. (projeto de sistemas de escadas rolantes) compartimento destinado à localização da máquina e aparelhos de comando da escada rolante.

  : é o documento que o CONFEA e os CREAs fornecem aos interessados, no qual ♦ Certidão

  6 afirmam a existência de atos ou fatos constantes do original de que foram extraídos.

  ♦ Circular : é a determinação, de caráter uniforme, dirigida pela Presidência do CONFEA aos

  : atividade que consiste em comparar os produtos, características, parâmetros ♦ Classificação

  1 e especificações técnicas (estabelecidas nos padrões).

  ♦ Central de Ar Comprimido : (projeto de instalações de ar comprimido) conjunto composto

  5

  de compressor, reservatório, trocadores de calor intermediário e posterior, filtros de ar, painel elétrico de comando e outros acessórios, inclusive sistema de proteçào e segurança exigido pelas normas, destinado à geração e reservação de ar comprimido. ♦ Central de Gás Combustível - GLP : (projeto de instalações de gás combustível) conjunto

  5

  de equipamentos e acessórios, inclusive sistema de proteção e segurança exigido pelas Normas, destinado à reservação e geração de gás liquefeito de petróleo. ♦ Central Horária : (projeto de sistema de relógios sincronizados) componente do sistema

  5

  responsável pela geração do sinal horário de acionamento dos relógios secundários, sintetizando pulsos de excitação e correção a partir da base de tempo interna autônoma. *

  

Relógios Secundários - aparelhos que fornecem aos usuários a hora unificada em qualquer

  local da edificação; são unidades que dependem dos pulsos gerados pela central horária. *

  

Relógios Segundeiros - aparelhos que recebem pulsos polarizados da linha de distribuição

  segundeira da central horária fornecendo ao usuário informações horárias de segundo, minuto e hora, sendo as transformações de minuto e hora transformadas no próprio aparelho.

  • Relógios Minuteiros - aparelhos que recebem pulsos polarizados da linha de distribuição minuteira da central horária, fornecendo aos usuários informações de minuto e hora.

  ♦ Central de Monitores : (projeto de sistema de circuito fechado de TV) conjunto de

  5

  monitores que recebem e reproduzem as imagens geradas peos receptores, permitindo a supervisão das áreas da edificação.

  : (projeto de instalações de oxigênio) conjunto completo de ♦ Central de Oxigênio

  5

  equipamentos e acessórios, inclusive sistema de proteção e segurança exigido pelas Normas, destinado à reservação e geração de oxigênio; compõe-se de cilindros, válvulas redutoras de pressão, tubulações e demais acessórios, no caso de oxigênio gasoso, e de tanques, vaporizadores, tubulaçòes e outros, no caso de oxigênio líquido. ♦ Central Privada de Comutação Telefônica : estação comutadora para uso particular,

  5

  interligada através de linhas-tonco a uma estação telefônica pública, que permite a seus ramais acessos às redes de telecomunicações externas e internas, através de comutação automática ou manual.

  : (projeto de sistema de sonorização) conjunto central responsável ♦ Central de Sonorização

  5

  pela geração dos sinais de audio, formado pelas fontes de programa, pré-amplificadores, amplificadores e comandos.

  : (projeto de instalações de vácuo) conjunto composto de bomba de ♦ Central de Vácuo

  5

  vácuo, reservatório, silenciador, painel elétrico de comando e outros acessórios, inclusive sistema de proteção e segurança exigido pelas normas, destinado à geração de vácuo.

  : (projeto de coleta e disposição de resíduos sólidos) ponto que indica ♦ Centro de Massa

  5

  menor somatória dos produtos das massas dos resíduos sólidos pela distância tomada desse ponto até os respectivos abrigos. ♦ Classificação de Materiais : (terraplenagem) os materiais ocorrentes nos cortes ou nos

  5

  aterros serão classificados em conformidade com as seguintes definições: a) materiais de primeira categoria, que compreendem solos em geral, residual ou sedimentar, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 metro, qualquer que seja o teor de umidade que apresentem; b) materiais de segunda categoria, que compreendem os materiais com resistência ao desmonte mecânico inferior à da rocha não alterada, cuja extração se processe por combinação de equipamento de escarificação pesado, ou eventualmente, o uso de explosivos ou processos manuais adequados; estão incluídos nessa classificação os blocos de

  3

  rocha de volume inferior a 2,00 m ou pedras com diâmetro médio compreendido entre 0,15 e 1,00 metro; c) materiais de terceira categoria, que compreendem os materiais com resistência ao desmonte mecânico equivalente à da rocha não alterada e blocos de rocha com

  3

  diâmetro médio superior a 1,00 metro ou superior a 2,00 m , cuja extração e redução, a fim de possibilitar o carregamento, se processem apenas com o emprego contínuo de explosivos.

  : (estruturas) esforços introduzidos em uma estrutura, provocdos pelo impedimento ♦ Coações

  5 a uma deformação a ela imposta.

  : (projeto de arquitetura) elementos apostos acima da vedação, horizontais, ♦ Cobertura

  5

  verticais, inclinados e outros, para proteção contra agentes exteriores naturais, controle térmico, acústico e outros. ♦ Coeficiente de Aproveitamento : (projeto de arquitetura) relação entre a área total de

  5 construção e a área do lote.

  : (orçamento) quociente entre o custo de uma parte ou ♦ Coeficiente de Correlação

  5

  componente da edificação e a soma dos custos de duas ou mais partes ou componentes da mesma edificação.

  : (estruturas) coeficiente adimensional, em geral majorador das ♦ Coeficiente de Ponderação

  5

  acões e minorador das resistências características, fornecendo assim os respectivos valores de cálculo. ♦ Coleta de Preço : pesquisa e levantamento de preço de material, serviço, equipamento ou

  5 mão-de-obra a ser utilizados na construção, demolição ou conservação de edificações.

  : (licitação) comissão permanente ou especial, criada pela Administração com a ♦ Comissão

  3

  função de receber, examinar e julgar todos os documentos e procedimentos relativos às licitações e ao cadastramento de licitantes.

  : conjunto de operações de compressão com equipamentos manuais, ou ♦ Compactação

  5

  mecânicos, destinado a conferir ao solo ou material rochoso um estado mais denso, pela diminuição do índice de vazios, enquadrando-o nas características exigidas no projeto, em termos de grau de compactação, densidade máxima e umidade ótima. ♦ Componentes da Edificação : (projeto de arquitetura) todos os conjuntos de elementos

  5 afins utilizados na construção e organização física dos espaços.

  : composição de preço unitário de serviço, realizada através ♦ Composição do Preço Unitário

  5

  de coleta de preços, pesquisa de índice ou coeficientes de aplicação de materiais e mão-de- obra, avaliação de custos horários de equipamentos e taxas de B.D.I. (ver Taxa de Benefícios e Despesas Indiretas) e LS (ver Taxa de Leis Sociais).

  : toda aquisição remunerada de bens para fornecimento de uma só vez ou ♦ Compra

  3 parceladamente.

  : é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial ♦ Concorrência

  3

  de habilitação preliminar, comprovem possuir requisitos mínimos de qualificação exigidos no Edital para execução de seu objeto. ♦ Concurso : é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho

  3

  técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de Edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias. ♦ Condensado : (projeto de instalações de vapor) água aquecida e sempre presente nas

  5 tubulações de vapor.

  : equipamento que promove a troca de calor entre o ar e o agente ♦ Condicionador de Ar

  5

  refrigerente: gás refrigerante no processo de expansão direta e água gelada no processo por expansão indireta; aém de outros aparelhos e dispositivos, é provido de ventiladores para captação e posterior distribuição aos ambientes beneficiados. * Condicionador Self-

Contained com Condensação a Ar - condicionador de ar utilizado no processo de expansão

  direta, provido de todos os aparelhos necessários ao tratamento e distribuição de ar condicionado, como compressor, condensador, evaporador, válvula de expansão, ventiladores, filtros e quadro elétrico, no qual a condensação do gás refrigerante ocorre pela troca de calor com o ar exterior. * Condicionador Self-Contained com Condensação a aparelhos e dispositivos necessários ao tratamento e distribuição de ar condicionado, como compressor, condensador, evaporador, válvula de expansão, ventiladores, filtros e quadro elétrico, no qual a condensação do gás refrigerante ocorre pela troca de calor com água de condensação. * Condicionador Fan & Coil - condicionador de ar utilizado no processo de expansão indireta, provido de ventiladores, serpentina de água gelada, filtros e quadro elétrico; são utilizados equipamentos auxiliares para a produção e circulação de água gelada e recuperação e circulação da água de condensação: unidade resfriadora de água, bombas e torre de resfriamento. * Válvula Motorizada de 2 ou 3 Vias - equipamento que controla o fluxo de água gelada no condicionador Fan & Coil. * Unidade Resfriadora de Água - equipamento utilizado nos sistemas de ar condicionado por expansão indireta, no qual o resfriamento do agente intermediário (água gelada) ocorre pela troca de calor com o gás refrigerante; pode ser com condensação a ar ou com condensação a água. * Torre de

  Resfriamento - equipamento destinado à recuperação (resfriamento) da água de

  condensação pela troca de calor com o ar exterior. * Ar Exterior - atmosfera externa à edificação, de onde é retirado o ar de renovação do sistema de ar condicionado.

  : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) canal ou ♦ Condutor Horizontal

  5

  tubulação horizontal destinado a recolher e conduzir águas pluviais até locais de desagüe de domínio público.

  : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) tubulação ♦ Condutor Vertical

  5

  vertical destinada a recolher águas de calha, coberturas e similares e conduzi-las até a parte inferior da edificação. ♦ Conexões (Juntas / Ligações) : (estruturas metálicas) união de dois ou mais elementos por

  5

  intermédio de rebites, parafusos, pinos ou solda.* Conexão Axial - conexão onde o centro de gravidade da ligação está contido nos eixos que passam pelos centros de gravidade das peças.* Conector - elemento de união entre a estrutura metálica e uma peça de concreto; (em estruturas de madeira): elementos ou dispositivos utilizados na união das peças estruturais, como pregos, pinos, parafusos com porcas e arruelas e cola; * Conectores em

  

estrutura de madeira: peças metálicas especiais, usualmente em forma de anel, encaixadas

  em ranhuras na superfície da madeira; * Entalhes e Encaixes: ligações em que a madeira trabalha à compressão ligada ao corte; * Tarugos e Chavetes: peças metálicas ou de madeira dura, colocadas no interior de entalhes, com a finalidade de transmitir esforços; *

  

Talas ou Chapas: elementos de madeira ou metálicos utilizados na ligação de peças situadas

no mesmo plano.

  : (projeto de instalação de sistema ♦ Conjunto Compactador de Resíduos Sólidos

  5

  compactador de resíduos sólidos) compreende o compactador de resíduos sólidos e os complementos necessários à introdução dos resíduos na máquina, à embalagem e manuseio dos resíduos prensados e ao controle e segurança. * Compactador de Resíduos Sólidos - máquina de propulsão não manual capaz de reduzir o volume o volume de resíduos sólidos nela introduzidos por processo físico e sem adição de água. * Produção Diária de Resíduos

  

Sólidos - quantidade em volume produzida em um dia, em uma edificação. * Coleta

Interna de Resíduos Sólidos - retirada dos resíduos sólidos de cada pavimento de uma

  edificação com a finalidade de reuní-los num único local para a coleta externa. * Coleta

  

Externa de Resíduos Sólidos - retirada dos resíduos sólidos de uma edificação previamente

reunidos e devidamente compactados.

  ♦ Contratado : a pessoa física ou jurídica signatária de contrato (no caso da Lei 8.666 / 93,

  3 com a Administração Pública).

  : é o órgão ou entidade signatária do instrumento contratual (ou pessoa física / ♦ Contratante

  3 jurídica de direito privado, no caso de contrato entre particulares).

  : é todo e qualquer ajuste entre órgãos e entidades da Administração pública e ♦ Contrato

  3

  particulares, em que haja um acordo de vontade para a formação de vínculo e a estipulação de obrigações recíprocas, seja qual for a denominação utilizada.

  : é o ajuste que o CONFEA e os CREAs firmam com terceiros para a consecução ♦ Contrato

  6 de objetivos e nas condições por ele estabelecidas, mediante remuneração.

  ♦ Contraventamento : estrutura auxiliar para promover a rigidez espacial e a estabilidade da

  5

  estrutura e seus elementos.* Diagonais de Travamento - principais constituintes do contraventamento; (em estruturas de madeira: mãos-francesas, treliças auxiliares).

  : é o acordo firmado pelo CONFEA e pelos CREAs com terceiros para a ♦ Convênio

  6 realização de objetivos de interesse comum aos partícipes.

  : é modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, ♦ Convite

  3

  cadstados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 03 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas.

  : (projeto de instalações de ventilação mecânica) passagem direta do ♦ Curto-Circuito de Ar

  5

  ar de uma abertura de admissão para uma abertura de saída, causando a estagnação do ar em parte do ambiente beneficiado. ♦ Custo Horário de Equipamentos : custo horário de utilização de equipamentos para a

  5

  execução de serviço, compreendendo as despesas de operação e manutenção, inclusive mão- de-obra, depreciação e juros do capital imobilizado. ♦ Curva de Nível : ou isoípsa ; linha que representa, no desenho, pontos que tenham a mesma

  5

   cota.

  &("+4!$ : é o ato de competência dos Plenários dos Conselhos para instrumentar sua

  ♦ Decisão

  6 manifiestação em casos concretos.

  : é o ato de caráter imperativo, de exclusiva competência do Plenário do ♦ Decisão Normativa

  ♦ Declaração de Voto : é a manifestação escrita e fundamentada de voto divergente, relativa a

  6 matéria aprovada em plenário.

  : é o ato de competência das Comissões do CONFEA sobre assuntos ♦ Deliberação

  6 submetidos a sua manifestação.

  ♦ Demolição Convencional : demolição executada com equipamentos manuais ou mecânicos.

  5

  • Demolição com Explosivos: demolição executado com emprego de explosivos;
  • Implosão: demolição realizada através de uma seqüência de explosões combinadas, de modo a convergir os destroços da edificação para a área central de sua implantação.

  ♦ Desenho Técnico : atividade que implica a representação de formas sobre uma superfície,

  1 por meio de linhas, pontos e manchas, com objetivo técnico.

  : comportamento de um material, equipamento ou serviço frente à solicitação ♦ Desempenho

  5

  de uso a que é submetido através do tempo. * Solicitação de Uso - carga, pressão, temperatura, umidade ou outras formas e condições de utilização de materiais, equipamentos 20 ou serviços. * Similar - material, equipamento ou serviço que desempenha a mesma função.

  

Essa definição do Decreto 92.100 é criticável; os pontos sobre uma curva de nível tem a mesma cota altimétrica

  • Equivalente - material, equipamento ou serviço que tem a mesma função e o mesmo desempenho técnico.

  ♦ Despacho : é a decisão proferida pela Presidência dos Conselhos nos casos que lhe são

  6 submetidos à apreciação.

  : (projeto de instalação de esgotos sanitários) refugos líquidos das edificações, ♦ Despejos

  5 excluídas as águas pluviais.

  ♦ Desvio : (estruturas) diferença entre a dimensão de projeto e a dimensão executada

  5 correspondente.* Tolerância - valor máximo permitido para o desvio.

  : atividade que implica a representação de formas sobre uma superfície, ♦ Detalhamento

  1

  desenvolvendo o projeto de detalhes necessários à materialização de partes de um projeto, o qual já definiu as características gerais da obra ou serviço.

  : (projeto de sistema de detecção e alarme de incêndio) identificação da existência ♦ Detecção

  5

  de princípio de incêndio por equipamentos detectores de fumaça, chama ou calor. * Alarme

  • sinal sonoro estridente que comunica às pessoas a existência de incêndio, visando o acionamento dos procedimentos de emergência que se fizerem necessários.

  : é a fase dos processos em curso nos Conselhos pela qual são mandados apurar ♦ Diligência

  6 os fatos necessários ao seu completo esclarecimento.

  ♦ Discriminação Orçamentária : relação de materiais e serviços de construção, demolição ou

  5

  conservação de edificações e respectivas unidades de medição, estabelecida para disciplinar a elaboração de orçamentos.

  : (projeto de estruturas) quociente ♦ Distorção Angular ou Recalque Diferencial Específico

  5

  entre o recalque diferencial e a distância entre os pontos para os quais se definiu este recalque.

  : (projeto de instalação de água fria) alimentação da rede de ♦ Distribuição Direta

  5 distribuição realizada diretamente da rede de abastecimento público.

  ♦ Distribuição Indireta : (projeto de instalação de água fria) alimentação da rede de

  5

  distribuição realizada através de reservatório próprio, por gravidade ou por instalação hidropneumática.

  : (projeto de paisagismo) muretas de pouca altura, destinadas a ♦ Divisórias de Canteiro

  5

  impedir a invasão da vegetação dos canteiros para outras áreas. * Caixas de Árvores - canteiros de dimensão reduzida, usualmente contidos no interior de áreas pavimentadas, destinados a assegurar água e aeração à árvore.

  : (projeto de terraplenagem) sistema de rebaixamento em que a ♦ Drenagem a Céu Aberto

  5

  água que entra na escavação é bombeada de canaletas ou trincheiras laterais e pocos rasos situados no interior da vala.

  : (projeto de pavimentação) sistema de drenagem constituído por ♦ Drenagem do Pavimento

  5

  base ou sub-base permeáveis e drenos de captação com características adequadas para a condução das águas infiltradas em trincas, bordos ou através das camadas de revestimento e sub-leito.

  : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) elemento destinado a receber ♦ Dreno

  5 e conduzir águas pluviais de drenagem sub-superficial ou de infiltração.

  ♦ Dreno Horizontal ou Sub-Horizontal : (rebaixamento do lençol freático) tubo perfurado

  5

  instalado em perfurações previamente abertas nos taludes ou paredes da vala, a fim de captar a água subterrânea em pontos mais afastados do local da escavação.

  : (rebaixamento do lençol freático) perfuração preenchida com ♦ Dreno Vertical de Areia

  5

  material filtrante adequado, com a finalidade de auxiliar o rebaixamento do lençol freático, interligando estratos permeáveis e impermeáveis alternados.

  : (projeto de coleta e disposição de resíduos sólidos) tubo para condução ♦ Duto de Queda

  5 dos resíduos dos diversos pavimentos de uma edificação até o abrigo ou outro local previsto.

  &("+4!$ : é o instrumento pelo qual o CONFEA ou os CREAs levam ao conhecimento público

  ♦ Edital

  6

  convocação ou comunicação a respeito do assunto que nele se contém (ou os órgãos públicos em geral).

  : elemento pré-moldado executado em usina, sob rigorosas ♦ Elemento Pré-Fabricado

  5 condições de controle.

  ♦ Elemento Pré-Moldado : elemento executado fora do local de utilização definitiva na

  5 estrutura.

  : arame metálico especialmente protegido e preparado para fusão com o material- ♦ Eletrodo

  5 base no processo de soldagem.

  ♦ Ementa : é a parte do preâmbulo da resolução, ato, portaria, parecer ou decisão que sintetiza

  6 do contexto, a fim de permitir imediato conhecimento da matéria neles contida.

  : quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, ♦ Empreitada Integral

  3

  compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias, sob inteira responsabilidade da contratada até sua entrega ao contratante em condições de entrada em operação, atendidos os requisitos técnicos e legais para sua uitlização em condições de segurança estrutural e operacional e com as características adequadas às finalidades para que foi contratada. ♦ Empréstimo : (terraplenagem) serviço de escavação, em áreas previamente selecionadas,

  5

  destinado a prover ou complementar o volume necessário à constituição dos aterros por insuficiência do volume dos cortes, por motivos de ordem tecnológica de seleção dos materiais ou por razões de ordem econômica.

  : (estruturas metálicas) elemento responsável pelo enrijecimento do perfil. ♦ Enrijecedor

  5

  ♦ Ensaio : atividade que envolve o estudo ou a investigação sumária dos aspectos técnicos

  1 e/ou científicos de determinado assunto.

  : provas que permitem a qualificação ou classificação de materiais, ♦ Ensaios e Testes

  5 equipamentos ou serviços. Referidos a um padrão de desempenho.

  : atividade cuja finalidade consiste na transmissão do conhecimento de maneira ♦ Ensino

  1 formal.

  : (projeto de instalações elétricas) parte da instalação compreendida entre o ponto ♦ Entrada

  5

  de entraga da energia elétrica e o equipamento de medição, incluindo o disjuntor geral de proteção.

  : (projeto de arquitetura) elementos móveis ou fixos destinados a completar ♦ Equipamentos

  5

  ou complementar o desempenho da atividade, como trabalho, higiene, conforto, armazenamento, segurança ou informação. (projeto de interiores) elementos necessários ao exercício efetivo da atividade enunciadas no programa de necessidades. * Equipamentos de

  Massa - equipamentos de uso geral, normalmente produzidos em série, como mesas,

  cadeiras, armários e outros. * Equipamentos Especiais - equipamentos de uso restrito, quer por exigirem cuidados especiais, quer por apresentarem características particulares de representatividade, nem sempre produzidos em série, como determinados aparelhos eletrônicos / mobiliário especial e outros.

  : desgaste do solo provocado pela ação das águas pluviais, seja pelo impacto ♦ Erosão Pluvial

  5 da chuva, seja pelo escoamento das águas correntes.

  : Atividade que envolve a fixação das características, condições ou requisitos ♦ Especificação

  1

  de materiais, equipamentos e técnicas de execução a serem empregadas em obras ou serviços.

  : caracterização dos materiais, equipamentos e serviços a ser utilizados nos ♦ Especificação

  5 componentes da edificação, visando um determinado desempenho.

  ♦ Esquema Estrutural : arranjo físico dos diversos elementos resistentes que constituem a

  5 estrutura.

  : propriedade que uma estrutura possui para absorver com segurança os ♦ Estabilidade

  5

  esforços a que está sujeita.* Estabilidade Geral - estabilidade em todas as direções possíveis, tanto de um elemento isolado, quanto de um conjunto de elementos.* Esta-

  

bilidade Lateral - estabilidade no plano perpendicular ao plano principal de carregamento.

  : elemento estrutural de fundação profunda, implantado por cravação ou perfuração, ♦ Estaca

  5

  que tem a finalidade de transmitir as cargas da estrutura ao solo, seja pela resistência em sua extremidade inferior (resistência de ponta), seja pela resistência ao longo de sua superfície lateral (resistência por atrito), ou pela combinação dos dois efeitos. As estacas podem ser constituídas por um único material ou pela combinação de dois materiais (metal, madeira ou concreto), sendo neste último caso denominada estaca mista.

  : (projeto de instalação de água fria) conjunto de ♦ Estação Redutora de Pressão

  5

  equipamentos e dispositivos destinados a reduzir e manter a jusante uma pressão dinâmica pré-estabelecida, qualquer que seja a pressão dinâmica a montante.

  : (estruturas) estado correspondente às ações de utili- ♦ Estado de Utilização (de Serviço)

  5

  zação normal da estrutura.* Estado Limite Último (de Ruína) - estado correspondente à ruína por ruptura, por deformação plástica excessiva ou por instabilidade.* Estádio I - representa as condições da seção transversal fletida, enquanto o concreto ainda resiste às tensões da tração.* Estádio II - representa as condições da seção transversal fletida enquanto o concreto ainda resiste às tensões de compressão, em regime linear. As tensões de tração são resistidas apenas pela armadura. ♦ Estimativa de Custo : (orçamento) avaliação de custo obtida através de estimativa de

  5

  quantidades de materiais, serviços ou obras, pesquisa de preços mínimos e aplicação de coeficientes de correlação; usualmente é efetuada na etapa de Estudo Preliminar. ♦ Estrato Vegetal : porção de uma comunidade vegetal em determinado limite de altura

  5 (arbóreo, arbustivo, herbáceo).

  : conjunto de elementos que compõem o sistema que receberá as ♦ Estrutura de Cobertura

  5

  telhas de vedação. * Trama de Armação - conjunto de peças dispostas de maneira a receber as telhas e que se apoiam sobre as tesouras, formado pelas ripas, caibros e terças.* Ripas - peças que recebem as telhas.* Caibros - peças que recebem as ripas e se apoiam nas terças.*

  

Terças - peças que recebem os caibros e se apoiam nas tesouras ou nas estruturas suportes

  das coberturas.* Cumeeira - terça localizada na linha de divisa de águas.* Contra-Frechal - terça da extremidade do telhado que se apoia sobre a parede. ♦ Estrutura de Concreto : estrutura cujos elementos resistentes são de concreto armado ou

  5 protendido.

  : estrutura que o material resistente é composto pela ♦ Estrutura de Concreto Armado

  5

  associação de concreto e aço, ambos trabalhando solidariamente na resistência às soli- citações. ♦ Estrutura de Concreto Protendido : estrutura onde um pré-alongamento do aço, realizado

  5

  por meio de dispositivos mecânicos, impõe um sistema de forças permanentemente aplicados.* Concreto Protendido com

   Aderência Inicial - quando o pré-alongamento do

  aço é feito antes do lançamento do concreto, utilizando-se apoios independentes à peça. A ligação do aço com os referidos apoios é eliminada pós o endurecimento do concreto.*

  Concreto Protendido sem Aderência Inicial - quando o pré-alongamento do aço é feito

  após o endurecimento do concreto, utilizando-se para apoio partes da própria peça, sem a criação de aderência de aço-concreto.* Concreto Protendido com Aderência Posterior - obtido analogamente ao anterior, com a criação a posteriori de aderência permanente.

  : estrutura cujos elementos resistentes principais são de madeira.* ♦ Estrutura de Madeira

  roliças ou serradas.* Estrutura de Madeira Industrializada - estruturas constituídas por peças de madeiras que sofreram processo de industrialização através de laminação e colagem.

  : estrutura cujos elementos resistentes são de metal, usualmente o aço ♦ Estrutura Metálica

  5 ou o alumínio.

  ♦ Estrutura Mista : estrutura cujos elementos resistentes são geralmente de aço e de concreto,

  5 unidos através de conectores.

  : estrutura de concreto armado ou protendido cujos elementos ♦ Estrutura Pré-Moldada

  5 estruturais são pré-moldados ou pré-fabricados.

  : atividade que envolve simultaneamente o levantamento, a coleta, a observação, o ♦ Estudo

  1

  tratamento e a análise de dados de natureza técnica, necessários à execução de obra ou serviço técnico, ou desenvolvimento de métodos ou processos de produção e/ou à determinação de viabilidade técnico-econômica. ♦ Estudo Preliminar : é o estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma

  5

  solução, a partir dos dados levantados em um programa de necessidades, de determinação quantitativa de demandas, de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos existentes acerca do problema. Visa a análise e escolha, dentre as alternativas de solução, a que melhor responde, técnica e economicamente, aos objetivos propostos.

  : atividade de materialização na obra do que é previsto nos projetos e do que é ♦ Execução

  1 decidido por si ou por outro profissional legalmente habilitado.

  ♦ Execução Direta : a que é feita pelos órgãos e entidades da Administração (Pública), pelos

  3 próprios meios.

  : a que o órgão ou entidade contrata com terceiros, sob qualquer dos ♦ Execução Indireta

  3

  seguintes regimes: a) empreitada por preço global - quando se contrata a execução da obra ou serviço por preço certo e total; b) empreitada por preço unitário - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas.

  : atividade que consiste em observar manifestações de um determinado ♦ Experimentação

  1 fenômeno, sob condições previamente estabelecidas.

  ♦ Extensão : atividade que envolve a transmissão de conhecimentos pela utilização de

  1 sistemas informais de aprendizado.

  &("+4!$ Fadiga : (estruturas metálicas) fenômeno que provoca a ruptura precoce do metal quando

  5 este é solicitado por esforços alternados como, por exemplo, aqueles das vigas de rolamento.

  : atividade que envolve o controle e a inspeção sistemática da obra ou serviço, ♦ Fiscalização

  1

  com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações e prazos estabelecidos e ao projeto. ♦ Fiscalização : atividade exercida de modo sistemático pelo Contratante ou por seu preposto,

  5

  objetivando a verificação do cumprimento das disposições contratuais, em todos s seus aspectos. * Subcontratada - empresa ou profissional subcontratado para a execução de parte dos serviços, com anuência do Contratante e sem prejuízo da responsabilidade da Contratada.

  : perda de estabilidade em uma parte da seção, nem sempre ♦ Flambagem Localizada

  5 acarretando o colapso total da peça.

  : (estruturas metálicas) parte superior ou inferior da viga responsável ♦ Flange (Aba / Mesa)

  5 pela absorção da maioria dos esforços de flexão.

  : (estruturas) distância entre o eixo teórico e o eixo deformado da peça. ♦ Flecha

  5

  ♦ Fluxograma Operacional : (projeto arquitetônico) representação gráfica da seqüência de

  5

  operações necessárias à realização das diversas funções e atividades previstas no objetivo da edificação. (projeto de interiores) representação gráfica da seqüência de operações necessárias à realização das diversas funções e atividades previstas no objetivo da edificação, quer sejam principais, quer sejam complementares.

  : (projeto de instalações de sistema de ar condicionado) ♦ Fontes Externas de Calor

  5

  elementos que fornecem calor ao ambiente beneficiado com ar condicionado, como pessoas, equipamentos, iluminação e outros. ♦ Fontes Internas de Calor : (projeto de instalações de ventilação mecânica) elementos que

  5

  fornecem calor ao ambiente beneficiado com ventilação, como pessoas, equipamentos, iluminação e outros.

  : (projeto de sistema de sonorização) dispositivos de captação, ♦ Fontes de Programas

  5

  retransmissão ou geração de sinais de audio para sua difusão, podendo ser constituído por sintonizadores de AM / FM, microfones, gravadores, reprodutores e outros. * Comandos - dispositivos que processam as diversas funções do sistema, como selecionar as áreas de difusão de sinais de audio, comutação entre as diversas fontes de programa, solicitação e concessão de apartes em auditórios e outros. ♦ Funções : modos de atuação ou de uso da edificação necessários para a consecução de seus

  5 objetivos.

  : sistema estrutural que transmite ao terreno as cargas da estrutura de edificação.* ♦ Fundação

  implantação da obra, rocha ou solo, os esforços provenientes da superestrutura.*

  

Superestrutura (estruturas) - conjunto de elementos resistentes que, segundo sua finalidade,

compõe a parte útil da edificação, transmitindo os esforços recebidos à infra-estrutura.

  : terreno sobre o qual serão executadas as operações de aterro. ♦ Fundação de Aterro

  5

  ♦ Fundação Direta (Rasa, em Superfície ou Superficial) : fundação em que a carga é

  5

  transmitida às camadas superficiais do terreno através de sapatas, blocos, “radier” e vigas de fundação. ♦ Fundação Profunda : fundação em que a carga é transmitida às caadas profundas do

  5 terreno através de estacas e tubulões.

  &("+4!$ : (projeto de instalações de gás combustível) gás

  ♦ Gás Liquefeito de Petróleo - GLP

  5

  propano de alto poder calorífico ou mistura de gases propano e butano, fornecido ao usuário em embalagens adequadas.

  : (projeto de instalações de gás combustível) gás obtido por ♦ Gás de Rua (Gás Encanado)

  5

  craqueamento catalítico de nafta de petróleo e distribuído aos usuários através de rede pública.

  &("+4!$ : (projeto de instalação de prevenção e combate a incêndio) dispositivo de tomada

  ♦ Hidrante

  5

  de água destinado a alimentar o equipamento hídrico de combate a incêndio. * Mangueira - condutor flexível destinado a conduzir a água do hidrante ao esguicho. * Esguicho - peça metálica destinada a dar forma ao jato de água. * Registro de Manobra - dispositivo hidráulico destinado à abertura e fechamento do fluxo da água no hidrante. * Abrigo - compartimento destinado a guardar e proteger hidrantes, mangueiras e pertences. *

  

Mangotinho - tipo especial de mangueira semi-flexível, reforçada por uma ou camadas de

  lona tecida, e revestido interna e externamente por borracha, destinada conduzir água ou outros agentes sob pressão elevada. * Carrete de Mangotinho - dispositivo giratório no qual o mangotinho é enrolado e dotado de alimentação axial. * Bomba de Incêndio - dispositivo hidráulico destinado a recalcar água para o sistema de hidrantes ou mangotinhos.

  • Canalização - tubulação destinada a conduzir água para alimentar os hidrantes ou mangotinhos. * Demanda - solicitação da instalação de hidrantes ou mangotinhos à fonte de alimentação.

  &("+4!$ : veículo oficial de divulgação da Administração Pública, sendo para a

  ♦ Imprensa Oficial

  : (orçamento) quantidade de material ou mão-de-obra ♦ Índice de Aplicação (Coeficiente)

  5

  aplicada na execução de determinado serviço de construção, demolição ou conservação de edificações. ♦ Informação : é o instrumento de esclarecimento sobre a matéria constante do processo,

  6 mediante indicações, para instruir o parecer ou despacho a ele respeitante.

  : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) ♦ Instalação de Bombeamento

  5

  conjunto de tubulações, equipamentos e dispositivos destinados a elevar águas pluviais para um ponto de cota mais elevada. (projeto de instalação de esgotos sanitários) conjunto de tubulações, equipamentos e dispositivos destinados a elevar os efluentes reunidos em uma caixa coletora.

  : (projeto de instalação de água fria) conjunto de tubulações, ♦ Instalação Elevatória

  5

  equipamentos e dispositivos destinados a elevar a água para um reservatório superior, aumentando as características dinâmicas (pressão e vazão) de escoamento na rede.

  : (projeto de instalação de água fria) conjunto de tubulações, ♦ Instalação Hidropneumática

  5

  equipamentos e dispositivos destinados a manter sob pressão a rede de distribuição, a partir de reservatórios hidropneumáticos, promovendo distribuição contínua em condições ideiais de pressão e vazão.

  : (projeto de instalações elétricas) conjunto de elementos condutivos de ♦ Instalação de Terra

  5

  aterramento, como hastes, fitas, placas e outros, ligados entre si. * Terra de Proteção - ligação que tem por finalidade limitar tensões para a terra, de equipamentos normalmente sem tensões, como carcaças metálicas, tanques de transformadores, comando de disjuntores e outros, que poderiam ficar sob tensão em decorrência de um defeito elétrico. * Terra de

Funcionamento - ligação para a terra de um ponto determinado do circuito elétrico, como

  de transformadores, motores, pára-raios e outros que têm por finalidade permitir o desempenho normal e seguro do circuito elétrico. * Eletrodo de Terra - corpo metálico ou conjunto de corpos metálicos colocados em contato elétrico com o solo e utilizados para dispersar para a terra as correntes elétricas; pode ser constituído de um só elemento, denominado haste de terra, ou demais elementos ligados condutivamente entre si, denominados malha de terra. * Elemento de Captação - parte metálica destinada a receber diretamente as descargas atmosféricas. * Condutor de Descida - condutor que liga o elemento de captação ao eletrodo de terra. * Condutor Equipotencial - condutor que liga à barra de terra todas as partes metálicas dos equipamentos não elétricos. * Barra de Terra - ponto de junção e seccionamento entre o condutor de descida ou de proteção e o condutor de terra, no qual podem ser executadas as eventuais medições e verificações. * Terminal de

  

Terra - terminal previsto no equipamento elétrico para ligação do condutor de proteção ou

  do condutor equipotencial. * Resistência de Aterramento - quociente entre a diferença de potencial do eletrodo de terra a um ponto de referência no solo, suficientemente afastado pela intensidade de corrente dispersada por esse eletrodo. * Tensão de Aterramento - elevação do potencial de terra, igual ao produto de resistência da terra da instalação elétrica considerada, pela corrente de defeito que a instalação de terra deve dispersar. * Tensão de

  Contato - diferença de potencial, que pode aparecer entre um elemento metálico não

  energizado, tocado pela mão de uma pessoa, e seus pés, distando 01 (um) metro deste elemento, durante a ocorrência de um curto-circuito, provocando a circulação de uma corrente pelo seu corpo, da mão aos pés. * Tensão de Passo - parte da tensão de aterramento, que pode aparecer entre os pés de uma pessoa, afastados de 01 (um) metro, durante a ocorrência de um curto-circuito provocando a circulação de uma corrente pelo seu corpo, de um pé ao outro. * Resistividade do Solo - expressa a resistência de um corpo de solo de um metro de comprimento e de seção de um metro quadrado. * Corrente de Defeito

  

para Terra - a máxima corrente que a instalação de terra pode dispersar, sendo calculada

  pelos sistemas ordinários de cálculo, considerando a contribuição das máquinas elétricas. *

  

Tempo de Eliminação do Defeito para Terra - tempo máximo entre os prováveis tempos

  de intervenção dos dispositivos de proteção, em relação às suas características de intervenção. ♦ Instrução : é a regra ditada pela Presidência dos Conselhos aos seus funcionários ou

  6

  empregados, mediante indicações a respeito do modo pelo qual devem ser resolvidos os casos correntes. ♦ Intensidade Pluviométrica : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) relação

  5

  entre a altura pluviométrica precipitada num intervalo de tempo e este mesmo intervalo. *

  Duração de Precipitação - intervalo de tempo de referência para a determinação de

  intensidades pluviométricas. * Duração de Precipitação - intervalo de tempo de referência para a determinação de intensidades pluviométricas. * Período de Retorno - número médio de dias em que a intensidade de precipitação de uma determinada duração será igualada ou ultrapassada apenas uma vez.

  : é a alienação aos proprietários de imóveis lindeiros de área remanescente ou ♦ Investidura

  3

  resultante de obra pública, área esta que se tornar inaproveitável isoladamente, por preço nunca inferior ao da avaliação e desde que esse não ultrapasse a 50% (cinqüenta por cento) do valor constante para compras e serviços que não sejam obras e serviços de engenharia.

  &("+4!$ : é a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá as suas

  ♦ Laudo

  2 conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos, fundamentadamente.

  : é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens ♦ Leilão

  3

  móveis inservíveis para a Administração ou de produtos legamente apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de imóveis (prevista no Art. 19 da Lei 8.666 / 93), a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação.

  : atividade que envolve a observação, a mensuração e/ou a quantificação de ♦ Levantamento

  1 dados de natureza técnica necessários à execução de serviços técnicos ou obras.

  : produto final de uma série de medições de ângulos, distâncias ♦ Levantamento Topográfico

  5

  e desníveis executadas no terreno com a finalidade de representá-lo no papel, em escala apropriada, com o máximo possível de fidelidade e confiabilidade.

  : destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a ♦ Licitação

  3

  selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes sào correlatos.

  : (estruturas) dispositivo destinado a transmitir esforços entre elementos estruturais. ♦ Ligação

  5

  ♦ Limite de Bateria : (projeto de instalações de gás combustível / projeto de instalações de

  5

  vapor / projeto de instalações de ar comprimido / projeto de instalações de vácuo / projeto de instalações de oxigênio) limite de fornecimento da Unidade Completa Unificada, onde se prevê a interligação com a rede externa do conjunto. ♦ Limites de Fornecimento : (projeto de instalações de sistema de ar condicionado) interfaces

  5

  entre o sistema de ar condicionado central e os demais sistemas. (projeto de instalações de sistema de ventilação mecânica) interfaces entre o sistema de ventilação mecânica e os demais sistemas.

  : (projeto de instalações de vapor) curvatura introduzida em tubulações de vapor ou ♦ Lira

  5 condensado, para absorção dos movimentos de dilatação.

  : (projeto de instalações de vapor) elemento a ser mantido na casa de ♦ Livro de Ocorrências

  5 caldeiras, objetivando anotar todas as ocorrências relativas a ela.

  ♦ Locação : atividade que envolve a marcação, por mensuração, do terreno a ser ocupado por

  1 uma obra.

  : as marcações efetuadas no terreno, tais como vértices de ♦ Locação Topográfica

  5

  coordenadas e referências de nível, permitem o trabalho inverso, ou seja, a locação no terreno do projeto e outros estudos elaborados sobre o levantamento topográfico.

  &("+4!$ : atividade que implica conservar aparelhos, máquinas e equipamentos em

  ♦ Manutenção

  1 bom estado de operação.

  ♦ Memorando : é o documento de circulação interna nos Conselhos, de uso generalizado,

  6

  responsável pela manutenção dos fluxos informais necessários à agilização dos processos técnicos e administrativos. ♦ Mensuração : atividade que envolve a apuração de quantitativos de determinado fenômeno,

  1 produto, obras ou serviços técnicos num determinado período de tempo.

  : (projeto de sistema de relógios sincronizados) são relógios analógicos ou ♦ Monitores

  5

  digitais, acoplados à central horária, que refletem no seu horário e ajuste o estado dos sinais básicos do sistema.

  &("+4!$ : (projeto de sistema de sonorização) soma do som decorrente do tipo de

  ♦ Nível de Ruído

  5

  ocupação interna e características acústicas de um ambiente e do ruído proveniente do exterior.

  : (topografia) seqüência de operações cujo objetivo final é o transporte, a partir ♦ Nivelamento

  5 de referências de nível, de cotas a qualquer ponto escolhido no terreno.

  &("+4!$

  ♦ Obra : toda contrução, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada por

  3 execução direta ou indireta.

  : é a fórmula mediante a qual os Presidentes dos Conselhos se dirigem uns aos outros ♦ Ofício

  6 ou a terceiros sobre assunto de serviço ou interesse dos Conselhos.

  ♦ Operação : atividade que implica fazer funcionar equipamentos ou mecanismos para

  1 produzir certos efeitos ou produtos.

  : (terraplenagem) operações que compreendem: a) escavação dos ♦ Operações de Corte

  5

  materiais constituintes do terreno natural até as cotas indicadas no projeto; b) transporte dos materiais escavados para aterros ou bota-foras; c) remoção das camadas de má qualidade, para o preparo das fundações de aterros.

  : operações que compreendem a descarga, espalhamento, conveniente ♦ Operações de Aterro

  5

  umedecimento ou aeração e compactação dos materiais oriundos de cortes ou empréstimo, para a construção do corpo e da camada final do aterro. ♦ Orçamento : atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos

  1 inerentes à execução de determinado empreendimento.

  : avaliação de custo obtida através de levantamento e estimativa de ♦ Orçamento Preliminar

  5

  quantidades de materiais, de serviços, de pesquisa de preços médios; usualmente é efetuado na etapa de Anteprojeto.

  : avaliação de custo obtida através de levantamento de ♦ Orçamento Analítico (Final)

  5

  quantidades de materiais, de serviços, e composição de preços unitários; usualmente é efetuado na etapa de Projeto Executivo. ♦ Ordem de Serviço : é o documento dos Conselhos, de competência das chefias técnicas e

  6

  administrativas, determinando providências necessárias ao desenvolvimento das atividades fim e meio. ♦ Oxigênio Medicinal : (projeto de instalações de oxigênio) oxigênio utilizado para fins

  5 medicinais, fornecido aos usuários em embalagens adequadas.

  &("+4!$ Padronização : atividade que envolve a determinação ou o estabelecimento de caracte-

  1 rísticas ou parâmetros, visando à uniformização de processos ou produtos.

  : (projeto de sistema de antenas coletivas de TV e FM) painel destinado ♦ Painel Processador

  5

  a filtrar e equalizar os sinais recebidos das nantenas, amplificando-os e distribuindo-os concentrados em uma única linha de distribuição. ♦ Paisagem : entorno imediato, área de influência e domínio visual próximo da edificação.

  5

  : (estruturas metálicas) parafuso de aço especial, mais ♦ Parafuso de Alta Resistência

  5

  resistente, capaz de permitir elevado esforço na ligação.* Friction Type - ligação por atrito, proveniente de elevado aperto dado nos parafusos de alta resistência.* Chumbador de

  

Expansão - parafuso especial que promove sua aderência no concreto mediante um processo

mecânico de expansão.

  : é a mainfestação de opinião de caráter técnico para esclarecer situações, bem ♦ Parecer

  6 como para oferecer soluções adequadas à matéria que lhe serve de objeto.

  ♦ Partido Arquitetônico : intenção formal de configuração e resolução da edificação a ser

  5

  executada, baseada em condicionantes e determinantes obtidos pela análise da intervenção pretendida. São condicionantes e determinantes do partido arquitetônico, entre outros: o contexto onde a obra está inserida; o programa de necessidades; os meios construtivos disponíveis; a representatividade (o cliente, o usuário) a ser atendida; a disponibilidade financeira; a legislação regulamentadora.

  ♦ Pavimento - (projeto de pavimentação) estrutura constituída por diversas camadas superpostas, construída imediatamente acima do sub-leito, destinada a garantir simultaneamente a resistência aos esforços horizontais e verticais a que estará submetida, bem como melhorar as condições de tráfego no que tange às condições de conforto e segurança. * Pavimento Flexível - pavimento em que as deformações até um certo limite não levam à ruptura, constituído principalmente por materiais betuminosos; os pavimentos flexíveis podem ser constituídos pelas seguintes camadas: a) sub-leito; b) reforço do sub- leito; c) sub-base; d) base, e; e) revestimento. * Sub-Leito - camada compreendida entre a superfície da plataforma de terraplenagem e o plano paralelo sutuado no limite da zona de influência das pressões aplicadas na superfície do pavimento. * Reforço do Sub-Leito - camada constituinte da estrutura do pavimento, quando requerida por imposição técnico- econômica, situada imediatamente acima do sub-leito; o reforço do sub-leito será constituído basicamente por material de empréstimo ou jazida. * Sub-Base do Pavimento Flexível - camada constituinte da estrutura do pavimento, quando requerida por imposição técnico- econômica, situada entre as camadas de base e reforço do sub-leito; a sub-base poderá ser constituída por materiais granulares graúdos, tais como: pedregulhos, cascalhos, produtos totais de britagem e outros que, embora selecionados, não possuam todas as características necessárias para a base do pavimento, solos estabilizados mecanicamente, com cimento, cal, ou simplesmente por material selecionado de empréstimo ou jazida. * Base - camada constituinte da estrutura do pavimento, situada logo acima da sub-base; a sub-base poderá ser constituída por materiais granulares graúdos, tais como: pedregulhos, cascalhos e produtos de britagem, entre outros, estabilizados mecanicamente mediante misturas com produtos de britagem, cimento, cal ou materiais betuminosos. * Revestimento - camada constituinte da estrutura do pavimento, situada sobre a base, formando a superfície de rolamento; o revestimento pode ser constituído por tratamento superficial, binder e concreto asfáltico, ou soente por concreto asfáltico. * Tratamento Superficial - revestimento de baixo custo, constituído por camada de agregado aplicada sobre ligante betuminoso; o tratamento superficial pode ser constituído por aplicação simples, dupla, tripla e, eventualmente, em maior número. * Concreto Asfáltico - revestimento nobre constituído por mistura íntima de agregados com material betuminoso de características rigorosamente controladas. * Binder - camada constituinte da estrutura do pavimento, situada entre a base e a camada de rolamento, utilizda nos casos em que a espessura requerida para o pavimento é elevada. * Pintura de Ligação - aplicação de material betuminoso sobre a superfície da base ou revestimento betuminoso antes da execução de nova camada butuminosa, objetivando promover a aderência entre esta e a camada subjacente. * Imprimação Impermeabilizante (ou Imprimadura Impermeabilizante) - aplicação de material betuminoso sobre a superfície da base, antes da execução do revestimento betuminoso, objetivando aumentar a coesão da superfície da base pela penetracão deste material, promover condições de aderência entre o revestimento e a base, bem como impermeabilzar esta última camada.

  : (projeto de pavimentação) pavimento pouco deformável, constituído ♦ Pavimento Rígido

  5

  pelas camadas de sub-leito, reforço do sub-leito, sub-base e placas de concreto. * Sub-Base

  

do Pavimento Rígido - camada situada imediatamente abaixo das placas de concreto; a sub-

  base pode ser constituída por materiais britados in natura, solo-cimento ou materiais britados, estabilizados com cimento, asfalto ou cal no caso de solos, ou ainda mediante misturas com outros materiais. * Placas de Concreto - placas de concreto simples, armado ou protendido, interligadas por juntas longitudinais e transversais; as juntas longitudinais têm por função combater as tensões geradas por variações de temperatura e umidade; já as juntas transversais combatem a fissuração gerada pela retração do concreto.

  : pavimentos constituídos por paralelepípedos ou ♦ Pavimento Semi-Flexível (ou Articulado)

  5

  blcos de concreto pré-moldados, assentes sobre as camadas de base, sub-base, reforço do sub-leito e sub-leito.

  : atividade que envolve a apuração das causas que motivaram determinado evento ou ♦ Perícia

  1

   da asserção de direitos.

  

  ♦ Pesquisa : atividade que envolve a investigação minudente , sistemática e metódica para

  1

  elucidação ou conhecimento dos aspectos técnicos e/ou científicos de determinado processo, fenômeno ou fato.

  : (rebaixamento do lençol freático) erosão interna ou carreamento de partículas de ♦ Piping

  5 solo pela percolação de água, causando a formação de canais no interior do maciço.

  : (estruturas metálicas) chapa soldada na extremidade inferior da coluna, ♦ Placa de Base

  5

  capaz de transmitir os esforços à fundação em valores compatíveis com a estrutura de concreto. ♦ Planejamento : atividade que envolve a formulação sistematizada de um conjunto de

  1

  decisões devidamente integradas, expressas em objetivos e metas e que explicita os meios disponíveis e/ou necessários para alcançá-los, num determinado prazo.

  : ♦ PlantaPoço Injetor : (rebaixamento do lençol freático) sistema composto por dois tubos

  5

  concêntricos instalados em pré-furo. Na extremidade inferior do tubo externo é acoplado um fitro, e na extremidade inferior do tubo interno são instalados o “bico injetor Venturi” e o obturador. Todo o conjunto é apoiado no topo do filtro, formando um espaço confinado. A sucção da água do lençol é realizada pela subpressão obtida pela circulação forçada de água. ♦ Poço Profundo : (rebaixamento do lençol freático) poço constituído por tubo perfurado,

  5

  envolto em material filtrante granular, instalado em pré-furo. O rebaixamento é feito através de bomba conectada no tubo. ♦ Poligonal : (topografia) seqüência de vértices de coordenadas implantada a partir de

  5

  medidas de distâncias e ângulos realizadas com métodos e critérios que garantam uma precisão compatível com a natureza dos trabalhos.

  : (rebaixamento do lençol freático) tubos perfurados e dotados de ♦ Ponteiras Filtrantes

  5

  filtros, instalados no terreno a pequenas distâncias entre si e ligados a uma central de bombeamento através de um coletor.

  : (projeto de instalações elétricas) ponto de junção entre as linhas da ♦ Ponto de Entrega

  5 concessionária de energia elétrica e a instalação particular.

  ♦ Ponto de Detalhe : (topografia) qualquer ponto que represente algum detalhe importante no

  5 terreno levantado.

  : (projeto de sistema de antenas coletivas de TV e FM) pontos ♦ Pontos Receptores

  5 destinados ao acoplamento dos aparelhos de TV e FM ao sistema de antenas coletivas.

  ♦ Porta Corta-Fogo : (projeto de instalação de prevenção e combate a incêndio) dispositivo

  5

  móvel que tem por objetivo vedar aberturas em paredes e retardar a propagacão do fogo, calor e gases de um ambiente para outro.

  : é a determinação ou ordem de competência regimental de Presidente de ♦ Portaria

  : equipamentos destinados a misturar os canais e equalizar os sinais ♦ Pré-Amplificadores

  5

  recebidos das fontes de programa, repassando-os ao amplificador; ao pré-amplificador serão 21 conectados os módulos de comando e as fontes de programa. * Amplificador - dispositivo 22 Asserção: confirmação; alegação; argumentação (Aurélio). capaz de receber o sinal de audio de uma fonte independente e amplificá-lo para distribuição aos sonofletores; o amplificador assume também a função de compatibilizar as impedâncias dos diversos diversos sonofletores de um mesmo circuito de audio.

  : atividade inicial necessária a um outra. ♦ Preparação

  1

  : atividade que envolve o tratamento e/ou transformação ♦ Produção Técnica Especializada

  1

  de matéria prima, através de princípios técnicos, pelo manuseio, ou a utilização de equipamentos, gerando produtos acabados ou semi-acabados, isoladamente ou em série.

  : (1 - geral) é a relação do conjunto de condições e necessidades ♦ Programa de Necessidades

  5

  que, convenientemente conjugados, caracterizam e originam o tema que se executar. (2- projeto de arquitetura) relação dos espaços, seu dimensionamento, sua correlação e suas características, que serão necesários à realização das atividades a serem abrigadas por uma edificação. Estes espaços serão definidos a partir da análise da entidade a ser instalada na edificação, e da determinação de sua estrutura organizacional (objetivos, funções e atividades), seus usuários, seus equipamentos e os fluxos do seu funcionamento. (3 - projeto de interiores) relação dos espaços e suas características referentes à ambientação, necessários à realização das atividades previstas em uma determinada edificação.

  : atividade necessária à materialização dos meios através de princípios teçnicos e ♦ Projeto

  1

  científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e às alternativas que conduzem à viabilidade da decisão. ♦ Projeto de Arquitetura : conjunto de elementos gráficos que visa organizar e disciplinar a

  5

  construção dos espaços arquitetônicos, de modo a viabilizar e promover o desenvolvimento das atividades enunciadas no programa de necessidades da edificação.

  : conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão ♦ Projeto Básico

  3

  adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos estudos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução, devendo conter os seguintes elementos: a) desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza; b) soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem; c) identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra, bem como suas especificações que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução; d) informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais para a obra, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução; e) subsídios para a montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso; f) orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados.

  : é o conjunto de elementos que define a obra, o serviço ou o complexo de ♦ Projeto Básico

  4

  obras e serviços que compõem o empreendimento, de tal modo que suas características básicas e desempenho almejado estejam perfeitamente definidos, possibilitando a estimativa de seu custo e prazo de execução (Art. 1º); o Projeto básico é uma fase perfeitamente definida de um conjunto mais abrangente de estudos e projetos, precedido por estudos preliminares, anteprojeto, estudos de viabilidade técnica, econômica e avaliação de impacto ambiental, e sucedido pela fase de projeto executivo ou detalhamento. As principais características do Projeto Básico são: a) desenvolvimento da alternativa escolhida como sendo viável, técnica, econômica e ambientalmente, e que atenda aos critérios de conveniência de seu proprietário e a sociedade; b) fornecer uma visão global da obra e identificar seus elementos constituintes de forma precisa; c) especificar o desempenho esperado da obra; d) adotar soluções técnicas, quer para o conjunto, quer para as suas partes, devendo ser suportada por memórias de cálculo e de acordo com critérios de projeto pré- estabelecidos de modo a evitar e/ou minimizar reformulações e/ou ajustes acentuados durante sua fase de execução; e) identificar e especificar, sem omissões, os tipos de serviços a executar, os materiais e equipamentos a incorporar à obra; f) definir as quantidades e os custos de serviços e fornecimentos com precisão compatível com o tipo e porte da obra, de tal forma a ensejar a determinação do custo global da obra com precisão de mais ou menos 15% (quinze por cento); g) fornecer subsídios suficientes para a montagem do plano de gestão da obra; h) considerar, para uma boa execução, métodos construtivos compatíveis e adequados ao porte da obra; i) detalhar os programas ambientais, compativelmente com o porte da obra, de modo a assegurar a sua implantação de forma harmônica com os interesses regionais.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e ♦ Projeto do Canteiro de Obras

  5 disciplinar a execução e o arranjo operacional dos componentes do canteiro de obras.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e ♦ Projeto de Comunicação Visual

  5

  disciplinar a execução de sistemas de comunicação visual, de modo a orientar o usuário no espaço arquitetônico da edificação ou conjunto de edificações. ♦ Projeto de Demolição : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e disciplinar os

  5

  métodos e a seqüência de operações executivas a serem aplicadas na demolição total ou parcial de uma edificação, bem como os reforços e proteções de instalações ou edificações vizinhas ou partes remanescentes da edificação. ♦ Projeto de Estrutura : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e disciplinar a

  5 execução da parte da edificação considerada resistente às ações e coações atuantes.

  : o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execucão completa ♦ Projeto Executivo

  3

  da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

  : é a definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema ♦ Projeto Executivo

  5

  objeto do projeto e sua apresentação gráfica, de maneira a esclarecer perfeitamente a execução, montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. Todos os projetos (abrangidos pelas Práticas DASP) serão desenvolvidos de maneira harmônica e compatibilizados entre si, atendendo aos seguintes critérios gerais de projeto: a) apresentar um sistema racional de execução, observando as possibilidades de expansão, mudanças de uso e reformas; b) estabelecer, sempre que possível, um sistema de modulação; c) adotar soluções técnicas contrutivas compatíveis com o local de execução da edificação; d) utilizar materiais e componentes adequados à realidade regional e ao objetivo da edificação; e) adotar soluções que apresentem fácil manutenção, conservação e limpeza; f) adotar soluções que apresentem segurança; g) adotar soluções econômicas, de acordo com a disponibilidade financeira.

  : é o conjunto de elementos gráficos ♦ Projeto de Coleta e Disposição de Resíduos Sólidos

  5

  que visa definir e disciplinar a instalação de sistemas de coleta e disposição de resíduos sólidos domésticos.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e disciplinar a ♦ Projeto de Fundação

  5 execução de sistema estrutural que transmite ao terreno as cargas da estrutura da edificação.

  ♦ Projeto Geométrico de Sistemas Viários : conjunto de elementos gráficos que visa definir

  5

  e disciplinar o traçado e a locação de sistemas viários. * Seção-Tipo - seção transversal de vias ou estacionamentos, contendo a largura, declividade transversal, posição de passeios, canteiros centrais e outros elementos necessários à perfeita definição de sua geometria. *

  

Greide ou Alinhamento Vertical - posição final da plataforma das vias em relação ao

  terreno original, terraplenado ou não; normamente é representado pelas cotas dos eixos das vias ao longo de um estaqueamento e composto por trechos retos, ou seja, tangentes verticais, trechos de concordância, ou seja, curvas verticais. * Estaquamento ou

Alinhamento Horizontal - posicionamento, em planta, dos eixos das vias compostos por

  trechos retos, ou seja, tangentes horizontais concordadas por curvas de determinados raios horizontais; no total, a extensão das vias normalmente é subdividido em módulos iguais, denominados estacas. * Pontos Característicos - Pontos notáveis de um alinhamento horizontal, como pontos de começo de curva circular (PCs), pontos de interseção das tangentes horizontais (PIs), pontos de término de curva circular (PTs); para o alinhamento vertical é usual definirem-se pontos de começo de curva vertical (PCVs), pontos de interseção de tangentes verticais (PIVs) e pontos de término de curva vertical (PTVs); também podem ser diferenciados dos demais os pontos nde se iniciam, onde se cruzam e onde terminam as vias. * Seções Transversais - rasultado da aplicação da seção-tipo estaca a estaca do alinhamento horizontal, mostrando a posição da plataforma para o greide definido, em relação ao terreno. ♦ Projeto de Instalação de Água Fria - conjunto de elementos gráficos que visa organizar e

  5 disciplinar a instalação de sistemas de recebimento, reservação e distribuição de água fria.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa ♦ Projeto de Instalação de Água Quente

  5

  definir e disciplinar a instalação de sistemas de aquecimento, reservação e distribuição de água quente.

  : é o conjunto de elementos ♦ Projeto de Instalação de Drenagem de Águas Pluviais

  5

  gráficos que visa definir e disciplinar a instalação de sistemas de captação, condução e afastamento de águas pluviais de superfície e de infiltração. ♦ Projeto de Instalação de Esgotos Sanitários : é o conjunto de elementos gráficos que visa

  

5

  definir e disciplinar a instalação de sistemas de coleta, condução e afastamento dos despejos de esgotos sanitários. ♦ Projeto de Instalação de Prevenção e Combate a Incêndio : é o conjunto de elementos

  5

  gráficos que visa definir e disciplinar a instalação de sistemas de prevenção e combate a incêndio, de modo a enquadrar a edificação dentro dos limites mínimos de segurança com as atividades nele desenvolvidas.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa ♦ Projeto de Instalações de Ar Comprimido

  

5

  definir e disciplinar a instalação de sistemas de geração, reservação e distribuiçào de ar comprimido.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e ♦ Projeto de Instalações Elétricas

  5

  disciplinar a instalação de sistemas de recebimento, distribuição e utilização de energia elétrica em edificações.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa ♦ Projeto de Instalações de Gás Combustível

  

5

  definir e disciplinar a instalação de sistemas de geração, reservação e distribuição de gás combustível. ♦ Projeto de Instalações de Oxigênio : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e

  5 disciplinar a instalação de sistemas de geração, reservação e distribuição de oxigênio.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e ♦ Projeto de Instalações de Vácuo

  5 disciplinar a instalação de sistemas de geração, reservação e distribuição de vácuo.

  ♦ Projeto de Instalações de Vapor : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e

  5 disciplinar a instalação de sistemas de geração e distribuição de vapor.

  : é o conjunto de ♦ Projeto de Instalações de Sistema de Ar Condicionado Central

  5

  elementos gráficos que visa definir e disciplinar a execução e instalação de sistemas de captação, tratamento e distribuição de ar condicionado em ambientes fechados da edificação.

  : é o conjunto de ♦ Projeto de Instalação de Sistema Compactador de Resíduos Sólidos

  5

  elementos gráficos que visa definir e disciplinar a instalação de compactadores de resíduos sólidos e seus complementos. ♦ Projeto de Instalações de Ventilação Mecânica : é o conjunto de elementos gráficos que

  5

  visa definir e disciplinar a instalação de sistemas mecânicos de remoção ou introdução e distribuição de ar em ambientes fechados da edificação. ♦ Projeto de Interiores : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e disciplinar a

  5

  execução e instalação de componentes de ambientação, de modo a implementar e qualificar os espaços arquitetônicos da edificação.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e disciplinar o ♦ Projeto de Paisagismo

  5

  uso dos espaços externos e a recomposição da paisagem, de modo a integrá-la com o edifício ou conjunto de edifícios, protegendo e conservando o solo e contribuindo para o conforto ambiental e caracterizando o uso da vegetação.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e disciplinar ♦ Projeto de Pavimentação

  5

  a execução das camadas situadas acima do sub-leito, de modo a garantir a circulação confortável e segura dos veículos.

  : é o conjunto de elementos ♦ Projeto de Sistema de Antenas Coletivas de TV e FM

  5

  gráficos que visa definir e disciplinar a instalação de antenas para recepção de sinais de televisão e freqüência modulada e rede de distribuição destes sinais aos diversos pontos receptores.

  : é o conjunto de elementos gráficos que ♦ Projeto de Sistema de Circuito Fechado de TV

  5

  visa definir e disciplinar a instalação de receptores, central de monitores e rede de distribuição de imagens, de modo a cobrir adequadamente as áreas de visualização. ♦ Projeto de Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio : é o conjunto de elementos

  5

  gráficos que visa definir e disciplinar a instalação de dispositivos de detecção e alarme de incêndio.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e ♦ Projeto de Sistema de Elevadores

  5

  disciplinar a instalação de sistemas mecânicos de elevadores para o transporte de pessoas, materiais e cargas em geral na edificação.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa ♦ Projeto de Sistemas de Escadas Rolantes

  

5

  definir e disciplinar a instalação de sistemas mecânicos de escadas rolantes para o transporte de pessoas na edificação.

  : é o conjunto de elementos ♦ Projeto de Sistema para Rebaixamento de Lençol Freático

  5

  gráficos que visa definir e disciplinar a instalação de equipamentos para rebaixamento de lençol freático, de modo a permitir a execução de obras e serviços abaixo da sua superfície. ♦ Projeto de Sistema de Relógios Sincronizados : é o conjunto de elementos gráficos que

  5

  visa definir e disciplinar a instalação de centrais horárias, relógios secundários e rede de interlização e distribuição do sistema.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e ♦ Projeto de Sistema de Sonorização

  5

  disciplinar a instalação de centrais de sonorização, rede de distribuição, sonofletores e demais equipamentos complementares, de modo a possibilitar a transmissão de sinais de áudio com a maior fidelidade possível aos ambientes da edificação.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e ♦ Projeto de Sistema de Telefonia

  5

  disciplinar a instalação de central privada de comutação telefônica, redes de tubulação e cabos, de modo a suprir as necessidades de comunicação telefônica de cada área da edificação.

  : é o conjunto de elementos gráficos que visa definir e ♦ Projeto de Terraplenagem

  5

  disciplinar a execução de movimentos de terra necessários à implantação de edificações e elementos de urbanismo.

  : (projeto de sistema de telefonia) tubulação vertical que se constitui na espinha ♦ Prumada

  5

  dorsal da tubulação telefônica do edifício e que corresponde, usualmente, à tubulação primária. * Poço de Elevação - tipo especial de prumada de edifício, de seção retangular, que possibilita a instalação de mais de um cabo telefônico.

  &("+4!$ : elemento de fundação rasa, constituído de uma sapata associada que abrange todos

  ♦ Radier

  5 os pilares da obra.

  : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) caixa dotada de grelha na parte ♦ Ralo

  5

  superior, destinada a receber águas pluviais. * Ralo Hemisférico - ralo cuja grelha tem forma hemisférica, utilizado em locais com possibilidade de entupimentos freqüentes. (projeto de instalação de esgotos sanitários) Ralo - caixa dotada de grelha na parte superior destinada a receber despejos de águas de chuveiros ou de lavagem de piso.

  : (projeto de instalação de esgotos sanitários) canalização destinada a ♦ Ramal de Descarga

  5

  receber efluentes de dois ou mais ramais de descarga. * Ramal de Esgoto - canalização destinada a receber efluentes de dois ou mais ramais de descarga. ♦ Realimentação Acústica( Microfonia) : (projeto de sistema de sonorização) fenômeno

  5

  decorrente da realimentação do microfone pela reflexão do sinal emitido, reamplificando-o até o sistema entrar em oscilação. ♦ Recalque Diferencial : diferença entre os recalques totais sofridos por dois pontos

  5 quaisquer das fundações do edifício.

  ♦ Recalque Diferencial Específico (ver Distorção Angular).

  : deslocamento vertical sofrido pela parte superior (topo) das fundações, em ♦ Recalque Total

  5

  relação a um nível de referência criterioso e indeslocável. Normalmente as medidas de recalque total são tomadas do centro geométrico da fundação ou da face dos pilares.

  • (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) elemento no piso ♦ Receptáculo

  5 destinado a receber águas pluviais das coberturas, em queda livre.

  ♦ Receptor : (projeto de sistema de circuito fechado de TV) equipamento contituídopelo

  5 conjunto câmara-objetiva responsável pela captação e geração de imagens.

  : (projeto de instalação de água fria) conjunto de tubulações e ♦ Rede de Distribuição

  5

  dispositivos destinados a conduzir e distribuir água fria, desde a primeira derivação do alimentador ou reservatório até os pontos de utilização, geralmente constituída por barriletes, colunas de distribuição, ramais e sub-ramais. (projeto de sistema de sonorização) veículo de transmissão dos sinais de audio da central de sonorização ao sonofletores, sendo constituído por todos os cabos e redes de dutos de suporte e proteção. (projeto de sistema de relógios sincronizados) constitui-se de toda a rede de tubulação e fios que interliga a central horária com a rede de relógios secundários. (projeto de sistema de antenas coletivas de TV e FM) conjunto de dutos, caixas de passagem, cabos e acopladores que interligam o painel processador com os pontos receptores. (projeto de sistema de circuito fechado de TV) conjunto de linhas de transmissão, comando, amplificadores de linha e rede de dutos que conecta os receptores à central de monitores. ♦ Referência de Nível : (topografia) materialização, no terreno, de pontos que identifiquem o

  5

  sistema de cotas adotado para a altimetria do levantamento topográfico; tais pontos garantem a precisão dos níveis, greides, soleiras e outros elementos de projeto, quando da implantação no terreno.

  : (projeto de sistema de sonorização) nível de pressão sonora no eixo do ♦ Rendimento

  5

  sonofletor, a um metro de distância, com um sinal de 1.000 Hz, fornecendo 1 (um) Watt ao sonofletor.

  : (projeto de sistema de relógios sincronizados) unidades que não possuem base ♦ Repetidores

  5 de tempo, tendo a função de receber o pulso gerado pela central horária e amplificá-lo.

  ♦ Reserva de Incêndio : (projeto de instalação de prevenção e combate a incêndio)

  5 quantidade de água destinada exclusivamente para o combate a incêndios.

  : (projeto de instalação de água fria) depósito de água destinado a compensar ♦ Reservatório

  5

  diferenças entre vazões de abastecimento e consumo, e proporcionar distribuição contínua sob pressões adequadas, inclusive durante período de paralização do abastecimento.

  : é o ato normativo de competência exclusiva do Plenário do CONFEA, ♦ Resolução

  6 destinado a explicitar a Lei, para sua correta execução e para disciplinar os casos omissos.

  : (projeto de interiores) elementos que cobrem uma superfície, a ela ♦ Revestimentos

  5 incorporados após sua execução.

  : (projeto de instalação de prevenção e combate a incêndio) classificação do estado de ♦ Risco

  5

  perigo em relação à possibilidade de incêndio em determinado ambiente. * Risco Isolado - risco de maior perigo de propagação de incêndio em um compartimento, separado dos demais da edificação. * Classe de Ocupação - classificação do risco de incêndio em função do tipo de uso da edificação que, de acordo com o Instituto de Resseguros do Brasil - IRB, está dividido em 13 (treze) classes de ocupação, conforme a 3ª parte da Tarifa de Seguro. *

  Classe de Proteção - classificação do nível de proteção que a instalação de proteção e combate a incêndio proporciona à edificação, de acordo com o IRB.

  ♦ Rufo : (projeto de instalação de drenagem de águas pluviais) arremate que cobre a junção de

  5

  componentes da edificação, como paredes e coberturas, e que evita a pentração de águas pluviais nas construções.

  &("+4!$ : elemento de fundação rasa, dimensionado de modo a que as tensões de tração nele

  ♦ Sapata

  5 produzidas requeram o emprego de armação. Sua espessura pode ser constante ou variável.

  : elemento de fundação rasa, comum a vários pilares ou carregamentos ♦ Sapata Associada

  5 distribuídos, cujos centros, em planta, não estão situados em um mesmo alinhamento.

  : o seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas por ♦ Seguro-Garantia

  3 empresas em licitações e contratos.

  ♦ Sensor Automático de Ganho : dispositivo pelo qual o incremento de sinal, em transmissão

  5 de um ponto para outro, é ajustado automaticamente.

  : (projeto de sistema de circuito fechado de TV) dispositivos acoplados ao sistema ♦ Sensores

  5

  de circuito fechado de TV, que sinalizam a violação de regiões de segurança, bem como interrompem uma seqüência de imagens dos monitores nos pontos violados para melhor identificação e possível gravação em vídeo (gravador de evento).

  : toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a ♦ Serviço

  3

  administração, tais como: demolição, conserto, instalação, montagem, operação, con- servação, reparação, adaptação, manutenção, transporte, locação de bens, publicidade, seguro ou trabalhos técnico-profissionais.

  : atividade executiva ou forma de composição, fixação e aplicação de materiais e ♦ Serviço

  5

  equipamentos na edificação definida através de seu aspecto físico e características de montagem. ♦ Serviços Preliminares : (terraplenagem) operações de desmatamento, destocamento e

  5 limpeza do terreno, destinadas ao preparo para execucão das operacões de corte ou aterro.

  : (projeto de instalação de esgotos sanitários) fecho hídrico para vedar a passagem de ♦ Sifão

  5

  gases. * Caixa Sifonada - caixa dotada de fecho hídrico, destinada a receber efluentes de aparelhos sanitários e águas de lavagem de piso.

  : (projeto de instalações de sistema de ar condicionado ♦ Sistema de Ar Condicionado

  5

  central) sistema que produz ar, cujas condições de temperatura, umidade e pureza são simultaneamente mantidas sob controle. * Sistema de Ar Condicionado para Conforto - sistema que produz ar condicionado de modo a proporcionar conforto térmico aos usuários do ambiente beneficiado. * Sistema de Ar Condicionado Especial - sistema que produz ar de modo a proporcionar as condições exigidas pelo processo industrial ou atividades especiais desenvolvidas no ambiente beneficiado. * Sistema de Ar Condicionado por

  

Expansão Direta - sistema de ar condicionado por processo de tratamento em que a troca de

  calor entre o ar e o gás refrigerado se realiza através de agente intermediário; o agente intermediário é a água gelada, que troca calor com o ar depois de trocar calor com o gás

   refrigerante .

  : conjunto de mensagens visuais organizado segundo uma ♦ Sistema de Comunicação Visual

  5

  linguagem gráfica programada para fornecer informações sobre as funções e atividades desenvolvidas na edificação. * Elementos Básicos do Sistema de Informação - elementos do sistema que, usados em conjunto ou separadamente, compõem as mensagens a ser transmitidas; esses elementos são: a) alfabeto padrão; b) pictogramas; c) signos direcionais; d) código cromático; e) mapa índice; f) suporte de informação. * Alfabeto Padrão - alfabeto cujas características de desenho permitem boa legibilidade a curta, média e longa distância, utilizadopara normalização de todas as mensagens escritas do sistema de informação. *

  Pictograma - representação gráfica de funções, atividades e serviços. Usa-se como

  comunicação visual universal e imediata de fácil percepção à distância e alta legibilidade. *

  

Signo Direcional - símbolo gráfico utilizado para indicar direção. * Código Cromático -

  sistemas de cores com significado pré-estabelecido. * Mapa Índice - quadros e mapas indicadores que informam a ocupação da edificação por pavimento, ou a distribuição das atividades no pavimento, destinando-se a orientar o usuário na sua localização e orientação na edificação. * Suporte de Informação - veículo utilizado para transmissão de mensagens do sistema de comunicação adotado: placas, postes, paredes, pisos e outros. ♦ Sistema de Distribuição com Recirculação : (projeto de instalações de água quente)

  5

  sistema de distribuição que dispõe de circuito de água quente, de forma a mantê-la sempre aquecida nos pontos de consumo. * Circuito de Água Quente - conjunto de tubulações interligadas de modo a formar um percurso fechado para a movimentação de água quente. ♦ Sistema de Modulação : (projeto de arquitetura) sistema de dimensões combinadas,

  5

  múltiplas de uma unidade, que podem ser adotadas para os diversos componentes da edificação.

  : via ou conjunto de vias e estacionamentos, complementares ao edifício ou ♦ Sistema Viário

  5

  conjunto de edifícios, destinado à circulação de veículos e / ou pedestres. * Via Interna - ligação que permite a circulação de veículos no interior de uma área considerada. * Via de

  

Acesso - conexão do sistema viário interno com o sistema viário principal ou circunvizinho.

  • Estacionamento - área do sistema viário destinada a alojar veículos dentro da área considerada.

  ♦ Solda Elétrica Manual : (estruturas metálicas) processo manual constituído da fusão de um

  5

  eletrodo especialmente preparado, nos elemento a ser unidos, mediante a utilização de 23 corrente elétrica alternada ou contínua.

  

O gás refrigerante se “resfria” novamente em contato com a água gelada (ele se aquece no processo de resfriar o

ar, que perde calor); a água gelada se aquece, e é encaminhada para as torres de resfriamento para, a seguir, perder

  : (projeto de sistema de sonorização) elementos terminais do sistema, ♦ Sonofletores

  5

  responsáveis pela difusão dos sinais de áudio gerados pela central de sonorização. * Ângulo

  

de Cobertura do Sonofletor - ângulo obtido através da curva polar do sonofletor, nos

  pontos em que a variação do nível sonoro for inferior a C 3 dB (decibéis), medidos a partir do seu eixo. ♦ Subestação : (projeto de instalações elétricas) conjunto de equipamentos elétricos, incluindo

  5

  local e edificação que os abriga, destinado a medir e controlar a energia elétrica ou transformar as suas características.

  &("+4!$ Talude : superfície inclinada do terrapleno, podendo ser resultante de corte ou aterro.

  5 ♦ Tarefa : quando se ajusta mão-de-obra para pequenos trabalhos por preço certo e total.

  3

  : relação existente entre a área de projeção horizontal da edificação e a ♦ Taxa de Ocupação

  5 área do lote.

  ♦ Taxa de Benefícios e Despesas Indiretas : (orçamento) taxa correspondente a despesas

  5

  indiretas e remuneração ou lucro para a execução de serviços, incidente sobre a soma dos custos de materiais, mão-de-obra e equipamentos. ♦ Taxa de Leis Sociais : (orçamento) taxa correspondente a despesas com encargos sociais e

  5 trabalhistas, conforme a legislação em vigor, incidente sobre o custo de mão-de-obra.

  : tempo necessário para obter-se uma atenuação de 60 dB ♦ Tempo de Reverberação

  5

  (decibéis) após o fim da irradiação da fonte; na prática, 60 dB de atenuação representam um som totalmente inaudível. ♦ Tensão Admissível em Fundações Diretas : aplicada sobre o terreno de fundação nas

  

5

  condições específicas de cada caso, provoca apenas recalques e distorções angulares que a construção pode suportar sem inconvenientes e, simultaneamente, oferece um coeficiente de segurança satisfatório contra a ruptura ou o escoamento do solo. ♦ Terraplenagem : conjunto de operações executivas de escavação, transporte, distribuição e

  5

  compactação de volumes de solo ou material rochoso, de maneira a adaptar a conformação natural do terreno às condições finais de implantação da obra. ♦ Terrapleno : terreno resultante da terraplenagem.

  5

  : estruturas lineares cujas barras são dispostas de tal forma que, ♦ Tesouras ou Treliças

  5

  quando as cargas se aplicam nos nós da estrutura, desprezando certos efeitos secundários, sejam solicitadas somente por esforços normais (compressão e tração). * Treliças Planas - estruturas (formadas por barras interligadas) que têm os eixos de todas as suas barras situados no mesmo plano.* Treliças Espaciais - estruturas (formadas por barras interligadas) cujos eixos das barras não estão todos num mesmo plano.* Montante ou

  

Pendural - barras verticais que constituem parte das treliças.* Diagonais - peças inclinadas

  internas que constituem parte das treliças.* Banzo superior, Perna ou Empena - peça superior que constitue parte da treliça. ♦ Tolerância : (topografia) erro máximo permitido para o fechamento linear, angular ou

  5

  altimétrico de uma poligonal. * Tolerância Linear - fixada por uma relação do tipo #L/L, onde #L é o erro de fechamento linear e L é a extensão da poligonal. * Tolerância Angular

  • fixada por uma expressão α n , onde α é um ângulo definido basicamente em função da precisão nominal do aparelho, e n é o número de vértices na poligonal. * Tolerância

  

Altimétrica - fixada por uma expressão do tipo n K , onde n é uma diferença de nível em

milímetros e K é a extensão nivelada, em quilômetros.

  : é modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ♦ Tomada de Preços

  3

  ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação.

  : (projeto de instalações de ar comprimido / projeto de instalações ♦ Torre de Resfriamento

  5

  de vácuo) equipamento destinado à recuperação da água de resfriamento pela troca de calor com o ar exterior. .Ver também Condicionador de Ar.Trincheira Impermeável : (rebaixamento do lençol freático) trincheira contínua, pre-

  5

  enchida com material impermeável, implantada ao redor da obra que se quer executar. A trincheira impermeável é normalmente executada através de paredes-diafragma, estacas justapostas e estacas-prancha. ♦ Trocador de Calor Intermediário e Posterior : (projeto de instalações de ar comprimido)

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  equipamento destinado ao resfriamento de ar comprimido, acoplado a compressores; o resfriamento se realiza pela troca de calor entre o ar comprimido e a água em circulação. ♦ Tubo Drenante : (rebaixamento do lençol freático) tubo poroso ou perfurado instalado

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  previamente em valeta central ou lateral à área a ser escavada. O rebaixamento é feito através de bombas instaladas na superfície e conectadas às extremidades dos tubos drenantes.

  : (projeto de instalação de esgotos sanitários) canalização vertical destinada ♦ Tubo de Queda

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  a receber efluentes de subcoletores, ramais de esgoto e ramais de descarga. * Subcoletor - canalização destinada a receber um ou mais tubos de queda ou ramais de esgoto. * Coletor - canalização compreendida entre a última inserção de subcoletor, ramal de esgoto ou de descarga e a rede pública ou local de lançamento dos despejos. ♦ Tubo Ventilador : (projeto de instalação de esgotos sanitários) canalização ascendente

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  destinada a permitir o acesso do ar atmosférico ao interior das canalizações de esgoto e a saída de gases dessas canalizações, bem como impedir a ruptura do fecho hídrico dos desconectores. ♦ Tubulão : elemento estrutural de fundação profunda, implantado por abertura e concretagem

  5

  de um poço no terreno, ou fazendo descer, por escavação interna ou cravação com equipamento, um tubo (camisa) geralmente de concreto armado ou de aço, que é posteriormente cheio, parcial ou totalmente, de concreto simples ou armado.

  &("+4!$ : (projeto de instalações de gás combustível / projeto de

  ♦ Unidade Completa Unificada

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  instalações de vapor / projeto de instalações de ar comprimido / projeto de instalações de vácuo / projeto de instalações de oxigênio) conjunto completo de equipamentos, acessórios, instrumentos de segurança e controle, tubulações e fiações, projetado e fornecido pelo fabricante do equipamento principal, em condições de utilização imediata e com garantia de desempenho previamente estabelecido.

  : (projeto de instalações de gás combustível) equipamento de ♦ Unidade Vaporizadora

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  vaporização ou gaseificação do GLP, baseado em aquecimento a vapor, água quente ou chama de gás. (projeto de instalações de oxigênio) equipamento de vaporização do oxigênio líquido com aquecimento a vapor ou ar atmosférico.

  : (projeto de arquitetura) pessoas que participam da realização das atividades, ♦ Usuário

  5 trabalhando ou sendo atendidas.

  &("+4!$

  : (projeto de arquitetura) elementos verticais da edificação, internos ou externos, ♦ Vedação

  5

  para proteção e controle de iluminação e ventilação natural, visibilidade, acessos, segurança, proteção térmica e acústica e estanqueidade. Compreendem paredes, esquadrias e vidros.

  : vegetação original e característica de uma região. ♦ Vegetação Autóctone

  5 : vegetação autóctone ou que não se encontra na área de projeto.

  ♦ Vegetação Existente

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  ♦ Ventilação Natural : (projeto de instalações de ventilação mecânica) processo de renovação

  5

  de ar de um ambiente fechado estabelecido espontaneamente em função de pressões, temperatura ou ação dos ventos. * Ventilação por Gravidade - ventilação natural gerada por aberturas situadas na parte superior do ambiente ou da edificação e pela diferença da densidade do ar.

  : (projeto de instalações de ventilação mecânica) velocidade do ar ♦ Velocidade da Captura

  5 necessária para o transporte da partícula do agente contaminante à boca de captação.

  : (projeto de instalações de ventilação mecânica) processo de ♦ Ventilação Mecânica

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  renovação do ar de um ambiente fechado, estabelecido através de meio mecânico, visando o controle da pureza, teperatura, umidade, distribuição e odor do ar. * Ventilação por

  Insuflamento - processo de ventilação mecânica que introduz o ar de renovação no

  ambiente, estabelecendo no recinto beneficiado uma pressão maior que a exterior. *

Ventilação por Exaustão - processo de ventilação mecânica que remove o ar contaminado

  ou viciado do ambiente, estabelecendo no ambiente beneficiado uma pressão menor que a exterior. * Ar Contaminado (viciado) - ar que contém substância poluente ou que apresente concentração de qualquer de seus componente que possa causar mal estar ou desconforto ao usuário no ambiente. * Ar Exterior - atmosfera externa à edificação, de onde é retirado o ar de renovação do sistema de ventilação. * Ventilação por Diluição - processo de ventilação mecânica que introduz o ar de renovação no ambiente, mantendo a contaminação dentro de limites toleráveis pelo usuário do recinto; é utilizada quando não é possível eliminar o agente contaminante antes de se espalhar pelo ambiente. * Ventilação por Sistema Misto - processo de ventilação mecânica que utiliza a combinação de ventilação por insuflamento e por exaustão. * Ventilação por Exaustão Local - processo de ventilação mecânica que elimina o agente contaminante antes de se espalhar pelo ambiente.

  : (topografia) materialização no terreno de pontos que ♦ Vértices de Coordenadas

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  representam o sistema local de coordenadas plano-retangulares, escolhido para a representação do terreno em plantas de escalas apropriadas; tais vértices servem de base à locação dos projetos no terreno, garantindo uma precisão desejável no posicionamento em planta dos elementos projetados.

  : viga de fundação destinada primordialmente a absorver os esforços ♦ Viga Alavanca

  5 provenientes de excentricidade de carga do pilar em relação ao bloco ou sapata.

  ♦ Viga de Fundação : elemento de fundação rasa, comum a vários pilares, cujo centro, em

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  planta, está situado no mesmo alinhamento de dois ou mais pilares contíguos. Além das funções particulares indicadas nas definições de “Viga Alavanca”, “Viga de Travamento” e “Viga de Rigidez”, tem a finalidade de diminuir comprimentos de flambagem. ♦ Viga Mista : ligação solidária de perfis metálicos e laje de concreto armado, unidos através

  5 de conectores para resistir conjuntamente a esforços de flexão.

  : viga de fundação destinada primordialmente a absorver recalques ♦ Viga de Rigidez

  5 diferenciais, promovendo um aumento da rigidez do conjunto de fundação.

  ♦ Viga de Travamento : viga de fundação destinada primordialmente a repartir os esforços

  5 horizontais atuantes entre várias fundações vizinhas.

  : é a faculdade dos Conselheiros Federais e Regionais de tomarem conhecimento de ♦ Vista

  6 quaisquer das partes dos processos em curso nos Conselhos.

  : atividade que envolve a constatação de um fato, mediante exame circunstanciado ♦ Vistoria

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  e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, sem a indagação das causas que o motivaram.

  : é o ato de pronunciamento de cada um dos Conselheiros em plenário a respeito de ♦ Voto

  6 matéria submetida à decisão deste.

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