PLANO DE NEGÓCIO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SORVETERIA NO BAIRRO TRINDADE EM FLORIANÓPOLIS - Sc - BRASIL

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(1)UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA TATIANE AZZOLINI PLANO DE NEGÓCIO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SORVETERIA NO BAIRRO TRINDADE EM FLORIANÓPOLIS - Sc - BRASIL FLORIANÓPOLIS 2007

(2) TATIANE AZZOLINI PLANO DE NEGÓCIO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SORVETERIA NO BAIRRO TRINDADE EM FLORIANÓPOLIS — Sc - BRASIL Trabalho de Conclusão de Estágio apresentado A disciplina Estágio Supervisionado — CAD 5236, como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Administração da Universidade Federal de Santa Catarina. Prof. Orientador: Pedro da Costa Araujo FLORIANÓPOLIS 2007

(3) TATIANE AZZOLINI PLANO DE NEGÓCIO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SORVETERIA NO BAIRRO TRINDADE EM FLORIANÓPOLIS — Sc — BRASIL Este Trabalho de Conclusão de Estágio foi julgado adequado e aprovado em sua forma final pela Coordenadoria de Estágios do Departamento de Ciências da Administração da Universidade Federal de Santa Catarina, em 22 de Junho de 2007. Prof_ Dr_ Rudim. -on es da Rocha Coorden or Estágios Apresentada a. Banca Examinadora integrada pelos professores: Prof 1\e Pedr da Costa Araújo Orientador Prof. Dr. Rudim• ■)1,4 • 10.•, • Rocha Medn, Prof 1\42 Es eouFil o

(4) Aos meus pais, Osvino e Lucila, que sempre acreditaram em mim, sendo os responsáveis pela minha formação.

(5) "Deixe-me ir, preciso andar Vou por ai a procurar Rir pra não chorar Quero assistir ao sol nascer Ver as Aguas dos rios correr Ouvir os pássaros cantar Eu quero nascer, quero viver Deixe-me ir, preciso andar Vou por ai a procurar Rir pra não chorar Se alguém por mim perguntar Diga que eu so vou voltar Quando me encontrar" (Candeia)

(6) RESUMO AZZOLINI, Tatiana Plano de negócio para a implementação de uma sorveteria no bairro Trindade em Florianópolis — SC - Brasil. 2007. 92€ Trabalho de Conclusão de Estagio (Graduação em Administração). Curso de Administração, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2007. A elaboração deste projeto tem como finalidade pesquisar, analisar e desenvolver um plano de negócio para a implementação de uma sorveteria estilo anos 50, no bairro Trindade, em Florianópolis - Santa Catarina - Brasil_ Está composto, inicialmente, de fundamentação teórica, que constitui a base do projeto corn relação aos aspectos mereadológicos, jurídicos e legais, administrativos e econômico-financeiros. A metodologia utilizada foi preliminarmente exploratória e predominantemente descritiva conclusiva, fazendo uso do método da comunicação e da observação, além de intensa pesquisa bibliográfica. 0 desenvolvimento do projeto inicia com os aspectos mercadológicos, através da análise de unia pesquisa realizada com o mercado consumidor, visando estabelecer o seu perfil e suns preferências. Em seguida, são identificados os aspectos do mercado concorrente e fornecedor e estabelecido o local ideal pata a instalação do empreendimento. Nos aspectos jurídicos e legais encontram-se os passos necessários para a constituição legal de uma microempresa enquadrada no Simples Federal. Nos aspectos administrativos, foram definidos os cargos e funções dos sócios e colaboradores. E, por fim, nos aspectos econômico-financeiros, foi levantado e avaliado o investimento necessário para iniciar o empreendimento e sua projeção em três diferentes cenários. Concluiu-se, assim, que a implementação de uma sorveteria no bairro Trindade, em Florianópolis, é viável. Palavras-chave: Plano de negócio. Empreendedorismo. Sorveteria

(7) RESUMEN La elaboración de este proyecto tiene por finalidad investigar, analizar y desarrollar un plan de negocio para la implementación de una heladeria estilo década de 50, en el barrio Trindade, en Florianópolis - Santa Catarina - Brasil. Está compuesto inicialmente por la fundamentación teórica que constituye la base del proyecto con relación a los aspectos mereadológicos, jurídicos y legales, administrativos y económicofinancieros. La metodologia utilizada fue preliminannente exploratoria y predominantemente descriptiva conclusiva, usando el método de la comunicación y de la observación, además de intensa pesquisa bibliográfica. El desarrollo del proyecto empieza con los aspectos mercadológicos, a través del andlisis de una pesquisa realizada con el mercado consumidor, visando establecer su perfil y sus preferencias. En seguida, son identificados los aspectos del mercado concurrente y proveedor y establecido el local ideal para la instalación de la empresa. En los aspectos jurídicos y legales se encuentran los pasos necesarios para la constitución legal de una microempresa encuadrada en el Simples Federal. En los aspectos administrativos, fueron definidos los cargos y funciones de los socios y colaboradores_ Y, por fin, en los aspectos económicofinancieros, fue levantada y evaluada la inversión necesaria para empezar el negocio y su proyección en tres distintos escenafios. Se concluyó, asi, que la implementación de una heladeria en el barrio Trindade, en Florianópolis, es viable. Palabras-llave: Plan de negocio. Emprendedorismo. Heladeria.

(8) ABSTRACT The purpose of this project has is to research, analyze and develop a business plan for a 50± year's style ice cream parlor implementation in the Trindade neighborhood, in Florianópolis Santa Catarina - Brazil. It is initially composed of recital theoretical, that constitutes the base of the project related to the marketing, juridical and legal, administrative and economicfinancial aspects. The preliminarily research methodology was exploratory and predominantly descriptive conclusive, using the communication and comment methods, beyond intense bibliographical research. The project development initiates with the marketing aspects, through the analysis of a research carried through the consuming market, aiming at to establish it's profile and preferences. After that, the aspects of the competitive market and supplying are identified and then established the best place for the enterprise's installation. In the juridical and legal aspects, takes place the necessary steps for the legal constitution of a micro-company that fits the "Simples Federal". In the administrative aspects, the positions and functions of the partners and collaborators had been defined. And, finally, in the economic-financial aspects, was evaluated and checked the necessary investment to initiate the enterprise and it's projection in three different views. In conclusion, thus, the implementation of an ice cream parlor in the Trindade neighborhood, in Florianópolis, is viable. Keywords: Business plan_ Entrepreneurship. Ice cream parlor_

(9) LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 01: Sexo dos entrevistados 35 Gráfico 02: Idade dos entrevistados 36 Gráfico 03: Estado civil 37 Gráfico 04. Grau de instrução 38 Gráfico 05: Profissão 41 Gráfico 06: Renda familiar mensal 42 Gráfico 07: Número de dependentes 43 Gráfico 08: Freqüência do consumo de sorvete 42 Gráfico 09: Lugar de consumo de sorvete 43 Gráfico 10: Local usual de compra de sorvete 44 Gráfico 11: Percentual de quem decide comprar sorvete 45 Gráfico 12: Marca de sorvete mais consumida 46 Gráfico 13: Acompanhantes no consumo de sorvete 47 Gráfico 14: Fator determinante na escolha da marca 48 Gráfico 15: Tipo de apresentação do sorvete consumido pelos entrevistados 49 Gráfico 16: Sabor de sorvete preferido 50 Gráfico 17: Investimento médio mensal para consumo de sorvete 51 Gráfico 18: Meio de comunicação que mais influencia na compra 52 Gráfico 19: Tabulação cruzada entre as variáveis "investimento mensal em consumo de sorvete" e "profissão dos respondentes" 53 Gráfico 20: Tabulação cruzada entre as variáveis "idade dos entrevistados" e "freqüência de consumo de sorvetes" 55 Gráfico 21: Tabulação cruzada entre as variáveis "quantidade de dependentes do entrevistado" e "quem toma a decisão de compra do sorvete" 57 Gráfico 22: Tabulação cruzada entre as variáveis "sexo" e "fator determinante na escolha da marca do sorvete" 59

(10) LISTA DE QUADROS Quadro 01: Rank mundial de consumo de sorvete Quadro 02: Receita bruta acumulada em R$ Quadro 03: Etapas de abertura de uma empresa Quadro 04: Informações nutricionais linha Leite Quadro 05: Informações nutricionais linha Frutas 17 23 24 62 63 Quadro 06: Informações nutricionais linha Frozen Iogurte Quadro 07: Informações nutricionais linha Light 63 Quadro 08: Informações nutricionais linha Soya Ice Quadro 09: Concorrentes diretos 64 67 Quadro 10: Investimento Fixo 75 Quadro 11: Custo fixo mensal Quadro 12: Encargos sociais mensal 76 Quadro 13: Capital de giro 77 Quadro 14: Investimento inicial Quadro 15: Projeção de receita 77 64 76 78 Quadro 16: Custo dos produtos Quadro 17: Depreciação 79 Quadro 18: Simples Federal Quadro 19: DRE mensal 81 81 Quadro 20: DRE anual 82 Quadro 21: Fluxo de caixa 82 Quadro 22: Margem de contribuição mensal Quadro 23: Período de payback 83 80 84

(11) LISTA DE TABELAS Tabela 01: Sexo dos entrevistados Tabela 02: Idade dos entrevistados Tabela 03: Estado civil 35 36 37 Tabela 04: Grau de instrução Tabela 05: Profissão Tabela 06: Renda familiar mensal Tabela 07: Números de dependentes 38 Tabela 08: Freqüência de consumo de sorvete Tabela 09: Lugar de consumo de sorvete 42 Tabela Tabela Tabela Tabela 39 40 41 43 10: Local usual de compra de sorvete 11: Decisão de compra 44 12: Marca de sorvete mais consumida 46 13: Acompanhantes no consumo de sorvete 47 Tabela 14: Fator determinante na escolha da marca Tabela 15: Tipo de apresentação do sorvete consumido pelos entrevistados 45 48 49 Tabela 16: Sabor de sorvete preferido 50 Tabela 17: Investimento médio mensal para consumo de sorvete 51 Tabela 18: Meio de comunicação que mais influencia na compra 52 Tabela 19: Tabulação cruzada entre as variáveis "investimento mensal em consumo de sorvete" e "profissão dos respondentes" 54 Tabela 20: Tabulação cruzada entre as variáveis "idade dos entrevistados" e "freqüência de consumo de sorvetes" 56 Tabela 21: Tabulação cruzada entre as variáveis "quantidade de dependentes do entrevistado" e "quem toma a decisão de compra do sorvete" 58 Tabela 22: Tabulação cruzada entre as variáveis "sexo" e "fator determinante na escolha da marca do sorvete" 60

(12) SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 13 1.1 Objetivo Geral 13 1.2 Objetivos específicos 14 1.3 Justificativa 14 1.4 Estrutura do trabalho 15 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 16 2.1 0 sorvete 16 2.2 Empreendedorismo 18 2.3 Plano de negócio 19 2.4 Aspectos mercadológicos 20 2.4_1 Mercado Consumidor 20 14.2 Mercado Concorrente 20 14.3 Mercado Fornecedor 21 2.4.4 Localização 21 2.5 Aspectos jurídicos e legais 22 2.6 Aspectos administrativos 25 2.7 Aspectos econômico-financeiros 25 2.7.1 Investimento Inicial 25 2.7.2 Receita e custo do produto 26 2.7.3 Depreciação 26 2.7.4 Demonstração do Resultado do Exercício — DRE 27 2.7.5 Fluxo de 27 2.7.6 Ponto de equilíbrio 1 28 2_7.7 Payback 29 3 METODOLOGIA 30 3.1 Tipo de pesquisa 30 3.2 Técnicas e procedimentos para a coleta de dados 31 3.3 Definição do universo de pesquisa 32 3.4 Cálculo da amostra 33

(13) 3.5 Limitações 34 4. APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE RESULTADOS 35 4.1 Tabulação Simples 35 4.2 Tabulação Cruzada dos Dados 53 5 DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE NEGÓCIO 5.1 Caracterização da empresa 61 5.2 Caracterização do produto 5.3 Aspectos mercadológicos 62 5.11 Mercado Consumidor 5_3.2 Mercado Concorrente 65 66 5.3.3 Mercado Fornecedor 67 5.3.4 Localização 69 5.4 Aspectos jurídicos e legais 70 5.4.1 Identificação da empresa 5.4_2 Etapas para constituição da empresa 5.5 Aspectos administrativos 70 5.6 Aspectos econômico-financeiros 61 65 70 73 74 5_6.1 Investimento Inicial 5.6.2 Receita e custo do produto 74 5.6.3 Depreciação 80 5.6.4 Demonstração de resultados 5.6 5 Fluxo de caixa 81 82 5.6.6 Ponto de Equilíbrio 83 5.6.7 Payback 83 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS 85 REFERÊNCIAS 87 ANEXOS 90 78

(14) 13 1 INTRODUÇÃO 0 empreendedor não é apenas aquele que cria um novo produto ou abre uma nova empresa, mas também aquele que põe seus sonhos em prática. Para que esse sonho vire realidade é necessário que se desenvolva um projeto. Por isso, os planos de negócio são fundamentais para os empreendedores. É através dos projetos que as idéias começam a ganhar forma para que possam, de fato, se transformar em oportunidades de negócio. Aliando o espirito empreendedor aos conhecimentos acadêmicos, este plano de negócio tem como objetivo transformar uma idéia em oportunidade. A idéia de uma sorveteria moderna, chamada Cream, com ar de anos 50, que ofereça além de sorvetes, café da manhã, happy hours, e diversão noturna, surgiu da necessidade de apresentar um lugar divertido e aconchegante a um público mais "alternativo", que não encontra muitas opções de divertimento em Florianópolis. A escolha do tema "anos 50" foi a forma escolhida para brincar com uma época que não vivenciamos, mas que consagrou artistas e foi muito rica na moda e em produções cinematográficas e musicais, sendo referência até os dias de hoje_ Para a realização do plano de negócio, aproveitou-se uma pesquisa realizada no segundo semestre de 2005 por acadêmicos da 7' fase do curso de Administração da UFSC, na disciplina de Pesquisa Mercadológica. Assim, como problema de pesquisa, surge o seguinte questionamento: viável a implementação de uma sorveteria no bairro Trindade, em Florianópolis Santa Catarina - Brasil? 1.1 Objetivo Geral Pesquisar, analisar e desenvolver um plano de negócio para a implementação de uma sorveteria no bairro Trindade, em Florianópolis - Santa Catarina - Brasil.

(15) 14 1.2 Objetivos específicos a) Identificar aspectos mercadológicos dos consumidores, fornecedores e concorrentes; b) Descrever os aspectos jurídicos e legais de abertura de uma microempresa; c) Definir aspectos administrativos referentes à estrutura geral do empreendimento, descrevendo os cargos e funções; d) Verificar a viabilidade da empresa considerando: investimento inicial, estimativa de custos e receita, ponto de equilíbrio e período de recuperação do investimento. 1.3 Justificativa Na escolha do tema, para que a realização da pesquisa seja justificada, devem-se observar alguns fatores, sendo eles a viabilidade, a importância e a originalidade da pesquisa que sera'. executada_ Segundo Castro (1977), um tema deve ser original, importante e viável_ É necessário que ele satisfaça a esses três critérios para que seja, de fato, uma pesquisa completa e válida. Dizemos que um tema é importante quando esta de alguma forma ligado a uma questão crucial que polariza ou afeta um segmento substancial da sociedade. Um tema pode também ser importante se esta ligado a uma questão teórica que merece atenção continuada na literatura especializada. A situação mais delicada e dificil teria a ver com os temas novos que contem o potencial de virem a interessar ou afetar muita gente. (CASTRO, 1977, p. 56) 0 tema ern questão, estudo de viabilidade para a implementação de uma sorveteria no bairro Trindade, em Florianópolis, é importante, pois fornecerá resposta à implementação, ou não, desse empreendimento. Quanto à originalidade, diz-se que um tema é original quando "seus resultados têm o potencial para nos surpreender. 0 fato de não haver sido feito não confere necessariamente originalidade a um tema" (CASTRO, 1977, p. 57). Nesse caso, pode-se dizer que o tema é original, pois o bairro Trindade não possui estabelecimentos com a mesma proposta.

(16) 15 Por último, tem-se a viabilidade_ De acordo com Mattar (1999), a viabilidade de um projeto esta ligada a diversos fatores, entre eles: prazo, recursos financeiros, competência do futuro autor, disponibilidade potencial de informações e estado de teorização a esse respeito_ Esse estudo é viável, pois conta com inúmeras bibliografias de apoio e o público pesquisado é de fácil acesso. 0 projeto contou ainda com o prazo suficiente para sua realização e os recursos financeiros não se caracterizaram como empecilho para a sua efetivação_ Além desses tires fatores, viabilidade, importância e originalidade, é interessante também considerar a oportunidade, ou seja, o motivo da realização do estudo no dado momento. Dessa forma, esse estudo se toma oportuno por fornecer uma maior segurança para a• abertura do negócio, já que apresenta aspectos mercadológicos, jurídico-legais, administrativos, econômicos e financeiros necessários para a sua concretização. 1.4 Estrutura do trabalho Este projeto é composto inicialmente pela Introdução, que contempla os objetivos e a justificativa_ Em seguida, no Capitulo 2, encontra-se a Fundamentação Teórica, que apresenta informações pertinentes ao entendimento do projeto_ A Metodologia, no Capitulo 3, mostra as técnicas e processos utilizados em cada etapa do projeto. No Capitulo 4, o Desenvolvimento do Plano de Negócio contempla os aspectos mercadológicos, jurídicos e legais, administrativos e econômico-financeiros do empreendimento. E por fim, nas Considerações Finais, encontram-se as conclusões obtidas durante o desenvolvimento do projeto.

(17) 16 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 0 presente capitulo tem como objetivo agregar informações e dados visando um maior entendimento dos temas abordados no trabalho, conforme um referencial teórico. 2.1 0 sorvete Ninguém sabe ao certo como o sorvete se originou. Acredita-se que tenha sido criado pelos chineses ha quatro mil anos. Era uma pasta de leite e arroz colocada na neve para solidificar. No yea), a neve era armazenada em rudimentares câmaras frigorificas subterrâneas com grossas paredes de pedra. (DUARTE, 1995). A cerca de mil e novecentos anos atrás, o Imperador Nero mandava seus escravos as montanhas para que buscassem a neve que seria utilizada no congelamento de mel, polpa de frutas ou sucos. (MADISON, 2006). Madison (2006) afirma que foi Alexandre, 0 Grande, o introdutor do sorvete na Europa (356-323 a.C.). Ele teria trazido do Oriente uma mistura de salada de frutas embebida em mel, guardada em potes de barro enterrados no chão e mantidos frios com a neve do inverno. Posteriormente, no século XVI, Marco Polo teria levado, do Oriente para a Europa, a receita do sorvete feito com água, muito semelhante 6. atual_ Id Duarte (1995), acredita que o introdutor do sorvete na Europa foi Marco Polo, o que fez dos italianos os principais artesões de sorvete do século XVI, destacando Bernardo Buontalenti_ A introdução do sorvete na França é atribuida A. Catarina de Médicis, no século XVII. Ela foi levada da Itália para a França pelo monarca Francisco I para se casar com o seu filho, o Duque de Orleans. Em 1660, Procópio Cohall inaugurou, em Paris, a primeira sorveteria do mundo. (MADISON, 2006). Em 1630, a neta de Catarina de Médicis casou-se com Carlos I da Inglaterra, introduzindo, assim, o sorvete entre os ingleses que, mais tarde, o levaram para os Estados Unidos. Em 1846, a norte-americana Nancy Johnson inventa uma das primeiras máquinas industriais de sorvete. Era um congelador que funcionava com uma manivela que, quando

(18) 17 girada manualmente, agitava uma mistura de vários ingredientes. Na parte de baixo havia uma camada de sal e gelo que a congelava. Mas foi em 1851 que o leiteiro Jacob Fussel abre, em Baltimore, Estados Unidos, a primeira fabrica de sorvetes para produção em larga escala_ Segundo Duarte (1995), a primeira sorveteria brasileira foi inaugurada em 1835, no Rio de Janeiro, por um italiano chamado Basili. Mas, para Madison (2006), o sorvete chegou ao Brasil num navio americano_ A primeira sorveteria brasileira nasceu em 1835, quando um navio americano aportou no Rio de Janeiro com 270 toneladas de gela Dois comerciantes compraram o carregamento e passaram a vender sorvetes de frutas. Na época, não havia como conservar o sorvete gelado, por isso ele tinha que ser consumido logo após o preparo. As sorveterias anunciavam a hora certa de toma - lo. No Brasil, o sorvete chegou a ser considerado o precursor do movimento de liberação feminina. Para saboreá-lo, a mulher praticou um de seus primeiros atos de rebeldia contra a estrutura social vigente, invadindo bares e confeitarias, lugares ocupados até então quase que exclusivamente pelos homens. Evoluindo a passos curtos, esta guloseima s6 teve distribuição no pais em escala industrial em 1941, quando foi findada na cidade do Rio de Janeiro a U.S. Harkson do Brasil, nos gall:0es alugados da falida fabrica de sorvetes Gato Preto. Seu primeiro lançamento, já corn o selo Kibon, foi o Eski-bon. Desde então, a população foi se tomando cada vez mais adepta: dados recentes apontam que o pats consome cerca de 200 mil toneladas de sorvete por ano. (MADISON, 2006) Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete (ABIS), a Nova Zelândia é o pais com o maior índice de consumo anual de sorvete (26,30 litros/habitante), seguido pelos Estados Unidos (22,50 litros/habitante) e Canada e Australia (17,80 litros/habitante cada um). 0 Brasil, por sua vez, apresenta uma média anual de apenas 2,71 litros/habitante, considerada baixa em relação aos outros países e que o coloca em 12° lugar no rank dos maiores consumidores_ A seguir, no Quadro 01, o rank mundial: Pais Rank 1 2 3 Alemanha Consumo (Litro) 26,30 22,50 17,80 17,80 14,40 14,20 13,90 9,20 8,20 5,40 3,80 Brasil 2,71 12 Nova Zelândia Estados Unidos Canada Australia Sutça Suécia Finlândia Dinamarca Italia França Quadro 01: Rank mundial de consumo de sorvete Fonte: Adaptado da ABIS (2007) 4 5 6 7 8 9 10 II

(19) 18 Gonçalves (2007), em seu artigo, discorre sobre a questão paradoxal presente em nosso pais, que, mesmo possuindo frutas em abundância e um dos melhores climas para a venda de sorvete, exibe baixos indices de consumo, e afirma: A verdade é que nunca se discutiu tanto o porque da forte sazonalidade da categoria. Mito e renda são os vilões mais citados. Leonardo Ribeiro Cunha, sóciodiretor da Produtos Tarumã, lembra que em 1995, auge do Real, produzia no limite e não dava conta de atender a demanda "De la pra cá, o poder de compra encolheu de 40% a 50%. Joseane Leone, gerente de Marketing da Duas Rodas Industrial, concorda: "Temos 75% da população brasileira nas classes C, D e E ainda lutando para colocar outros elementos na cesta básica, restando pouca renda para o consumo de sorvete." 0 presidente da Abis (Associação Brasileira da Indústria do Sorvete), Eduardo Weisberg, aponta outro fator que influencia o consumo. "Crescemos ouvindo que sorvete faz mal à saúde, que esta associado a gripes e resfriados e no deve ser tomado no frio. Mas, por que, ao operar amidalas, o paciente é aconselhado a tomar gelado?" E possível observar em vários sites da Internet, como no da ABIS e no da Duas Rodas (fornecedor de ingredientes para sorvete), que já existe um grande trabalho de conscientização quanto a essa questão, tentando destacar, também, seu alto valor nutritiva Muitas sorveterias aproveitam o Dia Nacional do Sorvete, 23 de setembro, para divulgá-lo, distribuindo sorvete em escolas ou dando descontos. 2.2 Empreendedorismo A palavra empreendedor vem do francês entrepreneur, aquele que assume riscos e começa algo novo. (DORNELAS, 2001). Assim, segundo Dome las (2001), empreendedores são pessoas curiosas que, através da busca de informações, detectam oportunidades e criam um negócio assumindo riscos calculados. Pode-se dizer, então, que a atividade empreendedora consiste em transformar idéias ern oportunidades. Conforme Filion (2000), as idéias diferem-se das oportunidades por serem gerais e abstratas, enquanto as oportunidades representam uma possibilidade efetiva de realização do negócio, ou seja, oportunidades de negócios são idéias concretizadas. Pesquisa que mede as taxas de empreendedorismo mundial, realizada em 2006, pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), colocou o Brasil como um dos lideres em empreendedorismo por necessidade entre os 42 países pesquisados.

(20) 19 No empreendedorismo por necessidade, houve uma pequena variação: em 2005, a taxa era de 5,3% e passou para 5,6% em 2006 (6,5 milh6es de iniciativas). No ranking, o Brasil passou de 4° para 6° colocada Proporcionalmente, é possivel dizer que no Brasil, para cada indivíduo que empreende por oportunidade, existe outro que o faz por necessidade. (XEYLA, 2007) Conforme Hashimoto (2006), o empreendedorismo por necessidade é aquele em que o funcionário, afastado da empresa, decide montar seu próprio negócio, não porque quer e sim por sobrevivência, já que tem dificuldades para encontrar urn novo emprego. a no caso do empreendedorismo por oportunidade, o funcionário identifica uma oportunidade e se afasta, por conta própria, do seu emprego para realizar o seu sonho. Dessa forma, pode-se dizer que o empreendedorismo por necessidade é o grande responsável pela alta taxa de mortalidade das empresas brasileiras. Os dois principais motivos são: a volta do empreendedor ao mercado de trabalho, abandonando a iniciativa própria; e a quebra do empreendimento por falta de planejamento e preparo para o desempenho das tarefas. Por isso a necessidade de capacitação técnica, disposição, persistência e a elaboração de um born plano de negócios. 2.3 Plano de negócio Segundo Cunha & Feria (1997), "plano de negócio é a formalização de todo conjunto de dados e informações sobre o futuro empreendimento, definindo suas principais características e condições, possibilitando a análise de sua viabilidade e os seus riscos, bem como facilitando sua implementação" É por isso que os planos de negócios podem ser considerados a principal ferramenta do empreendedor. Através deles os empreendedores planejam e analisam a viabilidade de seu empreendimento antes de colocá-lo ern prática, diminuindo, assim, as chances do negócio dar errado. No plano de negócio fica evidenciado o mercado no qual o negócio está inserido. Através de um estudo de mercado, serão definidos os consumidores, fornecedores, concorrentes e localização (aspectos mercadológicos) É realizado, também, um estudo de viabilidade quanto aos aspectos jurídico-legais, administrativos e económico-financeiros.

(21) 20 2.4 Aspectos mercadológicos A análise de mercado é o ponto de partida para a realização de um plano de negócio e considerada, por muitos autores, a mais importante. Nessa etapa são definidos os consumidores, fornecedores, concorrentes e a localização ideal do empreendimento. 2.4.1 Mercado Consumidor Os clientes são os usuários dos produtos oferecidos pela empresa. Então, pode-se dizer que mercado consumidor "e o conjunto de pessoas ou organizações que procuram bens ou serviços que uma empresa vende para satisfazer suas necessidades" (CHIAVENATO, 2004, p. 69). Segundo Turgeon (2000), uma empresa precisa conhecer seu potencial antes de iniciar as venda& "Conhecer seu setor de atuação e sua clientela 6, antes de tudo, saber se a 'novidade' que irá oferecer corresponde a uma necessidade particular do consumidor e do mercado" (p_ 58)_ A realização de uma pesquisa de mercado de consumidores é essencial na definição dos clientes em potencial, seus hábitos e preferencias, onde compram, como compram e por qua compram. Conforme Degen (1989, /3_ 137), "Não adianta imaginar um negócio e esperar que agrade aos clientes; é preciso ter certeza"_ Isso justifica a importância da pesquisa como forma de ajuste das operações da empresa na conquista de seus clientes. 2.4.2 Mercado Concorrente 0 mercado concorrente é composto por pessoas ou empresas que disputam os mesmos clientes ou fornecedores, ou seja, são aqueles que produzem ou vendem produtos/serviços idênticos ou similares aos oferecidos por uma empresa. (CHIAVENATO, 2004). Existem dois tipos de concorrente& Os concorrentes diretos são aqueles que "oferecem produtos/serviços semelhantes e que respondem às mesmas necessidades do consumidor",

(22) 21 como, por exemplo, uma churrascaria e uma lanchonete. Já os concorrentes indiretos, são aqueles que "oferecem produtos/serviços diferentes, mas que respondem as mesmas necessidades do consumidor", como urna lanchonete e um supermercado. (TURGEON, 2000, p. 62). A análise da concorrência é importante para identificar seus pontos fortes e fracos. Saber onde o concorrente esta "pecando" é essencial para o empreendedor, pois poderá tirar vantagem sobre isso transformando os pontos fracos do concorrente em seus pontos fortes. 2.4.3 Mercado Fornecedor Segundo Chiavenato (2004), fornecedores são as empresas e/ou os indivíduos que fornecem recursos ou insumos necessários ao funcionamento do negócio. Os fornecedores podem ser de recursos materiais (matérias-primas, materiais semi-acabados, produtos acabados, etc), de recursos financeiros (mercado de capitais, mercado financeiro, investimentos, empréstimos, etc), de recursos tecnológicos (máquinas, equipamentos, tecnologias) ou de recursos humanos (talentos e competências). Através de uma pesquisa de mercado de fornecedores, é possível identificar os possíveis fornecedores, os produtos oferecidos por eles, sua localização, preços e formas de pagamento, podendo assim, optar pelo fornecedor que ofereça produtos de qualidade pelo melhor preço_ Para Degen (1989, p. 137), "6 comum um fornecedor dispor-se a ajudar o futuro empreendedor a começar o seu negócio porque, se a nova atividade for bem-sucedida, o fornecedor garante um cliente fiel". Essa é também uma forma encontrada para que os dois, empreendedor e fornecedor, se beneficiem do negócio: melhores preços e prazos para o empreendedor e clientes fiéis para o fornecedor. 2.4A Localização Conforme Chiavenato (2004), a localização da empresa é representada pelo local exato de sua instalação. Os fatores analisados para determinar a localização ideal variam de acordo

(23) 22 com o tipo de negócio. Se a empresa for produtora de bens, ou seja, industrial, deverá analisar: proximidade de mão-de-obra, dos mercados e de transporte; infra-estrutura energética; incentivos fiscais; custo de terreno e adequação do local. Já se a empresa for prestadora de serviços, ou seja, comercial, deve ser levado em consideração: proximidade dos clientes; facilidade de acesso, transporte e estacionamento; infra-estrutura para recreação; visibilidade, adequação e aparência do local; e baixos custos imobiliários e condominiais. 2.5 Aspectos jurídicos e legais Segundo Chiavenato (2004), conforme o ramo de atividade, as empresas podem ser classificadas em tits tipos: industriais, comerciais ou prestadoras de serviços. As empresas industriais produzem bens de consumo, transformando a matéria-prima em produto final; as empresas comerciais vendem o produto final ao consumidor, tanto no atacado quanto no varejo; e as empresas prestadoras de serviços oferecem trabalhos especializados. Quanto à forma jurídica, as empresas podem ser compostas por apenas um indivíduo, que responde sozinho pelo negócio, ou por mais de uma, as chamadas sociedades. Para Chiavenato (2004), as sociedades se caracterizam pela associação de duas ou mais pessoas que constituem uma entidade com personalidade jurídica distinta daquela dos indivíduos que a compõem. Quanto ao porte, Chiavenato (2004) classifica as empresas como grandes, médias e pequenas, dependendo do número de funcionários, do faturamento, do patrimônio, etc. Encontra-se também no SEBRAE (2007) a classificação microempresa. Seguindo os critérios de seleção, as micro e pequenas empresas tam a vantagem de optar pelo Simples Federal_ Conforme Domelas (2001, p. 221), "0 SIMPLES é uma forma mais simplificada (dai o nome) de recolhimento de tributos e contribuições federais, para microempresas e empresas de pequeno porte, por meio de um único documento, com base em percentuais calculados sobre o faturamento bruto do mês anterior". Dessa forma, o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), a Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP), a Contribuição Social sobre o Lucro Liquido (CSLL), a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e as Contribuições para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que tratam o Art. 22 da Lei n° 8.212/1991 e o Art. 25 da Lei n°

(24) 23 8.870/1994, devem ser pagos de forma unificada através do Documento de Arrecadação de Receitas Federais—SIMPLES (DARF-SIMPLES) ate o décimo dia do mês subseqüente aquele em que houver sido auferida a receita bruta Com relação ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Estado de Santa Catarina ado assinou convênio com a União para inclusão no sistema Simples Federal, não podendo, assim, ser paga através da DARF-SIMPLES. De acordo com a tabela a seguir, a ali quota a ser paga pelo Simples varia entre 3% e 8,6% de acordo com as 12 faixas de renda bruta anual. Para se enquadrarem no Simples, as microempresas devem auferir receita bruta anual igual ou inferior a R$ 120.000,00 e as empresas de pequeno porte, receita bruta anual superior a R$ 120.000,00 e igual ou inferior a R$ 1.200_000,00. Deve-se lembrar que as empresas enquadradas no Art. 9° da Lei n° 9.317/1996 não podem optar pelo simples. Receita bruta anual (RS) Alb:Rota MICROEMPRESA Ate 60.000,00 3% De 60.000,01 a 90.000,00 De 90.000,01 a 120.000,00 4% 5% EMPRESAS DE PEQUENO PORTE De 120.000,01 a 240.000,00 De 240.000,01 a 360.000,00 De 360.000,01 a 480.000,00 De 480.000,01 a 600.000,00 De 600.000,01 a 720.000,00 ro De 720.000,01 a 840.000,00 De 840.000,01 a 960.000,00 De 960.000,01 a 1.080.000,00 De 1.080.000,01 a 1.200.000,00 Receita bruta acumulada em 5,4% 5,8% 6,2% 6,6% 7,0% 7,4% 7,8% 8,2% 8,6% Fonte: Sebrae (2007) Independentemente do empreendimento, toda abertura de empresa exige certo procedimento burocrática Segundo o Sebrae, as etapas necessárias para a abertura de uma empresa são:

(25) 24 1° Passo: Consulta prévia de local para fins de alvará de funcionamento 2° Passo: Busca de nome empresarial idêntico ou semelhante 3° Passo • Registro da empresa 0 registro de uma empresa se inicia na prefeitura municipal com a apresentação do endereço e da atividade empresarial para que se possa verificar se existem pendências ou restrições que impeçam a constituição da empresa no endereço pretendido. Verifica-se na Junta Comercial ou no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas se o nome escolhido poderá ser utilizado. Recomenda-se uma consulta prévia de até his nomes alternativos. Com o nome da empresa e o endereço aprovados, o registro clar-se-d. mediante apresentação de documentos específicos na Junta Comercial. Os documentos necessários para a obtenção do CNPJ - Cadastro 4° Passo: Obtenção do CNPJ 5° Passo: Alvará de Licença/Corpo de Bombeiros Nacional da Pessoa Jurídica, devem ser impressos no site e entregues na Receita Federal. 0 empresário deve entrar em contato com o Corpo de Bombeiros do seu município, informar a metragem de area construída e efetuar o pagamento da taxa no banco indicado. 0 formulário preenchido e o comprovante de pagamento da taxa devem ser entregues no Corpo de Bombeiros. 6° Passo: Alvará de licença e funcionamento Os documentos necessários deverão ser entregues na secretaria municipal responsável (Geralmente na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano). 0 Alvará de Licença só poderá ser retirado após pagamento de taxa. A Certidão Negativa de Débito para com a Fazenda Estadual deve ser 7° Passo: Inscrição Estadual requerida junto 8. Agência da Receita Estadual da circunscrição onde estão estabelecidos o titular ou os sócios da empresa, sendo necessária para a inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes da Secretaria de Estado da Fazenda. 8° Passo: Inscrição na Previdência Social 9° Passo: Inspeções, registros e licenças junto a outros órgãos públicos A inscrição no Instituto Nacional de Seguridade Social — INSS é feita simultaneamente com a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNN. Conforme a atividade, e dependendo das características da empresa, é exigido registro em outros órgãos, como Departamento de Vigilância Sanitária, Secretaria da Saúde, Secretaria do Meio Ambiente, entre onto& nnrl ro : Etapas de abertura de uma empresa Fonte: Adaptado do Sebrae (2007) Outros detalhes e informações sobre os documentos necessários são encontrados no Sebrae (2007)-

(26) 25 2.6 Aspectos administrativos Para que uma organização alcance seus objetivos, ela conta com uma equipe de colaboradores que desempenham tarefas especificas. "0 processo de organizar, ou processo de organização, cria uma estrutura estável e dinâmica, que de fi ne o trabalho que as pessoas, como indivíduos ou integrantes de grupos, devem realizar. Essa estrutura chama-se estrutura organizacional". (MAXIMIANO, 2000, p. 265). Segundo Stoner e Freeman (1999, p. 230), "a estrutura organizacional refere-se ao modo como as atividades de uma organização são divididas, organizadas e coordenadas". A menor unidade de trabalho de uma estrutura organizacional e representada pelo cargo. "Um cargo consiste de um conjunto de tarefas ou responsabilidades especificas que uma pessoa (ocupante do cargo) deve desempenhar" (MAXIMIANO, 2000, p. 272). Pessoas com o mesmo cargo não desempenham necessariamente as mesmas funções, pois "o cargo é a ocupação oficial do empregado e a função é a sua atribuição especifica, ou o conjunto de suas atribuições" (p. 272). Sendo assim, pode haver mais de uma pessoa com o mesmo cargo, mas cOm responsabilidades e tarefas diferente& 2.7 Aspectos econômico-financeiros E fundamental em um estudo de viabilidade fazer a análise dos aspectos econômicofinanceiros, visto que o papel da função financeira é muito importante para o desenvolvimento das atividades operacionais e, certamente, contribuirá para o sucesso do empreendimento. 2.7.1 Investimento Inicial O investimento inicial é calculado considerando o investimento fixo, o capital de giro e a reserva financeira_

(27) 26 No calculo do investimento inicial, devem entrar todas as despesas necessárias para montar e/ou desenvolver sua empresa, além de estoques e provisão de caixa para cobrir os custos do primeiro Men de funcionamento. (CHIAVENATO, 2004. p. 216). 0 investimento fixo de um empreendimento é o investimento em ativos imobilizados, considerando reformas, equipamentos e outros materiais necessários 6. abertura da empresa. Conforme Chiavenato (2004, p. 223), "o capital de giro representa a quantidade de dinheiro que a empresa utiliza para movimentar seus negócios". E constituído pelos ativos circulantes da empresa, os quais devem se manter em um nível razoável para que possam cobrir o passivo circulante com alguma margem de segurança. 21.2 Receita e custo do produto Segundo Sandroni (2001, p. 441), receita "6 a soma de todos os valores recebidos em dado espaço de tempo (um dia, um Ines, um ano)". No caso de uma empresa comercial, a receita é formada por todas as suas vendas, seja elas a vista ou a prazo. Conforme o SEBRAE (2007), os custos dos produtos "referem-se aos gastos efetuados com materiais e insumos (na produção do bem, no caso da indústria), aquisição do produto (no caso do comércio) ou realização dos serviços". 2.7.3 Depreciação Com o passar do tempo, os bens adquiridos pelas empresas vão perdendo valor econômico, ou seja, passam por um processo de depreciação. Conforme Sandroni (2001, p. 125), depreciação significa a "redução do valor ativo de um produto (geralmente máquinas, equipamentos e edificações) em conseqüência de desgaste pelo uso, obsolescência tecnológica ou queda no preço de mercado". Segundo Dowsley (1989), a depreciação elevará o resultado da empresa ao final do exercício (lucro liquido), mas não deve ser considerada despesa operacional, pois uma

(28) 27 máquina, por exemplo, mesmo paralisada por um tempo, continua "perdendo valor", ou seja, a "depreciação não é fruição direta da operação" (p. 104). As quotas de depreciação advêm de taxas oficiais permitidas pela Receita Federal, e variam entre 33,3 % e 50%, conforme Instrução Normativa SRF no 162, de 31 de dezembro de 1998, e Instrução Normativa SRI n° 130, de 10 de novembro de 1999. (RECEITA FEDERAL, 2007). 2.7.4 Demonstração do Resultado do Exercício — DRE Segundo Chiavenato (2004, p. 244), "a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um demonstrativo financeiro que serve para exprimir com clareza o resultado que a empresa obteve no exercício social". A DRE mostra, através de uma sucessão de adições e subtrações, o lucro ou o prejuízo da empresa em um determinado periodo. 2.7.5 Fluxo de Caixa Segundo Done las (2001, p. 167), o fluxo de caixa apresenta-se como "uma ferramenta estratégica que auxilia o empreendedor no gerenciamento e no planejamento das ações que serão tomadas no dia-a-dia e no futuro da empresa". Isso se dá através da previsão e do controle das entradas e saídas de caixa. A previsao do fluxo de caixa permite prever e planejar as necessidades de caixa de curto prazo, pois proporciona uma visao dos recebimentos e dos pagamentos previstos que ocorrerao durante um certo período. 0 processo de orçar é importante para que a empresa saiba o que acontecerá com as contas no futuro. (CHIAVENATO, 2004, p. 229). Dessa forma, a empresa pode verificar quando seu caixa esta deficitário, providenciando, se necessário, um financiamento ou empréstimo; ou quando apresenta um excesso de caixa, a fim de planejar investimentos ou aplicações financeiras.

(29) 28 2_7_6 Ponto de equilíbrio De acordo com Dornelas (2001) e Degen (1989), o ponto de equilíbrio é o ponto no qual as receitas geradas pelas vendas igualam-se aos custos operacionais (fixos e variáveis) originados por estas vendas. Custos fixos são aqueles que independem do volume de produção ou de venda da empresa, mantendo-se constantes, como despesas com luz e telefone, aluguel e salários. Já os custos variáveis, são aqueles que variam proporcionalmente ao volume da produção ou das vendas, como materiais diretos e comissões sobre vendas. 0 ponto de equilíbrio é considerado uma importante ferramenta gerencial, pois "mostra o momento em que as vendas pagam as despesas e começam a gerar lucro". (CHIAVENATO, 2004, p_ 240). Segundo Domelas (2001), o ponto de equilíbrio pode ser calculado da seguinte maneira: PE = (CF /MC) x RV Onde, "PE" = Ponto de equilíbrio, "CF" = Custos fixos, "MC" = Margem de contribuição, e "RV" = Receita de vendas,. Como é possível observar na fórmula acima, para o cálculo do ponto de equilíbrio é necessário obter a margem de contribuição da empresa. Conforme Domelas (2001), margem de contribuição é a diferença entre a receita de vendas da empresa e os seus custos variáveis, podendo ser calculado da seguinte forma: MC = RV - CV Onde, "MC" = margem de contribuição, "RV" = receita de vendas, e "CV" = custos variaveis.

(30) 29 2.7.7 Payback Segundo Dome las (2001, p. 172), "a técnica de payback mede o tempo necessário para a recuperação do capital inicialmente investido". Assim, quanto menor for o prazo de payback, menor será o tempo necessário para recuperar o investimento inicial, tornando-o mais atraente. 0 período de payback pode ser calculado dividindo o investimento inicial pelo lucro liquido anual.

(31) 30 3 METODOLOGIA Metodologia é o conjunto de técnicas e processos utilizados em cada etapa do projeto para atingir os objetivos estabelecidos_ t, na metodologia que se determina o tipo de pesquisa, a população e a amostra que sera analisada e as técnicas e procedimentos utilizados na coleta e análise dos dados, identificando, assim, a melhor fonna de análise do contexto que cerca a criação da empresa. No item metodologia, deve ser descrito todo o projeto e execugão metodológicos da pesquisa, tais como o método de amostragem, a determinação do numero de elementos da amostra, o método de coleta de dados, os procedimentos para análise. Os objetivos de apresentar a metodologia no corpo do relatório compreendem: sumarizar os aspectos metodológicos do projeto de pesquisa de forma a toma-los compreensivos para os leitores nao técnicos e despertar confiança na qualidade dos procedimentos adotados e, conseqüentemente, nos resultados da pesquisa. (MATTAR, 1998, p. 182). 3.1 Tipo de pesquisa 0 projeto realizado foi preliminarmente exploratório e predominantemente descritivo conclusivo, já que em um primeiro momento obtiveram-se as informações sobre o tema e, em seguida, aprofundaram-se os conhecimentos referentes aos hábitos de consumo de sorvete_ Segundo Mattar (1999, p. 80), a pesquisa exploratória "visa prover o pesquisador de um maior conhecimento sobre o tema ou problema de pesquisa em perspectiva_ Por isso, é apropriada para os primeiros estágios da investigação". Já as pesquisas conclusivas "são caracterizadas por possuírem objetivos bem definidos, procedimentos formais, serem bem estruturadas e dirimidas para a solução de problemas ou avaliação de alternativas de cursos de ação" (p. 85). Dessa forma, para a realização de uma pesquisa descritiva conclusiva, é necessário que o pesquisador saiba "exatamente o que pretende com a pesquisa, ou seja, quem e (ou) o que deseja medir, quando e onde o fará, como o fará e por que deverá fazê-lo" (p_ 85)_

(32) 31 3.2 Técnicas e procedimentos para a coleta de dados Para a realização desse projeto foram utilizados dados primários e secundarios. Segundo Mattar (1999), dados primários são "dados brutos, ou seja, dados que nunca foram coletados, tabulados e analisados" (p_ 62) e que agora serão coletados pelo pesquisador "com o propósito de atender Ls necessidades especificas da pesquisa em andamento" (p. 148). Pode- se citar, como exemplo desse tipo de dado, os consumidores. Um dos métodos utilizados para a coleta dos dados primários foi o da comunicação, uma vez que os dados de interesse dos entrevistadores estavam sob a posse dos entrevistados. Portanto, para a realização da pesquisa, foram aplicados questionários por meio de entrevistas diretamente com os pesquisados. Estes questionários apresentaram-se como estruturado e não disfarçado. Segundo Mattar (1997, p. 160), os questionários dessa natureza say instrumentos utilizados em pesquisas conclusivas, principalmente em pesquisas amostrais e estudos de campo [...] as perguntas são apresentadas exatamente com as mesmas palavras, sempre na mesma ordem e corn as mesmas opções de respostas a todos os respondentes. Ern relação 6. natureza das variáveis pesquisadas, a presente pesquisa apresentou-se como predominantemente quantitativa. Isto porque a obtenção dos dados se estendeu a uma grande parcela da população e porque visa medir o grau em que os hábitos de consumo de sorvetes estão presentes em relação à população pesquisada (MATTAR, 1997). Kirk e Miller (apud Mattar,1997, p. 77) ensinam que "na pesquisa quantitativa os dados são obtidos de um grande número de respondentes, usando-se de escalas, geralmente, numéricas, submetidas a análises estatísticas formais". e são A tabula* dos dados obtidos com a aplicação dos questionários foi realizada através de meio eletrônico, com a utilização do programa Excel. Para a obtenção de dados relevantes ao projeto, foram realizadas, também, entrevistas informais com concorrentes e fornecedores do ramo de negócio em estudo, assim como a utilização do método da observação com clientes e concorrentes. A pesquisa por observação "consiste na obtenção dos dados sem que haja a comunicação com o pesquisado ( ), mas através da observação de seus atos, comportamentos e fatos" (MATTAR, 1999, p. 78).

(33) 32 Conforme Mattar (1999), os dados secundários são aqueles que já foram coletados, tabulados e analisados e que agora se encontram a disposição dos interessados, como, por exemplo, os livros. Os dados secundários utilizados na realização do projeto foram coletados em livros e em paginas da Internet citados nas referências bibliográficas deste projeto_ 3.3 Definição do universo de pesquisa A definição da população a ser estudada é fundamental para a realização da pesquisa. Foi definida a população em estudo como sendo os moradores do bairro Trindade no segundo semestre de 2005. Considerando que a coleta de dados de apenas uma parte da população proporciona informações relevantes da população como um todo, realiza-se o processo de amostragem. Segundo Mattar (1999), amostragem é o processo de colher amostras de uma população, onde amostra é qualquer parte da população. Para fins de definição da amostra, entendeu-se que a pesquisa compreendeu urna amostra não probabilistica. Segundo Mattar (1997, p. 266), a amostragem não probabilistica aquela em que a seleção dos elementos da população para compor a amostra depende, ao menos em parte, do julgamento do pesquisador ou do entrevistador no campo. Não ha nenhuma chance conhecida de que um elemento qualquer da população venha a fazer parte da amostra. Sendo assim, a amostra constante da pesquisa é uma variação dos tipos tradicionais de amostras não probabilisticas, a saber: por conveniência, tradicional e por quotas (MATTAR, 1997). Tratou-se nesta pesquisa da amostra por tráfego e por conveniência. Em relação 6. amostra por trafego, relata Mattar (1997, p. 272), que essa variação "caracteriza-se pela necessidade da realização de pesquisas em ambientes ou condições prédeterminadas. Depende também do [...] conhecimento prévio das caracteristicas e volumes de trafego no tempo"_ Com efeito, a necessidade de obtenção de elementos, respeitados os limites geográficos do bairro Trindade, justifica a opção por esse tipo de amostra. Além disso, procurou-se realizar as entrevistas tão-somente com os moradores do bairro. Ocorre que o

(34) 33 grande contingente populacional impediu o conhecimento amplo, certo e irrestrito de todas as unidades amostrais. Dai a necessidade de uma amostra não probabilistica por trafego, já que, por meio desta, foi possível selecionar aqueles que trafegavam no bairro, em diferentes horários e dias, cuidando para que todos fossem residentes do respectivo bairro. JA em relação as amostras por conveniência, Manar (2001) as define como aquelas selecionadas por alguma conveniência do pesquisador. Desta forma, foram definidas escalas para a obtenção das entrevistas, em horários e dias diferenciados da semana, de forma a se diversificar ao máximo as pessoas respondentes. A escala foi definida da seguinte forma, considerando-se o prazo de uma semana para a obtenção dos questionários preenchidos: a) Segunda-feira: 29 questionários aplicados à partir das 14:00; b) Terça-feira: 29 questionários aplicados à partir das 17:00; c) Quarta-feira: 29 questionários aplicados a. partir das 9:00; d) Quinta-feira: 29 questionários aplicados a partir das 10:30; e) Sexta-feira: 29 questionários aplicados a partir das 15:00; I) Sábado: 15 questionários aplicados a partir das 10:00 e 15 aplicados a partir das 14:00; g) Domingo: 29 questionários aplicados a partir das 16:00. Também foram definidos, como pontos para obtenção das entrevistas, dois locais de grande circulação, sendo o primeiro na rua Lauro Linhares nas imediações do Banco do Brasil e do Restaurante Capitão Gourmet e o segundo também na rua Lauro Linhares, porém nas imediações do Shopping Trindade e do Supermercado Comper, procurando, desta forma, aumentar a precisão dos resultados da pesquisa. 3.4 Cálculo da amostra Considerando-se que o tipo de amostragem escolhida para a pesquisa foi a no probabilistica, através de amostra por tráfego, já que é impossível determinar com exatidão o número de pessoas residentes no bairro da Trindade, e tampouco identificar cada unidade

(35) 34 amostra!, o cálculo a ser feito para determinar o número de elementos na amostra segue a fórmula utilizada nos casos em que a população é tida como infinita: n = Z2 PQ/e2 Onde "n" = número de elementos da amostra, "Z" = nível de confiabilidade, "P" = proporção de ocorrência da população, "Q" = proporção de não ocorrência da população, e "e" erro máximo admitido. Como não temos nenhuma informação sobre qual percentual da população do bairro da Trindade consome sorvete, utilizamos padrões genéricos de valores para "P" e "Q", admitindo-se ambos como 0,50. Utilizamos nível de confiabilidade de 95% e erro máximo admitido de 7%, resultando na seguinte fórmula: n = 4 x 0,50 x 0,50 / 0,0049 n = 204 0 resultado verificado mostra que, para a análise da aceitabilidade do empreendimento junto ao mercado consumidor, é necessário realizar a coleta de dados com uma amostra de 204 pessoas. 3.5 Limitações As limitações encontradas na elaboração deste trabalho devem-se ao fato de que a venda do produto oferecido, no caso o sorvete, é sazonal. Isso faz com que as respostas dos entrevistados sejam tendenciosas, variando conforme a época do ano em que a pesquisa foi realizada. Esse fator dificulta, também, o desenvolvimento dos aspectos econômicofinanceiros, principalmente o fluxo de caixa.

(36) 35 4. APRESENTAÇÃO E ANALISE DE RESULTADOS Com o objetivo de conhecer os hábitos de consumo de sorvete da população residente no bairro Trindade, em Flori anópolis — SC, realizou-se uma pesquisa de mercado, cujos dados estão apresentados na integra através de tabulação simples. 4.1 Tabulação Simples A tabulação consiste na contagem do número de casos que ocorreram em cada categoria. Segundo Mattar (1998), a tabulação simples envolve a simples contagem do número de casos que ocorreram em cada uma das variáveis em estudo. Para analisar os dados do questionário, utilizou-se a tabulação simples e, também, o gráfico do tipo pizza, para demonstrar com mais clareza os resultados das variáveis obtidos com os questionários. Tabela 01: Sexo dos entrevistados Número de Número de pessoas Sexo pessoas acumulado Masculino 94 94 Feminino 110 204 Totais Fonte: Dados primários 204 Porcentagem sexo Porcentagem acumulada sexo 46,08% 53,92% 94,00% 298,00% 100,00% De acordo com a Tabela 01 foram entrevistados 94 homens (46,08%) e 110 mulheres (53,92 %). •46% Sexo dos entrevistados 54% OIL Gráfico 01: Sexo dos entrevistados Fonte: Dados primários '• Masculino • Feminino

(37) 36 Tabela 02: Idade dos entrevistados Idade , Número de Número de pessoas pessoas acum uladas De 18 a 25 anos De 26 a 33 anos De 34 a 41 anos De 42 a 49 anos De 50 a 57 anos De 58 a 65 anos Mais de 65 anos Fonte: 102 47 27 21 5 0 2 Totais Dados primários 102 149 176 197 202 202 204 204 Porcentagem idade Porcentagem acumulada idade 50,00% 23,04% 13,24% 10,29% 2,45% 0,00% 0,98% 50,00% 73,04% 86,27% 96,57% 99,02% 99,02% 100,00% 100,00% Com relação à faixa etária dos pesquisados, percebe-se que 102 (50%) dos entrevistados tinham entre 18 a 25 anos. Outra observação importante é que os entrevistadores não conseguiram aplicar os questionários com nenhum residente do bairro Trindade com idade entre 58 e 65 anos. Idade dos entrevistados 1 0" 2% „ 0% ! • • 13 51% • O • O Gráfico 02: Idade dos entrevistados Fonte: Dados primários De 18 a 25 anos De 26 a 33 anos De 34 a 41 anos De 42 a 49 anos De 50 a 57 anos De 58 a 65 anos Mais de 65 anos

(38) 37 Tabela 03: Estado civil Estado civil Solteiro (a) Casado (a) Divorciado(a) ou separado (a) Viúvo (a) Outro Total: Fonte: Dados primários Número de N° de pessoas Porcentagem Porcentagem acum. pessoas acumuladas estado civil estado civil 125 64 10 5 o 125 189 199 204 204 204 61,27% 31,37% 4,90% 2,45% 0,00% 61,27% 92,65% 97,55% 100,00% 100,00% 100,00% Nota-se, através da Tabela 03, que o percentual de solteiros que respondeu ao questionário (61,27%) é muito superior ao percentual dos demais entrevistados. Estado civil dos entrevistados 5% 2% 0% 31% Solteiro (a) Casado (a) Divorciado (a) ou separado (a) Viúvo (a) Outro (qual?): Gráfico 03: Estado civil Fonte: Dados primários

(39) 38 Tabela 04: Grau de instrução Grau de instrução Número de pessoas N° de pessoas acumuladas % grau de instrução % acum. grau de instrução o o 0,00% 8 9 19 36 8 17 36 72 148 189 204 0,00% 3,92% 4,41% 9,31% 17,65% 37,25% 20,10% 7,35% Sem escolaridade Fundamental incompleto Fundamental completo Ensino médio incompleto Ensino médio completo Superior Incompleto Superior completo Outros 76 41 15 Total Fonte: Dados primários 204 3,92% 8,33% 17,65% 35,29% 72,55% 92,65% 100,00% 100% A Tabela 04 mostra que, por se tratar do bairro onde está localizada a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 76 entrevistados (37,25%) possuem como nível de instrução o superior incompleto, ou seja, estão fazendo a graduação. Grau de instrução dos entrevistados • °/o 0% 4% 4% 18% 38 % • Sem escolaridade • Fundamental incompleto El Fundamental completo El Ensino médio incompleto El Ensino médio completo • Superior Incompleto • 1:1 Superior completo Outros (qual?): Gráfico 04. Grau de instrução Fonte: Dados primários

(40) 39 Tabela 05: Profissão Número de pessoas Profissão Estudante 74 27 Profissional Liberal Empresário 15 18 39 31 Servidor Público Funcionário Público Outro Total: Fonte: Dados primários N° de pessoas Porcentual da acumuladas profissão 74 101 116 134 173 204 204 36,27% 13,24% 7,35% 8,82% 19,12% 15,20% ch/0 acum. da profissão 36,27% 49,51% 56,86% 65,69% 84,80% 100,00% 100,00% Percebe se, também, de acordo com a pergunta anterior, que, por se tratar de um - bairro universitário, 74 dos entrevistados (36,27%) responderam que são estudantes. Profissão dos entrevistados 15% 19% • Estudante • Profissional Liberal o Empresário • Servidor Público CI Funcionário Público O Outro (qual?): Gráfico 05: Profissão Fonte: Dados primários

(41) 40 Tabela 06: Renda familiar mensal Renda média familiar mensal Número de pessoas Até 600 reais De 601 a 1.000 reais De 1001 a 1.400 reais De 1401 a 2.000 reais De 2001 a 3.000 reais De 3.000 a 5.000 reais Mais de 5.000 reais 19 32 26 29 44 32 22 Total Fonte: Dados primários N° de pessoas Porcentual da acumuladas renda 19 51 77 106 150 182 204 9,31% 15,69% 12,75% 14,22% 21,57% 15,69% 10,78% 204 /0 acunt, da ren d a 0 9,31% 25,00% 37,75% 51,96% 73,53% 89,22% 100,00% 100,00% Referente à renda média familiar, 44 dos entrevistados (21,57%) responderam que possuem renda mensal de R$ 2.001,00 a R$ 3.000,00. É importante notar que apenas entrevistados (9,31%) apresentam renda inferior a R$ 600,00. Renda familiar mensal dos entrevistados 1 1% 9% 1 6 0 '; ) 16% 4013% 21% r, • Até 600 reais 14% O De 601 a 1.000 reais a De 1001 a 1.400 reais El De 1401 a 2.000 reais De 2001 a 3.000 reais De 3.000 a 5.000 reais 13 Mais de 5.000 reais Gráfico 06: Renda familiar mensal Fonte: Dados primários • • 19

(42) 41 Tabela 07: Números de dependentes Número de pessoas N° de pessoas acumuladas Porcentual de dependentes acum. De dependentes Nenhum Um Dois Tres Quatro ou mais 125 33 30 11 5 125 158 188 199 204 61,27% 16,18% 14,71% 5,39% 2,45% 61,27% 77,45% 92,16% 97,55% 100,00% Total Fonte: Dados primários 204 Dependentes 100,00% A maioria dos entrevistados (61,27%) não possui dependentes e apenas 5 deles (2,45%) informaram que possuem 4 ou mais dependentes. Dependentes dos entrevistados 5% Nenhum Urn Dois Três Quatro ou mais Gráfico 07: Número de dependentes Fonte: Dados primários ii

(43) 4') Tabela 08: Freqüência de consumo de sorvete Freqüência de consumo de Número de N° de pessoas Porcentual da pessoas acumuladas freqüência sorvete I a 2 vezes por semana 3 a 7 vezes por semana 1 vez por mês 2 a 3 vezes por mês 1 a 4 vezes por ano 5 a 8 vezes por ano 9 a 11 vezes por ano Nunca Não sei/não soube responder 48 7 48 41 96 168 174 184 200 200 204 72 6 10 16 o 4 Total: Fonte: Dados primários 23,53% 3,43% 20,10% 35,29% 2,94% 4,90% 7,84% 0,00% 1,96% 55 204 acum. da freqüência 23,53% 26,96% 47,06% 82,35% 85,29% 90,20% 98,04% 98,04% 100,00% 100% De acordo com a Tabela 08, pode-se verificar que 82,35% dos entrevistados consomem sorvete pelo menos uma vez por mês. Com exceção de 4 entrevistados, que não souberam responder, todos os demais afirmaram que tomam sorvete pelo menos uma vez ao ano. Freqüência de consumo de sorvete dos entrevistados 0% 8% MI 113 • •o 1 a 2 vezes por semana 1 vez por mês El 1 a 4 vezes por ano 1:1 • 9 a 11 vezes por ano Não sei/não soube responder Gráfico 08: Freqüência do consumo de sorvete Fonte: Dados primários • 3 a 7 vezes por semana 2 a 3 vezes por mês 5 a 8 vezes por ano Nunca

(44) 43 Tabela 09: Lugar de consumo de sorvete Lugar de consumo de sorvete Em casa Na praia ou piscina Na sorveteria No Shopping Em festas Não sei/não soube responder Outros Total: Fonte: Dados primários Número de pessoas N° de pessoas acumuladas Porcentual de costume % acum. de costume 97 18 40 45 2 97 115 155 200 202 202 204 47,55% 8,82% 19,61% 22,06% 0,98% 0,00% 0,98% 47,55% 56,37% 75,98% 98,04% 99,02% 99,02% 100,00% o 204 100,00% A maioria dos entrevistados (47,55%) respondeu que consome sorvete com maior freqüência em casa. 0 Shopping Center é o segundo lugar para consumo na preferencia dos entrevistados (22,06%), ficando próximo ao índice daqueles que preferem as sorveterias (19,61%). Onde costuma consumir sorvete 47% 9% , • Em casa • Na praia ou piscina o Na sorveteria • No Shopping Em festas • Não sei/não soube responder Outros (especificar): Gráfico 09: Lugar de consumo de sorvete Fonte: Dados primários

(45) 44 Tabela 10: Local usual de compra de sorvete Local de compra Supermercado Padaria Número de pessoas 109 126 195 204 204 109 17 69 9 Sorveteria Restaurante o o Não sei/não soube responder Outros Total 204 Fonte: Dados primários N° de pessoas Porcentual de acumuladas local 204 53,43% 8,33% 33,82% 4,41% 0,00% 0,00% 408 100,00 I% acum. de locais 53,43% 61,76% 95,59% 100,00% 100,00% 100,00% Mais da metade dos entrevistados (53,43%) respondeu que compra sorvete em supermercados e, em segundo lugar (33,82%), estio os que compram o produto em sorveterias. Onde os entrevistados compram sorvetes 0% 4% 0% 34% 54% • Supermercado • Padaria o Sorveteria • Restaurante Não sei/não soube responder O Outros (especi fi car): O Gráfico 10: Local usual de compra Fonte: Dados primários de sorvete

(46) 45 Tabela 11: Decisão de compra Quem toma a decisão de compra Número de N° de pessoas Porcentual de % acum. de pessoas acumuladas decisão de compra decisão de compra Eu Meus filhos Meus pais Cônjuge Amigos Não sei/não soube responder Outros 129 22 11 24 14 2 2 Total Fonte: Dados primários 204 129 151 162 186 200 202 204 63,24% 10,78% 5,39% 11,76% 6,86% 0,98% 0,98% 63,24% 74,02% 79,41% 91,18% 98,04% 99,02% 100,00% 100,00 A grande maioria dos entrevistados (63,24%) respondeu que são eles próprios que tomam a decisão de comprar sorvete. Outros 34,80% dos entrevistados disseram que a decisão de compra é tomada por seus filhos, pais, cônjuge ou amigos. Quem toma a decisão de compra 7% % % 12% 5% 11% • Eu MI Meus filhos El Meus pais • Cônjuge El Amigos o Não sei/não soube responder ID Outros (especificar): Gráfico 11: Percentual de quem decide comprar sorvete Fonte: Dados primários 63%

(47) 46 Tabela 12: Marca de sorvete mais consumida Número de N° de pessoas Marca mais consumida Kibon Nest lé Paviloche Q-mexe McDonald's e/ou Bob's Não sei/não soube responder Outros Total Fonte: Dados primários pessoas acumuladas 85 31 17 3 45 17 85 116 Porcentual de % acum. de marca consumida marca consumida 133 136 181 198 204 6 204 41,67 15,20 8,33 1,47 22,06 8,33 41,67 56,86 65,20 66,67 88,73 97,06 100,00 2,94 100,00 A maioria dos entrevistado (41,67%) informou que a marca que mais consomem é Kibon. A segunda marca na preferência dos entrevistados foi a Nestlé (15,20%). Já McDonald's e Bob's somaram juntos 22,06% da preferência. Marca de preferência dos entrevistados 8% 3% 2 2% o Kibon o Nestlé o Paviloche 53 I Q-mexe Sorvete do Macdonald's e/ou Bob's Não sei/não soube responder Outros (especificar): Gráfico 12: Marca de sorvete mais consumida Fonte: Dados primários 43%

(48) 47 Tabela 13: Acompanhantes no consumo de sorvete Acompanhantes no consumo de sorvete Número de pessoas Ninguém me acompanha Namorado (a) ou cônjuge Amigos Pais Filhos Não sei/ não soube responder N° de pessoas acumuladas 29 78 41 21 33 2 Outros 29 107 148 169 202 204 204 o Total Porcentual de acompanhantes 14,22 38,24 20,10 10,29 16,18 0,98 0,00 204 Fonte: Dados primários % acum. de acompanhadas 14,22 52,45 72,55 82,84 99,02 100,00 100,00 100,00 De acordo com a Tabela 13, constatou-se que 38,24% dos entrevistados estão acompanhados de seu/sua namorado(a) ou cônjuge ao consumirem sorvete. É importante, também, perceber que 99,02% n'do consomem sorvete sozinhos. Acompanhantes no consumo de sorvete 16% 1% 0% 10% 1111 Ninguém me acompanha • • • Namorado (a) ou cônjuge Amigos Pais Filhos • • Não sei/não soube responder Outros (especificar): El Gráfico 13: Acompanhantes no consumo de sorvete Fonte: Dados primirios '4%

(49) 48 Tabela 14: Fator determinante na escolha da marca Fator determinante na escolha da marca Número de N° de pessoas Porcentual de fator % scum. de fator pessoas acumuladas determinante determinante Facilidade de acesso Embalagem Sabor Textura Sorvetes especiais Prep Não sei/não soube responder Outro 17 3 128 16 13 25 2 0 17 20 148 164 177 202 204 8,33 1,47 62,75 7,84 6,37 12,25 0,98 0,00 204 Total 8,33 9,80 72,55 80,39 86,76 99,02 100,00 100,00 100,00 Fonte: Dados primários A grande maioria dos entrevistados (62,75%) respondeu que o fator determinante na escolha da marca do sorvete é o sabor, e, em segundo lugar (12,25%), o preço. Fator determinante 12% 1% na escolha da marca 0% 8% 64% 1=1 D Facilidade de acesso Embalagem Sabor D Textura 1:1 • LI Sorvetes especiais LI • Preço Não sei/não soube responder Outro (qual?): Gráfico 14: Fator determinante na escolha da marca Fonte: Dados primários

(50) 49 Tabela 15: Tipo de apresentação do sorvete consumido pelos entrevistados Tipo de apresentação do sorvete Número de N° de pessoas pessoas acumuladas Casquinha Pote 1 L, pote 1,5 L ou pote 2 L No buffet Embalagem individual pronta Não sei/não soube responder Outras Total Porcentual de % acum. de tipo tipo de sorvete de sorvete 50 90 36 26 2 50 140 176 202 204 24,51 44,12 17,65 12,75 0,98 24,51 68,63 86,27 99,02 100,00 o 204 0,00 100,00 204 100,00 Fonte: Dados primários A maioria dos entrevistados (44,12%) respondeu que consome sorvete em potes de 1, 1,5 e 2 litros. Em segundo lugar, com 24,51% dos entrevistados, vem o consumo de sorvete na casquinha. 0 buffet somou apenas 17,65% na preferência dos entrevistados. Tipo de apresetacio do sorvete 18% 43% 1:1 Casquinha • Pote 1 L , pote 1,5 L ou pote 2 L • No buffet • Embalagem individual pronta • • Não sei/não soube responder Outras (qual?): Gráfico 15: Tipo de apresentação do sorvete consumido pelos entrevistados Fonte: Dados primários

(51) 50 Tabela 16: Sabor de sorvete preferido Sabor de sorvete Número de N° de pessoas Porcentual de % acum. de preferido _pessoas acumuladas preferência de sabor preferencia de sabor Abacaxi 5 5 2,45 2,45 Brigadeiro I5 20 7,35 9,80 Chocolate 44 64 21,57 31,37 Creme 23 87 11,27 42,65 Doce de leite 6 93 2,94 45,59 Flocos Leite condensado Maracujá Morango Napolitano Não sei/ Não soube responder Outros Total Fonte: Dados primários 39 15 132 147 147 11 31 158 19,12 7,35 0,00 5,39 189 15,20 64,71 72,06 72,06 77,45 92,65 0 15 189 0,00 92,65 204 7,35 100,00 204 100,00 De acordo com a Tabela 16, os sabores de sorvete preferidos pelos consumidores são: chocolate (21,57%), flocos (19,12%) e napolitano (15,20%). Sabor preferido de sorvete 0% 7% 0 Abacaxi • • • O • O Brigadeiro Chocolate Creme Doce de leite Flocos Leite condensado • Maracujá 13 Morango 13 Napolitano O Não sei/ Não soube responder • Outros (especificar): Gráfico 16: Sabor de sorvete preferido Fonte: Dados primários 2% 7%

(52) 51 Tabela 17: Investimento médio mensal para consumo de sorvete Investimento mensal para consumo de sorvete Número de N° de pessoas Porcentual de % acum. de pessoas acumuladas investimento mensal investimento mensal De 5 a 10 reais Delia 15 reais De 16 a 20 reais De 21 a30 reais De 31 a 40 reais Mais de 40 reais Não sei/não soube responder Total Fonte: Dados primários 81 29 29 25 14 6 20 81 110 39,71 14,22 14,22 12,25 6,86 2,94 9,80 139 164 178 184 204 204 39,71 53,92 68,14 80,39 87,25 90,20 100,00 100,00 A maioria dos entrevistados (39,71%) respondeu que investe de R$ 5,00 a R$ 10,00 mensalmente no consumo de sorvete. Outros 14,22% consomem de R$ 11,00 a R$ 15,00. A mesma porcentagem foi constatada no consumo de R$ 16,00 a R$ 20,00. Investimento em sorvetes 3% 12% I MA 40% 1.r 1 ie 14% • MI De 5 a 10 reais De 21 a 30 reais „ O Não sei/não soube responder 14% 111 De 11 a 15 reais El De 31 a 40 reais GI-Oleo 17: Investimento médio mensal para Fonte: Dados primários o De 16 a 20 reais I2 Mais de 40 reais consumo de sorvete

(53) Tabela 18: Meio de comunicação que mais influencia na compra Meio de comunicação que mais influencia na compra Número de N° de pessoas Porcentual de tipo % acum. de tipo pessoas acumuladas de sorvete de sorvete Rádio Televisão Jornal Outdoors Panfletos Não sei/não soube responder Outros Total Fonte: Dados primários 6 113 5 28 23 25 6 119 124 152 175 200 2,94 55,39 2,45 13,73 11,27 12,25 2,94 58,33 60,78 74,51 85,78 98,04 4 204 1,96 100,00 204 100,00 A grande maioria dos entrevistados (55,39%) respondeu que o meio de comunicação que mais influencia na escolha da marca é a televisão. 0 outdoor foi o segundo meio de comunicação mais eficiente (13,73%), seguido pelos panfletos (11,27%). Meio de comunicação que mais influencia 2% 3% 2% O Rádio • Televisão • Jornal IJ Outdors • o O Panfletos Não sei/não soube responder Outro (qual?) Gráfico 18: Meio de comunicação que mais influencia na compra Fonte: Dados primários

(54) •, 53 4.2 Tabulação Cruzada dos Dados A tabulação cruzada dos dados se dá em função de possível relevância na obtenção de resultados obtidos com a contagem de valores de duas variáveis simultaneamente. Desta forma é possível analisar os dados provenientes de uma combinação dos cruzamentos, possibilitando maior precisão na pesquisa. 90 80 70 I:3 Outro 60 o Funcionário Público o 104 (1) 50 • 40 Servidor Público El Empresário • Profissional Liberal 30 • Estudante 20 1 10 O O e e. c' Ir 9t. .Qz' 0 (o'b' ':)' e..* 'Ob..• 4'r..?l ' CD 0 fl> '■f) ql, '■ Ir çz' <611.* 2§' ..,- .,) trô "CP e <66‘ e o4' . \o''' 6, -4`b9 Investimento mensal em consumo de sorvete Gráfico 19: Tabulação cruzada entre as variáveis "investimento mensal em consumo de sorvete" e "profissão dos respondentes" Fonte: Dados primários A tabulação cruzada entre as variáveis "profissão" e "investimento mensal em consumo de sorvete" não demonstra nenhuma grande diferença de consumo entre as profissões. O único ponto a se ressaltar é um percentual maior de empresários que consomem de 21 a 30 reais mensais em sorvete. 0 restante demonstra que o consumo de sorvete não varia em função da profissão dos respondentes.

(55) Tabela 19: Tabulação cruzada entre as variáveis "investimento mensal em consumo de sorvete" e "profissão dos respondentes" Investimento mensal em consumo de sorvete De 5 a 10 reais De II a 15 reais De 16 a 20 reais De 21 a 30 reais De 31 a 40 reais Mais de 40 reais No sei/nAo soube responder to t ais Profiss5o Estudante 32 8,11% 12 16,22% 6 8,11% 6 8,11% 2 2,70% 10 13,51% 74 15,69% 20,69% 2,94% 41,38% 5,88% 24,00% 2,94% 42,86% 2,94% 33,33% 0,98% 50,00% 4,90% 36,27% 14 51,85% 6 22,22% 2 7,41% 1 3,70% 2 7,41% 0 0,00% 2 7,41% 27 17,28% 6,86% 20,69% 2,94% 6,90% 0,98% 4,00% 0,49% 14,29% 0,98% 0,00% 0,00% 10,00% 0,98% 73,16% 4 26,67% 1 6,67% 0 0,00% 6 40,00% 2 13,33% 2 13,33% 0 0,00% 15 4,94% 1,96% 1,45% 0,49% 0,00% 0,00% 24,00% 2,94% 14,29% 0,98% 33,33% 0,98% 0,00% 0,00% 80,01% 4 22,22% 6 33,33% 0 0,00% 4 22,22% 0 0,00% 0 0,00% 4 22,22% 18 4,94% 1,96% 20,69% 2,94% 0,00% 0,00% 16,00% 1,96% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 20,00% 1,96% 61,63% 13 33,33% 6 15,38% 6 15,38% 4 10,26% 4 10,26% 2 5,13% 4 10,26% 39 16,05% 6,37% 20,69% 2,94% 20,69% 2,94% 16,00% 1,96% 28,57% 1,96% 33,33% 0,98% 20,00% 1,96% 155,33% 14 45,16% 4 12,90% 9 29,03% 4 12,90% 0 0,00% 0 0,00% 0 0,00% 31 17,28% 6,86% 13,79% 1,96% 31,03% 4,41% 16,00% 1,96% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 78,11% 81 39,71% 29 14,22% 29 14,22% 25 12,25% 14 6,86% 6 2,94% 20 9,80% 204 39,51% Profissional Liberal Empresário Servidor Público Funcionário Público Outro Totais 43,24% 6 100,00% 39,71% 100,00% 14,22% 100,00% 14,22% 100,00% 12,25% 100,00% 6,86% Fonte: Dados primários 100,00% 2,94% 100,00% 9,80% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00%

(56) 57 140 4) o col E 120 100 Li Quatro ou mais f;J frês EIDois Um 1111Nenhum g0 • 40 tt *)0 ati 0 r.,—.... c... e <.° U 4, e- , -.7*" 0% fP 'to4 4 Oc' . A-vti ce so6<4' o.o % r0 %ea 'ZY o +lb Quantidade de dependentes do entrevistado Gráfico 21: Tabulação cruzada entre as variáveis "quantidade de dependentes do entrevistado" e "quem toma a decisão de compra do sorvete" Fonte: Dados primários Este cruzamento demonstra claramente a predominância de respostas como sendo o próprio respondente o responsável pela decisão de compra do sorvete, nos casos em que não possui dependentes. A maioria dos respondentes que possuem dois ou três filhos também afirmam ser os responsáveis pela decisão de compra. Porém, em segundo lugar, estão aqueles que indicam serem os filhos os responsáveis pela decisão.

(57) Tabela 20: Tabulaçáo cruzada entre as variáveis "idade dos entrevistados" e "freqüência de consumo de sorvetes" Idade dos entrevistados De 18 a 25 anos Freqüência de consumo de sorvetes I a 2 vezes por semana De 26 a 33 anos De 34 a 41 anos De 42 s49 anos De 50 a 57 anos De 58 a 65 anos Mais de 65 anos Totais 13 21 43,75% 27,08% 20,59% 10,29% 27,66% 6,37% 4 14,81% 8,33% 1,96% 9 42,86% 18,75% 1 4,41% 20,00% 2,08% 0,49% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 48 100,00% 0,00% 125,92% 3 a 7 vezes por semana 4 3,92% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0;00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 7 100,00% 0,00% 10,30% I vez por mês 14 34,15% 10 24,39% 9 21,95% 13,73% 6,86% 21,28% 4,90% 33,33% 4,41% 2 9,52% 4,88% 0,98% 4 80,00% 9,76% 1,96% 0 0,00% 0,00% 0,00% 2 4,88% 41 100,00% 100,00% 0,98% 257,86% 2 a3 vezes por mês 46 63,89% 13 45,10% 22,55% 27,66% 18,06% 6,37% 5 18,52% 6,94% 2,45% 8 38,10% 11,11% 3,92% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 72 100,00% 0,00% 129,37% 1 a 4 vezes por ano 2 1,96% 33,33% 0,98% 2 4,26% 33,33% 0,98% 2 7,41% 33,33% 0,98% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 6 100,00% 0,00% 13,62% 5 a 8 vezes por ano 2 1,96% 20,00% 0,98% 4 8,51% 40,00% 1,96% 2 7,4 I % 20,00% 0,98% 2 9,52% 20,00% 0,98% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0;00% 0,00% 10 100,00% 0,00% 27,40% 9 a 11 vezes por ano 11 68,75% 10,78% 5,39% 0 0,00% 0,00% 0,00% 5 31,25% 18,52% 2,45% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 16 100,00% 0,00% 29,30% Nunca 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% Niio sei / no soube responder 2 1,96% 50,00% 0,98% 2 4,26% 50,00% 0,98% 0 0.00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,00% 4 100,00% 6,22% 102 50,00% 47 23,04% 27 13,24% 21 10,29% 5 2,45% 100,00% 50,00% 100,00% 23,04% 100,00% 13,24% 100,00% 10,29% 100,00% 2,45% 0 0,00% 0,00% 0,00% Totais Fonte: Dados primários 57,14% 1,96% 3 6,38% 42,86% 1,47% 0,00% 2 0,98% 204 100,00% 100,00% 0,98% 100,00%

(58) 59 Fator determinan te na escolha da mare: 120 •00 80 Outro fl Não sei/não soube responder Preço rj Sorvetes especiais Textura o Sabor • Embalagem 40 • Facilidade de acesso 20 Masculino Feminino Sexo Gráfico 22: Tabulacão cruzada entre as variáveis "sexo" e "fator determinante na escolha da marca do sorvete" Fonte: Dados primários O Gráfico 22 demonstra que tanto homens como mulheres consideram, sobretudo, o sabor do sorvete como fator determinante na escolha da marca a ser comprada. No entanto, percebe-se que os homens valorizam mais o fator "preço" do que as mulheres, que apreciam mais os sorvetes especiais. Ambos valorizam igualmente a embalagem. Além disso, a facilidade de acesso é mais considerada pelos homens.

(59) Tabela 21: Tabulação cruzada entre as variáveis "quantidade de dependentes do entrevistado" e "quem toma a decisão de compra do sorvete" Quantidade de dependentes do entrevistado Nenhum Dois Um Três Quatro ou mais Totais Quem toma a decisão de compra do sorvete Eu 91 70,54% 20 15,50% 16 12,40% 0 0,00% 2 1,55% 129 72,80% 44,61% 60,61% 9,80% 53,33% 7,84% 0,00% 0,00% 40,00% 0,98% 226,74% 0,00% 3 13,64% 8 36,36% 8 36,36% 3 13,64% 22 0,00% 0,00% 9,09% 1,47% 26,67% 3,92% 72,73% 3,92% 60,00% 1,47% 168,48% 11 100,00% 0 0,00% 0 0,00% 0 0,00% 0 0,00% 11 8,80% 5,39% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 8,80% 16 66,67% 3 12,50% 2 8,33% 3 12,50% 0 0,00% 24 12,80% 7,84% 9,09% 1,47% 6,67% 0,98% 27,27% 1,47% 0,00% 0,00% 55,83% 5 35,71% 7 50,00% 2 14,29% 0 0,00% 0 0,00% 14 4,00% 2,45% 21,21% 3,43% 6,67% 0,98% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 31,88% 2 100,00% 0 0,00% 0 0,00% 0 0,00% 0 0,00% 2 1,60% 0,98% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 1,60% 0 0,00% 0 0,00% 2 100,00% 0 0,00% 0 0,00% 2 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 6,67% 0,98% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 6,67% 125 61,27% 33 16,18% 30 14,71% 11 5,39% 5 2,45% 204 100,00% 61,27% 100,00% 16,18% 100,00% 14,71% 100,00% 2,45% 100,00% Meus Filhos Meus Pais Cônjuge Amigos Não sei / não soube responder Outros Totais Fonte: Dados primários 100,00% 5,39% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00%

(60) 61 5 DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE NEGÓCIO 0 plano de negócio contempla os aspectos mercadológicos, jurídicos e legais, administrativos e econômico-financeiros do empreendimento, sendo elaborado conforme os interesses do empreendedor. 5.1 Caracterização da empresa 0 empreendimento proposto, a sorveteria Cream, caracteriza-se como um estabelecimento A moda anos 50, que pretende comercializar alimentos e bebidas de boa qualidade, servidos por funcionário bem instruidos para oferecer um atendimento impecável, em um ambiente diferenciado e aconchegante. A idéia de uma sorveteria moderna com ar de anos 50, que ofereça, além de sorvetes, café da manhã e happy hour, surgiu da necessidade de apresentar um lugar divertido e acolhedor. 0 empreendimento deverá funcionar de segunda a sábado das 7:00 As 23:00 horas e aos domingos das 14:00 As 23:00 horas. Esse horário foi assim determinado para que possa aproveitar todo o potencial que o local oferece. Foi observado que há uma grande procura por estabelecimentos que ofereçam café da manhã e que muitos jovens estão insatisfeitos com as opções de happy hour da região. Dessa forma, a sorveteria Cream abrirá as 7:00 horas para oferecer café da manhã. A tarde, exibirá filmes da década de 50, na chamada "Sessão da Tarde". A cada quinze dias, A noite, serão oferecidos shows com bandas de rock que tocam sucessos da época. Além de eventos, serão oferecidos produtos diferenciados, que são tendência de mercado, mas que não são encontrados facilmente em Florianópolis. É o caso do sorvete de proteína de soja para quem tem intolerância A lactose e do sorvete light para quem está preocupado ern manter a forma.

(61) 63 b) Linha Frutas Sorvete A base de suco de frutas, disponível nos sabores: goiaba, limão, manga, maracujá, tangerina e uva. Quantidade por porção de 45g. Valor cal6rico Carboidratos Proteínas Gorduras totais Gorduras saturadas Gorduras Trans Colesterol Fibra alimentar 40 Kcal=168 Kj 7g Og 1g Og ND* Omg Og Fonte não significativa Fonte não significativa < 25mg Cálcio Ferro Sódio % VD ** 2 2 0 1 0 ND* 0 0 Fonte não significativa Fonte não significativa 0 *ND não determinado ** % Valores Diários de referencia com base em uma dieta de 2000 Kcal ou 8400 Kj. Quadro 05: Informações nutricionais linha Frutas Fonte: Amoratto Sorvetes Artesanais (2007) c) Linha Frozen Iogurte Sorvete A base de iogurte, disponível nos sabores: amarena, ameixa, damasco, morango e natural. Quantidade por porção de 45g. Vo V D ** Valor cal6rico Carboidratos Protelnas Gorduras totais Gorduras saturadas Gorduras Trans Colesterol Fibra alimentar Cálcio Ferro Sódio 60 Kcal=252 Kj lOg 2g 1g Ig ND* 3mg Og 65mg Fonte não significativa < 25mg * ND não determinado ** % Valores Diários de referencia com base em uma dieta de 2000 Kcal ou 8400 Kj. Quadro 06: Informações nutricionais linha Frozen Iogurte Fonte: Amoratto Sorvetes Artesanais (2007) 2 3 4 I 4 N D* 1 0 8 Fonte não significativa 0

(62) 64 d) Linha Light Para fazer o sorvete Light substitui-se o leite por um concentrado de proteínas do leite e o açúcar pelo aspartame, resultando num sorvete com baixo valor calórico. Disponível nos sabores: ameixa, baunilha, café, chocolate, coco, damasco, maracujá e morango. Quantidade por porção de 45g. % VD * * Valor calórico Carboidratos Proteínas Gorduras totais Gorduras saturadas Gorduras Trans Colesterol Fibra alimentar 30 Kcal=126 Kj 3g 2g 4 Og 0 Og Og Omg ND* Og 65mg Fonte não significativa < 25mg Cálcio Ferro Sódio I 1 0 0 0 g Fonte não significativa 0 'ND nan determinado ** % Valores Diários de referencia com base em uma dieta de 2000 Kcal ou 84004 ua ro 7: Informações nutricionais linha Light Fonte: Amoratto Sorvetes Artesanais (2007) e) Linha Soya Ice Sorvete à base de proteína de soja, disponível nos sabores: abacaxi, banana, Hindi:), maça e morango. Quantidade por porção de 45g. Valor cal6rico Carboidratos Proteínas Gorduras totais Gorduras saturadas 60 Kcal=252 Kj 14g 2g Og Og % VD ** 3 4 4 0 ND' Gorduras Trans ND* ND* Colesterol Omg 0 Fibra alimentar ND* ND* Cálcio 7mg 1 Ferro Fonte não significativa Sódio ND* 0 ND* * ND rat° determinado ** % Vaiares Diários de referencia com base em uma dieta de 2000 Kcal ou 8400 Kj. Quadro 08: Informações nutricionais linha Soya Ice Fonte: Amoratto Sorvetes Artesanais (2007)

(63) 65 possível que a sorveteria Cream não ofereça a seus clientes todos os sabores mencionados anteriormente, já que dependerá da disponibilidade do fornecedor. Em contrapartida, outros sabores poderão ser agregados pelo fabricante ou à pedido da Sorveteria. Serão oferecidos, além das cinco linhas de sorvete, outros produtos como: torta de sorvete, bombom de sorvete, crepe, salgados e bebidas variadas. 5.3 Aspectos mercadológicos A definição dos mercados consumidor, concorrente e fornecedor e, também, da localização, deve-se As conclusões retiradas de uma pesquisa sobre os hábitos de consumo de sorvetes no bairro Trindade em Florianópolis, realizada no segundo semestre de 2005. Além disso, considerou informações adquiridas através de conversas com concorrentes e fornecedores. 5.3.1 Mercado Consumidor Segundo o censo realizado em 2000 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Florianópolis possui uma população de 342.315 habitantes. A região da Trindade (14.206 hab.), considerando também os bairros vizinhos, Agronômica (13.576 hab.), Córrego Grande (4.491 hab.), Pantanal (4.424 hab.), Santa Mônica (4.914 hab.) e também o centro da cidade (41.827 hab.), detém quase 25% da população total de Florianópolis (PMF, 2007). Mas por ser um bairro universitário, onde encontram-se também vários colégios, o fluxo aumenta muito com as pessoas vindas das mais variadas regiões da Grande Florianópolis. A construção recente do Shopping Iguatemi, no bairro vizinho, Santa Mônica, é outro motivo pelo qual mais pessoas são atraidas A. essa região da cidade. Na pesquisa sobre os hábitos de consumo de sorvetes no bairro Trindade, em Florianópolis, realizada no segundo semestre de 2005, foram entrevistadas pessoas com idades entre 18 e 57 anos, demonstrando o predomínio de jovens com idades entre 18 e 33 anos (73,04%) residentes na região. Por isso, acredita-se que a sorveteria Cream será freqüentada, principalmente, por jovens e crianças, mesmo que essas não tenham sido

(64) 66 incluidas na pesquisa, pois é de conhecimento de todos que o sorvete é um alimento muito apreciado por elas. Outro dado interessante é que a grande maioria dos entrevistados (82,35%) consome sorvete pelo menos uma vez por mês, sendo que quase 85% deles costumam tomar sorvete acompanhados. A pesquisa mostra, também, que 81 entrevistados gastam mensalmente de R$ 5,00 a R$ 10,00 com a compra de sorvete; 97 entrevistados gastam entre R$ 11,00 e R$ 40,00; e 6 entrevistados chegam a gastar mais de R$ 40,00 por mês. Essa pesquisa demonstra que, apesar do Brasil no apresentar altos níveis de consumo de sorvete, com uma média anual de apenas 2,71 litros por habitante, (um valor muito baixo comparado com países como: Canadá — 17,80 l/hab; Estados Unidos — 22,50 l/hab; e Nova Zelândia — 26,30 1/hab) (ABIS, 2007), o bairro pesquisado apresenta um grande potencial de consumo de sorvete. 5.3.2 Mercado Concorrente Os concorrentes de uma sorveteria so todos os estabelecimentos que vendem sorvete ou picolé, e dividem-se entre indiretos e diretos. Na análise do bairro Trindade, foram identificados como concorrentes indiretos todos os estabelecimentos que vendem picolés ou sorvetes, embalados ou em potes (Nest16, Kibon, Geloko, entre outros), como mercados, bancas de revistas, farmácias, restaurantes, bares e lanchonetes. Na pesquisa, os mercados se mostraram os principais concorrentes indiretos da sorveteria Cream, pois 53,43% dos entrevistados compram sorvete nesses estabelecimentos. Para compor a análise dos concorrentes diretos foram selecionados quatro estabelecimentos: La Gelatta, Sabore Sorveteria, Bob's, Empório Manhattan e Banca UFSC.

(65) 67 Aspectos Sabore Sorveteria Bob's Shopping Shopping Manhattan Av. Desemb. Iguatemi Trindade Trindade Vitor Lima 2 meses 3 anos 3 anos 12 anos 20 an os La Gelatta Analisados Shopping Localizaglio Idade da empresa Seg. a Sal). Empório Banca UFSC 1 UFSC Seg. a Sal). Horário de 10h is 22h Seg. a Dom. 11h as 21h Seg. i Dom. Seg. i Sex. funcionamento Domingo 12h as 20h Domingo 7h as 22:30h 8:30h as 18h Amoratto Kibon R$ 27,00 (Kg) R$ 21,50 (Kg) 14h is 20h Marca La Gelatta R$ 4,50 (Un. Prep casquinha) 1 lh as 19h Sabor Natural Nestle e Kibon RS 22,00 (Kg) R$ 1,50 (Un. casquinha) uaclro : Concorrentes diretos Fonte: Dados primários 5.3.3 Mercado Fornecedor A escolha do fornecedor levou em consideração o sabor do produto, a variedade, o preço, o prazo de entrega e a flexibilidade na negociação. No caso do fornecedor de sorvete, foi estabelecida parceria com a empresa Amoratto Sorvetes Artesanais, que nos fornecerá, também, as tortas e os bombons de sorvete. a) Fornecedor de sorvetes, tortas e bombons — Amoratto Sorvetes Artesanais Rod. SC 401, Km 05, n°4320 Saco Grande II— Florianópolis — SC Tel.: (48) 3238-1333 Site: www.amoratto.com.br Os fornecedores dos outros produtos, corno bebidas e salgados, foram escolhidos obedecendo aos mesmos critérios, e estão relacionados a seguir:

(66) 68 b) Fornecedor de artigos para sorveterias — Pontilhão Rua da Cantareira, n° 677 Luz — Sao Paulo — SP Tel.: (11) 3229-5195 / 3228-1276 / 0800-142070 Fax: (11) 3227-8159 Site: wwvv.pontilhao.com.br c) Fornecedor de salgados — Schultz Massa Especiais e Gula & Cia. Servidão dos Curumins, n°6 Rio Vermelho — Florianópolis — SC Tel.: (48) 3266-5753 / 9101-9507 d) Fornecedor de bebidas — Vonpar Refrescos Rua Doralice Ramos Pinho, n° 375 Bairro Jardim Cidade de Florianópolis - São José — SC Fone: (48) 2107 8200 / Fax: (48) 2107 8226 Site: wvvw.vonpar.com.br — ADL Comércio de Bebidas Rua Santos Saraiva, n° 1643 Estreito - Florianópolis — SC Tel.: (48) 3244-5466 e) Fornecedores diversos — Makro Atacadista Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira, n° 469 Estreito — Florianópolis - SC Tel: (48) 3281-4000 / Fax: (48) 3281-4080 Site: www.makro.com.br

(67) 69 - Supermercado Angeloni Av Irineu Bornhausen, n° 5288 Agronômica - Florianópolis - SC Tel.: (48) 3333-1777 / Fax: (48) 3333-1777 Site: wvvw.angelorii.com.br Os fornecedores de máquinas e equipamentos, que serão contatados principalmente na fase de montagem da empresa, são: a) Balcões de exposição - Cezar Máquinas Rua Francisco Rodrigues Pereira, n° 173 Carvalho - Itajai — SC Tel.: (47) 3346-5077 / 9126-0707 Site: www.cezarmaquinas.com.br b) Outros equipamentos — Mercado Livre Site: www.mercadolivre.com.br 5.3.4 Localização A sorveteria Cream dispõe de uma área de 80 m2 e fica localizada na rua Lauro Linhares, entre a Universidade Federal de Santa Catarina — UFSC e a rua Madre Benvenuta. A escolha do local deve-se ao fato de ser uma regido de fácil acesso, por ficar próxima universidades e colégios e por apresentar grande tráfego de carros e pedestres.

(68) 70 5.4 Aspectos jurídicos e legais Nessa etapa serão apresentados os aspectos jurídicos e legais de uma empresa que são constituídos, basicamente, do registro nos respectivos órgãos federal, estadual e municipal, bem como do contrato de constituição social. 5.4.1 Identificação da empresa Denominação social: Sorveteria Azzolini Ltda. — ME Nome fantasia: Cream Porte: Microempresa enquadrada no Simples Federal Constituição jurídica: Sociedade Limitada Sócias: Tatiane Azzolini e Patricia Cella Azzolini Ramo: Comércio Tipo de negócio: Sorveteria Endereço: Rua Lauro Linhares, bairro Trindade, Florianópolis — SC. 5.4.2 Etapas para constituição da empresa As orientações relacionadas a seguir estão em conformidade com as regras impostas pelo novo Código Civil Brasileiro, em vigor desde 11 de janeiro de 2003 e seguem, também, as normalizações estabelecidas pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC). la Etapa Consulta de viabilidade junto à Prefeitura Municipal de Florianópolis. Para dar entrada no processo, é necessário efetuar o pagamento de uma guia e apresentar os seguintes documentos:

(69) 71 a) Escritura do local onde ser á instalada a empresa; b) Número do habite-se; c) Projeto aprovado; d) Cadastro de Pessoa Física (CPF) e Carteira de Identidade do proprietário. r Etapa Registro da empresa na Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (JUCESC). A entrada do processo consiste na entrega da documentação exigida: a) Capa do processo — requerimento de tarja azul (código do ato 080), em 1 (uma) via; b) Requerimento de empresário em 4 (quatro) vias; c) Cópia autenticada da Carteira de Identidade e CPF; d) Comprovante de pagamento da guia do Documento de Arrecadação de Registro do Comércio (DARC) (1 jogo) e vias excedentes; e) Comprovante de pagamento da guia do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF); 1) Declaração de microempresa (ME), 2 (duas) vias, em papel tamanho oficio, acompanhada de capa de processo / Requerimento de tarja azul (1 via). 3' Etapa Obtenção do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) junto à Receita Federal. A entrada do processo é realizada através do preenchimento e transmissão eletrônica via Internet pelo programa ReceitaNet, disponível no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br ) da Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica (FCPJ). Após preencher a FCPJ, o contribuinte deverá encaminhar à unidade cadastradora de jurisdição os seguintes documentos: a) Original do Documento Básico de Entrada (DBE), gerado no momento do envio da FCPJ, assinado pela pessoa fisica responsável perante o CNPJ, com firma reconhecida; b) Cópia autenticada da Declaração de Empresário, registrada na JUCESC.

(70) 72 4/1 Etapa Solicitação da Inscrição Estadual - CORFE junto à Secretaria da Fazenda. 0 processo inicia com o preenchimento e a transmissão eletrônica, via Internet (wvvvv.sef. sc.gov.br ), pelo contador, da Ficha de Atualização Cadastral (FAC). Após o envio da FAC pela Internet, o sistema fornecerá um protocolo. Este protocolo e 2 (duas) vias da FAC devem ser impressos e entregues na Gerência Regional juntamente com os seguintes documentos: a) Requerimento de Empresário, registrada na JUCESC; b) Declaração de ME, registrada na JUCESC; c) CNPJ; d) CPF e Carteira de Identidade do empresário; e) Comprovante de residência do empresário; f) Documentação de Arrecadação (DAR), quitado, para pagamento da taxa de inscrição no cadastro; g) Contrato de locação do imóvel sede da empresa; h) Alvará de licença da Prefeitura de Florianópolis. 5* Etapa Solicitação do alvará de funcionamento e inscrição no cadastro fiscal junto Secretaria de Finanças da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Para a abertura do processo são necessários os seguintes documentos: a) Requerimento de empresário, registrado na JUCESC; b) CNPJ; c) Vistoria do Corpo de Bombeiros; d) Alvará sanitário da Divisão de Vigilância Sanitária de Florianópolis: e) Consulta de viabilidade (já requerida na P etapa); f) Cadastro Municipal de Contribuintes (CMC) (Ficha de Recadastramento Pessoa Jurídica, formulário fornecido pela prefeitura); Recolhimentos: Taxa de Expediente (valor, consultar Prefeitura); Taxa de Licença para Localização (TLL), cujo valor é calculado de acordo com o Muller° de empregados e o ramo de atividade; e Taxa de Licença para Publicidade (TLP), que terá valor cobrado conforme o número e tamanho das placas de identificação.

(71) 73 5.5 Aspectos administrativos A sorveteria Cream terá seu quadro de funcionários formado pelas duas sócias, seis atendentes e um contador terceirizado. A Diretoria Administrativa/Financeira será ocupada por Tatiane Azzolini, formanda em Administração no primeiro semestre de 2007, e a Diretoria de Marketing sera ocupada por Patricia Cella Azzolini, bacharel em jornalismo. Pelo fato da sorveteria ficar aberta por um período muito longo, o "dia" será dividido em três turnos, com duas atendentes em cada um. Uma será a atendente chefe, que ficará responsável por coordenar as atividades do seu turno e responderá pelo caixa na ausência da Diretora Administrativa/Financeira. 0 primeiro turno será das 7:00 As 12:30 horas, o segundo turno das 12:30 As 18:00 horas e o terceiro turno das 18:00 As 23:30 horas. 0 número de funcionários em cada turno poderá ser modificado conforme a necessidade. Dessa forma, os cargos e funções dos colaboradores da sorveteria Cream podem ser representados da seguinte maneira: a) Diretora Administrativa/Financeira: - responsável pela operacionalização da empresa; - planejar, organizar, controlar e decidir os objetivos da empresa; - realizar a compra dos materiais (insumos, limpeza, expediente, entre outros); - atender no caixa; - apurar os resultados diariamente; - elaborar o fluxo de caixa. b) Diretora de Marketing: - responsável pela divulgação da empresa; - contratação de shows e promoção de eventos; - garantir o bom relacionamento com os clientes; - fiscalizar os padrões de atendimento, higiene e qualidade; - acompanhar as tendências de mercado; - recepção e acomodação dos clientes e assistência aos pedidos.

(72) 74 c) Aten dente Chefe: responsável pelo atendimento aos clientes; montar os pratos de sorvete oferecidos; controlar a necessidade de compra de materiais; responder pelo caixa na ausência da Diretora Administrativa/Financeira d) Atendente: responsável por servir os clientes; - montar os pratos de sorvete oferecidos; arrumação e limpeza do balcão e das mesas. O horário de atendimento da sorveteria Cream vai até As 23:00 horas, mas os atendentes do terceiro turno ficarão até as 23:30 para limpar o ambiente. 5.6 Aspectos econômico-financeiros A análise financeira mostrará o investimento necessário para abrir a sorveteria, seu lucro estimado, o ponto de equilíbrio e o tempo necessário para recuperar o capital inicialmente investido, levando em consideração informaçiies adquiridas junto a fornecedores e empresas do ramo alimentício. 5.6.1 Investimento Inicial O investimento inicial é composto por investimento fixo, capital de giro e reserva. 0 investimento fixo é a soma do valor investido em reforma, decoração, equipamentos, móveis e utensílios. Os valores foram definidos através de pesquisa junto a fornecedores e sites da Internet, podendo ser visualizados a seguir, no Quadro 10:

(73) 75 Descrição Balcões de exposição sorvete Balcão de exposição sobremesas Balcão de exposição salgados Geladeira de exposição bebidas Crepeira p/ 6 crepes Forno elétrico Liquidificador Balança Mesa com poltrona (4 pessoas) Mesa com 4 cadeiras Televisão LCD 32" Aparelho de som Calculadora Conjunto de talheres Copo de vidro Taça Prato médio Suporte para guardanapo e canudo Saboneteira e suporte papel toalha Cesta de lixo Outros utensílios de cozinha INVESTIMENTO FIXO Quantidade -- Valor Un. (R$) 2 24.000,00 1 18.000,00 1 3.800,00 1 L 4.000,00 1 525,00 1 350,00 2 85,00 1 250,00 6 800,00 2 500,00 1 3.000,00 1 450,00 1 25,00 30 4,00 30 7,00 15 10,00 20 5,00 8 15,00 1 60,00 5 20,00 1.500,00 Valor total (RS) 48.000,00 18.000,00 3.800,00 4.000,00 525,00 350,00 170,00 250,00 4.800,00 1.000,00 3.000,00 450,00 25,00 120,00 210,00 150,00 100,00 120,00 60,00 100,00 1.500,00 Total equipamentos, móveis e utensílios 86.730,00 Reforma das instalações 40.000,00 Decoração 15.000,00 Despesas de registro INVESTIMENTO FIXO TOTAL _... . ..._ _ . uadro I U: Investimento Fixo Fonte: Dados primários 600,00 142.330,00 0 capital de giro compreende os recursos necessários para a aquisição do estoque inicial, pagamento dos custos fixos e reserva financeira.

(74) 76 CUSTO FIXO MENSAL Descrição Valor (R$) A I uguel Salários Encargos sociais Vale transporte Pró-labore Honorário contador Energia elétrica Agua Telefone Aluguel máquina de café expresso Material de limpeza Material de expediente Total 2.000,00 2.700,00 1.038,42 561,60 2,500,00 200,00 2.100,00 200,00 100,00 450,00 50,00 40,00 11.940,02 uadro 11: Custo fixo mensal Fonte: Dados primários As projeções financeiras foram feitas em três cenários diferentes: pessimista, realista e otimista. Desta forma, o custo fixo mensal apresenta uma variação, em relação ao cenário realista, de R$ 300,00 a menor no cenário pessimista e R$ 300,00 a maior no otimista, em virtude do pró-labore. 0 custo fixo mensal em cada um dos três cenários fica assim definido: Cenário Pessimista: R$ 11.640,02 Cenário Realista: R$ 11.940,02 Cenário Otimista: R$ 12.240,02 Os encargos sociais inclusos no custo fixo mensal apresentam-se especificados a seguir: Descrição INSS FGTS Férias 13° salário 1/3 sobre as férias Auxilio doença Reserva Total ENCARGOS SOCIAIS MENSAL Mão-de-obra (R$) Recolhimento 2700,00 9% 2700,00 8% 2700,00 8,34% 2700,00 8,34% 2700,00 2,78% 2700,00 0,50% 2700,00 1,50% Quadro 12: Encargos sociais mensal Fonte: Dados primários ,._ Valor (R$) 243,00 216,00 225,18 225,18 75,06 13,50 1 40,50 1.038,42

(75) 77 Para determinar o valor da reserva financeira, considerou-se duas vezes o valor do custo fixo mensal. CAPITAL DE GIRO Descrição Pessimista (R$) Realista (14$) Otimista (R$) Estoque inicial de mercadorias Custo fixo mensal 5.000,00 5.000,00 5.000,00 11.640,02 11.940,02 12.240,02 Subtotal 16.640,02 16.940,02 17.240,02 Reserva (2x) 23.280,04 23.880,04 24.480.04 Total 39.920,06 40.820,06 41.720,06 uad.ro : C apital de giro Fonte: Dados primários Conforme os quadros apresentados anteriormente, o investimento inicial necessário para a abertura da sorveteria Cream é o seguinte: INVESTIMENTO INICIAL Deserivdo Investimento fixo total Capital de giro TOTAL ua ro : Investimento inicial Fonte: Dados primários Pessimista (R$) Realista (RS) Otimista (RS) 142.330,00 142.330,00 142.330,00 39.920,06 40.820,06 41.720,06 182.250,06 183.150,06 184.050,06

(76) 78 5.6.2 Receita e custo do produto Na projeção de vendas, foram considerados três diferentes cenários (pessimista, realista e otimista) e os produtos principais que deverão ser servidos na sorveteria. Descrigio Sorvete de Leite Sorvete de Fruta Sorvete Frozen iogurte Sorvete Light Sorvete Soya Ice Tap de sorvete Torta de sorvete (fatia) Bombom de sorvete Milk shake Crep's Pão de queijo Calzone Empanado Folhado Saltenha Mini-pizza Sanduíche natural Refrigerante (lata) Cerveja (garrafa) Suco Agua Agua gaseificada Cafe Capuccino Total ESTIMATIVA DE RECEITA MENSAL Preço de Pessimista 50% Realists 75% Otimista 100% vend a Vendas Receita Vendas Receita Vendas Receita R$ 2,10 2.250 R$ 4.725,00 3.390 R$ 7.119,00 4.500 R$ 9.450,00 R$ 2,10 1.950 R$ 4.095,00 2.940 R$ 6.174,00 3.900 R$ 8.190,00 R$ 2,50 450 R$ 1.125,00 690 R$ 1.725,00 600 R$ 1.500,00 R$ 2,75 450 R$ 1.237,50 690 R$ 1.897,50 1.200 R$ 3.300,00 R$ 2,10 600 R$ 1.260,00 900 R$ 1.890,00 1.200 R$ 2.520,00 R$ 6,50 120 R$ 780,00 180 R$ 1.170,00 240 R$ 1.560,00 R$ 4,00 180 R$ 720,00 240 R$ 960,00 360 R$ 1.440,00 R$ 4,00 120 R$ 480,00 180 R$ 720,00 240 R$ 960,00 R$ 3,50 180 R$ 630,00 270 R$ 945,00 360 R$ 1.260,00 R$ 2,25 900 R$ 2.025,00 1.350 R$ 3.037,50 1.800 R$ 4.050,00 R$ 1,00 1.800 R$ 1.800,00 2.700 R$ 2.700,00 3.600 R$ 3.600,00 R$ 2,00 600 R$ 1.200,00 900 R$ 1.800,00 1.200 R$ 2.400,00 R$ 2,00 600 R$ 1.200,00 900 R$ 1.800,00 1.200 R$ 2.400,00 R$ 1,75 360 R$ 630,00 540 R$ 945,00 720 R$ 1.260,00 R$ 2,50 180 R$ 450,00 270 R$ 675,00 360 R$ 900,00 R$ 2,00 450 R$ 900,00 690 R$ 1.380,00 900 R$ 1.800,00 R$ 2,75 750 R$ 2.062,50 1.140 R$ 3.135,00 1.500 R$ 4.125,00 R$ 1,80 1.800 R$ 3.240,00 2.700 R$ 4.860,00 3.600 R$ 6.480,00 R$ 3,75 720 R$ 2.700,00 1.080 R$ 4.050,00 1.440 R$ 5.400,00 R$ 2,50 900 R$ 2.250,00 1.350 R$ 3.375,00 1.800 R$ 4.500,00 R$ 1,00 450 R$ 450,00 690 R$ 690,00 900 R$ 900,00 R$ 1,30 180 R$ 234,00 270 R$ 351,00 360 R$ 468,00 R$ 1,50 1.200 R$ 1.800,00 1.800 R$ 2.700,00 2.400 R$ 3.600,00 R$2,50 300 R$750,00 450 R$ 1.125,00 600 R$ 1.500,00 R$ 60,15 17.490 R$ 36.744,00 26.310 RS 55.224,00_ 34.980 RS 73.563,00 Quadro 15: Projeção de receita Fonte: Dados primários

(77) 79 Os custos dos produtos foram calculados obedecendo aos mesmos critérios da estimativa de receita mensal. Descrição Sorvete de Leite Sorvete de Fruta Sorvete Frozen iogurte Sorvete Light Sorvete Soya Ice Taça de sorvete Torta de sorvete (fatia) Bombom de sorvete Milk shake Crep's Pão de queijo Calzone Empanado Folhado Saltenha Mini-pizza Sanduíche natural Refrigerante (lata) Cerveja (garrafa) Suco Água Agua gaseificada Café Capuccino Total CUSTO DOS PRODUTOS Custo Pessimista 50% Rea lista 75% Otimista 100% MP (unidade) , Quant. Total Quant. Total L Qua ii t. Total R$ 0,98 2.250 R$ 2.205,00 3.390 R$ 3.322,20 4.500 R$ 4.410,00 R$ 0,92 1.950 R$ 1.794,00 2.940 R$ 2.704,80 3.900 R$ 3.588,00 R$ 1,04 450 R$ 468,00 690 R$ 717,60 600 R$ 624,00 R$ 1,42 450 R$ 639,00 690 R$ 979,80 L 1.200 R$ 1.704,00 R$ 0,92 600 R$ 552,00 900 R$ 828,00 1.200 R$ 1.104,00 R$ 3,50 120 R$ 420,00 180 R$ 630,00 240 R$ 840,00 R$ 2,65 180 R$ 477,00 240 R$ 636,00 360 R$ 954,00 R$ 2,75 120 R$ 330,00 180 R$ 495 100 240 R$ 660,00 R$ 1,75 180 R$315,00 270 R$472,50 360 R$630,00 R$ 0,45 900 R$ 405,00 1.350 R$ 607,50 1.800 R$ 810,00 R$ 0,50 1.800 R$ 900,00 2.700 R$ 1.350,00 3.600 R$ 1.800,00 R$ 0,96 600 R$ 576,00 900 R$ 864,00 1.200 R$ 1.152,00 R$ 0,80 600 R$ 480,00 900 R$ 720,00 1.200 R$ 960,00 R$ 0,75 360 R$ 270,00 R$ 405,00 720 R$ 540,00 R$ 1,18 180 R$ 212,40 270 R$ 318,60 360 R$ 424,80 R$ 0,83 450 R$ 373,50 690 R$ 572,70 900 R$ 747,00 R$ 1,30 750 R$ 975,00 1.140 R$ 1.482,00 1.500 R$ 1.950,00 R$ 0,90 1.800 R$ 1.620,00 2.700 R$ 2.430,00 3.600 R$ 3.240,00 R$ 1,98 720 R$ 1.425,60 1.080 R$ 2.138,40 1.440 R$ 2.851,20 R$ 1,30 900 R$ 1.170,00 1.350 R$ 1.755,00 1.800 R$ 2.340,00 R$ 0,54 450 R$ 243,00 690 R$ 372,60 900 R$ 486,00 R$ 0,65 180 R$ 117,00 270 R$ 175,50 360 R$ 234,00 R$ 0,14 1.200 R$ 168,00 1.800 R$ 252,00 2.400 R$ 336,00 R$ 0,50 300 R$ 150,00 450 R$ 225,00 600 R$ 300,00 R$ 28,71 17.490 RS 16.285,50 26.310 RS 24.454,20 34.980 R$ 32.685,00 Quadro 16: Custo dos produtos Fonte: Dados primários

(78) 80 5.6.3 Depreciação Para o cálculo da depreciação, foram utilizadas as taxas estabelecidas pela Receita Federal (RECEITA FEDERAL, 2007). DEPRECIAÇÃO Descrição Balcões de exposição sorvete Balcão de exposição sobremesas Balcão de exposição salgados Geladeira de exposição bebidas Crepeira p16 crepes Porno elétrico Liquidificador Balança Mesa com poltrona (4 pessoas) Mesa com 4 cadeiras Televisão LCD 26" Aparelho de som Calculadora Conjunto de talheres Copo de vidro Taça Valor (R$) Taxa anual de depreciação 48.000,00 10% 18.000,00 Depreciação anual (RS) Depreciação mensal (RS) 10% 4.800,00 1.800,00 400,00 150,00 3.800,00 10% 380,00 31,67 4.000,00 10% 400,00 33,33 525,00 10% 52,50 4,38 350,00 10% 35,00 2,92 170,00 10% 17,00 1,42 250,00 10% 25,00 2,08 4.800,00 10% 480,00 40,00 1.000,00 10% 100,00 8,33 3.000,00 300,00 25,00 450,00 10% 10% 45,00 3,75 25,00 120,00 10% 10% 210,00 10% 2,50 12,00 21,00 0,21 1,00 1,75 150,00 10% 15,00 1,25 Prato médio 100,00 10% 10,00 0,83 Suporte para guardanapo e canudo Saboneteira e suporte papel toalha Cesta de lixo Outros utensílios de cozinha Instalações Decoração 120,00 10% 12,00 1,00 60,00 100,00 10% 10% 6,00 0,50 10,00 0,83 1.500,00 10% 4% 150,00 12,50 40.000,00 1.600,00 133,33 15.000,00 10% 1.500,00 125,00 - 11.773,00 981,08 Total ua ro : Depreciação Fonte: Dados primários , 141.730,00

(79) 81 5.6.4 Demonstração de resultados A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) mostra o lucro liquido do exercício nos três cenários: pessimista, realista e otimista. É interessante observar que o imposto irá variar conforme a receita anual, obedecendo à tabela estabelecida pelo Simples Federal. SIMPLES FEDERAL Pessimista Descrição Aliquota Realista Valor (R$) Aliquota Otimista Valor (R$) Valor (R$) Aliquota LR. 0,39% 143,30 0,65% 358,96 0,65% 478,1595 P1S/PASEP 0,39% 143,30 0,65% 358,96 0,65% 478,1595 CSLL 1,00% 367,44 1,00% 552,24 1,00% 735,63 COFTNS Contribui0es Previdenciárias 2,00% 734,88 2,00% 1.104,48 2,00% 1471,26 2,42% 889,20 2,70% 1.491,05 3,50% 2574,705 Total 6,20% 2.278,13 7,00% 3.865,68 7,80% 5.737,91 Quadro 18: Simples Federal Fonte: Dados primários DRE (Mensal) Descriçiio Pessimista (R$) Realista (R$) Otimista (R$) Receita de vendas 36.744,00 55.224,00 73.563,00 ( - ) Custo dos produtos vendidos 16.285,50 24.454,20 32.685,00 ( = ) Lucro bruto 20.458,50 30.769,80 40.878,00 ( - ) Despesas operacionais 11.640,02 11.940,02 12.240,02 981,08 981,08 981,08 ( = ) LAIR 7.837,40 17.848,70 27.656,90 ( - ) Imposto (SIMPLES) 2.278,13 3.865,68 5.737,91 ( = ) Lucro liquido 5.559,27 13.983,02 21.918,98 ( - ) Depreciação Quadro 19: DRE mensal Fonte: Dados primários Conforme o Quadro 19, o lucro liquido mensal sera de R$ 5.559,27 no cenário pessimista, R$ 13.983,02 no cenário realista e R$ 21.918,98 no cenário otimista.

(80) 82 DRE (Anual) Descrição Receita de vendas ( - ) Custo dos produtos vendidos -( = ) Lucro bruto ( - ) Despesas operacionais ( - ) Depreciação ( = ) LAIR ( - ) Imposto SIMPLES ( = ) Lucro liquido Pessimista (R$) 440.928,00 195.426,00 245.502,00 139.680,24 11.773,00 94.048,76 27.337,54 66.711,22 Realista (RS) 662.688,00 293.450,40 369.237,60 143.280,24 11.773,00 214.184,36 46.388,16 167.796,20 ua ro 20: DRE anual Otimista (RS) 882.756,00 392.220,00 490.536,00 146.880,24 11.773,00 331.882,76 68.854,97 263.027,79 Fonte: Dados primários De acordo com o Quadro 20, o lucro liquido anual será de R$ 66.711,22 no cenário pessimista, R$ 167.796,20 no cenário realista e R$ 263.027,79 no cenário otimista. 5.6.5 Fluxo de caixa Será apresentado o fluxo de caixa da sorveteria Cream nos três cenários: pessimista, realista e otimista. 0 valor dos ingressos e dos desembolsos serão considerados iguais para todos os meses do ano, pois acredita-se que o volume de venda de sorvetes será substituído pelo volume de venda dos produtos da cafeteria nos meses mais frios e que ocorrerá o inverso nos meses mais quentes. 0 pró-labore terá valor fixo no primeiro ano da empresa. Descrição I. Ingressos 1.1 Receita de vendas Total 2. Desembolsos 2.1 Custo MP 2.2 Pró-labore 2.3 Salários c/ encargos 2.4 Despesas Tributárias 2.5 Outras despesas Total Saldo Final Quadro 21: Fluxo de caixa Fonte: Dados primários FLUXO DE CAIXA Pessimista (R$) Realista (R$) Janeiro a Dezembro Janeiro a Dezembro Otimista (R$) Janeiro a Dezembro 7 36.744,00 36.744,00 55.224,00 55.224,00 73.563,00 73.563,00 16.285,50 2.200,00 3.738,42 2.278,13 5.401,60 29.903,65 6.840,35 24.454,20 2.500,00 3.738,42 3.865,68 5.701,60 40.259,90 14.964,10 32.685,00 2.800,00 3.738,42 5.737,91 6.001,60 50.962,93 22.600,07

(81) 83 5.6.6 Ponto de Equilíbrio Para o cálculo do ponto de equilíbrio é utilizada a margem de contribuição. Deserig5o Receita operacional Custos variáveis Total MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (MENSAL) Pessimista (R$) Realista (RS) 36.744,00 16.285,50 55.224,00 24.454,20 (R$) 73.563,00 32.685,00 20.458,50 30.769,80 40.878,00 Otimista Quadro 22: Margem de contribuição mensal Fonte: Dados primários O ponto de equilíbrio foi calculado aplicando-se a fórmula: PE (CF / MC) x RV PE Pessimista = (11.640,02 / 20.458,50) x 36.744,00 PE Pessimista = 20.905,78 PE Realista = (11.940,02 / 30.769,80) x 55.224,00 PE Realista =21.429,31 PE Otimista = (12.240,02 /40.878,00) x 73.563,00 PE Otimista = 22.026,83 Pode-se observar que a empresa começa a gerar lucro, no cenário pessimista, a partir de R$ 20.905,78; no cenário realista, a partir de R$ 21.429,31; e, no cenário otimista, a partir de R$ 22.026,83. 5.6.7 Payback 0 Quadro 23 mostra o período necessário para recuperar o investimento:

(82) 84 PERÍODO DE PAYBACK Descrição Pessimista (R$) Investimento inicial Lucro liquido Total Realista (R$) Otimista (R$) 182.250,06 183.150,06 184.050,06 66.711,22 167.796,20 263.027,79 2,73 1,09 0,70 ua ro 23: Períodoo de payback Fonte: Dados primários A recuperação do capital investido ocorrerá em, aproximadamente, dois anos e nove meses no cenário pessimista, um ano e um mês no cenário realista e oito meses no cenário otimista.

(83) 85 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Diante dos riscos e incertezas do mercado, torna-se imprescindível a elaboração de urn plano de negócio, no qual seja feito um estudo dos objetivos a serem alcançados, prevendo e avaliando o curso das ações futuras e proporcionando, assim, uma tomada de decisão mais precisa. Diante desta necessidade, foi desenvolvido um plano de negócio, objetivando pesquisar e analisar a viabilidade da implementação de uma sorveteria, chamada Cream, no bairro Trindade, em Florianópolis. A intenção é apresentar um lugar divertido e aconchegante a um público mais "alternativo", que não encontra muitas opções de divertimento na cidade. A realização desse estudo possibilitou o cumprimento dos objetivos inicialmente tragados, o que pode ser visto tanto na fundamentação teórica, quanto no desenvolvimento do plano de negócio, através dos aspectos mercadológicos, jurídicos e legais, administrativos e econômico-financeiros. Na análise mercadológica, foi utilizada uma pesquisa realizada no segundo semestre de 2005 por acadêmicos da 7 fase do curso de Administração da UFSC, na disciplina de Pesquisa Mercadológica. A pesquisa constatou que existe um grande número de jovens residentes no bairro Trindade e que a maioria dos entrevistados possui o habito do consumo de sorvete, dando muita importância para o requisito "sabor". Com relação aos concorrentes, foi verificada a existência de quatro empresas que oferecem marcas de sorvete distintas e uma que oferece a mesma marca que a sorveteria Cream (Amoratto). Porém, o diferencial é que nenhum dos estabelecimentos possui a mesma proposta da empresa em estudo. Todos os concorrentes estão bem consolidados no mercado (com exceção da Sorveteria La Gelatta, que esta há poucos meses em funcionamento). Diante disso, a estratégia a ser utilizada no empreendimento sell a diversificação das linhas do produto oferecido e o atendimento diferenciado (atendimento nas mesas, som ambiente, espaço aconchegante, café da manhã, sessão de filmes e shows temáticos). Para o mercado fornecedor, foram contatadas empresas de qualidade e com bons preços, para que se possa oferecer o que há de melhor aos clientes por um preço acessível. A localização foi definida levando em consideração o fácil acesso, a proximidade de universidades e de colégios e o grande tráfego de carros e pedestres. 0 ponto considerado ideal esta localizado na rua Lauro Linhares, no espaço compreendido entre a UFSC e a rua Madre Benvenuta.

(84) 86 Nos aspectos jurídicos e legais, foi determinada a razão social da empresa como sendo Sorveteria Azzolini Ltda. — ME, sendo Cream o nome fantasia. A empresa, de Sociedade Limitada, sera inicialmente registrada como microempresa enquadrada no Simples Federal, pela simplicidade e vantagens oferecidas. Nos aspectos administrativos, foram definidos os cargos e funções dos sócios e colaboradores. A empresa contará com duas sócias: Tatiane Azzolini, responsável pela Diretoria Administrativa/Financeira e Patricia Cella Azzolini, responsável pela Diretoria de Marketing. Além disso, serão contratados seis atendentes e um contador terceirizado. Por fim, foi verificada a viabilidade econômica-financeira do empreendimento em três diferentes cenários: pessimista, realista e otimista. Segundo as projeções realizadas, a sorveteria Cream necessitará de R$ 183.150,06 para iniciar suas atividades, obterá lucro nos três cenários, e terá retorno do capital investido em, aproximadamente, dois anos e nove meses no cenário pessimista, um ano e um mês no cenário realista e oito meses no cenário otimista. Portanto, levando em consideração os aspectos analisados, conclui-se que a implementação de uma sorveteria no bairro Trindade, em Florianópolis, é viável.

(85) 87 REFERÊNCIAS ABIS — Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete. Apresenta informações sobre: Consumo anual de sorvete no mundo e conscientização quanto ao consumo. Disponível em: . Acesso em: 09 mai. 2007. AMORATTO Sorvetes Artesanais. Apresenta informações sobre: Linhas de sorvete comercializadas. Disponível em: . Acesso em: 18 abr. 2007. ANGELONI, Supermercado. Apresenta informações sobre: Fornecimento de produtos diversos. Disponível em: . Acesso em: 12 mai. 2007. CASTRO, Claudio de Moura. A prática da pesquisa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977. CEZAR Maquinas. Apresenta informações sobre: Fornecimento de balcões de exposição. Disponível em: . Acesso em: 12 mai. 2007. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espirito empreendedor. Sao Paulo: Saraiva, 2004. CUNHA, Cristiano J. C. de Almeida; FERLA, Luiz Alberto. Iniciando seu próprio negócio. Florianópolis: I.E.A., 1997. DEGEN, Ronald Jean. 0 empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: McGraw-Hill, 1989. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. DOWSLEY, Getúlio dos Santos. Administração financeira e economia empresarial. Rio de Janeiro: LTC, 1989. DIAS, C. E. G.; ALVES, Guilherme K.; CARNEIRO, Jackson Z.; PAZETO, Márcio A. Análise de hábitos de consumo de sorvete no bairro Trindade em Florianópolis. Trabalho de conclusão da disciplina de Pesquisa Mercadológica. Curso de Ciências da Administração, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2005.

(86) 88 DUARTE, Marcelo. 0 guia dos curiosos. Sao Paulo: Companhia das Letras, 1995. DUAS RODAS Industrial. Apresenta informações sobre: Conscientização quanto ao consumo de sorvete. Disponível em: . Acesso em: 09 mai. 2007. FILION, Louis Jacques. Oportunidades de negócio. In: FILION, Louis Jacques. Et al. Boa Idéia! E agora? São Paulo: Cultura Editores, 2000. GONÇALVES, Joana. Sorvete: o doce sabor do desafio. Disponível em: . Acesso ern: 09 mai. 2007. HAGAH. Apresenta informações sobre: . Acesso em: 12 mai. 2007. Fornecedores. Disponível HASHIMOTO, Marcos. Espirito empreendedor nas organizações: competividade através do intra-empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2006. em: aumentando a MADISON Consultores. Apresenta informações sobre: A história do sorvete. Disponível em: . Acesso em: 06 nov. 2006. MAKRO Atacadista. Apresenta informações sobre: Fornecimento de produtos diversos. Disponível em: . Acesso em: 12 mai. 2007. MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de marketing: metodologia e planejamento. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997. v. 1. . Pesquisa de marketing: metodologia e planejamento. 5. ed. Sao Paulo: Atlas, 1999. v. 1. . Pesquisa de marketing: execução e análise. 2. ed. Sao Paulo: Atlas, 1998. v. 2. . Pesquisa de marketing: edição compacta. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 5. ed. rev, e amp!. São Paulo: Atlas, 2000.

(87) 89 MERCADO LIVRE. Apresenta informações sobre: Fornecimento de produtos e equipamentos diversos. Disponível em: . Acesso em: 12 mal. 2007. PMF — Prefeitura Municipal de Florianópolis. Apresenta informações sobre: Censo 2000. Disponível em: . Acesso em: 08 mai. 2007. PONTILHAO. Apresenta informações sobre: Artigos para sorveterias. Disponível em: . Acesso em: 12 mai. 2007. RECEITA FEDERAL. Apresenta informações sobre: Taxas de depreciação. Disponível em: . Acesso em: 16 mai. 2007. SANDRONI, Paulo. Dicionário de administração e finanças. 3. ed. São Paulo: Best Seller, 2001. SEBRAE. Apresenta informações sobre: Simples federal e etapas de abertura de uma empresa. Disponível em: . Acesso em: 05 fev. 2007. STONER, James. A. F.; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. TURGEON, Normand. Conhecer o setor e a clientela. In: FILION, Louis Jacques. Et al. Boa Idéia! E agora? São Paulo: Cultura Editores, 2000. VONPAR Refrescos. Apresenta informações sobre: Fornecimento de bebidas. Disponível em: . Acesso em: 12 mai. 2007. XEYLA, Regina. Aumenta a estabilidade empresarial no Brasil. Disponível em: . Acesso em: 09 mai. 2007.

(88) 90 ANEXOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA DE PESQUISA MERCADOLOGICA Este questionário trata-se de uma pesquisa mercadológica referente a uma disciplina da faculdade de administração da UFSC, sétima fase, que tem como objetivo reunir informações que avaliem os hábitos de consumo de sorvete da população residente do bairro Trindade. Esta pesquisa não tem por objetivo identificar o entrevistado, portanto não será pedida nenhuma informação como nome, CPF e /ou n° de identidade. *Entrevistador — Pergunte ao respondente se ele reside no bairro Trindade, caso a resposta for negativa Ili() aplique o questionário. 1. Sexo: El Masculino El Feminino 2. Qual a sua idade? a) De 18 a 25 anos e) De 50 a 57 anos b) De 26 a 33 anos f) c) De 34 a 41 anos d) De 42 a 49 anos g) Mais de 65 anos De 58 a 65 anos 3. Qual o seu estado civil? a) Solteiro (a) b) Casado (a) d) Viúvo (a) e) Outro (qual?): c) Divorciado (a) ou separado (a) 4. Qual a) b) c) d) é o seu grau de instrução? Sem escolaridade e) Ensino médio completo Fundamental incompleto O Superior Incompleto g) Superior completo h) Outros (qual?): Fundamental completo Ensino médio incompleto 5. Qual é sua profissão? a) Estudante d) Servidor Público b) Profissional Liberal e) Funcionário Público c) Empresário O Outro (qual?):

(89) 91 6. Qual é a renda média familiar mensal? a) Até 600 reais b) De 601 a 1.000 reais e) De 2001 a 3.000 reais f) De 3.000 a 5.000 reais c) De 1001 a 1.400 reais g) Mais de 5.000 reais d) De 1401 a 2.000 reais 7. Quantos dependentes você tem? a) Nenhum b) Um d) Três e) Quatro ou mais c) Dois 8. Com que freqüência você consome sorvete? a) 1 a 2 vezes por semana b) 3 a 7 vezes por semana 5 a 8 vezes por ano g) 9 a 1 1 vezes por ano c) 1 vez por mês h) Nunca d) 2 a 3 vezes por mds e) 1 a 4 vezes por ano i) f) Não sei/não soube responder 9. Onde você costuma consumir sorvete com maior freqüência? a) Em casa e) Em festas b) Na praia ou piscina f) Não sei/não soube responder c) Na sorveteria d) No Shopping 10. Onde você compra o sorvete? a) Supermercado b) Padaria c) Sorveteria 11. Quem toma a decisão de comprar sorvete? a) Eu b) Meus filhos c) Meus pais d) Cônjuge 12. Qual a marca que você mais consome? a) Kibon b) Nest* c) Paviloche d) Q-mexe g) Outros (especificar): d) Restaurante e) Não sei/não soube responder f) Outros (especificar): e) Amigos f) Não sei/não soube responder g) Outros (especificar): e) Sorvete do McDonald's e/ou Bob's f) Não sei/não soube responder g) Outros (especificar):

(90) 92 13. Quem acompanha você quando vai consumir sorvete? a) Ninguém me acompanha e) Filhos b) Namorado (a) ou cônjuge c) Amigos O Não sei/não soube responder g) Outros (especificar): d) Pais I 4. Qual a) o fator determinante na escolha da marca do sorvete? Facilidade de acesso e) Sorvetes especiais h) Embalagem f) Prep c) Sabor g) Não sei/não soube responder d) Textura h) Outro (qual?): 15. Qual tipo de apresentação de sorvete você consome? a) Casquinha b) Pote 1 L, pote 1,5 L ou pote 2 L d) Embalagem individual pronta e) Não sei/não soube responder c) No buffet f) Outras (qual?): 16. Qual o sabor de sorvete de sua preferencia? a) Abacaxi g) Leite condensado b) Brigadeiro h) Maracujá c) Chocolate i) Morango d) Creme j) Napolitano e) Doce de leite k) Não sei/ Não soube responder O Flocos 1) Outros (especificar): 17. Quanto você costuma investir em consumo mensal de sorvete? a) De 5 a I 0 reais e) De 31 a40 reais b) De 11 a 15 reais O Mais de 40 reais c) De 16 a 20 reais g) Não sei/não soube responder d) De 21 a 30 reais 18. Qual o meio de comunicação que mais o influencia na escolha por determinada marca? a) Radio e) Panfletos b) Televisão 1) Não sei/não soube responder c) Jornal g) Outro (qual?) d) Outdoors *AGRADECEMOS SUA PARTICIPAÇÃO, ELA SERA DE GRANDE VALIA PARA A REALIZAÇÃO DO NOSSO TRABALHO, OBRIGADO!*

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