ANÁLISE DA VARIABILIDADE DAS CHUVAS NAS REGIÕES AMBIENTAIS DO ESTADO DE ALAGOAS Emanuel Ramos Teixeira

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

INSTITUTO DE CIAENCIAS ATMOSFÉRICASCOORDENAđấO DE PốS-GRADUAđấO EM METEOROLOGIA No de ordem: MET-UFAL-MS-065 ANÁLISE DA VARIABILIDADE DAS CHUVAS NAS REGIÕES AMBIENTAIS DO ESTADO DE ALAGOASEmanuel Ramos Teixeira

EMANUEL RAMOS TEIXEIRA

  o N de ordem: MET-UFAL-MS-065ANÁLISE DA VARIABILIDADE DAS CHUVAS NAS REGIÕES AMBIENTAIS DO ESTADO DE ALAGOAS Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Meteorologiada Universidade Federal de Alagoas, para a obtenção do título de Mestreem Meteorologia. Catalogação na fonte Universidade Federal de Alagoas Biblioteca Central Divisão de Tratamento Técnico Bibliotecária Responsável: Helena Cristina Pimentel do ValeT266a Teixeira, Emanuel Ramos Análise da variabilidade das chuvas nas regiões ambientais do estado de Alagoas / Emanuel Ramos Teixeira, 2009.x, 40f.

1. Climatologia. 2. Alagoas – Precipitação pluviométrica. 3. Precipitação (Meteorologia). I. Título

  Agradecimentos Agradeço a Deus pela oportunidade de estar realizando este trabalho A minha família, pelo incentivo e colaboração, principalmente nos momentos de dificuldade. Agradeço aos meus colegas pelas palavras amigas nas horas difíceis, pelo auxilio nos trabalhos e dificuldades e principalmente por estarem comigo nesta caminhada tornando-a mais fácil e agradável.

LISTA DE FIGURAS

  FIGURAPágina 1 Formação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VC) sobre o OceanoAtlântico Sul (1 a 3) e a nebulosidade associada ao sistema na ultima fase (4). 16 9 Precipitação observada no período de 1993 a 2006 e média histórica mensal para a região do Baixo São Francisco (A), Litoral (B), Sertão (C),Sertão do São Francisco (D), Zona da Mata (E) e Agreste (F).

LISTA DE QUADROS

  QuadroPágina 01 Meses de ocorrência de El Niño (EN), La Niña (LN) e neutros (N) no período de julho de 1981 a junho de 2006. 19 04 Relação dos anos-padrão (AP), período de 1993 a 2006 segundo critérios e condições estabelecidos para escolha.

LISTA DE ABREVIATURAS

  RESUMONo presente estudo foi analisada a variabilidade das chuvas nas seis regiões ambientais deAlagoas, tanto espacial como para o segmento de tempo, verificando a tendência e a periodicidade dos períodos chuvosos e secos, no sentido de caracterizar as oscilações e anomaliasdos totais mensais e anuais de chuvas. Os dados que geraram as médias históricas e os anos estudados, compreendido entre 1993 a 2006, foram obtidos no Banco de dados da SUDENE e daSecretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos – SEMARH/AL.

1 Ố INTRODUđấO

  O objetivo deste trabalho é o de analisar a variabilidade interanual das chuvas nas seis regiões ambientais do estado, tanto em sua dimensão temporal como em sua distribuição espacialbem como analisar a tendência e a periodicidade dos anos chuvosos e secos, no sentido de se caracterizar as oscilações e anomalias dos totais anuais de chuvas. Associadas com a convecção são observadas anomalias nos campos de ventos de baixos e altos níveis troposféricos, com convergência dentro da região de convecção e divergência fora dela nosbaixos níveis, produzindo anomalias de pressão à superfície, de precipitação e de radiação entre outras variáveis meteorológicas (INESS et al., 2003).

EN EN EN EN

94-95 05-06 N N N N N N N N N N N NEsta conexão se processa através da circulação atmosférica, de modo que uma circulação EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN 00-01 N N N N N N N N N N N N01-02 N N N N N N N N N N N N02-03 EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN03-04 N N N N N N N N N N N N04-05 97-98* EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN N98-99* LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN99-00* LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN N N N95-96 N N LN LN LN LN LN LN LN N N N96-97 N N N N N N N N N N EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN 82-83* EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN83-84 N N N N N N N N 92-93* EN N N N N N N EN EN EN EN EN93-94 EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN 91-92* 90-91* N N N N N N N N 88-89* LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN89-90 N N N N N N N N N N N N 86-87* N EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN EN87-88 EN EN EN EN EN EN EN EN N N LN LN N N N N N N N N N N N84-85 N N LN LN LN LN LN LN LN LN LN LN85-86 N N N N N N N N N N N N EN

EN EN

  No leste do NEB, o máximo de chuva ocorre entre maio e julho e está ligada à maior atividade de circulação de brisa, a qual advecta bandas de nebulosidade média para o continente eassociam-se as ações das frentes frias remanescentes, que se propagam ao longo da costa (KOUSKY, 1979). O evento de cheias considerado mais grave dos últimos anos foi registrado nos dias 31 de julho e 01 de agosto de 2000, onde foram observados índices de precipitação próximos a 300mm,principalmente na região norte do Estado, destruindo pontes, causando mortes e deixando inúmeros desabrigados, tanto no estado de Alagoas quanto em Pernambuco.

AGRESTE LITORAL

  Quanto aos anos considerado muito seco (1993, 1998 e 2003) nas regiões do Sertão,Sertão do São Francisco e Agreste cujas precipitações totais anuais estiveram abaixo de 600 mm, chegando, inclusive a menos de 300 mm em algumas localidades, mesmo sob a influência deanos de El Nino e anos de Normalidades, ver anexo 01 ao anexo 06. Agreste durante o ano de 1993 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZObservada 9,4 3,5 0,2 13,4 45,3 103,8 118,6 41,4 8,6 113,6 32,6 4,0 Climatologia 31,4 36,5 55,7 91,2 135,8 178,4 170,7 107,0 46,6 34,4 23,6 18,9 Desvio -69,9 -90,2 -99,6 -85,3 -66,6 -41,7 -30,5 -61,3 -81,4 229,6 37,7 -78,8 ANEXO 3 - Chuva (mm), média histórica (mm) e desvio percentual (%) na região ambiental do Sertão durante o ano de 1998.

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