UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS - CAV MESTRADO EM CIÊNCIA ANIMAL MICHELLE DE PAULA GABARDO

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS - CAV MESTRADO EM CIÊNCIA ANIMAL MICHELLE DE PAULA GABARDO CARACTERIZAđấO SANITÁRIA DE SUễNOS CRIADOS EM SISTEMA “WEAN-TO-FINISH”

  À Universidade do Estado de Santa Catarina e em especial ao Setor de Patologia Animal e Setor de Suinocultura durante esses anos.À Nelson Morés e sua efique de funcionários pela realização das imuno-histoquimicas na EMBRAPA Suínos e Aves.À Cooperativa COPERIO, por abrir suas portas, por me receber tão bem e colaborar com o projeto. As frequências de rinite atróficaprogressiva e pneumonia variaram de 13% a 70% e 16,7% a 72,7%, dos animais avaliados e os IRAP e IPP variaram de 0,13 a 1,0 e 0,25 a 1,27, respectivamente.

ABSTRACT

  This paper presents the results of sanitary evaluation of pigs raised in a wean-to-finish system(WF). During this period, eight herds were evaluated with a total of 3545 pigs, weaned with an average of 28 days of age and 8.22 kg of body weight.

LISTA DE TABELAS

  Resultado de isolamento bacteriano aeróbio de zaragatoas retais de suínos comdiarreia em cada granja e os dias de alojamento e tipo de monitoria realizada no momento de cada coleta........................................................... Número de fígados avaliados, no frigorífico, por grau de lesão de manchas brancase a porcentagem de animais com algum grau de lesão em cada granja........

LISTA DE FIGURAS Figura 01 - Acompanhamento sanitário de animais criados no Sistema WF

  A – Pulmão com intenso infiltrado de macrófagos e neutrófilos difuso obliterando a luz de alveolos (HE. 44 Figura 8 - Acompanhamento sanitário de animais criados no Sistema WF: Lesões renais encontradas em animais com diagnóstico de circovirose.

B – Rim: infiltrado inflamatório mononuclear intersticial (HE). C – Rim:

  Além dos agentes etiológicos identificados, alguns fatores predisponentes foram observados nessa fase,como longo período de transporte, mistura de vários lotes em uma mesma granja, alojamento de mais de 20 leitões por baia, além de ocorrência de tosse e espirro em algumas granjas(granjas 2, 3, 4, 5 e 8) e temperatura abaixo da zona de conforto. O presente trabalho obtido por meio de avaliações sanitárias de suínos criados em sistema “wean to finish”, em oito granjas no período de janeiro a junho de 2009, permitiuconcluir que: Nas avaliações clínicas constatou-se que a maior frequência de diarreia foi no período de creche, e as frequências de tosse e espirro aumentaram no crescimento e terminação.

CASWETT, J. L. & WILLIAMS K. J. Respiratory system. In: MAXIE M.G. Jubb, Kennedy, and Palmer's pathology of domestic animals. Oxford: Elsevier, v.2, cap. 5, p

  Úlcera gástrica como causa de morte e como achado de necropsia em três rebanhos suínos. Estudo da Ocorrência de Circovírus Suíno tipo 2 (PCV2) em Suínos Vivos ou em Materiais com Suspeita Clínica de Circovirose Suína Enviados para Diagnóstico.

Congresso Brasileiro de Veterinários Especialistas em Suínos – ABRAVES. 2001, Porto Alegre, RS. Anais... X ABRAVES. 2001 (Palestra)

  Epidemiologia e anatomopatologia de lesões pulmonares de suínos em um matadouro em cascavel – PR. Fatores de risco associados à rinite atrófica progressiva e pneumonias crônicas nas fases de crescimento e terminação.

IPVS CONGRESS. Proceededings. Durban, South Africa, p. 395, 2008

  In: VII Simpósio Goiano de Avicultura e II Simpósio Goiano de Suinocultura – Avesui Centro-Oeste. Diarreias e enterites em leitões de recria e Terminação.

Congresso Brasileiro de Veterinários Especialistas em Suínos – ABRAVES. 2007

  IV Seminário Internacional de Aves e Suínos, Suinocultura – Saúde e Meio Ambiente, v. Anatomopatologia e bacteriologia de lesões pulmonares responsáveis por condenações de carcaças em suínos.

Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos – ABRAVES. 2001, Porto Alegre, RS, Anais... X ABRAVES, p. 215-224, 2001

  Fatores de risco associados aos problemas dos leitões na fase de creche em rebanhos da região Sul do Brasil. Estimativa dos índices de pneumonia, pela tosse, e de rinite atrófica, por espirros, em suínos.

MORÉS, N.; SONCINI, R. A.; SOBESTIANSKY, J. Causas de mortes súbitas em suínos: II torção do mesentério. Concórdia, SC, out., 1986, 4 p. (Embrapa Suínos e Aves

  PORKWORLD, Coperio impulsiona suinocultura com novo sistema de produção.10/06/2008. Impacto de doenças respiratórias dos suínos nos sistemas de produção do Estado de Santa Catarina.

SOBESTIANSKY, J.; MATOS, M. P. C.; SOUZA, C. M. Monitoria patológica de suínos em abatedouro. Gráfica art3 - Goiânia - GO . 52p. 2001

  Epidemiological Investigation of the Influence of Environmental RiskFactors on Respiratory Diseases in Swine - A Literature - Review. Lesões gástricas em suínos: Ocorrência e relação com o gênero, peso ao abate e presença de Helicobacter spp.

ANEXOS

  ANEXO A Ố FICHA DE ANOTAđấO DO MONITORAMENTO DE DIARREIASANEXO B Ố FICHA DE ANOTAđấO DO MONITORAMENTO DE ESPIRROANEXO C Ố FICHA DE ANOTAđấO DO MONITORAMENTO DE TOSSEANEXO D Ố NÚMERO DE ANIMAIS PARA AMOSTRAGEM EM FUNđấO DO TAMANHO DA GRANJA E DA PREVALÊNCIA E DO GRAU DE CONFIANÇA ALMEJADOS. ANEXO F Ố EXEMPLO DE FICHA UTILIZADA PARA ANOTAđấO DO ESCORE DE LESÃO NO FÍGADO.

FICHA DE ANOTAđấO DO MONITORAMENTO DE DIARREIAS Monitoramento de diarreias

Data:__________________Avaliação: ____________ Proprietário:_______________________________________________________________________Granja:________________ Idade dos animais:_________________ Dias de alojamento:___________________ – fezes com consistência normal; 1 – fezes moles; 2 – fezes pastosas; 3 – fezes aquosas. Escore das fezes: 0Baia Nº de animais Escore das fezes Nº afetados Observações 72 ANEXO B FICHA DE ANOTAđấO DO MONITORAMENTO DE ESPIRRO Contagem de espirro Data:___________________ Avaliação:_______________

Proprietário:_________________________________________________________________________________________ Granja:_____________________________________________________________________________________________ Idade dos animais:_____________ Dias de alojamento:___________________________

Baia Nº de animais Primeira Segunda Terceira Media das Índice Observações contagem contagem contagem contagensMedia total 73 ANEXO C FICHA DE ANOTAđấO DO MONITORAMENTO DE TOSSEContagem de tosse Data:___________________ Avaliação:_______________ Proprietário:_________________________________________________________________________________________ Granja:_____________________________________________________________________________________________ Idade dos animais:_____________ Dias de alojamento:_________________ Baia Nº de animais Primeira Segunda Terceira Media das Índice Observações contagem contagem contagem contagensMedia total ANEXO DFonte: SOBESTIANSKY; MATOS; SOUZA (2001) ANEXO E FICHA UTILIZADA PARA ANOTAđấO DE LESỏES PULMONARES EM PULMỏES AVALIADOS NO FRIGORÍFICO. Fonte: SOBESTIANSKY; MATOS; SOUZA (2001)Granja: Matadouro: Data:Responsável pelo exame: Num. AnimalHepatização dos lobos pulmonares Condições morfológicas AD CD DD AE CE DE I Aderências (Pleura e pericárdio)Nódulos/ abscesso Observações:

Hepatização: 0 = normal 1 = até 25% 2 = 26 -50% 3 = 51 – 75% 4 = >76% Aderências (Pleurite e pericardite), nódulos e abscessos: S = sem A = aderência Pleurite: 0 = sem 1 = leve 2 = moderada 3 = grave

ANEXO F EXEMPLO DE FICHA UTILIZADA PARA ANOTAđấO DO ESCORE DE LESấO NO FÍGADO. FÍGADOS GRANJA

FRIGORÍFICO RESPONSÁVEL DATA: N animal Lesão N animal Lesão N animal Lesão N animal Lesão

  Consistência: F = fígado friável e D = duro, presença de abscesso, fígado amarelado, hemorragias ou manchas brancas. Grau de contaminação do fígado foi de 0 = fígado semmanchas, 1 = 10 manchas e 2 > de 10 manchas brancas.

FRIGORÍFICO RESPONSÁVEL N animal Grau de Lesão N animal Grau de Lesão N animal Grau de Lesão N animal Grau de Lesão

  Grau 0 = Cornetos normais; Grau 1 = Cornetos ventrais com leve desvio; Grau 2 = Cornetos com atrofia moderada dos cornetos ventrais e dorsais; Grau 3 = Atrofia acentuada e/ou completa. Fonte: SOBESTIANSKY; MATOS; SOUZA (2001) ANEXO I EXEMPLO DE FICHA UTILIZADA PARA ANOTAđấO DO ESCORE DE LESấO DA MUCOSA DO ESTÔMAGO.

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