Percepção de adolescentes sobre uma ação educativa em orientação sexual realizada por acadêmicos(as) de enfermagem.

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Percepção de adolescente sobre orientação sexual PFonEseScQa AUD,IGSoAmes VLO, Teixeira KC RESEARCH - INVESTIGACIÓN EEssccAAnnnnaaNNeerryyRReevvEEnnffeerrmm22001100aabbrr--jjuunn;;1144((22))::333300--333377 PERCEPÇÃO DE ADOLESCENTES SOBRE UMA AÇÃO EDUCATIVA EM ORIENTAÇÃO SEXUAL REALIZADA POR ACADÊMICOS(AS) DE ENFERMAGEM Percept ion of adolescent s about an educat ive act ion in sexual orient at ion conduct ed by nursing academics’ . Percepción de los adolescent es sobre una acción educat iva realizada por academicos de enfermeria Adriana Dora da Fonseca1 Vera Lúcia de Oliveira Gomes 2 Karina Correa Teixeira3 RESUMO Trata-se de um estudo descritivo-exploratório, com abordagem qualitativa, que objetivou conhecer a percepção de adolescentes acerca das ações de orientação sexual realizadas em uma escola pública do interior do Rio Grande do Sul e identificar fragilidades e potencialidades das ações. Foram informantes 15 estudantes do ensino médio, com idade entre 15 e 17 anos. Os dados foram coletados em agosto de 2008 por meio de entrevistas e tratados pela análise de conteúdo temática. Foi possível identificar que os adolescentes aprovaram esse tipo de trabalho, e a maioria relatou a importância para a sua vida, principalmente devido à ausência de dialogo com a família. Identificaram-se potencialidades do projeto, como o uso de metodologia participativa, que é capaz de promover um clima de trabalho acolhedor e produtivo, proporcionando maior envolvimento e aprendizado. Palavras-chave: Adolescente. Sexualidade. Educação Sexual Abst ract That is an exploratory and descriptive study with qualitative approach, which aimed to find the perception of adolescents on the sexual orientation actions in a public school from the inner of Rio Grande do Sul and to identify the actions’ fragilities and potentials. Fifteen high school students, at the age of 15 to 17 years were the informers of this research. Data were collected in August of 2008 by interviews and they were observed by the thematic content analysis. It was possible to find that students approve this kind of work because the most part of them related the importance it has in their lives, mainly due to the absence of dialog with the family. Potentials of the project were found, as the use of participative methodology which is able to promote a climate of homelike and productive work, providing larger involvement and learning. Resumen Este es un estudio descriptivo-exploratorio con enfoque cualitativo, que tiene por objetivo conocer la percepción de los adolescentes acerca de las acciones de orientación sexual realizadas en una escuela pública en el interior del Rio Grande do Sul y identificar las fragilidades y potencialidades de las acciones. Los informantes fueron 15 estudiantes de la enseñanza secundaria de edades comprendidas entre los 15 y 17 años. Los datos fueron colectados en agosto de 2008 a través de entrevistas y tratado por el análisis de contenido temático. Fue posible identificar que los(as) adolescentes aprobarán esta manera de trabajo y la mayoría relató la importancia para su vida, principalmente debido a la falta de diálogo con la familia. Se identificaron potenciales del proyecto, tales como la utilización de la metodología participativa, que es capaz de promover un ambiente de trabajo cordial y productivo, proporcionando mayor par ticipación y aprendizaje. Keywords: Adolescent. Sexuality. Sex education. Palabras clave: Adolescentes. Sexualidad. Educación sexual 1Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta da Escola de Enfermagem da FURG. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Enfermagem, Gênero e Sociedade – GEPEGS e Diretora da Escola de Enfermagem. Brasil. E-mail: adriana@vetorial.net,2Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Titular da Escola de Enfermagem da FURG. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Enfermagem, Gênero e Sociedade – GEPEGS. Brasil. E-mail: vlogomes@terra.com.br,3Enfermeira Residente do primeiro ano do Programa de Residência integrada em Saúde do Grupo Hospitalar Conceição - GHC. Brasil. E-mail: karinacteixeira@terra.com.br 330 Esc Anna Nery Rev Enferm 2010 abr-jun; 14 (2): 330-337 Percepção de adolescente sobre orientação sexual Fonseca AD, Gomes VLO, Teixeira KC INTRODUÇÃO A adolescência é uma fase de transição gradual da infância para a idade adulta, que vem sendo cada vez mais estudada por profissionais que se dedicam ao atendimento de jovens na faixa etária de 10 a 19 anos.1 É uma etapa crucial do processo de crescimento e desenvolvimento humano, que se manifesta por intensas, bruscas e marcantes transformações anatômicas, fisiológicas, psicológicas e sociais. É um período caracterizado por conflitos, crises e sentimentos de indefinição, insegurança, necessárias à busca de identidade e liberdade.2 Além disso, acontece uma mudança na percepção acerca da imagem que tinham dos pais e mães, que passam a ser alvo de críticas e questionamentos, surgindo com isso a necessidade de uma busca de outros atores sociais, com os quais se identifiquem, fora do âmbito familiar. Nesse momento, o grupo de pares é essencial para o adolescente, sendo que pode haver a aceitação ou rejeição de alguém pelo fato de não corresponder à idealização dos demais.3 Essa tendência grupal induz muitos jovens a assumirem comportamentos para os quais não estão preparados, como experimentar drogas, iniciar relacionamento sexual precocemente, entre outros. Na ansiedade de viver tudo rápido e intensamente, acaba não havendo espaço para a reflexão e/ ou julgamento. As vivências da sexualidade aumentam a vulnerabilidade para a AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, a gravidez na adolescência e o aborto, que podem comprometer o projeto de vida ou até a própria vida do adolescente. Além disso, a dependência comum na infância cede espaço a uma confusão de papeis, pois o adolescente, não sendo mais criança e não sendo ainda adulto, tem dificuldade em se definir como individuo, em assumir seu papel social e suas novas responsabilidades, inclusive com o autocuidado. Nesse contexto, adolescentes tornam-se mais vulneráveis, o que torna urgente a implementação de propostas de prevenção de doenças e promoção de saúde. Nessa etapa da vida, risco e vulnerabilidade estão atrelados às características próprias do desenvolvimento psicoemocional, como o sentimento de imunidade, a onipotência, o desejo de experimentar coisas novas; por outro lado, a timidez e a baixa autoestima podem torná-lo potencialmente frágil, levando-o à vinculação com soluções externas inadequadas para os seus problemas como o uso de drogas. Outra característica desta fase é a tendência em seguir padrões previamente estabelecidos, principalmente pela mídia. Tais padrões induzem a identificação com personagens, como os modelos de beleza e de saúde, que muitas das vezes são incompatíveis com suas condições socioeconômicas ou com sua fase de crescimento, ocasionando transtornos alimentares, deficiências nutricionais, sentimentos de frustração e alterações na imagem corporal. Na atualidade, a adolescência tem sido foco de inúmeras pesquisas, por meio das quais o número crescente de casos de DSTs/AIDS, gravidez, suicídio e acidentes vêm ganhando visibilidade. Assim, é possível identificar a importância e necessidade da abordagem do tema sexualidade com esta população. Nesse sentido, vislumbra-se a escola como um local de promoção de saúde; nela as oportunidades de “trocas” por meio do convívio social são facilitadas pelo grande tempo de permanência de estudantes.4 Além disso, a escola é também um espaço privilegiado para a promoção de saúde em um enfoque ampliado, na perspectiva de construção de cidadania e envolvimento dos diversos atores que compõem este universo: adolescentes, estudantes, profissionais de educação, familiares, lideres comunitários e profissionais de saúde.5 A discussão sobre a inclusão do tema “sexualidade” no currículo das escolas de ensino fundamental e médio vem se intensificando desde a década de 70. Porém registros demonstram que em 1920 já havia tais discussões e trabalhos em ambiente escolar, mas foi na década de 80 que ganharam maior visibilidade. No inicio, trabalhava-se a sexualidade não porque se acreditava ser esta importante para o desenvolvimento integral do indivíduo, mas pela preocupação de pais, mães e educadores com o aumento do número de adolescentes grávidas e com AIDS. Hoje se sabe que o entendimento biológico, apesar de importante, não é suficiente para trabalhar orientação sexual nas escolas. É preciso levar em consideração aspectos emocionais, socioculturais, históricos, entre outros. No Brasil, em 1998, o espaço para a inclusão destes temas foi oficialmente aberto com a implantação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), tendo como objetivo “promover reflexões e discussões de técnicos, professores, equipes pedagógicas, bem como de pais e responsáveis, com a finalidade de sistematizar a ação pedagógica da escola no trato de questões da sexualidade” .6:287 Na atualidade, o número crescente de casos de gravidez na adolescência e de abuso sexual, bem como o aumento de doenças sexualmente transmissíveis e de abortos, demonstra a necessidade de discutir abertamente o assunto. Nesse contexto é que se ressalta a importância da implantação de projetos de orientação sexual nas escolas, contemplando o desenvolvimento global do ser humano. Porém, diante desse cenário, não se pode esquecer que a família tem grande influência na formação de adolescentes, 331 Percepção de adolescente sobre orientação sexual Fonseca AD, Gomes VLO, Teixeira KC Esc Anna Nery Rev Enferm 2010 abr-jun; 14 (2): 330-337 pois a sexualidade é primeiramente abordada no espaço privado, por meio das relações e comportamentos familiares. Assim, de forma explícita ou implícita, são transmitidos os valores que cada família adota como seus e espera que as crianças e adolescentes assumam. O projeto “Saúde e Prevenção nas Escolas” (SPE) é um exemplo desta prática; desenvolvido pela parceria entre os Ministérios da Saúde, Ministério da Educação, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA), representa um marco na integração saúde-educação e destaca a escola como espaço institucional privilegiado para a articulação das políticas voltadas para adolescentes e jovens.1 O objetivo central do SPE é a promoção da saúde sexual e reprodutiva, visando reduzir a vulnerabilidade de adolescentes e jovens às DSTs, à infecção pelo HIV e a gravidez, por meio de ações nas escolas e nas unidades básicas de saúde.1 Construir espaços de diálogo entre adolescentes, professores, profissionais de saúde e comunidade é um importante dispositivo para construir resposta social com vistas à superação das relações de vulnerabilidade entre adolescentes. Assim, percebe-se que a escola, ao assumir em seu Projeto Político Pedagógico o compromisso com a orientação sexual, poderá ser capaz de contribuir para que crianças e adolescentes desenvolvam a comunicação nas relações interpessoais, elaborem valores a partir do pensamento crítico, compreendam o próprio comportamento e tomem decisões responsáveis a respeito de sua vida sexual.10 A educação para a sexualidade deve considerar também que, para o individuo viver em plenitude no mundo que o cerca, é preciso estar sensibilizado para respeitar a si mesmo e aos outros, saber relacionar-se, ter responsabilidade, crer na vida e procurar vivê-la com prazer, conhecendo seus próprios deveres e direitos, inclusive o de ser feliz. Nesta perspectiva, o presente estudo foi realizado com os objetivos de conhecer a percepção dos adolescentes acerca das ações de orientação sexual realizadas em uma escola do interior do Rio Grande do Sul e identificar fragilidades e potencialidades das ações, visando o fortalecimento do projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE). CARACTERIZAÇÃO DA PRÁTICA EDUCATIVA REALIZADA NO PROJETO SPE A escola em que se realizou orientação sexual de adolescentes, por meio do projeto Saúde e Prevenção nas Escolas, possui aproximadamente 100 professores, 19 funcionários e 1.800 estudantes, da pré-escola à terceira série do ensino médio. Docentes do curso de enfermagem e a direção da escola definiram que, no segundo semestre de 2007, estudantes do ensino médio participariam do projeto. Na ocasião havia duas turmas de primeira série, duas de segunda e duas de terceira. Cada turma tinha, em média, 35 estudantes. Antes de se iniciar a prática educativa na escola, realizou-se a capacitação dos 27 acadêmicos, matriculados na disciplina de Prática de Assistência de Enfermagem à Criança e ao Adolescente. Essa etapa foi realizada nas dependências do Departamento de Enfermagem da FURG. Durante as trinta horas da capacitação, além de aspectos teóricos, desenvolveram-se oficinas de sensibilização e discutiram-se dinâmicas de trabalho. A segunda etapa foi realizada junto aos adolescentes, em quatro encontros semanais, de aproximadamente duas horas cada. Cada grupo de quatro ou cinco acadêmicos assumia uma turma de adolescentes realizando na íntegra os quatro encontros que foram desenvolvidos na própria sala de aula. No primeiro, os objetivos foram: criar um clima de confiança e diagnosticar os anseios, dúvidas, certezas e preconceitos da turma. Para tanto, os adolescentes, divididos em grupos, discutiam amplamente e completavam a seguinte a sentença: “Para ter uma adolescência saudável, jovens precisam discutir sobre”. A seguir, cada grupo apresentava à turma seus resultados. Após as apresentações, selecionavam-se os aspectos que seriam discutidos nos três encontros subseqüentes. Procurava-se contemplar todos os temas elencados, agrupando-os por afinidade. Entre os assuntos apontados surgiam dúvidas sobre tamanho do pênis, virgindade, idade “correta” para iniciação sexual, pílula do dia seguinte, uso de preservativo masculino (a maior parte desconhecia o preservativo feminino), DSTs e AIDS, influência da família na vida de jovens, bulimia e anorexia, uso de anabolizantes, entre outros. Nos demais encontros, além de discutir os temas elencados, procurou-se incitar o gosto pelo autocuidado, a necessidade de perceber as próprias vulnerabilidades e de assumir responsabilidade pelas próprias escolhas. Para tanto, de forma descontraída, jogos, brincadeiras, dramatizações, discussão de textos, filmes e oficinas foram realizados. Houve situações em que os adolescentes abdicavam do recreio para dar continuidade às discussões. Concluído o trabalho em uma turma, os acadêmicos assumiam outra, de forma que cada grupo trabalhava com pelo menos duas turmas. Com isso era possível verificar o aprimoramento na abordagem e desempenho. A totalidade dos encontros era assessorada pelas duas docentes da disciplina 332 Esc Anna Nery Rev Enferm 2010 abr-jun; 14 (2): 330-337 Percepção de adolescente sobre orientação sexual Fonseca AD, Gomes VLO, Teixeira KC que participavam ativamente das discussões. Ao término de cada encontro, discentes e docentes avaliavam o trabalho individual e coletivo, com vistas a aprimorar o processo educativo. Além disso, permaneciam disponíveis para Consulta de Enfermagem e encaminhamentos de adolescentes à ginecologista, quando necessário. METODOLOGIA Para o presente estudo, optou-se pela pesquisa qualitativa, pois esta se responsabiliza por questões muito particulares, preocupando-se com um nível de realidade que não pode ser quantificado.7 Os sujeitos foram adolescentes que participaram da ação educativa promovida pelo SPE e aceitaram, por meio da assinatura, juntamente com os responsáveis legais, do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. A coleta de dados ocorreu no mês de agosto de 2008, na sala do Serviço de Orientação Educacional (SOE) da escola, e foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, gravadas e transcritas na íntegra, realizadas em horário e data combinados previamente. O critério para encerramento das entrevistas foi a saturação dos dados, o que começou a acontecer aproximadamente na oitava entrevista, porém as demais foram realizadas, pois já haviam sido agendadas. A pesquisa, por envolver seres humanos, foi submetida à apreciação do comitê de ética e pesquisa na área da saúde da FURG, protocolada sob número 23116.003174/2008-98 e aprovada por meio do parecer número 84/2008. Para assegurar o anonimato, na apresentação dos resultados, utilizou-se a letra E (entrevistado) acrescida do número correspondente à sequência de entrevistas (1, 2, etc.) e das letras M ou F para designar o sexo. Utilizou-se a análise de conteúdo na modalidade temática, como recurso analítico. A operacionalização dessa fase foi construída a partir das etapas de pré-análise, exploração do material, tratamento dos resultados obtidos e interpretação, durante as quais se elegeram as categorias analíticas, que nortearam a interpretação dos resultados.7 RESULTADO E DISCUSÃO Os resultados deste estudo são apresentados e discutidos em duas etapas. Na primeira, procurou-se delinear o perfil dos entrevistados; na segunda, conhecer a percepção de adolescentes acerca das ações de orientação sexual realizadas na escola. No que se refere ao perfil, dos 15 adolescentes que aceitaram colaborar com a pesquisa, nove eram do sexo masculino e seis do feminino. A idade variou de 15 a 17 anos, todos eram estudantes do segundo ano do ensino médio e nenhum trabalhava. A partir dos depoimentos foram construídas quatro categorias, quais sejam, o papel da família: o ideal × o real; orientação sexual na escola: uma oportunidade a mais de informação para adolescentes; metodologia participativa: “um jeito de fazer”; e, amigos como fonte de informação, de mero receptores a multiplicadores. O papel da família: o ideal × o real O grupo familiar exerce um papel fundamental na formação cells expressing FLAGSEPT4 with AnnH31 and AnnH75 resulted in a concentration-dependent decrease of intensity of the slower migrating band and a concomitantly increased signal of the lower band (Fig 5A). Consistent with the IC50 values determined in the in vitro-assays (Table 1), AnnH31 reduced SEPT4 phosphorylation more potently than AnnH75. As a third cell-based assay of DYRK1A inhibition, we measured the phosphorylation of the microtubule-associated protein tau by DYRK1A. The phosphorylation of tau (gene symbol MAPT) by DYRK1A has been considered potentially relevant in the early Alzheimer’s disease- PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 8 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Fig 4. Inhibition of SF3B1 phosphorylation by DYRK1A in HeLa cells. HeLa cells expressing GFP-SF3B1-NT were treated with the indicated compounds for 18 h. The phosphorylation state of SF3B1 was determined by immunoblotting with pT434 antibody, and the results were normalized to the total amount of SF3B1 immunoreactivity. A, Representative western blots. AnnH79 is a harmine analogue that does not inhibit DYRK1A and was used as negative control. The vertical line indicates where irrelevant lanes were deleted from the final image. B, The column diagram summarizes the quantitative evaluation of 3–6 experiments for each compound (means + SD). doi:10.1371/journal.pone.0132453.g004 like neurodegeneration in Down syndrome and in spontaneous Alzheimer’s disease [10]. In this assay, AnnH75 inhibited DYRK1A activity with an IC50 of 1 μM (Fig 5B and 5C). The higher value as compared to the inhibition of SEPT4 phosphorylation (0.36 μM) may be due to the overexpression of DYRK1A in this assay. AnnH31, L41 and 5-iodotubercidin were the best inhibitors in this assay, whereas INDY reduced tau phosphorylation less efficiently. Low cellular potency of INDY has previously been observed in assays of tau phosphorylation and reporter gene activity [30]. Similarly, two other DYRK1A inhibitors with excellent potency and selectivity in biochemical assays require ~1000 higher concentrations to inhibit tau phosphorylation in cellular assays [35–36]. Taken together, our results provide evidence that AnnH31 and AnnH75 can be used as chemical probes to confirm the participation of DYRK1A in cellular phosphorylation events. PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 9 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Fig 5. Inhibition of SEPT4 and tau phosphorylation by DYRK1A. A, HeLa cells transiently expressing FLAG-SEPT4 were treated with AnnH31 or AnnH75 for 5 h before cells were lysed and analysed by immunoblotting with a FLAG-tag antibody. 5-iodotubercidin (IoT) served as positive control. Relative SEPT4 phosphorylation was calculated as the ratio of the intensities of the phosphorylated upper band and the lower band. B, HEK293 cells with constitutive expression of GFP-tau and regulatable expression of GFP-DYRK1A were treated with doxycyclin and the indicated inhibitors for 18 h. Phosphorylation of tau on Thr212 was detected with a phosphospecific antibody. Expression levels of GFP-tau and GFP-DYRK1A were assessed with a GFP antibody. For quantitative evaluation of DYRK1A inhibition, the basal pT212 signal in control cells not treated with doxycyclin (Ctrl) was subtracted from all values. C, Quantitative evaluation of three experiments each for SEPT4 and tau. All data were standardized to the level of phosphorylation in cells untreated with inhibitors. Error bars indicate SEM. doi:10.1371/journal.pone.0132453.g005 AnnH75 inhibits tyrosine autophosphorylation of DYRK1A Tyrosine kinase activity of DYRKs has been postulated to exhibit different inhibitor sensitivity than serine/threonine phosphorylation [7]. Therefore we investigated if AnnH75 is a selective inhibitor of the serine/threonine kinase activity of mature DYRK1A or whether AnnH75 also interferes with tyrosine autophosphorylation during translation. To address this question, we used a coupled in vitro-transcription-translation system and monitored at the same time the effect of the inhibitor on the tyrosine autophosphorylation of DYRK1A and the phosphorylation of Thr434 in the substrate protein SF3B1 (Fig 6). Under these conditions, AnnH75 inhibited tyrosine autophosphorylation of DYRK1A at concentrations >1 μM. Slightly higher concentrations of AnnH75 were required for the inhibition of threonine phosphorylation in SF3B1. The higher IC50 value for SF3B1 phosphorylation as compared to the peptide assay is due to the fact that kinase activity in the in vitro-translation mix cannot be assayed under conditions of substrate saturation (as discussed previously [9]). In conclusion, AnnH75 inhibits both the immature and mature form of DYRK1A. Conclusions Chemical probes serve as invaluable small molecule tools to functionally annotate signalling proteins, to understand their role in physiological and pathological processes and to validate them as potential drug targets. Here we report the evaluation of new harmine analogs with regard to their suitability as chemical probes for the protein kinase DYRK1A. To support the conclusion that AnnH31 and AnnH75 meet the key requirements of a useful tool for this purpose, we discuss our results with respect of the “fitness factors” of chemical probes that were proposed by Workman & Collins [6]: selectivity, potency, chemistry and context. PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 10 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Fig 6. AnnH75 inhibits both threonine and tyrosine kinase activity of DYRK1A. A DYRK1A construct with an N-terminal StrepTag 2 (ST2-DYRK1Acat) was expressed in a cell-free E. coli-derived expression system. Coupled in vitro transcription and translation reactions were incubated for 1 h in the presence of recombinant SF3B1-NT-His6 and AnnH75. Phosphorylation of tyrosines in DYRK1A and of Thr434 in SF3B1 was determined by immunoblotting with a phosphotyrosine-specific antibody (pTyr) and a pThr434-specific antibody. A, Representative western blots. The asterisks mark unidentified bands. B, Quantitative evaluation. Results were normalized to the total amount of DYRK1A or SF3B1, respectively, and are plotted relative to the phosphorylation in the untreated control samples (means +/- SEM, n = 3). doi:10.1371/journal.pone.0132453.g006 Selectivity A key criterion for the use of a kinase inhibitor as a chemical probe is that its selectivity profile is well defined [4,6]. The kinase selectivity profile of AnnH75 compares favourably with that of other DYRK1A inhibitors that have been profiled against an informative panel of kinases (Table 2). However, the cross-reactivity for CLK1/4 and haspin clearly requires consideration when this DYRK1A inhibitors is used in experiments addressing splicing regulation or cell cycle control. Regarding off-targets outside the protein kinase family, we reached the goal of eliminating the MAO-A inhibitory activity of harmine. AnnH31 displays already 40 fold selectivity for DYRK1A over MAO-A and complies with the requirements for a high quality chemical probe [6]. AnnH75 has no residual effect on MAO-A and is better suited in all applications potentially susceptible to monoamine effects. The availability of inactive analogs and active probes from a different chemical class can help to prove target-dependency in a biological experiment [4,6]. When AnnH75 is used as a probe to confirm a hypothetical function of DYRK1A or DYRK1B, AnnH79 can serve as a structurally related inactive control compound (Fig 4) and L41 as a potent inhibitor with a different chemotype. PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 11 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Biochemical and cellular potency Several mechanisms can account for discrepancies between inhibitor potency in biochemical and in the cellular context [3,48]. Many DYRK1A inhibitors with adequate potencies in biochemical assays (< 100 nM, as proposed by Workman & Collins [6]) have been described [14], but only few have been shown to inhibit the phosphorylation of a cellular target in a concentration-dependent manner with a practicable potency (< 1–10 μM according to Workman & Collins [6]). In particular, the only known inhibitors with significant selectivity for DYRK1A over CLK1 require micromolar concentrations for half-maximal effects in cellular assays, in spite of low nanonmolar potencies in biochemical assays [35–36]. We verified the cellular efficacy of AnnH75 with three different substrates of DYRK1A and provide direct comparisons with established DYRK1A inhibitors. Taken together, the concentration-dependent effects of the chemical probes (AnnH31 or AnnH75) support the hypothesis that a molecular mechanism depends on a certain target (in this case DYRK1A). 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