A democracia disjuntiva no contexto brasileiro: algumas considerações a partir do trabalho das delegacias de polícia.

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Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro* A democracia disjuntiva no contexto brasileiro: algumas considerações a partir do trabalho das delegacias de poĺcia Brazilian disjunctive democracy: some considerations regarding the police station work Ainal, o que classiica determinado país como democrático? Seria possível pensar em alguns critérios que fazem com que certo país seja considerado mais ou menos democrático? É possível existir uma democracia de qualidade em que pese o comprometimento de algumas dimensões relacionadas à prestação de serviços essenciais com o de polícia? Há anos a ciência política tem procurado responder a essas questões formulando teorias sobre como a democracia, enquanto instituição, deveria funcionar: do ponto de vista dos seus procedimentos (método de escolha dos governantes, estabilidade das regras do jogo eleitoral e do próprio processo de renovação dos cargos eletivos); do ponto de vista de sua substância, que estaria intimamente relacionada a forma como as instituições públicas funcionam – se respeitando as regras estabelecidas como balizas para garantia dos direitos civis, políticos e sociais; e, ainda, do ponto de vista da forma como os indivíduos percebem o funcionamento dos respectivos procedimentos e das substâncias da democracia. No que diz respeito aos contrapontos empíricos, diversos são os estudos que têm se ocupado em descrever a forma de funcionamento das instituições estatais com o intuito de identiicar quais são as principais práticas que ainda não se encontram em acordo com as * É professora adjunta do Departamento de Sociologia e Antropologia e pesquisadora do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP), ambos da Universidade Federal de Minas Gerais (Belo Horizonte, MG). E-mail: ludmila.ribeiro@gmail.com. Revista Brasileira de Ciência Política, nº11. Brasília, maio - agosto de 2013, pp. 193-227. 194 Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro características mais fundamentais da ideia de democracia e quais seriam as estratégias possíveis de serem implementadas para a mudança dos problemas veriicados. Ainal, a ciência política sempre teve na seara de políticas públicas a sua parte mais operativa do ponto de vista prescritivo. No caso brasileiro, o diagnóstico sobre a qualidade da democracia parece apontar para o fato de que, passados quase trinta anos da institucionalização de um método de escolha de governantes efetivamente democrático, em algumas searas poucos foram os avanços constatados do ponto de vista da institucionalização da substância da democracia. De acordo com Caldeira e Holston (1999, p. 692), isso ocorreria porque, apesar de o Brasil ter criado instituições políticas democráticas com considerável sucesso, e apesar de promulgar constituições e códigos legais com base na ideia de rule of law e no signiicado dos valores democráticos, o componente civil da cidadania continua seriamente comprometido. Ainal, os cidadãos sofrem violações sistemáticas dos seus direitos. Em tal cenário, a democracia que teria se institucionalizado no Brasil seria a disjuntiva, já que os requisitos políticos que qualiicariam o país como uma democracia convivem com casos cotidianos de injustiça, violência e a impunidade. A categoria disjuntiva seria, portanto, mais reveladora da qualidade da democracia neste país por se opor a deinições estritamente políticas da democracia, que ignoram as duas dimensões constituintes do próprio conceito: a abstrata (leis) e a operacional (padrões de funcionamento das instituições responsáveis pelo provimento da justiça), tanto do ponto de vista do Estado (a partir do funcionamento de suas agências) como do ponto de vista da percepção que os cidadãos têm desses padrões de operação (Caldeira e Holston, 1999, p. 692). A dimensão civil da democracia pode ser considerada como aquela esfera relativa aos direitos, práticas e valores que dão sentido à ideia de liberdade (tanto do ponto de vista negativo como positivo) e à ideia de justiça (como meio de alcance e proteção a todos os outros direitos existentes). O componente civil da democracia protege o cidadão dos abusos do Estado, garantindo ainda os direitos de associação, comunicação e, assim, de criação da própria esfera pública da sociedade (Caldeira e Holston, 1999, p. 693). Em uma democracia disjuntiva, os cidadãos participam das eleições livres e associações, mas têm a dimensão civil dos seus direitos limitada A democracia disjuntiva no contexto brasileiro 195 em três pontos principais. Primeiro, no que diz respeito à impossibilidade de acesso às agências que viabilizariam a proteção e o exercício dos direitos civis (vida, igualdade, liberdade e propriedade), o que seria devido à desconiança que os indivíduos possuem quanto à capacidade das instituições estatais em materializarem os dispositivos legais. Em tais cenários, quando a liberdade ou a igualdade é ameaçada, a preferência é pela resolução privada de conlitos. Segundo, porque quando a coniança nas instituições responsáveis pela garantia dos direitos civis está presente, a possibilidade de obter serviços é bastante limitada, já que eles são, em geral, caros e pouco compreensíveis a quem possui baixa escolaridade. Terceiro, porque quando a coniança e o acesso são vencidos, há grande probabilidade de uso ilegítimo dos poderes conferidos às instituições estatais por parte de seus proissionais e, dessa forma, a regulação das demandas dos cidadãos termina por ocorrer em evidente oposição àquela idealmente desejada, dado que pela via de autoritarismos ilegais (Rodrigues, 2006, p. 247-248) Diante desse quadro desolador, seria importante perguntarmos se no Brasil, ainda hoje, é possível airmar que existe disjunção entre as regras políticas (como os direitos consagrados constitucionalmente) e os procedimentos que dariam substância à dimensão civil da democracia. Ou seja, será que passados mais de 13 anos do texto escrito por Caldeira e Holston (1999), a categoria democracia disjuntiva ainda é a que melhor descreve a realidade brasileira, principalmente, quando a dimensão civil é focalizada? Dados de pesquisas recentes parecem responder essas questões com um sonoro sim. De acordo com levantamentos realizados pelo escritório das Nações Unidas sobre Crime e Drogas (UNODC), no ano de 2010, as taxas brasileiras de homicídio doloso – que ainda oscilam entre 20 e 24,99 mortes violentas intencionais por 100.000 habitantes – apenas não eram maiores do que a de alguns países da África, da América Central e do norte da América do Sul (Figura 1). Ou seja, a probabilidade de os brasileiros perderem a própria vida, dimensão essencial a ser garantida em qualquer democracia, é muito maior do que a probabilidade observada na maioria dos demais países do mundo, sejam eles de democracia recente ou consolidada. 196 Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro Figura 1. Taxa de homicídios dolosos por 100.000 habitantes, no mundo, em 2010 ou no último ano para o qual se possuía informações disponíveis Fonte: UNODC (2011, p. 9) Quando as agências que se encarregam da garantia dos direitos civis, como as polícias e os tribunais, são focalizadas, o diagnóstico parece ainda mais dramático. Ainal, as polícias militares brasileiras iguram como as que mais matam em todo mundo (Humam Rights Watch, 2009), as polícias civis prestam um atendimento à população qualiicado como inadequado (Altus, 2012), o Ministério Público ainda não foi capaz de assumir as funções de supervisão da atividade policial (CEJA, 2012) e o judiciário processa lentamente apenas 1/4 do total de roubos e homicídios dolosos que acontecem nas principais capitais, como é o caso do Rio de Janeiro e de São Paulo (Ribeiro, Machado e Silva, 2012). Em conjunto, é possível airmar que tais análises apontam para o fato de que a democracia brasileira, especialmente em sua dimensão civil, continua a ser disjuntiva. Ainal, apesar de regras e procedimentos legais estabelecerem o direito à vida, à igualdade, à liberdade e à propriedade a todos os brasileiros, as agências encarregadas da materialização dessas regras as relativizam todo o tempo, implementando procedimentos que em nada lembram essa prescrição, fazendo com que alguns indivíduos não consigam ter os seus A democracia disjuntiva no contexto brasileiro 197 direitos civis respeitados e outros tenham essa dimensão essencial de sua cidadania violada pela própria instituição policial. Além disso, mesmo quando as regras e os procedimentos democráticos são obedecidos pela polícia, a sensação que o indivíduo possui é de que essa obediência não é sustentável, dada a tradicional ausência de compromisso com as regras do jogo democrático que as polícias apresentam. Exatamente por isso, quando vítimas de um crime, os indivíduos tendem a temer a ação policial, rechaçando-a, procurando resolver seus conlitos em âmbito privado. Um indicativo desse fenômeno são os dados que podem ser extraídos dos suplementos de vitimização e justiça da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, incluído nos anos de 1988 e 2009. Em quase 20 anos, a taxa de reportagem de crimes como agressões e furtos/roubos à polícia não cresceu substantivamente. Entre as razões mais comumente apontadas para esse procedimento são o descrédito na polícia e o medo de represálias, sendo que o último item foi um dos que mais cresceram como justiicativa para não acionamento da polícia nos crimes mencionados (Tabela 1). Tabela 1. Vitimização, reportagem à polícia e razões para o não registro do caso na polícia, por tipo de crime (apenas adultos maiores de 16 anos, Brasil, 1988-2009) 1988 furto/roubo agressão 2009 diferença (2009-1988) furto/roubo agressão furto/roubo agressão sim 6,3% 1,1% 7,9% 1,5% 1,6% 0,4% sim por que não reportou à polícia falta de provas não era importante não acredita na polícia não queria envolver a polícia / desistiu medo de represália recorreu a terceiros resolveu sozinho outro 32,7% 41,7% 44,7% 48,1% 12,0% 6,4% 22,9% 20,8% 28,4% 5,0% 20,8% 14,8% 11,6% 23,1% 36,4% 6,9% 18,2% 12,9% -11,3% 2,3% 8,0% 1,9% -2,6% -1,9% 9,3% 19,6% 7,7% 16,5% -1,6% -3,1% 3,4% 1,4% 5,7% 7,5% 9,7% 3,7% 17,2% 8,8% 11,8% 3,2% 0,0% 6,1% 16,6% 4,7% 19,5% 4,7% 8,4% 1,8% -5,7% -1,4% 6,9% 1,0% 2,3% -4,1% Fonte: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (1988, 2009). 198 Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro Considerando esse cenário, a questão que se coloca neste trabalho é de que maneira essas conclusões gerais sobre a disjunção entre regras e procedimentos no âmbito da dimensão civil da cidadania se fazem presentes quando o atendimento prestado por delegacias de Policia Civil é levado em consideração. Problematiza-se, assim, como os indivíduos percebem essa disjunção entre regras e procedimentos e de que maneira esse cenário impacta a própria possibilidade de consolidação da democracia. Em última instância, o que se pretende com este estudo é compreender as principais disjunções entre regras e procedimentos, veriicadas no espaço das delegacias de polícia, de acordo com as percepções que os próprios usuários fazem desse serviço. Como base de sustentação empírica serão utilizados os dados coletados no âmbito da Semana de Visitas a Delegacias de Polícia, um projeto de pesquisa-intervenção social realizado anualmente pela Altus Aliança Global em mais de 20 países do mundo. As diferenças dessa pesquisa em relação às tradicionais residem no fato de que os especialistas possuem papel coadjuvante na condução da pesquisa, selecionando e coordenando grupos de residentes nas áreas atendidas pelas delegacias, para que estes, munidos de um formulário estandardizado, avaliem a qualidade do atendimento prestado por tais instituições. Além disso, há a devolução das avaliações realizadas aos indivíduos pesquisados, a partir da promoção de workshop para a discussão da performance de cada delegacia de acordo com os critérios avaliados e proposição de quais ações podem ser empreendidas pelos policiais para a melhoria da qualidade do atendimento oferecido à população. Por im, a Semana de Visitas reconhece os bons serviços prestados a partir da concessão de um prêmio às delegacias de polícia que apresentaram as melhores avaliações. Em última instância, trata-se de pesquisa que, em sua dimensão de intervenção, pretende impulsionar a aproximação entre polícia e comunidade e, por conseguinte, o oferecimento de um trabalho policial de melhor qualidade, segundo as regras internacionais que disciplinam o funcionamento de tais instâncias e segundo as demandas e avaliações dos usuários desse serviço. Para a realização da discussão proposta, este artigo encontra-se estruturado em três seções, além desta introdução. Na próxima seção, são apresentados os conceitos de democracia procedimental, democracia substantiva e, ainda, a própria ideia de democracia disjuntiva que qualiicaria o caso brasileiro. Em seguida, a realidade da Polícia Civil brasileira é exposta a partir dos dados A democracia disjuntiva no contexto brasileiro 199 coletados no âmbito da Semana de Visitas a Delegacias de Polícia. A última parte do trabalho problematiza de que maneira os conceitos da democracia disjuntiva podem ser utilizados para melhor compreensão do que ocorre nas delegacias de polícia e de quais são as implicações que esse fenômeno possui para a qualidade da democracia no Brasil e, por conseguinte, para a plena institucionalização da dimensão civil de cidadania nesta localidade. Procedimentos em busca de substância: a democracia brasileira e seus qualiicativos O ponto de partida da discussão que se pretende realizar neste artigo diz respeito à mudança de regime político do autoritarismo para a democracia, o que ocorreu no Brasil quando os Atos Institucionais, que normatizavam os procedimentos que regulavam a ditadura militar (1964-1985), foram revogados. A essa mudança, seguiu-se a eleição direta para governadores dos estados federados (1982), o movimento das Diretas-Já (1985), a promulgação da Constituição Cidadã (1988) e a primeira eleição direta para presidente da república (1989). Nesse momento, a tônica do discurso político era se a democracia, enquanto procedimento para escolha dos governantes e formulação das regras de governo, seria capaz de se institucionalizar ou se um novo golpe, impedindo que os indivíduos viessem a exercer os seus direitos políticos, levaria o Brasil ao governo de militares novamente. Analisando o que ocorreu no Brasil nos últimos anos (1985-2012), é possível airmar que a democracia enquanto método de escolha de governantes ou enquanto procedimento encontra-se institucionalizada. Ainal, desde a eleição de Fernando Collor de Mello à Presidência da República em 1989 e seu impeachment em 1992 diante das comprovadas suspeitas de corrupção, assistiu-se à eleição, por dois mandatos consecutivos, de um presidente oriundo da elite intelectual brasileira e iliado a um partido situado à direita do espectro ideológico (Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB), seguida pela eleição também por dois mandatos consecutivos de um presidente oriundo da classe trabalhadora e iliado a um partido situado à esquerda do espectro ideológico (Partido dos Trabalhadores – PT), sendo o momento atual o de governo de uma mulher, oriunda das bases do mesmo partido que o presidente anterior. Além desses marcos, que caracterizam a eleição para chefe do Executivo Federal, foram veriicados avanços na própria legislação eleitoral brasileira, a qual passou a impedir que indivíduos processados e 200 Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro condenados por crimes contra a administração pública pudessen concorrer para cargos eletivos a partir dos pleitos eleitorais de 2012. Em suma, a existência dos procedimentos democráticos para a escolha dos governantes não parece ser o problema da democracia brasileira. Contudo, concomitante a essa interpretação da democracia, tem-se desenvolvido outra, que enfatiza esse conceito do ponto de vista do seu valor, de sua substância, destacando que a democracia seria um processo e não um procedimento e, dessa maneira, nunca estaria acabada. Nesse contexto, longe de caracterizar os países em termos binários, como democráticos ou não democráticos dependendo dos procedimentos do jogo eleitoral, os estudos contemporâneos têm procurado compreender quais são os graus de institucionalização da democracia do ponto de vista de substância desse conceito, do ponto de vista de regras e procedimentos que orientam o funcionamento da própria sociedade. Assim, para que determinado país possa ser considerado como substantivamente democrático faz-se necessária a existência de requisitos como: 1) possibilidade de participação dos cidadãos na deinição das políticas públicas; 2) amplos direitos e liberdades, garantidos sem nenhum tipo de distinção a todos os indivíduos; 3) governança efetiva, dada a partir de políticas públicas universalizantes; 4) satisfação dos cidadãos com a democracia; e,5) preferência pela democracia em relação aos demais regimes existentes (Levine e Molina, 2011, p. 3). No caso de comprometimento de uma ou várias dessas dimensões, a democracia deixaria de ser considerada plena para ser qualiicada, de acordo com o grau de comprometimento dos seus preceitos substantivos, de frágil, híbrida, delegativa, incerta, disjuntiva e iliberal (Hagopian, 2011). Em todos esses termos é evidente o descompasso entre as promessas das leis democráticas e o que se efetiva na realidade “da vida como ela 锓: entre os procedimentos que garantem a lisura do processo de escolha dos governantes e a incapacidade das estruturas estatais em funcionar de acordo com os fundamentos de igualdade e liberdade, que estruturam a própria ideia de democracia. Para Houston e Caldeira (1998), o termo “democracia disjuntiva” seria o que melhor qualiicaria o caso brasileiro, dado que o desenvolvimento das instituições políticas democráticas convive com um massivo comprometimento da dimensão civil, a qual se refere às esferas dos direitos, das A democracia disjuntiva no contexto brasileiro 201 enfocar la importancia de la producción mediática de los niños en su descubrimiento del mundo, sobre todo utilizando el periódico escolar y la imprenta. Asimismo las asociaciones de profesores trabajaron en esta línea e incluso la enseñanza católica se comprometió desde los años sesenta realizando trabajos originales en el marco de la corriente del Lenguaje Total. Páginas 43-48 45 Comunicar, 28, 2007 En el ámbito de los medios, también desde el principio del siglo XX hay ciertas corrientes de conexión. Pero es a lo largo de los años sesenta cuando se constituyeron asociaciones de periodistas apasionados por sus funciones de mediadores, que fomentaron la importancia ciudadana de los medios como algo cercano a los jóvenes, a los profesores y a las familias. Así se crearon la APIJ (Asociación de Prensa Información para la Juventud), la ARPEJ (Asociación Regional de Prensa y Enseñanza para la Juventud), el CIPE (Comité Interprofesional para la Prensa en la Escuela) o la APE (Asociación de Prensa y Enseñanza), todas ellas para la prensa escrita Estas asociaciones fueron precedidas por movimientos surgidos en mayo de 1968, como el CREPAC que, utilizando películas realizadas por periodistas conocidos, aclaraba temas que habían sido manipulados por una televisión demasiado próxima al poder político y realizaba encuentros con grupos de telespectadores. cipio del siglo XX, y nos han legado textos fundadores muy preciados, importantes trabajos de campo y muchos logros educativos y pedagógicos. La educación en medios ha tenido carácter de oficialidad de múltiples maneras, aunque nunca como una enseñanza global. Así la campaña «Operación Joven Telespectador Activo» (JTA), lanzada al final de los años setenta y financiada de manera interministerial para hacer reflexionar sobre las prácticas televisuales de los jóvenes, la creación del CLEMI (Centro de Educación y Medios de Comunicación) en el seno del Ministerio de Educación Nacional en 1983, la creación de la optativa «Cine-audiovisual» en los bachilleratos de humanidades de los institutos en 1984 (primer bachillerato en 1989) y múltiples referencias a la educación de la imagen, de la prensa, de Internet. La forma más visible y rápida de evaluar el lugar de la educación en medios es valorar el lugar que se le ha reservado en los libros de texto del sistema educa- 2. Construir la educación en los medios sin nombrarla El lugar que ocupa la edu- La denominación «educación en medios», que debería cación en los medios es muy ambiguo, aunque las cosas están cambiando recientemente. entenderse como un concepto integrador que reagrupase todos los medios presentes y futuros, es a menudo percibida En principio, en Francia, co- por los «tradicionalistas de la cultura» como una tendencia mo en muchos otros países, la educación en los medios no es hacia la masificación y la pérdida de la calidad. una disciplina escolar a tiempo completo, sino que se ha ido conformado progresivamente a través de experiencias y reflexiones teóricas que han tivo en Francia. Una inmersión sistemática nos permi- permitido implantar interesantes actividades de carác- te constatar que los textos oficiales acogen numerosos ter puntual. Se ha ganado poco a poco el reconoci- ejemplos, citas, sin delimitarla con precisión. miento de la institución educativa y la comunidad es- colar. Podemos decir que ha conquistado un «lugar», 3. ¿Por qué la escuela ha necesitado casi un siglo en el ámbito de la enseñanza transversal entre las dis- para oficilializar lo que cotidianamente se hacía en ciplinas existentes. ella? Sin embargo, la escuela no está sola en esta aspi- Primero, porque las prácticas de educación en me- ración, porque el trabajo en medios es valorado igual- dios han existido antes de ser nombradas así. Recor- mente por el Ministerio de Cultura (campañas de foto- demos que no fue hasta 1973 cuando aparece este grafía, la llamada «Operación Escuelas», presencia de término y que su definición se debe a los expertos del colegios e institutos en el cine ), así como el Minis- Consejo Internacional del Cine y de la Televisión, que terio de la Juventud y Deportes que ha emprendido en el seno de la UNESCO, definen de esta forma: numerosas iniciativas. «Por educación en medios conviene entender el estu- Así, esta presencia de la educación en los medios dio, la enseñanza, el aprendizaje de los medios moder- no ha sido oficial. ¡La educación de los medios no apa- nos de comunicación y de expresión que forman parte rece oficialmente como tal en los textos de la escuela de un dominio específico y autónomo de conocimien- francesa hasta 2006! tos en la teoría y la práctica pedagógicas, a diferencia Este hecho no nos puede dejar de sorprender ya de su utilización como auxiliar para la enseñanza y el que las experiencias se han multiplicado desde el prin- aprendizaje en otros dominios de conocimientos tales Páginas 43-48 46 Comunicar, 28, 2007 como los de matemáticas, ciencias y geografía». A pe- mente en todas las asignaturas. Incluso los nuevos cu- sar de que esta definición ha servido para otorgarle un rrículos de materias científicas en 2006 para los alum- reconocimiento real, los debates sobre lo que abarca y nos de 11 a 18 años hacen referencia a la necesidad no, no están totalmente extinguidos. de trabajar sobre la información científica y técnica y En segundo lugar, porque si bien a la escuela fran- el uso de las imágenes que nacen de ella. cesa le gusta la innovación, después duda mucho en Desde junio de 2006, aparece oficialmente el tér- reflejar y sancionar estas prácticas innovadoras en sus mino «educación en medios» al publicar el Ministerio textos oficiales. Nos encontramos con una tradición de Educación los nuevos contenidos mínimos y las sólidamente fundada sobre una transmisión de conoci- competencias que deben adquirir los jóvenes al salir mientos muy estructurados, organizados en disciplinas del sistema educativo. escolares que se dedican la mayor parte a transmitir Este documento pretende averiguar cuáles son los conocimientos teóricos. La pedagogía es a menudo se- conocimientos y las competencias indispensables que cundaria, aunque los profesores disfrutan de una ver- deben dominar para terminar con éxito su escolaridad, dadera libertad pedagógica en sus clases. El trabajo seguir su formación y construir su futuro personal y crítico sobre los medios que estaba aún en elaboración profesional. Siete competencias diferentes han sido te- necesitaba este empuje para hacerse oficial. nidas en cuenta y en cada una de ellas, el trabajo con Aunque el trabajo de educación en los medios no los medios es reconocido frecuentemente. Para citar esté reconocido como disciplina, no está ausente de un ejemplo, la competencia sobre el dominio de la len- gua francesa definen las capa- cidades para expresarse oral- La metodología elaborada en el marco de la educación en mente que pueden adquirirse con la utilización de la radio e, medios parece incluso permitir la inclinación de la sociedad incluso, se propone fomentar de la información hacia una sociedad del conocimiento, como defiende la UNESCO. En Francia, se necesitaría unir el interés por la lectura a través de la lectura de la prensa. La educación en los medios las fuerzas dispersas en función de los soportes mediáticos y orientarse más hacia la educación en medios que al dominio adquiere pleno derecho y entidad en la sección sexta titulada «competencias sociales y cívi- técnico de los aparatos. cas» que indica que «los alum- nos deberán ser capaces de juz- gar y tendrán espíritu crítico, lo que supone ser educados en los las programaciones oficiales, ya que, a lo largo de un medios y tener conciencia de su lugar y de su influencia estudio de los textos, los documentalistas del CLEMI en la sociedad». han podido señalar más de una centena de referencias a la educación de los medios en el seno de disciplinas 4. Un entorno positivo como el francés, la historia, la geografía, las lenguas, Si nos atenemos a las cifras, el panorama de la las artes plásticas : trabajos sobre las portadas de educación en medios es muy positivo. Una gran ope- prensa, reflexiones sobre temas mediáticos, análisis de ración de visibilidad como la «Semana de la prensa y publicidad, análisis de imágenes desde todos los ángu- de los medios en la escuela», coordinada por el CLE- los, reflexión sobre las noticias en los países europeos, MI, confirma año tras año, después de 17 convocato- información y opinión rias, el atractivo que ejerce sobre los profesores y los Esta presencia se constata desde la escuela mater- alumnos. Concebida como una gran operación de nal (2 a 6 años) donde, por ejemplo, se le pregunta a complementariedad (2000) Structure and mechanism of the aberrant ba3-cytochrome c oxidase from Thermus thermophilus. EMBO J 19: 1766–1776. 9. Hunsicker-Wang LM, Pacoma RL, Chen Y, Fee JA, Stout CD (2005) A novel cryoprotection scheme for enhancing the diffraction of crystals of recombinant cytochrome ba3 oxidase from Thermus thermophilus. Acta Crystallogr D Biol Crystallogr 61: 340–343. 10. 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