Avaliação fenológica, análise econômica e estudo da cadeia produtiva da romã (Punica granatum)

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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS CAMPUS DE BOTUCATU AVALIAÇÃO FENOLÓGICA, ANÁLISE ECONÔMICA E ESTUDO DA CADEIA PRODUTIVA DA ROMÃ (Punica granatum). ERIKA TIEMI SUZUKI Tese apresentada à Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP – campus de Botucatu, para obtenção do título de doutor em Agronomia (Horticultura). BOTUCATU - SP Agosto de 2016 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS CAMPUS DE BOTUCATU AVALIAÇÃO FENOLÓGICA, ANÁLISE ECONÔMICA E ESTUDO DA CADEIA PRODUTIVA DA ROMÃ (Punica granatum). ERIKA TIEMI SUZUKI Orientador: Prof. Dr. ALOÍSIO COSTA SAMPAIO Tese apresentada à Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP – campus de Botucatu, para obtenção do título de doutor em Agronomia (Horticultura). BOTUCATU - SP Agosto de 2016 IV V DEDICO Aos meus pais Hermes e Helena e as minhas irmãs Eliana e Elisa, ao meu noivo Everson e à Família Suzuki por todo o amparo, confiança, incentivo, apoio e amor. Amo vocês! OFEREÇO Ao meu avô Bunchishi que contribuiu de forma excepcional em minha formação, sendo um exemplo de caráter e coragem. VI AGRADECIMENTOS A Deus. À Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, pela concessão da bolsa que me possibilitou estudar durante este período. Ao Prof. Dr. Aloísio Costa Sampaio pela orientação, ensinamentos, dedicação e paciência. Ao Dr. Nobuyoshi Narita pelos ensinamentos, apoio e incentivo. A toda a minha família, pela concessão do espaço, das plantas e apoio na realização dos trabalhos. E, por sempre estar presente nos momentos importantes da minha vida, em todas as conquistas e contratempos. Amo todos vocês! Ao meu noivo Everson pela ajuda e colaboração na coleta dos dados, paciência e apoio incondicional. Aos produtores: Dengi, Jorge, Agostinho, Décio, Laércio e Nicolau; e as empresas: Kiyatake, Araçatuba, M. Kato, Frutas Previtali, Liberty, São Pedro Frutas, Nipo Brasileiro, Benassi e Sugano; e a FAOP, aos supermercados, quitandeiros, feirantes e consumidores de romã pela disponibilidade e acessibilidade nas entrevistas. Aos amigos e companheiros: Camila, Bruno, Joyce, Natália, Kelly, Daniela, Rafael, Luís, Lucas, Eduardo e muitos outros, pelos momentos de risada e descontração, além de apoio e incentivo. A todos que direta ou indiretamente colaboraram na minha formação profissional e humana, compartilhando momentos de alegria, dor e amizade. Boas lembranças. Doumo Arigatou Gozaimashita VII “Tente uma, duas, três vezes e se possível tente a quarta, a quinta e quantas vezes for necessário. Só não desista nas primeiras tentativas, a persistência é amiga da conquista. Se você quer chegar aonde à maioria não chega, faça o que a maioria não faz.” Bill Gates VIII SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS . XI LISTA DE TABELAS . XIII RESUMO . 1 ABSTRACT . 3 1. INTRODUÇÃO . 5 2. OBJETIVOS. 7 3. REVISÃO DE LITERATURA . 8 3.1. Descrição da planta . 8 3.2. Propriedades químicas e importância cultural . 9 3.3. Aspectos do cultivo da romã . 10 3.4. Cultivares . 11 3.5. Fenologia . 12 3.6. Importância econômica . 13 3.6.1. Importância econômica mundial . 13 3.6.2. Importância econômica nacional . 15 3.7. Cadeia produtiva . 16 3.7.1. Cenário econômico . 17 3.7.2. Identificação e relevância do problema . 18 3.7.3. Análises econômicas. 20 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . 22 5. Capítulo I: CADEIA PRODUTIVA DA ROMÃ NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO: COMPETITIVIDADE E DINÂMICA DE MERCADO. . 29 5.1. INTRODUÇÃO . 29 5.2. MATERIAL E MÉTODOS . 30 5.2.1. Local de pesquisa. 30 IX 5.2.2. Metodologia . 31 5.2.3. Coleta de dados . 32 5.2.4. Análise dos dados . 36 5.3. 6. RESULTADOS E DISCUSSÃO . 37 5.3.1. Produtores de romã do Oeste Paulista e seus fornecedores . 37 5.3.2. Ação dos intermediários na cadeia produtiva da romã . 41 5.3.3. Características de consumidores de romã em diferentes localidades . 53 5.3.4. A cadeia produtiva da romã . 59 5.4. CONCLUSÕES . 61 5.5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . 62 Capítulo II: ANÁLISE ECONÔMICA DA PRODUÇÃO DE ROMÃ EM NARANDIBA – SP: UM ESTUDO DE CASO . 64 6.1. INTRODUÇÃO . 64 6.2. MATERIAL E MÉTODOS . 65 6.2.1. Fonte de dados e caracterização da região de estudo . 65 6.2.2. Condução das plantas . 66 6.2.3. Estrutura do custo de produção e indicadores de rentabilidade. 67 6.3. 7. RESULTADOS E DISCUSSÃO . 68 6.3.1. Caracterização do produtor . 68 6.3.2. Custo de produção e indicadores de rentabilidade . 72 6.4. CONCLUSÕES . 79 6.5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . 80 Capítulo III: AVALIAÇÃO FENOLÓGICA DA ROMÃZEIRA CV. COMUM NA REGIÃO DE NARANDIBA – SP . 82 7.1. INTRODUÇÃO . 82 7.2. MATERIAL E MÉTODOS . 83 7.2.1. Fonte de dados e caracterização da região em estudo . 83 X 8. 7.2.2. Condução do pomar . 84 7.2.3. Avaliações . 85 7.3. RESULTADOS E DISCUSSÃO . 87 7.4. CONCLUSÕES . 90 7.5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . 91 CONSIDERAÇÕES FINAIS . 92 ANEXO . 94 XI LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Quantidade e preço médio da romã comercializada na Ceagesp no período de 2000 e 2015. . 43 Figura 2 - Oscilação na quantidade (t) comercializada na Ceagesp no período de 2011 à 2015. . 43 Figura 3 - Oscilações nos preços de venda da romã (R$.kg-1) no período de 2011 à 2015. . 44 Figura 4 - Porcentagem e tipos de clientes de atacadistas de romã no Ceagesp. . 50 Figura 5- Porcentagem de comercialização da romã e seus cultivares em supermercados e quitandas de Presidente Prudente-SP, 2016. . 52 Figura 6 - Formas de comercialização e produtos derivados da romã nos supermercados de Presidente Prudente-SP, 2016. . 53 Figura 7 - Fluxograma de margens de lucratividade (%) na cadeia produtiva da romã cv. comum. . 60 Figura 8 - Fluxograma de margens de lucratividade (%) na cadeia produtiva da romã cv. Wonderful. . 60 Figura 9 - Histórico de produção (t) e preço de venda (R$.kg-1) da romã cv. comum ao Ceagesp de produtor de Narandiba-SP. . 69 Figura 10- Oscilações na produção (t) de romã cv. comum no período de 2010 à 2015 por produtor de Narandiba-SP. . 70 Figura 11 – Preço recebido (R$.kg-1) da romã cv. comum no período de 2010 à 2015 pelo produtor de Narandiba-SP. . 71 Figura 12 - Produção (t.ha-1) de romã cv. comum no período de 2000 a 2015 por produtor de Narandiba-SP. . 71 Figura 13 - Sequência de eventos fenológicos que ocorrem durante o período reprodutivo da romã: (A) emissão de gema reprodutiva; (B, C) alongamento de botão floral com alteração da coloração verde para a arroxeada; (D) alongamento de botão floral de coloração vermelha; (E) início de abertura floral; (F,G)abertura de flor com presença de pétalas; (H) perda de pétalas; (I,J) vingamento do fruto; (K,L,M) enchimento e presença de quinas nos frutos; (N) enchimento e perda de quinas nos frutos; (O,P) alteração na coloração com presença de estrias esverdeadas; (Q)fruto maduro em Narandiba-SP, 2016. . 86 XII Figura 14 - Flor hermafrodita e flor masculina da romã cv. comum em Narandiba, 2016.87 Figura 15 - Curva de crescimento da romã cv. comum no inverno e no verão em Narandiba - SP, 2016. . 89 Figura 16 – Precipitações pluviométricas, evapotranspiração, temperaturas máximas, mínimas e médias em Narandiba, SP. . 101 XIII LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Descrição e número de barracas de feira livre da Avenida Manoel Goulart em Presidente Prudente-SP, 2016. . 35 Tabela 2 - Perfil dos produtores de romã cv. comum na região oeste do estado de São Paulo. Presidente Prudente, 2016. . 38 Tabela 3 - Condução do pomar de romã cv. comum por produtor na região oeste do estado de São Paulo. Presidente Prudente, 2016. . 38 Tabela 4 - Produtividade (t.ha-1) obtida por produtores de romã cv. comum da região oeste do estado de São Paulo no ano de 2015. . 40 Tabela 5 - Volume comercializado de romã em 2015 pelas centrais de abastecimento da PROHORT. . 42 Tabela 6 - Fornecimento de romã ao Ceagesp por unidade de federação (kg) e sua variação dentre os anos de 2005 e 2015. . 45 Tabela 7 - Principais municípios paulistas fornecedores de romã (kg) ao Ceagesp no período de 2005 e 2015. . 46 Tabela 8 - Comercialização da romã cv. comum por cinco atacadistas na Ceagesp. . 47 Tabela 9 - Comercialização da romã cv. comum e Wonderful por três atacadistas na Ceagesp. . 47 Tabela 10 - Locais de origem da romã comercializada pelos atacadistas entrevistados na Ceagesp. . 48 Tabela 11 - Preço de venda (R$.kg-1) da romã comum e cv. Wonderful dentre os atacadistas entrevistados no Ceagesp. . 49 Tabela 12 - Preço de venda (R$.kg-1) de cultivares de romã em supermercados e quitandas de Presidente Prudente-SP, 2016. . 52 Tabela 13 - Local de origem dos cultivares de romã (%) comercializada em supermercados e quitandas de Presidente Prudente-SP, 2016. . 53 Tabela 14 - Perfil dos consumidores de romã entrevistados (%) nos estados de São Paulo (interior e capital) e Rio Grande do Sul (interior e capital). . 55 Tabela 15 - Formas de consumo da romã por consumidores (%) dos estados de São Paulo (interior e capital) e Rio Grande do Sul (interior e capital). . 56 Tabela 16 – Atributos de qualidade requeridos para adquirir a romã por consumidores (%) dos estados de São Paulo (interior e capital) e Rio Grande do Sul (interior e capital). . 56 XIV Tabela 17 - Fatores considerados à compra de romã por consumidores (%) dos estados de São Paulo (interior e capital) e Rio Grande do Sul (interior e capital). . 57 Tabela 18 - Local onde são adquiridas as romãs por consumidores (%) nos estados de São Paulo (interior e capital) e Rio Grande do Sul (interior e capital). . 57 Tabela 19 - Forma de pagamento na compra da romã por consumidores (%) dos estados de São Paulo (interior e capital), Rio Grande do Sul (interior e capital) e online. . 58 Tabela 20 - Sugestões para melhoria da romã de acordo com consumidores (%) de São Paulo (interior e capital), Rio Grande do Sul (interior e capital) e online. . 58 Tabela 21 - Defensivos químicos utilizados na romã cv. comum por produtor de Narandiba - SP no ano de 2014. . 67 Tabela 22 - Estimativa do custo de formação por hectare da romã na densidade de 556 plantas.ha-1 (espaçamento 6,0 x 3,0m). Narandiba-SP, 2016. . 73 Tabela 23 - Continuação da estimativa do custo de formação por hectare da romã na densidade de 556 plantas.ha-1 (espaçamento 6,0 x 3,0m). Narandiba-SP, 2016. . 74 Tabela 24 - Estimativa do custo de produção por hectare da romã na densidade de resin-dentin bond components. Dent Mater 2005;21:232-41. 20. Chersoni S, Acquaviva GL, Prati C, Ferrari M, Gardini, S; Pashley DH, Tay FR. In vivo fluid movement though dentin adhesives in endodontically treated teeth. J Dent Res 2005;84:223-7. 21. Braga RR, César PF, Gonzaga CC. Mechanical properties of resin cements with different activation modes. J Oral Rehabil 2002;29:257– 66. 22. Melo RM, Bottno MA, Galvã RKH, Soboyejo WO. Bond strengths, degree of conversion of the cement and molecular structure of the adhesive–dentine joint in fibre post restorations. J Dent 2012;40:286-94. 23. Ho Y, Lai Y, Chou I, Yang S, Lee S. 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For the analysis of KHN a metallic matrix was developed to simulate the positioning of the cement after the cementation process intra radicular posts. The resistance to displacement, which will provide data of BS was measured using bovine incisors. After cementation, cross sections of the root portion of teeth in space led to post 1mm discs that have been tested for BS. The values were statistically analyzed by ANOVA, followed by Tukey's (P <0.05) between groups for KHN and BS. Results: The results showed no statistical differences for the different posts in KHN. For BS, the sum of thirds, a translucent post showed the highest values. Comparative analysis between the thirds of each post also showed statistically significant differences when comparisons of the same post-thirds showed no differences. Conclusion: For the cement used, the amount of light transmitted through the post did not influence the KNH nor the BS significantly, among the different posts and thirds evaluated. Key Words: light transmission, dental posts, microhardness, bond strength. 29 Introduction The use of pre-fabricated posts in the reconstruction of endodontically treated teeth, whose main objective is to retain the material reconstruction and minimize the occurrence and complexity of fractures, is well established in the literature (1). Clinically, the mechanical and chemical characteristics of fiber posts justify their usage (2). In relation to resin cements, three options regarding the method of polymerization are available: self-polymerizing, light-cured or dual polymerization (dual). Understanding the mechanism of polymerization of these systems (3) the choice of materials that do not depend on light seems to be more reliable for cementing intra radicular fiber posts. To investigate the capability of transmitting light by translucent post is the target of several recent authors (4-9). Most studies point to the decrease in light intensity (LI) by increasing the root depth. Quantitative assessments of LI, hardness, elastic modulus and degree of conversion can be found in these works. Undesirable effects of incomplete polymerization of the resin cements are of biological (10-12) due to toxicity, and mechanical (8,9,13-15), due to low bond strength values are described in the literature. The aim of this study is to investigate the effect of light transmission through fiber posts in Knoop microhardness number (KHN) and bond strength (BS) of a dual resin cement. The null hypothesis is that there is no statistically significant difference in KHN and BS for different depths evaluated for the dual resin cement following cementation of translucent posts. Material e Methods Five different fiber posts of two types and one resin cement were involved (Table 1). 30 Table 1 – Description of the posts and cement used. Post Manufacturer/Lote Type Quimical composition FGM Produtos Odontológicos Glass Fibers (80% ± 5), epoxy resin (20% ± 5), silica, silane and T1 Translucent (Brazil)/140410 polymerising promoters. Bisco, INC T2 Translucent (EUA)/0800007811 Glass Fibers (55%), Epoxy (45%). TetraethyleneglycolDimethacrylate (7.6%), Urethane Ivoclar-Vivadent Dimethacrylate (18.3%), Silicium Dioxide (0.9%), Ytterbium T3 Translucent (Liechtenstein)/M72483 Fluoride (11.4%), catalysers and stabilisers (<0.3%). Glass Fibers. C1 Ângelus (Brazil)/14818 Conventional Glass Fibers (87%), Epoxy resin (13%). C2 Ângelus (Brazil)/14874 Conventional Carbon Fibers (79%), Epoxy Resin (21%). Resin Cement Rely-X Unicem 3M ESPE (USA)/372990 Self-etch/ Dual Cure Powder: glass particles, initiators, sílica, substituted pyrimidine, calcium hidroxide, peroxide composite and pigment; liquid: metacrylate phosphoric acid Ester, dimethacrylate, acetate, stabilizer and initiator. White Post DC (FGM, Joinville, SC-Brazil), DT Light Post (Bisco, Inc, Schaumburg, ILUSA) and FRC Postec Plus (IvoclarVivadent, Liechtenstein) with similar compositions but with different amounts of chemical components, represent translucent (T) type, T1, T2 and T3 respectively. Exacto and Reforpost Carbon Fiber (Both Ângelus, Londrina, Pr-Brazil) with different compositions but opaque, represent conventional (C) type, C1 and C2 respectively. The posts were cut to standard height of 16 mm for both analysis, KHN and RA. KHN measurements The assessments targeted three different depths, namely: cervical third (CT), at a 4.1 to 6.8mm depth; middle third (MT), at an 8.8 to 11.5mm depth; and apical third (AT), at a 13.5 to 16mm depth. 31 A metallic apparatus matrix was designed and manufactured to support the posts, resin cement, and the tip of a curing light unit. Such a metallic apparatus consisted of four parts as showed in figure 1. Figure 1. Metallic matrix: (a) a frame, which contained the posts (e), (b) a support to standardize the position and volume of resin cement, (c) a support to standardize the length of each three third deep post regions and stabilize the set, (d) and an external cylinder, which holds the other part as well as incorporates the tip of curing light unit (f) at the top and also obstructs the influence of external sources of light. Patented CTIT/UFMG (BR 20 2012 015542 2). The frames were manufactured in the exact dimensions of each post by means of an electro erosion machining. Aimed at standardizing the quantitative radial light transmission, each third of the posts contained a 120-degree lateral side opening. The three thirds, were supposed to be assessed simultaneously. The measurement of all thirds, one at a time, was possible because the matrix allowed the removal of the resin cement blocks, separately, after polymerization, without destroying them. The matrix’s internal structure provided an adequate separation of each 32 third, which permitted their accurate evaluation. Each one was 1,6mm wide and 2,70 mm length. The major concern about this matrix was that the cement was inserted directly in projected spaces, in order to minimize the formation of bubbles. The posts were isolate from cement by a polyester strip. The time of light exposure was 40 seconds, and the LI remained above 420mW/cm2. The light curing unit used was Curing Light 2500(3M ESPE, USA). The set consisting of the curing light unit, the matrix, the post and the resin cement remained still throughout the assessments. After ten minutes, including 40s photopolymerization, the specimens were removed from the matrix and were immediately included in pre-molds (Buehler, USA) with crystal resin with black pigment and were poured into the device by using a Cast N’vac (Buehler, USA). After the cure of crystal resin, the specimens were removed from the pre-molds and stored dry, out of reach of light during 7 days. The surface to be analyzed was sequentially polished with # 320 to 1200-grit SiC papers and felt with diamond polish paste (Buehler, USA). A control group, using T1, was made of the same method but without a photopolymerization. KHN measurement was performed by a Micromet 5104(Buehler, Japan) using a static load of 50g for 10s. Sequentially, three indentations were performed for each third of each group. The values were obtained from the reading of the average of three indentations oriented long axis of the nov./2002. MACHADO, Antônio Cláudio da Costa. A intervenção do Ministério Público no processo civil brasileiro. Sao Paulo: Saraiva, 1989. Machado filho, Sebastião. Da substituição processual. Revista LTr, São Paulo, 1993, V.57.P. 1306-1311. MACIEL, José Alberto Couto. Substituição genérica pelo sindicato. Jurisprudência Brasileira Trabalhista. 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