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Proteína Plasmática

Avaliação da resposta humoral e celular de camundongos BALB/C imunizados com a proteína rMSP1a obtida do isolado UFMG2 de Anaplasma marginale

... hematófogas. As proteínas de superfície (MSPs) de A. marginale, são importantes para a interação do patógeno com o hospedeiro, e constituem possíveis alvos vacinais contra essa doença. As proteínas MSP1a e MSP2 apresentam maior potencial como imunógenos, sendo a MSP1a considerada uma adesina de eritrócitos bovinos e células de carrapatos. Proteínas exógenas ... e Transformação ......................... 50 4.2.2 Mini-Expressão da proteína rMSP1a................................................................. 53 4.2.3 Expressão e purificação da proteína rMSP1a .................................................... 54 4.2.4 Quantificação de proteínas (Método de Bradford) ............................................ ... DA RESPOSTA HUMORAL E CELULAR DE CAMUNDONGOS BALB/C IMUNIZADOS COM A PROTEÍNA rMSP1a OBTIDA DO ISOLADO UFMG2 DE Anaplasma marginale. BRUNA TORRES SILVESTRE Belo Horizonte 2013 BRUNA TORRES SILVESTRE AVALIAÇÃO DA RESPOSTA HUMORAL E CELULAR DE CAMUNDONGOS BALB/C IMUNIZADOS COM A PROTEÍNA rMSP1a OBTIDA DO ISOLADO UFMG2 DE Anaplasma marginale. Dissertação
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Avaliação do efeito da proteína Pentraxina 3 em células tumorais murinas

... dois grupos: pentraxinas curtas (25 kDa) e pentraxinas longas (40-50 kDa) (Goodman et al., 1996) (Figura 1). A proteína C-reativa (CRP) e a proteína soro-amiloide (SAP) são representantes das pentraxinas curtas sendo as principais proteínas de fase aguda (proteínas que aumentam ou diminuem sua concentração sérica em resposta à inflamação) em humanos e camundongos, ... longas é a proteína Pentraxina 3 (PTX3). 17 1.2 PENTRAXINA 3 1.2.1 Estrutura do Gene e da Proteína A proteína PTX3, inicialmente nomeada de TSG-14 (TNF stimulated gene-14), foi a primeira pentraxina longa a ser identificada e caracterizada no início dos anos 1990s, (Lee et al., 1990; Breviario et al., 1992; Lee, Lee e Vilcek, 1993). Ela é uma glicoproteína ... et al., 2007).. Parte da proteína liberada permanece associada à célula-mãe por meio de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs). A PTX3 que é liberada é funcionalmente competente bem antes da síntese de novas proteínas por outras células. Mesmo após a síntese de novas moléculas de PTX3 por outros tipos celulares, a proteína liberada pelos neutrófilos
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Composição corporal e exigências de energia e proteína para borregas Santa Inês gestantes

... 18 1.3 DETERMINAÇÃO DAS EXIGÊNCIAS DE PROTEÍNA E ENERGIA .......... 20 1.3.1 Determinação de exigência energética de mantença................................... 20 1.3.2 Exigência de proteína para mantença ......................................................... 23 1.3.3 Determinações de exigência de energia e proteína para ganho ................... ... Quantidade absoluta e relativa de proteína dos constituintes corporais em grama e proteína total do corpo (Kg) de borregas Santa Inês sobre efeito da fase gestacional e nível nutricional1 ................................................................................... 56 Tabela 13 : Quantidade absoluta (gramas) e Concentração de proteína (g/Kg de PCV) dos ... conteúdo proteína, gordura e energia corporal de ovelhas nuliparas Santa Inês1 (F
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Construção, avaliação da imunogenicidade e potencial protetor em modelo murino, de diferentes construções do Vaccinia virus Ankara modificado (MVA) expressando a proteína E de Dengue virus sorotipo 3

... todos expressando a proteína E de DENV-3, porém com diferentes elementos inseridos nas extremidades do gene exógeno. O objetivo foi avaliar qual desses elementos foi capaz de melhorar a imunogenicidade do vírus recombinante ou a detecção da proteína exógena. Para que a avaliação da resposta celular TCD8+ fosse possível, 2 epítopos para a proteína E de DENV-3 ... VÍRUS RECOMBINANTES 4.9.1 DETECÇÃO DOS GENES PARA A E 4.9.2 SEQUENCIAMENTO E ANÁLISE DAS SEQUÊNCIAS 4.9.3 DETECÇÃO DA EXPRESSÃO DAS PROTEÍNAS RECOMBINANTES 4.9.3.1 Western Blot 4.10 IDENTIFICAÇÃO DE EPÍTOPOS CD8+ PARA A PROTEÍNA E DE DENV-3 4.10.1 PREDIÇÃO IN SILICO 4.10.2 PEPTÍDEOS SINTÉTICOS 4.10.3 AVALIAÇÃO IN VITRO 4.10.3.1 Animais Experimentais ... Avaliação da Resposta Aguda - Marcação de Citocinas Intracitoplasmáticas (ICS) Indicador não definido. Erro! 4.11.1.3 Avaliação da Resposta Aguda - Ensaio de Citotoxicidade In Vivo Erro! Indicador não definido. 4.11.1.4 Avaliação da Resposta de Memória - Marcação de Citocinas Intracitoplasmáticas (ICS) Erro! Indicador não definido. 4.11.2 AVALIAÇÃO
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Desenvolvimento e avaliação imunológica de Nanotubos de Carbono funcionalizados com a proteína de envelope de Dengue virus 3

... drogas, proteínas e genes em células, e também a apresentação de biomoléculas em sistemas biológicos. Estudos anteriores mostraram que a ligação de NTCs com antígenos tem potencial imunogênico. Sabe-se que a proteína do envelope (E) do DENV é imunodominante, sendo gerada uma resposta imune protetora e vitalícia para o mesmo sorotipo do vírus. O gene da proteína ... expressão em Escherichia coli, linhagem M-15. Em seguida, a proteína produzida foi purificada e utilizada para ligação covalente em NTCs de paredes múltiplas (MWNT). Esse processo é chamado de funcionalização e consiste na reação de amidação ativada por diimida entre os radicais amínicos da proteína e as porções carboxiadas dos MWNT, gerando a ferramenta ... Dani e Lorena pela ajuda em diversos experimentos! Aos nossos colaboradores do Laboratório de Vírus: Profª Erna Kroon, Eliseu Rocha e João Rodrigues nas etapas de produção das proteínas, ELISA e PRNT. Em especial ao Eliseu, por sua grande ajuda, boa vontade e paciência na realização dos nossos experimentos. Sem sua parceria nesse trabalho, com certeza
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Efeitos cardiotóxicos do veneno total e da proteína dermonecrótica recombinante da aranha Loxosceles intermedia

... de proteína enquanto a aranha L. intermedia secreta entre 35 e 40 g de veneno por extração (Forrester et al., 1978); (Tambourgi et al., 2004). O veneno das diferentes espécies do gênero Loxosceles é uma mistura de proteínas com perfil eletroforético semelhante, contendo um grupo de proteínas de 10 baixo peso molecular (5-40kDa), um grupo de proteínas ... cardiotóxicos do veneno da aranha L. intermedia. Uma proteína da família das esfingomielinases, presente neste veneno, apresenta um papel chave na disfunção cardíaca dos camundongos, como constatado pela atividade cardíaca exercida pela toxina recombinante LiD1r. Palavras chave: Loxosceles intermedia, proteína dermonecrótica, LiD1r, cardiotoxicidade, ... chromatography Imunoglobulina G Corrente nos canais de cálcio do tipo L Interleucina 8 Intraperitoneal Kilo dalton Loxosceles intermedia Loxosceles intermedia proteína dermonecrótica 1 Loxosceles intermedia proteína dermonecrótica 1 recombinante Loxosceles intermedia monoclonal Antibody 7 Ácido lisofosfatidico Monocyte chemotactic protein-1 Tampão salina fosfato
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Efeitos da proteína recombinante Kint3-4 do plasminogênio humano sobre o desenvolvimento do tumor de Ehrlich

... CRISTINA MARIA DE SOUZA EFEITOS DA PROTEÍNA RECOMBINANTE Kint3-4 DO PLASMINOGÊNIO HUMANO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DO TUMOR DE EHRLICH Belo Horizonte Fevereiro de 2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PATOLOGIA DA UFMG FACULDADE DE MEDICINA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EFEITOS DA PROTEÍNA RECOMBINANTE Kint3-4 DO PLASMINOGÊNIO ... imuno-histoquímica para a proteína CD31/ TLD-3A12 revelada ao DAB, 400×. 3a) Protocolo 1(0-4º dia) animal controle; 3b) Protocolo 1, animal tratado; 3c) Protocolo 2 (0-10º dia) animal controle; 3d) Protocolo 2, animal tratado; 3e) Protocolo 3 (12-16º dia) animal controle; 3f) Protocolo 3, animal tratado. Imuno-marcação citoplasmática, onde pode ser ... microvascular MEC: matriz extracelular XII RESUMO A Proteína Kint 3-4, originária de uma recombinação genética do segmento K1-3 e K14 do plasminogênio humano, é reconhecida por sua potencialidade antiangiogênica e anti-inflamatória.O presente trabalho tem como objetivo avaliar o efeito da Proteína Kint3-4 no desenvolvimento neoplásico em camundongos
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Envolvimento da proteína neuronal sensora de cálcio-1 (NCS-1) na sinalização muscarínica em células PC12

... _____________________________________________________________________ ENVOLVIMENTO DA PROTEÍNA NEURONAL SENSORA DE CÁLCIO-1 (NCS-1) NA SINALIZAÇÃO MUSCARÍNICA EM CÉLULAS PC12 Belo Horizonte - MG 2007 _____________________________________________________________________ Poema Melissa
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Mecanismos envolvidos no aumento da concentração plasmática de Sb a partir das composições de antimoniato de meglumina com ciclodextrina, visando o tratamento oral das leishmanioses

... Martins Mecanismos envolvidos no aumento da concentração plasmática de Sb a partir das composições de antimoniato de meglumina com ciclodextrina, visando o tratamento oral das leishmanioses BELO HORIZONTE - MG FEVEREIRO – 2007 1 Patricia Silveira Martins Mecanismos envolvidos no aumento da concentração plasmática de Sb a partir das composições de antimoniato ... vez que a ß-CD se mantém intacta por todo o trato gastrointestinal até o cólon. Em adição às novas informações obtidas sobre os mecanismos envolvidos no aumento de concentração plasmática de Sb na composição AM/β-CD, o presente trabalho permitiu propor duas novas formulações para a administração oral do Sb: uma que consiste no AM pré-aquecido, potencialmente ... membranas biológicas. Para o Sb(III), estudos revelaram a participação das aquagliceroporinas em seu transporte passivo através da membrana, estando seu transporte ativo a cargo das proteínas associadas à multirresistência às drogas (MDR) (BORST & OUELLETTE, 1995; VERNHET et al., 1999; LIU et al., 2004). Tais mecanismos, contudo, não puderam ser relacionados
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Participação dos receptores TLR2, TLR4, TLR9 e da molécula adaptadora MYD88 na infecção por Brucella ovis em camundongos C57/BL6 e a proteína TcpB como fator de virulência para Brucella ovis

... Brucella ovis EM CAMUNDONGOS C57/BL6 E A PROTEÍNA TcpB COMO FATOR DE VIRULÊNCIA PARA Brucella ovis (Dissertação) Ana Luiza Sarkis Vieira Belo Horizonte 2012 Ana Luiza Sarkis Vieira PARTICIPAÇÃO DOS RECEPTORES TLR2, TLR4, TLR9 E DA MOLÉCULA ADAPTADORA MYD88 NA INFECÇÃO POR Brucella ovis EM CAMUNDONGOS C57/BL6 E A PROTEÍNA TcpB COMO FATOR DE VIRULÊNCIA
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EFEITO DE DIFERENTES NÍVEIS DE PROTEÍNA E DE FIBRA BRUTA NA ALIMENTAÇÃO DE JUVENIS DE MATRINXÃ, Brycon cephalus.

... contendo três níveis de proteína (19, 25 e 31%) combinados com três níveis de fibra (cerca de 2, 10 e 20%). O peso final foi mais elevado para os peixes que receberam ração com maiores níveis de proteína bruta, mas não foi afetado pela elevação dos níveis de fibra bruta. Os níveis mais elevados de proteína na ração aumentaram o conteúdo de proteína da carcaça, ... teores mais elevados de proteína das A análise estatística dos dados de dietas resultaram em valores de cinza proteína corporal mostra que a elevação corporal que não diferiram entre sí, dos níveis deste nutriente nas dietas porém foram inferiores aos encontrados resultou em uma elevação no seu para o nível de 19% de proteína. A conteúdo. ... significativas proteína. Com relação ao efeito da fibra, entre os efeitos dos fatores proteína e observou-se que a elevação dos seus teores fibra sobre os parâmetros estudados. resultou em elevações significativas nos valores de proteína corporal. DISCUSSÃO Considerando os efeitos isolados dos fatores proteína e fibra das rações sobre o teor de gordura corporal,
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Teor de fitato e proteína em grãos de feijão em função da aplicação de pó de basalto.

... realizando-se a leitura por colorimetria. O teor de proteína total foi determinado pelo conteúdo de N total da amostra, em que % Proteína = N (%) x 6,25 de acordo com Kjeldahl (AOAC, 1995). A extração da proteína solúvel foi realizada, utilizandose solução de NaCl 0,5 M, pH 2,4 e posterior quantificação das proteínas por meio da comparação com uma curva-padrão ... entre 200 a 270 g kg-1, mas inferiores aos teores de proteína total encontrados em 21 linhagens de feijão e observou-se maior variação de proteína total no grão (223,4 a 362,8 g kg-1) (MESQUITA et al., 2007). Tabela 1. Produtividade (kg ha-1), teor de fósforo total (g kg-1), proteína total (g kg-1), proteína solúvel (g kg-1) e fitato (g kg-1) em grãos ... significativa (p < 0,05) e positiva para proteína total e produtividade (r = 0,32) (Figura 1), indicando que, com o aumento do conteúdo de proteína, obteve-se maior produtividade dos grãos, em função das doses de pó de rocha isolado e associado ao esterco bovino. Contudo, a correlação positiva, encontrada entre o conteúdo de proteína total e produtividade neste
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Adição da proteína específica do oviduto de porcas (pOSP) e da melatonina em meios de maturação e o efeito na clivagem in vitro de embriões suínos.

... USA). A sequência foi recuperada pela base de dados de nucleotídeos e proteínas do GenBank (U43490). Este plasmídeo foi inserido em células E. coli competentes para estas sintetizarem e expressarem a proteína que posteriormente foi recuperada em coluna de níquel. O conteúdo total da proteína foi determinado pelo método de Bradford utilizando padrão de ... clivagem. CONCLUSÕES Este é o primeiro relato de que a proteína específica do oviduto (pOSP) pode apresentar uma possível função antioxidante, sendo necessários mais estudos, a fim de se verificarem outras possíveis funções da proteína. Além disso, o presente estudo conclui que a melatonina e a proteína específica do oviduto (pOSP) são eficientes em ... estudos são necessários a fim de avaliar se há outros benefícios da proteína que poderiam estar relacionados com a maturação do ovócito, uma vez que o oviduto fornece ambiente adequado para tal e, no período do estro, a fêmea apresenta uma maior expressão da pOSP (Buhi, 2002), mostrando que a proteína poderia estar associada com modificações nos ovócitos. Assim,
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Exigência nutricional de proteína bruta para codornas japonesas (Coturnix coturnix japonica) na fase de postura.

... al. (2012), não há efeito da proteína bruta sobre o consumo de ração porque a ação da proteína não é resultado apenas da quantidade fornecida na ração, mas também de sua qualidade, ou seja, da concentração e do balanceamento dos aminoácidos. A ingestão diária de proteína aumentou linearmente com o aumento dos níveis de proteína bruta da ração. Observa-se ... semelhante foi verificado por Pinto et al. (2002), com aumento do consumo até o nível 21,80% de proteína bruta. Tabela 2. Valores médios das variáveis de desempenho de codornas japonesas em fase de produção em função dos diferentes níveis de proteína bruta Proteína bruta (%) Variáveis 14,00 17,00 20,00 23,00 26,00 CV (%) Consumo de ração ... de aminoácidos industriais. Vale ressaltar a importância de níveis de proteína e aminoácidos na dieta de poedeiras, tendo em vista que o requerimento de proteína está associado com a taxa de produção e tamanho dos ovos. Dessa forma, o objetivo do trabalho foi determinar o nível de proteína bruta sobre o desempenho e qualidade de ovos de codornas na
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Porcentagem de proteína em suplementos para ovinos mantidos em pasto de capim-aruana na época seca.

... a porcentagens crescentes de proteína bruta (PB) no suplemento, na época seca. Vinte borregos da raça Santa Inês foram utilizados em delineamento inteiramente ao acaso, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os suplementos foram fornecidos em 1,0% do peso corporal, nas porcentagens de 0, 15, 20, 25 e 30%. O aumento de proteína bruta influenciou o ... nesses pastos. Na literatura nacional, informações acerca da porcentagem de proteína bruta em suplementos para bovinos de corte na época seca do ano é extensa, mas trabalhos com ovinos são raros. Desse modo, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de diferentes porcentagens de proteína bruta em suplementos sobre o consumo e desempenho produtivo, e ... Soest, 1994). Tabela 3. Teores médios de matéria seca (MS%), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro e fibra em detergente neutro indigerível, segundo os tratamentos Variável 15% PB 20% PB 25% PB 30% PB Forragem2 Matéria seca (%) 88,52 88,90 89,29 89,70 Proteína bruta1 15,58 20,74 25,89 31,45 Fibra
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Suplementação de aminoácidos para redução da proteína bruta em dietas para leitões desmamados aos 21 dias de idade.

... imune local (Soares et al., 2000). A redução da proteína bruta pressupõe a necessidade de se estabelecerem novos níveis ou exigências desses aminoácidos essenciais e de suas relações com os próprios níveis de proteína bruta na dieta para leitões. Não se pode afirmar até quanto é possível diminuir a proteína total com o uso de aminoácidos industriais. ... verificaram efeito negativo da redução de proteína bruta da ração sobre o GPMD. Essa diferença nos resultados pode estar relacionada à possível deficiência em algum aminoácido essencial. Tabela 2. Desempenho de leitões desmamados aos 21 dias de idade e alimentados com rações com diferentes níveis de proteína bruta Proteína bruta (g/kg) CV Variável 240 ... proteína da dieta. Entretanto, maiores valores de peso de órgãos foram observados por Keer e Easter (1995), Chen et al. (1999) e Ferreira et al. (2003), em animais que receberam a dieta com a maior porcentagem de proteína bruta. Oliveira et al. (2004), todavia, verificaram aumento nos pesos relativos do fígado e pâncreas devido ao maior consumo de proteína.
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Progesterona plasmática e fertilidade de fêmeas caprinas submetidas à sincronização do estro com prostaglandina F2α.

... 10 dias, por meio da mensuração da concentração de progesterona plasmática, bem como a taxa de concepção das cabras após a inseminação artificial, de acordo com as diferentes respostas obtidas. Utilizaram-se 23 fêmeas e dois reprodutores da raça Toggenburg. A mensuração da progesterona plasmática foi realizada no dia da primeira aplicação de PGF2 (D0), ... Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.64, n.2, p.305-310, 2012 Progesterona plasmática e fertilidade de fêmeas caprinas submetidas à sincronização do estro com prostaglandina F2α [Plasmatic progesterone and fertility of goats submitted at estrus synchronization ... segunda aplicação, a grande maioria, ou a totalidade dos animais, apresenta um corpo lúteo funcional (Ott et al., 1980b; Rubianes e Menchaca, 2003). A mensuração da progesterona plasmática é um método auxiliar na indicação da condição reprodutiva da fêmea, notadamente no que diz respeito à ciclicidade ovariana (Léga et al., 2005). Nas fêmeas ruminantes,
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Desempenho e exigências de energia e proteína de bovinos de corte em pasto suplementados.

... corporal (kg). Os conteúdos de energia e proteína retidos no corpo dos animais foram estimados segundo o modelo: Y = a . Xb , em que: Y = conteúdo total de energia (Mcal) ou de proteína (kg) retido no corpo vazio; a = constante; b = coeficiente de regressão do conteúdo de energia ou de proteína, em função do PCVZ; X = PCVZ. Derivando-se ... PCVZ. Derivando-se as equações de predição do conteúdo corporal de energia ou de proteína, em função do PCVZ, foram obtidas as exigências líquidas de energia e proteína, por kg de ganho de PCVZ, a partir da equação: Y’ = a * b * Xb-1, em que: Y’ = exigências líquidas de energia ou de proteína para ganho; a e b = intercepto e coeficiente de regressão, respectivamente, ... vazio de 1,0kg/dia, as exigências líquidas de energia e proteína foram estimadas em 3,57 Mcal e 118,79g, respectivamente (Tab. 7). Tabela 7. Exigências líquidas de energia e proteína de bovinos de corte sob pastejo Peso corporal (kg) Exigências de energia (Mcal/kg GPCVZ) Exigências de proteína (g/kg GPCVZ) 300 3,26 125,60 350 3,57 118,79 PCVZ
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Influência de subprodutos de oleaginosas sobre parâmetros ruminais e a degradação da matéria seca e da proteína bruta.

... que, por sua vez, são capazes de transformar compostos nitrogenados não proteicos em proteína microbiana, proporcionando produção mais eficiente (Cabral et al., 2005). A técnica in situ, apesar de sofrer várias críticas, como restrição ao acesso microbiano à proteína (Meyer e Mackie, 1986), contaminação microbiana dos sacos (Nocek e Grant, 1987) ... fermentação dos carboidratos e proteínas no rúmen. Neste experimento foram efetuadas duas refeições. A fração zero hora, que caracteriza a fração solúvel, foi semelhante entre as dietas, ou seja, a perda por lavagem não diferiu entre os subprodutos. A taxa de degradação (Kd) é o principal determinante da disponibilidade de energia e proteína para os microrganismos, ... virtude dos teores de proteína e extrato etéreo, o que pode ter contribuído para essa variabilidade dos resultados. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.64, n.5, p.1284-1291, 2012 1289 Santos et al. Tabela 3. Médias dos valores obtidos para as frações A, B e C, a taxa de degradação e as degradabilidades potencial e efetiva para a proteína bruta
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Efeito de diferentes protocolos de superovulação sobre a concentração plasmática de progesterona e de metabólitos lipídicos de vacas Nelore.

... de vacas Gir e Nelore. 2001. 145f. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. BORGES, A.M.; TORRES, C.A.A.; RUAS, J.R.M. et al. Concentração plasmáticas de colesterol total e lipoproteína de alta densidade em novilhas mestiças doadoras de embriões tratados com somatotropina recombinante. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.53, p.605-610, ... - EV-UFMG 2Médico veterinário autônomo 3Escola de Veterinária - UFMG Caixa Postal 567 30123-970 - Belo Horizonte, MG 4Bolsista da CAPES RESUMO Avaliaram-se as concentrações plasmáticas de triglicérides, colesterol, aspartato transaminase (AST) e progesterona (P4) em vacas Nelore não lactantes com elevado escore corporal, superovuladas com diferentes ... sangue, como colesterol, triglicérides e progesterona, podem interferir na eficiência reprodutiva do animal. O colesterol, um dos principais componentes estruturais da membrana plasmática das células dos mamíferos, é importante para o crescimento e a sobrevivência celular, além de ser o precursor dos hormônios esteróides. Os triglicérides, maiores componentes
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Diferenças na Proteína C Reativa Ultrassensível associado ao gênero em Indivíduos com Fatores de Risco da Síndrome Metabólica.

... síndrome metabólica; IMC: índice de massa corporal; PAS: pressão arterial sistólica; PAD: Pressão arterial diastólica; LDL-c: lipoproteína de baixa densidade, HDL-c: colesterol ligado à lipoproteína de alta densidade VLDL-c: lipoproteína de muita baixa densidade. (*) p < 0,05 versus CT; (†) p < 0,05 versus SM ≤ 2. Arq Bras Cardiol. 2016; 106(3):182-187 184 Garcia ... Medicina da Universidade de São Paulo2, São Paulo, SP – Brasil Resumo Fundamento: A síndrome metabólica (SM) está associada a um maior risco de mortalidade por todas as causas. A proteína C reativa ultrassensível (PCRus) é um marcador prototípico de inflamação que está geralmente aumentado na SM. Mulheres com doenças relacionadas à SM apresentam níveis ... elevados nas mulheres do que nos homens em condições semelhantes. (Arq Bras Cardiol. 2016; 106(3):182-187) Palavras-chave: Síndrome Metabólica; Fatores de Risco; Caracteres Sexuais; Proteína C. Abstract Background: Metabolic syndrome (MetS) is associated with a higher risk of all-cause mortality. High-sensitivity C-reactive protein (hsCRP) is a prototypic
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Associação entre atividade física no tempo livre e proteína C reativa em adultos na cidade de Salvador, Brasil.

... proporcionar melhoria da sensibilidade à insulina e do diabete2, aumento nos níveis de HDL-C3, melhoria no perfil das lipoproteínas plasmáticas4, diminuição do risco de diversos agravos cardiovasculares5 e redução da incidência de DAC. A proteína C reativa (PCR) é um marcador de processos inflamatórios e está associada à predição de DAC6. O mecanismo causal ... high-density lipoprotein cholesterol: the National Heart, Lung, and Blood Institute Family Heart Study. Am Heart J. 2004; 147 (3): 529-35. 4. Pitanga FJG. Atividade física e lipoproteínas plasmáticas em adultos de ambos os sexos. Rev Bras Cien Mov. 2001; 9 (4): 25-31. 5. Kohl H.M. Physical activity and cardiovascular disease: evidence for a dose response. ... importância da AFTL como uma das possíveis estratégias para a melhoria da saúde de grupos populacionais. (Arq Bras Cardiol 2009;92(4):302-306) Palavras-chave: Atividade física, proteína C reativa, fatores de risco, doença da artéria coronariana. Summary Background: Leisure time physical activity (LTPA), defined as any type of bodily movement performed
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Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2.

... Artigo Original Níveis Séricos de Interleucina-6 (IL-6), Interleucina-18 (IL-18) e Proteína C Reativa (PCR) na Síndrome Coronariana Aguda sem Supradesnivelamento do ST em Pacientes com Diabete Tipo 2 Serum Levels of Interleukin-6 (Il-6), Interleukin-18 (Il-18) ... SP - Brasil Resumo Fundamento: A aterosclerose é uma doença inflamatória e níveis séricos de marcadores inflamatórios, como a interleucina 6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR), são utilizados para avaliação de pacientes em quadros de coronariopatia. No paciente com diabete do tipo 2, a aterosclerose está relacionada a um maior ... duas vezes o valor de corte). Procedimentos Após seleção e alistamento com o termo de consentimento, os pacientes tiveram sangue venoso puncionado para medidas de IL-6, IL-18, proteína C reativa ultra-sensível e marcadores de necrose miocárdica. O sangue também foi utilizado para medidas de hemograma, coagulograma, uréia, creatinina, sódio, potássio,
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Fontes de proteína para vacas em lactação

... principais fontes que são a proteína microbiana verdadeira digestível (PMVd) e a proteína não degradada no rúmen digestível (PNDRd), denominando de proteína metabolizável (Pmet) a soma dessas duas fontes, inicialmente citado pelo ARC (1965). Na nutrição protéica de ruminantes é de fundamental importância uma estimativa acurada da síntese de proteína microbiana ... (FS). vi Os consumos de matéria seca (MS) e de matéria orgânica (MO) não diferiram entre as dietas (P>0,05). Os consumos de proteína bruta (PB) foram maiores para a dieta contendo FA38, enquanto os de proteína degradada no rúmen (PDR) e de proteína não degradada no rúmen (PNDR) foram maiores e menores, respectivamente, com as dietas FA28 e FSU. Os consumos ... fonte de proteína verdadeira na dieta, devido a capacidade dos microrganismos ruminais em converter compostos nitrogenados não protéicos (NNP) em proteína microbiana de alto valor biológico. Vacas podem crescer, reproduzir e produzir leite, quando a dieta contém somente NNP como fonte de nitrogênio (Church, 1993). Quanto mais as fontes de proteína de
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Expressão heteróloga, purificação e estudo de atividade de uma proteína inibidora de cisteínio protease da cana-de-açúcar e posterior evolução in vitro pela técnica de DNA Shuffling.

... cistatina de arroz. A proteína recombinante foi expressa em E.coli na forma solúvel, o que possibilitou sua purificação direta por cromatografia de afinidade em coluna de níquel. A proteína purificada foi analisada por Dicroísmo Circular que apresentou uma estrutura secundária estimada similar a proteína Orizacistatina I. Além disso, a proteína foi submetida ... hipótese de que estas proteínas atuem na defesa (VANLOON, 1997 apud in HAMMERSCHMIDT, 1999). Outras classes de proteínas antifúngicas incluem as Ciclofilinas, que são receptores intracelulares para ciclosporina e inibem α e β glucosidases e as proteínas ricas em glicina e histidina. Os insetos sintetizam um grande número destas proteínas e elas atuam ... fitopatogênicos.................................67 Tabela 3: Composição de estrutura secundária da proteína Canacistatina..............................71 Tabela 4: Atividade das proteínas Canacistatina em relação às catepsinas humanas.............77 Tabela 5: Atividade das proteínas Canacistatina I, Orizacistatina I e A10PL3 em relação às catepsinas humanas................................................................................................................... 17 ABSTRACT Plants
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