Estudo da norma escrita brasileira presente em textos jornalísticos e técnico-científicos

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Estudo escrita da norma brasileira presente em textos jornalísticos e técnico- científicos 0{x3A0ncj/cla ^o/íc^eA .Sima Junho de 2003 Rosângela Borges Lima Estudo da norma escrita brasileira presente em textos jornalísticos e técnico-científicos Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Lingüísticos, da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais; como requisito parcial para a obtenção do título de DOUTOR em Lingüística. Área de concentração: Lingüística Linha de Pesquisa: Lingüística dos Gêneros e Tipos Textuais Orientador: Prof. Dr. Luiz Carlos de Assis Rocha Belo Horizonte Faculdade de Letras da UFMG 2003 Tese aprovada em 23/06/2003 pela Banca Examinadora constituída pelos Professores Doutores: Luiz Carlos de Assis Rocha - UFMG Orientador \—i-C. vjLuiz Caj-losfiTravaglia - ÍfU" 1'^'Ài^A^w/Lr(i Vanda d^; Olive'tnTBíttencourt - PUC/MG Maria Graça Ferreira da Cosíta Vai Carla Viana Coscarelli - UFMG UFMG A Deus, pela vida e por tudo o que ela significa, sou eternamente grata. Ao Prof. Luiz Carlos de Assis Rocha, pela idéia inicial e pelo agradeço sensibilizada. constante estímulo, Dedico este trabalho aos meus filhos Cadinhos Rodrigo Larissa e aos meus pais Sílvio Cena Resumo Este trabalho pretende contribuir para a descrição científica da variedade padrão escrita da língua portuguesa usada no Brasil atual; com vistas à elaboração de obras de consulta destinadas ao usuáiio da língua portuguesa que tenha necessidade de utilizar a língua padrão em suas produções e revisões de textos escritos; produção de material didático para o ensino de Língua Portuguesa; melhoria do ensino de Língua Portuguesa, a ser estruturado a partir da realidade lingüística brasileira dos dias atuais Para o alcance de tais metas, estudaremos a variedade padrão escrita da língua portuguesa usada no Brasil atual, nas suas manifestações em textos técnicocientíficos e textos jornalísticos. Os passos a serem dados são os seguintes: selecionados os tópicos gramaticais que julgamos mais relevantes, buscaremos, em gramáticas tradicionais, em manuais de normas de estudiosos da língua portuguesa (dicionários e livros de "correção lingüística") e em manuais de estilo e redação da imprensa brasileira, o estabelecimento dos pontos convergentes e dos divergentes na norma preconizada por tais obras de consulta. Coletado o corpus, levantaremos as ocorrências de fatos lingüísticos, registrando-os em duas classes; a dos que correspondem à norma canônica e a dos que desta se desviam. Computaremos os dados levantados em termos de percentuais de ocoiTência e, assim, descreveremos a configuração da norma padrão do português escrito efetivamente em uso na atualidade pelos brasileiros cultos. Abstract This work aims at contributing for the scientific description of Written Standard Brazilian Portuguese at the present time; also aiming at creating reference materials for tlie user of Portuguese who needs to use the standard variety of the language in his or her work of writing and reviewing texts; creating didactic materials for tlie teaching of Portuguese; improving the teaching of Portuguese, so that teaching is structured taking into account today's linguistic reality. So as to reach these goals, the standard written variety of Poituguese will be studied as it is used in teclmical-scientific and journalistic texts. The following steps are to be taken; once grammatical topics judged to be more relevant have been selected, research will be done in tiaditional grammars, in nonnative manuals for the use of Portuguese (dictionaries and books of "correct language") and in manuals of style and composition usually followed in pails of the Brazilian press. Research will then establish convergent and divergent views as presented in tliese reference works. After the corpus has been collected, occurrences of linguistic facts will be divided into two classes: those that conespond to the canonical norm and those tliat depart from it. Data thus gathered will be tlien interpreted in tenns of percentile so as to establish patterns for Standard Written Brazilian Poituguese actually used by present-day educated Brazilians. Sumário Lista de Tabelas e Quadros 10 1. Por que a preocupação com a norma culta? 14 2. A norma culta atual: que formato tem? Onde buscá-la? 17 3. Norma culta e valores ideológicos 28 4. Interferências da oralidade na língua escrita 46 5. Consulta a professores e estudantes da área de Letras 53 6. Pesquisa realizada com textos técnicos, científicos e jornalísticos Análise das ocorrências dos fatos lingüísticos encontrados 164 172 A. Estruturas morfossintáticas prototípicas 6.1. Sintaxe de colocação: colocação pronominal em início de oração e de período 172 6.1.1. Pronomes átonos em encontros verbais 6.1.2. Colocação do pronome oblíquo em início de oração e de período 173 178 6.1.3. Colocação pronominal no meio do verbo - mesóclise 180 6.2. Sintaxe de concordância: concordância verbal 183 6.2.1. Sujeito em expressões partitivas 183 6.2.2. Sujeito posposto 6.2.3. Voz passiva sintética (1 núcleo verbal) 6.2.4. Voz passiva sintética com encontros verbais 184 186 188 6.3. Emprego de algumas classes de palavras 6.3.1. Pronomes 6.3.1.1. Pronome relativo cwyo 189 190 190 6.3.1.2. Pronomes demonstrativos 6.3.1.3. Pronomes pessoais 6.3.2. Emprego de conjunções 6.3.3. Verbo 193 195 197 199 6.3.3.1. Impessoais 6.3.3.2. Futuro do indicativo simples ou composto X futuro com auxiliar ir . 199 201 6.3.3.3. Pretérito mais que perfeito simples X composto 204 6.3.4. Preposição 206 6.4. Sintaxe de regência 208 172 6.4.1. Regência nominal: alguns casos que provocam oscilações de usos 208 6.4.2. Regência verbal 6.4.2.1. Casos que provocam oscilações de uso 6.4.2.2. Emprego de complemento comum a verbos de regências diferentes . 212 212 215 6.4.2.3. Regência e pronome relativo 217 B. Estruturas morfossintáticas complementares 224 6.5. Estruturas morfossintáticas complementares 6.5.1. Concordância verbal 224 224 6.5.1.1. Caso: é que 6.5.1.2. Caso: percentuais e numerais fracionários 6.5.1.3. Caso; um dos que 224 226 228 6.5.1.4. Caso: Sujeito oracional composto 6.5.1.5. Caso: núcleos de sujeito unidos por OU 6.5.1.6. Caso: um e outro 229 230 231 6.5.1.7. Caso: sujeito é pronome relativo 6.5.1.8. Caso: Sujeito é nome próprio precedido de artigo plural 6.5.2. Concordância nominal 231 232 233 6.5.2.1. Caso: predicativo / oração reduzida, antepostos ao núcleo do sujeito 6.5.2.2. Caso: sujeito posposto 6.5.2.3. Caso: O plural se dá no substantivo e não no adjetivo 6.5.2.4. Caso: Hegemonia do masculino 6.5.3. Paralelismo sintático 6.5.4. Fuga da passiva sintética 233 233 234 236 237 239 6.5.5. Ambigüidade no possessivo 240 6.5.6. Estrutura sintática alternativa 240 C. Recursos lexicais e morfossintáticos especiais 6.6. Estruturas lexicais e moifossintáticas especiais 6.6.1. Termos técnicos 6.5.2. Opção entre formas 6.6.2.1. Advérbio ou adjetivo? 6.6.2.2. Entre dois verbos 6.6.2.3. Entre dois substantivos 241 241 241 241 242 244 247 6.6.2.4. Construções com preposição em ou a 248 6.6.2.5. Construções com locuções diversas 259 6.6.2.6. Construções com conjunções 263 6.6.2.1. Construções com pronomes 6.6.3. Coloquialidade 6.6.3.1. Opções por gradações variadas 6.6.3.2. Substantivos empregados expressivamente 264 265 265 268 6.6.3.3. Adjetivos empregados expressivamente, quase sempre com efeito de ironia/humor 271 6.6.3.4. Advérbios empregados expressivamente, por meio de mudança de classe 272 6.6.3.5. Verbos empregados expressivamente, por intennédio da opção pela linguagem descontraída, de cunho mais popular, muitas vezes com interferência de gírias 273 6.6.3.6. Expressões variadas empregadas estilisticamente, conforme o uso cotidiano da fala infonnal, em especial a de caráter mais popular 6.6.3.7. Metáforas da cultura geral, constituídas de expressões conotativas . 275 279 6.6.3.8. Artigo precede nome próprio, empregado, assim, em construções típicas da linguagem mais íntima 280 6.6.3.9. Contração de preposição com artigo, constmção típica da fala espontânea 280 6.6.3.10, Conjunção e outros articuladores morfossintáticos, utilizados para o estabelecimento de coesão entre informações de lun texto. resultando a construção em algo eminentemente informal 281 6.6.3.11. Inteijeição (simples ou em forma de locução) empregada de modo a dar ao texto a leveza própria da fala descontraída e/ou natural continuidade das idéias 6.6.3.12. Repetição 282 282 6.6.3.13. Sentenças que buscam contato mais íntimo com o interlocutor, travando em certo diálogo com o leitor 6.6.4. Expressões condenadas por certos gramáticos como vício 283 de linguagem (figura de sintaxe): o pleonasmo 6.6.5. Estrangeirismos 6.6.5.1. Emprego de termos já consagrados na língua portuguesa usada no Brasil 6.6.5.2. Emprego de formas alternativas, propostas pelos puristas para substituição a estrangeirismos 6.6.5.3. Emprego de estrangeirismos característicos de acervo vocabular 284 285 técnico 6.6.6. Emprego de vocábulo com sentido pouco comum 291 295 6.6.7. Emprego incomum de classes de palavras 6.6.8. Neologismos 296 296 7. Conclusões 305 I. Quanto à valorização da gramática tradicional pelos informantes 306 II. Quanto ao grau de coincidência com a norma canônica III. Quanto à deriva da língua escrita formal: reflexões e explicitações 307 de tendências da norma canônica IV - Quanto à nossa contribuição para o ensino de Língua Portuguesa, 309 para a elaboração e revisão de textos escritos em registro formal e para a construção de uma gramática do texto formal escrito atual 288 290 314 Referências 317 Anexos 326 Lista de Tabelas e Quadros TABELA 01 - Consulta questão 01 56 TABELA 02 - Consulta questão 02 58 TABELA 03 - Consulta questão 03 59 TABELA 04 - Consulta questão 04 60 TABELA 05 - Consulta questão 05 62 TABELA 06 - Consulta questão 06 66 TABELA 07 - Consulta questão 07 - Frase 01: informantes 75 TABELA 08 - Consulta questão 07 - Frase 02: Gramáticas e outras obras 78 TABELA 09 - Consulta questão 07 - Frase 02: informantes 80 TABELA 10 - Consulta questão 07 - Frase 03: informantes 81 TABELA 11 - Consulta questão 07 - Frase 03: gramáticas e outras obras 83 TABELA 12 - Consulta questão 07 - Frase 04: gramáticas e outras obras 84 TABELA 13 - Consulta questão 07 - Frase 04: informantes 86 TABELA 14 - Consulta questão 07 - Frase 05: informantes 87 TABELA 15 - Consulta questão 07 - Frase 06: gramáticas e outras obras 89 TABELA 16 - Consulta questão 07 - Frase 06: informantes 89 TABELA 17 - Consulta questão 07 - Frase 07: informantes 93 TABELA 18 - Consulta questão 07 - Frase 08: informantes 96 TABELA 19 - Consulta questão 07 - Frase 09: informantes 98 TABELA 20 - Consulta questão 07 - Frase 10: informantes 99 TABELA 21 - Consulta questão 07 - Frase 11: informantes 101 TABELA 22 - Consulta questão 07 - Frase 12: informantes 104 TABELA 23 - Consulta questão 07 - Frase 13: informantes 107 TABELA 24 - Consulta questão 07 - Frase 13: gramáticas e outras obras 108 TABELA 25 - Consulta questão 07 - Frase 14 111 TABELA 26 - Consulta questão 07 - Frase 15: informantes 115 TABELA 27 - Consulta questão 07 - Frase 17: informantes 115 TABELA 28 - Consulta questão 07 - Frase 27: informantes 116 TABELA 29 - Consulta questão 07 - Frases 15, 17 e 27: gramáticas e demais obras 117 TABELA 30 - Consulta questão 07 - Frase 16: gramáticas e outras obras 125 TABELA 31 - Consulta questão 07 - Frase 16: informantes 128 TABELA 32 - Consulta questão 07 - Frase 18: informantes 128 TABELA 33 - Consulta questão 07 - Frase 19: informantes 131 TABELA 34 - Consulta questão 07 - Frase 20: informantes 132 TABELA 35 - Consulta questão 07 - Frase 21: informantes 134 TABELA 36 - Consulta questão 07 - Frase 22: informantes 136 TABELA 37 - Consulta questão 07 - Frase 23: informantes 137 TABELA 38 - Consulta questão 07 - Frase 24: informantes 138 TABELA 39 - Consulta questão 07 - Frase 25: informantes 141 TABELA 40 - Consulta questão 07 - Frase 26: informantes 143 TABELA 41 - Consulta questão 07 - Frase 28: informantes 144 TABELA 42 - Consulta questão 07 - Frase 29: informantes 146 TABELA 43 - Construções com relativos 151 TABELA 44 - Consulta questão 07 - Frase 30 153 TABELA 45 - As estatísticas de todos os grupos 157 TABELA 46 - Estatísticas dos julgamentos 158 TABELA 47 - Colocação de pronomes átonos em encontros verbais 175 TABELA 48 - Colocação de pronomes átonos em encontros verbais Fontes dos dados 177 TABELA 49 - Colocação de pronomes átonos em início de orações e de períodos. 178 TABELA 50 - Colocação de pronomes átonos em início de orações e de períodos - Fontes dos dados 180 TABELA 51 - Futuro do indicativo com pronome átono 181 TABELA 52 - Futuro do indicativo com pronome átono: uso e não-uso da mesóclise - Fontes dos dados 181 TABELA 53 - Concordância verbal - expressões partitivas 183 TABELA 54 - Concordância verbal - expressões partitivas - Fontes dos dados 183 TABELA 55 - Concordância verbal - sujeito posposto 185 TABELA 56 - Concordância verbal - sujeito posposto - Fontes dos dados 186 TABELA 57 - Concordância verbal - passiva sintética com 1 núcleo verbal 187 TABELA 58 - Concordância verbal - passiva sintética com 1 núcleo verbal Fontes dos dados 187 TABELA 59 - Concordância verbal - passiva sintética com 2 verbos 188 TABELA 60 - Concordância verbal - passiva sintética com encontros verbais Fonte dos dados 189 TABELA 61 - Emprego de exijo 190 TABELA 62 - Emprego de cujo - Fontes dos dados 192 TABELA 63 - Emprego de pronomes demonstrativos este/esse (e flexões) 194 TABELA 64 - Emprego de pronomes demonstrativos este/esse (e flexões) Fontes dos dados 195 TABELA 65 - Emprego de pronomes pessoais na função de objeto e de sujeito de infinitivo 196 TABELA 66 - Emprego de pronomes pessoais na função de objeto e de sujeito de infmitivo - Fontes dos dados 197 TABELA 67 - Posição das conjunções adversativas no período: no meio X no início 198 TABELA 68 - Posição das conjunções adversativas no período: no meio X no início - Fontes dos dados 199 TABELA 69 - Emprego de ter, haver, existir 200 TABELA 70 - Emprego de ter, haver, existir - Fontes dos dados 200 TABELA 71 - Emprego do futuro do indicativo simples ou do tempo composto X fUturo marcado com o auxiliar ir 201 TABELA 72 - Emprego do futuro do indicativo simples ou do tempo composto X flituro marcado com o auxiliar ir - Fontes dos dados 202 TABELA 73 - Emprego do futuro do indicativo marcado com o auxiliar ir Fontes dos dados 203 TABELA 74 - Emprego do futuro do indicativo simples ou do tempo composto X fUturo marcado com o auxiliar ir - modelo II 204 TABELA 75 - Emprego do pretérito mais-que-perfeito: simples e composto 205 TABELA 76 - Emprego do pretérito mais-que-perfeito; simples e composto Fontes dos dados 206 TABELA 77 - Núcleo de sujeito precedido de preposição 207 TABELA 78 - Núcleo de sujeito precedido de preposição - Fontes dos dados 208 TABELA 79 - Regência nominal 210 TABELA 80 - Regência nominal - casos que provocam oscilações de usos Fontes dos dados 212 TABELA 81 - Regência verbal: verbos coletados que provocam oscilações de uso 213 TABELA 82 - Regência verbal: verbos coletados que provocam oscilações de uso Fontes dos dados 215 TABELA 83 - Regência verbal: dois verbos de diferentes regências um ou dois complementos? 216 TABELA 84 - Emprego do pronome relativo preposicionado 218 TABELA 85 - Emprego do pronome relativo preposicionado - Fontes dos dados 220 TABELA 86 - Os usos nos textos formais e as normas tradicionais 221 TABELA 87 - Concordância com numerais e percentuais fracionários 228 TABELA 88 - Fuga da passiva sintética 239 TABELA 89 - Passiva sintética e estruturas alternativas 239 TABELA 90 - Independentemente / independente - Fontes dos dados 242 TABELA 91 - Dizer / falar - Fontes dos dados 246 TABELA 92 - Construções com preposição em ou a, com sentidos diversos 247 TABELA 93 - Estruturas morfossintáticas complementares / Estruturas lexicais e morfossintáticas especiais e norma tradicional 251 TABELA 94 - Estruturas morfossintáticas complementares / Estruturas lexicais e morfossintáticas especiais e norma tradicional - versão II 302 QUADRO 1 - As frases da consulta e a avaliação dos vemaculistas 155 QUADRO 2 - É que 224 QUADRO 3 - Percentuais e numerais fracionário 226 QUADRO 4 - Um dos que 228 QUADRO 5 - Sujeito oracional composto 229 QUADRO 6 - Núcleos de sujeito unidos por OU 230 QUADRO 7 - Um e outro 231 QUADRO 8 - Sujeito é pronome relativo 231 QUADRO 9 - Sujeito é nome próprio precedido de artigo plural 232 QUADRO 10 - Predicativo / oração reduzida, antepostos ao núcleo do sujeito 233 QUADRO 11 - Sujeito posposto 233 QUADRO 12 - Substantivo é que concorda com o adjetivo 234 QUADRO 13 - Hegemonia do masculino 236 QUADRO 14 - Ambigüidade no uso do possessivo 240 QUADRO 15 - Estrutura sintática alternativa 240 QUADRO 16 - Justamente / justo 243 QUADRO 17 - Diferençar / diferenciar 244 QUADRO 18 - Justificação / justificativa 247 QUADRO 19 - Construções com em/a - idéia de tempo 249 QUADRO 20 - Construções com em/a - idéia de espaço 250 QUADRO 21 - Construções com em/a - idéia de modo 250 QUADRO 22 - Construções com em/a - idéias de modo e espaço 251 QUADRO 23 - Construções com na medida em que X à medida que 253 QUADRO 24 - Em seu (meu) ver / a seu (meu) ver 255 QUADRO 25 - Em (no) nível de / a(o) nível de 256 QUADRO 26 - Em princípio / a princípio 258 QUADRO 27 - Através de / por meio de (por, mediante, por intermédio de) 259 QUADRO 28 - À custa de / às custas de 261 QUADRO 29 - Em vez de / ao invés de 262 QUADRO 30 - Enquanto / como 264 QUADRO 31 - Cada / cada resin-dentin bond components. Dent Mater 2005;21:232-41. 20. Chersoni S, Acquaviva GL, Prati C, Ferrari M, Gardini, S; Pashley DH, Tay FR. In vivo fluid movement though dentin adhesives in endodontically treated teeth. J Dent Res 2005;84:223-7. 21. Braga RR, César PF, Gonzaga CC. Mechanical properties of resin cements with different activation modes. J Oral Rehabil 2002;29:257– 66. 22. Melo RM, Bottno MA, Galvã RKH, Soboyejo WO. Bond strengths, degree of conversion of the cement and molecular structure of the adhesive–dentine joint in fibre post restorations. J Dent 2012;40:286-94. 23. Ho Y, Lai Y, Chou I, Yang S, Lee S. Effects of light attenuation by fibre posts on polymerization of a dual-cured resin cement and microleakage of post-restored teeth. J Dent 2011;39:309-15. 24. Anusavice KJ. Phillips RW. Science of dental materials. 11th, 2003. 25. Lui JL. Depth of composite polymerization within simulated root canals using lighttransmitting posts. Oper dent 1994;19:165-8. 27 4 ARTIGOS CIENTÍFICOS 4.2 ARTIGO 2 28 Title: Influence of light transmission through fiber posts on the microhardness and bond strength Authors: Morgan LFSA, Gomes GM, Poletto LTA, Ferreira FM, Pinotti MB, Albuquerque RC. Abstract Introduction: The aim of this study was to investigate the influence of light transmission through fiber posts in microhardness (KHN) and bond strength (BS) from a dual cured resin cement. Methods: Five fiberglass posts of different types and manufacturers represent a test group for the analysis of KHN (N=5) and BS and their displacement under compressive loads (N = 8). For the analysis of KHN a metallic matrix was developed to simulate the positioning of the cement after the cementation process intra radicular posts. The resistance to displacement, which will provide data of BS was measured using bovine incisors. After cementation, cross sections of the root portion of teeth in space led to post 1mm discs that have been tested for BS. The values were statistically analyzed by ANOVA, followed by Tukey's (P <0.05) between groups for KHN and BS. Results: The results showed no statistical differences for the different posts in KHN. For BS, the sum of thirds, a translucent post showed the highest values. Comparative analysis between the thirds of each post also showed statistically significant differences when comparisons of the same post-thirds showed no differences. Conclusion: For the cement used, the amount of light transmitted through the post did not influence the KNH nor the BS significantly, among the different posts and thirds evaluated. Key Words: light transmission, dental posts, microhardness, bond strength. 29 Introduction The use of pre-fabricated posts in the reconstruction of endodontically treated teeth, whose main objective is to retain the material reconstruction and minimize the occurrence and complexity of fractures, is well established in the literature (1). Clinically, the mechanical and chemical characteristics of fiber posts justify their usage (2). In relation to resin cements, three options regarding the method of polymerization are available: self-polymerizing, light-cured or dual polymerization (dual). Understanding the mechanism of polymerization of these systems (3) the choice of materials that do not depend on light seems to be more reliable for cementing intra radicular fiber posts. To investigate the capability of transmitting light by translucent post is the target of several recent authors (4-9). Most studies point to the decrease in light intensity (LI) by increasing the root depth. Quantitative assessments of LI, hardness, elastic modulus and degree of conversion can be found in these works. Undesirable effects of incomplete polymerization of the resin cements are of biological (10-12) due to toxicity, and mechanical (8,9,13-15), due to low bond strength values are described in the literature. The aim of this study is to investigate the effect of light transmission through fiber posts in Knoop microhardness number (KHN) and bond strength (BS) of a dual resin cement. The null hypothesis is that there is no statistically significant difference in KHN and BS for different depths evaluated for the dual resin cement following cementation of translucent posts. Material e Methods Five different fiber posts of two types and one resin cement were involved (Table 1). 30 Table 1 – Description of the posts and cement used. Post Manufacturer/Lote Type Quimical composition FGM Produtos Odontológicos Glass Fibers (80% ± 5), epoxy resin (20% ± 5), silica, silane and T1 Translucent (Brazil)/140410 polymerising promoters. Bisco, INC T2 Translucent (EUA)/0800007811 Glass Fibers (55%), Epoxy (45%). TetraethyleneglycolDimethacrylate (7.6%), Urethane Ivoclar-Vivadent Dimethacrylate (18.3%), Silicium Dioxide (0.9%), Ytterbium T3 Translucent (Liechtenstein)/M72483 Fluoride (11.4%), catalysers and stabilisers (<0.3%). Glass Fibers. C1 Ângelus (Brazil)/14818 Conventional Glass Fibers (87%), Epoxy resin (13%). C2 Ângelus (Brazil)/14874 Conventional Carbon Fibers (79%), Epoxy Resin (21%). Resin Cement Rely-X Unicem 3M ESPE (USA)/372990 Self-etch/ Dual Cure Powder: glass particles, initiators, sílica, substituted pyrimidine, calcium hidroxide, peroxide composite and pigment; liquid: metacrylate phosphoric acid Ester, dimethacrylate, acetate, stabilizer and initiator. White Post DC (FGM, Joinville, SC-Brazil), DT Light Post (Bisco, Inc, Schaumburg, ILUSA) and FRC Postec Plus (IvoclarVivadent, Liechtenstein) with similar compositions but with different amounts of chemical components, represent translucent (T) type, T1, T2 and T3 respectively. Exacto and Reforpost Carbon Fiber (Both Ângelus, Londrina, Pr-Brazil) with different compositions but opaque, represent conventional (C) type, C1 and C2 respectively. The posts were cut to standard height of 16 mm for both analysis, KHN and RA. KHN measurements The assessments targeted three different depths, namely: cervical third (CT), at a 4.1 to 6.8mm depth; middle third (MT), at an 8.8 to 11.5mm depth; and apical third (AT), at a 13.5 to 16mm depth. 31 A metallic apparatus matrix was designed and manufactured to support the posts, resin cement, and the tip of a curing light unit. Such a metallic apparatus consisted of four parts as showed in figure 1. Figure 1. Metallic matrix: (a) a frame, which contained the posts (e), (b) a support to standardize the position and volume of resin cement, (c) a support to standardize the length of each three third deep post regions and stabilize the set, (d) and an external cylinder, which holds the other part as well as incorporates the tip of curing light unit (f) at the top and also obstructs the influence of external sources of light. Patented CTIT/UFMG (BR 20 2012 015542 2). The frames were manufactured in the exact dimensions of each post by means of an electro erosion machining. Aimed at standardizing the quantitative radial light transmission, each third of the posts contained a 120-degree lateral side opening. The three thirds, were supposed to be assessed simultaneously. The measurement of all thirds, one at a time, was possible because the matrix allowed the removal of the resin cement blocks, separately, after polymerization, without destroying them. The matrix’s internal structure provided an adequate separation of each 32 third, which permitted their accurate evaluation. Each one was 1,6mm wide and 2,70 mm length. The major concern about this matrix was that the cement was inserted directly in projected spaces, in order to minimize the formation of bubbles. The posts were isolate from cement by a polyester strip. The time of light exposure was 40 seconds, and the LI remained above 420mW/cm2. The light curing unit used was Curing Light 2500(3M ESPE, USA). The set consisting of the curing light unit, the matrix, the post and the resin cement remained still throughout the assessments. After ten minutes, including 40s photopolymerization, the specimens were removed from the matrix and were immediately included in pre-molds (Buehler, USA) with crystal resin with black pigment and were poured into the device by using a Cast N’vac (Buehler, USA). After the cure of crystal resin, the specimens were removed from the pre-molds and stored dry, out of reach of light during 7 days. The surface to be analyzed was sequentially polished with # 320 to 1200-grit SiC papers and felt with diamond polish paste (Buehler, USA). A control group, using T1, was made of the same method but without a photopolymerization. KHN measurement was performed by a Micromet 5104(Buehler, Japan) using a static load of 50g for 10s. Sequentially, three indentations were performed for each third of each group. The values were obtained from the reading of the average of three indentations oriented long axis of the resultando  em  um  filme  que  tem  como  motivação  as  vinganças da  mesma.  O  personagem Benjamim perde a relevância que tem no romance e o espectador  não fica imerso em tantas dúvidas, como o leitor da narrativa indicial de Chico.  As  páginas  que  não  afirmavam  a  culpa  de  Benjamim  pela  morte  de  Castana 96  Beatriz, nem a ascendência de Ariela, são transformadas em cenas de certezas  e afirmações que, em parte, excluem a narrativa indicial do primeiro autor.  Todas  as  transformações  que  a  cineasta  efetua  na  obra  de  Chico  para  elaborar  seu  filme  são  refletidas  nos  outros  textos  que  permeiam  e  dialogam  com as duas obras: capas, o site oficial de Chico Buarque e do filme Benjamim,  as  críticas  expostas  na  mídia.  Esses  outros  textos  —  sejam  eles  metatextos,  paratextos  ou  arquitextos  —  dialogam  transtextualmente  com  os  processos  que  fazem  do  romance  um  filme.  Todas  as  transformações  executadas  pela  cineasta  na  obra  do  autor  são  também  difundidas  nos  outros  textos  que  circundam  o  processo.  Tudo  isso  constrói  uma  extensa  e  infinita  rede  transtextual,  que  produz  um  diálogo  não  só  entre  as  obras  de  Chico  e  Gardenberg, mas também entre elas e outros textos.  Observar  a  obra  de  Chico  Buarque  com  esses  parâmetros,  faz­nos  perceber também a ausência de limites entre as artes e linguagens. O romance  Benjamim,  imerso  num  tom  cinematográfico,  ao  mesmo  tempo  em  que  se  transforma  na  criação  de  Gardenberg,  parece  justamente  chegar  à  sua  linguagem  ideal:  o  cinema.  A  rede  de  flashbacks  imaginada  por  Chico,  para  contar  a  história  de  um  ex­modelo  fotográfico  que  se  duplicou  na  juventude  e  assiste  a  sua  existência  como  se  fosse  um  filme  produzido  por  uma  câmera  imaginária,  cresce  nas  lentes  reais  de  Monique  Gardenberg:  o  romance  de  Chico,  por  meio  do  filme  Benjamim,  chega,  de  fato,  à  linguagem  tematizada  em sua criação. Por sua vez, ao perceber os vestígio do cinema no romance e  aventurar­se  na  adaptação  fílmica,  com  o  cuidado  de  recriar  sempre  inspirada  pelo  primeiro  autor,  Monique  Gardenberg  põe  em  cartaz  a  essência  hipertextual de Chico Buarque de Hollanda. R e f e r ê n c i a s :  97  BARROS,  Leila  Cristina;  CASTELLO  BRANCO,  Lúcia.  Desencontro,  amor  e  feminino  em  Benjamim,  de  Chico  Buarque.  2001.  Dissertação  de  mestrado,  Universidade Federal de Minas Gerais.  BARTHES,  Roland.  Introdução  à  análise  estrutural  da  narrativa.  In:  Análise  estrutural  da  narrativa:  seleção  de  ensaios  da  revista  Communications.  Trad.  Maria Zélia Barbosa Pinto. Petrópolis: Vozes, 1971.  BARTHES,  Roland.  Obra  de  massa  e  explicação  de  texto.  In:  PERRONE­  MOISÉS,  Leyla  (org).  Inéditos,  V.1  —  Teoria.  São  Paulo:  Editora  Martins  Fontes, 2004. p. 51­55.  BARTHES,  Roland.  Texto  (teoria  do).  In:  PERRONE­MOISES,  Leyla  (org).  Inéditos, V.1 — Teoria. São Paulo: Editora Martins Fontes, 2004. p. 261­289.  BARTOLOMEI,  Marcelo.  Paulo  José  “vence”  Parkinson  e  Cléo  Pires  estréia  no  cinema, disponível na Folha Online. Acesso em: 01/04/04.  BENJAMIN,  Walter.  A  tarefa  do  tradutor.  Trad.  Suzana  K.  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