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As crenças de formandos de português e de espanhol acerca da variação linguística: um estudo na perspectiva da complexidade

Documento informativo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS - UFMG PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS LINGUÍSTICOS YANA LISS SOARES GOMES AS CRENÇAS DE FORMANDOS DE PORTUGUÊS E DE ESPANHOL ACERCA DA VARIAÇÃO LINGUÍSTICA: UM ESTUDO NA PERSPECTIVA DA COMPLEXIDADE BELO HORIZONTE 2014 YANA LISS SOARES GOMES AS CRENÇAS DE FORMANDOS DE PORTUGUÊS E DE ESPANHOL ACERCA DA VARIAÇÃO LINGUÍSTICA: UM ESTUDO NA PERSPECTIVA DA COMPLEXIDADE Tese apresentada ao Programa de PósGraduação em Estudos Linguísticos da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor em Linguística Aplicada. Área de Concentração: Linguística Aplicada Linha de Pesquisa: Ensino do Português Orientadora: Prof.ª Dra. Evelyne Jeanne Andrée Angèle Madeleine Dogliani BELO HORIZONTE 2014 À minha eterna avó Iracema (In Memoriam), pelo exemplo de vida, amor e compreensão. Às minhas duas queridas mães, Teresinha e Gracinha, pelo amor incondicional. À minha família, pelo apoio e suporte concedido nesta etapa tão importante para minha formação acadêmica e profissional. AGRADECIMENTOS Aos meus pais, João Gomes e Teresinha de Jesus, de vocês recebi o dom mais precioso do Universo: a vida, o amor e o incentivo necessário à realização deste sonho. Ao meu esposo, Sérgio Araújo, sou grata, pela companhia dedicada nesta etapa tão importante. À minha filha, Maria Clara Lyz, agradeço, por tê-la como a melhor motivação diária desta vida. À minha avó, Iracema Soares (In Memoriam), pelo exemplo de mulher íntegra, sempre doce e carinhosa, pelos primeiros ensinamentos morais e éticos que me servem de base para toda a vida. A minha orientadora, Evelyne Jeanne Andrée Angèle Madeleine Dogliani, exemplo de humanidade e compreensão. Agradeço por acreditar na minha capacidade de realizar este estudo tão complexo, e, especialmente, pelas reflexões sempre pertinentes e esclarecedoras que contribuíram de forma decisiva para a conclusão desta tese. Às professoras doutoras, amigas, Catarina de Sena, Lucirene Carvalho, Iveuta Lopes e Neuza Farias; as melhores referências na área dos Estudos Linguísticos no Estado do Piauí. Agradeço à colaboração de todos os colegas de profissão da FAIBRA, em especial, aos professores: Franklin Silva, Mário Gonzaga, Socorro Macêdo e Vera Bahiense. Ao meu grande amigo, Waldemar Duarte, com quem compartilhei minhas alegrias e incertezas, durante esses quatro anos. Muito obrigada, pelo apoio incondicional e pelas revisões deste texto. Aos amigos que conquistei durante o Mestrado, Elisabeth Rocha, Aline Resende e Raimunda Carvalho, muito obrigada, por compartilharem suas experiências, ideias e de reflexões. Aos demais amigos, que me incentivaram na busca pela realização deste sonho, fica minha eterna gratidão. Muito obrigada, meu Deus, pelo sonho concretizado! Os estudos das crenças são, a nosso ver, o ponto de partida para as teorizações, ou seja, são uma reserva potencial para os pressupostos no ensino de línguas, intimamente interligada com a nossa prática pedagógica e com a formação de professores (e acrescentamos de “alunos”) de línguas. (SILVA, 2005, p. 164). RESUMO Este trabalho é fruto de uma pesquisa de campo cujo objetivo principal foi analisar as crenças de alunos/formandos de Letras-Português e de Letras-Espanhol da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) acerca da variação linguística. Partindo do paradigma da Complexidade, recorremos à Teoria do Caos/Complexidade para compreender a dinamicidade e a complexidade das crenças e de suas relações com o universo de formação de professor de línguas e com os processos de ensino/aprendizagem. Os pressupostos da Sociolinguística foram retomados para abordarmos alguns tópicos de contato entre o ensino de Língua Materna (LM) e o ensino de Língua Estrangeira (LE), a saber: língua/linguagem, mitos linguísticos e diversidade linguística. Através do cruzamento de alguns fatores identificados no âmbito das crenças acerca do estatuto das línguas, do seu caráter heterogêneo e de seu ensino, observamos que as diversas crenças dos graduandos de Português e de Espanhol relacionam-se de forma sistêmica, de tal modo que os diferentes elementos desse sistema, aparentemente desordenados, estruturam-se em redes que se organizam de forma mais central e/ou periférica. As crenças centrais referentes à língua/linguagem e aos mitos linguísticos parecem ser mais resistentes às interferências dos diversos agentes; enquanto as crenças periféricas relativas ao fenômeno da variação linguística são mais facilmente (re)construídas, isto é, modificadas, especialmente no universo de formação de professor. Através da triangulação dos dados, identificamos, em meio à diversidade das crenças, inúmeras semelhanças relativas às crenças sobre língua/linguagem como instrumento de comunicação, discordância de alguns mitos linguísticos e padrões referentes à discordância do discurso de que “O lugar onde melhor se fala português no Brasil é o Maranhão”, e ao reconhecimento da diversidade linguística como um fenômeno inerente às línguas, surgiram no percurso da estabilidade e de mudança das crenças dos graduandos dos dois cursos acerca da variação linguística. Contudo, ainda que as condições iniciais sejam semelhantes, não podemos afirmar que as crenças serão iguais em função da dinamicidade e da complexidade dos agentes/fatores que influenciam o sistema de crenças de cada graduando, sobretudo, em função da ação de diversos agentes externos, dentre eles os fatores contextuais, os fatores socioculturais e as muitas experiências educacionais vividas por esses alunos. Os resultados encontrados sugerem que, devido ao caráter paradoxal das crenças, muitas podem ser as implicações destas para a formação de professor de línguas, bem como para os processos de ensino/aprendizagem de LM e de LE quanto à conscientização e à sensibilização dos alunos acerca da variação linguística. Palavras-chaves: Crenças. Variação Linguística. Complexidade. Língua Materna. Língua Estrangeira. ABSTRACT This work is the fruit of a field research with the main objective to analyze the beliefs of the students/learners major in Spanish and Portuguese Languages of the State University of Piaui (UESPI) about linguistic variation. Starting from the paradigm of the complexity, we resort to the Chaos/Complexity Theory in order to comprehend the dynamics and the complexity of the beliefs and their relation to the universe of the formation of teachers of languages and to the teaching and learning processes. The sociolinguistic assumptions were resumed in order to discuss some related topics between the teaching of Maternal Language (ML) and the teaching of Foreign Language (FL), that is: tongue/language, linguistic myths and linguistic diversity. Through the cross- checking of some factors identified on the aspect of beliefs around the statute of languages, its heterogeneous character, and its teaching, we identify that the diverse beliefs of the students of Portuguese and Spanish are related in a systematic form, such that the different elements of this system, apparently not in order, are structured in networks organized in a central and/or peripheral form. The central beliefs referent to the tongue/language and to the linguistic myths seem to be more resistant to the interferences of the diverse agents; while the peripheral beliefs related to the phenomenon of the linguistic variation are more easily (re)constructed, that is, modified, especially in the universe of the formation of teachers. Through the cross- checking of the data, we identify, in the midst of the diversity of the beliefs, countless similarities related to beliefs in tongue/language as the instrument of communication, disagreement of some linguistic myths and the standards related to disagreement of the discourse that “ The place where Portuguese is better spoken in Brazil is in Maranhão” and the recognition of the linguistic diversity as a phenomenon inherent to the languages appeared in the course of the fixation and/or the (re)construction of the beliefs of the students of the two courses about linguistic variation. However, even if the initial conditions are similar, we cannot affirm that the beliefs will be equal in function of the dynamics and the complexity of the agents/factors that influence the system of beliefs of every student, above all, in function of the action of the diverse external agents, among which the contextual factors, sociocultural factors and the many educational experiences lived by those students. The results that we found suggest that due to the paradoxical character of the beliefs, there will be countless in implications of this for the formation of teachers in languages, as well as for the teaching/learning processes of the ML and FL, the conscientization and the raising of the awareness of the students in relation to the linguistic variation. Keywords: Beliefs. Linguistic Variation. Complexity. Mother Tongue. Foreign Language. LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1: Origem dos alunos participantes .65 Gráfico 2: Comparativo da origem dos alunos dos dois cursos .65 Gráfico 3: Faixa etária dos alunos.66 Gráfico 4: Comparativo da faixa etária dos alunos dos dois cursos .66 Gráfico 5: Experiência profissional dos alunos/formandos .67 Gráfico 6: Comparativo da experiência profissional dos participantes dos dois cursos .67 Gráfico 7: Local de formação básica dos alunos.68 Gráfico 8: Comparativo do local da formação básica dos alunos dos dois cursos .68 Gráfico 9: Contato com um curso de língua anterior à licenciatura .69 Gráfico 10: Comparativo do contato dos alunos dos dois cursos com outras línguas .70 Gráfico 11: Conhecimento dos alunos dos dois cursos sobre outra língua .70 Gráfico 12: Comparativo do conhecimento dos alunos dos dois cursos sobre outra língua .71 Gráfico 13: Línguas que gostariam de aprender .71 Gráfico 14: Comparativo das línguas que os alunos dos dois cursos gostariam de aprender .72 Gráfico 15: Motivações dos alunos na escolha dos cursos .72 Gráfico 16: Comparativo das motivações dos alunos na escolha dos cursos .73 Gráfico 17: Objetivos dos alunos após o término do curso .73 Gráfico 18: Comparativo dos objetivos dos alunos após o término do curso .74 Gráfico 19: Influência dos modelos teóricos nas definições dos alunos sobre língua/linguagem .75 Gráfico 20: Comparativo da influência dos modelos teóricos nas definições dos alunos dos dois cursos sobre língua/linguagem.75 Gráfico 21: Opiniões dos alunos sobre o modelo teórico que melhor representa a relação língua/linguagem .76 Gráfico 22: Comparativo das opiniões dos alunos sobre o modelo teórico que melhor representa a relação língua/linguagem .76 Gráfico 23: Opiniões de todos os alunos sobre o mito 1 .78 Gráfico 24: Comparativo das opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 1.78 Gráfico 25: Opiniões dos alunos sobre o mito 2.79 Gráfico 26: Comparativo das opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 2.79 Gráfico 27: Opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 3 .80 Gráfico 28: Comparativo das opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 3.80 Gráfico 29: Opiniões dos alunos sobre o mito 4.81 Gráfico 30: Comparativo das opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 4.81 Gráfico 31: Opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 5 .82 Gráfico 32: Comparativo das opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 5.82 Gráfico 33: Opiniões dos alunos sobre o mito 6.83 Gráfico 34: Comparativo das opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 6.83 Gráfico 35: Opiniões dos alunos sobre o mito 7.84 Gráfico 36: Comparativo das opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 7.84 Gráfico 37: Opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 8 .85 Gráfico 38: Comparativo das opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o mito 8.85 Gráfico 39: Opiniões dos alunos dos dois cursos sobre o status das línguas .87 Gráfico 40: Comparativo das opiniões dos alunos dos dois cursos sobre a diversidade linguística .87 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Modelo Fractal de Aquisição de Línguas .23 Figura 2: Formação de professores de LE como um sistema complexo .24 Figura 3: Representação das crenças centrais e periféricas.45 Figura 4: Triangulação dos dados .63 Figura 5: Natureza das crenças de alunos/formandos de Português e de Espanhol .106 Figura 6: Abordagem sistêmica das crenças de alunos/formandos sobre a variação linguística .108 Figura 7: Relações sistêmicas e o processo de formação de professor de línguas 120 SUMÁRIO INTRODUÇÃO .12 1REVISÃO DE LITERATURA .19 1.1 Linguística Aplicada (LA) e a Transdisciplinaridade .19 1.2 A Complexidade e a Linguística Aplicada .21 1.3 O Estudo das Crenças em Linguística Aplicada.26 1.4 A Variação Linguística e o Ensino de LM e de LE.29 2 REFERENCIAL TEÓRICO .35 2.1 A Teoria do Caos/Complexidade na LA .35 2.2 Características dos Sistemas Adaptativos Complexos (SACs) .38 2.3 As Crenças sob a Ótica da Complexidade .43 2.4 O Estudo da Variação Linguística: Contribuições da Sociolinguística.50 3 METODOLOGIA.56 3.1Tipo de Estudo .56 3.2 Universo da Pesquisa .57 3.3 Alunos Participantes.57 3.4 Os Procedimentos de Coleta dos Dados.58 3.4.1 Questionários .58 3.4.2 Entrevistas.59 3.4.3 Análise documental .61 3.5 Questões Éticas .61 3.6 Análise e Discussão dos Dados .62 4 AS CRENÇAS DE ALUNOS/FORMANDOS SOBRE A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA: UMA ANÁLISE À LUZ DA COMPLEXIDADE.64 4.1 Perfil Social dos Participantes .65 4.2 Perfil Acadêmico dos Alunos.69 4.3 Perfil das Crenças dos Formandos .74 4.3.1 Língua/linguagem .75 4.3.2 Mitos linguísticos .77 4.3.3 Diversidade linguística.86 4.3.4 Confronto das opiniões e dos relatos cells expressing FLAGSEPT4 with AnnH31 and AnnH75 resulted in a concentration-dependent decrease of intensity of the slower migrating band and a concomitantly increased signal of the lower band (Fig 5A). Consistent with the IC50 values determined in the in vitro-assays (Table 1), AnnH31 reduced SEPT4 phosphorylation more potently than AnnH75. As a third cell-based assay of DYRK1A inhibition, we measured the phosphorylation of the microtubule-associated protein tau by DYRK1A. The phosphorylation of tau (gene symbol MAPT) by DYRK1A has been considered potentially relevant in the early Alzheimer’s disease- PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 8 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Fig 4. Inhibition of SF3B1 phosphorylation by DYRK1A in HeLa cells. HeLa cells expressing GFP-SF3B1-NT were treated with the indicated compounds for 18 h. The phosphorylation state of SF3B1 was determined by immunoblotting with pT434 antibody, and the results were normalized to the total amount of SF3B1 immunoreactivity. A, Representative western blots. AnnH79 is a harmine analogue that does not inhibit DYRK1A and was used as negative control. The vertical line indicates where irrelevant lanes were deleted from the final image. B, The column diagram summarizes the quantitative evaluation of 3–6 experiments for each compound (means + SD). doi:10.1371/journal.pone.0132453.g004 like neurodegeneration in Down syndrome and in spontaneous Alzheimer’s disease [10]. In this assay, AnnH75 inhibited DYRK1A activity with an IC50 of 1 μM (Fig 5B and 5C). The higher value as compared to the inhibition of SEPT4 phosphorylation (0.36 μM) may be due to the overexpression of DYRK1A in this assay. AnnH31, L41 and 5-iodotubercidin were the best inhibitors in this assay, whereas INDY reduced tau phosphorylation less efficiently. Low cellular potency of INDY has previously been observed in assays of tau phosphorylation and reporter gene activity [30]. Similarly, two other DYRK1A inhibitors with excellent potency and selectivity in biochemical assays require ~1000 higher concentrations to inhibit tau phosphorylation in cellular assays [35–36]. Taken together, our results provide evidence that AnnH31 and AnnH75 can be used as chemical probes to confirm the participation of DYRK1A in cellular phosphorylation events. PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 9 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Fig 5. Inhibition of SEPT4 and tau phosphorylation by DYRK1A. A, HeLa cells transiently expressing FLAG-SEPT4 were treated with AnnH31 or AnnH75 for 5 h before cells were lysed and analysed by immunoblotting with a FLAG-tag antibody. 5-iodotubercidin (IoT) served as positive control. Relative SEPT4 phosphorylation was calculated as the ratio of the intensities of the phosphorylated upper band and the lower band. B, HEK293 cells with constitutive expression of GFP-tau and regulatable expression of GFP-DYRK1A were treated with doxycyclin and the indicated inhibitors for 18 h. Phosphorylation of tau on Thr212 was detected with a phosphospecific antibody. Expression levels of GFP-tau and GFP-DYRK1A were assessed with a GFP antibody. For quantitative evaluation of DYRK1A inhibition, the basal pT212 signal in control cells not treated with doxycyclin (Ctrl) was subtracted from all values. C, Quantitative evaluation of three experiments each for SEPT4 and tau. All data were standardized to the level of phosphorylation in cells untreated with inhibitors. Error bars indicate SEM. doi:10.1371/journal.pone.0132453.g005 AnnH75 inhibits tyrosine autophosphorylation of DYRK1A Tyrosine kinase activity of DYRKs has been postulated to exhibit different inhibitor sensitivity than serine/threonine phosphorylation [7]. Therefore we investigated if AnnH75 is a selective inhibitor of the serine/threonine kinase activity of mature DYRK1A or whether AnnH75 also interferes with tyrosine autophosphorylation during translation. To address this question, we used a coupled in vitro-transcription-translation system and monitored at the same time the effect of the inhibitor on the tyrosine autophosphorylation of DYRK1A and the phosphorylation of Thr434 in the substrate protein SF3B1 (Fig 6). Under these conditions, AnnH75 inhibited tyrosine autophosphorylation of DYRK1A at concentrations >1 μM. Slightly higher concentrations of AnnH75 were required for the inhibition of threonine phosphorylation in SF3B1. The higher IC50 value for SF3B1 phosphorylation as compared to the peptide assay is due to the fact that kinase activity in the in vitro-translation mix cannot be assayed under conditions of substrate saturation (as discussed previously [9]). In conclusion, AnnH75 inhibits both the immature and mature form of DYRK1A. Conclusions Chemical probes serve as invaluable small molecule tools to functionally annotate signalling proteins, to understand their role in physiological and pathological processes and to validate them as potential drug targets. Here we report the evaluation of new harmine analogs with regard to their suitability as chemical probes for the protein kinase DYRK1A. To support the conclusion that AnnH31 and AnnH75 meet the key requirements of a useful tool for this purpose, we discuss our results with respect of the “fitness factors” of chemical probes that were proposed by Workman & Collins [6]: selectivity, potency, chemistry and context. PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 10 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Fig 6. AnnH75 inhibits both threonine and tyrosine kinase activity of DYRK1A. A DYRK1A construct with an N-terminal StrepTag 2 (ST2-DYRK1Acat) was expressed in a cell-free E. coli-derived expression system. Coupled in vitro transcription and translation reactions were incubated for 1 h in the presence of recombinant SF3B1-NT-His6 and AnnH75. Phosphorylation of tyrosines in DYRK1A and of Thr434 in SF3B1 was determined by immunoblotting with a phosphotyrosine-specific antibody (pTyr) and a pThr434-specific antibody. A, Representative western blots. The asterisks mark unidentified bands. B, Quantitative evaluation. Results were normalized to the total amount of DYRK1A or SF3B1, respectively, and are plotted relative to the phosphorylation in the untreated control samples (means +/- SEM, n = 3). doi:10.1371/journal.pone.0132453.g006 Selectivity A key criterion for the use of a kinase inhibitor as a chemical probe is that its selectivity profile is well defined [4,6]. The kinase selectivity profile of AnnH75 compares favourably with that of other DYRK1A inhibitors that have been profiled against an informative panel of kinases (Table 2). However, the cross-reactivity for CLK1/4 and haspin clearly requires consideration when this DYRK1A inhibitors is used in experiments addressing splicing regulation or cell cycle control. Regarding off-targets outside the protein kinase family, we reached the goal of eliminating the MAO-A inhibitory activity of harmine. AnnH31 displays already 40 fold selectivity for DYRK1A over MAO-A and complies with the requirements for a high quality chemical probe [6]. AnnH75 has no residual effect on MAO-A and is better suited in all applications potentially susceptible to monoamine effects. The availability of inactive analogs and active probes from a different chemical class can help to prove target-dependency in a biological experiment [4,6]. When AnnH75 is used as a probe to confirm a hypothetical function of DYRK1A or DYRK1B, AnnH79 can serve as a structurally related inactive control compound (Fig 4) and L41 as a potent inhibitor with a different chemotype. PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 11 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Biochemical and cellular potency Several mechanisms can account for discrepancies between inhibitor potency in biochemical and in the cellular context [3,48]. Many DYRK1A inhibitors with adequate potencies in biochemical assays (< 100 nM, as proposed by Workman & Collins [6]) have been described [14], but only few have been shown to inhibit the phosphorylation of a cellular target in a concentration-dependent manner with a practicable potency (< 1–10 μM according to Workman & Collins [6]). In particular, the only known inhibitors with significant selectivity for DYRK1A over CLK1 require micromolar concentrations for half-maximal effects in cellular assays, in spite of low nanonmolar potencies in biochemical assays [35–36]. We verified the cellular efficacy of AnnH75 with three different substrates of DYRK1A and provide direct comparisons with established DYRK1A inhibitors. Taken together, the concentration-dependent effects of the chemical probes (AnnH31 or AnnH75) support the hypothesis that a molecular mechanism depends on a certain target (in this case DYRK1A). Chemistry (structure, solubility, stability, permeability) The procedures for the synthesis and the structural characterization of the new β-carboline Plano Diretor do Município de Paraguaçu. Projeto de Lei n. 22/2005. Prefeitura Municipal de Paraguaçu, 82 f., [14], Il. Edição fac-similar. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG; Memória Arquitetura Ltda. O Patrimônio Cultural de Paraguaçu/MG. Belo Horizonte. 2008. 30 p. Il. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG. 2ª Etapa do Inventário de Proteção do Acervo Cultural de Paraguaçu. Belo Horizonte. Julho/2006. 1 CD-ROM. PESEZ, Jean-Marie. A história da cultura material. 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