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ABORDAGEM FINANCEIRA NO ENSINO BÁSICO E SUA IMPORTÂNCIA NAS AVALIAÇÕES DO ENSINO E NA PERCEPÇÃO DE ERROS EM PUBLICAÇÕES

Documento informativo

UFRRJ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL PROFMAT DISSERTAÇÃO Abordagem Financeira no Ensino Básico e Sua Importância nas Avaliações do Ensino e na Percepção de Erros em Publicações Célio Marques de Freitas 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL PROFMAT ABORDAGEM FINANCEIRA NO ENSINO BÁSICO E SUA IMPORTÂNCIA NAS AVALIAÇÕES DO ENSINO E NA PERCEPÇÃO DE ERROS EM PUBLICAÇÕES CÉLIO MARQUES DE FREITAS Sob a Orientação do Professor Wanderson José Lambert Dissertação submetida como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre, no Curso de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional PROFMAT, Área de Concentração em Matemática. Seropédica, RJ Agosto de 2015 UFRRJ / Biblioteca Central / Divisão de Processamentos Técnicos 510.7 F866a T Freitas, Célio Marques de, 1972Abordagem financeira no ensino básico e sua importância nas avaliações do ensino e na percepção de erros em publicações / Célio Marques de Freitas. 2015. 172 f.: il. Orientador: Wanderson José Lambert. Dissertação (mestrado) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Curso de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional, 2015. Bibliografia: f. 153-154. 1. Matemática Estudo e ensino (Ensino médio) Teses. 2. Matemática financeira Estudo e ensino (Ensino médio) - Teses. 3. Educação financeira Teses. 4. Erros Teses. I. Lambert, Wanderson José, 1977II. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Curso de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional. III. Título. Dedico este trabalho a Deus, socorro presente na hora da angústia. A meu pai Miguel Manoel de Freitas (em memória), à minha mãe Regina Augusta de Freitas e a todos os meus irmãos. AGRADECIMENTOS Ao professor e orientador Wanderson José Lambert, pelas excelentes aulas, pelas sugestões e incentivos e pela dedicação e respeito no trato com os alunos da turma Profmat 2013. Ao grande amigo professor Wilson Tatagiba (um grande entusiasta das minhas ideias aqui apresentadas) por ter muito contribuído para a realização desse trabalho, à sua esposa Bruna, ao amigo Emerson e família pelo incentivo e acolhimento nos momentos que eu mais precisei. À grande amiga Joice Vilela, que além de sempre presente em minha vida, muito contribuiu para a base metodológica para realização da monografia da especialização e dessa dissertação. Aos professores Tarciso Pessoa, Ricardo, Tânia (em memória), Ernani, Rezende e Tininha pelas oportunidades e confianças no meu trabalho. A todos os amigos da turma Profmat 2013, que compartilharam suas ideias e experiências no decorrer desses dois anos de curso. A todos os professores do programa PROFMAT da UFRRJ, que compartilharam seus conhecimentos e experiências no decorrer desses dois anos de curso. A todos os 54 participantes da pesquisa realizada, que dedicaram parte dos seus preciosos tempos para contribuir para a realização desse trabalho. Aos amigos e colegas de trabalho, os professores Wellerson Quintaneiro, Marcelo Reis e Marcelo Pereira, que muito me incentivaram para cursar esse mestrado. Ao amigo e colega de trabalho, o professor Marco Marinho, pela disposição em ajudar a corrigir a escrita de alguns trechos desse trabalho. Aos amigos e colegas de trabalho, os professores Bruno Fraga e Bauer, pelas atenções dadas a minha ideia utilizada nesse trabalho. Ao amigo, ex-aluno e professor de matemática Wellington Tatagiba pela gratidão. Aos professores Ivail, Nilva, Didi, Paulinho e Kléber pelo apoio. À minha irmã Ana, que mesmo de longe sempre continua incentivando-me a continuar nos estudos, ao meu cunhado Osmar e aos meus sobrinhos Caio, Lucas e Thiago pelo apoio nesse trabalho. Ao meu irmão Paulo e à Lurdes pelo apoio e incentivo e, aos demais sobrinhos, irmãos e familiares. À Gracinha, Fernanda, Lurdinha, Reginaldo, Amanda e João Guilherme, pelo apoio, incentivo e aconchego sempre dispensados. Aos amigos de longa data: Valtencir, Leonardo, Paulo, Lucas Ferraz, Bruno Bonfim, Thiago Bonfim e família, Cristine, Sidileia, Kelly, Renato, Guilherme, Carla, Graziely, Anderson, Ana Paula, Daniele, Michele, Rosimere Celina, Raquel, Giuliene, Lidiane e família, Alessandra, Isabelle Souza, Thaís Oliveira, Luana, Nil, Celso, Lana, Ângela, Sanderlei, Rosângela, Renato, Roberto, Waguinho, Amélia, Beth, Cláudio, Edileuza, Rose e família, Mariângela, João Carlos, Zélio, Maria, Zé Geraldo, Rodrigo e família, que além de sempre presentes, são a prova da existência da verdadeira amizade. A todos os demais amigos que fizeram parte dessa caminhada e também muito me incentivaram. À Pastora Sueli e às missionárias: Benedita, Aliomar e Lucimar, pessoas de fé e que muito me ajudaram nesses últimos anos. À CAPES por proporcionar uma bolsa que foi indispensável para a realização desse mestrado e também à Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. O caminho de cada um é feito pelos próprios passos, mas a beleza da caminhada depende dos que vão conosco. BIOGRAFIA Célio Marques de Freitas, filho de Miguel Manoel de Freitas e Regina Augusta de Freitas, nasceu em 28 de abril de 1972, no município de Paracambi, no Estado do Rio de Janeiro, sendo o 12° filho de um total de 14, tendo seus pais e 5 irmãos nascidos no município de Muriaé, no Estado de Minas gerais. Iniciou seus estudos no ano de 1980, com um ano de atraso, na Escola Estadual Boa Esperança, cursando nesta (de 1980 a 1983) as quatro primeiras séries do 1° grau. Em seguida, ingressou na Escola Estadual Presidente Rodrigues Alves, cursando nesta (de 1984 a 1986) as 5ª, 6ª e 7ª séries e cursou a 8ª série, no ano de 1987, na Escola Estadual Professora Odete Teixeira da Silva, concluindo assim o 1° grau (atual ensino fundamental). Retornou à Escola Estadual Presidente Rodrigues Alves para cursar as duas primeiras séries do 2° grau (em1988 e 1989) e cursou a 3ª série do ensino médio, no ano de 1990, no Colégio Estadual Professora Luíza Drumond dos Reis, concluindo assim o 2° grau (atual ensino médio). Todas as escolas citadas localizam-se no município de Paracambi, sendo duas delas municipalizadas posteriormente. Trabalhou como desenhista de propaganda dos 14 anos até ingressar na faculdade. No ano de 1993 ingressou na Escola Técnica Pandiá Calógeras, mantida pela Companhia Siderúrgica Nacional e localizada no município de Volta Redonda - RJ, concluindo no ano de 1994 o Curso Técnico Especial em Administração de Empresas, atuando no ano de 1994 como monitor voluntário de Estatística Básica. No ano de 1995 estudou e atuou como professor de geometria no Programa Alternativo de Educação (PAE) no município de Japeri RJ, prestando um único vestibular e obtendo aprovação, sendo o 9° colocado para o curso de matemática da UFRRJ. No início do ano de 1996 ingressou no curso de matemática da UFRRJ, concluindo em maio de 2001 os cursos de licenciatura e bacharelado, defendendo a monografia de título A Contagem como Princípio Fundamental sob a orientação da professora Eliza Helena de Souza Faria e coorientação do professor Carlos Eduardo Mathias Motta, como requisito parcial para a obtenção do título de Licenciado em Matemática.Também em 1996 atuou como professor de álgebra no Curso Elmo Pré-Vestibular, no município de Paracambi. No ano de 1997 foi aprovado para monitor de Estatística Básica da UFRRJ, tendo sido aprovado mais duas vezes para monitor dessa disciplina e atuado por três anos e meio. Neste ano também começou a atuar como professor de álgebra, aritmética e geometria no Curso Alcance PréVestibular e Pré-Militar, no município de Paracambi, permanecendo neste por mais de 10 anos. No ano de 1998 fez estágio pelo Centro Integrado Empresa-Escola (CIEE) no Centro Educacional Logos (Colégio e Curso Tamandaré), no município de Nova Iguaçu RJ. Nos anos de 1999 a 2003 também atuou como professor dos Colégios-Cursos Centro de Aulas Particulares (CAP) e União Educacional Sul Fluminense (UESF), nos municípios de Nova Iguaçu e Itaguaí RJ, respectivamente. Em 2001 foi aprovado em 1° lugar para professor de matemática da rede estadual de ensino, na região que englobava os municípios de Paracambi, Seropédica e Itaguaí e nos anos de 2002, 2003 e início de 2004 lecionou na Escola Estadual Presidente Rodrigues Alves e no Colégio Estadual Professora Luíza Drumond dos Reis, as mesmas que já tinha atuado como aluno. Também atuou, da metade do ano de 2001 à metade do ano 2003, como professor substituto de Estatística Básica e Introdução à Bioestatística na UFRRJ. No ano de 2004 foi aprovado em 3° lugar na prova escrita (4° lugar após provas de títulos e didática) para professor de matemática da Unidade de Ensino de Nova Iguaçu do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ), permanecendo neste até os dias atuais. Entre os anos de 2004 e 2010 atuou como tutor de diversas disciplinas, tais como: Matemática Básica, Matemática Discreta, Elementos de Matemática e Estatística, Pré-Cálculo, Geometria Analítica I e II e Álgebra Linear no curso de matemática à distância do CEDERJ. Nos anos de 2011, 2012 e início de 2013 fez o Curso de Especialização em Análise Financeira na Faculdade da Academia Brasileira de Educação e Cultura (FABEC), concluindo-o com a monografia de título A Base Matemática aplicada para entender o Sistema Francês de amortização na prática sob a orientação da professora Ana Cristina Benavente. No início de 2013 ingressou no mestrado profissional em matemática em rede nacional PROFMAT. RESUMO FREITAS, Célio Marques de. Abordagem Financeira no Ensino Básico e Sua Importância nas Avaliações do Ensino e na Percepção de Erros em Publicações. 2015. 172p. Dissertação (Mestrado em Matemática). Instituto de Ciências Exatas, Departamento de Matemática, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ, 2015. Esta pesquisa trata da abordagem financeira no ensino básico e sua importância nas avaliações do ensino e na percepção de erros em publicações. A pesquisa teve por objetivo mostrar que até mesmo situações simples envolvendo assuntos elementares ao estudo da matemática financeira e as noções básicas sobre financiamentos são capazes de causar embaraços a pessoas e profissionais experientes, bem como a alunos do ensino médio com um bom conhecimento de matemática em geral. Para isso, foram mostrados diversos erros envolvendo esses assuntos elementares, erros estes que foram cometidos por profissionais responsáveis pela redação de matérias veiculadas em revistas, professores, especialistas encarregados da elaboração de material de educação financeira nas escolas e, inclusive, autores de livros de matemática. Foram mostrados os resultados do Brasil nas cinco aplicações do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes na faixa de 15 anos de idade PISA na sigla em inglês, visto que foram incluídos como novidade no PISA 2012 e no PISA 2015, respectivamente, os tópicos estudo sobre letramento financeiro e competência financeira dos estudantes e que apesar de se notar uma melhora das notas de matemática dos estudantes brasileiros, a cada nova aplicação do PISA, na avaliação comparativa os resultados têm sido muito ruins. Também são apresentados e analisados os resultados de uma pesquisa envolvendo questões sobre as noções básicas de financiamentos e sobre a percepção de erros em publicações de revistas, aplicada a 25 participantes que estavam cursando ou já haviam concluído no máximo o ensino médio. A pesquisa também envolveu 29 participantes que já haviam concluído pelo menos o ensino superior. Este trabalho também abre uma discussão a respeito da pouca presença da Matemática Financeira nas Licenciaturas em Matemática e sobre as propostas da Sociedade Brasileira de Matemática para a inclusão da disciplina Matemática Financeira nas Licenciaturas em Matemática e no Ensino Médio. Também mostra-se um estudo do sistema de juros compostos e sua consequente aplicação nos sistemas de financiamentos. Este trabalho evidencia que os participantes da pesquisa não apresentaram conhecimentos matemáticos suficientes para elucidar todas as situações-problema apresentadas na pesquisa, apesar de terem sido alunos de bom rendimento na disciplina. Demonstrou-se a incipiência da disciplina de matemática no que diz respeito aos princípios elementares da matemática financeira. Palavras-chave: percepção de erros em publicações, noções básicas de financiamentos, letramento financeiro. ABSTRACT FREITAS, Célio Marques de. Financial Approach at the Basic Education Level and its Importance in the Educational Evaluations and Influence on the Perception of Errors in Several Publications. 2015. 172p. Dissertation (Master in Mathematics). Exact Sciences Institute, Mathematics Department, Federal Rural University of Rio de Janeiro, Seropédica, RJ, 2015. This research deals about financial approach on basic education and its importance in the evaluations of teaching and misperceptions publications. The research had the objective show that even simple situations involving elementary subjects to the study of financial mathematics and the basics of finance are capable of causing embarrassment to people and experienced professionals, as well as high school students with a good knowledge of mathematics in general. For this, errors involving these elementary matters have been shown, that these mistakes were committed by individuals responsible for writing articles published in journals, teachers, experts hired to prepare financial education material in schools and even authors of mathematical books. Brazil the results were shown in five applications Programme for International Student Assessment in the 15-year-old - PISA its acronym in English, since they were included as new in PISA 2012 and PISA 2015, respectively, the topics "study on financial literacy" and "financial competence of students" and that although it noted an improvement in math scores of Brazilian students, with each new application of PISA, on benchmarking the results have been very bad. They are also presented and analyzed the results of research involving questions about the basics of financing and on the perception of mistakes in magazines publications, applied to 25 participants who were attending or had already completed at most a high school education. The research also involved 29 participants who had completed at least higher education. This work also opens a discussion about the little presence in the Financial Mathematics Degrees in Mathematics and on the proposals of the Brazilian Mathematical Society for the inclusion of the discipline in Financial Mathematics Degrees in Mathematics and in high school. It also shows a study of compound interest system and its consistent application in financing systems. This work shows that the research participants did not have sufficient mathematical knowledge to elucidate all problem situations presented in the research, although they were good income students in the discipline. It has been shown that the incipient of math discipline with respect to the basic principles of financial mathematics. Keywords: Perception of errors in publications, funding basic notions, financial literacy LISTA DE QUADROS Quadro 1 Tabela do Imposto de Renda - vigência a partir de 01.04.2015 36 Quadro 2 Rendimentos e outras informações dos servidores federais A e B (mês de abril de 2015) 36 Quadro 3 Comparativo dos resultados do Brasil no PISA desde 2000 45 Quadro 4 Classificação do Brasil em matemática nos anos 2000, 2003, 2006 e 2009 46 Quadro 5 Manifesto a favor do juro composto 77 Quadro 6 Percentuais de inflações mensais medidas pelo IPCA de 01/07/1994 até 01/02/2014 85 Evolução do saldo devedor de uma dívida de R$900,00, paga em duas prestações mensais de R$500,00 e taxa mensal de juros de 25% 96 Parcelas de juros e amortizações de um empréstimo de R$900,00, pago em duas prestações mensais de R$500,00, com entrada e taxa mensal de juros de 25% 96 Evolução do saldo devedor de uma dívida de R$331,00, paga em três prestações mensais de R$121,00, com entrada e taxa mensal de juros de 10% 100 Parcelas de juros e amortizações de um empréstimo de R$331,00, pago em três prestações mensais de R$121,00, com entrada e taxa mensal de juros de 10% 100 Evolução do saldo devedor de uma dívida de R$500,00, paga em três prestações mensais e diferentes, com entrada e taxa mensal de juros de 10% 102 Parcelas de juros e amortizações de um empréstimo de R$500,00, pago em três prestações mensais e diferentes, com entrada e taxa mensal de juros de 10% 102 Quadro 13 Tabela Price para o exemplo 21 106 Quadro 14 Tabela Price para o exemplo 25 108 Quadro 15 Evolução do saldo devedor de uma dívida de R$220,00, paga em duas prestações mensais diferentes e sem entrada 111 Parcelas de juros e amortizações de um empréstimo de R$220,00, pago em duas prestações mensais diferentes e sem entrada 111 Evolução do saldo devedor de uma dívida de R$300,00, paga em três prestações mensais diferentes e sem entrada 113 Parcelas de juros e amortizações de um empréstimo de R$500,00, pago em três prestações mensais e diferentes, sendo uma entrada 114 Quadro 19 Resumo dos Resultados da Pesquisa do Ensino Médio 131 Quadro 20 Resumo dos Resultados da Pesquisa do Ensino Superior 132 Quadro 21 Desempenho dos 24 participantes que responderam sim à 1ª pergunta 133 Quadro 22 Desempenho dos 12 participantes que estudaram matemática financeira 135 Quadro 7 Quadro 8 Quadro 9 Quadro 10 Quadro 11 Quadro 12 Quadro 16 Quadro 17 Quadro 18 Desempenho dos 17 participantes que não estudaram matemática financeira 135 Quadro 24 Desempenho dos 15 participantes que já adquiriram empréstimo 136 Quadro 25 14 participantes que não adquiriram empréstimo 137 Quadro 26 Distribuição dos participantes do ensino superior que acertaram as questões 137 Distribuição dos participantes do ensino superior que erraram as questões 138 varied quite markedly with height, and that air masses aloft (∼200 m above the ground) could have an aerosol loading quite different to that measured on the ground (Rankin and Wolff, 2002). However, for the event described here, at least, it appears that the 4139 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU source of surface snow nitrate was wet deposition and scrubbing, and the data are consistent with the nitrate source being p-NO−3 within the boundary layer. 4 Boundary layer trace gas versus snowpack sources of NOx A key question among polar atmospheric chemists concerns the role of polar snow5 packs as a source of trace gases to the overlying boundary layer. For those studying nitrogen chemistry, the interest lies in understanding the budget of NOx; we know that NOx is photochemically produced (Honrath et al., 1999; Jones et al, 2000) and then released (Jones et al., 2001; Wolff et al., 2002) from the snowpack, but the relative contribution compare to NOx production from trace gases in the background atmo10 sphere has not yet been assessed. The data gathered during CHABLIS allow us to constrain the dominant NOx production mechanisms, and by comparing these calculated production rates, to assess the relative importance of sources of boundary layer NOx, both in the air and from the snowpack. This approach also provides insight into which gas-phase species are dominating NOx production within the boundary layer. 15 4.1 Methodology We selected two 24-h periods, one in summer and one in spring, within which to calculate diurnally-averaged NOx (as either NO or NO2) production. The periods selected were 18 January 2005 and from noon of 28 September 2004 through to noon of 29 September 2004. The former period was the first day in the summer season when 20 high-resolution alkyl nitrate data were available to compliment the other high-resolution datasets. This was also a time when an NOy intensive was carried out, so that daily HNO3 measurements are available. During the latter period, an NOy measurement intensive was also conducted, giving, in addition, alkyl nitrate measurements every 6 h – the highest resolution alkyl nitrate data available for the spring period. 4140 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.1 Deriving gas-phase data NOx production rates were calculated every 3 h during these diurnal periods, giving 8 data points from which daily means could be calculated. Where possible (e.g. for HONO, PAN, summertime methyl and ethyl nitrates), input data were taken from an 5 hourly data merger carried out for all the CHABLIS data and the few missing data points were derived by linear interpolation. For the 6-hourly springtime methyl and ethyl nitrate mixing ratios, it was by default necessary to interpolate to achieve data at a 3-h frequency. These data were thus point-averages rather than hourly-averages, but as mixing ratios did not vary rapidly over the day, the uncertainty introduced by this 10 approach is limited. For HNO3, sampled over a longer timeframe, it was necessary to reconstruct higher resolution data. Summertime HNO3 was measured as a 24-hmean centred around 23:59 on both 17 January and 18 January. These two data points were averaged to derive a daily mean for 18 January. The diurnal variation was reconstructed by comparing with 6-hourly resolution HNO3 data measured previously 15 at Neumayer station (Jones et al., 1999). There, a diurnal cycle with amplitude 7.5 pptv was measured, centred around noon. This amplitude was applied to the 18 January mean to give a reasonable diurnal cycle. For the 28/29 September HNO3, the 6-hourlyresolution data were below the detection limit, so the daily mean for 27 September and 29 September were averaged to give a mean for the calculation period. This mean was 20 only 0.96 pptv, and, being so low, it was taken to be constant over the 24-h period of interest. Finally, several measured NOy species did not exceed 2 pptv throughout the year (e.g. NO3 and the higher alkyl nitrates), and they were ignored for this calculation. Similarly, output from the GEOS-Chem model suggested that HNO4 also remained well below this threshold throughout the year (M. Evans, personal communication) so 25 no account for HNO4 was taken here. 4141 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.2 Gas-phase kinetic data Gas-phase reaction rates were taken from Atkinson et al. (2004, 2006) and photolysis rates for each 3-h period were calculated using the on-line version of the radiative transfer model TUV (Madronich and Flocke, 1998). For these calculations, input parameters 5 included the total ozone column measured at Halley for these days, and an albedo of 0.9. Clear sky conditions were assumed, so photolysis rates will be overestimated, but the relative effect on all species will be comparable. In addition, OH concentrations were necessary for some kinetic calculations. On 18 January 2005, OH was measured by the FAGE (Fluorescence Assay by Gas Expansion) instrument (Bloss et al., 2007). 10 These data were included in the CHABLIS data merger, so that mean hourly OH concentrations were available for this period. No OH measurements were available for September, so OH was derived indirectly. Bloss et al. (2007) calculated a mid-month OH throughout the CHABLIS measurement period based on varying jO(1D) (from the TUV model). To derive a daily mean OH for 28/29 September, we averaged the mid15 month values for September and October, and found that (28/29 September)calculated = 0.561 (15 January)calculated. A diurnally-varying OH for 28/29 September was calculated from 0.561 * each 3-hourly measured January OH. Temperature data were taken from measured values. For PAN thermal decomposition, the upper limit was calculated according to –d[PAN]/dt = k[PAN]. 20 4.1.3 Calculating snowpack NOx emissions The rates with which NOx was emitted from the snowpack during the periods of interest were calculated in line with previous work by Wolff et al. (2002). In brief, spectral irradiance at 3-h intervals was calculated using the TUV model. These were converted to actinic flux as a function of depth according to output from a model designed to 25 simulate light propagation through snow (Grenfell, 1991). The actinic fluxes were then convoluted with the absorption cross-sections and the quantum yield to give J values. In this case, temperature-dependent quantum yields were used (Chu and Anastasio, 4142 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 2003) which were not available at the time of the Wolff et al., 2002 work. A temperature of –4 C was taken for 18 January, and of –20 C for 28/29 September. These were chosen by assuming that the top few cms of snow saw an average of the near surface (1 m) air temperature for the preceding 1–2 days. Finally, the nitrate concentration in snow 5 was derived using the average of the 0 cm, 5 cm and 10 cm snow nitrate concentration from the snowpit dug nearest to the date in question. This gave 73 ng/g for September and 157 ng/g for January. 4.2 Outcome The results for the gas-phase production rates are given in Table 3a. It is immedi10 ately evident that the contribution from HONO photolysis completely dominates NOx production for both periods, with rates of 6.20E+05 and 4.80E+04 molecs cm−3 s−1 for January and September respectively. This is no great surprise, given the very short lifetime of HONO to photolysis, and reflects a recycling of NOx through HONO (via NO + OH → HONO) rather than a pure source of NOx. Indeed, NOx, although generally 15 defined as NO + NO2, is sometimes expanded to include HONO as well. However, as discussed earlier, HONO also has a source from snowpack photochemistry (Zhou et al., 2001; Beine et al., 2002; Dibb et al., 2002) so as well as facilitating recycling, boundary layer HONO that has been released from the snowpack can act as a source of atmospheric NOx. With our data it is not possible to determine how much of the 20 NOx produced by HONO photolysis (or reaction with OH) is conduto radicular. O objetivo deste estudo foi investigar e estabelecer uma relação precisa da quantidade de luz transmitida através de pinos de fibra e seu efeito na KHN e na RA de um cimento resinoso de dupla polimerização. Nossos resultados mostram boas evidências de que a quantidade de luz tranamitida é baixa e não tem influência na retenção do pino ao conduto radicular ou na microdureza do cimento resinoso dual auto-adesivo utilizado. Em face aos nossos achados não recomendamos utilizar cimentos fotopolimerizáveis ou de dupla polimerização. Pelas razões discutidas nossa recomendação é de que até o surgimento de novas evidências científicas apenas materiais auto-polimerizáveis sejam utilizados. Importante salientar que não estamos contraindicando os pinos translucentes. Estes pinos tem características mecânicas semelhantes aos outros fibroresinosos. Só não recomendamos seu uso associado a cimentos que dependam da luz no seu processo de polimerização. A utilização de cimentos resinosos auto-adesivos de dupla polimerização deve ser discutida à parte. O uso desses cimentos traz vantagens baseadas na diminuição de passos clínicos, facilidade técnica, diminuição da possibilidade de erros e do tempo clínico gasto nos dos procedimentos de cimentação. Em recente estudo pode-se verificar que em algumas situações clínicas valores de resistência adesiva foram superiores para pinos cimentados com um cimento auto-adesivo comparativamente aos cimentados pela técnica adesiva convencional independente do tipo do cimento quanto à reação química (Mongruel et al., 2012), e a justificativa para tais achados é exatamente pelo fato da simplicidade da técnica. Sendo assim, o uso do cimento auto-adesivo utilizado em nosso trabalho parece ser eficiente na cimentação de pinos intrarradiculares desde que, assim como em qualquer cimentação, os conceitos que regem estes procedimentos sejam fielmente atendidos.     58   Não obstante a toda essa discussão técnico-científica, o fator preponderante na retenção de um pino continua a ser a retenção friccional. Uma boa adaptação do pino continua sendo primordial para o sucesso restaurador. A função do cimento é tão somente preencher os espaços entre o pino e o canal radicular favorecendo a retenção friccional. Lembrando por fim que nenhum cimento tem a capacidade de compensar preparos intrarradiculares em comprimento inadequado ou um pino mal adaptado (Summitt at al., 2001).   59 8 – ANEXOS   Referências   61   1. Akgungor G, Akkayan B. Influence of dentin bonding agents and polymerization modes on the bond strength between translucent fiber posts and three dentin regions within a post space. J Prosthet Dent 2006;95:368-78. 2. Albuquerque RC, Polleto LTA, Fontana RHBTS, Cimini Junior CA. Stress analysis of an upper central incisor restored with different posts. J Oral Rehabil 2003;30:936-43. 3. Anusavice KJ. Phillips, Materiais Dentários. Rio de Janeiro: Elservier, 2005. 4. Asmussen E, Peutzfeldt A, Heitmann T. Stiffness, elastic limit, and strength of newer types of endodontics posts. 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