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Incorporação do Desfibrilador Externo Automático no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, resultados preliminares.

Documento informativo

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Enfermagem INCORPORAÇÃO DO DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO NO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA DE BELO HORIZONTE - Resultados Preliminares - ALLANA DOS REIS CORRÊA Belo Horizonte 2010 Allana dos Reis Corrêa INCORPORAÇÃO DO DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO NO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA DE BELO HORIZONTE - Resultados Preliminares - Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Enfermagem. Área de concentração: Saúde e Enfermagem Orientadora: Prof.ª Dr.ª Daclé Vilma Carvalho Belo Horizonte Escola de Enfermagem da UFMG C824i Corrêa, Allana dos Reis. Incorporação do desfibrilador externo automático no serviço de atendimento móvel de urgência de Belo Horizonte [manuscrito]; resultados preliminares. / Allana dos Reis Corrêa. - - Belo Horizonte: 2010. 71 f.:Il Orientadora: Daclé Vilma Carvalho. Área de concentração: Saúde e Enfermagem. Linha de pesquisa: Cuidar em Saúde e na Enfermagem. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Minas, Escola de Enfermagem. 1.Parada cardíaca. 2. Desfibriladores/Utilização. 3 Ressuscitação cardiopulmonar. 4. Serviços médicos de emergência. 5. Assistência pré-hospitalar. 6. Ambulâncias. 7. Dissertações Acadêmicas. I. Carvalho, Daclé Vilma. II. Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem. III. Título. NLM: WG 205 Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Enfermagem Programa de Pós-Graduação em Enfermagem: Mestrado em Enfermagem Dissertação intitulada “Incorporação do Desfibrilador Externo Automático no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte – Resultados preliminares” de autoria da mestranda Allana dos Reis Corrêa, aprovada pela banca examinadora constituída pelos seguintes professores: Prof.a Dr.a Daclé Vilma Carvalho - Orientadora Prof.ª Dr.ª Adriana Cristina de Oliveira - Examinadora Prof.ª Dr.º Sérgio Timerman - Examinador Belo Horizonte, 26 de fevereiro de 2010 Av. Professor Alfredo Balena, 190 - Belo Horizonte, MG - 30130-100 - Brasil - Telefax: (031) 32489836 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho, em especial, à grande amiga Daniela Aparecida Morais pelo incentivo e apoio em todas as fases de construção deste trabalho e por acreditar e ter certeza da importância deste estudo. Ao meu esposo, Frederico Bruzzi de Carvalho, pelo amor, incentivo, ajuda na logística do trabalho e da casa e pela paciência, muita paciência em todos os momentos, todos os dias. Acima de tudo, por acreditar na importância deste estudo. Aos meus filhos Henrique e Gustavo por terem aprendido a compreender e aproveitar de forma divertida meus momentos de ausência e pequenos atrasos. À amiga Raquel Souza Azevedo, pela dedicação, apoio e amizade em todas as etapas da realização deste estudo, todos os dias. Aos grandes amigos Anselmo Dornas Moura e Carolina Trancoso de Almeida pelo incentivo e por terem certeza de que vale a pena investir no atendimento préhospitalar. Aos amigos e colegas de profissão: Andreza Werly, Bruna Figueiredo Manzo, Cleydson Oliveira Rodrigues, Katiúcia Martins, Meire Chucre Tanure, Patrícia Caram, Maria Henriqueta Rocha, Luana Borges por acreditarem na importância de estudos sobre nossa vivência prática. Aos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte , pela seriedade, profissionalismo e solidariedade no trabalho diário. AGRADECIMENTOS A Deus, por mais uma preciosa oportunidade e conquista. À Prof.ª Dr.ª Daclé Vilma Carvalho, pela confiança, amizade, disponibilidade, dedicação e seriedade na condução deste estudo. Obrigada por acreditar em mim e neste trabalho. À minha mãe, Maria Deuza, que simplesmente vivenciou em tempo integral o que dizem ser as avós: mãe duas vezes. À minha irmã, Naiara Corrêa, pelo apoio e carinho com as crianças e principalmente pela ajuda na logística nos momentos da coleta e análise dos dados. À Noêmia Bruzzi, Carlos Marteleto, Tereza Bruzzi, Rodrigo Simões e pequeno Inácio, pelo apoio e torcida. Aos amigos do Reanimação – Educação em Emergências, em especial Vívian Marques, Mércia Aleide e Sérgio Diniz Guerra. Sempre me acompanhando e incentivando nas conquistas e ajudando a superar os obstáculos. À Ana Maria Pinheiro Gonçalves, pelo grande apoio, amizade e incentivo constantes enquanto coordenadora do Curso de Enfermagem da Faculdade Pitágoras. À Dr.ª Paula Martins, gerente dos Serviços de Urgência e Emergência de BH e à Dr.ª Maria Sílvia Lucena, gerente do SAMU/BH, por autorizarem a realização deste estudo. Aos colegas do SAMU/BH, em especial aos enfermeiros, médicos e condutores das Unidades de Suporte Avançado 01 – USA 01 - do SAMU/BH, pelo incentivo, apoio e pelas trocas de plantões. Aos colegas do mestrado, em especial, Quézia Damasceno, Carla Penna Dias, Danúbia Mariano, Mariana Felisbino. Nossa convivência foi muito além do companheirismo. Aos preciosos alunos do Curso de Enfermagem da Faculdade Pitágoras e dos cursos de pós-graduação em Terapia Intensiva, Urgência e Emergências das faculdades Pitágoras e Ciências Médicas. Obrigada pelo carinho, incentivo, torcida. A todos que direta ou indiretamente contribuíram para a realização deste estudo, muito obrigada! RESUMO CORRÊA, A. R. Incorporação do Desfibrilador Externo Automático no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, resultados preliminares. 2010. 71 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010. As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte em países desenvolvidos e no Brasil. A morte súbita de origem cardíaca é a primeira causa geral de morte em ambiente pré-hospitalar no Brasil, seguindo a mesma tendência dos países desenvolvidos. A mortalidade é diretamente relacionada ao intervalo de tempo do colapso até a recuperação da circulação. O uso de desfibriladores externos automáticos pode ser benéfico para pacientes com arritmias cardíacas letais, mesmo se utilizados por indivíduos com treinamento para suporte básico de vida ou leigos. Em dezembro de 2007 o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte (SAMU/BH), equipou todas as Unidades de Suporte Básico (USB) com um desfibrilador externo automático (DEA). A distribuição destas unidades segue o padrão técnico do Ministério da Saúde e são mais numerosas que as Unidades de Suporte Avançado (USA), tendo, portanto, um tempo de resposta normalmente menor. Este estudo foi desenvolvido com o objetivo de analisar os resultados dos atendimentos as pessoas vítimas de Parada Cardiorrespiratória realizados pelas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, após a incorporação do Desfibrilador Externo Automático. Trata-se de um estudo epidemiológico, com dados secundários obtidos das fichas dos atendimentos no período de dezembro de 2007 a março de 2008. Para a coleta de dados, foi elaborado um instrumento com variáveis baseadas no estilo Utstein. Os dados foram submetidos à estatística descritiva. Dos 760 chamados para PCR, a maioria foi em homens (500 – 65,8%) e a idade das vítimas variou de 1 a 109 anos com mediana de 56 anos. A causa cardíaca provável foi registrada em 71,4% e assistolia foi o ritmo em 86,8% dos casos. Dos atendimentos, em 316 (41,6%) houve indicação de ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Destes, 64,0% eram do sexo masculino, 83,2% foram de causa cardíaca provável e 185 (58,5%) receberam manobras de RCP sem o uso de um desfibrilador. Destes, 17 pacientes evoluíram com retorno da circulação espontânea (RCE). Receberam manobras de RCP com o uso de um desfibrilador 131 (41,5%). O desfibrilador manual foi utilizado em 36 (27,5%) pessoas e 13 (36,1%) apresentaram RCE. Dos 95 (72,6%) casos em que o DEA foi conectado, não houve indicação de choque em 83 (87,4%) e desses 4 (4,2%) tiveram retorno da circulação espontânea. O DEA indicou choque em 12 (12,6%) pessoas e mais da metade (7 – 58,3%) evoluiu com RCE. Este resultado demonstra a importância do DEA nas USB, permitindo o atendimento precoce às vitimas de PCR de origem cardíaca. Palavras-chave: parada cardíaca, desfibriladores/utilização, ressuscitação cardiopulmonar, serviços médicos de emergência, assistência pré-hospitalar, ambulâncias. ABSTRACT CORRÊA, A. R. Introduction of the automated external defibrillator by the Serviço de Atendimento Móvel de Urgência from Belo Horizonte, preliminary results. 2010. 71 f. Thesis (Master of Science in Nursing) – School of Nursing, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010. Cardiovascular diseases are the main cause of death in developed countries and in Brazil. Sudden death from cardiac disease is the most important cause of out-ofhospital death. Automated External Defibrillators (AED) may benefit patients suffering from lethal cardiac arrhythmias if used by basic life support providers. The mortality is directly related to the time between collapse and the return of spontaneous circulation. The Serviço de Atendimento Móvel de Urgência from Belo Horizonte, implemented the use of the external automated defibrillator to all Basic Support Ambulances (USB) in December 2007. The distribution of these ambulances follows the technical specifications of the Health Ministry and are more numerous than the Advanced Support Ambulances (USA), thus, having a smaller time-response. This study aimed to describe the care to victims of cardiac arrest in the first four months of AED implementation. Data was collected retrospectively from the pre-hospital patient’s files using the Utstein Style and reported using descriptive statistics. During this period, the pre-hospital system had 760 calls for cardiac arrests. Men (500; 65.8%) were twice more prone than women (253; 33.3%). A cardiac cause was the main reason registered (534; 71.4%). Age varied from 1 to 109 years, with a median of 56 years. Asystole was the main rhythm encountered (422; 86.8%). The mean time registered was 9.65 min for USB and 10.4 min for Advanced Support Ambulances (USAs). USBs arrived before USAs in 120 (93%) cases with a mean time between them of 15.48 min. From all cardiac arrest calls, 444 (58.4%) weren’t submitted to any cardio-pulmonary resuscitation (CPR) procedures. In the remaining 316 cases where CPR was performed most were male (202; 64%), had a presumed cardiac cause (283; 83.2%) and no defibrillator was used during CPR (185; 58.5%). From this latter group 115 (62.2%) received only basic CPR and only one patient recovered spontaneous circulation, 70 (37.8%) received some form of advanced support with 16 (22.9%) recovering spontaneous circulation. A defibrillator was used in 131 CPR cases (41.5%). Manual defibrillators were used in 36 (27.5%) cases with circulatory return in 13 (36.1%). In 95 cases where AED was used shock wasn’t indicated in 83 (87.4%) and only 4 (4.2%) recovered spontaneous circulation. AED delivered shocks in 12 (12.6%) cases and more than half (7; 58,3%) recovered spontaneous circulation. In this report, 7 individuals benefited from an early defibrillation administered by basic life support personnel. Key words: cardiac arrest, automated external defibrillators, cardiopulmonary resuscitation, prehospital assistance, emergency medical services, nursing, ambulances. LISTA DE ILUSTRAÇÕES Quadro 1 - Composição e finalidade das Unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte. Belo Horizonte, 2010. 28 Figura 1 - Corrente da Sobrevida. AHA, 2005. 14 Figura 2 - Desfibrilador Externo Automático adquirido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Belo Horizonte. Manual Philips®, 2007. 20 Figura 3 - Fluxo de Atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte. Belo Horizonte,2007. 27 Figura 4 - Distribuição Ilustrativa das ambulâncias do SAMU no município de Belo Horizonte. Belo Horizonte, 2007. 29 Figura 5 - Resultados dos atendimentos a pessoas em parada cardiorrespiratória pelo SAMU/BH com o uso do DEA. Belo Horizonte, 2007/2008. 55 Gráfico 1 - Distribuição dos atendimentos realizados pelas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, segundo ritmo da parada cardiorrespiratória. Belo Horizonte, 2007/2008. 44 Gráfico 2 - Distribuição dos atendimentos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, segundo tipo de ambulância. Belo Horizonte, 2007/2008. 46 Gráfico 3 - Paradas cardiorrespiratórias presenciadas por leigos e pessoas treinadas em suporte básico de vida antes da chegada das equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte. Belo Horizonte, 2007/2008. 48 Gráfico 4 - Causa da parada cardiorrespiratória em pessoas com indicação de manobras de ressuscitação cardiopulmonar, atendidas pelas equipes do Serviço Móvel de Urgência de Belo Horizonte. Belo Horizonte, 2007/2008. 51 LISTA DE TABELAS 1 2 3 - Distribuição das pessoas em parada cardiorrespiratória atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte segundo faixa etária e sexo. Belo Horizonte, 2007/2008. 39 - Distribuição dos atendimentos a pessoas do sexo masculino em parada cardiorrespiratória realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, segundo causa a e faixa etária. Belo Horizonte,2007/2008. 41 - Distribuição dos atendimentos a pessoas do sexo feminino em parada cardiorrespiratória realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, segundo causa a e faixa etária. Belo Horizonte,2007/2008. 42 4 - Relação da causa de parada cardiorrespiratória com sexo e idade das pessoas atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte. Belo Horizonte, 2007/2008. 43 5 - Diferença de tempo-resposta entre as equipes de Suporte Básico e Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, nos atendimentos às pessoas em parada cardiorrespiratória. Belo Horizonte, 2007/2008. 47 6 - Retorno da circulação espontânea nas pessoas em parada cardiorrespiratória atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, segundo uso de desfibrilador. Belo Horizonte, 2007/2008. 53 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS AESP - Atividade Elétrica Sem Pulso AHA - American Heart Association DEA - Desfibrilador Externo Automático FV - Fibrilação Ventricular PCR - Parada Cardiorrespiratória RCE - Retorno da Circulação Espontânea RCP - Ressuscitação Cardiopulmonar SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência SAV - Suporte Avançado de Vida SBV - Suporte Básico de Vida TV - Taquicardia Ventricular USA - Unidade de Suporte Avançado USB - Unidade de Suporte Básico SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.13 1.1 Objetivos .24 1.1.1 Objetivo geral. 24 1.1.2 Objetivos específicos.24 2 MATERIAL/MÉTODO.26 2.1 Tipo do estudo.26 2.2 Local do estudo. 26 2.3 População/amostra.30 2.4 Variáveis do Estudo .30 2.5 Instrumento para a coleta de dados.33 2.6 Coleta de dados.33 2.7 Tratamento dos dados.34 2.8 Procedimentos éticos para realização da pesquisa.34 3 RESULTADO/DISCUSSÃO.37 3.1 Resultados.37 3.1.1 Caracterização da população estudada.38 varied quite markedly with height, and that air masses aloft (∼200 m above the ground) could have an aerosol loading quite different to that measured on the ground (Rankin and Wolff, 2002). However, for the event described here, at least, it appears that the 4139 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU source of surface snow nitrate was wet deposition and scrubbing, and the data are consistent with the nitrate source being p-NO−3 within the boundary layer. 4 Boundary layer trace gas versus snowpack sources of NOx A key question among polar atmospheric chemists concerns the role of polar snow5 packs as a source of trace gases to the overlying boundary layer. For those studying nitrogen chemistry, the interest lies in understanding the budget of NOx; we know that NOx is photochemically produced (Honrath et al., 1999; Jones et al, 2000) and then released (Jones et al., 2001; Wolff et al., 2002) from the snowpack, but the relative contribution compare to NOx production from trace gases in the background atmo10 sphere has not yet been assessed. The data gathered during CHABLIS allow us to constrain the dominant NOx production mechanisms, and by comparing these calculated production rates, to assess the relative importance of sources of boundary layer NOx, both in the air and from the snowpack. This approach also provides insight into which gas-phase species are dominating NOx production within the boundary layer. 15 4.1 Methodology We selected two 24-h periods, one in summer and one in spring, within which to calculate diurnally-averaged NOx (as either NO or NO2) production. The periods selected were 18 January 2005 and from noon of 28 September 2004 through to noon of 29 September 2004. The former period was the first day in the summer season when 20 high-resolution alkyl nitrate data were available to compliment the other high-resolution datasets. This was also a time when an NOy intensive was carried out, so that daily HNO3 measurements are available. During the latter period, an NOy measurement intensive was also conducted, giving, in addition, alkyl nitrate measurements every 6 h – the highest resolution alkyl nitrate data available for the spring period. 4140 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.1 Deriving gas-phase data NOx production rates were calculated every 3 h during these diurnal periods, giving 8 data points from which daily means could be calculated. Where possible (e.g. for HONO, PAN, summertime methyl and ethyl nitrates), input data were taken from an 5 hourly data merger carried out for all the CHABLIS data and the few missing data points were derived by linear interpolation. For the 6-hourly springtime methyl and ethyl nitrate mixing ratios, it was by default necessary to interpolate to achieve data at a 3-h frequency. These data were thus point-averages rather than hourly-averages, but as mixing ratios did not vary rapidly over the day, the uncertainty introduced by this 10 approach is limited. For HNO3, sampled over a longer timeframe, it was necessary to reconstruct higher resolution data. Summertime HNO3 was measured as a 24-hmean centred around 23:59 on both 17 January and 18 January. These two data points were averaged to derive a daily mean for 18 January. The diurnal variation was reconstructed by comparing with 6-hourly resolution HNO3 data measured previously 15 at Neumayer station (Jones et al., 1999). There, a diurnal cycle with amplitude 7.5 pptv was measured, centred around noon. This amplitude was applied to the 18 January mean to give a reasonable diurnal cycle. For the 28/29 September HNO3, the 6-hourlyresolution data were below the detection limit, so the daily mean for 27 September and 29 September were averaged to give a mean for the calculation period. This mean was 20 only 0.96 pptv, and, being so low, it was taken to be constant over the 24-h period of interest. Finally, several measured NOy species did not exceed 2 pptv throughout the year (e.g. NO3 and the higher alkyl nitrates), and they were ignored for this calculation. Similarly, output from the GEOS-Chem model suggested that HNO4 also remained well below this threshold throughout the year (M. Evans, personal communication) so 25 no account for HNO4 was taken here. 4141 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.2 Gas-phase kinetic data Gas-phase reaction rates were taken from Atkinson et al. (2004, 2006) and photolysis rates for each 3-h period were calculated using the on-line version of the radiative transfer model TUV (Madronich and Flocke, 1998). For these calculations, input parameters 5 included the total ozone column measured at Halley for these days, and an albedo of 0.9. Clear sky conditions were assumed, so photolysis rates will be overestimated, but the relative effect on all species will be comparable. In addition, OH concentrations were necessary for some kinetic calculations. On 18 January 2005, OH was measured by the FAGE (Fluorescence Assay by Gas Expansion) instrument (Bloss et al., 2007). 10 These data were included in the CHABLIS data merger, so that mean hourly OH concentrations were available for this period. No OH measurements were available for September, so OH was derived indirectly. Bloss et al. (2007) calculated a mid-month OH throughout the CHABLIS measurement period based on varying jO(1D) (from the TUV model). To derive a daily mean OH for 28/29 September, we averaged the mid15 month values for September and October, and found that (28/29 September)calculated = 0.561 (15 January)calculated. A diurnally-varying OH for 28/29 September was calculated from 0.561 * each 3-hourly measured January OH. Temperature data were taken from measured values. For PAN thermal decomposition, the upper limit was calculated according to –d[PAN]/dt = k[PAN]. 20 4.1.3 Calculating snowpack NOx emissions The rates with which NOx was emitted from the snowpack during the periods of interest were calculated in line with previous work by Wolff et al. (2002). In brief, spectral irradiance at 3-h intervals was calculated using the TUV model. These were converted to actinic flux as a function of depth according to output from a model designed to 25 simulate light propagation through snow (Grenfell, 1991). The actinic fluxes were then convoluted with the absorption cross-sections and the quantum yield to give J values. In this case, temperature-dependent quantum yields were used (Chu and Anastasio, 4142 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 2003) which were not available at the time of the Wolff et al., 2002 work. A temperature of –4 C was taken for 18 January, and of –20 C for 28/29 September. These were chosen by assuming that the top few cms of snow saw an average of the near surface (1 m) air temperature for the preceding 1–2 days. Finally, the nitrate concentration in snow 5 was derived using the average of the 0 cm, 5 cm and 10 cm snow nitrate concentration from the snowpit dug nearest to the date in question. This gave 73 ng/g for September and 157 ng/g for January. 4.2 Outcome The results for the gas-phase production rates are given in Table 3a. It is immedi10 ately evident that the contribution from HONO photolysis completely dominates NOx production for both periods, with rates of 6.20E+05 and 4.80E+04 molecs cm−3 s−1 for January and September respectively. This is no great surprise, given the very short lifetime of HONO to photolysis, and reflects a recycling of NOx through HONO (via NO + OH → HONO) rather than a pure source of NOx. Indeed, NOx, although generally 15 defined as NO + NO2, is sometimes expanded to include HONO as well. However, as discussed earlier, HONO also has a source from snowpack photochemistry (Zhou et al., 2001; Beine et al., 2002; Dibb et al., 2002) so as well as facilitating recycling, boundary layer HONO that has been released from the snowpack can act as a source of atmospheric NOx. With our data it is not possible to determine how much of the 20 NOx produced by HONO photolysis (or reaction with OH) is conduto radicular. O objetivo deste estudo foi investigar e estabelecer uma relação precisa da quantidade de luz transmitida através de pinos de fibra e seu efeito na KHN e na RA de um cimento resinoso de dupla polimerização. Nossos resultados mostram boas evidências de que a quantidade de luz tranamitida é baixa e não tem influência na retenção do pino ao conduto radicular ou na microdureza do cimento resinoso dual auto-adesivo utilizado. Em face aos nossos achados não recomendamos utilizar cimentos fotopolimerizáveis ou de dupla polimerização. Pelas razões discutidas nossa recomendação é de que até o surgimento de novas evidências científicas apenas materiais auto-polimerizáveis sejam utilizados. Importante salientar que não estamos contraindicando os pinos translucentes. Estes pinos tem características mecânicas semelhantes aos outros fibroresinosos. Só não recomendamos seu uso associado a cimentos que dependam da luz no seu processo de polimerização. A utilização de cimentos resinosos auto-adesivos de dupla polimerização deve ser discutida à parte. O uso desses cimentos traz vantagens baseadas na diminuição de passos clínicos, facilidade técnica, diminuição da possibilidade de erros e do tempo clínico gasto nos dos procedimentos de cimentação. Em recente estudo pode-se verificar que em algumas situações clínicas valores de resistência adesiva foram superiores para pinos cimentados com um cimento auto-adesivo comparativamente aos cimentados pela técnica adesiva convencional independente do tipo do cimento quanto à reação química (Mongruel et al., 2012), e a justificativa para tais achados é exatamente pelo fato da simplicidade da técnica. Sendo assim, o uso do cimento auto-adesivo utilizado em nosso trabalho parece ser eficiente na cimentação de pinos intrarradiculares desde que, assim como em qualquer cimentação, os conceitos que regem estes procedimentos sejam fielmente atendidos.     58   Não obstante a toda essa discussão técnico-científica, o fator preponderante na retenção de um pino continua a ser a retenção friccional. Uma boa adaptação do pino continua sendo primordial para o sucesso restaurador. A função do cimento é tão somente preencher os espaços entre o pino e o canal radicular favorecendo a retenção friccional. Lembrando por fim que nenhum cimento tem a capacidade de compensar preparos intrarradiculares em comprimento inadequado ou um pino mal adaptado (Summitt at al., 2001).   59 8 – ANEXOS   Referências   61   1. Akgungor G, Akkayan B. Influence of dentin bonding agents and polymerization modes on the bond strength between translucent fiber posts and three dentin regions within a post space. J Prosthet Dent 2006;95:368-78. 2. Albuquerque RC, Polleto LTA, Fontana RHBTS, Cimini Junior CA. Stress analysis of an upper central incisor restored with different posts. J Oral Rehabil 2003;30:936-43. 3. Anusavice KJ. Phillips, Materiais Dentários. Rio de Janeiro: Elservier, 2005. 4. Asmussen E, Peutzfeldt A, Heitmann T. Stiffness, elastic limit, and strength of newer types of endodontics posts. 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