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As especificidades da comunidade religiosa: pessoa e comunidade na obra de Edith Stein

Documento informativo

!" ! !" ! # $ % # & ' ( & ' &+ $ ( ' & +& & & "+( & & & & . ( /+ # % % 0# & #1#+ & ( # 2 3 " +& & & , & # $ # & ,2 2 4 - ) * , & $ ' '+ , +& # "+( & 5667 2 Dedico este trabalho à Marly Teixeira (in memorian), Achilles G. Coelho, Karla Vieira, Bruno e Clara com quem a cada dia vivencio que o sentido da vida é vivido com um outro. 3 À Deus, pela oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o mistério presente numa vida compartilhada, ajudando-me a reconhecer o milagre da Presença. Aos meus pais, Achilles e Marly (in memoria), pelo incentivo e apoio em toda minha vida e em meu caminho de estudo. À Karla, Bruno e Clara, pelo amor que me sustentou e sustenta durante todo este processo de formação, pelo apoio, paciência, compreensão dos sacrifícios, enfim, por estarem sempre ao meu lado. À Janaína, Ludmilla, Brenda, Yago, Breno Gustavo, Dodora, Carlos, Érika, Fred, Rodrigo, por acompanharem com atenção e interesse meu caminho. Aos amigos, Cristiane, Amanda, Renata, Paulo, Fábio, Clarice, Mariana, Luciana, Regina, Lícia, Débora, André, Raquel, Giovana, Vito, Érika, Wallasce, Juliana, Malu e Giovani, por caminharem ao meu lado, apoiando-me em vários momentos, compartilhando alegrias e ajudando a retomar o sentido de cada coisa e cada momento. Aos amigos da Associação Servos da Misericórdia, pela contribuição sempre presente em meu processo formativo, pela inspiração de compreender cada vez mais sobre a vida compartilhada e doada ao outro. Aos amigos Cláudio e Andréia, pelo apoio estável, presente e afetuoso que se tornou estímulo. Ao Prof. Dr. Miguel Mahfoud, pela orientação preciosa que me ofereceu, pela disponibilidade e por me acolher integralmente durante todo este tempo. À Profa. Dra. Ângela Alles Belo, pelos momentos de discussão deste projeto, pela presença e disponibilidade nestes momentos e pelo horizonte aberto ao estudo de Edith Stein e da fenomenologia. Aos colegas do Laps (Laboratório de Análise de Processos de Subjetividade), pelos momentos de discussão realizados durante os congressos e situações acadêmicas, pela companhia, apoio e interesse sempre presente. Aos colegas do mestrado, Carol, Cíntia, Adriana, Alex, Alane, Wilson, Clarissa, e demais colegas, pelos momentos de discussão dos projetos que muito contribuíram com o horizonte deste trabalho. Aos Professores do Programa de Pós-graduação em Psicologia do Departamento de Psicologia da FAFICH/UFMG, pelo conhecimento compartilhado e dedicação a um saber comprometido socialmente que me estimula a prosseguir. 4 +(8 Resumo . 08 Abstract. 09 Introdução. 10 Capítulo 1. A relação pessoa e comunidade discutida pela Psicologia Social . 17 1.1. A relação pessoa e comunidade na perspectiva do individualismo. 20 1.2. A relação pessoa e comunidade na perspectiva do sociologismo . 24 1.3. A relação pessoa e comunidade na perspectiva do interacionismo. 27 1.4. A relação pessoa e comunidade na comunidade de tipo religioso. 31 Capítulo 2. Pessoa e comunidade na obra de Edith Stein. 35 2.1. A estrutura ôntica da pessoa humana. 35 2.1.1. O método fenomenológico adotado por Edith Stein. 35 2.1.2. Ser pessoa humana e sua constituição estrutural. 39 a) Corporeidade. 41 b) Psique. 43 c) Espírito. 47 d) Unidade da pessoa humana. 50 2.1.3. Ser homem e ser mulher: a dualidade do ser humano. 52 2.1.4. A formação da pessoa: o processo de tornar-se si mesma. 57 2.2. A estrutura ôntica da comunidade. 64 2.2.1. Fundamentação teórico-metodológica para o estudo da comunidade. 64 2.2.2. A estrutura das vivências comunitárias. 65 a) O sujeito da vivência comunitária. 65 b) A estrutura da vivência comunitária. 66 c) O fluxo de vivências comunitárias. 68 2.2.3. Tipologia das vivências propriamente comunitárias. 71 a) As vivências sensíveis. 71 b) As vivências ou atos categoriais. 72 5 c) As vivências ou atos de sentimento. 73 2.2.4. Comunidade, Sociedade e Massa: elementos essenciais para a definição. 76 2.2.5. Comunidade como analogia da personalidade individual. 80 a) Força vital da comunidade. 81 b) Dimensões estruturais da comunidade. 83 2.2.6. A vida da comunidade e seu processo de tornar-se si mesma. 84 2.3. A relação pessoa e comunidade. 87 Capítulo 3. As especificidades da comunidade religiosa. 92 3.1. A vivência religiosa. 92 a) O senso religioso e conhecimento natural de Deus. 95 b) A fé. 97 c) A experiência mística. 100 3.2. A vivência religiosa propriamente comunitária. 102 a) A vivência religiosa comunitária considerada em sua origem. 103 b) A vivência religiosa comunitária considerada enquanto ato de comunicação de sentido. 105 3.3. A pessoa libertada e a pessoa senhora de si mesma. 110 3.4. Especificidades da comunidade religiosa. 120 a) reconhecimento da humanidade como comunidade religiosa potencial. 121 b) servir a Deus através da vida comunitária. 122 c) missão da comunidade e da pessoa conferidas por Deus. 123 d) liberdade e responsabilidade recíproca diante do destino comum. 125 Capítulo 4. Edith Stein e a Psicologia Social: em busca de um diálogo. 128 4.1. A Fenomenologia e a Psicologia Social . 128 4.2. Pessoa libertada e subjetividade . 130 4.3. Personalidade da comunidade e subjetividade social . 136 4.4. Vivências religiosas comunitárias: contribuições para definição do objeto da Psicologia Social . 143 6 Capítulo 5. Conclusão. 148 Referências Bibliográficas. 156 7 Coelho Júnior, A. G. (2006). As especificidades da comunidade religiosa: pessoa e comunidade na obra de Edith Stein. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-graduação em Psicologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas de Minas Gerais. Belo Horizonte, MG. 167 p. O objetivo geral da pesquisa é identificar os aspectos essenciais do ser comunidade, do ser pessoa e a relação entre eles, explicitando a especificidade das comunidades religiosas quanto ao processo de tornarem-se si mesmas da pessoa e da comunidade, a partir da obra de Edith Stein. Trata-se de uma pesquisa teórica onde, após uma revisão de como a relação pessoa e comunidade vem sendo discutida na Psicologia Social, realizamos um extenso levantamento de como Edith Stein discute este tema, ressaltando suas contribuições específicas e inserindo-as no diálogo atual da Psicologia. Identificamos três principais perspectivas discutidas na Psicologia Social: (a) individualismo, (b) sociologismo e (c) interacionismo. Inserida na perspectiva do interacionismo, Edith Stein inicia a análise fenomenológica a partir das vivências da pessoa e, apreendendo os diferentes tipos de vivências, identifica aspectos da estrutura da pessoa que são mobilizados no encontro com os objetos. Assim, corporeidade, psique e espírito, compõem a estrutura da pessoa humana de forma organicamente relacionada, sendo que esta mesma estrutura universal é mobilizada de maneira distinta no ser homem e no ser mulher. A pessoa vivencia um processo próprio de formação onde recebe da comunidade os elementos que constituem sua personalidade, ao mesmo tempo em que disponibiliza para a comunidade seu ser pessoal, constituindo uma personalidade própria da comunidade, na medida em que acolhe a realidade compartilhada e age a partir de seu centro pessoal. A comunidade é apreendida por Stein, em seus aspectos dinâmicos, através da maneira como seus membros se reconhecem enquanto pessoas, acolhendo posicionamento uns dos outros e respondendo a estes, a solidariedade é identificada como uma vivência comunitária essencial. A vivência religiosa, identificada enquanto senso religioso e conhecimento natural de Deus, fé e experiência mística, mobiliza de forma específica a estrutura da pessoa, provocando uma atenção à realidade, uma posição de abertura da razão e o despertar de um caminho rumo ao centro pessoal. A pessoa libertada, aquela que vive a partir da dinâmica da experiência religiosa, ao mesmo tempo que acolhe o mundo em si, acolhe também os valores religiosos e, a partir do seu íntimo, responde à realidade e à Deus simultaneamente. Características específicas da comunidade religiosa foram identificadas: (a) reconhecimento da humanidade como comunidade religiosa potencial; (b) servir a Deus através da vida comunitária; (c) missão da comunidade e da pessoa conferidas por Deus; (d) liberdade e responsabilidade recíproca diante do destino comum. A partir das categorias de pessoa libertada, personalidade da comunidade e vivências comunitárias, identificamos algumas contribuições para a discussão da relação pessoa e comunidade feita pela Psicologia Social, apresentando um caminho para superação de dicotomias e para a realização de novos estudos. 8 Coelho Júnior, A. G. (2006). The particularities of the religious community: person and community at Edith Stein’s work. Master´s Thesis. Program of Graduate Studies in Psychology of the Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, MG, Brazil, 167 p. The general objective of this research is to identify the essential aspects of being a community, and being a person, and the relation between them, showing the particularity of the religious communities about their process of becoming themselves, person and the community, based on Edith Stein’s work. In this theoretical research, Phenomenology was adopted as the theoreticianmethodological foundation in the data collection and the discussion about them. Carrying through a theoretical survey on the subject of the relation between person and community, as well as discussed in Social Psychology, we identify three main perspectives: (a) individualism, (b) sociologism and (c) interactionism. Inserted in the interactionism perspective, Edith Stein initiates the phenomenological analysis from the experiences of the person and, apprehending the different types of experiences, she identifies aspects of the structure of the person that are mobilized at the relation with objects. Then, own body, psyche and spirit, compose the structure of the human being organically related, but this same universal structure is mobilized in distinct ways at men and women. The person lives an unique process of formation where she receives from the community the elements that constitute her personality, at the same time that the person gives to the community her personal being, constituting a proper personality of the community, while she receives the shared reality and acts based on her personal center. The community is apprehended by Stein, in its dynamic aspects, through the way as its members are recognized while people, accepting others’ positioning and answering to these, solidarity is identified as an essential communitarian experience. The religious experience, identified as a religious sense and natural knowledge of God, faith and mystic experience, moves the person’s structure in a specific way, provoking an attention to the reality, a position of opening to reason and the wakening of a way route to the personal center. The free person, the one who lives based on the dynamics of the religious experience, at the same time that receives the world in herself, she also receives religious values, and from her soul, simultaneously, answers to the reality and to God. Specific characteristics of the religious community had been identified to (a) recognition of the humanity as potential religious community; (b) to serve God through the communitarian life; (c) mission of the community and the person conferred by God; (d) freedom and reciprocal responsibility before the common destination. The categories of free person, communitarian personality of the community and experiences, offer a contribution from Edith Stein’s work, to the discussion of the relation between person and community made for Social Psychology, showing a way for overcoming the dichotomies and for the accomplishment of new studies. 9 A relação pessoa e comunidade vem sendo discutida na Psicologia Social a partir de uma dicotomia, de modo que, para se reconhecer o aspecto objetivo da comunidade enquanto agrupamento social, instaura-se uma oposição desta em relação à pessoa (Elias, 1994a; Estramiana, 1995; Furtado, 2002; Prado, 2002; Álvaro e Garrido, 2003; Duarte, 2003; Mahfoud, 2005b). O conceito de pessoa, em sua característica essencialmente relacional, apenas recentemente está sendo retomado na psicologia, sendo o conceito de indivíduo, ou de sujeito, utilizado para se referir ao ser humano em seu contexto social, ressaltando o aspecto conflitivo da relação pessoa e comunidade (Elias, 1994b; Morin, 1996; Ricoeur, 1996; Spink e Medrado, 1999; Massimi, 2001). O conceito de comunidade, também vem sendo discutido em distintas formas de teorização, implicando demarcações de dimensões muito diversas da experiência interpessoal (Ferreira, 1968; Fernandes, 1973; Gomes, 1999; Sawaia, 2000; Montero, 2004). A diversidade de definições do que seja comunidade e, conseqüentemente, a imprecisão do tipo de experiência própria vivida pela pessoa nesse tipo de relação, tem sido um dos problemas da definição do objeto e de intervenção da Psicologia Social Comunitária (Gomes, 1999). A experiência religiosa, vivida individual ou comunitariamente, acaba sendo discutida apenas em termos motivacionais ou como uma característica entre muitas outras possíveis, desconsiderando sua especificidade na dinâmica da vida da comunidade, isto quando ela não é negligenciada das discussões devidos aos preconceitos dos cientistas (Fizzotti, 1996; Amatuzzi, 1997; Massimi e Mahfoud, 1997). Husserl (1938/2002) identifica através da análise fenomenológica o conceito de “mundo da vida”, reconhecendo a interdependência constitutiva da pessoa e da comunidade a partir da análise das vivências. A pessoa vive em um mundo compartilhado de forma que todas as experiências são experiências em seu mundo-da-vida (Husserl, 1913/1992, 1935/1996, 1938/2002; Schutz, 1962/1974; 10 Wagner, 1979). Husserl (1913/1992, 1938/2002) identificou que o mundo-davida à qual pertencemos e nele vivenciamos os objetos que nos são apresentados, identificamos que os outros também vivenciam, compartilhando reciprocamente estas experiências. O mundo-da-vida é composto por todas as esferas das experiências cotidianas, direções e ações que instrumentalizam culturalmente o homem e o ajudam a lidar com seu cotidiano. Wagner (1979) discute que Alfred Schultz focalizou o mundo-da-vida através de diversos ângulos: primeiro, enquanto “atitude natural”, quando o homem exerce uma postura pragmática, utilitária e realista na sua forma de agir no mundo. Segundo, estudou os fatores específicos que determinam a conduta de indivíduos como, por exemplo, “a situação biográfica determinada”. E terceiro, os meios através dos quais os indivíduos se orientam nas situações da vida a partir das experiências armazenadas e do estoque de conhecimento adquirido. No mundo-da-vida, a pessoa não ocupa apenas um lugar passivo, mas se posiciona e exerce sua criatividade, contudo o faz com instrumentos, conhecimentos e métodos que lhe foram cells expressing FLAGSEPT4 with AnnH31 and AnnH75 resulted in a concentration-dependent decrease of intensity of the slower migrating band and a concomitantly increased signal of the lower band (Fig 5A). Consistent with the IC50 values determined in the in vitro-assays (Table 1), AnnH31 reduced SEPT4 phosphorylation more potently than AnnH75. As a third cell-based assay of DYRK1A inhibition, we measured the phosphorylation of the microtubule-associated protein tau by DYRK1A. The phosphorylation of tau (gene symbol MAPT) by DYRK1A has been considered potentially relevant in the early Alzheimer’s disease- PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 8 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Fig 4. Inhibition of SF3B1 phosphorylation by DYRK1A in HeLa cells. HeLa cells expressing GFP-SF3B1-NT were treated with the indicated compounds for 18 h. The phosphorylation state of SF3B1 was determined by immunoblotting with pT434 antibody, and the results were normalized to the total amount of SF3B1 immunoreactivity. A, Representative western blots. AnnH79 is a harmine analogue that does not inhibit DYRK1A and was used as negative control. The vertical line indicates where irrelevant lanes were deleted from the final image. B, The column diagram summarizes the quantitative evaluation of 3–6 experiments for each compound (means + SD). doi:10.1371/journal.pone.0132453.g004 like neurodegeneration in Down syndrome and in spontaneous Alzheimer’s disease [10]. In this assay, AnnH75 inhibited DYRK1A activity with an IC50 of 1 μM (Fig 5B and 5C). The higher value as compared to the inhibition of SEPT4 phosphorylation (0.36 μM) may be due to the overexpression of DYRK1A in this assay. AnnH31, L41 and 5-iodotubercidin were the best inhibitors in this assay, whereas INDY reduced tau phosphorylation less efficiently. Low cellular potency of INDY has previously been observed in assays of tau phosphorylation and reporter gene activity [30]. Similarly, two other DYRK1A inhibitors with excellent potency and selectivity in biochemical assays require ~1000 higher concentrations to inhibit tau phosphorylation in cellular assays [35–36]. Taken together, our results provide evidence that AnnH31 and AnnH75 can be used as chemical probes to confirm the participation of DYRK1A in cellular phosphorylation events. PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 9 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Fig 5. Inhibition of SEPT4 and tau phosphorylation by DYRK1A. A, HeLa cells transiently expressing FLAG-SEPT4 were treated with AnnH31 or AnnH75 for 5 h before cells were lysed and analysed by immunoblotting with a FLAG-tag antibody. 5-iodotubercidin (IoT) served as positive control. Relative SEPT4 phosphorylation was calculated as the ratio of the intensities of the phosphorylated upper band and the lower band. B, HEK293 cells with constitutive expression of GFP-tau and regulatable expression of GFP-DYRK1A were treated with doxycyclin and the indicated inhibitors for 18 h. Phosphorylation of tau on Thr212 was detected with a phosphospecific antibody. Expression levels of GFP-tau and GFP-DYRK1A were assessed with a GFP antibody. For quantitative evaluation of DYRK1A inhibition, the basal pT212 signal in control cells not treated with doxycyclin (Ctrl) was subtracted from all values. C, Quantitative evaluation of three experiments each for SEPT4 and tau. All data were standardized to the level of phosphorylation in cells untreated with inhibitors. Error bars indicate SEM. doi:10.1371/journal.pone.0132453.g005 AnnH75 inhibits tyrosine autophosphorylation of DYRK1A Tyrosine kinase activity of DYRKs has been postulated to exhibit different inhibitor sensitivity than serine/threonine phosphorylation [7]. Therefore we investigated if AnnH75 is a selective inhibitor of the serine/threonine kinase activity of mature DYRK1A or whether AnnH75 also interferes with tyrosine autophosphorylation during translation. To address this question, we used a coupled in vitro-transcription-translation system and monitored at the same time the effect of the inhibitor on the tyrosine autophosphorylation of DYRK1A and the phosphorylation of Thr434 in the substrate protein SF3B1 (Fig 6). Under these conditions, AnnH75 inhibited tyrosine autophosphorylation of DYRK1A at concentrations >1 μM. Slightly higher concentrations of AnnH75 were required for the inhibition of threonine phosphorylation in SF3B1. The higher IC50 value for SF3B1 phosphorylation as compared to the peptide assay is due to the fact that kinase activity in the in vitro-translation mix cannot be assayed under conditions of substrate saturation (as discussed previously [9]). In conclusion, AnnH75 inhibits both the immature and mature form of DYRK1A. Conclusions Chemical probes serve as invaluable small molecule tools to functionally annotate signalling proteins, to understand their role in physiological and pathological processes and to validate them as potential drug targets. Here we report the evaluation of new harmine analogs with regard to their suitability as chemical probes for the protein kinase DYRK1A. To support the conclusion that AnnH31 and AnnH75 meet the key requirements of a useful tool for this purpose, we discuss our results with respect of the “fitness factors” of chemical probes that were proposed by Workman & Collins [6]: selectivity, potency, chemistry and context. PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 10 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Fig 6. AnnH75 inhibits both threonine and tyrosine kinase activity of DYRK1A. A DYRK1A construct with an N-terminal StrepTag 2 (ST2-DYRK1Acat) was expressed in a cell-free E. coli-derived expression system. Coupled in vitro transcription and translation reactions were incubated for 1 h in the presence of recombinant SF3B1-NT-His6 and AnnH75. Phosphorylation of tyrosines in DYRK1A and of Thr434 in SF3B1 was determined by immunoblotting with a phosphotyrosine-specific antibody (pTyr) and a pThr434-specific antibody. A, Representative western blots. The asterisks mark unidentified bands. B, Quantitative evaluation. Results were normalized to the total amount of DYRK1A or SF3B1, respectively, and are plotted relative to the phosphorylation in the untreated control samples (means +/- SEM, n = 3). doi:10.1371/journal.pone.0132453.g006 Selectivity A key criterion for the use of a kinase inhibitor as a chemical probe is that its selectivity profile is well defined [4,6]. The kinase selectivity profile of AnnH75 compares favourably with that of other DYRK1A inhibitors that have been profiled against an informative panel of kinases (Table 2). However, the cross-reactivity for CLK1/4 and haspin clearly requires consideration when this DYRK1A inhibitors is used in experiments addressing splicing regulation or cell cycle control. Regarding off-targets outside the protein kinase family, we reached the goal of eliminating the MAO-A inhibitory activity of harmine. AnnH31 displays already 40 fold selectivity for DYRK1A over MAO-A and complies with the requirements for a high quality chemical probe [6]. AnnH75 has no residual effect on MAO-A and is better suited in all applications potentially susceptible to monoamine effects. The availability of inactive analogs and active probes from a different chemical class can help to prove target-dependency in a biological experiment [4,6]. When AnnH75 is used as a probe to confirm a hypothetical function of DYRK1A or DYRK1B, AnnH79 can serve as a structurally related inactive control compound (Fig 4) and L41 as a potent inhibitor with a different chemotype. PLOS ONE | DOI:10.1371/journal.pone.0132453 July 20, 2015 11 / 18 Novel β-Carboline DYRK1A Inhibitors Biochemical and cellular potency Several mechanisms can account for discrepancies between inhibitor potency in biochemical and in the cellular context [3,48]. Many DYRK1A inhibitors with adequate potencies in biochemical assays (< 100 nM, as proposed by Workman & Collins [6]) have been described [14], but only few have been shown to inhibit the phosphorylation of a cellular target in a concentration-dependent manner with a practicable potency (< 1–10 μM according to Workman & Collins [6]). In particular, the only known inhibitors with significant selectivity for DYRK1A over CLK1 require micromolar concentrations for half-maximal effects in cellular assays, in spite of low nanonmolar potencies in biochemical assays [35–36]. We verified the cellular efficacy of AnnH75 with three different substrates of DYRK1A and provide direct comparisons with established DYRK1A inhibitors. Taken together, the concentration-dependent effects of the chemical probes (AnnH31 or AnnH75) support the hypothesis that a molecular mechanism depends on a certain target (in this case DYRK1A). Chemistry (structure, solubility, stability, permeability) The procedures for the synthesis and the structural characterization of the new β-carboline Plano Diretor do Município de Paraguaçu. Projeto de Lei n. 22/2005. Prefeitura Municipal de Paraguaçu, 82 f., [14], Il. Edição fac-similar. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG; Memória Arquitetura Ltda. O Patrimônio Cultural de Paraguaçu/MG. Belo Horizonte. 2008. 30 p. Il. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG. 2ª Etapa do Inventário de Proteção do Acervo Cultural de Paraguaçu. Belo Horizonte. Julho/2006. 1 CD-ROM. PESEZ, Jean-Marie. A história da cultura material. In: LE GOFF, Jacques; CHARTIER, Roger; REVEL, Jacques (Org.). A Nova História. Coimbra (Portugal): Almedina, 1978. PINHEIRO, Mario Vitor. Avaliação técnica e história das enchentes em Itajubá. 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As especificidades da comunidade religiosa: pessoa e comunidade na obra de Edith Stein
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