Consumo de energia e macronutrientes no lanche escolar de adolescentes de São Luís, Maranhão, Brasil.

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DOI: 10.1590/1414-462X201400020016 Artigo Original Consumo de energia e macronutrientes no lanche escolar de adolescentes de São Luís, Maranhão, Brasil School meals consumed by adolescents, São Luís, Maranhão, Brazil Carolina Abreu de Carvalho1, Poliana Cristina de Almeida Fonsêca1, Fernanda Pacheco de Oliveira2, Ariane de Almeida Coelho2, Soraia Pinheiro Machado Arruda3 Resumo Objetivo: Avaliar o consumo de energia e macronutrientes do lanche escolar de adolescentes de duas escolas do município de São Luís (MA). Métodos: Trata-se de um estudo transversal realizado com 200 adolescentes de 15 a 17 anos de duas escolas, sendo uma pública e outra privada. Realizaram-se recordatórios alimentares específicos do lanche escolar referentes aos últimos três dias em que os participantes estiveram na escola. As contribuições calóricas de carboidratos, lipídeos e proteínas foram analisadas com base nas Dietary Reference Intakes (DRI). A análise estatística foi realizada pelo software Stata 10.0. Para as comparações entre alunos de escola pública e privada e entre os sexos, foram utilizados os testes t de Student e do χ2. O nível de significância foi fixado em 5%. Resultados: O consumo de lanche escolar foi relatado por 69,5% dos adolescentes. A maioria adquiria esse lanche nas cantinas das escolas: privada (76,0%) e pública (51,0%). Adolescentes de escolas públicas tiveram maior consumo de energia (338,7 versus 286,3 kcal; p=0,043) e carboidratos (52,5 versus 39,3 g; p=0,006). A adequação dos macronutrientes apareceu em metade da amostra: carboidratos (43,9%), proteínas (43,2%) e lipídeos (49,6%). Alunos de escola pública apresentaram maior adequação de carboidratos (p<0,001) e de lipídeos (p<0,001). Meninos apresentaram maior adequação da contribuição calórica de proteínas (55,6 versus 32,9%; p=0,007), enquanto as meninas tiveram maior adequação de carboidratos (52,6 versus 33,3%; p=0,005) e de lipídeos (61,8 versus 34,9%; p=0,006). Conclusão: A inadequação dos macronutrientes mostrou-se elevada no grupo, o que sugere a baixa qualidade do lanche consumido por esses adolescentes. Palavras-chave: adolescente; consumo de alimentos; nutrientes; estudantes. Abstract Objective: This report evaluated nutritional composition of school lunch consumed by teenagers at two schools in São Luís (MA). Methods: Cross-sectional study setting a sample of 200 teenagers aged 15−17 years from two schools, one public and one private. There were undertaken dietary recalls of school lunch of the last three days the teenagers were at school. These dietary data were analyzed according to the Brazilian Table of Food Composition. Carbohydrates, lipids and proteins consumption were compared to the Dietary Reference Intakes (DRI) recommendations. Statistical analysis was performed using Stata 10.0. For comparisons, there were used Student’s t-test and χ2. The significance level was set at 5%. Results: The school lunch consumption was reported by 69.5% of adolescents. Most acquired this snack canteens of schools: private (76.0%) and public (51.0%). Adolescents from public schools had higher energy consumption (338.7 versus 286.3 kcal, p = 0.043) and carbohydrates (52.5 vs. 39.3 g, p = 0.006). The adequacy of macronutrients appeared in half of the sample: carbohydrates (43.9%), protein (43.2%) and lipids (49.6%). Almost the half (43.9%) of teenagers had appropriate carbohydrate intake. This adequacy of carbohydrate was higher between public school students (p<0.001) as well as the adequacy of lipid (p<0.001). Boys had higher adequacy of protein (55.6 versus 32.9%; p=0.007), whereas girls had higher adequacy of carbohydrate (52.6% versus 33.3%; p=0.005) and lipid (61.8 versus 34.9%; p=0.006). Conclusions: The inadequacy of macronutrients was high in the sample, suggesting the low quality of school lunch consumed by these teenagers. Keywords: adolescent; food consumption; nutrients; students. Trabalho realizado no Departamento de Ciências Fisiológicas da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – São Luís (MA), Brasil. 1Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Nutrição da Universidade Federal de Viçosa (UFV) – Viçosa (MG), Brasil. 2Nutricionista pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – São Luís (MA), Brasil. 3Doutora em Saúde Coletiva pela UFMA; Docente do Curso de Nutrição da Universidade Estadual do Ceará (UECE) – Fortaleza (CE), Brasil. Endereço para correspondência: Carolina Abreu de Carvalho − Avenida Ph Rolfs, 425 − Centro − CEP: 36570-000 − Viçosa (MG), Brasil − E-mail: carol.103@me.com Fonte de financiamento: nenhuma. Conflito de interesses: nada a declarar. 212 Cad. Saúde Colet., 2014, Rio de Janeiro, 22 (2): 212-7 Consumo de energia e macronutrientes no lanche escolar de adolescentes de São Luís, Maranhão, Brasil INTRODUÇÃO A adolescência compreende o período 10 e 19 anos de idade1 e é uma fase marcada por intensas mudanças físicas, como o rápido crescimento e desenvolvimento, além de profundas alterações sociais e comportamentais. A ocorrência de transformações na autoimagem, nos valores, nas preferências e em aspectos psicossociais influenciam diretamente o comportamento alimentar na adolescência2,3. O hábito alimentar na adolescência é caracterizado por uma alimentação rápida e monótona, regada a lanches e fast food, ricos em gorduras, açúcares e sódio. Em contrapartida, o consumo de frutas e hortaliças, bem como de leite e derivados, é baixo nesse público. Como resultado dessas escolhas alimentares, é comum entre adolescentes a inadequação na ingestão de vitaminas, minerais e fibras4. Os hábitos alimentares inadequados, associados à inatividade física, representam importante fator de risco para a ocorrência de obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis5,6. Sabe-se que um comportamento alimentar inadequado na adolescência tende a se estender para a vida adulta, elevando o risco de comorbidades nesses indivíduos7,8. A escola desempenha importante papel na formação dos hábitos alimentares dos adolescentes, visto que é nesse ambiente que eles permanecem por expressivo período de tempo diário. Nesse contexto, percebe-se a importância que os serviços de alimentação disponíveis no ambiente escolar podem assumir, principalmente no fornecimento/comercialização de alimentos adequados do ponto de vista nutricional e sanitário9,10. Nas escolas públicas, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é um projeto do Governo Federal que tem por objetivo atender às necessidades nutricionais dos alunos, além de buscar a formação de bons hábitos alimentares, por meio de atividades educativas, durante a permanência na escola11,12. Na rede privada de ensino, o lanche é de responsabilidade do aluno, que normalmente traz alimentos de casa ou compra alimentos vendidos em cantinas existentes nessas escolas. Na maioria das vezes, os alimentos oferecidos por cantinas escolares são: salgados, sanduíches, bebidas açucaradas, balas e chocolates, o que coloca o adolescente num ambiente propício ao desenvolvimento da obesidade e doenças associadas13. O objetivo deste estudo foi avaliar a composição nutricional do lanche escolar de adolescentes de duas escolas do município de São Luís, sendo uma da rede pública e outra da rede privada de ensino. METODOLOGIA Realizou-se estudo transversal com adolescentes de 15 a 17 anos regularmente matriculados em duas instituições de ensino, sendo uma da rede pública e outra da rede privada, localizadas no município de São Luís (MA). A amostra compreendeu todos os indivíduos na referida faixa etária que frequentaram as escolas no período da coleta de dados (outubro e novembro de 2010), que aceitaram participar e cujos pais ou responsáveis concordaram com sua participação, mediante a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Foram excluídos da amostra adolescentes com necessidades especiais que impossibilitassem a compreensão e preenchimento do questionário, assim como as adolescentes gestantes. Dessa forma, fizeram parte do estudo 200 adolescentes, 100 de escola pública e 100 de escola particular. Os participantes responderam a um questionário contendo dados demográficos e socioeconômicos (idade, sexo, prática de atividade física, renda familiar e escolaridade dos pais). Para a análise do consumo, foram realizados recordatórios alimentares específicos do lanche escolar nos últimos três dias em que estiveram na escola, relatando todos os alimentos consumidos e as respectivas quantidades em medidas caseiras. Os dados alimentares foram transformados de medidas caseiras para gramas ou mililitros (utilizando-se a padronização constante em Pinheiro et al.14) e, posteriormente, analisados quanto ao valor calórico e quantidade de carboidratos, lipídeos e proteínas, com base na Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO)15. As contribuições calóricas de carboidratos, lipídeos e proteínas foram comparadas às recomendações das Dietary Reference Intakes (DRI)16. A análise estatística foi realizada no software Stata 10.0. O teste de Shapiro-Wilk foi utilizado para testar a normalidade. Para comparar os valores médios de quilocalorias, proteínas, carboidratos e lipídeos dos adolescentes, por tipo de escola e por sexo, utilizou-se o teste t de Student. Para comparar a adequação do lanche escolar entre as instituições de ensino e entre os sexos, no que diz respeito à contribuição calórica dos macronutrientes, foi utilizado o teste do χ2. O nível de significância adotado foi de 5%. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Maranhão, sob o parecer consubstanciado nº 23115007769/2010-34. Todos os participantes, bem como seus pais ou responsáveis, foram informados sobre as razões do estudo e a colaboração que se esperava dos mesmos. RESULTADOS O sexo feminino foi predominante (54,5%) no grupo estudado, especialmente na escola pública (60,0%). Na escola particular, houve um discreto predomínio do sexo masculino (51,0%). A média de idade dos estudantes matriculados no 1º ao 3º ano do ensino médio foi de 16 anos. Cad. Saúde Colet., 2014, Rio de Janeiro, 22 (2): 212-7 213 Carolina Abreu de Carvalho, Poliana Cristina de Almeida Fonsêca, Fernanda Pacheco de Oliveira, Ariane de Almeida Coelho, Soraia Pinheiro Machado Arruda A grande maioria dos adolescentes (85,0%), tanto de escola particular (87,0%) como pública (83,0%), morava com pai e/ou mãe e/ou irmãos, enquanto apenas 0,5% dos entrevistados morava sozinho. A Tabela 1 apresenta as características socioeconômicas e demográficas do grupo. A maior parte (73,0%) dos estudantes da escola particular relatou renda familiar acima de 5 salários mínimos, contrapondo-se aos achados para a escola pública, em que apenas 17,0% dos entrevistados informaram tal rendimento. Nas duas escolas, o percentual de adolescentes que não souberam informar esse dado foi elevado: 20,0% na escola pública e 21,0% na escola particular. Assim como a renda familiar, a escolaridade das mães diferiu bastante entre as duas escolas. Enquanto na particular 83,0% das mães haviam concluído o ensino superior, na escola pública apenas 23,0% delas tinham tal formação (Tabela 1). Entre os adolescentes, 69,5% afirmaram lanchar na escola, sendo 72,0% na escola particular e 67,0% na escola pública. Na escola particular, 76,0% adquiriam o lanche na cantina da própria escola e 24,0% levavam de casa. Na escola pública, 51,0% adquiriam o lanche na cantina, 37,0% lanchavam a merenda escolar e 12,0% levavam de casa. O consumo médio de energia foi de 311,5 kcal, variando de 22,8 kcal a 1042,8 kcal. O consumo médio de carboidratos no grupo foi de 45,8 g (3,0−154,4 g), o de proteínas foi 7,4 g (0,0−28,5 g) e o de lipídeos foi 10,5 g (0,0−40,8 g). Comparando-se o consumo energético e de macronutrientes entre as duas escolas, observou-se que houve diferença significativa apenas para energia (p=0,043) e carboidratos (p=0,006), sendo que os alunos de escola pública tiveram um consumo maior do que os alunos de escola particular. Não houve diferença significativa entre os sexos para nenhum dos nutrientes investigados (Tabela 2). Entre os adolescentes que costumavam lanchar na escola, 43,9% tiveram a contribuição calórica de carboidratos dentro dos valores recomendados pelas DRI. Para proteínas, a adequação foi de 43,2%, e, para lipídeos, 49,6%. A adequação de carboidratos e de lipídeos foi maior nos alunos de escola pública (Tabela 3). Adolescentes do sexo feminino apresentaram maior adequação da contribuição calórica de carboidratos e lipídeos do que os do sexo masculino. Por outro lado, a adequação da contribuição calórica de proteínas foi maior nos adolescentes do sexo masculino (Tabela 4). DISCUSSÃO O consumo de lanches é prática comum entre adolescentes, especialmente no ambiente escolar. A contribuição dos lanches para a alimentação de adolescentes representa de 25 a 50% do total de nutrientes ingeridos diariamente, sendo um importante fator preditivo do excesso de peso17. Tabela 2. Consumo médio de energia e macronutrientes no lanche escolar dos adolescentes estudados, segundo tipo de escola e sexo. São Luís, Maranhão, 2010 Consumo Escola particular Escola pública Carboidratos (g) 39,3 52,5 Proteínas (g) 07,0 07,9 Lipídeos (g) 11,2 09,7 Energia (kcal) 286,3 338,7 Valor médio Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Energia (kcal) Feminino 48,9 07,3 10,4 326,6 Masculino 41,9 07,6 10,5 293,4 Valor p* 0,006** 0,222 0,220 0,043** Valor p 0,188 0,703 0,916 0,282 *Teste t de Student; **valor de p significativo (p<0,05). Tabela 1. Características socioeconômicas e demográficas dos adolescentes estudados. São Luís, Maranhão, 2010 Sexo Com quem mora Renda familiar mensal Escolaridade da mãe Masculino Feminino Pai e/ou mãe e/ou irmãos Parentes e/ou amigos Sozinho ≤2 salários mínimos 2−5 salários mínimos >5 salários mínimos Não souberam Ensino fundamental completo Ensino médio completo Ensino superior completo Não souberam Escola particular (n=100) % 51,0 49,0 87,0 12,0 1,0 1,0 5,0 73,0 21,0 0,0 14,0 83,0 3,0 Escola pública (n=100) % 40,0 60,0 83,0 17,0 0,0 34,0 29,0 17,0 20,0 17,0 53,0 23,0 7,0 Total (n=200) % 45,5 54,5 85,0 14,5 0,5 17,5 17,0 45,0 20,5 8,5 33,5 53,0 5,0 214 Cad. Saúde Colet., 2014, Rio de Janeiro, 22 (2): 212-7 Consumo de energia e macronutrientes no lanche escolar de adolescentes de São Luís, Maranhão, Brasil Tabela 3. Adequação da contribuição calórica de macronutrientes no lanche escolar dos adolescentes estudados, segundo tipo de escola. São Luís, Maranhão, 2010 Carboidratos Abaixo Adequada Acima Proteínas Abaixo Adequada Acima Lipídeos Abaixo Adequada Acima Escola particular (n=72) % 44,4 37,5 18,1 51,4 48,6 0,0 05,6 37,5 56,9 Escola pública (n = 67) % 4,5 50,8 44,8 62,7 37,3 0,0 22,4 62,7 14,9 Total (n=139) % 25,2 43,9 30,9 56,8 43,2 0,0 13,7 49,6 36,7 Valor p* <0,001** 0,179 <0,001** *Teste do χ2; **valor de p significativo (p<0,05). Tabela 4. Adequação da contribuição calórica de macronutrientes no lanche escolar dos adolescentes estudados, segundo sexo. São Luís, Maranhão, 2010 Carboidratos Abaixo Adequada Acima Proteínas Abaixo Adequada Acima Lipídeos Abaixo Adequada Acima Sexo feminino % 14,5 52,6 32,9 67,1 32,9 − 11,8 61,8 26,3 Sexo masculino % 38,1 33,3 28,6 44,4 55,6 − 15,9 34,9 49,2 Total % 25,2 43,9 30,9 56,8 43,2 − 13,7 49,6 36,7 Valor p* 0,005** 0,007** 0,006** *Teste do χ2; **valor de p significativo (p<0,05). O consumo de lanche escolar foi relatado por expressiva parcela dos adolescentes estudados, sugerindo que esses jovens têm realizado o fracionamento das refeições, o que tende a evitar efeitos compensatórios nas refeições principais, além de diminuir o risco de doenças como a gastrite18. Outro aspecto relevante do fracionamento das refeições é a sua associação com a manutenção de um peso saudável. Segundo Koletzko e Toschke19, existe associação consistente entre o maior número de refeições e a diminuição do risco de obesidade em crianças e adolescentes. O consumo de lanches provenientes de cantinas escolares ou estabelecimentos próximos foi alto em ambas as escolas. Vargas et al.20 também encontraram em escolas públicas do Rio de Janeiro o alarmante resultado de que 70% dos alunos compravam seus lanches em cantinas ou mercados perto da escola. Esse é um achado preocupante, uma vez que esses estabelecimentos comercializam, em sua maioria, alimentos com alto valor calórico e baixa qualidade nutricional21. A proporção do consumo de alimentos adquiridos nas cantinas foi menor entre os alunos de escola pública, o que possivelmente se deve à oferta da merenda escolar. Já nas escolas particulares, o maior consumo é favorecido pelo maior nível socioeconômico dos alunos, que está associado a maior ingestão de alimentos desses estabelecimentos comerciais22. O consumo da merenda escolar foi relatado por pequena parcela dos adolescentes investigados. A distribuição de merenda escolar e a comercialização de alimentos nas escolas públicas podem gerar dificuldades aos alunos na escolha de alimentos mais saudáveis, além de diminuir a adesão à merenda escolar9,11,23. Cad. Saúde Colet., 2014, Rio de Janeiro, 22 (2): 212-7 215 Carolina Abreu de Carvalho, Poliana Cristina de Almeida Fonsêca, Fernanda Pacheco de Oliveira, Ariane de Almeida Coelho, Soraia Pinheiro Machado Arruda Alguns estudos relatam que os alunos muitas vezes preferem outros alimentos em detrimento da merenda escolar; tais pesquisas também apontam para a necessidade de preparações que levem em consideração a palatabilidade dos alunos12,20. Outro fator que pode levar à recusa da merenda escolar é que o PNAE prevê a oferta de refeições compostas por arroz, feijão e carne, servidas frequentemente no meio da manhã, horário em que os alunos preferem consumir alimentos mais leves12. Por fim, varied quite markedly with height, and that air masses aloft (∼200 m above the ground) could have an aerosol loading quite different to that measured on the ground (Rankin and Wolff, 2002). However, for the event described here, at least, it appears that the 4139 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU source of surface snow nitrate was wet deposition and scrubbing, and the data are consistent with the nitrate source being p-NO−3 within the boundary layer. 4 Boundary layer trace gas versus snowpack sources of NOx A key question among polar atmospheric chemists concerns the role of polar snow5 packs as a source of trace gases to the overlying boundary layer. For those studying nitrogen chemistry, the interest lies in understanding the budget of NOx; we know that NOx is photochemically produced (Honrath et al., 1999; Jones et al, 2000) and then released (Jones et al., 2001; Wolff et al., 2002) from the snowpack, but the relative contribution compare to NOx production from trace gases in the background atmo10 sphere has not yet been assessed. The data gathered during CHABLIS allow us to constrain the dominant NOx production mechanisms, and by comparing these calculated production rates, to assess the relative importance of sources of boundary layer NOx, both in the air and from the snowpack. This approach also provides insight into which gas-phase species are dominating NOx production within the boundary layer. 15 4.1 Methodology We selected two 24-h periods, one in summer and one in spring, within which to calculate diurnally-averaged NOx (as either NO or NO2) production. The periods selected were 18 January 2005 and from noon of 28 September 2004 through to noon of 29 September 2004. The former period was the first day in the summer season when 20 high-resolution alkyl nitrate data were available to compliment the other high-resolution datasets. This was also a time when an NOy intensive was carried out, so that daily HNO3 measurements are available. During the latter period, an NOy measurement intensive was also conducted, giving, in addition, alkyl nitrate measurements every 6 h – the highest resolution alkyl nitrate data available for the spring period. 4140 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.1 Deriving gas-phase data NOx production rates were calculated every 3 h during these diurnal periods, giving 8 data points from which daily means could be calculated. Where possible (e.g. for HONO, PAN, summertime methyl and ethyl nitrates), input data were taken from an 5 hourly data merger carried out for all the CHABLIS data and the few missing data points were derived by linear interpolation. For the 6-hourly springtime methyl and ethyl nitrate mixing ratios, it was by default necessary to interpolate to achieve data at a 3-h frequency. These data were thus point-averages rather than hourly-averages, but as mixing ratios did not vary rapidly over the day, the uncertainty introduced by this 10 approach is limited. For HNO3, sampled over a longer timeframe, it was necessary to reconstruct higher resolution data. Summertime HNO3 was measured as a 24-hmean centred around 23:59 on both 17 January and 18 January. These two data points were averaged to derive a daily mean for 18 January. The diurnal variation was reconstructed by comparing with 6-hourly resolution HNO3 data measured previously 15 at Neumayer station (Jones et al., 1999). There, a diurnal cycle with amplitude 7.5 pptv was measured, centred around noon. This amplitude was applied to the 18 January mean to give a reasonable diurnal cycle. For the 28/29 September HNO3, the 6-hourlyresolution data were below the detection limit, so the daily mean for 27 September and 29 September were averaged to give a mean for the calculation period. This mean was 20 only 0.96 pptv, and, being so low, it was taken to be constant over the 24-h period of interest. Finally, several measured NOy species did not exceed 2 pptv throughout the year (e.g. NO3 and the higher alkyl nitrates), and they were ignored for this calculation. Similarly, output from the GEOS-Chem model suggested that HNO4 also remained well below this threshold throughout the year (M. Evans, personal communication) so 25 no account for HNO4 was taken here. 4141 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.2 Gas-phase kinetic data Gas-phase reaction rates were taken from Atkinson et al. (2004, 2006) and photolysis rates for each 3-h period were calculated using the on-line version of the radiative transfer model TUV (Madronich and Flocke, 1998). For these calculations, input parameters 5 included the total ozone column measured at Halley for these days, and an albedo of 0.9. Clear sky conditions were assumed, so photolysis rates will be overestimated, but the relative effect on all species will be comparable. In addition, OH concentrations were necessary for some kinetic calculations. On 18 January 2005, OH was measured by the FAGE (Fluorescence Assay by Gas Expansion) instrument (Bloss et al., 2007). 10 These data were included in the CHABLIS data merger, so that mean hourly OH concentrations were available for this period. No OH measurements were available for September, so OH was derived indirectly. Bloss et al. (2007) calculated a mid-month OH throughout the CHABLIS measurement period based on varying jO(1D) (from the TUV model). To derive a daily mean OH for 28/29 September, we averaged the mid15 month values for September and October, and found that (28/29 September)calculated = 0.561 (15 January)calculated. A diurnally-varying OH for 28/29 September was calculated from 0.561 * each 3-hourly measured January OH. Temperature data were taken from measured values. For PAN thermal decomposition, the upper limit was calculated according to –d[PAN]/dt = k[PAN]. 20 4.1.3 Calculating snowpack NOx emissions The rates with which NOx was emitted from the snowpack during the periods of interest were calculated in line with previous work by Wolff et al. (2002). In brief, spectral irradiance at 3-h intervals was calculated using the TUV model. These were converted to actinic flux as a function of depth according to output from a model designed to 25 simulate light propagation through snow (Grenfell, 1991). The actinic fluxes were then convoluted with the absorption cross-sections and the quantum yield to give J values. In this case, temperature-dependent quantum yields were used (Chu and Anastasio, 4142 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 2003) which were not available at the time of the Wolff et al., 2002 work. A temperature of –4 C was taken for 18 January, and of –20 C for 28/29 September. These were chosen by assuming that the top few cms of snow saw an average of the near surface (1 m) air temperature for the preceding 1–2 days. Finally, the nitrate concentration in snow 5 was derived using the average of the 0 cm, 5 cm and 10 cm snow nitrate concentration from the snowpit dug nearest to the date in question. This gave 73 ng/g for September and 157 ng/g for January. 4.2 Outcome The results for the gas-phase production rates are given in Table 3a. It is immedi10 ately evident that the contribution from HONO photolysis completely dominates NOx production for both periods, with rates of 6.20E+05 and 4.80E+04 molecs cm−3 s−1 for January and September respectively. This is no great surprise, given the very short lifetime of HONO to photolysis, and reflects a recycling of NOx through HONO (via NO + OH → HONO) rather than a pure source of NOx. Indeed, NOx, although generally 15 defined as NO + NO2, is sometimes expanded to include HONO as well. However, as discussed earlier, HONO also has a source from snowpack photochemistry (Zhou et al., 2001; Beine et al., 2002; Dibb et al., 2002) so as well as facilitating recycling, boundary layer HONO that has been released from the snowpack can act as a source of atmospheric NOx. With our data it is not possible to determine how much of the 20 NOx produced by HONO photolysis (or reaction with OH) is Plano Diretor do Município de Paraguaçu. Projeto de Lei n. 22/2005. Prefeitura Municipal de Paraguaçu, 82 f., [14], Il. Edição fac-similar. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG; Memória Arquitetura Ltda. O Patrimônio Cultural de Paraguaçu/MG. 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