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MOTIVAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA COM JOGOS NO CURSO DE MAGISTÉRIO EM NÍVEL MÉDIO

Documento informativo

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL - PROFMAT DISSERTAÇÃO MOTIVAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA COM JOGOS NO CURSO DE MAGISTÉRIO EM NÍVEL MÉDIO Aline Viana Oliveira Seropédica Agosto de 2014 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL - PROFMAT MOTIVAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA COM JOGOS NO CURSO DE MAGISTÉRIO EM NÍVEL MÉDIO ALINE VIANA OLIVEIRA Orientadora: Profª Dra. Eulina Coutinho S. do Nascimento Dissertação submetida como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre, no curso de PósGraduação em Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional – PROFMAT, Área de Concentração em Matemática. Seropédica Agosto de 2014 Dedico este trabalho a quem dedicou a vida por mim, Mãe e Pai. AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente e principalmente a Deus pelo dom da vida e pelas oportunidades que tem me dado, acima de tudo de ser feliz! Aos meus pais, Raimundo (in memorian) e Maria do Carmo por todo o amor e educação que me proporcionaram. À minha amada irmã Alessandra por ser meu exemplo, meu cunhado Aécio pelas conversas sempre enriquecedoras e ao pequeno Lucas pelo privilégio de ser sua tia. Ao meu amado esposo Ruan por todo amor, apoio e companheirismo. À minha pequenina Luíza, que foi a surpresa mais linda que o Senhor já me enviou, hoje com certeza sou uma pessoa melhor por ela. Aos meus sogros Margarete e Fernando e minha cunhada Ruane pelo incentivo e carinho. À todos que cuidaram da minha pequenina para que eu pudesse realizar esse trabalho: Vó Cacá, Vó Margarete, Vô Fernando, Tia Ruane, Tia Lia, Prima Munisa e as tias da Creche Crescer. Agradeço à Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e seus professores por me acolherem desde a graduação até a conclusão deste curso. Aos organizadores do PROFMAT pela oportunidade de me aperfeiçoar. A CAPES pelo apoio financeiro durante todo o curso. À minha querida Orientadora Profª Dra. Eulina, pela paciência e persistência, por acreditar em mim. Aos professores Dr. José Roberto Linhares e Dra Aline Maurício Barbosa pelas contribuições pertinentes a esse trabalho. Agradeço à minha grande família, que por vezes não entendeu minhas ausências, mas que com certeza estão felizes com essa conquista. Às minhas primas que são como irmãs, Angela, Dayana e Fatinha. Aos meus amigos da graduação por me incentivarem e me convencerem que eu seria capaz de chegar aqui, Aline Maria, Luciano e Josiane. Aos meus amigos de longa data da paróquia Santa Rita de Cássia que sempre me proporcionam momentos que valem a pena ser lembrados, em especial Milton, Valéria, Raquel, Valtencir e Amanda. Aos meus amigos de turma pela amizade, pelos momentos de estudo e pelos momentos de risadas. Ao Colégio Estadual Vicentina Goulart por acreditar no meu trabalho e me dar autonomia para a realização das atividades dessa pesquisa. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos os meus alunos e ex-alunos que de alguma forma me inspiram a querer ser uma professora melhor a cada dia. A todos vocês, o meu muito obrigada!!! “Minha alma engrandece ao Senhor e meu espírito exulta em Deus, meu Salvador”! Lucas 1: 46,47 RESUMO Percebendo-se a falta de motivação para aprender matemática dos alunos do curso de magistério em nível médio em uma escola estadual de Nova Iguaçu RJ, surgiu a vontade de realizar uma atividade diferenciada que pudesse ao mesmo tempo proporcionar aprendizado mais significativo e motivá-los para aprender. Os jogos eletrônicos da plataforma Mangahigh, fornecidos pelo programa SESI Matemática foram os escolhidos para esta empreitada. Foi realizada uma oficina com uma turma de 1º ano do curso normal onde os alunos trabalharam o conteúdo de equações do 1º grau através de jogos, tendo aumentado significativamente os resultados dos testes após a realização da oficina. Também foi avaliado o nível de motivação dos alunos através da Escala de Motivação em Matemática de Gontijo (2007) antes da oficina e após a sua realização com o questionário de avaliação. O comparativo dos resultados dos questionários mostra uma mudança de postura por parte dos alunos que leva a acreditar no alcance dos objetivos desejados. Palavras-Chave: Motivação no ensino, Jogos eletrônicos de matemática, Plataforma Mangahigh, Ensino de Matemática, Curso de Magistério. ABSTRACT Perceiving a deficiency of motivation for to learn mathematic from students of magistery of high school in an Estadual highschool of Nova Iguaçu - RJ, came up a desire to perform a differentiated activity, that could to give more significant learning and motivates them to learn in the same time. The Electronics plays of Mangahigh Platform, supplied by SESI Mathematics Program were selected for this work. It was realized a workshop in a class of first year of normal course and the students worked equation of first degree, and the results in the motivation and learning increased after realization of workshop. The level of the motivation of students was measured by Motivation in Mathematics Scale by Gontijo (2007) before and after workshop. The results show a changing of stance from students and this leads to believe in achieving the desired objectives. Keywords: Motivation in Learning, Electronics plays of Mathematic, Mangahigh Platform, Teaching of Mathematics, Teaching Course. LISTA DE FIGURAS pág. Figura 3.1- Plataforma Mangahigh. 45 Figura 3.2 – Exemplo de Análise através do gráfico de pizza. 47 Figura 3.3 – Interpretação do gráfico da Análise Individual. 47 Figura 3.4 – Exemplo de Análise Individual. 48 Figura 5.1 – Apresentação do jogo Algebra Meltdown. 58 Figura 5.2 – Exemplo de situação do jogo Algebra Meltdown. 58 Figura 5.3 – Exemplo do PRODIGI. 59 Figura 5.4 – Exemplo do PRODIGI. 59 LISTA DE TABELAS pág. Tabela 5.1 – Respostas dos itens relativos ao fator 1 do questionário 1. 62 Tabela 5.2 – Respostas dos itens relativos ao fator 2 do questionário 1. 63 Tabela 5.3 – Respostas dos itens relativos ao fator 3 do questionário 1. 64 Tabela 5.4 – Respostas dos itens relativos ao fator 4 do questionário 1. 65 Tabela 5.5 – Respostas dos itens relativos ao fator 5 do questionário 1. 66 Tabela 5.6 – Respostas dos itens relativos ao fator 6 do questionário 1. 67 Tabela 5.7 – Respostas do pré-teste . 69 Tabela 5.8 – Respostas do pós-teste . 70 Tabela 5.9 – Respostas dos itens relativos ao fator 1 do questionário 2. 78 Tabela 5.10 – Respostas dos itens relativos ao fator 2 do questionário 2.79 Tabela 5.11 – Respostas dos itens relativos ao fator 3 do questionário 2. 80 Tabela 5.12 – Respostas dos itens relativos ao fator 4 do questionário 2.81 LISTA DE GRÁFICOS pág. Gráficos 5.1 e 5.2 – Percentual dos itens 19 e 23 do questionário 1. 63 Gráficos 5.3 e 5.4 - Percentual dos itens 7 e 14 do questionário 1. 64 Gráficos 5.5 e 5.6 - Percentual dos itens 21 e 22 do questionário 1. 65 Gráficos 5.7 e 5.8 - Percentual dos itens 2 e 3 do questionário 1. 66 Gráficos 5.9 e 5.10 - Percentual dos itens 17 e 18 do questionário 1. 67 Gráficos 5.11 e 5.12 - Percentual dos itens 8 e 16 do questionário 1. 68 Gráficos 5.13 e 5.14 – Comparativo da questão 1 pré-teste com questão 2 pós-teste. 71 Gráficos 5.15 e 5.16 - Comparativo da questão 4 pré-teste com questão 4 pós-teste. 72 Gráficos 5.17 e 5.18 - Comparativo da questão 9 pré-teste com questão 7 pós-teste. 72 Gráfico 5.19 – Análise da atividade PRODIGI. 73 Gráfico 5.20 – Análise individual do PRODIGI. 74 Gráfico 5.21 – Detalhamento 1 da Análise Individual do PRODIGI. 75 Gráfico 5.22 – Detalhamento 2 da Análise Individual do PRODIGI. 76 Gráfico 5.23 – Detalhamento 3 da Análise Individual do PRODIGI.76 Gráfico 5.24 – Análise do jogo Algebra Meltdown. 77 Gráfico 5.25 – Análise Individual do Jogo Algebra Meltdown. 77 Gráficos 5.26 e 5.27 - Percentual dos itens 1 e 13 do questionário 2. 79 Gráficos 5.28 e 5.29 - Percentual dos itens 6 e 14 do questionário 2. 80 Gráficos 5.30 e 5.31 - Percentual dos itens 5 e 17 do questionário 2. 81 Gráficos 5.32 e 5.33 - Percentual dos itens 20 e 21 do questionário 2. 82 SUMÁRIO INTRODUÇÃO . 14 1 – JOGOS: INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM . 17 1.1 – JOGOS . 17 1.2 - O JOGO NO ENSINO DA MATEMÁTICA . 22 1.2.1 – O papel do professor e do aluno na atividade com jogos. 25 1.3 – JOGOS ELETRÔNICOS EDUCATIVOS . 29 2 – MOTIVAÇÃO NO ENSINO . 31 2.1 – ALGUNS PROBLEMAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA . 31 2.2 – MOTIVAÇÃO . 33 2.3 – MOTIVAÇÃO NA SALA DE AULA . 35 3 – O PROGRAMA SESI MATEMÁTICA . 44 4 – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS . 52 5 – DESCRIÇÃO E ANÁLISE DAS ATIVIDADES REALIZADAS . 55 5.1 – ENTREVISTA . 55 5.2 – PLANEJAMENTO . 57 5.3 – REALIZAÇÃO DA OFICINA . 60 5.4 – ANÁLISE DOS DADOS E DISCUSSÕES . 61 5.4.1 – Questionário 1 – Escala de Motivação em Matemática . 61 5.4.1.1 - Satisfação pela Matemática . 62 5.4.1.2 – Jogos e Desafios . 63 5.4.1.3 – Resolução de Problemas . 64 5.4.1.4 – Aplicações no Cotidiano . 65 5.4.1.5 – Hábitos de Estudo . 66 5.4.1.6 - Interações na Aula de Matemática . 67 5.4.2 – Testes . 69 5.4.3 - Atividades na plataforma Mangahigh . 73 5.4.3.1 – PRODIGI . 73 5.4.3.2 – Algebra Meltdown . 76 5.4.4 – Questionário 2: Avaliação da oficina . 78 5.4.4.1 – Avaliação da Participação . 78 5.4.4.2 – Avaliação da Satisfação . 79 5.4.4.3 – Avaliação do Aprendizado . 80 5.4.4.4 - Avaliação da Oficina . 81 CONSIDERAÇÕES FINAIS . 83 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . 85 ANEXO A – Escala de Motivação em Matemática . 89 APÊNDICE A - Porcentagem das Respostas do questionário 1: Escala de Motivação Matemática . 91 APÊNDICE B - Questionário 2 – Avaliação da Oficina . 93 APÊNDICE C - Pré-teste . 94 APÊNDICE D – Pós-Teste . 97 APÊNDICE E – Entrevistas . 99 INTRODUÇÃO Tendo sido formada em 2008 pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e assumido matrícula no governo estadual como professora no mesmo ano, veio o choque com a realidade: os alunos não eram perfeitos, eles não aprendiam com tanta facilidade e, pior, eles mal se interessavam no que lhes era passado durante as aulas. O desejo de fazer um trabalho diferente com esses alunos era grande, porém havia a necessidade de se preparar melhor, de aprender a lidar com as necessidades desses alunos e também aprender o que lhes chamava atenção para que pudesse ser usado como artifício durante o processo de ensinoaprendizagem. Os jogos então surgiram como uma possibilidade, de dar leveza e descontração ao ensino. Entre várias tentativas com sucessos e fracassos, o desejo de ensinar foi o sustento que trouxe até hoje o ânimo de fazer diferente. Para o desenvolvimento dessa pesquisa não haveria laboratório melhor que a escola que acolheu e ensinou esta professora a ensinar. Escola estadual tradicional de Nova Iguaçu, situada no bairro de Miguel Couto. Dentre as várias modalidades de ensino, a escola oferece o Curso de Magistério em Nível Médio, o famoso Curso Normal. Os cursos de magistério priorizam o estudo de disciplinas pedagógicas, deixando pouco tempo para o estudo das disciplinas específicas, tanto dos conteúdos da formação geral do ensino médio, quanto dos conteúdos que serão ensinados pelos professorandos em suas vidas profissionais. E mesmo quando há esse espaço, ele é direcionado por pedagogos, e não por professores especialistas da área. Segundo dados da SEEDUC-RJ (Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro), atualmente a rede tem 40 mil alunos matriculados no Curso Normal. Os alunos do Curso Normal dessa escola, como os da maioria das 96 escolas estaduais do Rio de Janeiro que oferecem o curso, são alunos que apresentam muita dificuldade de aprendizado em matemática. Mas não há só a dificuldade de aprendizagem, há também a desmotivação para o aprendizado. 14 Normalmente esses alunos já vêm com defasagem de conteúdo do Ensino Fundamental, e assumem a responsabilidade de estabelecer o primeiro contato formal da matemática com muitos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Segundo o PCN (BRASIL, 2001), cabe aos professores promover um ambiente de trabalho motivador para melhorar o aprendizado da matemática, ou seja, o professor deve ser o incentivador de ações que levem o aluno a criar, comparar, discutir, rever, perguntar e ampliar idéias. Saber se os alunos estão motivados para aprender matemática é importante para elaborar as estratégias de trabalho visando melhorar o ensino da matemática. Segundo Bzuneck (2001, p.9), a motivação tem sido entendida ora como um fator psicológico inerente à pessoa, ou conjunto de fatores, ora como um processo, que pode ser externo à pessoa. Esses fatores fazem com que o aluno tenha interesse, pesquise, realize as tarefas. Bzuneck (2001, p.9) afirma que “a motivação, ou o motivo, é aquilo que move uma pessoa ou que a põe em ação ou a faz mudar de curso”. A fim de ajudar os alunos a desenvolverem os hábitos de um indivíduo motivado a aprender, foi desenvolvido o projeto desta pesquisa, onde deu-se preferência por trabalhar com uma turma do curso normal a fim de colaborar na formação matemática dos futuros professores. A estratégia utilizada para motivar o aprendizado de matemática foi a aplicação de jogos eletrônicos da plataforma Mangahigh, oferecida pelo SESIRJ (Serviço Social da Indústria do Rio de Janeiro) que tem parceria com a SEEDUC-RJ. Foi oferecida uma oficina aos alunos, onde estes tiveram a oportunidade de realizar atividades de forma lúdica, sem deixar de construir os conceitos formalmente, ou seja, a oficina visou tornar o aprendizado mais dinâmico e mais significativo. O conteúdo específico trabalhado na oficina e a turma escolhida foram indicados pelos professores de matemática que trabalham no curso normal. O objetivo principal dessa pesquisa foi motivar o aprendizado de matemática através de jogos eletrônicos, com alunos do 1º ano do curso normal de uma escola estadual de Nova Iguaçu, RJ. 15 O aprendizado em matemática provoca diferentes sentimentos nos educandos. varied quite markedly with height, and that air masses aloft (∼200 m above the ground) could have an aerosol loading quite different to that measured on the ground (Rankin and Wolff, 2002). However, for the event described here, at least, it appears that the 4139 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU source of surface snow nitrate was wet deposition and scrubbing, and the data are consistent with the nitrate source being p-NO−3 within the boundary layer. 4 Boundary layer trace gas versus snowpack sources of NOx A key question among polar atmospheric chemists concerns the role of polar snow5 packs as a source of trace gases to the overlying boundary layer. For those studying nitrogen chemistry, the interest lies in understanding the budget of NOx; we know that NOx is photochemically produced (Honrath et al., 1999; Jones et al, 2000) and then released (Jones et al., 2001; Wolff et al., 2002) from the snowpack, but the relative contribution compare to NOx production from trace gases in the background atmo10 sphere has not yet been assessed. The data gathered during CHABLIS allow us to constrain the dominant NOx production mechanisms, and by comparing these calculated production rates, to assess the relative importance of sources of boundary layer NOx, both in the air and from the snowpack. This approach also provides insight into which gas-phase species are dominating NOx production within the boundary layer. 15 4.1 Methodology We selected two 24-h periods, one in summer and one in spring, within which to calculate diurnally-averaged NOx (as either NO or NO2) production. The periods selected were 18 January 2005 and from noon of 28 September 2004 through to noon of 29 September 2004. The former period was the first day in the summer season when 20 high-resolution alkyl nitrate data were available to compliment the other high-resolution datasets. This was also a time when an NOy intensive was carried out, so that daily HNO3 measurements are available. During the latter period, an NOy measurement intensive was also conducted, giving, in addition, alkyl nitrate measurements every 6 h – the highest resolution alkyl nitrate data available for the spring period. 4140 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.1 Deriving gas-phase data NOx production rates were calculated every 3 h during these diurnal periods, giving 8 data points from which daily means could be calculated. Where possible (e.g. for HONO, PAN, summertime methyl and ethyl nitrates), input data were taken from an 5 hourly data merger carried out for all the CHABLIS data and the few missing data points were derived by linear interpolation. For the 6-hourly springtime methyl and ethyl nitrate mixing ratios, it was by default necessary to interpolate to achieve data at a 3-h frequency. These data were thus point-averages rather than hourly-averages, but as mixing ratios did not vary rapidly over the day, the uncertainty introduced by this 10 approach is limited. For HNO3, sampled over a longer timeframe, it was necessary to reconstruct higher resolution data. Summertime HNO3 was measured as a 24-hmean centred around 23:59 on both 17 January and 18 January. These two data points were averaged to derive a daily mean for 18 January. The diurnal variation was reconstructed by comparing with 6-hourly resolution HNO3 data measured previously 15 at Neumayer station (Jones et al., 1999). There, a diurnal cycle with amplitude 7.5 pptv was measured, centred around noon. This amplitude was applied to the 18 January mean to give a reasonable diurnal cycle. For the 28/29 September HNO3, the 6-hourlyresolution data were below the detection limit, so the daily mean for 27 September and 29 September were averaged to give a mean for the calculation period. This mean was 20 only 0.96 pptv, and, being so low, it was taken to be constant over the 24-h period of interest. Finally, several measured NOy species did not exceed 2 pptv throughout the year (e.g. NO3 and the higher alkyl nitrates), and they were ignored for this calculation. Similarly, output from the GEOS-Chem model suggested that HNO4 also remained well below this threshold throughout the year (M. Evans, personal communication) so 25 no account for HNO4 was taken here. 4141 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.2 Gas-phase kinetic data Gas-phase reaction rates were taken from Atkinson et al. (2004, 2006) and photolysis rates for each 3-h period were calculated using the on-line version of the radiative transfer model TUV (Madronich and Flocke, 1998). For these calculations, input parameters 5 included the total ozone column measured at Halley for these days, and an albedo of 0.9. Clear sky conditions were assumed, so photolysis rates will be overestimated, but the relative effect on all species will be comparable. In addition, OH concentrations were necessary for some kinetic calculations. On 18 January 2005, OH was measured by the FAGE (Fluorescence Assay by Gas Expansion) instrument (Bloss et al., 2007). 10 These data were included in the CHABLIS data merger, so that mean hourly OH concentrations were available for this period. No OH measurements were available for September, so OH was derived indirectly. Bloss et al. (2007) calculated a mid-month OH throughout the CHABLIS measurement period based on varying jO(1D) (from the TUV model). To derive a daily mean OH for 28/29 September, we averaged the mid15 month values for September and October, and found that (28/29 September)calculated = 0.561 (15 January)calculated. A diurnally-varying OH for 28/29 September was calculated from 0.561 * each 3-hourly measured January OH. Temperature data were taken from measured values. For PAN thermal decomposition, the upper limit was calculated according to –d[PAN]/dt = k[PAN]. 20 4.1.3 Calculating snowpack NOx emissions The rates with which NOx was emitted from the snowpack during the periods of interest were calculated in line with previous work by Wolff et al. (2002). In brief, spectral irradiance at 3-h intervals was calculated using the TUV model. These were converted to actinic flux as a function of depth according to output from a model designed to 25 simulate light propagation through snow (Grenfell, 1991). The actinic fluxes were then convoluted with the absorption cross-sections and the quantum yield to give J values. In this case, temperature-dependent quantum yields were used (Chu and Anastasio, 4142 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 2003) which were not available at the time of the Wolff et al., 2002 work. A temperature of –4 C was taken for 18 January, and of –20 C for 28/29 September. These were chosen by assuming that the top few cms of snow saw an average of the near surface (1 m) air temperature for the preceding 1–2 days. Finally, the nitrate concentration in snow 5 was derived using the average of the 0 cm, 5 cm and 10 cm snow nitrate concentration from the snowpit dug nearest to the date in question. This gave 73 ng/g for September and 157 ng/g for January. 4.2 Outcome The results for the gas-phase production rates are given in Table 3a. It is immedi10 ately evident that the contribution from HONO photolysis completely dominates NOx production for both periods, with rates of 6.20E+05 and 4.80E+04 molecs cm−3 s−1 for January and September respectively. This is no great surprise, given the very short lifetime of HONO to photolysis, and reflects a recycling of NOx through HONO (via NO + OH → HONO) rather than a pure source of NOx. Indeed, NOx, although generally 15 defined as NO + NO2, is sometimes expanded to include HONO as well. However, as discussed earlier, HONO also has a source from snowpack photochemistry (Zhou et al., 2001; Beine et al., 2002; Dibb et al., 2002) so as well as facilitating recycling, boundary layer HONO that has been released from the snowpack can act as a source of atmospheric NOx. With our data it is not possible to determine how much of the 20 NOx produced by HONO photolysis (or reaction with OH) is Plano Diretor do Município de Paraguaçu. Projeto de Lei n. 22/2005. Prefeitura Municipal de Paraguaçu, 82 f., [14], Il. Edição fac-similar. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG; Memória Arquitetura Ltda. O Patrimônio Cultural de Paraguaçu/MG. Belo Horizonte. 2008. 30 p. Il. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG. 2ª Etapa do Inventário de Proteção do Acervo Cultural de Paraguaçu. Belo Horizonte. Julho/2006. 1 CD-ROM. PESEZ, Jean-Marie. 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