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Fotografia e história: uma análise da interventoria de João Punaro Bley no Espírito Santo através das imagens publicadas na revista Vida Capichaba nos anos 1930, 1935, 1937 e 1942

Documento informativo

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E NATURAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL DAS RELAÇÕES POLÍTICAS MARCELA CAMPOREZ FOTOGRAFIA E HISTÓRIA: UMA ANÁLISE DA INTERVENTORIA DE JOÃO PUNARO BLEY NO ESPÍRITO SANTO ATRAVÉS DAS IMAGENS PUBLICADAS NA REVISTA VIDA CAPICHABA NOS ANOS 1930, 1935, 1937 E 1942 VITÓRIA 2015 MARCELA CAMPOREZ FOTOGRAFIA E HISTÓRIA: UMA ANÁLISE DA INTERVENTORIA DE JOÃO PUNARO BLEY NO ESPÍRITO SANTO ATRAVÉS DAS IMAGENS PUBLICADAS NA REVISTA VIDA CAPICHABA NOS ANOS 1930, 1935, 1937 E 1942 Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação de História do Centro de Ciências Humanas e Naturais da Universidade Federal do Espírito Santo, como requisito parcial para a obtenção do Grau de Mestre em História, na área de concentração em História Social das Relações Políticas. Orientador: Prof. Dr. Luiz Cláudio M. Ribeiro VITÓRIA 2015 MARCELA CAMPOREZ FOTOGRAFIA E HISTÓRIA: UMA ANÁLISE DA INTERVENTORIA DE JOÃO PUNARO BLEY NO ESPÍRITO SANTO ATRAVÉS DAS IMAGENS PUBLICADAS NA REVISTA VIDA CAPICHABA NOS ANOS 1930, 1935, 1937 E 1942 Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação de História do Centro de Ciências Humanas e Naturais da Universidade Federal do Espírito Santo, como requisito parcial para a obtenção do Grau de Mestre em História, na área de concentração em História Social das Relações Políticas. Aprovada em de 2015. COMISSÃO EXAMINADORA __________________________________________ Prof. Dr. Luiz Cláudio M. Ribeiro Universidade Federal do Espírito Santo Orientador __________________________________________ Profª. Drª. Gabriela Santos Alves Universidade Federal do Espírito Santo Co-orientadora __________________________________________ Prof. Dr. Cezar Teixeira Honorato Universidade Federal Fluminense __________________________________________ Profª. Drª. Márcia Barros Ferreira Rodrigues Universidade Federal do Espírito Santo AGRADECIMENTOS Depois de dois anos, o sentimento que mais tenho no peito é gratidão. Sou extremamente grata por todos os conselhos e ensinamentos recebidos ao longo dessa estrada que iniciei em 2013, e que hoje termino. Para começar, não seria quem sou sem todas as bênçãos que Deus sempre derramou sobre mim, colocando pessoas extraordinárias em minha vida, e me enchendo de luz sempre que me encontrava em um caminho escuro. Gratidão também, de maneira geral, à Universidade Federal do Espírito Santo, por me presentear com tantos mestres ao longo do caminho. Agradeço pela paciência e disponibilidade do professor Luiz Cláudio Moisés Ribeiro em receber uma orientanda de outra área e, mais do que isso, por aceitar minhas ideias e meu trabalho multidisciplinar. Também, à Gabriela Alves, professora do departamento de Comunicação Social da UFES, que esteve comigo mesmo antes de entrar no mestrado, e que sempre me socorreu quando precisei. Muito Obrigada! Depois, às mulheres da minha vida: Alzira, Marina e Daniela. Sem vocês não conseguiria chegar onde estou e ter tudo que tenho! Muito obrigada pelo apoio incondicional, pela torcida, por ficarem ao meu lado e pelos tantos momentos maravilhosos que vivemos quando estava esgotada e precisando de ajuda. Ao meu amor, João Claudio, meu maior incentivador, que sempre me abre os olhos para meu potencial, e me encoraja a ser minha melhor versão. Por você termino esse trabalho, e sigo querendo alcançar novos voos, desde que estejamos juntos. Amo vocês! À Giselly, que tanto me ajudou durante esses 24 meses. Sem você essas páginas não estariam completas, então, obrigada por ser essa guerreira, exemplo de pesquisadora e de pessoa para mim! Por último, e tão importante quanto, um obrigada especial aos meus amigos que sempre me deram palavras de conforto e momentos de alegria para superar as dificuldades ao longo desse percurso. Vocês sempre estarão comigo, e esse momento é de todos nós! O mundo inteiro é um palco. Todos os homens e mulheres não passam de meros atores. Eles entram e saem de cena. E cada um no seu tempo representa diversos papéis. William Shakespeare RESUMO Ao colocar novos personagens dentro da estrutura política da década de 1930, Getúlio Vargas tenta defender seus interesses autoritários e controlar os estados brasileiros. Entre essas novas figuras, os interventores, destacamos o Capitão João Punaro Bley: um outsider que chega ao Espírito Santo em um período de transformações, sem nenhum reconhecimento da população que estaria à frente, e ainda assim, consegue manter-se no poder local por mais de doze anos. Através de fotografias veiculadas na revista ilustrada Vida Capichaba durante quatro anos marcantes de seu governo (1930, 1935, 1937 e 1942), espera-se encontrar rastros de como essas imagens podem ser consideradas ferramentas de controle político utilizadas por Bley para disseminar sua imagem, e conquistar o apoio da sociedade espírito-santense. Serão analisadas as relações entre fotografia e história, além de um panorama geral do contexto da época, e da revista Vida Capichaba como veículo de destaque dentro da sociedade em se encontrava. Palavras-chave: Fotografia, história, Espírito Santo, legitimação, Interventor, Vida Capichaba ABSTRACT By placing new characters into the 1930’s political structure, Getúlio Vargas tries to defend his interests and control the brasilian states. Among these new figures, the stakeholders highlight Captain João Punaro Bley: an outsider who comes to Espírito Santo in a period of transition, with no recognition of the population that he would be lidering, and yet manages to remain in local government by over twelve years. Through photographs conveyed in the illustrated magazine Vida Capichaba into four years that we thing are important in his government (1930, 1935, 1937 and 1942), is expected to find traces of how these images can be considered political control tools used by Bley to spread your image, and win the support of spirit-Santo's society. The relationship between photography and history will be reviewed, such as an overview of the context of the time, and a look at the magazine Vida Capichaba as a leading vehicle within the society was. Keywords: Photography, history, Espírito Santo, legitimization, Intervenor, Vida Capichaba LISTAS DE FOTOGRAFIAS Fotografia 1: O Movimento Revolucionário no Espírito Santo . 37 Fotografia 2: Vida Capichaba do dia 13 de novembro de 1930. 40 Fotografia 3: Capas da Vida Capichaba . 68 Fotografia 4: Revista Vida Capichaba do dia 30 de junho de 1935 . 73 Fotografia 5: Grupo de officiaes do exército . 88 Fotografia 6: Grupo de officiaes do exército II . 89 Figura 7: Grupo de officiaes do exército III. 90 Fotografia 8: Grupo apanhado após inauguração da Praça João Pessoa . 91 Fotografia 9: O governo do Espírito Santo . 92 Fotografia 10: O Espírito Santo entra no regimen constitucional . 108 Fotografia 11: O corpo consular em Victoria homenageia o sr. Governador. 108 Fotografia 12: O Exmº Sr. Cap. Punaro Bley . 110 Fotografia 13: O Espírito Santo no regimen constitucional. 110 Fotografia 14: No Palácio do Governo . 111 Fotografia 15: Inauguração da Matriz de Santa Rita de Cássia . 112 Fotografia 16: Baile Oficial, em Palácio, oferecido pelo governador. . 113 Fotografia 17: Flagrante da inauguração do leprosário. 114 Fotografia 18: Entrega de medalhas aos campeões . 115 Fotografia 19: Entrega de medalhas aos campeões II . 116 Fotografia 20: Festa realizada no Club de Regatas Saldanha da Gama . 117 Fotografia 21: IV Centenário do Povoamento do solo Espírito Santense . 118 Fotografia 22: Justa homenagem . 119 Fotografia 23: Rio Branco F.C. . 120 Fotografia 24: Alvares Cabral . 121 Fotografia 25: Alvares Cabral II. 121 Fotografia 26:Incentivando o uso dos bons cafés . 122 Fotografia 27: Directores do Grupo dos Aquáticos agradecem Bley . 139 Fotografia 28: Reabastecimento de agua na Capital. 139 Fotografia 29: Vida Escolar . 140 Fotografia 30: Aspecto da sessão de posse do novo directorio do PSD . 141 Fotografiaa 31:Os delegados do Partido Social Democrático. 141 Fotografia 32: A multidão que assistiu ao desembarque do Ministro Capanema . 142 Fotografia 33: Ministro Gustavo Capanema e o Governador Bley. 143 Fotografia 34: Resolvendo o problema do combate a lepra. 144 Figura 35: Flagrante do grande almoço . 144 Fotografia 36: Resolvendo o problema da super-produção. . 145 Fotografia 37: Incentivando os nossos escolares . 146 Fotografia 38: O Exmº Sr Governador do Estado. . 147 Fotografia 39: Inauguração Secretaria da Fazenda. 149 Fotografia 40: Inauguração da Secretaria da Fazenda II. 149 Fotografia 41: Grupo formado da inauguração da Secretaria da Fazenda. 150 Fotografia 42: Um viajante ilustre . 151 Fotografia 43: Flagrante do almoço íntimo . 151 Fotografia 44: O dia do soldado . 152 Fotografa 45: Almoço em homenagem ao dia do Soldado. 152 Fotografia 46: Fundação da Cidade de Victória . 153 Fotografi 47: Obras do Porto de Victoria . 154 Fotografia 48: 36º anniversario do Saldanha da Gama . 154 Fotografia 49: Flagrante da chegada do Governador. 155 Fotografia 50: Flagrante da chegada do Governador II . 155 Fotografia 51: Flagrante da chegada do Governador III . 156 Fotografia 52: Club Saldanha da Gama. 157 Fotografia 53: Homenagem à Bandeira . 158 Fotografia 54: Homenagem à Bandeira II. 158 Fotografiaa 55: No Club do Moscoso . 165 Fotografia 56: Palestra. 166 Fotografia 57: Palestra II . 166 Fotografia 58: Inauguração Banco. 167 Fotografia 59: Inauguração Banco II . 168 Fotografia 60: Catolicismo em Cariacica . 169 Fotografia 61: Asas para o Brasil. 169 Fotografia 62: Escola prática de Agricultura . 170 Fotografia 63: Churrasco para o Interventor . 171 Fotografia 64: Escola de Agricultura. 172 Fotografia 65: Escola de Agricultura II . 172 Fotografia 66: Escola de Agricultura III . 173 Fotografia 67: Passeata de protesto contra o Eixo . 174 Fotografia 68: Curso de Enfermagem . 175 Fotografia 69: Legião Brasileira de Assistência. 176 Fotografia 70: Homenagem . 177 Fotografia 71: Presidente Vargas . 178 SUMÁRIO 12 1 INTRODUÇÃO.13 2 FOTOGRAFIA E HISTÓRIA.22 3 OS ANOS PRÉ-REVOLUÇÃO E A REVISTA VIDA CAPICHABA .53 4 O ESPÍRITO SANTO DE BLEY.75 4.1 – A revolução e o interventor capixaba: 1930.75 4.2 – A tentativa democrática e o novo governador: 1935.99 4.3 – O Estado Novo e a volta do interventor: 1937.128 4.4 – O final do Governo Bley: 1942.161 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS.180 6 REFERÊNCIAS.185 1 INTRODUÇÃO 13 É indiscutível a importância da fotografia como marca cultural de uma época não só pelo passado ao qual ela nos remete, mas também, e principalmente, pelo passado que ela traz à tona. Um passado que revela, através do olhar fotográfico, um tempo e um espaço que fazem sentido. Um sentido individual que envolve a escolha efetivamente realizada e um coletivo que remete o sujeito a sua época. A fotografia, assim compreendida, deixa de ser uma imagem retida no tempo para se tornar uma mensagem que se processa através do tempo.1 A ideia de explorar caminhos que ainda estão em construção e longe de serem cristalizados pode ser instigante. No caso do presente trabalho, a construção apresenta-se na tentativa de aliar duas vertentes que, todavia, não costumam normalmente assumir papel de protagonistas dentro do meio acadêmico: o Estado do Espírito Santo, e a utilização de fotografia como fonte histórica. A quantidade de trabalhos que tratam o Estado capixaba está crescendo, mas ainda estamos longe de explorar nossa história como deveríamos. Já a fotografia está em um período de ascensão no que diz respeito a ser tratada como fonte, visto que cada vez mais os pesquisadores apontam para o benefício da interdisciplinaridade e do uso de outros recursos além do escrito, como material para inúmeras pesquisas. Sendo assim, a ideia foi explorar fotografias como fonte histórica no processo de consolidação do poder de João Punaro Bley, na busca por compreender de que maneira a representação dessas fotografias conseguiram contribuir para a longevidade da interventoria Bley no contexto capixaba da década de 1930. A escolha do recorte temporal ocorreu em dois filtros: o primeiro deles foi analisar todo o governo de João Punaro Bley, entre os anos 1930 a 1943, 1 MAUAD, Ana Maria. Sob o signo da Imagem. A produção da Fotografia e o Controle dos Códigos de representação Social da Classe Dominante, no Rio de Janeiro, na Primeira Metade do Século XX. Tese apresentada ao curso de Mestrado em História da Universidade Federal Fluminense. Niterói - Rio de Janeiro. 1990, p.15. 14 porém, ao desenrolar da pesquisa viu-se que os quase treze anos do líder no poder capixaba constituía-se de um material muito vasto. Decidiu-se então, centrar o trabalho em quatro anos considerados fundamentais dentro do período, sendo eles 1930, 1935, 1937 e 1942. O primeiro marco foi o ano de início da assim chamada por muitos autores Revolução de 1930 e das transformações políticas e sociais que ela trouxe consigo, sendo uma delas o uso dos interventores como uma tentativa de Vargas de centralizar os poderes locais nos estados Brasileiros. João Punaro Bley foi o escolhido para interventor no Espírito Santo. A partir de 1930 não ocorreu uma mera troca de comando político, como costumava acontecer antes. Não é mais uma facção regional da classe dominante que fica alijada do poder em benefício de outra. O poder passa a ser centralizado em níveis federais e estadual e, por consequência, os grupos locais perdem autonomia.2 Já 1935, destaca-se por ser um dos anos da breve abertura democrática que o país vivenciou (entre julho de 1934 e novembro de 19373), e período esse em que Bley se manteve no poder e foi nomeado governador do Estado. “Em 15 de abril de 1935, o capitão Bley toma posse como varied quite markedly with height, and that air masses aloft (∼200 m above the ground) could have an aerosol loading quite different to that measured on the ground (Rankin and Wolff, 2002). However, for the event described here, at least, it appears that the 4139 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU source of surface snow nitrate was wet deposition and scrubbing, and the data are consistent with the nitrate source being p-NO−3 within the boundary layer. 4 Boundary layer trace gas versus snowpack sources of NOx A key question among polar atmospheric chemists concerns the role of polar snow5 packs as a source of trace gases to the overlying boundary layer. For those studying nitrogen chemistry, the interest lies in understanding the budget of NOx; we know that NOx is photochemically produced (Honrath et al., 1999; Jones et al, 2000) and then released (Jones et al., 2001; Wolff et al., 2002) from the snowpack, but the relative contribution compare to NOx production from trace gases in the background atmo10 sphere has not yet been assessed. The data gathered during CHABLIS allow us to constrain the dominant NOx production mechanisms, and by comparing these calculated production rates, to assess the relative importance of sources of boundary layer NOx, both in the air and from the snowpack. This approach also provides insight into which gas-phase species are dominating NOx production within the boundary layer. 15 4.1 Methodology We selected two 24-h periods, one in summer and one in spring, within which to calculate diurnally-averaged NOx (as either NO or NO2) production. The periods selected were 18 January 2005 and from noon of 28 September 2004 through to noon of 29 September 2004. The former period was the first day in the summer season when 20 high-resolution alkyl nitrate data were available to compliment the other high-resolution datasets. This was also a time when an NOy intensive was carried out, so that daily HNO3 measurements are available. During the latter period, an NOy measurement intensive was also conducted, giving, in addition, alkyl nitrate measurements every 6 h – the highest resolution alkyl nitrate data available for the spring period. 4140 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.1 Deriving gas-phase data NOx production rates were calculated every 3 h during these diurnal periods, giving 8 data points from which daily means could be calculated. Where possible (e.g. for HONO, PAN, summertime methyl and ethyl nitrates), input data were taken from an 5 hourly data merger carried out for all the CHABLIS data and the few missing data points were derived by linear interpolation. For the 6-hourly springtime methyl and ethyl nitrate mixing ratios, it was by default necessary to interpolate to achieve data at a 3-h frequency. These data were thus point-averages rather than hourly-averages, but as mixing ratios did not vary rapidly over the day, the uncertainty introduced by this 10 approach is limited. For HNO3, sampled over a longer timeframe, it was necessary to reconstruct higher resolution data. Summertime HNO3 was measured as a 24-hmean centred around 23:59 on both 17 January and 18 January. These two data points were averaged to derive a daily mean for 18 January. The diurnal variation was reconstructed by comparing with 6-hourly resolution HNO3 data measured previously 15 at Neumayer station (Jones et al., 1999). There, a diurnal cycle with amplitude 7.5 pptv was measured, centred around noon. This amplitude was applied to the 18 January mean to give a reasonable diurnal cycle. For the 28/29 September HNO3, the 6-hourlyresolution data were below the detection limit, so the daily mean for 27 September and 29 September were averaged to give a mean for the calculation period. This mean was 20 only 0.96 pptv, and, being so low, it was taken to be constant over the 24-h period of interest. Finally, several measured NOy species did not exceed 2 pptv throughout the year (e.g. NO3 and the higher alkyl nitrates), and they were ignored for this calculation. Similarly, output from the GEOS-Chem model suggested that HNO4 also remained well below this threshold throughout the year (M. Evans, personal communication) so 25 no account for HNO4 was taken here. 4141 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.2 Gas-phase kinetic data Gas-phase reaction rates were taken from Atkinson et al. (2004, 2006) and photolysis rates for each 3-h period were calculated using the on-line version of the radiative transfer model TUV (Madronich and Flocke, 1998). For these calculations, input parameters 5 included the total ozone column measured at Halley for these days, and an albedo of 0.9. Clear sky conditions were assumed, so photolysis rates will be overestimated, but the relative effect on all species will be comparable. In addition, OH concentrations were necessary for some kinetic calculations. On 18 January 2005, OH was measured by the FAGE (Fluorescence Assay by Gas Expansion) instrument (Bloss et al., 2007). 10 These data were included in the CHABLIS data merger, so that mean hourly OH concentrations were available for this period. No OH measurements were available for September, so OH was derived indirectly. Bloss et al. (2007) calculated a mid-month OH throughout the CHABLIS measurement period based on varying jO(1D) (from the TUV model). To derive a daily mean OH for 28/29 September, we averaged the mid15 month values for September and October, and found that (28/29 September)calculated = 0.561 (15 January)calculated. A diurnally-varying OH for 28/29 September was calculated from 0.561 * each 3-hourly measured January OH. Temperature data were taken from measured values. For PAN thermal decomposition, the upper limit was calculated according to –d[PAN]/dt = k[PAN]. 20 4.1.3 Calculating snowpack NOx emissions The rates with which NOx was emitted from the snowpack during the periods of interest were calculated in line with previous work by Wolff et al. (2002). In brief, spectral irradiance at 3-h intervals was calculated using the TUV model. These were converted to actinic flux as a function of depth according to output from a model designed to 25 simulate light propagation through snow (Grenfell, 1991). The actinic fluxes were then convoluted with the absorption cross-sections and the quantum yield to give J values. In this case, temperature-dependent quantum yields were used (Chu and Anastasio, 4142 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 2003) which were not available at the time of the Wolff et al., 2002 work. A temperature of –4 C was taken for 18 January, and of –20 C for 28/29 September. These were chosen by assuming that the top few cms of snow saw an average of the near surface (1 m) air temperature for the preceding 1–2 days. Finally, the nitrate concentration in snow 5 was derived using the average of the 0 cm, 5 cm and 10 cm snow nitrate concentration from the snowpit dug nearest to the date in question. This gave 73 ng/g for September and 157 ng/g for January. 4.2 Outcome The results for the gas-phase production rates are given in Table 3a. It is immedi10 ately evident that the contribution from HONO photolysis completely dominates NOx production for both periods, with rates of 6.20E+05 and 4.80E+04 molecs cm−3 s−1 for January and September respectively. This is no great surprise, given the very short lifetime of HONO to photolysis, and reflects a recycling of NOx through HONO (via NO + OH → HONO) rather than a pure source of NOx. Indeed, NOx, although generally 15 defined as NO + NO2, is sometimes expanded to include HONO as well. However, as discussed earlier, HONO also has a source from snowpack photochemistry (Zhou et al., 2001; Beine et al., 2002; Dibb et al., 2002) so as well as facilitating recycling, boundary layer HONO that has been released from the snowpack can act as a source of atmospheric NOx. With our data it is not possible to determine how much of the 20 NOx produced by HONO photolysis (or reaction with OH) is Plano Diretor do Município de Paraguaçu. Projeto de Lei n. 22/2005. Prefeitura Municipal de Paraguaçu, 82 f., [14], Il. Edição fac-similar. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG; Memória Arquitetura Ltda. O Patrimônio Cultural de Paraguaçu/MG. Belo Horizonte. 2008. 30 p. Il. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG. 2ª Etapa do Inventário de Proteção do Acervo Cultural de Paraguaçu. Belo Horizonte. Julho/2006. 1 CD-ROM. PESEZ, Jean-Marie. 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Fotografia e história: uma análise da interventoria de João Punaro Bley no Espírito Santo através das imagens publicadas na revista Vida Capichaba nos anos 1930, 1935, 1937 e 1942
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