Desenvolvimento embrionário do camarão-da-amazônia Macrobrachium amazonicum (Heller, 1862) (Crustacea, Decapoda, Palaemonidae)

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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CENTRO DE AQUICULTURA DA UNESP CAMPUS DE JABOTICABAL DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO CAMARÃO-DA-AMAZÔNIA Macrobrachium amazonicum (HELLER, 1862) (CRUSTACEA, DECAPODA, PALAEMONIDAE) Ángel Andrés Arias Vigoya Zootecnista JABOTICABAL – SÃO PAULO 2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CENTRO DE AQUICULTURA DA UNESP CAMPUS DE JABOTICABAL DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO CAMARÃO-DA-AMAZÔNIA Macrobrachium amazonicum (HELLER, 1862) (CRUSTACEA, DECAPODA, PALAEMONIDAE) Ángel Andrés Arias Vigoya Orientadora: Profa. Dra. Irene Bastos Franceschini Vicentini Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em Aquicultura do CAUNESP, da Universidade Estadual Paulista, Campus de Jaboticabal, como parte dos requisitos para obtenção do Titulo de Mestre em Aquicultura. JABOTICABAL – SÃO PAULO 2012 A696d Arias Vigoya, Ángel Andrés Desenvolvimento embrionário do camarão-da-amazônia Macrobrachium amazonicum (Heller, 1862) (crustacea, decapoda, palaemonidae) / Ángel Andrés Arias Vigoya. – – Jaboticabal, 2012 ix, 113 f. : il. ; 28 cm Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista, Centro de Aquicultura, 2012 Orientadora: Irene Bastos Franceschini Vicentini Banca examinadora: Elyara Maria Pereira da Silva, Rogério Caetano da Costa Bibliografia 1. Decapoda. 2. Macrobrachium. 3. Histologia. 4. Morfologia 5. Morfometria I. Título. II. Jaboticabal-Centro de Aquicultura. CDU 639.512. SUMÁRIO DEDICATÓRIA ____________________________________________________________ i AGRADECIMENTO ESPECIAL ___________________________________________ii AGRADECIMENTOS _____________________________________________________ iii APOIO FINANCEIRO ____________________________________________________ iv LISTA DE TABELAS ______________________________________________________ v LISTA DE FIGURAS ______________________________________________________ vi RESUMO _____________________________________________________________ 1 ABSTRACT ___________________________________________________________ 3 RESUMEN ____________________________________________________________ 5 1. INTRODUÇÃO GERAL _____________________________________________ 7 2. LITERATURA _____________________________________________________ 13 3. OBJETIVOS _______________________________________________________ 26 3.1 Objetivo geral __________________________________________________________ 27 3.2 Objetivos específicos ___________________________________________________ 27 4. MATERIAL E METODOS __________________________________________ 28 4.1 Material biológico ______________________________________________________ 29 4.1.2 Seleção dos reprodutores ___________________________________________ 29 4.2 Unidades experimentais ________________________________________________ 30 4.3 Manejo, procedimentos e determinação do processo de desenvolvimento embrionário ________________________________________________________________ 31 4.4 Processamento histológico das amostras e microscopia óptica _________ 32 4.5 Análises morfométricas de ovos e embriões _____________________________ 33 4.6 Análises estatísticas ____________________________________________________ 34 5. RESULTADOS ____________________________________________________ 35 5.1 Estágio I. Ovo fertilizado, 0 – 4% do desenvolvimento. __________________ 42 5.2 Estágio II. Clivagem, 4 – 7% do desenvolvimento (DE1). _________________ 42 5.3 Estágio III. Blástula - Gástrula, 7 – 14% do desenvolvimento (DE2). _____ 45 5.4 Estágio IV. Disco germinativo, 14 – 21% do desenvolvimento (DE3). _____ 45 5.5 Estágio V. Náuplio embrionizado, 21 – 29% do desenvolvimento (DE4-5). 50 5.6 Estágio VI. Pós-náuplio, 29 – 50% do desenvolvimento (DE6-8). _________ 55 5.7 Estágio VII. Protozoea, 50 – 64% do desenvolvimento (DE9- 10). _________ 65 5.8 Estágio VIII. Zoea, 64 – 100% do desenvolvimento (DE 11-14). ___________ 68 6. DISCUSSÃO _______________________________________________________ 78 7. CONCLUSÕES ____________________________________________________ 97 8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS _______________________________ 99 DEDICATÓRIA A Dios, Señor y principio fundamental de todo lo existente. A mis padres, Miguel Ángel y Margarita, por su infinito amor, comprensión, por sus sacrificios y esfuerzos. A mis queridos hermanos Claudia Marcela y Luis Miguel, por su constante cariño y apoyo. A mi amada Helenita, por estar siempre junto a mí, entregándome incondicionalmente todo su amor, fortaleciéndome, apoyándome, cuidándome y por ser el motivo de mi vida. Mi amor, juntos hemos vencido las dificultades y alcanzado nuestras metas, esta es una aventura mas en nuestras vidas Gracias por todo. CAUNESP i AGRADECIMENTO ESPECIAL À Professora Dra. Irene Bastos Franceschini Vicentini Mal posso expressar meu agradecimento à professora Irene, pessoa maravilhosa e ótima mestra. Agradeço de tudo coração o carinho, a amizade, a dedicação, o apoio, a ajuda, os conhecimentos recebidos, a confiança e a imensa generosidade a mim oferecidos. Professora, que Deus te abençoe hoje e sempre, E simplesmente. Muito obrigado mesmo!!! CAUNESP ii AGRADECIMENTOS Ao Centro de Aquicultura da Universidade Estadual Paulista – CAUNESP, Campus Jaboticabal, pela oportunidade de dar continuidade à minha formação profissional; A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) pela concessão da Bolsa de Mestrado e auxilio financeiro para a execução do projeto; Ao laboratório de Morfologia de Organismos Aquáticos – LAMOA, do Departamento de Ciências Biológicas, da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista, Campus Bauru, pelo suporte laboratorial e técnico para a realização do projeto; Ao setor de Carcinicultura de água doce do Centro de Aquicultura da Universidade Estadual Paulista – CAUNESP, Campus Jaboticabal, pela doação dos animais; À minha orientadora a Professora Dra. Irene Bastos Franceschini Vicentini, pela disposição, dedicação, confiança e apoio nos momentos mais difíceis, e principalmente pela excelente orientação. Aos Professores membros das bancas examinadoras, Profa. Dra. Maria Terezinha Siqueira Bombonato, Profa. Dra. Elyara Maria Pereira da Silva e Prof. Dr. Rogério Caetano da Costa, pelas valiosas sugestões para o enriquecimento deste trabalho; Ao senhor Antonio Carlos do Amaral pela ajuda incansável durante a execução deste projeto; Aos meus amigos pela acolhida, amizade e ajuda; A todos que colaboraram direta ou indiretamente para a execução deste trabalho. CAUNESP iii APOIO FINANCEIRO Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP, Bolsa de Mestrado, Processo Nº 2010/14576 – 3 CAUNESP iv LISTA DE TABELAS Página Tabela 1. Valores médios para eixo maior e menor dos ovos, volume do ovo, área do embrião, área do vitelo e índice do olho para embriões de M. amazonicum durante os estágios de desenvolvimento embrionário. 39 Tabela 2. Dados comparativos dos tempos de embriogênese em algumas espécies de decápodes. 81 Tabela 3. Volume médio de embriões de algumas espécies de decápodes durante a fase inicial e final do período de incubação. 86 CAUNESP v LISTA DE FIGURAS Página Figura 1. Esquema dos estágios do desenvolvimento embrionário de M. amazonicum, apresentando as principais estruturas morfológicas externas. I. Ovo fertilizado; II. Clivagem; III. Blástula - Gástrula; IV. Disco germinativo (vista dorsal); V. Náuplio embrionizado (vista dorsal); VI. Pós-nauplio (vista lateral); VII. Protozoea (vista lateral) e VIII. Zoea (vista lateral). (ab) abdômen; (al) antênula; (at) antena; (an) apêndices naupliares; (ap) apêndices pós naupliares; (bl) blastômeros; (bp) área blastoporal; (co) córion; (cr) cromatóforos; (dg) disco germinativo; (es) estomodeo; (ex) exoesqueleto; (gv) grânulos de vitelo; (in) intestino; (lc) limites celulares; (lo) lobo óptico; (mn) mandíbula; (ol) olho; (pc) papila caudal; (po) pigmentação ocular; (pe) pereiópodos; (rc) região cardíaca; (sa) somitos abdominais; (te) telson; (vi) vitelo. Barra: 0,125 mm.37 Figura 2. Valores médios do eixo maior e menor dos ovos de Macrobrachium amazonicum durante a embriogênese. 40 Figura 3. Valores médios do volume do ovo e índice do olho de Macrobrachium amazonicum durante a embriogênese. 40 Figura 4. Valores médios da área do embrião e do vitelo de Macrobrachium amazonicum durante a embriogênese. 41 Figuras 5 - 8. Visualização do início do desenvolvimento embrionário de M. amazonicum sob análise “in vivo” (5 e 7) e histológica (6 e 8, corte longitudinal). (5) Estágio I. DE0 ovo recém-fertilizado com córion espesso. Barra: 0,125 mm; (6) Estágio I. DE0 vitelo muito volumoso; (7) Estágio II. DE1 início da clivagem. Barra: 0,125 mm; (8) Estágio II. DE1 surgimento dos blastômeros. (bl) blastômeros; (co) córion; (vi) vitelo. 43 Figuras 9 - 11. Formação do blastoderma definitivo (tecido germinativo) e início da migração dos blastômeros no segundo dia de desenvolvimento embrionário. (9) Estágio III. DE2 processo de clivagem. Barra: 0,125 mm; (10) Estágio II. DE2 formação do blastoderma (Corte longitudinal); (11) Estágio III. DE2 migração dos blastômeros para o interior do ovo (Corte longitudinal). (bd) blastoderma; (mb) migração dos blastômeros; (nu) núcleo celular; (vi) vitelo. 46 Figuras 12 e 13. Formação do disco germinativo e dos primórdios das estruturas do embrião. (12) Estágio IV. DE3 disco germinativo em constituição. Barra: 0,125 mm; (13) Estágio IV. DE3 visualização do embrião CAUNESP vi em forma de “V” e dos primórdios das estruturas do corpo de M. amazonicum (Corte dorsal). (bp) área blastoporal; (dg) disco germinativo; (lo) lobo óptico; (pl) ponte de ligação; (ra) região anterior; (rp) região posterior; (vi) vitelo. 48 Figuras 14 - 16. Constituição do náuplio embrionizado, apêndices e estomodeo. (14) Estágio V. DE4 estomodeo constituído. Barra: 0,125 mm; (15) Estágio V. DE4 visualização histológica do náuplio embrionizado (Corte dorsal); (16) Estágio V. DE4 visualização dos apêndices naupliares. Barra: 0,125 mm. (al) antênula; (at) antena; (es) estomodeo; (lo) lobo óptico; (mn) mandíbula; (na) náuplio embrionizado; (pc) papila caudal; (vi) vitelo. 51 Figuras 17 - 19. Desenvolvimento do náuplio embrionizado. (17) Estágio V. DE5 definição das regiões anterior e posterior do embrião. Barra: 0,125 mm; (18) Estágio V. DE5 desenvolvimento dos apêndices naupliares (Corte longitudinal); (19) Estágio V. DE5 surgimento da pigmentação embrionária (cromatóforos) e primórdios dos apêndices pós naupliares. Barra: 0,125 mm. (al) antênula; (an) apêndices naupliares; (ap) apêndices pós naupliares; (at) antena; (cr) cromatóforos; (lo) lobo óptico; (mn) mandíbula; (pc) papila caudal; (ra) região anterior; (rp) região posterior; (vi) vitelo. 53 Figuras 20 - 22. Desenvolvimento ativo do pós-náuplio, cuja forma é de meialua e a papila cresce em direção aos lobos ópticos. (20) Estágio VI. DE6 lobo óptico assume forma mais circular e crescimento dos apêndices naupliares em direção à papila caudal. Barra: 0,125 mm; (21) Estágio VI. DE6 início da formação do abdômen (Corte longitudinal); (22) Estágio VI. DE6 cromatóforos adjacentes aos lobos ópticos. Barra: 0,125 mm. (ab) abdômen; (an) apêndices naupliares; (cr) cromatóforos; (cn) cordão nervoso ventral; (gv) grânulos vitelo; (lo) lobo óptico; (pe) pereiopódos; (vi) vitelo.56 Figuras 23 - 25. Formação e desenvolvimento da pigmentação ocular. (23) Estágio VI. DE7 surgimento da pigmentação do olho. Barra: 0,125 mm; (24) Estágio VI. DE7 conjunto de cromatóforos. Barra: 0,125 mm; (25) Estágio VI. DE7 abdômen constituído (Corte longitudinal). (ab) abdômen; (an) apêndices naupliares; (co) córion; (cn) cordão nervoso ventral; (cr) cromatóforos; (lo) lobo óptico; (pe) pereiopódos; (po) pigmentação ocular; (rg) região ganglionar; (vi) vitelo. 59 Figuras 26 e 27. Desenvolvimento do pós-náuplio associado ao processo de organogênese. (26) Estágio VI. DE8 visualização da região cardíaca; (27) Estágio VI. DE8 incorporação dos grânulos de vitelo, olho assume a forma elipsoidal e o vitelo apresenta coloração amarelo-pálido. (cr) cromatóforos; (gv) grânulos de vitelo; (lo) lobo óptico; (im) intestino médio; (ol) olho; (pe) pereiopódos; (rc) região cardíaca; (vi) vitelo. Barra: 0,125mm.61 CAUNESP vii Figuras 28 - 30. Desenvolvimento do sistema nervoso, musculatura, intestino, complexo ocular e abdômen. (28) Estágio VI. DE8 desenvolvimento da região ocular e omatídeos (Corte longitudinal); (29) Estágio VI. DE8 desenvolvimento dos gânglios cerebrais, do cordão nervoso ventral, intestino, engrossamento e segmentação do abdômen (Corte longitudinal); (30) Estágio VI. DE8 início da formação do telson. Barra: 0,125 mm. (ab) abdome; (cn) cordão nervoso ventral; (gc) gânglio cerebral; (lo) lobo óptico; (im) intestino médio; (ip) intestino posterior; (mu) musculatura; (ol) olho; (om) omatídio; (sa) somitos abdominais; (te) telson; (vi) vitelo. 63 Figuras 31 - 34. Visualização do desenvolvimento embrionário final do camarão-da-amazonia. (31) Estágio VII. DE9 olhos já assumem forma quase circular. Barra: 0,125 mm; (32) Estágio VII. DE9 o abdômen atinge a região cefálica. Barra: 0,125 mm; (33) Estágio VII. DE9 estabelecem-se os somitos abdominais e o desenvolvimento da musculatura (Corte longitudinal); (34) Estágio VII. DE10 observação das estruturas cromatóforo, vitelo, grânulos de vitelo, olho, e da região cardíaca. Barra: 0,125 mm. (ab) abdômen; (cn) cordão nervoso ventral; (cr) cromatóforo; (gv) grânulos de vitelo; (lo) lobo óptico; (mu) musculatura; (ol) olho; (pe) pereiopódos; (rc) região cardíaca; (rc) região ganglionar; (sa) somitos abdominais; (te) telson; (vi) vitelo. 66 Figuras 35 - 37. Embrião bem desenvolvido, visualização do vitelo já com volume bastante reduzido. (35) Estágio VII. DE10 visualização dos lobos ópticos, cordão nervoso ventral, intestino e musculatura (Corte longitudinal); (36) Estágio VIII. DE11 os olhos posicionam-se laterais e apresentam-se circulares. Barra: 0,125 mm; (37) Estágio VIII. DE12 o embrião quase pronto para eclodir, grande desenvolvimento da musculatura (Corte longitudinal). (ab) abdômen; (cn) cordão nervoso ventral; (cr) cromatóforo; (ef) esôfago; (gc) gânglio cerebral; (im) intestino médio; (ip) intestino posterior; (lo) lobo óptico; (ol) olho; (pe) pereiopódos; (te) telson; (vi) vitelo.70 Figuras 38 - 40. Embrião na fase final do desenvolvimento. (38) Estágio VIII. DE11 formação e desenvolvimento do olho e de suas estruturas (Corte longitudinal); (39) Estágio VIII. DE12. Barra: 0,125 mm; (40) Estágio VIII. DE13 (Corte longitudinal). (ab) abdômen; (cn) cordão nervoso ventral; (cp) células pigmentadas; (cr) cromatóforos; (ef) esôfago; (gv) grânulos vitelo; (im) intestino médio; (ip) intestino posterior; (lo) lobo óptico; (mb) membrana basal; (mu) musculatura; (ol) olho; (om) omatídio; (pe) pereipódos; (rb) rabdoma; (rc) região cardíaca; (rg) região ganglionar; (te) telson; (vi) vitelo.72 Figuras 41 e 42. Visualização do embrião de M. amazonicum desenvolvido e pronto para a eclosão. (41) Estágio VIII. DE13 camarão-da-amazônia ao final da embriogênese, quando se evidencia o olho circular; (42) Estágio VIII. DE13 embriões completamente formados ao momento da eclosão, com pequenas mudanças relacionadas à maturação dos órgãos internos. (ab) abdômen; (co) CAUNESP viii córion; (cr) cromatóforo; (ex) exoesqueleto; (gv) grânulos de vitelo; (in) intestino; (lo) lobo óptico; (ol) olho; (pe) pereiópodos; (rc) região cardíaca; (sa) somitos abdominais; (te) telson; (vi) vitelo. Barra: 0,125 mm.74 Figura 43. Estágio VIII. DE14. Visualização “in vivo” das estruturas corporais externas constituintes da larva de M. amazonicum, logo após o momento da eclosão. (ab) abdômen; (al) antênula; (at) antena; (ca) carapaça do cefalotórax; (ce) cefalotórax; (cn) cordão nervoso ventral; (ct) cerdas do telson; (gv) grânulos de vitelo; (in) intestino; (lo) lobo óptico; (ol) olho; (pe) pereiópodos; (rc) região do coração; (sa) segmentos abdominais; (te) telson; (vi) vitelo. Barra: 0,5mm.76 CAUNESP ix Mestrando: Ángel Andrés Arias Vigoya Orientadora: Dra. Irene Bastos Franceschini Vicentini RESUMO CAUNESP 1 Mestrando: Ángel Andrés Arias Vigoya Orientadora: Dra. Irene Bastos Franceschini Vicentini RESUMO O camarão-da-amazônia Macrobrachium amazonicum é um palaemonideo amplamente distribuído na América do Sul, com um grande potencial para a aquicultura e enorme importância econômica. Apesar das recentes pesquisas acerca da biologia da espécie, não existem estudos relacionados com o desenvolvimento embrionário de M. amazonicum. Portanto, o principal objetivo deste trabalho foi realizar uma descrição do desenvolvimento embrionário do camarão-da-amazônia. Assim, a embriogênese da espécie foi descrita em relação às características morfológicas externas, histológicas e morfométricas observadas em embriões vivos e fixados a intervalos de 24 horas (dia embrionário, DE), e associado ao sistema de estagiamento porcentual. O período de incubação foi de 14 dias a 26ºC. A embriogênese foi organizada em oito estágios: I. resin-dentin bond components. Dent Mater 2005;21:232-41. 20. Chersoni S, Acquaviva GL, Prati C, Ferrari M, Gardini, S; Pashley DH, Tay FR. In vivo fluid movement though dentin adhesives in endodontically treated teeth. J Dent Res 2005;84:223-7. 21. Braga RR, César PF, Gonzaga CC. Mechanical properties of resin cements with different activation modes. J Oral Rehabil 2002;29:257– 66. 22. Melo RM, Bottno MA, Galvã RKH, Soboyejo WO. Bond strengths, degree of conversion of the cement and molecular structure of the adhesive–dentine joint in fibre post restorations. J Dent 2012;40:286-94. 23. Ho Y, Lai Y, Chou I, Yang S, Lee S. Effects of light attenuation by fibre posts on polymerization of a dual-cured resin cement and microleakage of post-restored teeth. J Dent 2011;39:309-15. 24. Anusavice KJ. Phillips RW. Science of dental materials. 11th, 2003. 25. Lui JL. Depth of composite polymerization within simulated root canals using lighttransmitting posts. Oper dent 1994;19:165-8. 27 4 ARTIGOS CIENTÍFICOS 4.2 ARTIGO 2 28 Title: Influence of light transmission through fiber posts on the microhardness and bond strength Authors: Morgan LFSA, Gomes GM, Poletto LTA, Ferreira FM, Pinotti MB, Albuquerque RC. Abstract Introduction: The aim of this study was to investigate the influence of light transmission through fiber posts in microhardness (KHN) and bond strength (BS) from a dual cured resin cement. Methods: Five fiberglass posts of different types and manufacturers represent a test group for the analysis of KHN (N=5) and BS and their displacement under compressive loads (N = 8). For the analysis of KHN a metallic matrix was developed to simulate the positioning of the cement after the cementation process intra radicular posts. The resistance to displacement, which will provide data of BS was measured using bovine incisors. After cementation, cross sections of the root portion of teeth in space led to post 1mm discs that have been tested for BS. The values were statistically analyzed by ANOVA, followed by Tukey's (P <0.05) between groups for KHN and BS. Results: The results showed no statistical differences for the different posts in KHN. For BS, the sum of thirds, a translucent post showed the highest values. Comparative analysis between the thirds of each post also showed statistically significant differences when comparisons of the same post-thirds showed no differences. Conclusion: For the cement used, the amount of light transmitted through the post did not influence the KNH nor the BS significantly, among the different posts and thirds evaluated. Key Words: light transmission, dental posts, microhardness, bond strength. 29 Introduction The use of pre-fabricated posts in the reconstruction of endodontically treated teeth, whose main objective is to retain the material reconstruction and minimize the occurrence and complexity of fractures, is well established in the literature (1). Clinically, the mechanical and chemical characteristics of fiber posts justify their usage (2). In relation to resin cements, three options regarding the method of polymerization are available: self-polymerizing, light-cured or dual polymerization (dual). Understanding the mechanism of polymerization of these systems (3) the choice of materials that do not depend on light seems to be more reliable for cementing intra radicular fiber posts. To investigate the capability of transmitting light by translucent post is the target of several recent authors (4-9). Most studies point to the decrease in light intensity (LI) by increasing the root depth. Quantitative assessments of LI, hardness, elastic modulus and degree of conversion can be found in these works. Undesirable effects of incomplete polymerization of the resin cements are of biological (10-12) due to toxicity, and mechanical (8,9,13-15), due to low bond strength values are described in the literature. The aim of this study is to investigate the effect of light transmission through fiber posts in Knoop microhardness number (KHN) and bond strength (BS) of a dual resin cement. The null hypothesis is that there is no statistically significant difference in KHN and BS for different depths evaluated for the dual resin cement following cementation of translucent posts. Material e Methods Five different fiber posts of two types and one resin cement were involved (Table 1). 30 Table 1 – Description of the posts and cement used. Post Manufacturer/Lote Type Quimical composition FGM Produtos Odontológicos Glass Fibers (80% ± 5), epoxy resin (20% ± 5), silica, silane and T1 Translucent (Brazil)/140410 polymerising promoters. Bisco, INC T2 Translucent (EUA)/0800007811 Glass Fibers (55%), Epoxy (45%). TetraethyleneglycolDimethacrylate (7.6%), Urethane Ivoclar-Vivadent Dimethacrylate (18.3%), Silicium Dioxide (0.9%), Ytterbium T3 Translucent (Liechtenstein)/M72483 Fluoride (11.4%), catalysers and stabilisers (<0.3%). Glass Fibers. C1 Ângelus (Brazil)/14818 Conventional Glass Fibers (87%), Epoxy resin (13%). C2 Ângelus (Brazil)/14874 Conventional Carbon Fibers (79%), Epoxy Resin (21%). Resin Cement Rely-X Unicem 3M ESPE (USA)/372990 Self-etch/ Dual Cure Powder: glass particles, initiators, sílica, substituted pyrimidine, calcium hidroxide, peroxide composite and pigment; liquid: metacrylate phosphoric acid Ester, dimethacrylate, acetate, stabilizer and initiator. White Post DC (FGM, Joinville, SC-Brazil), DT Light Post (Bisco, Inc, Schaumburg, ILUSA) and FRC Postec Plus (IvoclarVivadent, Liechtenstein) with similar compositions but with different amounts of chemical components, represent translucent (T) type, T1, T2 and T3 respectively. Exacto and Reforpost Carbon Fiber (Both Ângelus, Londrina, Pr-Brazil) with different compositions but opaque, represent conventional (C) type, C1 and C2 respectively. The posts were cut to standard height of 16 mm for both analysis, KHN and RA. KHN measurements The assessments targeted three different depths, namely: cervical third (CT), at a 4.1 to 6.8mm depth; middle third (MT), at an 8.8 to 11.5mm depth; and apical third (AT), at a 13.5 to 16mm depth. 31 A metallic apparatus matrix was designed and manufactured to support the posts, resin cement, and the tip of a curing light unit. Such a metallic apparatus consisted of four parts as showed in figure 1. Figure 1. Metallic matrix: (a) a frame, which contained the posts (e), (b) a support to standardize the position and volume of resin cement, (c) a support to standardize the length of each three third deep post regions and stabilize the set, (d) and an external cylinder, which holds the other part as well as incorporates the tip of curing light unit (f) at the top and also obstructs the influence of external sources of light. Patented CTIT/UFMG (BR 20 2012 015542 2). The frames were manufactured in the exact dimensions of each post by means of an electro erosion machining. Aimed at standardizing the quantitative radial light transmission, each third of the posts contained a 120-degree lateral side opening. The three thirds, were supposed to be assessed simultaneously. The measurement of all thirds, one at a time, was possible because the matrix allowed the removal of the resin cement blocks, separately, after polymerization, without destroying them. The matrix’s internal structure provided an adequate separation of each 32 third, which permitted their accurate evaluation. Each one was 1,6mm wide and 2,70 mm length. The major concern about this matrix was that the cement was inserted directly in projected spaces, in order to minimize the formation of bubbles. The posts were isolate from cement by a polyester strip. The time of light exposure was 40 seconds, and the LI remained above 420mW/cm2. The light curing unit used was Curing Light 2500(3M ESPE, USA). The set consisting of the curing light unit, the matrix, the post and the resin cement remained still throughout the assessments. After ten minutes, including 40s photopolymerization, the specimens were removed from the matrix and were immediately included in pre-molds (Buehler, USA) with crystal resin with black pigment and were poured into the device by using a Cast N’vac (Buehler, USA). After the cure of crystal resin, the specimens were removed from the pre-molds and stored dry, out of reach of light during 7 days. The surface to be analyzed was sequentially polished with # 320 to 1200-grit SiC papers and felt with diamond polish paste (Buehler, USA). A control group, using T1, was made of the same method but without a photopolymerization. KHN measurement was performed by a Micromet 5104(Buehler, Japan) using a static load of 50g for 10s. Sequentially, three indentations were performed for each third of each group. The values were obtained from the reading of the average of three indentations oriented long axis of the resultando  em  um  filme  que  tem  como  motivação  as  vinganças da  mesma.  O  personagem Benjamim perde a relevância que tem no romance e o espectador  não fica imerso em tantas dúvidas, como o leitor da narrativa indicial de Chico.  As  páginas  que  não  afirmavam  a  culpa  de  Benjamim  pela  morte  de  Castana 96  Beatriz, nem a ascendência de Ariela, são transformadas em cenas de certezas  e afirmações que, em parte, excluem a narrativa indicial do primeiro autor.  Todas  as  transformações  que  a  cineasta  efetua  na  obra  de  Chico  para  elaborar  seu  filme  são  refletidas  nos  outros  textos  que  permeiam  e  dialogam  com as duas obras: capas, o site oficial de Chico Buarque e do filme Benjamim,  as  críticas  expostas  na  mídia.  Esses  outros  textos  —  sejam  eles  metatextos,  paratextos  ou  arquitextos  —  dialogam  transtextualmente  com  os  processos  que  fazem  do  romance  um  filme.  Todas  as  transformações  executadas  pela  cineasta  na  obra  do  autor  são  também  difundidas  nos  outros  textos  que  circundam  o  processo.  Tudo  isso  constrói  uma  extensa  e  infinita  rede  transtextual,  que  produz  um  diálogo  não  só  entre  as  obras  de  Chico  e  Gardenberg, mas também entre elas e outros textos.  Observar  a  obra  de  Chico  Buarque  com  esses  parâmetros,  faz­nos  perceber também a ausência de limites entre as artes e linguagens. O romance  Benjamim,  imerso  num  tom  cinematográfico,  ao  mesmo  tempo  em  que  se  transforma  na  criação  de  Gardenberg,  parece  justamente  chegar  à  sua  linguagem  ideal:  o  cinema.  A  rede  de  flashbacks  imaginada  por  Chico,  para  contar  a  história  de  um  ex­modelo  fotográfico  que  se  duplicou  na  juventude  e  assiste  a  sua  existência  como  se  fosse  um  filme  produzido  por  uma  câmera  imaginária,  cresce  nas  lentes  reais  de  Monique  Gardenberg:  o  romance  de  Chico,  por  meio  do  filme  Benjamim,  chega,  de  fato,  à  linguagem  tematizada  em sua criação. Por sua vez, ao perceber os vestígio do cinema no romance e  aventurar­se  na  adaptação  fílmica,  com  o  cuidado  de  recriar  sempre  inspirada  pelo  primeiro  autor,  Monique  Gardenberg  põe  em  cartaz  a  essência  hipertextual de Chico Buarque de Hollanda. R e f e r ê n c i a s :  97  BARROS,  Leila  Cristina;  CASTELLO  BRANCO,  Lúcia.  Desencontro,  amor  e  feminino  em  Benjamim,  de  Chico  Buarque.  2001.  Dissertação  de  mestrado,  Universidade Federal de Minas Gerais.  BARTHES,  Roland.  Introdução  à  análise  estrutural  da  narrativa.  In:  Análise  estrutural  da  narrativa:  seleção  de  ensaios  da  revista  Communications.  Trad.  Maria Zélia Barbosa Pinto. Petrópolis: Vozes, 1971.  BARTHES,  Roland.  Obra  de  massa  e  explicação  de  texto.  In:  PERRONE­  MOISÉS,  Leyla  (org).  Inéditos,  V.1  —  Teoria.  São  Paulo:  Editora  Martins  Fontes, 2004. p. 51­55.  BARTHES,  Roland.  Texto  (teoria  do).  In:  PERRONE­MOISES,  Leyla  (org).  Inéditos, V.1 — Teoria. São Paulo: Editora Martins Fontes, 2004. p. 261­289.  BARTOLOMEI,  Marcelo.  Paulo  José  “vence”  Parkinson  e  Cléo  Pires  estréia  no  cinema, disponível na Folha Online. Acesso em: 01/04/04.  BENJAMIN,  Walter.  A  tarefa  do  tradutor.  Trad.  Suzana  K.  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40,  41,  45,  80.  Belo  Horizonte:  Faculdade  de  Letras/UFMG,  2005.  GENETTE,  Gérard.  Palimpsestos:  a  literatura  de  segunda  mão.  In:  Cadernos  Viva  Voz.  Trad.  Cibele  Braga,  Mariana  Arruda  e  Miriam  Vieira.  Extratos:  capítulos 8, 13, 38, 47, 48, 49, 53, 54, 55, 57.  Belo Horizonte: Faculdade de  Letras/UFMG, 2007. No prelo.  HOLLANDA,  Chico  Buarque  de.  A  banda:  manuscritos  de  Chico  Buarque  de  Hollanda. Rio de Janeiro: 1966.  HOLLANDA,  Chico  Buarque  de,  KEATING,  Vallandro.  A  bordo  do  Rui  Barbosa.  São Paulo: Palavra e Imagem, 1981.  MARQUÉZ,  Gabriel  García.  Cem  anos  de  solidão.  Trad.  Eliane  Zagury.  Rio  de  Janeiro: O Globo, 1967.  MCFARLANE.  Brian.  Novel  to  film:  an  introduction  to  the  theory  of  adaptation.  Oxford University Press, 1996.  MENESES,  Adélia  Bezerra  de.  Desenho  mágico:  poesia  e  política  em  Chico  Buarque. São Paulo: HUCITEC, 1982. 99  OLIVEIRA,  Solange  Ribeiro  de.  De  mendigos  e  malandros:  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