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População microbiana em solo cultivado com soja e tratado com diferentes herbicidas em área de cerrado no estado de Roraima.

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População microbiana em solo cultivado com soja e tratado com diferentes herbicidas em área de cerrado no estado de Roraima Jerri Édson ZILLI1, Oscar José SMIDERLE1, Maria Cristina Prata NEVES2, Norma Gouvêa RUMJANEK2 RESUMO Este trabalho objetivou avaliar o impacto de herbicidas à base de glyphosate, imazaquin e trifluralin na biomassa microbiana do solo, na comunidade bacteriana associada ao rizoplano de soja e também na nodulação das plantas de soja. As avaliações foram realizadas por um período de 60 dias, em dois sistemas de manejo do solo: semeadura direta na palha (SD) e semeadura convencional (SC), que receberam a aplicação dos herbicidas glyphosate e, imazaquin e trifluralin, respectivamente. Ao longo do período estudado o imazaquin, na área de SD, ocasionou redução da biomassa microbiana e, também alterou o perfil bacteriano analisado por eletroforese em gel com gradiente desnaturante (DGGE) de forma mais intensa, que o glyphosate. Na área de SC não houve efeito significativo dos herbicidas sobre a biomassa microbiana, tendo ocorrido grande variabilidade entre repetições de um mesmo tratamento nos perfis de DGGE, o que dificultou a observação do efeito dos herbicidas. O seqüenciamento de fragmentos do 16S rDNA retirados dos géis de DGGE mostrou que o glyphosate restringiu o desenvolvimento de uma bactéria com 90% de homologia com Herbaspirillum sp., enquanto, o imazaquin estimulou uma bactéria com 96% de homologia com Ralstonia sp. e, outras bactérias com pelo menos 92% de homologia com Burkholderia, Thiomonas e Pseudomonas não foram afetadas. Também não houve efeito dos herbicidas sobre o número de nódulos nas plantas de soja. PALAVRAS-CHAVE Biomassa Microbiana, glyphosate, imazaquin, trifluralin, DGGE. Microbial population in soil cultivated with soybean and treated with different herbicides in cerrado area of Roraima ABSTRACT This work aimed to evaluate the impact of glyphosate, imazaquin and trifluralin on soil microbial biomass, on bacteria community associated with soybean rhizoplane and soybean nodulation under two different agricultural management: no-tillage (SD) and conventional tillage (SC). The results showed that imazaquin in SD area lead a significant reduction of soil microbial biomass during the period of evaluation (60 days) and, also had greater modifications in bacterial DGGE profile than the glyphosate treatment. There was no significant effect of herbicides on microbial biomass in SC area, and DGGE profiles presented high variability among replicates of the same treatments, which had difficult the observation of herbicides effects. Some fragments excised from DGGE gels and sequenced indicate that glyphosate interfered in the development of a bacterium with 90% of homology to Herbaspirillum sp. 16S rDNA, while another with 96% of homology to Ralstonia sp. 16S rDNA was greatly present only in imazaquin treatment, and some others bacteria with more than 92% of homology like Burkholderia, Thiomonas and Pseudomonas were not affected by herbicides. Besides that, no significant effect of the herbicides occurred on soybean nodulation. KEYWORDS Microbial biomass, glyphosate, imazaquin, trifluralin, DGGE. 1Embrapa Roraima – BR 174 Km 8, Distrito Industrial, Cep 69301-970, CP 133, Boa Vista RR. e-mail: zilli@cpafrr.embrapa.br; ojsmider@cpafrr.embrapa.br 2Embrapa Agrobiologia – BR 465 Km 7, Bairro Ecologia, Cep 23890-000, CP 74505, Seropédica RJ. e-mail: mcpneves@cnpab.embrapa.br; norma@cnpab.embrapa.br 2 0 1 VOL. 37(2) 2007: 201 - 212 POPULAÇÃO MICROBIANA EM SOLO CULTIVADO COM SOJA E TRATADO COM DIFERENTES HERBICIDAS EM ÁREA DE CERRADO NO ESTADO DE RORAIMA INTRODUÇÃO Os cerrados da Amazônia Setentrional brasileira, em Roraima, conhecidos também como Lavrados, apresentam fertilidade do solo naturalmente muito baixa e sazonalidade pluviométrica. Cerca de 80% dos 1600 mm anuais de chuva ocorrem entre abril e agosto (Gianluppi, 1997). Essas condições edafoclimáticas propiciam baixo acúmulo de matéria orgânica no solo, refletindo em reduzida capacidade de retenção de água e nutrientes, o que caracteriza o Lavrado como um ecossistema frágil (Luizão & Luizão, 1997). Mesmo sob estas condições, tem sido identificado promissor potencial agrícola para a região. Isto, devido à topografia suavemente ondulada, com cobertura vegetal graminácea e pequena ocorrência de arbustos, o que facilita a mecanização. Além disso, observa-se nesta região alta insolação pela proximidade da linha do Equador, o que se reflete em qualidade dos grãos produzidos e a época de colheita na entressafra do Centro-Sul, possibilitando obter preços mais competitivos. De acordo com estudo conduzido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS) e Embrapa, há disponibilidade de pelo menos 1,2 milhões de hectares aptos à produção vegetal em área de cerrado (Gianluppi & Smiderle, 2003). O destaque da agricultura em Roraima tem sido tão importante a ponto de atrair agricultores de outras regiões do país, que vêm realizando crescentes investimentos na região. Durante a última década, o Estado de Roraima tem apresentado importante desenvolvimento agrícola, especialmente para as lavouras de soja, milho e arroz. Entretanto, apesar deste cenário otimista, há uma série de preocupações sobre o desenvolvimento agrícola regional, decorrente principalmente da susceptibilidade deste ecossistema às ações antrópicas. Isto tem servido de alerta para a necessidade de monitorar os cultivos e fornecer alternativas viáveis para a agricultura nos cerrados, preservando os igarapés e incentivando a utilização do plantio direto (Gianluppi & Smiderle, 2003, Gianluppi et al., 2004). Outra preocupação importante quanto à conservação dos recursos biológicos é a necessidade de racionalizar a utilização de fertilizantes e agrotóxicos na implantação e condução das lavouras (Gianluppi et al., 2000; 2004). Isto porque, o plantio das lavouras coincide com a estação chuvosa, existindo o risco de insumos estarem sendo transportados para os mananciais de água e percolados no perfil do solo, afetando organismos não-alvos. O impacto do uso de agrotóxicos, especialmente sobre os microrganismos do solo, também merece atenção, uma vez que os microrganismos desempenham papel preponderante na ciclagem de nutrientes e estabilização da matéria orgânica do solo (Feigl et al., 1998). Além disso, atuam nos processos de sucessão ecológica, através de relações de antagonismo e/ou sinergismo que resulta no equilíbrio dinâmico da população microbiana (Kennedy, 1999; Pereira et al., 1999). Em ambientes onde há baixa reposição de resíduos vegetais e, baixa disponibilidade de nutrientes, a importância dos microrganismos é destacada, pois há a necessidade de ciclagem dos nutrientes que estão retidos principalmente na serrapilheira (Villela, 1997). É sabido que vários nutrientes, incluindo nitrogênio e fósforo são freqüentemente limitantes do desenvolvimento vegetal nesse ecossistema (Luizão & Luizão, 1997), o que dá uma dimensão da alta dependência desse ambiente aos processos microbiológicos como, por exemplo a fixação biológica de nitrogênio e a solubilização de fosfatos. Além da própria fotossíntese realizada por algas durante a estação chuvosa, que pode aportar um volume considerável de carbono orgânico ao solo (Luizão & Luizão, 1997). Os efeitos de herbicidas sobre os microrganismos do solo têm sido geralmente relatados como temporários, especialmente em relação a biomassa microbiana do solo (Wardle & Parkinson, 1990) ou ao cultivo em laboratório (Wachowska & Banaszkiewicz, 1999). No entanto, o uso de técnicas mais refinadas baseadas na extração direta e análise de ácidos nucléicos provenientes de amostras ambientais, têm demonstrado que o impacto sobre a comunidade microbiana pode ser expressivo. Em um desses estudos, El Fantroussi et al. (2000), através de DGGE mostraram efeitos deletérios da aplicação de herbicida do grupo fenil-uréia (linuron) sobre os microrganismos do solo expostos a este herbicida durante um período de 10 anos. Estes autores concluíram que o efeito negativo da aplicação de linuron se deu mais profundamente sobre bactérias não cultiváveis agrupadas em uma divisão chamada Acidobacterium, formada por bactérias versáteis na utilização e transformação de substratos orgânicos (Smit et al., 2001). Atualmente, no Brasil, a soja é a cultura que mais utiliza herbicida, cerca de 40% do total comercializado (Spadotto, 2002). A maior parte do volume utilizado corresponde a herbicidas a base de glyphosate e o grupo das imidazolinonas. Estes herbicidas inibem duas importantes vias de síntese de aminoácidos, a via do chiquimato e a via dos aminoácidos ramificados, respectivamente. E, embora, os efeitos sejam considerados brandos para animais, podem ser severos aos microrganismos (Wachowska & Banaszkiewicz, 1999), pois estes possuem as duas vias de síntese de aminoácidos mencionadas (Bentley, 1990; Herrmann & Weaver, 1999; Chipman et al., 1998; Duggleby & Pang, 2000). A dependência do ecossistema Lavrado a atividade microbiana, especialmente relacionada à ciclagem de nutrientes, associada aos efeitos negativos que os herbicidas podem ocasionar no equilíbrio microbiano do solo torna necessária uma avaliação do impacto ambiental dos sistemas de manejo do solo que estão se estabelecendo na região. Estas avaliações poderão auxiliar a identificação de quais manejos são adequados à manutenção da 2 0 2 VOL. 37(2) 2007: 201 - 212 „ ZILLI et al. POPULAÇÃO MICROBIANA EM SOLO CULTIVADO COM SOJA E TRATADO COM DIFERENTES HERBICIDAS EM ÁREA DE CERRADO NO ESTADO DE RORAIMA qualidade do solo e a sustentabilidade agrícola e ambiental da região (Smiderle et al., 2004). Esse trabalho objetivou avaliar o efeito de herbicidas a base de glyphosate, imazaquin e trifluralin em dois diferentes manejos da cultura da soja: semeadura direta na palha e semeadura convencional. Foram realizadas avaliações da biomassa microbiana do solo e evolução de CO2 do solo, avaliação da população bacteriana associada ao rizoplano de plantas de soja, através da técnica de PCR/DGGE e seqüenciamento do DNA bacteriano amplificado e avaliação da nodulação das plantas de soja. MATERIAL E MÉTODOS DESCRIÇÃO DOS EXPERIMENTOS Entre os meses de maio e julho de 2003 foram conduzidos dois experimentos em áreas de cerrado de primeiro ano de cultivo em uma propriedade rural (Fazenda Novidade) no município de Alto Alegre RR, localizado a aproximadamente 100 km de Boa Vista. Estes experimentos foram conduzidos em dois sistemas de manejo do solo (semeadura direta na palha e semeadura convencional) que foram semeados com soja (cv. BRS Sambaiba), utilizando-se o cultivo em faixas com parcelas de 7 x 7m em delineamento experimental de blocos ao acaso, com três repetições. A semeadura direta na palha (SD) recebeu uma aplicação de 600 kg.ha-1 de fosfato natural (Dawi) e 2500 kg.ha-1 de calcário, seguido de duas gradagens no ano de 2002 e, no ano de 2003, semeou-se milheto 30 dias antes da implantação do experimento. Os tratamentos deste experimento foi dessecação do milheto com herbicida à base de glyphosate (N-(fosfometil) glicina) na dose de 0,7 kg.ha-1, dois dias antes da semeadura da soja, aplicação de herbicida à base de imazaquin, na dose de 0,5 kg.ha-1, em pré-emergência da cultura e um controle sem a aplicação de herbicida. Na semeadura convencional (SC) também foi aplicado calcário e fosfato natural nas mesmas condições da SD. Porém, diferiu por ter sido realizado uma capina com incorporação dos restos vegetais por ocasião da implantação do experimento e, sendo os tratamentos a aplicação, em pré-emergência da soja, de herbicida à base de imazaquin (ácido 2-[4,5-dihidro-4-metil-4-(1metiletil)-5-oxo-1H-imidazol-2-il]-3-quinolinacarboxílico) na dosagem de 0,5 kg.ha-1 e trifluralin (a,a,a-trifluoro-N-N-dipropilp-toluidina), na dosagem 0,3 kg.ha-1 e um controle sem a aplicação de herbicida. A adubação de semeadura para os experimentos, consistiu de 540 kg.ha-1 do formulado NPK (02-20-20), mais micronutrientes e aplicação de cloreto de potássio em cobertura (140 kg.ha-1) aos 35 dias após a emergência da soja. Na semeadura, também foi realizada a inoculação das sementes de soja com o produto Biagro 10 (de acordo com recomendação do fabricante) que continha as estirpes de Bradyrhizobium japonicum SEMIA5079 e SEMIA5080. A Tabela 1 apresenta o resultado da análise química do solo na profundidade de 0-20 cm nas áreas onde foram implantados os experimentos e também do cerrado nativo. Tabela 1 - Análise química do solo de cerrado na profundidade de 0-20 cm em propriedade rural em Alto Alegre - Roraima. Matéria Amostras* pH orgânica g kg-1 Área cultivada 5,5 7 Cerrado Nativo 5,6 7 Al+3 Ca+2+Mg+2 cmolc dm-3 0,0 0,9 H2PO4-+HPO4-2 mg dm-3 K+ 98 0,0 0,6 3 07 * Latossolo Amarelo com textura franco arenosa (170 g.kg-1 de argila, 810 g.kg-1 de areia e 20 g.kg-1 de silte) (Embrapa, 1997). COLETA DE AMOSTRAS A coleta de amostra de solo para a avaliação da biomassa microbiana do solo (BMS), evolução de CO2 e quociente metabólico (qCO2) foi realizada nas áreas de SD, SC e, também em uma área de cerrado nativo (CN), como referência. As coletas foram realizadas logo antes da semeadura, na semeadura e aos 4, 12, 28 e 60 dias após a semeadura da soja (DAS). A profundidade de coleta foi de 0-20 cm, tendo sido realizadas quatro amostragens simples para compor uma amostra composta em cada parcela. Aos 12, 28 e 60 dias após a semeadura foram coletadas amostras de raízes das plantas de soja para a extração do DNA dos microrganismos associados ao rizoplano das plantas. A coleta foi realizada eliminando-se a parte área da planta retirando-se um torrão de solo e procurando manter as raízes íntegras. Foram coletadas três plantas por parcela para compor cada uma das repetições dos tratamentos. Depois de coletadas, as amostras de solo e raízes foram acomodadas em caixas de isopor e enviadas para análise na Embrapa Agrobiologia (Seropédica, RJ) por via aérea na temperatura ambiente, sendo o processamento realizado, no máximo 30 horas, após a coleta das amostras. Aos 60 dias após a implantação do experimento avaliou-se a nodulação das plantas de soja através da contagem de nódulos das raízes das plantas de soja. AVALIAÇÃO DA BIOMASSA MICROBIANA DO SOLO Utilizou-se o método descrito por De-Polli & Guerra (1997) adaptado de Vance et al. (1987), onde fracionou-se a amostra de solo em seis sub-amostras de 20 g.Três destas sub-amostras foram inicialmente fumigadas com CHCl3 (1 mL; 24 h). Posteriormente, todas as repetições foram submetidas à extração com K2SO4 (50 ml; 0,5 mol.l-1) sob agitação (30 mim; 500 rpm). Após decantação (30 min), o extrato das amostras foi 2 0 3 VOL. 37(2) 2007: 201 - 212 „ ZILLI et al. POPULAÇÃO MICROBIANA EM SOLO CULTIVADO COM SOJA E TRATADO COM DIFERENTES HERBICIDAS EM ÁREA DE CERRADO NO ESTADO DE RORAIMA filtrado e uma alíquota de 8 ml recebeu 2 ml de K2Cr2O7 (0,066 mol.l-1) na presença de 10 ml de H2SO4 e 2 ml de H3PO4 concentrados. O excesso de K2Cr2O7 foi retrotitulado com (NH4)2Fe(SO4)2.6H20 (0,033 mol.l-1), revelando a quantidade de dicromato gasto na oxidação e conseqüentemente a quantidade de carbono extraída. Uma fração de solo (10 g) foi seca em estufa (105oC; 24 h) para a determinação da umidade das amostras. AVALIAÇÃO DA EVOLUÇÃO DE CO2 E QUOCIENTE METABÓLICO (qCO2) A avaliação da respiração microbiana seguiu o procedimento descrito por Jenkinson & Powlson, (1976). Frações de 50 g de solo foram incubadas hermeticamente na presença de NaOH (10 ml; 0,5 mol.l-1). Após um período de cinco dias, fez-se a precipitação do CO2 evoluído com BaCl2 (10%) e titulou-se o excesso de NaOH com HCl (0,5 mol.l-1). O quociente metabólico foi estimado pela razão entre a respiração basal do solo pelo carbono da biomassa microbiana (Anderson & Domsch, 1994). OBTENÇÃO DAS CÉLULAS MICROBIANAS DAS RAÍZES DAS PLANTAS DE SOJA Raízes finas das plantas de soja foram cortadas e lavadas em solução salina (NaCl 0,85%; 5 min) e secas em papel absorvente esterilizado. Em seguida pesou-se 1,0 g de raízes de cada repetição, que foi acondicionado em tubos cônicos (50 ml) contendo 20 ml de NaCl (0,85%). Os tubos contendo as amostras foram, então, agitados horizontalmente (20 rpm; 30 min). Deste extrato, retiraram-se 8 ml que foram centrifugados (8.000 rpm; 30 min; 4ºC) e o precipitado formado armazenado (12 h; 20ºC). EXTRAÇÃO DO DNA MICROBIANO Seguiu-se o protocolo descrito por Schwieger &Tebbe (1998) e adaptado por Xavier et al. (2004). O precipitado microbiano estocado (–20ºC) foi ressuspenso em 0,6 ml de tampão de lise TES (0,05 M NaCl; 0,01 M Na2-EDTA; 0,05 M Tris HCL pH 8,0; 1% SDS) e agitado em vórtex. Em seguida, as amostras foram submetidas a cinco etapas de congelamento/ descongelamento: imersão em nitrogênio líquido (5 min), agitação (1800 rpm; 10 seg) e aquecimento (65°C; 5 min). Aplicou-se, então, 8,4 ml de proteinase K (20 mg.ml-1) nas amostras que foram incubadas sob agitação (180 rpm; 65°C; 1h). Em seguida, adicionou-se, 0,6 ml (um volume) de fenol-clorofórmio-álcool isoamílico (25:24:1) e centrifugou-se as amostras (5.000 rpm; 6 min). O sobrenadante foi transferido cuidadosamente para novos tubos, onde foram adicionados 0,6 ml (um volume) de clorofórmio-álcool isoamílico, repetindo-se a centrifugação anterior. Uma alíquota de aproximadamente 0,5 ml do sobrenadante foi transferida para um novo tubo e 0,5 volumes de isopropanol gelado foram adicionados. As amostras foram, então, incubadas (60 min; -200C) e centrifugadas (13.000 rpm; 20 min). Removido o sobrenadante, o precipitado foi centrifugado à vácuo para a secagem e ressuspendido em 50 ml de tampão TE (10 mM Tris; 1 mM Na2-EDTA; pH 8,0). CONDIÇÕES DA PCR E DGGE Cada 35 ml da reação consistiu de 1 ml de DNA, tampão (10 mM), MgCl2 (3,5 mM), dNTP (0,2 mM), Taq DNA polimerase (Invitrogen Cat. No. varied quite markedly with height, and that air masses aloft (∼200 m above the ground) could have an aerosol loading quite different to that measured on the ground (Rankin and Wolff, 2002). However, for the event described here, at least, it appears that the 4139 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU source of surface snow nitrate was wet deposition and scrubbing, and the data are consistent with the nitrate source being p-NO−3 within the boundary layer. 4 Boundary layer trace gas versus snowpack sources of NOx A key question among polar atmospheric chemists concerns the role of polar snow5 packs as a source of trace gases to the overlying boundary layer. For those studying nitrogen chemistry, the interest lies in understanding the budget of NOx; we know that NOx is photochemically produced (Honrath et al., 1999; Jones et al, 2000) and then released (Jones et al., 2001; Wolff et al., 2002) from the snowpack, but the relative contribution compare to NOx production from trace gases in the background atmo10 sphere has not yet been assessed. The data gathered during CHABLIS allow us to constrain the dominant NOx production mechanisms, and by comparing these calculated production rates, to assess the relative importance of sources of boundary layer NOx, both in the air and from the snowpack. This approach also provides insight into which gas-phase species are dominating NOx production within the boundary layer. 15 4.1 Methodology We selected two 24-h periods, one in summer and one in spring, within which to calculate diurnally-averaged NOx (as either NO or NO2) production. The periods selected were 18 January 2005 and from noon of 28 September 2004 through to noon of 29 September 2004. The former period was the first day in the summer season when 20 high-resolution alkyl nitrate data were available to compliment the other high-resolution datasets. This was also a time when an NOy intensive was carried out, so that daily HNO3 measurements are available. During the latter period, an NOy measurement intensive was also conducted, giving, in addition, alkyl nitrate measurements every 6 h – the highest resolution alkyl nitrate data available for the spring period. 4140 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.1 Deriving gas-phase data NOx production rates were calculated every 3 h during these diurnal periods, giving 8 data points from which daily means could be calculated. Where possible (e.g. for HONO, PAN, summertime methyl and ethyl nitrates), input data were taken from an 5 hourly data merger carried out for all the CHABLIS data and the few missing data points were derived by linear interpolation. For the 6-hourly springtime methyl and ethyl nitrate mixing ratios, it was by default necessary to interpolate to achieve data at a 3-h frequency. These data were thus point-averages rather than hourly-averages, but as mixing ratios did not vary rapidly over the day, the uncertainty introduced by this 10 approach is limited. For HNO3, sampled over a longer timeframe, it was necessary to reconstruct higher resolution data. Summertime HNO3 was measured as a 24-hmean centred around 23:59 on both 17 January and 18 January. These two data points were averaged to derive a daily mean for 18 January. The diurnal variation was reconstructed by comparing with 6-hourly resolution HNO3 data measured previously 15 at Neumayer station (Jones et al., 1999). There, a diurnal cycle with amplitude 7.5 pptv was measured, centred around noon. This amplitude was applied to the 18 January mean to give a reasonable diurnal cycle. For the 28/29 September HNO3, the 6-hourlyresolution data were below the detection limit, so the daily mean for 27 September and 29 September were averaged to give a mean for the calculation period. This mean was 20 only 0.96 pptv, and, being so low, it was taken to be constant over the 24-h period of interest. Finally, several measured NOy species did not exceed 2 pptv throughout the year (e.g. NO3 and the higher alkyl nitrates), and they were ignored for this calculation. Similarly, output from the GEOS-Chem model suggested that HNO4 also remained well below this threshold throughout the year (M. Evans, personal communication) so 25 no account for HNO4 was taken here. 4141 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 4.1.2 Gas-phase kinetic data Gas-phase reaction rates were taken from Atkinson et al. (2004, 2006) and photolysis rates for each 3-h period were calculated using the on-line version of the radiative transfer model TUV (Madronich and Flocke, 1998). For these calculations, input parameters 5 included the total ozone column measured at Halley for these days, and an albedo of 0.9. Clear sky conditions were assumed, so photolysis rates will be overestimated, but the relative effect on all species will be comparable. In addition, OH concentrations were necessary for some kinetic calculations. On 18 January 2005, OH was measured by the FAGE (Fluorescence Assay by Gas Expansion) instrument (Bloss et al., 2007). 10 These data were included in the CHABLIS data merger, so that mean hourly OH concentrations were available for this period. No OH measurements were available for September, so OH was derived indirectly. Bloss et al. (2007) calculated a mid-month OH throughout the CHABLIS measurement period based on varying jO(1D) (from the TUV model). To derive a daily mean OH for 28/29 September, we averaged the mid15 month values for September and October, and found that (28/29 September)calculated = 0.561 (15 January)calculated. A diurnally-varying OH for 28/29 September was calculated from 0.561 * each 3-hourly measured January OH. Temperature data were taken from measured values. For PAN thermal decomposition, the upper limit was calculated according to –d[PAN]/dt = k[PAN]. 20 4.1.3 Calculating snowpack NOx emissions The rates with which NOx was emitted from the snowpack during the periods of interest were calculated in line with previous work by Wolff et al. (2002). In brief, spectral irradiance at 3-h intervals was calculated using the TUV model. These were converted to actinic flux as a function of depth according to output from a model designed to 25 simulate light propagation through snow (Grenfell, 1991). The actinic fluxes were then convoluted with the absorption cross-sections and the quantum yield to give J values. In this case, temperature-dependent quantum yields were used (Chu and Anastasio, 4142 ACPD 7, 4127–4163, 2007 Multi-seasonal NOy budget in coastal Antarctica A. E. Jones et al. Title Page Abstract Introduction Conclusions References Tables Figures Back Close Full Screen / Esc Printer-friendly Version Interactive Discussion EGU 2003) which were not available at the time of the Wolff et al., 2002 work. A temperature of –4 C was taken for 18 January, and of –20 C for 28/29 September. These were chosen by assuming that the top few cms of snow saw an average of the near surface (1 m) air temperature for the preceding 1–2 days. Finally, the nitrate concentration in snow 5 was derived using the average of the 0 cm, 5 cm and 10 cm snow nitrate concentration from the snowpit dug nearest to the date in question. This gave 73 ng/g for September and 157 ng/g for January. 4.2 Outcome The results for the gas-phase production rates are given in Table 3a. It is immedi10 ately evident that the contribution from HONO photolysis completely dominates NOx production for both periods, with rates of 6.20E+05 and 4.80E+04 molecs cm−3 s−1 for January and September respectively. This is no great surprise, given the very short lifetime of HONO to photolysis, and reflects a recycling of NOx through HONO (via NO + OH → HONO) rather than a pure source of NOx. Indeed, NOx, although generally 15 defined as NO + NO2, is sometimes expanded to include HONO as well. However, as discussed earlier, HONO also has a source from snowpack photochemistry (Zhou et al., 2001; Beine et al., 2002; Dibb et al., 2002) so as well as facilitating recycling, boundary layer HONO that has been released from the snowpack can act as a source of atmospheric NOx. With our data it is not possible to determine how much of the 20 NOx produced by HONO photolysis (or reaction with OH) is Plano Diretor do Município de Paraguaçu. Projeto de Lei n. 22/2005. Prefeitura Municipal de Paraguaçu, 82 f., [14], Il. Edição fac-similar. ______. Prefeitura Municipal de Paraguaçu; Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Paraguaçu/MG; Memória Arquitetura Ltda. O Patrimônio Cultural de Paraguaçu/MG. 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